RBEÍ, 33 : 253-264, 1980
PAG I NA DO ESTU DANTE
A ASSISTeNCIA DE E N F E RMAGEM NO PLANTÃO NOTU RNO
* Célia Regina de Moura * Lúcia Helena Lucato * Márcia Garcia Pardo
RBEnj13
MOURA, C. R. e Colaordoras -- A ssistêncil de enfermagem no plantão notuno. ev.
Bras. Enr. ; DF, 33 : 253-264, 1980.
1 - INTRODUÇAO
Na impossibilidade de se conseguir desenvolver uma pesquisa abrangendo todos os problemas relacionados com a Assistência de Enfermagem no periodo Noturno, esperamos que o interesse sej a despertado para outras pesquisas pois consideralos o assunto de �rande im portância para melhorar as condições de atendimento ao paciente.
O pessoal de enfermagem é o ele mento fundamental do sistema assisten cial na área de saúde ; constitui o grupo mais numeroso das instituições hospita lares de -assistência preventiva e é, quase sempre, o único que cobre as necessida des dessas instituições nas 24 horas do dia.
Em quase todos os países do mundo as condições de trabalho do pessoal de enfermagem não são satisfatórias. A ca
rência de profissionais tanto no ponto de vista - quantitativo como qualitativo, con siderada crítica em alguns deles, decorre
de fatores diversos entre os quais podem ser citados : remuneração inadequada, horário de trabalho muito longo, sem períOdO de descanso, plantões em domin gos e feriados sem j usta compensação, períodos incômodos ou fatigantes de tra
balho como os tunos da tarde e da noite sem a devida compensação, quase que impossibilidade de ascendência na car reira, por carência de condições de es tudo e aperfeiçoamento e por falta de uma carreira estruturada.
Todos os profissionais da área de saúde conhecem, pelo menos teoricamen
te, os efeitos que as atividades em -certos setores de trabalho, exercem sobre o pes soal de -enfermagem, tais como : UTI, Unidade de Emergência, Unidade Opera cional : centro cirúrgico e centro de ma terial, Serviço Noturno, Salas de diálise. Con tudo, a proteção social a que esses têm direito, são idênticas às daqueles que exercem atividades menos estafan tes e de menor envolvimento emocional.
• Alunas da Faculdade de Enfermagem Sagrado Coração - B�uru - SP.
MOURA, C. R. e Colaoradoras - A assistênci. de enferma�em no plantão noturno. Rev. Bras. Enr. ; DF, 33 : 253-264, 1 980. '
Entre os fatores que influem nas condições de trabalho do pessoal de en fermagem temos : utiUzação insuficiente das qualificações do pessoal profissional, fadiga nervosa acumuiada, dificuldade de oferecer repouso adequado para a re cuperação de energias e lazer, dificul dade na formação de equipes harmonio sas, o que impede a organização racional do trabalho e a execução qualificada dos serviços prestados, ' remuneração não condizente com o grau de responsabili dade imposta e assumida.
Levando-se em conta os aspectos biopsíquicos do pessoal do Plantão No turno deve-se fazer algo para melhorar o atendimento ao paciente pois, ao nosso ver, é deficiente.
2 - DSENVOLVIMENTO
2 . 1 - Embasamento Bibliográfico
SELDMAN ( 1�76) mostra os obj eti vos do cálculo parà a quantidade de pes soal necessário para um bom atendimen to hospitalar, os quais são :
1 ) selecionar quantitativamente e qua litativamente todo o pessoal necessário para alcançar um bom serviço de enfer magem ;
. 2 ) definir as funções de cada categoria funcional;
3) dar condições adequadas de trabalho visando uma ,boa assistência ao paciente e boas relações humanas na equipe de enfermagem.
LAVILLE ( 1977) -nos dá uma visão
sobre a duração, rítmo e carga de tra balho 'salientando que . a carga de traba lho depende do conteúdo da tarefa e das limitações temporais nas_ quais é executada; O aspecto quantitativo sobre o tipo de atividade focalizada associa · a unidade de tempo e a duração da ativi dade realizada é muito importante, pois constitui num dos fatores determinantes do surgimento da fadiga. Vemos que nos estados de sobrecarga, a fadiga é
classi-254 ·
ficada em : fadiga física, sensorial e men tal. A fadiga física é indicada principal mente por uma queda no rendimento-e uma diminuição da capacidade máxima de trabalho. Em princípio, esse estado é reversível com o repou3o. Temos as fa digas dos receptores sensoriais que é me nos evidente ; a fadiga auditiva, a fadiga visual - aqui temos as queixas apresen tadas pelos trabalhadores cuj a visão é
. muito solicitada, são ' de natureza diver
sa tais como : cefaléias, estado lacrime j ante, sensação de queimaduras e pon tadas nos olhos, etc. Na fadiga mental, vemos em estudos � experiências reali zados êm popul
a
ções submetidas a car gas elevadas de trabalho mental, de monstraram que esse estado provoca di ficuldades na execução do trabalho, além de outras perturbações como : alterações de caráter, agressividade, instabilidade, perturbações do sono, hipersensibilidade a estímulos e perturbações da atividade mental - dificuldades em manter a atenção por muito tempo e restrição progressiva dos campos de interesse.MIELNIK ( 1976) , no capítulo sobre problemas psicoemocionais da, época atual, destacamos o item referente ao . stress e a . saúde e higiene mental. Qual quer alteração no ambiente (interno ou externo ) que requer uma adaptação do organismo, cria o stress. Entre os fatores ligados à especificidade, temos as situa ções individuais preexistentes ao stress e a direção dada pela alteração do am biente para melhor ou pior. O stress, des gaste físico ou emocional prolongado por muito tempo, 'poderá levar o individuo ao colapso, descontrole, doenças físicas (psicossomáticas) ou mentais (neuroses ' e pSicóneuroses) , inca
p
acitando-O para funçõês habituais e cotidianas. Na época atual, as situações citadas acima por Hinkle, estão sendó cada vez mais fre qüentes e atu'am co1 agressão e violên cia sobre a personal
idade humana.enferma-MOURA, C. R. e ColaOradoras - A assstência de enfermagem no planão noturno. eT.
. Bs. t.; DF, 33 : 253-264, 1980.
gem, O qual é fundamental no sistema asistencial de saúde, constitui o gupo mais numeroso das instituições hospita lars e de assisência preventiva e é, quase sempre, o único que cobre as ne cessidades dessas Instituições nas 24 ho ras do dia. e há muio o problema de escassez de profissionais habllltados Para desempenhar as funções de enfer magem nessas instituições vem preocu pando os grupos neressados em prover assistência de saúde adequada à opu ação.
ARO
( 1976) ,
relata sobre o pessoal de enfermagem, que trabalha em clinicas como I, Unidade de Emer
gência, Unidade Op!racional; no seviço noturno são mais vulneráveis à fadiga. s . causas mais freqüentes da fadiga são : posição estática, repouso nadequa do, Jluminação e ventilação deficientes, uído, calor, umidade nadequados, tare · fas desagradáveis, trabalho em ritmo
inadequado, auência de er, fmo ex
cesivo, uso de bebidas alcóolicas" exces so de horas extraordinárias, e outras.
CRVLHO
( 1977)
relata que em , quse odos os paises, no mundo, as condiçe! de trabalho do pessoal de enfer magem, não são satisfaórias. A carên cia de profissionais decorre, entre os se uintes fatores : remuneração inadequa da,· horário de trabalho muito longo, sem períOdOS de descanso.
2 . 2
- Mateial e Métdo2 . 2 . 1
- PpulaçãoForam distribuídos aleaoriamente
26
questionários para os funcionários de . Plantão Notuno, do Hospital selecionado para estudo.
2 . 2 . 1 . 1
- Ppulação amostralDistribuiu-se os questionários da se guinte maneira :
- Clínica NeurOlógica :
2
- Clínica Pediática :
3
- Isolamento :2
- Urologia e ginecologia : 1 - Ortopedia : 1
- CTI : 1
- Clinica Médica :
5
- Clínica Médico-cirúrgica :
5
- Pronto Atendimento (urgência) :3
- Supervisão geral:1
A pesquisa foi realizada numa noite da semana, escolhida aleatoriamente, percorrendo-se todas as unidades acima referidas para a distribuição dos ques tionários.
2 . 2 . 2
- InstrumentoFOi apicado questionário entre os funcionários, no plantão noturno, das diversas clinicas, tanto para atendentes como aux1l1ares.
3 perguntas foram elaboradas ba seando-se nos objetivos da pesquisa os quais são :
1
- Identlflcar alguns fatores notrabalho de pessoal de enfermagem que levam à fadIga e as perguntas são as de número : 1,
2, 3, 7,
8, 9,11, 12.
2
- Detectar fatores que nos revele a deficiência ou insuficiência na assis tência prestada ao paciente no Plantão Noturno, temos s perguntas 6, 10, 11.3
- Verificar a correspondência existente entre o ntmero de funcioná rios nos diversos setores do Hospital de Base e o número de pacIentes atendidos ; relacionar o encontrado com o número ideal de funcionárIos; temos as perun tas 4 e5.
2 . 2 . 3 -
Análise e Discussão dos DadosPara atingir a evidência da hipótese levantada, a presente investigação dii giu-se ·para detectar alguns fatores no trabaho de enfermagem que levam à fadiga, causando a deficiência na
MOA, C. R. e CoaOradoras
-
A sêncla de enfermagem no planio notno. v.Brs. nf. ; DF, 33 : 23-264, 198Q.
tência prestada ao paciente no Pantão Noturno, bem como relacionar o número de funcionários existentes com o número ideal de funcionários, e como isto pode prejudicar o bom atendimento.
Foram tiradas conclusões através de pesquisas bibliográficas e os
questioná-rios.
Na tabela I, "Idenificação de al guns fatores no trabalho da enferma gem que levam à fadiga" verifica-se que há vantagens financeiras em se fazer o Plantão Noturno, que apesar de repou sar aproximadamente 8 horas após o trabalho, o pessoal não se sente bem
fisicamen te. .
Na tabela lI, "Avaliação dos Tipos de Ocupação Exercida Paralelamente às Ati.idades de enfermagem mencionadas pelos funcionários", dos 26 informantes, 42,4 % desempenham paralelamente à função de enfermagem : - atividades domésticas 05,4% ) , estudantes (7,7 % ) , outro hospital ( 11,6 % ) manicure (3,8 % ) , costureira (3,8% ) . Há um consumo mui to grande de energia f1sica, mental e emocional através destes trabalhos ; po dendo ser estes fatores predisponentes para a instalação da fadiga no pessoal.
Na tabela 111, "Avaliação das Razões de trabalho no Plantão Noturno", veri ficamos que 80,8 % trabalha no Plantão Notuno por vontade própria e, 19,2
%
é devido ao rodízio de funcionários. .Na tabela IV, "Avaiação da Opção dos uncionários quanto ao seu períOdO de trabalho" vemos que 80,8% preferem o P. Noturno e, 19,2 % optaram pelo
plan-tão diurno. '
Na tabela V, "Avaliação de fatores que revelam a deficiência na assistência prestada ao paciente no Plantão Notur no", verificamos que 73,1 % nos relatam a ocorrência de acidentes ; 84,6 % sen tem-se bem com a assistência prestada,
100%
consideram ser bem aproveitado o tempo dispensado ao paciente.Na tabela VI, "Avaliação das res postas dos funclonários sobre a
quanti-25.6
dade de
p
essoal", vemos que 76,9% con sideram ser reduzido o número de fun cionários e,69,2%
consider.m que o atendimeno ao paciente é prejudicado pela escassez de funcionáios.Na tabela VII, "Verificação do nú mero de funcionários ideal para cada clinica e o número encontrado no Hos pital de Base", vemos que em clínicas onde os pacientes possuem dependência total ou quase total por parte da en femagem, o que acarreta um maior des gaste, é onde encontramos a escassez de funcionários. Os dados que mais se des-tacaram foram os da Clinica Neuroló gica, com
23
leitos, encontramos2
fun cionários,50
leitos,'6
funcionários, sendo o ideal de12
funcionários.3 - CONCLUõS
3 . 1 - Através da pesquisa, vimos que os funcionários, em relação ao nú mero de pessoal existente, consideram no reduzido, confimando assim uma de nossas hipóU:ses.
.
3 . 2 - Pelo fato dos funcionários
exercerem outras ativi�ades paralels às de enfermagem e outros fatores como a falta de repouso adequado, sOno não re parador no período .diurno, levando a conclusão que, devido ao desgaste mico e emocional prejudicadO - confirmando assim nossa hipótese.
3 . 3 - Com a pesquisa realizada, ob servamos que mais de
50%
consideram que há um aumento no número de aci dentes no plantão notuno o que pre j udica o paciente � confirmando assim nossa hiótese.3 . 4 - Apesar dos funcionáios nio
se sentirem bem com o repouso diurno, há grande escolha pelo P. Notuno de vido a vantagens financeiras.
dimi-MOURA, . C. R. e Colaoradoras - A ssistência de enfrmagem no planA0 notno. ' y, Bs. Enl. ; DF, 33 : 253-264, 190.
nuição pois eles aproveitam bem o tempo destinado a assistência ao paciente. Por tanto nossa hipótese não foi confirmada.
3 . 1 - Com a pesquisa realizada es
perávamos encontrar, entre o número de funcionários existentes e o número ideal,
uma maior diferença; porém, ·sso não foi verificado pois, apenas na clinica e diátrica e neurológica -é que foi encon�. trado uma redução de 50% no número de pessoal, sendo que o restane . está dentro dos padrões normais.
REFERtNCIA BIBLIGRFICA - SEDMAN, Maria Adjutrix - Admins
tração do Serviço de Efermagem -São Paulo, Sociedade Beneflciente São Callo, 1976.
- A VIE, Antoine - Ergonomia - o
Paulo, EDUSP, 1977, p. 47-48.
- MIENK, Isaac - Higiene Mental do
Trabalho - São Pau>, Arts médi cas, 1976, p. 129.
- CARVAHO, A. C. - Recursos Hmans em nfermagem -Rst" Brfldr4
de En!,gem, io . de Jno, 1
( 1) : 70-77, jan./mar." 1975.
-AUO, Myc e olaoradors - c& e aspectos ErgonOmlos no abho
de Efermagem - Riata Brrl
de En!rmlgem - 9(.) : 7-18, out.1
nov./dez., 1976.
- CARVAHO, A. C. - Coiõs de a balho do Pes>al de fermagem _ 61.- Coferêcia da Ogao n tenacional do rabho (Or)
OA, C. R; e ColaOradoras - A aatncia de enfagem no planA0 noturno. n., u. Ef. ; DF, 33 : 23-24, 190.
ESTIONRIO NEXO I
-Nome 1niclaa) .- . . • . . . ' . . . .. . . : •
�dade,: ., . . . Sexo : . . . ' . . . Est. Civil : . . . .
Cargo que ocupa : . . . .. . . " .. ... . . . . Tempo de experiência na área : . . . ' . . . .. . Z alum curso? (ual?) . . ... . . ... . . . ... . . ... . . ... ... ... .. . . . ... . . .. . êUnica; . . . ... . ... . . ... . . .... : . . . ; ... . . " ., .
Número de paciente que atende (cada plantão) : . . . . .
1)
Está contente com a profisão escolhida?sm ( ) não ( )
2) Tem. outras atividades além do trabaho hospitalar?
sim ( ) não ( )
Em caso de resposta afirm.tiva, quantos e quais são os empregos?
. . . .. .
o • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • ••• • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 0 . 0 • • • • • • • • • 3) Qual a razão de você trab.har no plantão noturno?
- vontade própria ( )
- rodz1o de funcIonários ( )
4) Considera que o número de funcionários é reduzido?
sim ( ) não ( )
5) O atendimento ao paciente é prejudicado pela falta de funcionários ? sim C ) não ( )
6) Acontece acidente com os pacientes no Plantão Noturno? (ex. queda de cama, bolsa de água quente, etc.) .
sIm ( ) não ( )
7) Você reousa aprOximadamente 8 horas após o trabaho noturno ? sim ( ) não ( )
8) Há vantagens financeIras em se fazer oPlantão Noturno? sIm ( ) não ( )
9)
Você se sente bem fisicamente dormindo durante o dia? sim ( ) não ( )10)
Você se sente bem com a assistência que prestou ao pacIente durante a noIte? sIm ( ) não ()
1 1 )
Você ut1l1za-se de recursos tecnológIcos aproveitando assIm, bem o tempo destinado ao trabalho na assIstência ao pacIente?sIm ( ) não ( )
12)
Que periodo escolheria para trabalhar?2�8
MOA, O. R. e aados
-
A Bn1a de fgmo n0 nno.?
. f.; DP, 8 : 8-, 10.XO n
Taela I: "Ideniicação de als faos no aho da nfegem, ue ev. . falsa".
Perntas
.liação
.
ds Respostas TotlSm
"
ão
.
Ri�
1-
Sat1sta;ão
26 100-
-
2�
100pela esooha
4a potissão .
7-
Hos
4e 15 57 , 6 11 42 , 4 26 10reposo '
8- Vntpu 20 76 , 9 6
23 .1
26 10tDceaa
do
P.Rot-DO
9- esoao
tísico
11 42 , 4 15 57 . 6 26 10ne : DdS oleads · aravs ds uea1s lll ne I ..
n'ls do pil
-MOURA, C.
R.
e Colaoradoras - A assistência de enf�'magem no planão noturno. Rev.Bras. Ent. ; DF. 33 : 253-264, 1980.
ANEXO IH
Tabela H : "Avaliação dos Tipos
de
Ocupação exercida paralelamente às atividades deenfermagem':.
Tipos
decupações
N2�
méstic.
4
15 , 4
Estudnt e
27 , 7
utro
hospital3
11 , 6
Mnicure 1
3 , 8
costure ira
1
3 , 8
Tot. 11
42 , 3
Fonte : Dados coletados através dos questionários distribuídos entre os funcio nários do Hospital.
MOURA, C. R. e �olaoradoras - A assistênia de enfe;:magem no plantão noturno. ev. Brs. Enf. ; DF, 33 : 253-264, 1980.
ANEXO IV
Tabe�a IH : "Avaliação das Razões de Trabalho no Plantão Notuno".
azões
Vont ade
ROd1zio
, .
nar�os
Tot al
do .Trabalho
,
propri a
de 'nc
io-N º
�
�l
80, 8
5
19 , 2
26
100
-Fonte : Dados coletados através dos questionários distribuídos entre os funcio nários do Hospital.
ANEXO V
Tabela IV : "Avaliação das Opções dos funcionários quanto ao seu período de trabalho".
-
-pções
Nº�
Notrno 21
8 0 , 8
Dino
5
19 , 2
Totàl
26
1 00�- . _.'
=.
Fonte : Dados coletados através dos questionários distribuídos en tre os funcionários do Hospital.
MOURA, C. R. e Colaboradoras - A assistência ce en�ermagem no pIa tão noturno. Rev.
Br.s. Enf. ; DF, 33 : 253-264, 1980.
ANEXO VI
Tabela V: "Avaliação dos fatores que revelam deficiência na assistência pres tada ao paciente no Plantão Noturno" .
.
-Fat ores
Avaliação
Tot lSim
�
Não�
N2o
- Ac i dent es 19 73 , 1 7 2 6 , 9 26 1 00
o om pac ient e s
- Aut oaval ia- 2 2 84 , 6 4 1 5 , 4 26 100
-do cuida-9ao
do
/- Us o adequa- 2 6 1 00 - - 2 6 1 00
•
do do t em p o
Fonte : Dados coleta dos através d o s questionários distribuídos entre o s funcio nários do Hospital.
MOURA, C. R. e Colaoradoras - A assistência de enfermagem no planA0 ntuno. v. Bras. Enr. ; DF, 33 : 253-264, 1980.
NEXO VII
Tabela VI : "Avaliação das respostas dos funcionários sobre a quantidade de pessoal":
- ' .
Pe rgnt as Avaliação ' T otl
Sm
�
ão
�
N2- N
m
ero de 2 0 7 6 , 9 6 23 , 1 26fncionários
reduz ido
- Pac i ent e 18 69 , 2 8 3 0, 8 2 6
pre judicado
pela falt a de
fncioná-rios .
�
100
1 00
Fonte : Dados coletados através dos questionários distribuídos entre os funcio nÍrlos do Hospital.
MOURA, C. R. e Colaordoras - A assistência de enfermagem no plantão noturno. Rev.
Dr,s. Enf.; DF, 33 : 253-264, 1980.
ANEXO VIII
Tabela VII : "Verificação do número de funclonários ideal para cada clínica e o numero encontrado no Hospital de Base" .
. Cl
{
ni
ca.édica
p�diátrica
Nerológica
•édica-ci-
,rgica
CT I
Isolament o
Supervisão
N2 de leitos
2 6
5 0
23
59
10
5
24-3 60
N2 ideal de , fnc i,
.
lar.OS
6
12
5
10
2
1
1
.
N2 de
fn-. ' . .
C.onar.OS
enc ontrados
5
6
. 2
9
2
1
1