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COMISSÃO NACIONAL DE ENERGIA NUCLEAR
INSTITUTO DE RADIOPROTECAO E DOSIMETRIA
DIVISÃO DE FÍSICA MEDICA
^ ^
RESUMO
Sâo apresentadas dados preliminares obtidos durante o
inventario de fontes de radiação ionirants usadas em
Medic ina,real izado a partir de 1987 pelas autor id;\der, sanitárias
brasi le iras,sob orientação do Instituto de R;<d ioproteção e
Dosimetria (IRD).
Os indicadores sòcio-econòmicos apresentados por cada
região brasileira permitem concluir que o país nSo pode ser
classificado em um "Jnico nfvel de atendimento ntcf d icc, segundo o
padrão proposto pelo Comitê Cientifico das Naç&es Unidas para os
"Efeitos da Radiação Atômica" (UNSCEAR) em 1988..Por essa
razão,torna-se mais complexa a coleta e análise dos dados em
países com tais características.A fim de uniformizar e manter
atualizado esse inventário das fontes de radiação,foi
desenvolvido o Banco Nacional de Dados do IRD.A interpretação
dos resultados leva em consideração os estudos realizados pelo
Comitê,mas discute as implicações decorrentes dessas
desigualdades regionais e prop'oe algumas análises adicionais.
0 trabalho desenvolvido pelo IRD tem dois objetivos
fundamentaisífornecer subsídios que contribuam para o estudo dos
efeitos e riscos da radiação ionizante,reunindo informações sobre
a tecnologia de fabricação e de controle de qualidade dos
equipamentos utilizados e sobre os procedimentos adotados pelos
profissionais de satíde?investigar as reais condiçtíes de proteção
radiologies no país,traduzindo a» necessidades regionais,a fim de
fornecer subsídios às autoridades sanitárias para a elaboração de
ABSTRACT
P r e l i m i n a r y d a t a about ionizing r a d i a t i o n -sources used
ijfc medical a p p l i c a t i o n s and o b t a i n e d t h r o u g h a n a t i o n a l n r o a r a m m e
" IRD/CNEN t o g e t h e r w i t h B r a z i l i a n h e a l t h a u t h o r i t i e s a r e
p r e s e n t e d . T h e d a t a p r e s e n t a t i o n f o l l o w s , a s c l o s e
as-p o s s i b l e , r e c o m m e n d a t i o n s g i v e n by t h e U n i t e d N a t i o n s S c i e n t i f i c
Committee on E f f e c t s o f A t o m i c R a d i a t i o n ( U N S C E A R ) .
A s Brazil is a c o u n t r y c o v e r i n g n e a r l y o n e c o n t i n e n t
with many d e m o g r a p h ic ,soc ial and e c o n o m i c d i f fer*> n c e s ,th i s study
u s e s the g e o g r a p h i c c o u n t r y d i v i s i o n into f i v e r e g i o n s . T h e
results h a v e been a n a l i z e d a l s o for e a c h r e g i o n .Due to t h e s e
di f f e r e n c e s , s o m e m o d i f i c a t i o n s a r e p r o p o s e d to t h e U N S C E A R
collection d a t a m o d e l , to b e u s e d in d e v e l o p i n g c o u n t r i e s w i t h
similar s i t u a t i o n s .
(his p r o g r a m m e h a s t w o main a i m s :
Firsts t o c o n t r i b u t e for r e s e a r c h in the field oi
ionizing r a d i a t i o n e f f e c t s and r i s k s including i n f o r m a t i o n about
equipment q u a l i t y c o n t r o l and p r o c e d u r e - ; a d o p t e d by
p r o f e s s i o n a l s w o r k i n g in R a d i a t i o n M e d i c i n e .
S e c o n d : to i n v e s t i g a t e t h e r a d i a t i o n p r o t e c t i o n s t a t u s
in « r a z i l , i n order to g i v e a s s i s t a n c e to B r a z i l i a n health
a u t h o r i t i e s for p l a n n i n g r e g i o n a l r a d i a t i o n P r o g r a m m e s and
trainnig p r o g r a m m e s for m e d i c a l s t a f f s .
SUMARIO
WSIRACT
LISTA DE ILUSTRAÇÕES
LISTA DE TABELAS
I ÍNTF >DÜCAO
II SITUAÇÃO 00 ATENDIMENTO MEDICO NO BRASIL
»
III INVENTARIO DAS FONTES DE RADIAÇÃO
3.1 HISTÓRICO
3.2 ATUACftO DAS AUTORIDADES SANITÁRIAS
3.3 ATUAÇfiO DO IRD
IV RESULTADOS PRELIMINARES
4.1 LEVANTAMENTO DE DADOS
4.2 FREQl'wNClA DE EXAMES RADIOLOGICOS
V CONCLUSÕES
APÊNDICE A - MODELO DE QUESTIONÁRIO PARA LEVANTAMENTO Í)E DADOS
SECUNDO O PADRÃO UNSCEAR
APÊNDICE B - MODELO DE RELATÓRIO DE INSPEC80
UTILIZADO PELA DIFIM/IRD
LISTA DE ILUSTRAÇÕES
2.1 : Nfvel de at end t went o Ȑti:co
t . i j : ú i s t r • but ciío g e o g r á f i c a de
sétíico-:ICURM 2.3 : D i s t r i b u i ç ã o do número tie mortes por f a r . a s t á n a
no B r a s i i
ICURA 2.4 : D i s t r i b u i ç ã o do numero de mortes por fa i :;a e t á r i a na Regiao Norte
-IGURH 2.5 : D i s t r i b u i ç ã o do nüHero de mortes por fsi::a e t á r i a na ftegiao Sul
-IGURA 2.6 : D i s t r i b u i ç ã o de consultas odontológica? ?or regiões
I6URA 4 . 1 : D i s t r i b u i ç ã o de exames r a d l o l t í g i c o s por regiões
:IGüRA 4 . 2 i D i s t r i b u i ç ã o de exames r a d i o l ó g i c o s por p r i n c i p a i s
t ipos
:ICURA 4.3 : D i s t r i b u i ç ã o de exames r a d i o l d g i c o s por n í v e i s
de atendimento medico
LISTA OE TABELAS
TABELA 2.1 ' Níveis de atendi went o aiCd.ro
TABELA 2.2 í C l a s s i f i c a ç ã o do atendimento medico no g r a s i l TABELA 2.3 ' D i s t r i b u i ç ã o g e o g r á f i c a de médicos
TA8ELA 2.4 s Freqüência de consultas odontolcçícas
j o r i.000 h a b i t a n t e s
TABELA 3.1 ' Estados co» núcleo e s p e c í f i c o e convênio CNEM TABELA 2.2 s Estados se« núcleo específic.o e se» convênio CtiE'O TABELA 4.1 : Proposta de mod i f i c a c t í s s no padrão ÜNSCEAK
Questões g e r a i s
TABELA 4.2 : Proposta de modificac&es no padrão UNSCEAR
-Raios-X d i a g n ó s t i c o
TABELA 4.3 : l e g i ã o Norte - e s t a t í s t i c a s de
TABELA 4.4 : Regiáo Norte - i n s t i t u i ç õ e s e equipamentos TABELA 4.5 s Regi£o Norte - n í v e l de atendimento medico TABELA 4.ó " itegiâo Norte - f r e q ü ê n c i a de exames de
rad i odiagnòstico
TABELA 4.7 : Regiiáo Nordeste - e s t a t í s t i c a s de sj
TABELA 4.8 s KegiSo Nordeste - i n s t i t u i ç õ e s e equipamentos TABELA 4.9 s Regido Nordeste - n í v e l de atendimento medico TABELA 1.10 : Região Nordeste ~ f r e q ü ê n c i a de exameí» de
rad i od i agnòstico
TABELA > . l l ' Regiáo Sudeste - e s t a t í s t i c a s de saüde
TABELA 4.12 s Regitáo Sudeste ~ i n s t i t u i ç õ e s e equipamentos TABELA 4.13 s Região Sudeste - n í v e l de atendimento médico TABELA 4.14 í Região Sudeste - f r e q ü ê n c i a de e:: a rues de
r a d i o d i a g n ò s t i c o •
TABELA 4.16 : Regiáo Sul - i n s t i t u i ç t í e s e equipamentos
TABlELA 4.17 s Regido Sul - n í v e l de atend : i»ento Medico
TABELA 4.18 Í Região Sul - freqüência de exames dt r a d i o d i a g n ó s t i c o
TAJIELA 4.19 : Kegiâo Centro-Oeste - e s t a t í s t i c a s de sadde
TABlELA 4.2© : Kegiâo Centro-Oeste - ; n s t : t u i ç t t e ^ e equipamentos
1A1IELA 4.21 : Região Centro-Oeste - n í v e l de atendimento medico
TABIELA 4.22 : Região Centro-Oeste - freqüência OE exames de radiodiagndst ico
TA8IELA 4.23 ' Incremento da população e de aparelhos de r a i o s - X no período Í986-198V
1ABIILA 4.24 : Equipamentos desativados e causas Ce p a r a l i s a ç ã o
TABELA 4.25 • Freqüência média de exames racS iolcig icos por
1000 h a b i t a n t e s , por r e g i ã o
TA8ELA 4.26 : Freqüência de exames r a d i o l ò g i c o s e d i s t r i b u i ç ã o
por p r i n c i p a i s t i p o s
TABELA 4.27 : Indicadores por n í v e l de atendimento medico
TABEILA 4.28 í D i s t r i b u i ç ã o da população urbana e r u r a l por idade e r e g i ã o
I - INTRODUÇÃO
desenvolvidos,dentre as fonti:ç <íe radiação
ionizant - criadas pelo homem,as que mais contribuem sara sua
própria expos i ç â c s â o as u t i l i z a d a s < ? M Radiulogr.»
Di«§nost»ca,e»bora esforços constantes sejam f e i t o s para
controlar e otimizar seu uso.
.«.--.; No Brasil ronde e x i s t e » cerca de 150 Milh&es de bafeitantes,ainda desconhecemos,dentre outras informacdesro numero
tfc aparelhos de raios-X diagnóstico e odontoldgico u t i l i z a d o s ta»
Cada estado da federação e suas condiç&es de opera; «(o rassim como
nfo tf possível estimar o mimero de p r o f i s s i o n a i s ocupacionalmente
•Mpostos e de pacientes irradiados.Como conseqüência dessa
ausência de informações n&o é possível a v a l i a r as condiçâes de proteção radiológica a n í v e l nacional,nem propor medidas
corretivas para o controle das fontes de radiação ionirante,nessa
tfrea especTfica.Com o i n t u i t o de equacionar esse problema,o
I n s t i t u t o de Radioproteçâo e Dosimetria vem,juntamente com as
Secretarias de Saúde de alguns e s t a d o s , r e a l i z a n d e desde 1968 o
cadastramento das fontes de radiação utílizctdas na área
médica.Esse trabalho está plenamente inserido na necessidade de
divul9aca*o de informações de países em desenvolvi ntento,conforme
mencionado no UNSCEAR/38 - parágrafos 160/161 - P . P . 27,onde vemos
que a maioria dos dados publicados z'Áo r e l a t i v o s aos países
desenvolvidos,que constituem apenas 25% da populattfo rnund i ai .Para
outros 25% da populacho e>:ístem alguns dados sobre o niJntero de
aparelhos de raios-X e nenhuma informação sobre as (Jose's
*btor vidas da ciopulaçâo.Finalmente,para os
c-; l( t F infomacâo >ie espécie alguma. Naquela
r>for~*»cttes r n a t i v a s ao B r a s i l são i n s u f i c i e n t e s e -trsatual içadas.
0 programa desenvolvido pelo IRD COM O au::í! 10 tía IAEA ( PROJETO BRA9135 ) pretende,tendo completado o i n v e n t á r i o
nacional de fontes de rad i ação, aval i ar as condições de
raéioprotecao dos p r o f i s s i o n a i s envolvidos e da população, a
partir do conhecimento da tecnologia t a n t o da fabricacUo como do
controle de qualidade dos equipamentos disponíveis e da formação
dos p r o f i s s i o n a i s que atuam nessa atividade.Esse estudo poderá
orientar as autoridades s a n i t á r i a s em seus programa» a n í v e l
nacional ou estadual,direcionando-os para os padrões adotados em pníte» similarmente desenvolvi dos.Devido às d i f i c u l d a d e s
encontradas até a presente data para completar o i n v e n t á r i o ^ . . • • . í í 5 ; .;. - .
«acionai,tornase necessário estudar também indicadores s ó c i o
-tconòiuicos * parâmetros relacionados com o atendimento
médico-hospitalar, e s t a t f s t i c a s de mortal idade,frequênc ia de e::ames
radiológicos,etc,para que possamos analisar em profundidade os
I I - SITUAÇfiO 00 ATENDIMENTO MEDICO NO BRASIL
> i
O modelo de a v a l i a ç ã o p r o p o s t o P E I O UfíSCEAR b?5eia-sc
n* correlação e n t r e o número de I í ü i t a n t f s -" o nu»ero !• prof is iionai s medicos por r e ç i á o , p o r ser s s t a uma intoriaac3o
f*ciiaicnte dispon f v e l .Esse modelo também e b a s t a n t e conveniente
para o B r a s i l q u e , d e v i d o a suas dimensões c o n t i n e n t a i s •: deil9ualdades r e g i o n a i s , a p r e s e n t a enormes d i s c r e p a n c i e s Quanto
M>s parâmetros normalmente usados para a v a l i a r as condições de «tend men t o wed i co-hosp i t a l a r , e n t r e os q u a i s :
- mJmero de h a b i t a n t e s por e s t a b e l e c i m e n t o s ce saúde; - niimero de l e i t o s por 1000 h a b i t a n t e s ;
- número de h a b i t a n t e s por médico;
- numero de médicos por 1000 h a b i t a n t e s ;
- numero de t é c n i c o s de r a d i o l o g i a por 1090 h a b i t a n t e s ; - numero de n a b i t a n t e s por a p a r e l h o s de r a i o s - ? : ;
- numero de exames de r a i o s - ; ; por 1000 h a b i t a n t e s .
Esse modelo p e r m i t e i n s e r i r o B r a s i l e suas r e g i õ e s no
contexto i n t e r n a c i o n a lrc o m ? a r a n d o sua s i t u a ç ã o a t u a l com a dos
demais r a i s e s . P o r exemplo,em 1986 o B r a s i l possuía 1 0 . 8 8 b
aparelhos de KX d i a g n ó s t i c o , o que s i g n i f i c a um a p a r e l h o p a r a
•tender 12*723 h a b i t a n t e s , c h e g a n d o a um a p a r e l h o para cada 4 8 . 4 0 2
habitantes no estado do P i a u f . A n í v e l m u n d i a l , o numero de
pestoas com acesso a exames de r a d i o d i a g n d s t i c o v a r i a de um
aparelho de r a i o s - X para atender a 2 . 0 0 0 h a b i t a n t e s a um a p a r e l h o
para atender 1 0 0 . 0 0 0 - 6 0 0 . 0 0 0 h a b i t a n t e s . E s t i m a - s e que cerca de 5 bilhões de p e s s o a s , p o r t a n t o t r ê s q u a r t o s da população m u n d i a l , n ã o
tem chance de f a z e r uma ú n i c a r a d i o g r a f i a em toda a sua
vida.Sube-se também que em muitos p a í s e s em «J^senvolvintento
ivatíos.Ue acordo COM O modelo propcíto peio ^!PSC£AR(p..'>.ó3,tab.l> são definiaos as n í v e i ? de a
^mjMico mostrados na t a b e l a ( 2 . 1 )
• t i '
-TMELA 2.1 - Níveis de atendi«ento Medico
"~ í~ ~ I
, « V £ L DC I N.HABIT./ I EXEMPLOS DE '. »> ATENDIMENTO I MEDICO I CLASSIFICAÇÃO
- _JI.I I I
X I Argentina,Alemanha,Canadá,EUA,França
I I até 999 I Espanha,Inglaterra,Itália,URS3rJapác
I í
i I BoiFvia,Bra5i1,Chile.Colombia,Cuba XI I 1.009 - 2.999 I Costa R ica. Equador ,rte: i co.Paragua i
I I Peru,Uruguai,Vene^uel*,Turqu«a i I
*""" III I 3.099 - 9.999 I Kenya, Ind i a,Si .igapura .Sutíáo, Fai lÃnd i -. I i
"" IV I > ! • . » « • I t t iòpiarGana,Niçér «a
i I
7») UNSCEAR/88,Anexo C,tabela 4 , P . P . 2 7 1
No B r a s i l , o s dados demográficos disponivei?,permitem aprimorar esse «odeIo,conforme é mostrado na tabeln ( 2 . 2 ) .
TAIELA 2.2 - Classificação n í v e i s de atendimento médico no B r a s i l
MIVEL DE I N.HABIT./ I
ATENDIMENTO I MEDICO I EXEMPLOS I í I I I D i s t r i t o Federal I I A I < 500 I Rio de Janeiro
I I í
I I I RGNorte,!'araiba,Alagoas I I B I 50® - 999 I ttoraima,Amapá,Ceara,Sergipe J I I I M.Grosso,tf.Grosso do Sul I I I Pernambuco,M.Gerais,E.Santo i I í S.Paulo,S.Catarina,R.G.5ul i I t Fíondon i a, Amazonas, Par a I TIA I 1.000 - 1.999 I P i a u í , Ban i a , F'arana,GoiásII I I í
I I I B I 2.000 - 2.999' I Acre,Maranhão
I I I
FonteslBGr,1986
S gundo informaçííes da Associação Médica Brasileira 0 Bratil possuía em Janeiro de 1990 140.000 médicos,dentre c^s «tutis 12.000 radiologistas,232 especialistas em Medicina iluclear
0 2
* 2+9 rad ioterapeutas .A distribuição por regido é most: rada na /ifura (2. •!) .Quanto ao n timer o total de médicos mostrado na tabela X^«3),a AMB esclareceu que o mesmo estaria superestimado,porque
/todo* oi estados há um percentual de p r o f i s s i o n a i s que atuam
~ •
^ f a n t o no « e t o r p > i b l i c o como no s e t o r p r i v a d o . 0 caso e x t r e m o s e r i a
Ar ; .
. » «ttado do Rio de Janeiro»onde cerca de 98X trabaUiam ao mesmo tea*o nos dois t i p o s de estabelecimentos.Assim,ao invés de 347
'h*OH»nte/roedico,ter i amos,na verdade ,560 hab i tante/med icort:iti
1 y86.Cons i der ando-se que aproximadamente 50% dos médicos b r a s i l e i r o s trabalham nas duas áreas s i m u l t â n e a m e n t e , t e r íamos no 0 r a » H , e » 1986,a média de 1345 h a b i t a n t e / m é d i c o .Esse dado coloca o B r a s i l no n f v e l I I de atendimento mtéd í co,pos iç&o coMpart i lhada com Ch i l e , C h i n a , I r ^ , T u r q u i a , I n d i a , T a i l â n d i a . P a f s e s cowo Argent ina,Canadá,Alemanha, I t á l i a , Espanha e Uniíío S o v i é t i c a pertencem ao n í v e l I de atendimento méàico,conforne mostrado na tabela ( 2 . D .
Além do mimero de h a b i t a n t e s por medico,uni indicador •mportante é aquele que r e l a c i o n a os n f v e i s de atendimento médico AO ndmero de h a b i t a n t e s para cada aparelho de r a i os-:;(F.i1et t l e r e outro»).De acordo com esse i n d i c a d o r , o s dados apresentados na figura ( 2 . 1 ) mostram que também na área de r a d i o l o g i a médica o Brasil como um t o d o , s i t u a - s e no n í v e l I I de atendimento médico e,por regioesrentre os n í v e i s I I e I I I .
j t r o i n d i c a d o r d o n ? v e i cie a s s i s t e n c . a c i t i j i c a <ia
é aauele relacionado corn o numero de consul t as/>:;ames
o 16s • cos. Segundo o UNSCEAR( anexo C . P . P . 2 4 6 ) ,h;rn ocorrido u.-.i
t r-*tc i»ento relativamente rápido no numero de exames dentário?»
nc» países com nível de atendimento I,em torno de 5<d a 10ti;: ao
Período 1970-1980.Para a estimativa de dose para a população
i'-;d«corrente dessa p r á t i c a , é necessário conhecer-se 'o niJmero de f I | M I gs»tos por 1000 habitantes,o numero de exames por í€>00 ^ r p
habitantes e o numero de habitantes Por equipamento.Mais uma
Ç informações d i s p o n í v e i s r e f e r e m - s e apenas aos n í v e i s I e
ti'
' ' I I de atend imento.A p a r t i r desses dados,est i ma-se <tue 340 milhfjes cxanes radiológicos dentários s^o realizados anualmente. Brasil ainda nfto foram coletados dado-s r e l a t i v o s ao nttlidiacnto odontològico na rede part i cular .No setor piibl i co,onde
ÍA atendimento é sabidamente defic iente,apenas t>% dos exames
envolvem r a d i o g r a f i a s d e n t a r i a s ( I n a m p s , í 9 8 / / . 0 mimero de consultas odontoldgicas normalizado para 1000 h a b i t a n t e s tem apresentado uma tendência decrescente em todas as regitíes b r a s i l e i r a s , n o per todo 1 9 8 3 - Í 9 8 7 , conforme pode ser v e r i f i c a d o a t r a v l s da tabela ( 2 . 4 ) e i l u s t r a d o pela f i g u r a <2.ô>.Essa mesma tendência tem-se manifestado na f r e q ü ê n c i a de exames rad i oliíg icos no período cm questão,o que sera a n a l i s a d o mais a d i a n t e .
Com base nos dados ep idemològ icos do r i m i ' i t e V i o da 3*'idc «um resumo das e s t a t í s t i c a s de mortalidade no B r a s i l è apresentado através da f i g u r a ( 2 . 3 ) . M a is uma vez a«i desigualdades regionais 5ao evidentes e,nesse câso,mais ace:ntuadas <?ntrc ar> regiões Norte e Sul,conforme mostrado respectivamente nas f i g u r a s
íZ.ii e (2.5).A distribuição do nünero de mortes por íai::a
«tarii reflete também a variação do nível <ie atendimento médico { II c III > e as causas de morte servem igualmente como . <;ica(Jore? úe desigualdades./* avaliação da extensão dessas alcades deve ser o primeiro passo para o tratamento dos no contexto da rad i oproteeao, segundo 05 objetivos deste docuBcrtto.
tm-... BRASIL
E
1 i i 1 11 1 ' ' No°HABlT/liEDlCO 'toieoifiura 2.1 - NTveJ de atendimento me'dico
5*6*1* 2.3 - Distribuição geográfica de médico; >ÍCOIAO NORTE NOROESTE SUDESTE
SUL
CENTffO-0 BRASIL MEDICOS (TOTAL) 5.475 38.112 116.692 22.204 12.123 194.606 R . P U B L I C A ('/.) 68 62 48 54 60 53 R.PARTICULAR {'/.) 32 38 52 46 40 0,7 NUM.HABITANTES POR MEDICO 1442 1043 518 950 77<Ò 1035 • Font *iI8GE,1989?AMB,1990.*r«í:i
ÊÍ2
I i — .
2 . 3 - 0 i s t r ibuiçao do miniero de mortes por trás e t á r i a no | J _ —!__—_ IX
I
1
• H i
E3 5-? 1-4 2 . 4 - D i > t r i b u i ç a o d o r u i m e r o d e m o r t e s p o r f a i w a e t á r i a R e g i ã o N o r t e 1.Í5' I -..
• M PHwJ
. . f c
i
Í2-
2.5-Distr ibuipao do numero de mortes por
etíir
T*i>cla 2.4 ~ Freqüência tie consultas odont o log i caü por KEGIAO
NORTE
NOROESTE
SUDESTE
SUL
CENTRO-OESTE
BRASIL
Í983 220 280 260 500 230 1984 240 300 270 480 240 310 1985 270 300 240 430 240 290 íí 9í> 140 250 210 4 3 0 2 0 0 250 ; ' ,J2v> c!4^) 4iv> tVv - F o n t n INAMPS, 1987R-SP^r 1 SUDESTE
I NGPTE • SUL • NGPDEGTF S C CESTE.f?Í0urii 2 . 6 - D i s t r i b u i ç ã o de consultas odontoltíg i ca» por r e g i õ e s
I l l - INVENTARIO DAS FONTES OE RADIAÇÃO
N19T0RIC0
Apôs a assinatura do Termo de Compromisso em I2.lt.07 C»fi|rr Ministério da S a ú d e , Min i ster io do Trabalho,Conselho
dr S e c r e t a r i a s de Saude<C0NAS3) ,Coleg io B r a s i l e i r o de >#««iO)o«ia<C8R) e Comissão Nacional de Energia Juc lear (CNEN), fo i
'íl»IClado o treinamento para t é c n i c o s das Divistíes de V i g i l â n c i a S«nitari» e Delegacias Regionais de Trabalho de todos os «rstadori •pj« f<orrac<(o.Esse treinamento teve como o b j e t i v o preparar o #««>o»I para o cadastramento das f o n t e s de radiação em uso na i t «« •cdlca.Foi r e a l i z a d o no IRD em duas fases d i s t i n t a s :
p r u r i r a fasesde 07 a 18 de dezembro de 1987, teve como o b j e t i v o capacitar os p a r t i c i p a n t e s a procederem a uma p r i m e i r a identificação das f o n t e s de radiaç£o,eqyipamentos £ instalações t K i t t c n t e s na área de saüde,bem como doi~ p r o f i s s i o n a i s responsáveis pela rad ioproteçíío;
tiegund» fase:de l i a 14 de a b r i l e de 2.7 de junho a 01 de j u l h o ti l9B8»teve como o b j e t i v o a apresentaçãorpeios part i t: ipanteí»,doi;; <t»dcs coletados nos r e s p e c t i v o s estados,bem como i\ elaboração de r«co«cndacdes e s p e c í f i c a s para a e;:ecuc«o das t a r e f a s de
No i n i c i o de 1989,todos os estados,com cy.ccçiio do Rio Grande do Sul e B a h i a , haviam r e a l i z a d o os r e s p e c t i v o s c»d»*tra«cntos.Alguns estados ,em função dos recursos dl »ponf veis,'d iverg iram no método de obtenção dos dados:Santa C»t»rin»fSerg ipe,P i aui e rlinas G e r a i s , p o r exemplo,d i s t r ibu iram O<Ü
^ue»t torir ios por v i a p o s t a l ' <-: a9u»rdv»ram o r e t o r n o das infem»cdcs,ao c o n t r á r i o do proposto na p r i m e i r a fase: do
trc iiiancnt o . Alguns e s t a d o s , t ambem não obedecendo \ or ierntasüo do IPP/CNEf, cadastraram apenas as ent i <lades,nVo averiguando ;tJa i :cu' • •satioiT r e l a t i v o s nas aparelhos d i spon I v? i e •: íicre , A lagoa**
e Para b a ) . F i n a l m e n t e , o u t r o s estados náo remeteram ao IRL> ri:: fichas c a d a s t r a i s padron i r a d a s , i mposs i b i 1 i t ando o proccssariienta dessas nforiwaçtíes em computador e p o s t e r i o r a v a l i a ç ã o (Amazonas, Alagoas. D i s t r i t o F e d e r a l , Goiás, Minas G e r a i s , Pará e P i a u í ) .
Prosseguindo nas a t i v i d a d e s p r e v i s t a s no Termo de CoMPronisso,a CNEN e l a b o r o u um p r o j e t o para implantação der centros r e g i o n a i s . A s fases dessa operação seriam r«s s e g u i n t e s :
Pr iwe iroteadastramento de i n s t a l a ç t t e s e equipamentos nas áreas de-: •edicina nuclear , rad i o t e r a p i a , rad iod iagnost i co <: i n d u s t r i . . , b e n t
coao pessoal e programas de rad ioproteçí<o e x i s t e n t e s ;
Segundoípr ior izaçcfo das i n s t i t u i ç õ e s a serem inspecionadas,» p a r t i r das informações o b t i d a s na etapa a n t e r i o r ;
ferce i r o s t r e i n a m e n t o do pessoal dos c e n t r o s r e g i o n a i s ; p o d e n d o ser entendido aos p r o f i s s i o n a i s das i n s t i t u i ç õ e s inspecionadas e das universidades;
Quarto! inspeções " i n l o c o " e/cu v i a postal,dependendo da a n a l i s e realizada na segunda etapa.As inspeções " i n l o c o " , p o d e r i a m i n c l u i r as s e g u i n t e s modal idades:inspeção v i s u a i , l e v a n t a m e n t o r a d i o m é t r i c o , a n a l i s e de r e g i s t r o s , a u d i t o r i a t é c n i c a . A inspeção " v i a p o s t a l " c o n s i s t i r ia no envio de " k i t s " e s p e c í f i c o s para odontologia ou rad i oterap i a , gerando r e l a t ó r i o com r<?ccnnendaç6e<:> para os usuáV i o s .
3 . 2 ACOES DAS AUTORIDADES SANITÁRIAS
0 r e s u l t a d o p r á t i c o dessa p r o p o s t a f o i a a s s i n a t u r a de convênio e n t r e a CNEN e as S e c r e t a r i a s de baude de t r ê s estaoos da feder açí<o<Ceará,Para i ba e Paraná),os q u a i s desenvolveram grande esforço para i n i c i a r -seus programas de v i g i l â n c i a s a n i t a r i a com apoio da CNEN.Cada estado recebe t r e i n a m e n t o d i r e t o
•*c IHl> através de uma e s t r u t u r a <3e «-epass-: :ue i :ic! a i a das t é c n i c a s de medicla,anaiise dr r e s u l t a d o s •-•;. de r e l a t ó r i o s de i n s p e c â o . a t r s v c s da ;mpi&ntacac <:e
i n f o r m a t i z a d o s desenvolvidos pels U i v i í a O <in - í - í s i c r . f do íRD com o o b j e t i v o de padronizar as rEconsndaçlíes dos r e l a t ó r i o s <Je inspeção ei» todos os estados,com d i f e r e n t es * ecui pe-r-4t inspetores.
Outros estados nâo possuem um núcleo e s p e c í f i c o nem um convênio firmado com a ÜNEN,porém demonstraram i n t e r e s s e em receber o r i e n t a ç ã o e desenvolver a t i v i d a d e s <:ie inspeçfeo ei» conjunto com "técnicos do IRD.Nos estados do Acre c: Kondonia e nos t e r r i t ó r i o s do Amapá e Koraima o pequeno numero de ;nstal»çbe?> existente nâo j u s t i f i c a a i n s t a l a ç ã o de um l a b o r a t ó r i o e s p e c í f i c o Co» pessoal e instrumentação p r ó p r i o s a um programa completo.No entanto,£ indispensável um pequeno c o n j u n t o de instrumentos de proteção r a d i o l ò g i c a e pessoal t r e i n a d o em cada unidade de federavSo para atuação imediata no caso de demJc i a s .
Alguns estados r e a l i z a m v i s t o r i a s com equipamento emprestado do IRD ou de u n i v e r s i d a d e s , graess a e s f o r ç o s individuais de t é c n i c o s que perceberam a importância dessa tarefa se* o caso de Goiás e Mato Grosso do S u l .
Finalmente,encontramos estados com i n t e r e s s e em
desenvolver uma a ç á o c o n j u n t a , c o m o é o c a s o do R i o (5r«nde d o Norte e E s p í r i t o S a n t o , o s q u a i s embora c o n t e m com a o r i e n t a ç ã o de -ia» r e s p o n s á v e l t é c n i c o do I R ü p a r a a e l a b o r a ç ã o úe uma p r o p o s t a
c.e t r e i n a m e n t o e a i m p l a n t a ç ã o de um p r o g r a m a d»;: t r a b a l h o , n ã o
Uni resumo da s i t u a ç ã o a t u a i com r e s p e i t e h i n f r a t'ir'A d i s p o n í v e l nos estados e mostrado nas t a b e l a s < 3 . i > e '"?.;*>.MÍIo t ^ t â o r e l a c i o n a d o s aqueles estados que nào Aprtrrf-nt õr^m quaisquer r e s u l t a d o s ou i n t e r e s s e apOs o treinamento
»nic»al ministrado pelo IRD em i ? 8 7 .
3.3 ATUACfiO DO IRD
A Divisão de F í s i c a Médica do IRQ/CNEM executa seus programas de t r a b a l h o visando atender às necessidades dos micleos regionais e ao desenvolvimento de base técno c i e n t i f i c a consolidado a t r a v é s de p r o j e t o s de cooperação t é c n i c a com a Agencia I n t e r n a c i o n a l de Energia Atomica-IAEA.
Nesse c o n t e x t o , o IRD desempenha, a n í v e l n a c i o n a l , o papel de órg&o de desenvolvimento e padronização de t é c n i c a s e procedimentos de proteção r a d i o l d g i c a e c o n t r o l e de q u a l i d a d e , ? •m P » P E ! a n í v e l l o c a l , n o estado do Rio de J a n e i r ord e
¥ iscai isacílo por f o r c a de Decreto Estadual .Essa a t i v i d a d e vem s o n r capacitação t é c n i c a d e c o r r e n t e da e x p e r i ê n c i a p r á t i c a acuou 1 «ida., pel os t é c n i c o s da D i v i s ã o , e m i d e n t i f i c a r problemas diversos enfrentados pelos u s u á r i o s .
No Rio de Janeiro o IRD j á r e a l i z o u cerca de 2000 inspeções em i n s t i t u i ç õ e s com r a d i o l o g i a , i n v e s t i g a n d o , e n t r e outros parâmetros,a dose média na s u p e r f í c i e da p e l e para diferentes t i p o s de exames e a comparando desses vai or et, com os de outros p a f s e s . V e r i f i c o u - s e , e n t ã o , q u e v á r i o s parâmetros
can o c o n t r o l e de q u a l i d a d e dos equipamentos em uso
{•cd de k i 1 ovo I t agem, t amanho de csmr-Ortcmpo de
* e*»osicao,f i l t r a c a o , e t c ) devem 5er r e a v a í i a d o s . a s u r t i r da
' e*colha de instrumentação compatível com novas g r s n d e ^ s a serem
' Ma área de r a d i o l o g i a p e d i a t r i c a . u m a p r o p o s t a da
Comunidade Econômica Europeia(CEE) Já P o s s i b i l i t o u a c o l e t a de
•dados r e l a t i v o s a exames de c r â n i o , abdomen» e t ora:; r c u j a a n á l i s e
dot resultados apontou para a necessidade de o t i m i z a ç ã o das
condições de rad i o p r o t e c a o nessa área.Um ctos problemas mais
'graves v e r i f i c a d o s f o i com r e l a ç ã o a inadequação dos e n i ipamentos
disponíveis no B r a s i l . A s c r i a n ç a s estão s u j e i t a s às mesmas
exposições r e c e b i d a s por a d u l t o s , t a i s como grandes campos de
radiacao,ausencia de p r o t e t o r de gonadas e a l t a s doses na e n t r a d a
da p e l e .
No campo da r a d i o l o g i a o d o n t o l d g i c a , f o r a m enviados cerca
<Jc 4.0&f> "k i t s "posta i s desde 1982. Esse sistema p e r m i t e que o
d r n t i r t a com uma e::posicao do " k i t " em seu consul ttír i o , tenha seu
aparelho de r a i o s - x a v a l i a d o no IRÜ quanto aos aspectos d e :
taaanho e uniformidade do campo de r a d í a c a o , f i 1 t r a c a o do f e i x e de
radiação e exposição na e n t r a d a da p e l e , a l é m de condições de
revelação dos f i l m e s r a d í o g r á f í c o s . A s doses estimadas podem ser
comparadn; com as de o u t r o s p a í s e s . A s a l t a s e::pos icoes
encontradas sao d e c o r r e n t e s doe equipamentos de f a b r i c a ç ã o
nacional u t i l i z a d o s e do processamento dos f i l m e s < tamanhos de
campo sao maiores e a f í l t r a c a o t o t a l m e n o r ) . F a l h a s no tempo de
ewpos>cai> causam e::posicoe*> mais e l e v a d a s do que a q u e l a s
rara :e>tacao desses equipamentos ou «juaiqurr e;: i gene : a ".;:. vistoria periódica de seus parâmetros básico:: »i•-: vpersvao. c.o
& * S M O S . O iue ditieulta, inclusive,a estimativa i!:> iumero real mr
a»arcl'ios odontológ icos em operação no p a i s .
Um estudo relativo às d o s e s ocupacionais no B r a s i : Ocaonçtrou que a tíose média em r a d i o g r a f i a industrial e n a s práticas médicas apresenta valores mais altos do que nos países tndustr ia! irados.Com relação ao raios-X diagnost i c c c c r c a de 0,r% das doses anuais de trabalhadores- sao s u p e r i o r s ; « 50
•a A m a p e n a s 3 0 % d a d o s e c o l e t i v a
Foi desenvolvido no IRD um sistema computacional para suprir os programas de controle de qualidade em radiologia
4 iagnóst icadnéd ica e odontológ ica) p a d r o n i z a n d o a metodologia de
inspeções e as recomendações constantes dos relatdrios 0 3
encaminhados aos usuários . 0 sistema deverá ser implementado 9r adat i vãmente nas diferentes r e g i õ e s do paíç,í. medida que s; •edes desenvolvidas p e l a s autoridades sanitárias demonstrem que «s mesmas possuem estrutura adequada para conduzir seus programas de proteção radiològica.Para reforçar o treinamento de inspetores das D i v i s õ e s de Vigilância Sanitária dos diversos «stados com programas em andamento,foram elaborado1; manuais que descrevem como executar cada medida e como o sistema computacional deve ser ufc i 1 i zado.Esse sistema permitirá ao ÍP.O contar com um banco de dados n a c i o n a l , o qual fornecera t-odíi
Outros prograias em desenvolv ment o-coho o-; «Jç t o i i o g n f i s
i ;ada,Mai»ogr a í i a e f l u o r o s c o p i s ) p e r m i t i r ã o que o
l i s t e * » atual s e j a aupliado e aperfeicoado.Os dã<ios analisstío::
»or todos es5C5 programas sao iMPcrtantes p?ra o sistema 'ie
liMitr-:ao de doses, ind icando, i n c l u s i V E , A S tendências de dose na
POPul?-:ao devidas à p r a t i c a r a d i o l o g i e s
e,princ lealmente,aval iando a e f i c i ê n c i a do proqrana de
radioprotecao conduzido pela CNEN.
Tc.bela 3.1 - Estados com núcleo específico e convênio CNEN » t »AU-U M * I M NaEV «EC.HUMANOS .• otnt i t t a s í ürMCIUl • I engenheiro 1 I n ico ti l l ' ^ C O l J Oer. t i s t a i J »ii) 11 l a r e ' i 1 f l t l C O t técnico l tu>.iliar 4 f m c o t INSTRUMENTAÇÃO ccdlOt p i l o IRb • caneta* inadequadas • baby 1int nccrssita manutenção cedida pelo IRD
própria e adequada • radcal * caneta» • t m i r i etc própria • 1PEN f o r n e c e r a " k i t » " o d o n t o l o i i c o * LEGISLAÇÃO • p e r m i t r inspeções at i v i o i o c s c / radiacoes • Norma t e e m e » a ser adotada Cod i t o San it . * Normas tecn«cat (22.e6.Bt)> * Norma técnica RX diagnost ico incorporada Código ban i t . « Norma técnica RX odontolog. cm elaboração • Norma* Básicas de Proteção • nao t e » conven10 C CNEN CADASTRO * i ntorhAt i -'Ado > udontologico dever* »tu»li;»r circ.i de >'8k> t n l H D O C -• a t >j a 11 z * a i • apure lho;. •oatntc c-' inspccoe:. * informatizado • apare Ir.os somente c< inspeções • programada inforwatizacau • cadastro disponivcl no c*tado ThLINAHENTU • P U - M U . r e a l i í <i i • Lun^icc t i ! t r i ,OHtroll in*lIÜÍOL • tatr ni 1 1 1 ri.. 1 i;;,. >MCU m a ' . * p c r it» 1 1 1 . r t ü l i^ar meu ida»/ trcinar inspetores • connect tot et Qual idade • permit* real irair »cd idas INSCELJL:. t . : • 1NIJ llltl r IMI r e f i l l ' . * •omti-.l , caí1*',tn ' 0Vl> U. i-I nt irr ioi rca 11=.> cada&tr (• med IO»!, i DUÍ,. EQUIPi ' Ç C N I u . OA!J tJ.-.ülrtlOl :,
Tabela 3.2 - Estados sem mícleo específico e sem convênio CNEN
«1*00 «ou (••III10 , «Ml» M I M • 10 GRANDE 00 «ORft •0MONIA M I O GROSSO 00 tUL REC.HUMANOS 1 e n a c n h c i r o 1 medico 1 dent i t t a t fi»ic» 1 veterinário 1 dent n t > 1 tec.laboratório 1 veterinário 1 técnica 1 fí»lco CADASTRO • a t u a l i z a d o • a p a r e l h o * • o a e n t e e / tn*pecoc» * at'j»l nado • completo • odontologico i n f e r m a t i s a d o • RX d i agno*t ico proaramad* informat i z a c * » • d • *pon i vc 1 0U:> • de*»tual izado • dctatual izado • de*atualizado • permite real irar inspeções • permite rei. 1 irar caoattro » aol ic l t d treinamento • permite real irar mrdmas • permite reali:ar cadastro • sol ic it ou tre inamento • permite intptctonar • permite realizar cadastro INSPEÇÕES equipe DVS c / t c c n i c o » e t f l ' j i s . a o Ihu nao in^ptc iorii< DVS c / e q ' i i p . eiiipr r*it atío nau inspec itinr. i)<Jii c/ tCCIHCO'. c e n ' i i p . I R u n^fo i n i p c c tona FAR 1Mb HAD I O NOGIJtlHi, JOÃO EMÍLIO PCIX01-.' JOÃO TORRLs FARIAI, JOAU TORkL: FARIA'., ANNA riARli» C.AKAUJO
TV - RESULTADOS PRELIMINARES
4 . 1 - LEVANTAMENTO DE DADOS
vò
Considerando-se t a n t o os i n d i c a d o r e s t: oc i o-íconòm i co-::
07
t a*; r-.t -it í st i cas de saüüe , como o n í v e l cie . t e n d i mento médico
. r?u.'ido •.< c l a s s i f i c a ç ã o UNSCEAR,<í e v i d e n t e atic o l i í r a s i l não ser t r a t a d o como um d n i c o pais.rtesmo d e n t r o <:k cada
(Encontram-se e s t a d o s c u j a s c a r a c t e r i'st i ca«s fogem a q u e l a s p e r t i n e n t e s a sua reg iéío,coraorpor e x e m p l o , o er-tado do E s p i ' r i t o
Santo,que náo acompanha os i n d i c a d o r e s da Reyièío S u d e s t e , o u , o s estados do Maranhão e P i a u i ' , c u j a « c a r ê n c i a s na Arca de saiíde ;=Mo • a i s acentuadas do que os demais e s t a d o s da Reçiíío N o r d e s t e
-Para t r a ç a r o p e r f i l de cada r e g i ã o b r a s i l e i r a n e s t e t r a b a l h o , t o r n o u - s e n e c e s s á r i o a d a p t a r o q u e s t i o n á r i o p r o p o s t o pelo UNSCEAR ( a p ê n d i c e A ) . As i n f o r m a ç õ e s g e r a i s e n c o n t r a m - s e desmembradas na t a b e l a ( 4 . 1 ) e a q u e l a s r e l a t i v a s a r a d i o l o g i a s&o • o t t r a d a s na t a b e l a < 4 . 2 ) . D e v i d o à d i f i c u l d a d e de obtenção de dados a t u a l i z a d o s por uma ú n i c a f o n t e , d a d o s de di'r.r-::as f o n t e s foram 'jsados síroultaneaniente como base Para e s t e l e v a n t a m e n t o . Os dados - o i et ados d u r a n t e as inspec&es do IRD em M e d i c i n a N u c l e a r t s t ü o sendo p u b l i c a d o s p e l o Grupo de M e d i c i n a Nuclear (-: s e r á o posteriormente a d i c i o n a d o s as demais.N«(o estico p u b l i c a d a s n*-.é o •ORicnt o informações r e l a t i v a s à Rad i o t e r a p i a »
A c o r r e l a ç ã o e n t r e o número de equipamentos de r a i o s - : : e ..a freqüência de exames médicos p r o p o s t a p e l o IJNSCEAR a p r e s e n t a • •Iflunas def ic i e n c i a s , c o m o , p o r e;;ernp I o , em r e l a ç ã o ao numero de [equipamentos que n e c e s s i t a m manutenção ou <uie e s t ^ o
pelo IBGE em 1987 em 5560 estabelecimentos cte radiologia i n c l u i u o número de equipamentos o a r a í i z a d o s <: =\s Causar» dessa p a r a l i zaç&o.Os r e s u l t a d o s demonstram «ue cerca De 102 rios equipamentos usados em rad i o l o g i a . r a d i oterrap ia,iued ic ma n a c l e õ r , u 1 t r a s o n o g r a t i a e t o m o g r a f i a computadorizada estão desat ivados.Um resumo dessa pesquisa é apresentado na t a b e l a i <4.24).Embora o número absoluto de aparelhos de r a i o s - X cadastrado pela DIFIM/IRD tenha c r e s c i d o no per rodo 1986-!1989, conforme mostrado na t a b e l a <4.23>,iíío é p o s s í v e l correlacionar esse crescimento com uma melhoria nas condictíes de atendimento médico.Esse eventual acréscimo no numero a b s o l u t o de aparelhos parece nao acompanhar o crescimento demográfico,o que.somado aos indicadores "número de mefdico;/' e "ni.ímero de técnicos de r a d i o l o g i a " , p o d e r e s u l t a r no recrudescimento do atendimento médico no p a í s . Seguindo-se o padrão proposto pelo
e i
UNSCEAR ,deve-se c o r r e l a c i o n a r o nUmero de equipamentos de raios-X com a densidade de médicos no pafs e com a f r e q ü ê n c i a de cx»*es médicos.Sabe-se que cada equipamento r e a l i z a cerca de 3000
C Ü Í C S nos países com n i v e l de atendimento I e XI »x em t o r n o de 4000 a 5000 exames nos países com n í v e l I I I e IV.Considerando-se o numero de aparelhos por estadOrdescontando-se o Percentual de aparelhos desativados e c c r r e l a c i o n a n d o - s e com a f r e q ü ê n c i a de f>;amesré possível a v a l i a r , p o r estado,a c o n t r i b u i ç ã o do s e t o r publico para o t o t a l de exames r a d í o l o g i c o s r e a l i z a d o s .
08 <Ò9 1 0
NOÍ» casos do CearârParaná , P a r a í b a e Goiás , p o d e - s e
a t r i b u i r o c r e s c i m e n t o no número de a p a r e l h o s no t r a b a l h o das Oivisóe de V i g i l â n c i a S a n i t á r i a , q u e r e a l i z a r a m o c a d a s t r a m e n t o
I. I
taabem no i n t e r i o r dos e s t a d o s . N o E s p i r i t o S a n t o ,onde o cadastramento f o i t o t a l m e n t e c o n c l u í d o , a sire?» IJK r a d i o l o g i a »p»rentemente n&o c r e s c e u e os e q u i p a m e n t o s d e s a t i v a d o s n'áo forruti
>uDst i • jfdos.Em Selo P a u l o ,onde o i n v e n t á r i o vem sendo r e a i i s
h i alguns anos,pode-se c o n s i d e r a r r e a ! o c r e s c i m e n t o cOservntfo.Nos e s t a d o s do Acre e Rondônia,as equipes de
f i s c a l zaçífo das S e c r e t a r i a s de Sa>ide,c:om o r i e n t a ç ã o do IRD tem
desenvolvido im t r a b a l h o s i s t e m á t i c o , o que c o n t r i b u i u para a inacSo do i n v e n t a r i o . P o r o u t r o l a d o , p o d e t e r h a v i d o algum
mcnto no mimero de h o s p i t a i s e c l í n i c a s , o que deve ser ««lhor i n v e s t i g a d o . N o s demais e s t a d o s , t o r n a - s e n e c e s s á r i o uma
«tual izacfto do i n v e n t á r i o r e a l i z a d o em 1 9 8 8 , sendo que <-:m alguns o trabalho n£o f o i nem mesmo c o n c l u í d o .
Outro parâmetro que nao deve ser o m i t i d o é aquele
relacionado com a q u a n t i d a d e de f i l m e s g a s t o s , q u e mostrara' q u a i s os t i p o s de exames mais f r e q ü e n t e s , c o l a b o r a n d o p a r a a a v a l i a ç ã o da dose na população.
Os dados d i s p o n í v e i s ate7 a presente? d a t a t? que
i espondem, pare i a l m e n t e , a o q u e s t i o n á r i o do UNSCEAR
apresentados nas t a b e l a s ( 4 . 3 ) a ( 4 . 2 2 ) , a s e g u i r .
Tabela 4.1 - Proposta de modificações no Padrão UNSCEAR Questões gerais PADRÃO UNSCEAR »0P»AACA0 • A O I O L O J I S T A S WIOAOES RXt - ODONrOLOGICO • OUTRAS UNIOADES RADIOTERAPIAí - «AtOS-X - C0-6».CS-137 • ACELERADORES CLINICAS MED.NUCLEAR
INDICADORES DE A1ENMMENIO MtÜlCO ( I B G t . l V e / t o u t r o s ;
POPULAÇÃO, HABIT/ESTAtí.SAUüÊ.,
LEITOS/1000 HABI í , HABM/APARELHOS li/. NUM.HABIT/MEDICO,NUM.MEDiCOS/l»00 HAB 1 l , NUrl.TÉCNICOS «X/10OÍ? HAB 11
NUM.ESTAB.RX DIAGNOST,NUM.APARELHOS KX ÜIAGNObl NUM.APARELHOS RX ODONTOLOGICO
APARELHOS RX OIAGNOST/1000 HABIT ( I R D , 1 V 8 8 > ESTAB.RADIOTERAPIA (DIN/CNEN,1V8V>
NUM.ACELERADORES E NUM.BOMBAS C O - 6 0 ( I B G E , 1 9 8 7 )
CLINICAS MED.NUCLEAR APLICAÇÕES " I N VIVO" CLINICAS MED.NUCLEAR APLICAÇÕES " I N VITHO"
(DIN/CNEN,1989 1
NUM.CINTIGRAFOS <IBGE,198/7
NUMERO ANUAL PACIENTES •X DIAGNOSTICO - OOONTOLOGICO • OUTROS nEO.NUC.EAR DIAGNOSTICO RADI0LO3IA INTERVENCION TCMPIA: - «AIOS-X - TELETERAPIA • FONTES SELADAS(BRAQ) - MDIOFARMACOS(MN)
SERVIÇOS PRESTADOS <INAMPS,19B7; EX.OIAGNOST/1000 HAB,EX.RX/1«0«> HAÜ, E X . R X / E X . D I A G N O S T , E X . C T / E X . D I A G N O S I .
EX.US/EX.DIAGNOST,EX.RX.ODONTOLOGICO/1000 H A B I I EX.MED.NUCLEAR/EX.DIAGNOST,EX.MED.(IÜC/1 <d<òü HAB
APLIC.RADIOTERAPIA/TERAPIA CA> APLIC.MED.NUCLEAR/TERAPIA <Z)
Tabela 4.2 - Proposta de modificações no Padrão UNSCEAR
Raios-X diagnóstico
PADRÃO UNSCEAR OHOAO/PROCEDIMENTOt DOSE MEDIA,NOS PERÍODOS: - l ? 7 0 / 1 9 7 « ;
- 1963/1989
DISTRIBUIÇÃO POR SEXO E :OAOE e-i5,i6-te E >4« ANOÜ TÓRAX (ABREUC. Z. FLUORO&C.) RX-ODONTOLOGICO EXTREMIDADES COLUNA LOMBO-SACRA PELVIS fEM'JR CRÂNIO TRATO GASTRO-INTESTINAL ÍAITC E BAIXO) COLECISTOGRAFIA tROORAFIA ANCIOGRAFIA «APOGRAFIA T (CRÂNIO Z OUTROS)
FREQÜÊNCIA EXAMES RADIOLOGICOS ( I N A M P S , 1 9 8 7 ) DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO NO PERÍODO
1 9 4 0 / 1 9 8 » ( I B G E , 1 9 8 9 ) POR SEXO E IDADE: - HOMENS E MULHERES ) 14 ANOSí
- HOMENS E MULHERES 15-3V ANOSt - HOMENS E MULHERES > 39 ANOS TORAX/1000 HABIT
RX-ODONTOLOGICO/iwe HAB 11 EXTREMIDADES E B A C I A / 1 0 0 0 H A B I i COLUNA VERTEBRAL/1000 HABI1 COLUNA VERTEBRAL/1000 H A 8 I ! COLUNA VERTEBRAL/10<í0 HABIl CRÂNIO/1000 HABIl
APARELHO D I G E S T I V O / 1 0 0 0 HABM APARELHO D I G E S T I V O / 1 0 0 0 HABIl APARELHO GENITO-URIHARIO/1000 HABM OUTROS EXAMESi/1000 H A e i l
OUTROS EXAMES/10«f MABIi E X . C T / 1 0 0 0 HABIl
-?<ie No. 1
•S. 91/9»
ESTATÍSTICAS DE 5AUDE
F0NTE:IBGE-i?S7
HABIT mil/ LEITOS/ 4Ã8IT/ TEC.3X/ fiEDICO/ < ; W 0 J EST.SMÜDE i^eHAB ilEDIC? 16WHA8 1390HA6
i . í ^ i -••'. Af.SX ?o
«c
«fi RR ?A 545 37Ó 1791 184 4452 225 2398 2322 4213 1143 5600 2224 3 3 t 5 2 3 Mi"' 2011 125? 539 1702 ?43 3.85 Ô.03 3.87 Ó.B8 3.33 Í.3Ò Í.79i.a?
9.59 l.$6 > t > •3.C4 ôM j.OS 3.35 i. là -' 443 23073 l755i 13253 214?2 oi'/v) .t. *r •* j 0 õ .1 MFi9£ No. 1 TASELA 4 . 4 - REGIÃO NORTE
INSTITUIÇÕES E EQUIPAMENTOS FONTES: I B G E - 1 W
CNEN-198?
ur EMTIOADE RX APARELHO RX APARELHO RX ENTIDADE ACELERADOR COBALTO CLIfl.íW l i l í í M E5UIF.
DIAGNOSTICO DIAGNOSTICO OOOWTOLOGICO JADIOTER DAOIOTER TERAPIA IH VIVO IN VI180 CMTIG
w
ACAn
PA AP »»• rota] 51 65 5 117 il #»» 255 ?3 i5 192 3 299 37 4é8 145 57 118 64 ?1 17 512SJt
r íí.DIAGH/ EitAíiE í:-• f«9 HAS ZX.DIÃSN.
TABELA 4 . 5 - ítSIAO ÍÍORTE MVEL CE ATENDIftENTO hEDICO
rCNTE:IMAMPS-1?S7
EXAME m/ EXAME ET/ EXAMES US/ mim/ TERAP.,T;/
EX.DIA5N. EX.DIAGK. EX.DIAGN. TERAPIA aRAFÍ» tíi <:•:) Ü:Í ti'* - ; • ; ) 0
c
n
R
A
t
22? 521 317 489 37.73 11.92 3.6? »•••*»••*»« *********** •).99?.e9
9.17 •••••••«••* 3.10 «•*»»•••»•• A.99 9.17 »••••••»«*• S.lí »•••••••*•• •d.32 9.69 9.63 ••••••••••• »••••••*••• 0.94 12.ij »•••••••>•• 4.57 •••»«•»»»•• »*•••••»•«* 9.Ü9 Í.i4 ••*•••*•••• •»••••••••• í.J9 •".Si 29c r<o. 3/91/9»F EXA.1ES
TABELA 4.Í - REGIÃO NORTE
FRESUENCIA EXAMES SAOI0DIA6NOSTIC0
PONTE:IWAHPS-1987
EXAMES EXAJ1ES EXAMES EXAMES EXAHES
F.G.IJR/EXTREH/ COL.'.'ERT/ CRÂNIO/ TÓRAX/
Í909HAB Í000HAB
EXAMES OUTROS 0UTS03 EX/
T3M0G/ EXWíES/ TOTAL EX.
0
c
flD
A
P
•i.Sé I.Ó3 9.00 2.63 0.99 w 4 1 9 i 0 Q 23 Í2 « íl 0 1 3 4 9 r j 0 í 45
e
4 9 19 19 16 0 17 9 í.10 9.69 0.17 0.99 0.94 0.00 45.33 6.33 2.47 9.003.28
9.00 *.52 3.19 3.06 0.07 3 1'M€ •'*}. -ABIT ":T.3-il5fc "A ri £c EN JB ?E AL S£ 2A 475Í £463 ?N6 2153 3854 óSóà 2263 1321 1087» 7985 3348 4*75 2s93 3*43 4Ó27 4935 2793 4293 -IITOS/• B C 2 3 3 3 3 3 3 2
TABELA 4 . 7 - SEGIiiO ITORÍLJ';
£5TATIi7ICAS BE SAUCE VABIT/ fãOICO 2471 137á
m
S58 355 364 651 974 1126 f OriTE: I T S L . R X / ' 0.Í4 Cio tf.êé 3.34 9.05 9.d5 3.05 J.95 BGE-1?57!«icc/ ?M;
Í.4» v'..)2 k a i l •..*•-' 1.14 4.84 1.17 í . i í l.lé 9.85 : 1.1S t\»5 . 1.Í3 v.M : J.89 ?.?ó ! -43, . E -' l i b : •54«: ?S74 :5ê2í ?3éi ?élc 11353 27!*» 4984 :>•»>•£ - i . - E X . Í X c rPage N o . 1 TABELA 4 . 8 - REGIÃO NOPDESTE 03/01/90
INSTITUIÇÕES E EWIPAHENT03 FONTES:IBG£-1987
CNEN-1989
ü f EKTICASERX APARELHO RX APARELHO fiX ENTIDADE ACELERADOR CCBALÍO C L I I W f i CllU.M E i U I P . OIAGBOSTICO DIAGNOSTICO OOONTÕLOGIC0 «ADIOTER RADIOÍtü TERAPIA I f '.'IW : » VIT!?O CItiTIG
r"lA PI CE RN ?8 ?E 4 1 3E Si 73 34 17» 44 126 203 44 35 394 115 51 310 86 295 350 106 53 «40 161 52 157 125 417 209 26 104 215 1 1 3 1 1 5 4 1 ó Total ••« il23 ZSli 140c 1 1 4 Í •i ••:? 9 ii 1 4 11 11 ó i'j 1 1 HI i 1 1 Í g
So. TNÍELA - . ? - íi&IÂv NOSDESTE
•il'.'EL CE AiEiMIHEHTO HEIC2
EXAflt í X / £Xâfí Wí/ i.íhrtt £*•' EXAMES US/
N. EX.DISC*. iX.uIAêií. T£?nr"íH CE •;» :3 "E Al SE it-ISO Si3 434 523 453 365 3Ó5 686 •»13 11.92 ^ . 5 9 11.15 ?.7t 13.45 13.53 13.3» ?.e? ".77 1.14 9.»? 9.35 9.95 9.2Í 9.29 1.53 9.22 M l 1.14 £.9? 9.35 ?.«5 ?.21 9.23 1.53 9.22 9.dl •).i7 3.98 9.81 9.61 *.#1 9.42 9.07 3.73 •;.t..' i7.?5 4.Í3 7.41 ê.i7 5.7? iS.SS Í9.Ô5 i.21 í.ít $.11 Ó.41 ?.*>? 32.23
is.ez
12.53 •U4 Í4.Í8 Í3.51 c-2.94Page No. i
Í3/Í1/98
TABELA 4.10 - REGIÃO NORDESTE
FRESUEKCIA EXAMES RAOI00IA6NOSTIC0
F0«TE:IMAMPS-l?37
•IF «A FI C£ RN ?E AL SE 3A EXAftES AP.DIG/ •t 1.6? S.83 1.93 2.35 Í.33 3.89 3.62 4.47 2.34 EXAHES AF.G.Ü»/ l 3 1 1 2 2 2 2 1 EXAMES EXTREH/ 199ÍHA8 9 16 10 18 23 15 20 12 13 EXAMES COL.VERT/ 3 14 4 6 6 5 7 8 0 EXAMES CRÂNIO/ 1999HAB 2 6 •1 4 4 4 4 H 5 EXANES TORAX/ 19IWAB 3 21 16 19 9 13 S 13 14 EXAHE3 TOttwG' 9.S6 9.32 9.03 0.19 6.12 9.1? 9.37 9.21 f.UJ OUTROS EXAttES/ 10««HAB 1.91 5.4? 2.58 2.51 7.Í1 3.86 3.39 7.23 1.37 OUTROS EX/ TOTAL cA. C/,) 3.C-5 9.98 * . é 5 0.05 í.li 9.93 9.11 9.12 9.C3 3 3tae No. tt/M/fi
TABELA 4.11 • BECIAO SUOESTE ESTATÍSTICAS DC SfttBE
FONTEsIOCE-1987
IKBJT HMJT/ LEITOS/ HftSIT/ TEC.RX/ HFDJCO/ AP.8X/ ( x l t M ) EST.SAUOE . 1 H « I M NEOICO IM9IIAB 1HMIAB 1M9HAB
e.»7 L i t IB ES RJ SP 14854 2333 12980 39235 3889 3537 6596
mu
4 3 4 755 561 347 556 1W MIM 5.4» 1.7R 2.8B 1.B9 ftP.RX/ 1999HAB M5 9.M • . 5 7•an
m/
AP.kX 1B7ÍÍ5 128?» 5986 5497 ÜMÍm
i»«9 m 65 8» 236 l i ltt.íx mu
169» WlBr.
2 13 4o. 1 TABELA 4.12 - REGWO SUOCSTE 93/ÍC/91 .
JKSUTUJCOrS E EHUPWEKTOS .
F0frrES:IBGE-1787 CKEÜ-Í987
UF EHTIDAKRX APARaW RX (VflRHIW RX ENTIOAOE ACEIEMDOR COBALTO CLIH.MM CLIH.MM EQUIP. DIAGNOSTICO DIAGKOSTICO OOOmOLOGJCO RftDIOTER RftDIOTLR TERAPIA IN VIVO IN VITRO CINTTG
m
ES ti SP i » Total 427 93 899 1301 m 792 182 229» KM 432 873 199» 15099 12 1 18 43 23 9 7 41 11 J U 37 14 J 22 54 45 3 64 13R U i 29 47 8674 2035S 74 73 63'2Se NO. i 23/31/"??
il'.'EL ií ATENDIMENTO HEBIC;
Jr _X.JlAG&' E-íAríE '*•' ÍÁAMES US/
ES 3? íõíi 11.49 15.S4 Í9.Í4 0.27 e.?7 ?.*/ 0.22 í.l? 9.33 Í.78 1.33 2.24 13.33 ?. 43 1/.24 •s.s» 23.36 s.2i No. 0 3 / 9 1 / 9 0
TASELA 4 . 1 4 - REGIÃO SUDESTE FREQÜÊNCIA EXAMES RADIODIAGNOSTICO
F0.NTE:IÍWHPS-l?37 JF MG ES ?J 5P tXA,1E3 AP.DIG/' 19MHM 5.23 3.33 li.32 3.57 EXAMES AP.G.üR/ id«3HA2 3 3 S á EXAMES EXTREH/ íe»»HA8 19 34 68 47 EXAMES COL.UERT/ 1ÍÍÍHA6 ó 5 22 13 EXAMES CRAKIO/ 1NMMI j 5 13 14 EXAMES TÓRAX/ 1 W H A 6 18 1? 71 23 EXAHE5 TOHOG/ 1NIHM g.34 0.15 1.40 d.ò? OUTROS EXArtES,' IMMM ••.17 3.36 23.24 Ü.óZ OUTRCS EX, TOTAL EX. •.;,) •J.Oí í.íí í.lí í.ie
TfiSELA 4 . ; : - íEGIiW SLl ESTATÍSTICAS DE S»Ü&E rtEDICO Lú?.r. ':&*• SS ?3? " 44 4 id71 982 845 õ.iv
Page No. 1 TABELA 4.16 - REGIÃO SUL
*3/9i/9l
INSTITUIÇÕES E EWIPAHENTOS
FONTES:IBGE-1987 CMEH-1989
ÜF ENTIDACE ÜX APARELHO RX APARELHO RX ENTIDADE ACELERADOR CtBALTO CLIN.W CLirí.íiM EâUIF. DIAGKOSTICO DIAGNOSTICO ÚOWTOLOGICO ftADIOTER ÍADIOTER TERAPIA IN VIVO IM VITRO CIHTIG
PR SC RS »»» TolaJ »i 578 2i2 306 i» 828 4«5 é27 460 223 208 5 3 8 ç 3 6 3 3 3 1072 1852 891 lá lã 14 11 ca 12 42 3 7 17 36
« - • * l ; •?*
HO SUL
ATEHCIMEHTO B E D I K
»/ ISAISE CT/ ÍXAÍKS ÜS/ ; ~ L Í T
£<.Í1ÁG«. U.Ü1MH. li.ül^n. Tlzi
I.-.. ;•;»*/ :ESA?I« 3C 312 30? lá.53 1.8? 4.13 1 49 l.í ê.13 i í? 5.Í3 Í.19 •.14
?3«t NO. 1 TABELA 4 . 1 8 - REGIÃO SUL
FREÍUENCIA EXM€S RAOIODIAfiNOSTICO
üF H li SS EXAMES A?.QIS/ 1*»9HAB 4.34 i«.83 11.8» EXAMES AP.G.üR/ t»ei-HAe 3 5 4 EXAMES EXTÍEH/ IA&AUA0 iwvnfiD 12 39 29 FONTE: INAftPS-1987 EXAMES COL.VERT/ à 13 11 EXAMES CRÂNIO/ 5 15 15 EXAMES TÓRAX/ 1399HA8 16 36 29 EXAMES TOKOG/ Í9NHA8 0.18 9.U 0.65 OUTROS EXAMES/ ÍÍMHÜB 3.5: 7.4* y ir CUT»S3 £X/ TOTAL EX. v.í? i.U
4.1?
-ESTATÍSTICAS CE SÂUCE
US») I'J.z^i iMW riEtiCC ittttKg iWí-ví í í « SA»
1633 1533 *533 3?15 4414 Sf 358 122? 0 . » 5.Í3 t.i7 ti"
No. TAiELA 4 . 2 t - fiECIAO CENTRO-CESTE
INSTITUIÇÕES E E8UIPAHEKT0S
FWTES:IiGE-i?37 CKN-198?
JF ZRTIS4E »X APARELHO RX « M E U t t 5X EiíTIDAK OIASSOSTICO UAGKUSTICS 0WWT0LC6IC0 í W I Ô Í G i
CSBüLfO CLW.H» :Liü..1»
ÜADIOTER T B W M : » ' . ' ! W tf VITM CXITI3
(IS -IT ••0 OF #•» Total 114 11» iZi 28 Hff 348 152 155 4Í2 138 » 7 125 33 Í331 153 U42 3 4 4 1 12
n
l? 3 8-5?e so. 33/Í1/Í9 ÍX.ilAGN/ i M # HAB :=AfiE r < / EXAME MM/ EX.OIAGK. E L H 4 . Ü - 'EGIAO
SIVEL :-E AIENOIHENTO MEDICO
£xArt CT- EXAMES US/ ZX.DIACii. ZX.DIA6N. 3ADITES; (IS
NT
GO
DF
413 316 594 1952 ie.77 12.08 13.92 13.48 0.07 0.3; &.Í4 0.71 6.87 0.34 0.14 0.71 0.72 9.13 0.01 0.15 ó.4ó 19.51 3*.55 2.ÓS 3.21 í.i? 0.10 ?.tl V • Jt 1 ' T Í.15 i .23 7.75 17.38 45.65 15.92 Page No. 1 03/Í1/90TABEU 4.22 - REGIÃO CENTRO-OESTE
FRESUENCIA EXAMES RADIODIAGNOSTICO
F0NTE:IN'Ai1PS-l?87 JF iiS ,1T 50
OF
EXAMES AP.ÍIG/ 1000HAB i t? *•// 1.41 6.07 3.20 EXAMES 1000HAB 4 2 45
EXAMES ÍXTREHV 1090KAB 14 12 2472
EXAMES COL.VERT/ 1000HAB 4 14 EXAnES CRÂNIO/ 1000HAB f 3 7 20 EXAMES TORAX/ 1000HABa
14 20 99 EXAMES TOftOG/ 1IMHAB é.õ5 9.13 0.62 OUTROS EXAMES/ 1.27 0.75 4.81 42.32 '•JIROS TCIAL 0 £>'' E.1,. .03 .í2 .06 .16Tabela 4.23 - Incremento da população e de aparelhos de raios-X no per íodo 1986-Í989 ESTADO ACRE CEARA E.SANTO GOIÁS PARANA PARAÍBA SAO PAULO R.JANEIRO RONDÔNIA HABIT (X) 16 6 S 3 1» 13 7 7 1? AP.RX C/.) 46 9
e
192 3 44 41 3 66 FonteJDiv.Estaduais de Vig.SanitáriasTabela 4.24 - Equipamentos desativados e causas de paraltzaçao
TIPO EOUIP. RAIOS-X TRANSP. RAIOS-X FIXOS ACELEN . RADIOT. TELt COBALTO CINTIG. NED.NUC US CT T0T4L 10TAL EOUIP. 4688 742S 143 108 132 939 80 13506 TEMPO Pâfl»LIZ»CâO ATE 1 *N0 15? 183 1 1 1 IS 5 370 • 1 «NO 254 3913 y 6 14 26 6 713 TOTAL EOUIP. PftRftL. <%> 8 10 7 7 11 4 14 8 CAUSAS IDENTIFICADAS <%> TOTAl 93 íee 70 60 70 97 FALTA PECA 3V 3V 14 13 29 63 20 38 FAITA PESSOAL 5 12 14 54 47 7 70 13 OUTRAS 56 4V 7\> 3J i!4 30 10 49
4.2 FREQÜÊNCIA OE EXAMES RADIOLOGICOS
Considerando-se que é possível estimar a dose para a população a partir do número me'dio de exames radio lógicos e suas
13
respectivas 'doses relatadas (as quais variam em função das técnicas e equipamentos disponíveis), a determinação da freqüência de exames e sua distribuição nas diferentes modalidades assume um papel fundamental. No Brasil n$o dispõe-se,até o momento, desses mimeros em termos globais,mas pode-se extrapolar as estatísticas do INAMPS,levando-se em consideração a demanda do setor publico e os recursos do setor privado.Na tabela (4.25) é apresentada a'freqüência de exames radioldgicos normalizada para 1000 habitantes,de maneira análoga ao "ndmero de consultas odontològicas/1000 habitantes".Pode-se observar na figura (4.1) que tanto as desigualdades regionais como a tendência decrescente no atendimento do setor piíblico se mantém.
Segundo o UNSCEAR (P.P.270),o Brasil teria realizado em 1982 17? exaaes radioldgicos para cada 1000 habitantes (nao se
01
encontra detalhada a distribuição por tipo de exames) . Essa informação nao pode ser obtida diretamente da tabela (4.25).De
06
acordo com estatísticas do IBGE ,a distribuição de estabelecimentos de sadde do» setores piJblico e privado no ano de 1987 era de,respectivãmente,61% e 39%.Em relação ao percentual de consultas a pacientes externos,» distribuição era de 5 8 % e 4 2 % respectivamente para os estabelecimentos públicos e partieulares.Considerando-se o ano de 1983,esse número fornecido pelo UNSCEAR (17? exames/1000 habitantes) significaria atribuir