RBEn, 33 : 173- 189, 1980
.
SU BSI DIOS PARA DETERMI NAÇÃO DAS ATIVI DADES DO(A)
E N F E RMEI RO{A) DE REAB I LITAÇÃO
Marlúcia Nunes Comarú *
Waldelice Lago Ribéiro dos Sanos • • • Terezinha Aparecida Nevs * * *
Adélia Ono Tonaki * * * Nád:a Amedéa Donadel * * *
RBEn/05
COMARÚ, M. N. e ColabJradoras - Subsídios para determinação das atividades do Ca) en fermeiro(al de Reabilitação. Rev. Bra. Enf. ; DF, 33 : 173- 189, 1980.
INTRODUÇAO
A ampliação das atividades do ( a ) Enfermeiro ( a l n o campo d a saúde -assim como em outros campos, revela, não só a capacidade de adaptação, mas também a parcela de responsabilidade que é inerente à formação desse pro fissional.
Em trabalho apresentado ao XXIX Congresso Brasileiro de Enfermagem, nos propusemos a alertar os (as) enfer meiros ( as ) .. para o fato de que grupos
multip"ofissionais presentemente estão se voltando, com mais intensidade, para o trabalho de reabilitação global da pessoa ortadora de limitação física . Tais limitações decorrem, muitas vezes, de doenças genéticas, de sequelas de
doenças da primeira infância ou de doenças adquiridas no transcorrer dos anos, ou ainda, de traumatismos em geral.
Parece-nos bastante oportuno que medidas estej am sendo tomadas, uma vez que a tecnologia deve servir ao ho mem, não somente nas fases preventiva e curativa.
Uma vez comprovado que os recur sos preventivos e terapêuticos foram eficientes e o obj etivo de conservação da vida foi alcançado, havemos de re conhecer, que muitos pacientes, por ra zões diversas, apresentam sequelas que prej udicam a sua funcionalidade. Tais prej uízos serão mais ou menos graves, na medida em que impeçam ou d1f1cul tem, entre outras coisas, a
independên-• Direor do Serviço de Enfermagem - D . R. P.V. � D.H.A. - HC - USP . • • Diretor Técnico Divisão - D . R . P . V . - D . H . A . - HC -MUSP
. . . Enfermeira Chefe - D . R . P . V . - D . H . A . - HC - FMUSP.
• .
COMARÚ, M. N. e Colaboradoras - Subsidios para determnação das atividades O (8) ei'
fermeiro(.) de Reab1l1tação. Rev. Bas. Ef. ; DF, 33 : 173-189, 1980.
cia para a realização do auto-cuidado. Ocorre que, a valorização real da im portância da dependência nesta área, só se faz sentir, a partir do momento em que a pessoa se percebe prejudicada, uma vez que afloram os sentimentos de inutllldade.
Há que considerar, em acréscimo, uma série de conseqüências gerais de correntes da necessidade de ajuda para o auto-cuidado. : que esta necessidade de aj uda acarreta a instalação de pro blemas secundários � para o paciente e família - de ordem social, emocional e econômica
q
ue, não raro, podem con tribuir para a desestruturação do nú cleo famll1ar. Nest� circunstâncias, é evidente que a pessoa portadora de li mitação física - assim como sua famí lia - precisa ser favorecida por ser viços especializados, que, com o trab_a lho de seus profissionais de ajuda, irão auxlllar o paciente agora cliente -a encontr-ar os meios necessários -ao desenvolvimento de condições para a integração ou reintegração na comuni ..dade, . S))retudo, é váido destacar o�nfoque . da reabilitação para com as potencialidades e capacidades do indi viduo, que devem . . ser exploradas e de senvolVids, como forma de compensa ç�o das. suas limitações. ssim, um dos ,·pnneiplos básicos da reabllltação é va
lorizar os pontos positivos que o indi .viduo apresenta, buscando cada vez
�
ls, reduzir os negativos. Aliás, maxi �zar os· pontos positivos do cliente e minimizar os negativos, constitui uma das preocupações básicas dos Centros de Reabllltação, que nes�e sentido têm _ sido orientados e estimulados por Orga:i
usmos Internacionais.174
Dentro desse espírito e no decorrer do último ano da Década da Reabllta ção, decretada
p
ela ssembléia Geral das Nações Unidas < 1970-1980) , e no decurso do Ano Intenacional da· Cian ça, voltamos a conclamar os (as) enfer meiros (as) para a dinamização da as sistência de Enfermagem em prevençãoterciária.
-Com a atenção voltada para as pessoas que apresentam problemas na realização do auto-cuidado e por estar mos vivenciando uma expeiência de trabalho em Equipe de Reablltação, · sentimo-nos responsáveis pe
i
a divulga ção das atividades por nós desenvolvi das. Assim é que, encaminhamos pro posta ao Ministério do Trabaho Classificação Braslleira de Ocupações -das Atividades do Ca) Enfermeiro (a) de Reabll1tação e que recebeu sugestão de CÓdigo n.O 0-71 . 70 .Para a elaboração de tal proposta, coube-nos discriminar e detalhar as várias áreas de trabalho do Ca) enfer meiro (a) num Centro de eabllltação, o que caracterizaria a sua atuação jun to aos demais Profissionais de juda.
O objetivo desta apresentação é le var ao conhecimento dos (as) colegas enfermeiros (as) o detalhameno de tais atividades.
Para efeito de melhor entendimen to, esclarecemos que o nosso Programa de Reabll1tação é desenvolvido em mo dalidade ambulatoial e em periodo diurno com o cliente permanecendo na Instituição de 10 a 36 hors semanais, por u
n
períOdO médio de 8 meses, con forme os objetivos a serem alcançadoa... � n .
o QE FZ
1 . Ident ifica as necessidades de enfermagem do cliente
2. Fa� o diagnóstico de
nferma-gem
COO FAZ
- por meio de entrevi sta , exame
fisico , observação s i s � em�t i
zada , avaliaç ão' fncional e interação 00 meio amb i ente
- por meio da iá, ise dos· dado s coletados e 4et eriinação das áreas de dependênci�
PA QE FAZ
- para 'estabelecer o seu nível de
dependência nas a t i vidades de
auto-cuidado , com o propó s i t o
d e conhecer s e u po t encial e a j u dá�lo a promover, preservar , re cu�erar e reab i l itar as cond i ções de equilíbrio dinâmico , de� tro de suas l imitaçges pessoais .
- para e s t ab elecer o plno de as sistência de nfermagem , propon do obj e t ivo s a curt o , médio e
lono. prazo e inseri-lo no pl a no de Reabil itação proposto pela equipe mul tid;scipl inar .
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3 . Exe cuta o p lano . abrngé'ndo : , , . 1 . c u i dado c o rpora l
bnho
de ntes
e a b e l o s
ve s t i r x d e s p i r '
c a l ç a r x descalçar
3 . 2 . cuidado c o m a �p arênc ia
l e s s o a l :
nha s
maqu'i a g e m
t r i c o t o m i a
CO"IO FAZ PA QE FAZ
- po r me i o de p ro c e s s o educa t i vo com vistas a :
e s p e c i a l , o e n f e rm e i ro t re in a, - l ev � - l o a adqu irir ou d e s envo l
-o r i e n t a e s up e rv i s i -o n a a s a t i - ver hab i l i d ad e s n o d e s e mp enho d a s
v i da d e s do c l i e n t e , c rindo c OQ atividades n e c e s s á r l a s a o a u t o
di ç ões q u e s e as semelhem o m a i s ' cu i d a d o ;
p o s s íve l á s ua re a l i d a d e . promo v e r e m a n t e r o N í v e l
Fn-- encam inh� para recursos de tr
4
c io n a l O t i mo ( n FO ) ,t amen�o o d on t o l ó g i c o �a Comn i - ajudar o c l i e n t e a s e s en t ir s� d a d e guro e c a p a c i t ado p a r a p a r t i c ipar.
- Idem
de s it u a ç � e s s o c i a i s e , a s s i m , c on tribui r para o s e u a j u s t am e n t o s�,
c i a l .
- para fortalecer a sua aut o - ima
geD e p r o v e r cond i ç � e s para de s en,
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seleção , p�epao , inges
tão , a ssimi lação
3.4. reeducação vesical e in test nal •
COMO FZ PA �E FAZ
- t re ina e orienta o c l i ente por - para promo ção e manut enção do
me io da ap l icação de cohec ime� NFO e desenvolvimento de hab i l
i-t o s de anatomia , risiologia �mi- dades no desempeho de at
ivida-crobiolog1a e parasitologia, de s inerentes à n e c e s s idade de
crindo s ituações vivênciai s . n�trição ,
- aj udá-lo no at endimento à nece�
sidade d e auto-rea l i zação .
- a part ir das característ icas i� - com o obj et ivo de desenvolver a
dividuais relac ionadas ao proc . capac idade de automa t i zação
ine-so de eliminação , elabora com a rente a esses ó rgão s . o ferec endo
part ic ipação direta e contina · ao c l iente co. perda de con t ro l e
d o cliente , o plno de reeduea- esfinterino , me lhores cond ições
ção · vésico-intestnal . para o desempenho de atividades
dé t abalho , adequaç ão so c i al , pr�
venç ão de comp l i c ac õ e s , mnuten
ção do NFO e fort a l e c imento da a�
to-igea,
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3 . 5 . cuidado com roupas e obj�
tos de uso pessoal :
l avar
p a s s ar
guardar
engraxar
3 . 6 . h i g i eni zaç ao e ordem do
me io " amb i ente
COO PAZ
- por me io de t re namen t o e /o u o
r i e n t aç ão no desempenho das ati
vidades .
- at ravé s de técnicas e/ou o r i en tação em situaçõ e s vivenc iais •
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com enfas e no s princ �p�o s d e
ducação Sanitária .
PA QE FAZ
- atender a nec ess idade de seg� ç a .
- para levar o c l i en t e a valorizar
e a s sumi r , dentro de suas c a p a
cidades, e s t e's aspec t os do aut. cuidado '"
- ajudá-lo nO a t end imen t o à nece� sidade' de auto-re a l � zação .
- para o c l i en t e adqu i r i r e/ou d� senvolver .nab i l idades no
àesem-p enho das at i v i d a d e s ,
- criar e eplorar h�b i t o s sadios
- forta l e c e r a �uto-imagem e fav.
re c e r a auto-estima .
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'.7. avaliação das possibili dades de integração do
cliente no seu �mbiente
doméstico
COMO FAZ
- por meio de identificação das
barreiras físicas que impedem
ou dificultam o seu acesso e
funcionalidade, nas diferentes
areas do ambiente doméstico,
- verifica a inter�ção no
ambien-te familiar.
PA �E FAZ
- para co�ecer e trabalhar as
necessidades afetadas, dentro
da realidade do eliente,
- propor e orientar, se for o
caso, a remoção de barreiras
fi�icas, visando a facilitaçio
na execução das atividades de
auto-cuidado,
- favorecer a transposição do
a-.prend i zado ,
- contribuir para á participação
e auto-realização.
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'.8. ajuda a motilidade: atrav�s do ensino, treinamento e t�ansferência' supervisão de técnicas de
trans-cama x cad.rodas .(v.v.) ferência e de posicionamento do
cad.rodas x sanitario(v».) corpo no leito.
cad.rodas x cad.comum('v.)
cad.rodas x carro (v.v.)
posicionalento no leito: decúbitos:- L.D.
- L.E.
- Ventral - Dorsal
PA QE FZ
- ajudar o cliente a desenvolver
condições para utilização dos
recursos comuns ao ser humano,
a fim de atender algumas de sas necessidades básicas e a desem-penhar atividades inerentes à
sua capac idad� fnc iona 1 ;
- favorecer a iAdependência na
area de motilidade, que re.per cute diretamente no atendiment6 as necessidades de cuidado cor
poral, elimiAação. auto-imagem,
auto-estima, auto-realização,s�
gurança, participação, comunic�
ção e espiritual;
- prevenir e/ou corrijir posições
viciosas, .mater a integridade
cutneo-mucosa e as oondições
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}.9. desenvolve programa educ� tivo abrangendo:
- noções de anatomia e fi
siologia do corpo humano
em situações de equilí
brio dinâmico e extrap�
la para a situação esp� cifica de cada cliente,
- enfoca os cuidados de E
ducação Sanitaria para prevenção de doenças e, - enfatiza a prevenção de
acidentes no lar e no
trabalho.
COO PAZ
- atrav�s de m�todos'peaagbgicos
comns ou adaptados
PA QUE PU
adequadas de vascularização e
aeraçao de pele.
- fornecer ao cliente subsidios �
ra o auto-conhecimento e o dc�
r�nte auto-cuidado e estimula-lo a adotar medidas que propi
ciem promoção e manutenção das condições de equilíbrio dinâmicc
dentro de sua condição pessoal;
- elevar o NFO do cliente e
farui-lia;
- fornecer ao cliente
oportnida-de pára refletir sobre as
cau-sas e consequenclas dos
aClden-tes em geral e conhecer e adoar medidas de auto-proteção.
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}.10. promove atendimento aos
'amiliares'
4. Avalia o pograma ge Enferma gem
COMO FAZ
- por meio de treinamento em si tuações reais e/ou orientação
ao familiar mais participnte da problematica do cliente.
- através de:
- observação direta e iAdireta do cliente',
- dados fornecidos por ele e
PA QE PAZ
- ajudar a família à reconhecer e
valorizar as capacidades do c1i
ente,
- paFa contar com a retaguarda
familiar que permita a partici paçao do c1iente no ambiente d�
mestico,
- para que o cliente, possa desen volver � mante� a sua indepen dência na realização das
ativi-�des do auto-cuidado,
para ajudar o cliente a assumir ou reassumir o seu papel social
- ver1ficar a evoluçjo do cliente
no desempenho do auto-cu1dado e nas medidas de auto_proteção, - nalisar a �ualidade d�
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5. Registra dados
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seus familiares e pelos diferen
tes profissionais �a equipe de Reabili tação,
- vislta domiciliar.
PA QE FAZ
lho e a eficácia dos métodos e� pregados,
- propor alterações na metodolo gia empregada e aquisição de
e-quipamentos e materiais que fa-voreçam o processo de_aprendiz�
gem,
- oferecer subsidios à pesqulsa.
- através de anotações em
prontuã-I
- para auxiliar os membros dae-rio único. quipe multiprofissional na
vi-aao global do cliente,
- oferecer subsídios -à pesquisa, - avaliar a evolução do cliente, face �s estratégias aplicadas.
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6. Integra a equipe multiprotis- - através de participação direta - atuar junto ao cliente na execu
aiona1 e conjnta, analisa a problemá- ção ·de atividades especificas de
tica do cliente, .elege e execu- .nfermagem, a nível de prevenção ta o plano de Reabilitação. primária, secndária e terciári�
- mnter atuação sintonizada com
os demais membros da equipe, - ajudar o cliente e família, �a
medida e momento necessários;
- fornecer e receber subsidios pa
ra a assistência ao cliente e o
rientação � familia.
7. Participa e contribui coa - através de programs correlacio- - ampliar conhecimentos,
evolução técnico-cIentífica da nados à especialidade, seja in- - criar novas t�cnicas especifics
equipe de Reabilitação e da o � tra ou extra Instituição; por de . nfermagem em Reabilitação,
fêrmagem em particular meio de elaboração de trabalhos, - contribuir para o desenvolvimen
desenvolvimento. e/ou partic�p� to do grupo, da especialidade e
ção em pesquisas, palestras, c� da nfermagem no Brasil.
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8. Faz atendimento emergencial
9. Participa da elaboração, execu
çao e avaliação do Programa de
Prevenção de Acidentes no Trab�
lho
10. Organiza e aeministra Serviços
ee Enfermagem em Reabilitação
COMO FAZ
- claves, cursos e outros.
- presta os pri�eiros socorros,
administra medicamentos e
rea-liza tratamentos;
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- evit to dos
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ticade Saúde.
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- para, em conjunto com os demaisfatores de insalubridade e dos membros da comissão, promover e
riscos de acidentes.
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manter as condições deseguran-- integra a Comissão Interna de ça no ambiente de trabalho.
Prevenção de Acidentes.
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- aprimorar ou introduzir novas.planejamento, organização, coo técnicas de trabalho,
denação e supervisão do progra- - aperfeiçoar os padrões de assl.
ma desenvolvido pelo Enfermeiro tência de Enfermagem,
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jnto ao cliente e família; .. fornecer subsídios aos membos
educação contínua jnto à equi- 'da equipe de' Reabilitação e de
pe de nfermagem, Enfermagem,
I - atuação jnto às áreas de supo� - racionali�ar o trabalho,
t!, - delimitar fnções,
- previsão de pessoal, de equipa- - mnter as técnicas e rotinas
a-mento i material;
t
tualizadas e padronizadas,- avaliação e seleção das técni- - orientar servidores e
estagiá-cas a' serem desenvolvidas, rios no desempenho de suas
fn-- elaboração e revisão periódica: I çoes.
do nual do Serviço.
11. Supervisiona a execuçã� de .
cUi1 - atr�vé� de observaç�o dir:ta e/I - a�aliar os padrões d�
ass�stên-dados de �fermagem ma1S Slm- ou lndlreta e de orlentaçao Cla e propor novas dlretrlzes,
pIes, plnejadas pelo Enfermei ro e executadas, jnto' aos cli
entes, pelo pessoal axiliar de n!ellagem
quando necessário.
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--de Reabili tação.
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pre-meira no campo da Reabilitação,
- para difndir a atuação da nfe�
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gios. c.e Reabili tação,
- jamento e supervisão de está- gem para aplicação de principios
prol'issiona.s.
e no desenvolvimento de tras, demonstrações e de plne- tes e profissionais de
Enferma-dantes
Colabora na formação de estu- - atraves de entrevistas, pales- - sensibilizar grupos de
estudn-12.
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CONCLUSAO recursos de Prevenção Priária, o
que contribui para a grande inci indiscutível a atenção global que dência de doenças que afetam, em
. o indivíduo : portador de limitação física especial, a opulação infantil, dei
necessita. Os Organismos Internacionais xando sequelas irreversiveis,
vêm estimulando a formação e desen - que estão sendo criados - ou serão voivimento de recursos humanos e ma criados por força da necessidade -teriais para o atendimento eficaz e efi serviços especializados para assis ciente da população que apresenta pre tência à população portadora de li j uizo na funcionalidade, com vistas à mitações fisicas,
sua integração e retomo à comunidade
- que tais serviços são parte do Sis produtiva. Assim, a Reabllltação no tema de Saúde e, portanto, contam Brasll com enfoque no homem total, j á
' com o concurso de profissionais da está despontando. Sentimos que, para
Saúde, este enfoque total, é necessário integrar
- que, os poucos serviços já existentes, o Enfermeiro no Grupo de Ajuda. E a
são raros aqueles que integram o (a ) sua atuação abrangeria as áreas do
Enfermeiro ( a ) dentre o s porfissio Auto-Cuidado e da Educação para a
nais da Equipe de Reabllltação ; Saúde,
. Em face do exposto, propomos as
RECOMENDMOS :
seguintes Considerações e Recomenda ções :
- Aos coleg�s enfermeiros (as) que estej am em atividade j unto às Equi
CONSIDEO :
pes de ' Reabilitação, que procurem rever sua área de ação, de forma a - que estamos encerrando a Década
ampliar e efetivar, dentro das possi da Reabllltação, decretada pela s
sembléia Geral das Nações Unidas bllldades, a sua partiCipação no tra
(1970-1980) , balho de Reablltação . .
- que estamos em pleno Ano Interna - Aos colegas em geral, da área cura
cional da Criança, tiva e preventiva, que, na medida
das necessidades e possibilidades do
- que o desenvolvimento social da co
munidade amplia a perspectiva de paciente e das condições do ambien vida do homem que, em contrapar te de trabalho, desenvolvam ações
tida, está mais suj eito às doenças de Enfermagem minimizem
da senlll- .
. que a
crônicas e aos problemas dependência do paciente para o cui
dade, dado corporal.
- que o desenvolvimento industrial ex - Aos colegas docentes, que procurem
põe o homem a riscos constantes, despertar os estudantes para a fase
sej a por acidentes em geral ou por atual de desenvolvimento dos recur
Qoenças do trabalho, sos de saúde, de ,forma a garantir a
- que, em nosso meio ainda não se integração efetiva do ( a) enfermei
conseguiu uma aplicação efetiva dos ro ( a) nos Serviços de Reabilitação.
BIBLIGRAFIA
BA VO, K. E. - Como e.cr ianças BORCH, R. M. - Elements 01 Rerabflita
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