• Nenhum resultado encontrado

Rev. Bras. Enferm. vol.33 número2

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2018

Share "Rev. Bras. Enferm. vol.33 número2"

Copied!
17
0
0

Texto

(1)

RBEn, 33 : 173- 189, 1980

.

SU BSI DIOS PARA DETERMI NAÇÃO DAS ATIVI DADES DO(A)

E N F E RMEI RO{A) DE REAB I LITAÇÃO

Marlúcia Nunes Comarú *

Waldelice Lago Ribéiro dos Sanos • • • Terezinha Aparecida Nevs * * *

Adélia Ono Tonaki * * * Nád:a Amedéa Donadel * * *

RBEn/05

COMARÚ, M. N. e ColabJradoras - Subsídios para determinação das atividades do Ca) en­ fermeiro(al de Reabilitação. Rev. Bra. Enf. ; DF, 33 : 173- 189, 1980.

INTRODUÇAO

A ampliação das atividades do ( a ) Enfermeiro ( a l n o campo d a saúde -assim como em outros campos, revela, não só a capacidade de adaptação, mas também a parcela de responsabilidade que é inerente à formação desse pro­ fissional.

Em trabalho apresentado ao XXIX Congresso Brasileiro de Enfermagem, nos propusemos a alertar os (as) enfer­ meiros ( as ) .. para o fato de que grupos

multip"ofissionais presentemente estão se voltando, com mais intensidade, para o trabalho de reabilitação global da pessoa ortadora de limitação física . Tais limitações decorrem, muitas vezes, de doenças genéticas, de sequelas de

doenças da primeira infância ou de doenças adquiridas no transcorrer dos anos, ou ainda, de traumatismos em geral.

Parece-nos bastante oportuno que medidas estej am sendo tomadas, uma vez que a tecnologia deve servir ao ho­ mem, não somente nas fases preventiva e curativa.

Uma vez comprovado que os recur­ sos preventivos e terapêuticos foram eficientes e o obj etivo de conservação da vida foi alcançado, havemos de re­ conhecer, que muitos pacientes, por ra­ zões diversas, apresentam sequelas que prej udicam a sua funcionalidade. Tais prej uízos serão mais ou menos graves, na medida em que impeçam ou d1f1cul­ tem, entre outras coisas, a

independên-• Direor do Serviço de Enfermagem - D . R. P.V. � D.H.A. - HC - USP . • • Diretor Técnico Divisão - D . R . P . V . - D . H . A . - HC -MUSP

. . . Enfermeira Chefe - D . R . P . V . - D . H . A . - HC - FMUSP.

(2)

• .

COMARÚ, M. N. e Colaboradoras - Subsidios para determnação das atividades O (8) ei'

fermeiro(.) de Reab1l1tação. Rev. Bas. Ef. ; DF, 33 : 173-189, 1980.

cia para a realização do auto-cuidado. Ocorre que, a valorização real da im­ portância da dependência nesta área, só se faz sentir, a partir do momento em que a pessoa se percebe prejudicada, uma vez que afloram os sentimentos de inutllldade.

Há que considerar, em acréscimo, uma série de conseqüências gerais de­ correntes da necessidade de ajuda para o auto-cuidado. : que esta necessidade de aj uda acarreta a instalação de pro­ blemas secundários � para o paciente e família - de ordem social, emocional e econômica

q

ue, não raro, podem con­ tribuir para a desestruturação do nú­ cleo famll1ar. Nest� circunstâncias, é evidente que a pessoa portadora de li­ mitação física - assim como sua famí­ lia - precisa ser favorecida por ser­ viços especializados, que, com o trab_a­ lho de seus profissionais de ajuda, irão auxlllar o paciente agora cliente -a encontr-ar os meios necessários -ao desenvolvimento de condições para a integração ou reintegração na comuni­ ..dade, . S))retudo, é váido destacar o

�nfoque . da reabilitação para com as potencialidades e capacidades do indi­ viduo, que devem . . ser exploradas e de­ senvolVids, como forma de compensa­ ç�o das. suas limitações. ssim, um dos ,·pnneiplos básicos da reabllltação é va­

lorizar os pontos positivos que o indi­ .viduo apresenta, buscando cada vez

ls, reduzir os negativos. Aliás, maxi­ �zar os· pontos positivos do cliente e minimizar os negativos, constitui uma das preocupações básicas dos Centros de Reabllltação, que nes�e sentido têm _ sido orientados e estimulados por Orga:

i

usmos Internacionais.

174

Dentro desse espírito e no decorrer do último ano da Década da Reabllta­ ção, decretada

p

ela ssembléia Geral das Nações Unidas < 1970-1980) , e no decurso do Ano Intenacional da· Cian­ ça, voltamos a conclamar os (as) enfer­ meiros (as) para a dinamização da as­ sistência de Enfermagem em prevenção

terciária.

-Com a atenção voltada para as pessoas que apresentam problemas na realização do auto-cuidado e por estar­ mos vivenciando uma expeiência de trabalho em Equipe de Reablltação, · sentimo-nos responsáveis pe

i

a divulga­ ção das atividades por nós desenvolvi­ das. Assim é que, encaminhamos pro­ posta ao Ministério do Trabaho Classificação Braslleira de Ocupações -das Atividades do Ca) Enfermeiro (a) de Reabll1tação e que recebeu sugestão de CÓdigo n.O 0-71 . 70 .

Para a elaboração de tal proposta, coube-nos discriminar e detalhar as várias áreas de trabalho do Ca) enfer­ meiro (a) num Centro de eabllltação, o que caracterizaria a sua atuação jun­ to aos demais Profissionais de juda.

O objetivo desta apresentação é le­ var ao conhecimento dos (as) colegas enfermeiros (as) o detalhameno de tais atividades.

Para efeito de melhor entendimen­ to, esclarecemos que o nosso Programa de Reabll1tação é desenvolvido em mo­ dalidade ambulatoial e em periodo diurno com o cliente permanecendo na Instituição de 10 a 36 hors semanais, por u

n

períOdO médio de 8 meses, con­ forme os objetivos a serem alcançadoa.

(3)

.. � n .

o QE FZ

1 . Ident ifica as necessidades de enfermagem do cliente

2. Fa� o diagnóstico de

nferma-gem

COO FAZ

- por meio de entrevi sta , exame

fisico , observação s i s � em�t i ­

zada , avaliaç ão' fncional e interação 00 meio amb i ente

- por meio da iá, ise dos· dado s coletados e 4et eriinação das áreas de dependênci�

PA QE FAZ

- para 'estabelecer o seu nível de

dependência nas a t i vidades de

auto-cuidado , com o propó s i t o

d e conhecer s e u po t encial e a j u­ dá�lo a promover, preservar , re­ cu�erar e reab i l itar as cond i­ ções de equilíbrio dinâmico , de� tro de suas l imitaçges pessoais .

- para e s t ab elecer o plno de as­ sistência de nfermagem , propon­ do obj e t ivo s a curt o , médio e

lono. prazo e inseri-lo no pl a­ no de Reabil itação proposto pela equipe mul tid;scipl inar .

a o

o ::

. �

a�

. " r ::

I .

� z ' 11

� �

: ' a a .. 0 :. � � I " . l � O "

• A

"

� l

.

ll A

� ê

· �

J c

a , :. J

j .

i 11

- � w

.

W l

• • "

' 1 � "

! �

i i

-: .. ) , g � • :

i

g

-. '

1�

(4)

i

o QE FAZ

3 . Exe cuta o p lano . abrngé'ndo : , , . 1 . c u i dado c o rpora l

bnho

de ntes

e a b e l o s

ve s t i r x d e s p i r '

c a l ç a r x descalçar

3 . 2 . cuidado c o m a �p arênc ia

l e s s o a l :

nha s

maqu'i a g e m

t r i c o t o m i a

CO"IO FAZ PA QE FAZ

- po r me i o de p ro c e s s o educa t i vo com vistas a :

e s p e c i a l , o e n f e rm e i ro t re in a, - l ev � - l o a adqu irir ou d e s envo l

-o r i e n t a e s up e rv i s i -o n a a s a t i - ver hab i l i d ad e s n o d e s e mp enho d a s

v i da d e s do c l i e n t e , c rindo c OQ atividades n e c e s s á r l a s a o a u t o ­

di ç ões q u e s e as semelhem o m a i s ' cu i d a d o ;

p o s s íve l á s ua re a l i d a d e . promo v e r e m a n t e r o N í v e l

Fn-- encam inh� para recursos de tr

4

c io n a l O t i mo ( n FO ) ,

t amen�o o d on t o l ó g i c o �a Comn i - ajudar o c l i e n t e a s e s en t ir s� d a d e guro e c a p a c i t ado p a r a p a r t i c ipar.

- Idem

de s it u a ç � e s s o c i a i s e , a s s i m , c on tribui r para o s e u a j u s t am e n t o s�,

c i a l .

- para fortalecer a sua aut o - ima­

geD e p r o v e r cond i ç � e s para de s en,

,

vo lver a u t o - va l o r i z a ç ã o . '

) O .. : O > , �

=. � . � :: " � l . .

l �

,, -11 " ' ' _ o - ,

i �

> 0 "" , O D · "

� I

I m ::

IIg l :

a _ • o

l "

I I

"" D

... � D

l -l .

· ..

O

l a

. . S'

i � � ""

;;0 '

-• D .. o

' D � :

< : . D

-i "

-o

ê

o

(5)

. . . ..

o �E FAZ

; . ; . cuidado com a al imentação

seleção , p�epao , inges­

tão , a ssimi lação

3.4. reeducação vesical e in­ test nal •

COMO FZ PA �E FAZ

- t re ina e orienta o c l i ente por - para promo ção e manut enção do

me io da ap l icação de cohec ime� NFO e desenvolvimento de hab i l

i-t o s de anatomia , risiologia �mi- dades no desempeho de at

ivida-crobiolog1a e parasitologia, de s inerentes à n e c e s s idade de

crindo s ituações vivênciai s . n�trição ,

- aj udá-lo no at endimento à nece�

sidade d e auto-rea l i zação .

- a part ir das característ icas i� - com o obj et ivo de desenvolver a

dividuais relac ionadas ao proc . capac idade de automa t i zação

ine-so de eliminação , elabora com a rente a esses ó rgão s . o ferec endo

part ic ipação direta e contina · ao c l iente co. perda de con t ro l e

d o cliente , o plno de reeduea- esfinterino , me lhores cond ições

ção · vésico-intestnal . para o desempenho de atividades

dé t abalho , adequaç ão so c i al , pr�

venç ão de comp l i c ac õ e s , mnuten­

ção do NFO e fort a l e c imento da a�

to-igea,

d

�.

� C P '

� �

. o

t, o

d i

i

-fi

r

i I ,

I

'i

�!

� �

Jr

li

I

(6)

.. :I 0

O QE FAZ

3 . 5 . cuidado com roupas e obj�

tos de uso pessoal :

l avar

p a s s ar

guardar

engraxar

3 . 6 . h i g i eni zaç ao e ordem do

me io " amb i ente

COO PAZ

- por me io de t re namen t o e /o u o­

r i e n t aç ão no desempenho das ati

vidades .

- at ravé s de técnicas e/ou o r i en­ tação em situaçõ e s vivenc iais •

�. , .

com enfas e no s princ �p�o s d e

ducação Sanitária .

PA QE FAZ

- atender a nec ess idade de seg� ç a .

- para levar o c l i en t e a valorizar

e a s sumi r , dentro de suas c a p a ­

cidades, e s t e's aspec t os do aut. cuidado '"

- ajudá-lo nO a t end imen t o à nece� sidade' de auto-re a l � zação .

- para o c l i en t e adqu i r i r e/ou d� senvolver .nab i l idades no

àesem-p enho das at i v i d a d e s ,

- criar e eplorar hb i t o s sadios

- forta l e c e r a �uto-imagem e fav.

re c e r a auto-estima .

8

fi

1

-� ( " .

� � - II

��

= .

: �

& �

? = 11 1

� 2

c

r�

� i

li

:. J

-. �

��

.. ,

f�

.

. o

' :

G .

!�

i

-�

(7)

-I o

o QE PZ

'.7. avaliação das possibili­ dades de integração do

cliente no seu �mbiente

doméstico

COMO FAZ

- por meio de identificação das

barreiras físicas que impedem

ou dificultam o seu acesso e

funcionalidade, nas diferentes

areas do ambiente doméstico,

- verifica a inter�ção no

ambien-te familiar.

PA �E FAZ

- para co�ecer e trabalhar as

necessidades afetadas, dentro

da realidade do eliente,

- propor e orientar, se for o

caso, a remoção de barreiras

fi�icas, visando a facilitaçio

na execução das atividades de

auto-cuidado,

- favorecer a transposição do

a-.prend i zado ,

- contribuir para á participação

e auto-realização.

) O

f�

�.P

o::

�Z

'� )

�o

��

eO

tJ ".

"" o

9

a

aI

� ln

.

=, I ..

"�

l�

�:

�. > ).

�ll � ..

�I·

.. >

�l,

'0

�.

• l

..

�:

?:

o

­

(8)

-!

o QE FZ COMO FZ

'.8. ajuda a motilidade: atrav�s do ensino, treinamento e t�ansferência' supervisão de técnicas de

trans-cama x cad.rodas .(v.v.) ferência e de posicionamento do

cad.rodas x sanitario(v».) corpo no leito.

cad.rodas x cad.comum('v.)

cad.rodas x carro (v.v.)

posicionalento no leito: decúbitos:- L.D.

- L.E.

- Ventral - Dorsal

PA QE FZ

- ajudar o cliente a desenvolver

condições para utilização dos

recursos comuns ao ser humano,

a fim de atender algumas de sas necessidades básicas e a desem-penhar atividades inerentes à

sua capac idad� fnc iona 1 ;

- favorecer a iAdependência na

area de motilidade, que re.per­ cute diretamente no atendiment6 as necessidades de cuidado cor­

poral, elimiAação. auto-imagem,

auto-estima, auto-realização,s�

gurança, participação, comunic�

ção e espiritual;

- prevenir e/ou corrijir posições

viciosas, .mater a integridade

cutneo-mucosa e as oondições

) O

r�

O ::' j.� o�

�Z

o"

)

�.

��

EO

.:�

�� 'I o o .. . � �I O <,

.

l, 1

-"�

1�

��5

I�

�I O ..

�I·

.. ' 1 ... � 'I '0

o�

�� ..

��

?:

.

� � o

(9)

-e

o QUE FAZ

}.9. desenvolve programa educ� tivo abrangendo:

- noções de anatomia e fi

siologia do corpo humano

em situações de equilí­

brio dinâmico e extrap�

la para a situação esp� cifica de cada cliente,

- enfoca os cuidados de E

ducação Sanitaria para prevenção de doenças e, - enfatiza a prevenção de

acidentes no lar e no

trabalho.

COO PAZ

- atrav�s de m�todos'peaagbgicos

comns ou adaptados

PA QUE PU

adequadas de vascularização e

aeraçao de pele.

- fornecer ao cliente subsidios �

ra o auto-conhecimento e o dc�

r�nte auto-cuidado e estimula-lo a adotar medidas que propi­

ciem promoção e manutenção das condições de equilíbrio dinâmicc

dentro de sua condição pessoal;

- elevar o NFO do cliente e

farui-lia;

- fornecer ao cliente

oportnida-de pára refletir sobre as

cau-sas e consequenclas dos

aClden-tes em geral e conhecer e adoar medidas de auto-proteção.

) o

r�

O :, j'�

o �

�Z

o"

)

�.

��

EO

.:�

�..

'I

o

o ..

. �

:aI O < l

.

l, 1

-"�

1�

��5

l..

l . ..

�I·

.. ' I ... � 'I '0

o..

�� ..

��

�:

.

..

o

(10)

.. :

o QE FAZ

}.10. promove atendimento aos

'amiliares'

4. Avalia o pograma ge Enferma­ gem

COMO FAZ

- por meio de treinamento em si­ tuações reais e/ou orientação

ao familiar mais participnte da problematica do cliente.

- através de:

- observação direta e iAdireta do cliente',

- dados fornecidos por ele e

PA QE PAZ

- ajudar a família à reconhecer e

valorizar as capacidades do c1i

ente,

- paFa contar com a retaguarda

familiar que permita a partici­ paçao do c1iente no ambiente d�

mestico,

- para que o cliente, possa desen­ volver � mante� a sua indepen­ dência na realização das

ativi-�des do auto-cuidado,

para ajudar o cliente a assumir ou reassumir o seu papel social

- ver1ficar a evoluçjo do cliente

no desempenho do auto-cu1dado e nas medidas de auto_proteção, - nalisar a �ualidade d�

traba-1 O

f�

� C, j'� o�

�Z

�� 1

�.

, , ''

EO il

.,..

�I : > �

ll

�n

-=, I ...

"-

1� "

.

: � . ,

:l..

�I � ..

�;.

.. , I., 0 ,.

'0

o..

": .. �, D.

?�

l

-.

(11)

o QE P.

5. Registra dados

i

coO FAZ

seus familiares e pelos diferen­

tes profissionais �a equipe de Reabili tação,

- vislta domiciliar.

PA QE FAZ

lho e a eficácia dos métodos e� pregados,

- propor alterações na metodolo­ gia empregada e aquisição de

e-quipamentos e materiais que fa-voreçam o processo de_aprendiz�

gem,

- oferecer subsidios à pesqulsa.

- através de anotações em

prontuã-I

- para auxiliar os membros da

e-rio único. quipe multiprofissional na

vi-aao global do cliente,

- oferecer subsídios -à pesquisa, - avaliar a evolução do cliente, face �s estratégias aplicadas.

) O

r�

aoP

o

�Z

�>

)

�.

��

So

i1

.,.. "

o

o ..

o � �I

��

.

I,

l

-

�-j�

�:

�o "

::).. 1> ..

!

o

.. " 1.,

>,.

'0 >..

.D � ..

D, >:

�So

..

: ..

o

' ...

(12)

o QE PAZ COO FAZ PA QE FAZ

6. Integra a equipe multiprotis- - através de participação direta - atuar junto ao cliente na execu

aiona1 e conjnta, analisa a problemá- ção ·de atividades especificas de

tica do cliente, .elege e execu- .nfermagem, a nível de prevenção ta o plano de Reabilitação. primária, secndária e terciári�

- mnter atuação sintonizada com

os demais membros da equipe, - ajudar o cliente e família, �a

medida e momento necessários;

- fornecer e receber subsidios pa­

ra a assistência ao cliente e o­

rientação � familia.

7. Participa e contribui coa - através de programs correlacio- - ampliar conhecimentos,

evolução técnico-cIentífica da nados à especialidade, seja in- - criar novas t�cnicas especifics

equipe de Reabilitação e da o tra ou extra Instituição; por de . nfermagem em Reabilitação,

fêrmagem em particular meio de elaboração de trabalhos, - contribuir para o desenvolvimen

desenvolvimento. e/ou partic�p� to do grupo, da especialidade e

ção em pesquisas, palestras, c� da nfermagem no Brasil.

) O

r�

O ::­

;.�

o

�Z

� .

)

�.

��

So

:1

�..

"

o

o ..

.

�I

��

.

��

�-j�

�:

�. "

::).. 1 . ..

�! .

.. " I.,

>,.

'0

>..

.D �

.. D,

>:

�s.

..

O >

..

o

' ...

(13)

I

o (E FAZ

8. Faz atendimento emergencial

9. Participa da elaboração, execu­

çao e avaliação do Programa de

Prevenção de Acidentes no Trab�

lho

10. Organiza e aeministra Serviços

ee Enfermagem em Reabilitação

COMO FAZ

- claves, cursos e outros.

- presta os pri�eiros socorros,

administra medicamentos e

rea-liza tratamentos;

PA.A (E FAZ

- evit to dos

consequê

agravamen

necessidade atenuar

à

a'

e

der

.

proble­

mas ncias,

- aten

terapêu-- faz cncaminhat:cntos a Serviços

I

tica

de Saúde.

- através da· identificação dos

i

- para, em conjunto com os demais

fatores de insalubridade e dos membros da comissão, promover e

riscos de acidentes.

I

manter as condições de

seguran-- integra a Comissão Interna de ça no ambiente de trabalho.

Prevenção de Acidentes.

- através de:

- aprimorar ou introduzir novas

.planejamento, organização, coo técnicas de trabalho,

denação e supervisão do progra- - aperfeiçoar os padrões de assl.

ma desenvolvido pelo Enfermeiro tência de Enfermagem,

) O

r�

a·�

o::

Ez

.�

)

�,

��

So .:1 > .. �I o

9

a

�I

�>

.

1, �­

"-1�

�:

�. >

).. l� ..

�I·

..> I ... � >1 '0 c.. . =�

..

o >

c,

�:

­

E

(14)

i

o QE FAZ COMO FAZ PA QE FAZ

jnto ao cliente e família; .. fornecer subsídios aos membos

educação contínua jnto à equi- 'da equipe de' Reabilitação e de

pe de nfermagem, Enfermagem,

I - atuação jnto às áreas de supo� - racionali�ar o trabalho,

t!, - delimitar fnções,

- previsão de pessoal, de equipa- - mnter as técnicas e rotinas

a-mento i material;

t

tualizadas e padronizadas,

- avaliação e seleção das técni- - orientar servidores e

estagiá-cas a' serem desenvolvidas, rios no desempenho de suas

fn-- elaboração e revisão periódica: I çoes.

do nual do Serviço.

11. Supervisiona a execuçã� de .

cUi1 - atr�vé� de observaç�o dir:ta e/I - a�aliar os padrões d�

ass�stên-dados de �fermagem ma1S Slm- ou lndlreta e de orlentaçao Cla e propor novas dlretrlzes,

pIes, plnejadas pelo Enfermei­ ro e executadas, jnto' aos cli­

entes, pelo pessoal axiliar de n!ellagem

quando necessário.

) O

r�

O ::­

;'�

o �

�Z

." O

)

�.

��

:0

:1 �. �t �

. � �I O <�

.

�.

�-j�

.�

:).

1 . ..

�!,

.. > 1., > >'

'0

).

,o

..

��

�:

O " . o

' ...

(15)

� �

--- -

--de Reabili tação.

magem que integrarão as equipes

�aro de profissionai,s de nfer-- conttibu.� efetivamente no prenfer--

pre-meira no campo da Reabilitação,

- para difndir a atuação da nfe�

I

gios. c.e Reabili tação,

- jamento e supervisão de está- gem para aplicação de principios

prol'issiona.s.

e no desenvolvimento de tras, demonstrações e de plne- tes e profissionais de

Enferma-dantes

Colabora na formação de estu- - atraves de entrevistas, pales- - sensibilizar grupos de

estudn-12.

o QE FAZ CO FAZ PA QE FAZ

) O

r�

­

�Z

�>

)

�.

o

..

i1

o ..

<�

�-

.

..

·a

o

"

.�

!.

.,

1> ..

::)..

"

S

.

o

�I >

��

j�

.. I.,

>,. '0

)

.

��

o

' ...

D

�:

> >

..

(16)

) O

r�

­

�Z

�>

)

�.

� o

..

i1 o .. � <�

.

��

�-

j� .�

::)..1> ..

!.

" I., >,.

..

> >

..

o ' ..

...

·a

o

� S

.,

" o . �I >

.. '0

)

.D ..

��

�:

CONCLUSAO recursos de Prevenção Priária, o

que contribui para a grande inci­ indiscutível a atenção global que dência de doenças que afetam, em

. o indivíduo : portador de limitação física especial, a opulação infantil, dei­

necessita. Os Organismos Internacionais xando sequelas irreversiveis,

vêm estimulando a formação e desen­ - que estão sendo criados - ou serão voivimento de recursos humanos e ma­ criados por força da necessidade -teriais para o atendimento eficaz e efi­ serviços especializados para assis­ ciente da população que apresenta pre­ tência à população portadora de li­ j uizo na funcionalidade, com vistas à mitações fisicas,

sua integração e retomo à comunidade

- que tais serviços são parte do Sis­ produtiva. Assim, a Reabllltação no tema de Saúde e, portanto, contam Brasll com enfoque no homem total, j á

' com o concurso de profissionais da está despontando. Sentimos que, para

Saúde, este enfoque total, é necessário integrar

- que, os poucos serviços já existentes, o Enfermeiro no Grupo de Ajuda. E a

são raros aqueles que integram o (a ) sua atuação abrangeria as áreas do

Enfermeiro ( a ) dentre o s porfissio­ Auto-Cuidado e da Educação para a

nais da Equipe de Reabllltação ; Saúde,

. Em face do exposto, propomos as

RECOMENDMOS :

seguintes Considerações e Recomenda­ ções :

- Aos coleg�s enfermeiros (as) que estej am em atividade j unto às Equi­

CONSIDEO :

pes de ' Reabilitação, que procurem rever sua área de ação, de forma a - que estamos encerrando a Década

ampliar e efetivar, dentro das possi­ da Reabllltação, decretada pela s­

sembléia Geral das Nações Unidas bllldades, a sua partiCipação no tra­

(1970-1980) , balho de Reablltação . .

- que estamos em pleno Ano Interna­ - Aos colegas em geral, da área cura­

cional da Criança, tiva e preventiva, que, na medida

das necessidades e possibilidades do

- que o desenvolvimento social da co­

munidade amplia a perspectiva de paciente e das condições do ambien­ vida do homem que, em contrapar­ te de trabalho, desenvolvam ações

tida, está mais suj eito às doenças de Enfermagem minimizem

da senlll- .

. que a

crônicas e aos problemas dependência do paciente para o cui­

dade, dado corporal.

- que o desenvolvimento industrial ex­ - Aos colegas docentes, que procurem

põe o homem a riscos constantes, despertar os estudantes para a fase

sej a por acidentes em geral ou por atual de desenvolvimento dos recur­

Qoenças do trabalho, sos de saúde, de ,forma a garantir a

- que, em nosso meio ainda não se integração efetiva do ( a) enfermei­

conseguiu uma aplicação efetiva dos ro ( a) nos Serviços de Reabilitação.

BIBLIGRAFIA

BA VO, K. E. - Como e.cr ianças BORCH, R. M. - Elements 01 Rerabflita­

cm problems de desenvolviento ; tion in Nursig . Introduction.

tradução de Ruth Cabral; ed. Globo,

Prto Alegre, 1978. Mosby Compay . USA

n

. 1176 .

(17)

189

) O

r�

­

� o

..

S

i1 o .. �

·

a

�Z

o �>

)

�.

.,

" o . �I > <�

.

��

�-

j� .�

::)..1>

!.

.. "

��

'0 >

.. I., >,.

..

� o ' ..

...

D .

�:

>

..

)

..

Rv. Bras.

CARGO. C. A. - O paciente de acidente gem da Escola de Enfermagem Ana vascular cerebral e os aspectos de en­ Neri. da U . F . R . J . • 1968 .

fermagem em

28 reabilitação . Rev. Brs.

Enlrmagem . (2) : 164 - 74, 1974 . A TON.

01 Datly Ltvtng E. B .• M. A .• -A. P. A. Testing. Training - Activiie8

COARú. M. M. e Colo - Participação and Equipment. New York University d? (a) enfermeiro (a) num Programa MedicaI Center. June, 1956 :

de Reabilitação - Relato de Expe­ riência . Rev. Bras. Enfermagem .

237-242. 1978 . 31 : , NOVAES, M. Reabttaço . H. -Imago Editora Ltda. Rio Psicologia Aplicada de Janeiro, 1975.

\

DAIEL. L. F. - A Enfermagem

Plane-1ada . São Paulo. 1974 . PAIM. R. e Col. - Problema! de Enlerma­ gem e a Terapia Centrada nas Neces­

'HAMO'. CI. e EU. J. N. - Manal sidades do Paiente . 1.- eiçio.

de Rehabilitacón . 1.- ed. Toray­ dos Cursos Cariocas, 1977 . Masson, S . A . , 1976 .

Uo

REHABITATION DIG T - 8 (2) : 2-10.

HORTA. W. A. - O processo de Enferma­ Febr/march/april, 1S977.

gem : Fundametnação

Enf. Novas ' Dimensões . (1) : 81-95.

1975 . 1

e aplicação .

REHABILITATION OF TE PYSICALY HANDICAPPED IN HOMEKING . Illinois, Department of Health, edu­ - - - O esino dos instdumentos cation and welfare. 1963. 233.

bsicos de enfermagem. Rev. Brs.

, de Enfermagem (3 .4) : 159-169, abril­ RONCAGLIA. E. C. e Col. - Bexiga nero­

junho. 1971 . gênica - um prOblema de enfermagem .

Rev; Bras. Enf. (2) : 40-44, 1976.

- - - A Observação Sistematizada

na Identificação d?S Problemas de STRKER, R. P..

29

Enfermagem em seus Aspectos Físicos. tive Aspect! N. 01

de ivre ocência apresentada

A. - RehafZfta­

Aute anã Chronfc

Tese

Referências

Documentos relacionados

ras que se especializam nos cursos de Saúde Pública existentes no país, e que estão assim capacitadas para liderar as equipes de enfermagem que atuam no campo

rilmes de Spitz e colaboradores de­ montraram de uma maneira surpreen­ dente como o seio da mãe, suas mãos, seus dedos oferecem à criança todos os estímulos

É evidente a preocupação da equipe em identificar os fatores de riscos dos pacientes que se apresentam para uma cirurgia, não · somente devido ao inte­ resse em

Para fornecimento de suplemento alimentar a gestante, deverá estar em dia com o atendimento médico, odonto­.. lógico e de enfermagem de rotina, e com o cumprimento

em seu estudo, a Intenação da criança acometida de uma doença :grave ou mes­ mo relativamente complexa, vem se tor­ nando gradatIvamente uma reaUdade

e Colaboradoras - Influência das percepções, observações e anotações .o enfermeiro · sobre as ações da equipe de saúde no atendimento ao paciente

Em seguida, é levado o paciente para a sala de recuperação pós-anestésica que se situa no próprio Centro Cirúrgi­ co, onde permanecerá j untamente com uma

Entre os fatores que influem nas condições de trabalho do pessoal de en­ fermagem temos : utiUzação insuficiente das qualificações do pessoal profissional, fadiga