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Código: PRFDVN01I-01PPC - Projeto Pedagógico de Curso
1. Perfil do curso
Em 2013, o Brasil registrou um salto de 47,8% no Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) entre 1991 e 2010, nas três dimensões acompanhadas pelo índice: longevidade, educação e renda, que saltou de 0,493 (Baixo) para 0,727 (Alto). O IDHM Educação (0,637) tem a menor contribuição em termos absolutos para o valor atual. Entre 1991 e 2010, o IDH do Piauí, 0,646, é o 24º do ranking nacional, que demonstra a necessidade de mais investimentos no setor. Em torno de 90% das matrículas do ensino médio são provenientes da rede pública estadual e 7% de instituições privadas. Do total de matrículas em 2012, 52.611 foram efetivadas em Teresina, o que representa 33% das matrículas de todo o Estado do Piauí. O PNE, em tramitação no Congresso Nacional, propõe elevar a taxa bruta de matrícula na educação superior para 50% e a taxa líquida para 33% da população de 18 a 24 anos, assegurando a qualidade da oferta, que implicará no aumento de matrículas.
O PIB brasileiro, no acumulado de 2012, somou R$ 4,4 trilhões, evidenciando um crescimento de 0,9% da economia do País. Conforme a Fundação Centro de Pesquisas Econômicas e Sociais do Piauí (CEPRO), o Estado registrou um PIB de R$ 22 bilhões, um crescimento de 4,2%, superior ao nacional. Esse crescimento é resultado da participação da indústria, serviços e comércio exterior. Para 2014, a Secretaria de Planejamento do Estado projeta um PIB de R$ 32 bilhões.
Sobre o Ensino Médio, pesquisa no site do Instituto Nacional de Estatística e Pesquisa Educacional Anísio Teixeira – INEP, revela que, em 2014, foram realizadas 42.435 matrículas no Ensino Médio, sendo 72% provenientes da rede pública estadual e federal e 28% de instituições privadas. Esses dados revelam ligeira alta no percentual de matrículas na rede privada. O Plano Nacional da Educação - PNE propõe elevar a taxa bruta de matrícula na educação superior para 50% e a taxa líquida para 33% da população de 18 a 24 anos, assegurando a qualidade da oferta, que implicará no aumento de matrículas.
O Piauí ocupa uma extensão territorial de 251.577.738 km2 e conforme estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, em 2014, o Estado terá um total de 3.194.718 habitantes distribuídos em 224 municípios. Teresina continua sendo a cidade mais populosa do Estado, com uma população estimada em 840.000 habitantes, seguida de Parnaíba, 149.348; Picos, 76.309; Piripiri, 62.600; Floriano, 58.702, e Campo Maior, 45.904.
Na saúde, o Piauí apresenta perfil de mortalidade semelhante a outros Estados brasileiros, com crescente predominância de óbitos por causas cardiovasculares, neoplasias e causas externas, e diminuição de óbitos causados por doenças infecciosas e parasitárias.
Teresina oferece uma completa rede de prestação de serviços de saúde, com hospitais, clínicas, policlínicas, centros e postos de saúde nas redes pública e privada. Por sua localização, Teresina recebe pessoas vindas de diversos estados das Regiões Norte e Nordeste em busca de serviços de
saúde. Por este motivo, a Capital é conhecida como importante centro de atendimento médico nas mais diversas especializações.
Em 2011, do total de 78.645 internações hospitalares ocorridas no âmbito do SUS, 61,4% informaram residência em Teresina; 31,5% eram procedentes de municípios do interior do Piauí e 7% oriundos de outros Estados (Maranhão, Pará e Tocantins). O mesmo ocorre em relação à assistência ambulatorial. A maioria dos pacientes dos estados vizinhos que buscam atendimento na saúde em Teresina denota reconhecimento da qualidade da prestação de serviços sendo um indicativo da necessidade crescente da formação de profissionais de saúde.
De acordo com estatísticas da Prefeitura de Teresina, em setembro de 2014, existiam 819 estabelecimentos de saúde, por tipo de unidade de saúde, sendo 17 hospitais especializados e 22 gerais, além de 177 clínicas ou centro de especialidades.
Nesse cenário, em Teresina, há escassez de profissionais na área de gestão e suporte à saúde, dentre eles, os Tecnólogos em Gestão Hospitalar, que possam suprir uma demanda em constante ascensão, visto que o mercado de trabalho é promissor e amplo, atendendo a uma grande diversidade de opções de trabalho aos egressos. Há oportunidades em hospitais públicos e privados, clínicas, distribuidores de equipamentos hospitalares, empresas prestadoras de serviços em saúde e, ainda, na docência (pesquisa, ensino e extensão) ligada ao setor de saúde, para profissionais atualizados e preparados a atuarem em Gestão Hospitalar.
Teresina conta com quatro Cursos Superiores de Gestão Hospitalar. Baseando-se nesta realidade, a FACID propõe a oferta desse Curso, com o objetivo de atender às demandas regionais.
2. Atividades do curso
Considerando que as Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos Superiores de Tecnologia não estabelecem como obrigatória a realização das Atividades Complementares, a Instituição optou por não incluí-las nos Projetos Pedagógicos dessa modalidade de curso.
3. Perfil do egresso
O Curso Superior de Tecnologia em Gestão Hospitalar da Faculdade Integral Diferencial Wyden enquadra-se nas determinações do art. 2º da Resolução CNE/CP n°03/2002, atendendo, portanto, aos pré-requisitos da legislação em vigor para o exercício da profissão. Portanto, o Curso para desenvolver as competências exigidas a um gestor Hospitalar busca desenvolver competência
técnica e profissional para atuar no gerenciamento de serviços hospitalares, bem como, ter capacidade de analisar criticamente a gestão dessas organizações, antecipando e promovendo mudanças necessárias.
O Curso está também centrado na internalização de valores de responsabilidade social, justiça e ética profissional; formação específica que habilitem o futuro profissional tanto a compreender o contexto onde está inserido, quanto a tomar decisões no seu campo de atuação em um mundo em constantes mudanças.
Com base na formação do perfil profissional desejado, o egresso poderá:
- atuar nos níveis de gerência e, ou assessoria direta na área de Gestão Hospitalar, de forma a garantir eficiência nos processos de gestão;
- elaborar propostas de gestão de novos empreendimentos na área hospitalar, analisando e diagnosticando seus problemas e apresentando soluções eficazes que atendam a realidade do negócio;
- analisar o funcionamento dos diversos processos da gestão em saúde, elaborando estratégias e definindo objetivos para obter melhores resultados em sua gestão;
- elaborar e gerir programas voltados à gestão e qualidade hospitalar, considerando a manutenção hospitalar, sistema de acreditação hospitalar, vigilância sanitária e infecção hospitalar, além de segurança e saúde no trabalho;
- utilizar os conceitos da administração financeira, focalizados no contexto hospitalar, com destaque à auditoria em contas médicas, administração de suprimentos, farmácia hospitalar e controladoria e custo hospitalar;
- identificar a classificação dos principais resíduos de serviços de Saúde assim como os órgãos responsáveis pela legislação e fiscalização dos mesmos, bem como a importância desse processo para o meio ambiente;
- aplicar conhecimento da área de faturamento, bem como, analisar e elaborar decisões nos processos de glosa e devolução de contas hospitalares, visando a otimização de recursos financeiros;
- identificar as características e objetivos dos processos mercadológicos e seus impactos nas instituições de saúde de pequeno, médio e grande porte, público ou privado, para agregar valor a marca e a imagem da organização;
- implantar e gerenciar políticas de qualidade total nos serviços de atendimento, garantindo a governança hospitalar com qualidade e respeito ao paciente;
- organizar e apoiar as áreas envolvidas com a logística hospitalar, promovendo o controle interno de equipes de home office, promovendo a integração entre a gestão e a operação nos serviços de saúde;
- implementar programa de resíduos em serviços de saúde, a fim garantir o descarte seguro dos resíduos hospitalares;
- implementar ações que contribuam para o desenvolvimento socioeconômico do Brasil, respeitando as peculiaridades étnico-raciais e os direitos humanos;
- sugerir e gerenciar projetos que garantam a sustentabilidade do planeta, implementando políticas de preservação ambiental;
- comunicar-se nas formas escrita, oral e gráfica, para o exercício profissional, facilitando os processos de negociação nas relações interpessoais ou intergrupais;
- assumir a postura de permanente busca de atualização e aprofundamento profissional garantindo qualidade de serviços e produtos;
- aplicar a ética e agir com responsabilidade profissional atuando, em conformidade e probidade.
Conforme consta no PDI, a política de acompanhamento de egressos é implementada pelo setor denominado Carreiras. Este setor aplica pesquisas e implanta mecanismos para conhecer a opinião dos egressos sobre a formação recebida, para saber o índice de ocupação entre eles e para procurar estabelecer a relação entre a ocupação e a formação profissional recebida.
4. Forma de acesso ao curso
O acesso dos alunos ao Curso é realizado através das seguintes modalidades.
Processo Seletivo
Aplica-se a candidatos que tenham concluído o ensino médio ou equivalente. Neste caso, os candidatos submetem-se a um exame, contendo questões de diferentes áreas do saber, observando a complexidade do ensino médio, bem como temas da atualidade nacional e internacional. A partir das notas obtidas, os candidatos são classificados em ordem decrescente de desempenho e convocados para a efetivação da matrícula até o preenchimento das vagas. Havendo vagas ociosas, os candidatos habilitados serão, sequencialmente, convocados.
Exame Nacional do Ensino Médio (Enem)
A Instituição reserva parte das vagas oferecidas para ingresso em seus cursos a candidatos que tenham participado do Enem e alcançado média igual ou superior a 50% do total de pontos.
Graduados
Aplica-se a candidatos portadores de diploma de curso de graduação, dispensando-o do processo seletivo. Neste caso, o candidato deve protocolar o pedido de matrícula e, havendo vagas disponíveis, é feita a análise curricular para eventual dispensa de disciplinas que possuírem equivalências com as disciplinas a serem cursadas.
Aplica-se a estudantes que já estejam matriculados em cursos de graduação de outra instituição. Neste caso, o estudante deve protocolar o pedido de transferência e, havendo vagas disponíveis, é procedido o processo seletivo e feita a análise curricular para eventual dispensa de disciplinas que possuírem equivalências com as disciplinas a serem cursadas.
Programa Universidade para Todos (ProUni)
Aplica-se a egressos do ensino médio que tenham se inscrito no Programa. A seleção é feita pelo Governo Federal a partir da nota do Enem dentre aqueles que preencham os requisitos sociais. Os candidatos pré-selecionados pelo Programa apresentam à Instituição os documentos comprobatórios, exigidos pelo Ministério da Educação.
Vagas remanescentes
Se ao final do processo seletivo não houver preenchimento de todas as vagas oferecidas, a Instituição poderá admitir candidatos que tenham participado do Enem e obtido desempenho maior ou igual a 50% do total de pontos.
5. Representação gráfica de um perfil de formação
A estruturação da Matriz Curricular do Curso foi baseada em alguns eixos fundamentais. Segundo a Resolução CNE/CP Nº 03/2002, que instituiu as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a organização e o funcionamento dos cursos superiores de tecnologia, a sua organização curricular deverá contemplar o desenvolvimento de competências profissionais e será formulada em consonância com o perfil profissional de conclusão do curso, o qual define a identidade do mesmo e caracteriza o compromisso ético da instituição com os seus alunos e a sociedade.
A Matriz Curricular do Curso é estruturada em 6 módulos.
O Módulo Fundamentos de Gestão visa mostrar aos alunos os conhecimentos necessários à gestão de empreendimentos, visão do cenário micro e macroeconômico, psicologia aplicada nas organizações e estatística, além dos campos que formam o alicerce do conhecimento aplicado das técnicas da Língua Portuguesa. Competências: elaborar planos financeiros observando os indicadores econômicos; construir tabelas e gráficos que deem o suporte às decisões gerenciais utilizando as técnicas estatísticas para interpretação e análise dos dados; utilizar um novo panorama de técnicas gerenciais para agregar valor à empresa.
os aspectos que comprovam a multicausalidade de fatores condicionantes da saúde e qualidade de vida, prioriza a qualificação profissional nas disciplinas de sistema de informação hospitalar, marketing hospitalar, comportamento organizacional, elaboração de projetos e sistema gerencial médico e de enfermagem. Competências: gerenciar situações de conflito no ambiente de trabalho; planejar e propor ações que contribuam para a harmonia e obtenção de excelência nos resultados das equipes envolvidas no ambiente da organização.
O Módulo de Gestão Financeira Hospitalar fornecerá ao aluno, aspectos relevantes da administração financeira hospitalar, os processos de recebimentos de auditoria de contas hospitalares, processo de faturamento e auditoria de contas de hospitais, clínicas ou consultórios. Competências: conhecer o setor de contas médicas, e realizar diagnóstico organizacional ao que se refere a gestão da qualidade.
O Módulo de Gestão Hoteleira Hospitalar, visa discutir as ações desenvolvidas na hotelaria hospitalar e programas de benefícios, qualidade de vida no trabalho, sendo abordado a comunicação empresarial, gestão do capital humano, estratégia empresarial, hotelaria hospitalar e recepção e atendimento hospitalar. Competências: implementar ferramentas de TI contemporâneas para atender as demandas das organizações; implementar as ferramentas do empreendedorismo nas empresas em que atuam.
O Módulo de Gestão e Qualidade Hospitalar abordará desde a responsabilidade social e ética em saúde, empreendedorismo, administração de serviços, manutenção hospitalar até a importância das ações de segurança e saúde no trabalho dentro das instituições de saúde. Competências: implementação de programas de gestão da qualidade hospitalar, programas de responsabilidade social; programas de manutenção hospitalar; além de ser capaz em orientar e implementar as práticas de saúde e segurança no trabalho.
O Módulo de Gestão de Serviços de Saúde oferece ao aluno conhecimento sobre ações de gerenciamento e classificação dos principais resíduos em serviços de saúde assim como os órgãos responsáveis pela legislação, fiscalização dos mesmos e importância desse processo para o meio ambiente. Além de conhecimentos de epidemiologia para o controle da infecção hospitalar, gestão de sistema de saúde, farmácia hospitalar. Competências: gerenciar sistemas e serviços de saúde no âmbito do SUS; Elaborar políticas para o envolvimento permanente de pessoas nos programas de sustentabilidade.
Completam os conteúdos curriculares mencionados as disciplinas de Estudos de Caso, os Temas Tecnológicos e Libras (optativa para o aluno).
Os conteúdos programáticos e as bibliografias são atuais e plenamente adequados às disciplinas e às atividades de pesquisa realizadas por discentes e docentes.
Na abordagem dos conteúdos curriculares os docentes são capacitados através do Programa Mandacaru, sendo instruídos também acerca da educação inclusiva visando adaptar suas práticas pedagógicas para alunos portadores de necessidades especiais.
Os requisitos legais relativos às relações étnico-raciais e ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena, políticas para educação ambiental e direitos humanos são abordados transversalmente ao longo de todo o percurso formativo do alunado, quer como conteúdo específico de algumas disciplinas, quer como atividades complementares.
6. Sistema de avaliação do processo de ensino e aprendizagem
O processo de avaliação da aprendizagem é parte integrante do processo de ensino e obedece às normas e procedimentos pedagógicos estabelecidos pelo Conselho Superior da Facid Wyden, tanto para os cursos presenciais quanto a distância.
As avaliações de aprendizagem têm por objetivo acompanhar o processo de construção do conhecimento, a compreensão e o desenvolvimento da capacidade do aluno para resolver problemas referentes às competências (conteúdos, habilidades e atitudes) gerais e específicas exigidas para o exercício profissional, desenvolvidas ao longo do percurso formativo.
A sistemática institucional para a avaliação da aprendizagem considera a participação do estudante na construção do próprio saber e nas atividades acadêmicas programadas para as disciplinas que compõem a Matriz Curricular, parte do Projeto Pedagógico do Curso e o domínio dos conteúdos de natureza técnico-científica e instrumental, bem como acompanhar e aferir o desenvolvimento das habilidades e atitudes demonstradas em cada componente curricular, principalmente, o desempenho nos trabalhos e atividades realizados individualmente ou em grupo, provas e testes (orais ou escritos), visitas técnicas, debates, dinâmicas de grupo, seminários, oficinas, preleções, pesquisas, resolução de exercícios, arguições, trabalhos práticos, excursões e estágios, inclusive os realizados fora da sala de aula e da sede da Instituição.
A depender das características da disciplina, os professores, ao elaborarem os cronogramas de atividades, parte integrante dos Planos de Ensino, definem as ferramentas e os critérios de avaliação da aprendizagem que serão adotados, com vistas a atender às diferenças individuais dos educandos, orientando-os ao aperfeiçoamento do processo da aprendizagem. O sistema de avaliação da aprendizagem está institucionalizado no Regimento Institucional e seu funcionamento está normatizado na Norma 006.
Considerando o disposto no referido instrumento legal, a avaliação do desempenho acadêmico do estudante é realizada por disciplina, abrangendo os aspectos de aproveitamento e frequência. O
aproveitamento é expresso por uma nota de eficiência que é a média ponderada das avaliações realizadas no período letivo. Respeitado o limite mínimo de frequência de 75% da carga horária do componente curricular, será considerado aprovado o aluno que obtiver média de eficiência igual ou superior a 5 (cinco), em uma escala que varia de 0 (zero) a 10 (dez).
A critério dos Dirigentes, por proposta do professor ou grupo de professores que ministram uma disciplina, ouvido o Coordenador do Curso, poderá ser adotado um regime especial de avaliação da aprendizagem considerado mais adequado.
Os critérios de verificação de desempenho no Trabalho de Conclusão do Curso e no Estágio Curricular Supervisionado, quando couber, constam de regulamentos próprios (normas 002 e 003, respectivamente), aprovados pelo Conselho Superior da Instituição.
Alunos com necessidades especiais, quando necessário, podem ser assistidos por equipes da CASA, para que realizem seus processos avaliativos em consonância com suas características e particularidades.
7. Sistema de avaliação do projeto do curso
O processo de avaliação do Curso de Gestão Hospitalar da Faculdade Integral Diferencial Wyden é desenvolvido pela Coordenação Geral de Graduação e Coordenação de Curso, em colaboração com a Comissão Própria de Avaliação (CPA), no que couber. Os procedimentos de avaliação têm por objetivos acompanhar continuamente o planejamento estratégico expresso no PDI e no PPC, com vistas à melhoria da qualidade, sob vários aspectos, tais como a execução do planejamento acadêmico, a gestão acadêmico-administrativa, as condições de infraestrutura oferecidas (laboratórios, salas de aula, biblioteca, áreas de conveniência, os serviços de atendimento ao aluno, etc.), corpos docente e técnico-administrativo.
Semestralmente, mediante questionários elaborados especialmente para este fim, o corpo social avalia como segue:
AVALIAÇÃO REALIZADA PELO CORPO DISCENTE
Os alunos, ao final do semestre, avaliam os principais processos desenvolvidos com relação ao desempenho dos professores, da Coordenação do Curso e da Direção da Instituição, disciplinas ofertadas, atividades acadêmicas realizadas pela Instituição, o processo de avaliação da aprendizagem, infraestrutura física, serviços de apoio, etc.. Busca-se aferir o nível de satisfação do alunado com o Curso e com a Instituição.
AVALIAÇÃO REALIZADA PELO CORPO DOCENTE
Os professores, ao final de cada semestre, avaliam em formulário próprio, o plano de ensino da disciplina sob sua responsabilidade, atingimento de seus objetivos, cumprimento do cronograma de atividades e dos conteúdos programáticos propostos, qualidade do material didático utilizado, bibliografia disponível na biblioteca (livros, periódicos, acervo em multimídia), infraestrutura física e equipamentos, apoio institucional para realização das atividades acadêmicas, desempenho da turma, etc.
AVALIAÇÃO REALIZADA PELO CORPO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO
Do mesmo modo que os professores, os técnicos envolvidos com os laboratórios de ensino avaliam as condições de oferta das aulas práticas quanto a equipamentos, material de consumo, dimensionamento de turmas, adequação dos experimentos, etc.
AVALIAÇÃO REALIZADA PELO COORDENADOR DO CURSO
Anualmente, a partir das avaliações semestrais acima previstas e das experiências vivenciadas, o Coordenador do Curso é responsável pela elaboração do Relatório de Autoavaliação do Curso, que será encaminhado aos Dirigentes, apontando as ações a serem desenvolvidas com vistas à melhoria da qualidade acadêmica do Curso e o aumento do grau de satisfação dos alunos, professores e colaboradores, com o Curso e com a Instituição.
Os resultados do processo de autoavaliação geram relatórios consubstanciados, apontando as potencialidades e fragilidades do Curso, bem como propondo implementação de ações para a melhoria das atividades acadêmicas, infraestrutura, etc., que serão encaminhadas aos dirigentes da Instituição para as devidas providências. Os resultados, no que diz respeito ao PPC, são encaminhados para o NDE, que como Comissão responsável pelo acompanhamento, gestão e atualização do PPC, os analisa encaminhando ao Colegiado do Curso propostas de ações com vistas à melhoria da qualidade acadêmica e da infraestrutura institucional.
Também, são divulgados e discutidos junto ao corpo social do Curso, alunos, professores e técnico-administrativos, mediante a realização de seminários, via e-mail, reunião com grupos focais, etc., dando-se amplo conhecimento à comunidade.
8. Trabalho de conclusão de curso (TCC)
Considerando que as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos superiores de tecnologia não estabelecem como obrigatória a realização do Trabalho de Conclusão de Curso, a Instituição optou
por não incluí-lo nos Projetos Pedagógicos dessa modalidade de curso.
9. Estágio curricular
Considerando que as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos superiores de tecnologia não estabelecem como obrigatória a realização do Estágio Curricular, a Instituição optou por não incluí-lo nos Projetos Pedagógicos dessa modalidade de curso.
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