Faculdade de Engenharia
Análise de Sistemas
Análise de Sistemas
Realimentados
Realimentados
Sistemas e Sinais – 2009/2010
Faculdade de EngenhariaAnálise de sistemas realimentados
Análise de sistemas realimentados
Álgebra de diagramas de blocosSistemas realimentados
Estabilidade
Faculdade de Engenharia SSin SSin –– 33
Diagramas de blocos
Diagramas de blocos
Sistemas em sérieX
1G
Y
G
2Z
2Z
=
G Y
2Y
=
G X
2 1Z
=
G G X
Sistemas em paraleloX
1G
2G
1Y
Z
2Y
1 1Y
=
G X
2 2Y
=
G X
Z
=
(
G
1+
G
2)
X
1 2Z
= +
Y
Y
Faculdade de EngenhariaDiagramas de blocos
Diagramas de blocos
Sistemas realimentados a entrada de um sistema depende da sua saída
1
Z
=
G Y
2Y
= +
X
G Z
1 1 21
G
Z
X
G G
=
−
X
1G
2G
Y
Z
1 1 2Z
=
G X
+
G G Z
1G
ganho directo 1 2G G
ganho em anelFaculdade de Engenharia
SSin SSin –– 55
Diagramas de blocos
Diagramas de blocos –
– exemplo
exemplo
Os sistemas podem estar interligados de forma arbitrária! Por exemplo…
1
X
4G
2X
Y
5G
1G
G
1G
3 6G
Como se calculam as funções de transferência e ? 1
Y
X
2Y
X
1. Definindo variáveis auxiliares (W1, W2, …) e manipulando as equações até se obterem as relações pretendidas.
1
W
2
W
W
3W
42. Aplicando técnicas sistemáticas! Fórmula de Mason
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Diagramas de blocos
Diagramas de blocos
Algumas definições:Sinais independentesos que não estão definidos à custa de outros
Sinais dependentesos que estão definidos à custa de outros
Ramobloco de interligação entre dois sinais (FT ou somador)
Caminhosucessão de ramos orientados no mesmo sentido
Caminho directocaminho no qual um sinal apenas aparece uma vez
Ganho de um caminhoproduto dos ganhos dos ramos de um caminho
Anelcaminho fechado que começa e acaba no mesmo sinal
Faculdade de Engenharia SSin SSin –– 77
Diagramas de blocos
Diagramas de blocos
Determinante de um diagrama 1, 2, 3, 4,1
L
iL
iL
iL
i∆ = −
∑
+
∑
−
∑
+
∑
−
⋯
1,iL
ganhos em anel 2,iL
produto de ganhos de dois anéis que não se tocam3,i
L
produto de ganhos de três anéis que não se tocamCofactor de um caminho: é o determinante do diagrama de blocos que se obtém retirando todos os ramos e sinais desse caminho
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Diagramas de blocos
Diagramas de blocos
Fórmula de Mason n nT
Y
X
∆
=
∆
∑
T
n ganhos dos caminhos directos de Xpara Ycofactor de Tn n
∆
determinante do diagrama ∆X
4G
Y
Z
5G
1G
G
1G
3 6G
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SSin SSin –– 99
Determinação de ganho
Determinação de ganho –
– exemplo
exemplo
1 X 4 G 2 X Y 5 G 1 G G1 G3 6 G 1 Y X 1,i 1 5 2 6 L = −G G +G G
∑
2,i 1 5 2 6 L = −G G G G∑
1 5 2 6 1 5 2 6 1 G G G G G G G G ∆ = + − − 1 1 2 3 T =G G G ∆ =1 1 2 4 T =G ∆ = −2 1 G G2 6 1 2 3 4 2 6 1 1 5 2 6 1 5 2 6 (1 ) 1 G G G G G G Y X G G G G G G G G + − = + − − 2 Y X 1 3 T =G ∆ = +1 1 G G1 5 3 1 1 2 6 G Y X = −G G Faculdade de EngenhariaSistemas realimentados
Sistemas realimentados
Estrutura geral( )
R s
( )
G s
( )
H s
( )
E s
Y s
( )
R
entrada ou referência( )
G s
função de transferência (ou ganho) em malha abertaE
erroY
saída( )
( )
G s H s
função de transferência (ou ganho) em anel( )
1
( )
( )
G s
G s H s
+
função de transferência (ou ganho) em malha fechada( ) 1
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SSin SSin –– 1111
Sistemas realimentados
Sistemas realimentados –
– estabilidade
estabilidade
Determinante do diagrama:
R s
( )
( )
G s
( )
H s
( )
E s
Y s
( )
aparece nos denominadores das FT
Equação característicado sistema realimentado
1
+
G s H s
( )
( )
=
0
permite determinar os pólos em malha fechada
1
+
G s H s
( ) ( )
( )
( )
( )
g gn
s
G s
d
s
=
( )
( )
( )
h hn s
H s
d
s
=
Se e forem quocientes de polinómios
então a equação característica é também polinomial:
d
g( )
s d
h( )
s
+
d
g( )
s d
h( )
s
=
0
Nota: Para que o sistema realimentado seja estável (entrada limitada – saída limitada) as soluções da equação característica deverão ter partes reais negativas!
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Estabilidade
Estabilidade –
– teste de Hurwitz
teste de Hurwitz
Polinómio característico: 1
1 1 0
( ) n n n n
Q s =a s +a −s− + +⋯ a s+a
Teste de Hurwitz
Para que todas as raízes de Q(s)estejam no SPE é necessário que 1. Q(s)não tenha coeficientes nulos.
2. Todos os coeficientes de Q(s)tenham o mesmo sinal.
Notas
O teste de Hurwitz apenas fornece condições necessárias de estabilidade. Para se obterem condições suficientes terão de se aplicar outros critérios!
Por vezes interessa analisar a estabilidade de um sistema, isto é verificar se as raízes de Q(s)
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SSin SSin –– 1313
Estabilidade
Estabilidade –
– critério de Routh
critério de Routh--Hurwitz
Hurwitz
1 2 3
1 2 3 1 0
( ) n n n n n n n n
Q s =a s +a−s − +a− s − +a−s − + +⋯ a s+a
Critério de Routh-Hurwitz
O número de raízes de Q(s)com parte real positiva é igual ao número de
trocas de sinal dos coeficientes da 1ª coluna da matriz (coluna pivot).
É condição necessária e suficiente para que todas as raízes de Q(s)se situem
no SPE que o teste de Hurwitz seja verificado e que não haja trocas de sinal na coluna pivot. ,1 ,2 ,3 1 1,1 1,2 1,3 2 2,1 2,2 2,3 3 3,1 3,2 1 1,1 0 0,1 n n n n n n n n n n n n n n n s s s s s s − − − − − − − − − − − α α α α α α α α α α α α α ⋯ ⋯ ⋯ ⋯ ⋮ ⋮ ⋮ ,1 , ,2 2, ,3 4, n an n an− n an− α = α = α = … 1,1 1, 1,2 3, 1,3 5, n− an− n− an− n− an− α = α = α = … 1,1 2, 1 2,1 1, 1 , 1,1 , 2, 1, i i j i i j i j i i n n + + + + + + + α ⋅α − α ⋅α α = = − − α … Matriz de Routh Regras de construção Faculdade de Engenharia
Estabilidade
Estabilidade –
– critério de Routh
critério de Routh--Hurwitz
Hurwitz
5 4 3 2
( ) 3 3 5 4
Q s = + +s s s + s + +s
Dos elementos da coluna pivot imediatamente antes e depois do zero, conclui-se que
se estes elementos tiverem o mesmo sinal então
existe um par de raízes no eixo real.
se estes elementos tiverem sinais opostos então
existe uma raiz no SPD.
5 4 3 2 1 0 1 3 5 1 3 4 0 1 ? ? ? ? s s s s s s Aparecimento de um zero na coluna pivot
1.Substitui-se o zero da coluna pivot por e continuam-se os cálculos.
2.No fim determina-se o limite quando de cada um dos elementos da coluna pivot.
0 ε > 0+ ε → 2 5 4 3 2 1 1 4 3 1 3 1 0 1 3 5 1 3 4 1 3 4 4 s s s s s s ε ε − ε+ − ε+ ε − 5 4 3 2 1 0 1 3 5 1 3 4 0 1 4 1 4 s s s s s s −∞ raiz no SPD outra raiz no SPD
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SSin SSin –– 1515
Estabilidade
Estabilidade –
– critério de Routh
critério de Routh--Hurwitz
Hurwitz
5 4 3 2
( ) 5 5 4 4
Q s = + +s s s + s + +s
Se a partir da linha de zeros não houver trocas de sinal na coluna pivot então existem raízes sobre o eixo imaginário. Caso contrário, o número de trocas se sinal indica o número de raízes no SPD. 5 4 3 2 1 0 1 5 4 1 5 4 0 0 ? ? ? ? s s s s s s Aparecimento de uma linha de zeros
(raízes simétricas em relação ao eixo imaginário)
1.Formar o polinómio auxiliar com os coeficientes da linha anterior à linha de zeros.
2.Substituir a linha de zeros pelos coeficientes de e prosseguir os cálculos. ( ) T s '( ) T s 5 4 3 2 1 0 1 5 4 1 5 4 4 10 2.5 4 3.6 4 s s s s s s 2 pares de raízes no eixo imaginário 4 2 ( ) 5 4 T s =s + s + 3 '( ) 4 10 T s = s + s
Nota: Se o grau de T(s)for par e igual a 2mentão hám
pares de raízes simétricas em relação ao eixo imaginário.
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Lugar Geométrico das Raízes
Lugar Geométrico das Raízes –
– LGR
LGR
LGR directo k > 0 1 1 ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) m i i n i i s z N s G s H s D s s p = = − = = −
∏
∏
( )
1
0
( )
N s
k
D s
+
=
( )
R s
( )
G s
( )
H s
( )
Y s
k
Equação característica:1
+
kG s H s
( )
( )
=
0
n≥m[
]
grau N s( ) =m[
]
grauD s( ) =nLugar geométrico das raízes (LGR): localização dos pólos de malha fechada (raízes da equação característica) em função de
k
∈
ℝ
( )
( )
0
D s
+
kN s
=
LGR inverso k < 0
Faculdade de Engenharia SSin SSin –– 1717
LGR
LGR –
– propriedades
propriedades
[
]
[
]
grau D s( ) ≥grau N s( ) ( ) ( )D s +kN s é um polinómio de coeficientes reais
Prop. 1– O número de ramos do LGR é igual ao número de pólos de
G s H s
( )
( )
[
]
[
]
grau D s( )+kN s( ) =grau D s( )
Prop. 2– Os ramos do LGR são linhas contínuas
Prop. 3– O LGR é simétrico em relação ao eixo real
raízes complexas em pares conjugados coeficientes de dependem continuamente de D s( )+kN s( ) k
raízes de polinómios dependem continuamente dos seus coeficientes
( ) 1 ( ) N s D s = −k ( ) ( ) 0 D s +kN s = ( ) ( ) D s k N s = − Faculdade de Engenharia
LGR
LGR –
– propriedades
propriedades
Prop. 4– Um ponto do eixo real pertence ao LGR directo (inverso) se e só se o número de zeros e pólos reais de à sua direita for ímpar (par)
G s H s
( )
( )
Prop. 5– Os ramos do LGR entram ou saem do eixo real nos pontos em que kcomo função real da variável real satinge um máximo ou mínimo local
0, s p q ∈ ∈ ℝ ℂ
(
)
0 0 0 180º se 0º se s p s p s p < ∠ − = > (
)
(
)
(
*)
0 0 s q s q ∠ − −(
(
)
(
* *)
)
0 0 s q s q = ∠ − − 2 0 0 s q = ∠ − = 0 0 0 0 ( ) ( ) ( ) ( ) i i i i z p N s s z s p D s ∈ ∈ ∠ =∑
∠ − −∑
∠ − ℝ ℝ(
0)
180º # de pólos ou zeros reais de ( )G s H s( ) à direita de s
= ⋅
( )
1 (2 1) 180º se 0 2 180º se 0 k l k l k + ⋅ > ∠ − = ⋅ < ( ) 1 ( ) N s D s = −k ( ) ( ) 0 D s +kN s = ( ) ( ) D s k N s = −Faculdade de Engenharia SSin SSin –– 1919
LGR
LGR –
– propriedades
propriedades
0 k→Prop. 6– Os ramos do LGR partem dos pólos de
G s H s
( ) ( )
0 0 ( ) 0 LGR D s → ∀ ∈s k → ∞ 0 0 0 ( ) 0 LGR ( ) N s s D s → ∀ ∈
Prop. 7– Os ramos do LGR dirigem-se para os zeros de ou para o infinito
G s H s
( ) ( )
0 0 ( ) 0 N s → ∨ s → ∞ ( ) 1 ( ) N s D s = −k ( ) ( ) 0 D s +kN s = ( ) ( ) D s k N s = −
Prop. 8– Os ramos que partem de pólos complexos ou se dirigem para zeros complexos são tangentes a semi-rectas com inclinação dada pela expressão seguinte somada de 180º no caso do LGR directo e 0º no caso do LGR inverso.
0 0 0 0 ( ) ( ) i i i i s z s p s z s p ≠ ≠ ∠ − − ∠ −
∑
∑
Faculdade de EngenhariaLGR
LGR –
– propriedades
propriedades
Prop. 9– Quando , n – mramos do LGR tendem para infinito tendo como assímptotas semi-rectas com origem no ponto σe inclinações θdados por
1 0 0 0 1 0 1 0 1 0 0 0 1 1 ( ) ( ) ( ) ( ) n n n n i i i i m m m m i i i i s p s s p D s N s s z s z s − = = − = = − + − = = − − +
∑
∏
∏
∑
⋯ ⋯ k→ ∞ 1 1 n m i i i i p z n m = = − σ = −∑
∑
( ) 1 ( ) N s D s = −k ( ) ( ) 0 D s +kN s = ( ) ( ) D s k N s = − (2 1) 180º se 0 2 180º se 0 l k n m l k n m + ⋅ > − θ = ⋅ < − 1 0 0 1 1 n m n m n m i i i i s− p z s− − = = = − − + ∑
∑
⋯ 1 1 1 0 0 0 1 1 n m i i i i n m p z n m n m n m i i n m i i s = = s p z s − − − − − − = = − = − − + ∑ ∑∑
∑
⋯ n m n m p z − − ∑ ∑ Faculdade de Engenharia
SSin SSin –– 2121
LGR
LGR –
– propriedades
propriedades
Prop. 10– As intersecções do LGR com o eixo imaginário correspondem a soluções da equação característica do tipo .
( ) ( ) ( ) 0
Q s =D s +kN s =
s= ωj
que permitem determinar os pontos de intersecção do LGR com o eixo imaginário e os correspondentes valores do parâmetro k
Quando , a equação característica , pode ser decomposta nas equaçõess= ωj Q s( )=0
Re{ ( )} 0 Im{ ( )} 0 Q j Q j ω = ω =
São importantes pois estão directamente relacionadas com a estabilidade do sistema realimentado.
Também se podem obter aplicando o critério de Routh-Hurwitz.
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LGR
LGR –
– traçado
traçado
As propriedades do LGR podem ser utilizadas para o seu esboço, permitindo determinar
• partes do eixo real pertencentes ao LGR • pontos de entrada ou saída do eixo real
• assímptotas (inclinações e origem), quando
• intersecções com eixo imaginário
• ângulos de partida/chegada a pólos/zeros complexos
( ) ( ) ( ) 0
Q s =D s +kN s =
k→ ∞
Ferramentas computacionais permitem já esboçar LGR
• resolvem automaticamente a equação característica para diferentes valores de k
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SSin SSin –– 2323 N: envolvimentos da origem pelo contorno F(Γ) contados no mesmo sentido de Γ
Z: número de zeros de F(.) no interior do contorno Γ, considerando multiplicidades
P: número de pólos de F(.) no interior do contorno Γ, considerando multiplicidades
Estabilidade
Estabilidade –
– critério de Nyquist
critério de Nyquist
: F ℂ→ℂ Γ Im Re ( ) F Γ Im Re ( ) F⋅ Princípio do argumento: N= −Z P Γ: caminho sobre o qual F(.) é analítica
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N: envolvimentos da origem por 1+F(Γ) = envolvimentos de –1+j0por F(Γ)
Z: número de zeros de 1+F(.) no interior de Γ
P: número de pólos de 1+F(.) no interior de Γ= número de pólos de F(.) no interior de Γ
Estabilidade
Estabilidade –
– critério de Nyquist
critério de Nyquist
: F ℂ→ℂ Γ Im Re 1+ ΓF( ) Im Re 1+ ⋅F( ) N= −Z P
Γ: caminho sobre o qual F(.) é analítica
( )
F Γ Im
Re
1 j0 − +
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SSin SSin –– 2525
N: envolvimentos de –1+j0pelo traçado de Nyquist de G(s)H(s)
Z: número de zeros de 1+G(s)H(s) no SPD = número de pólos de malha fechada no SPD
P: número de pólos de G(s)H(s) no SPD = número de pólos ganho em anel no SPD
Estabilidade
Estabilidade –
– critério de Nyquist
critério de Nyquist
{
}
{
j}
2 2 : j : re− θ:r π π Γ ω −∞ < ω < +∞ ∪ → +∞ ∧ − ≤ θ ≤ ( ) ( ) ( ) F s =G s H s N= −Z P Contorno de Nyquist ( ) F Γ Im Re 1 j0 − + ( ) R s ( ) G s ( ) H s ( ) E s Y s( ) Γ Im Re r traçado de Nyquist de G s H s( ) ( )Para o sistema realimentado ser estável, teremos Z=0,e logo o número de envolvimentos de –1+j0pelo traçado de Nyquist de G(s)H(s) no sentido anti-horário terá de ser igual ao número de pólos G(s)H(s) no SPD.
Faculdade de Engenharia Im Re 0
j
ω
Estabilidade
Estabilidade –
– critério de Nyquist
critério de Nyquist
{
}
{
j}
2 2
: j : re− θ:r π π
Γ ω −∞ < ω < +∞ ∪ → +∞ ∧ − ≤ θ ≤
N= −Z P
Se G(s)H(s) tiver um pólo no eixo imaginário…
( ) R s ( ) G s ( ) H s ( ) E s Y s( )
O critério de estabilidade aplica-se agora ao interior do contorno modificado!
contorno de Nyquist terá de ser alterado!
{
}
{
j}
{
}
0 0 2 2 0
j :ω −∞ < ω < ω − ε ∪ ω + εj eθ:− ≤ θ ≤π π ∪ ω ω + ε < ω < ∞j :
de forma a evitar as singularidades
Γ
0 jω Para um pólo em 0+ ε → comFaculdade de Engenharia
SSin SSin –– 2727
Margem de ganho
Margem de ganho
Margem de ganhodo sistema realimentado
limiar de estabilidade traçado de Nyquist de kG(s)passa em –1+j0
frequência de travessia de fase
( )
G s
é o valor do ganho k>0a introduzir em série com G(s)que coloca o sistema realimentado no limiar de estabilidade
π ω
existe tal que kG( jω = −π) 1
( j ) 180º 1 | ( j ) | G k G π π ∠ ω = − = ω dB 10
MG
= −
20 log
|
G
( j
ω
π) |
Faculdade de EngenhariaMargem de ganho
Margem de ganho –
– determinação
determinação
MG > 0 ( j ) G ω Im Re 1 j0 − + π ω |G( jωπ) | ω ( j ) G ∠ ω dB |G( j ) |ω 0 dB dB MG MG < 0 ( j ) G ω Im Re 1 j0 − + π ω |G( jωπ) | ω ( j ) G ∠ ω dB |G( j ) |ω 0 dB dB MG
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SSin SSin –– 2929
Margem de fase
Margem de fase
Margem de fasedo sistema realimentado
limiar de estabilidade traçado de Nyquist de passa em –1+j0
frequência de travessia de ganho
( )
G s
é o valor do atraso de fase φa introduzir em série com G(s)
que coloca o sistema realimentado no limiar de estabilidade
1
ω
existe tal que e− φjG( jω = −1) 1
1 1 | ( j ) | 1 180º ( j ) G G ω = φ = +∠ ω 1
MF 180º
=
+∠
G
( j
ω
)
j ( ) e− φG s Faculdade de EngenhariaMargem de fase
Margem de fase –
– determinação
determinação
MF > 0 MG < 0 ( j ) G ω Im 1 j0 − + 1 ω MF Re ( j ) G ω Im Re 1 j0 − + MF 1 ω ω ( j ) G ∠ ω dB |G( j ) |ω 0 dB 1 ω ω ω ( j ) G ∠ ω dB |G( j ) |ω 180º − 0 dB 1 ω
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SSin SSin –– 3131
Margens de estabilidade
Margens de estabilidade
MG>0 ou MF>0 o sistema realimentado é estável
As margens de ganho e de fase são medidas de
estabilidade robustaquanto maiores forem estas margens mais poderão variar os parâmetros que definem G(s)mantendo o sistema realimentado estável
( )
G s Se G(s)é de fase mínima então
MG<0 ou MF<0 o sistema realimentado é instável
Na prática estes parâmetros podem não ser conhecidos exactamente, variar com factores não considerados nos modelos (temperatura, …), pelo que estas margens são de grande utilidade prática!
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Realimentação unitária
Realimentação unitária –
– regime permanente
regime permanente
Erro em regime permanente
(
)
(
)
2 1 2 2 1 2 1 ( ) 1 w w m u u K b s b s b s G s s a s a s a s + + + + = + + + + ⋯ ⋯( )
R s
( )
G s
( )
E s
Y s
( )
( ) 1 ( ) 1 ( ) E s R s = +G s 0 0 ( ) lim ( ) lim ( ) lim1 ( ) ss t s s sR s e e t sE s G s →∞ → → = = = + Sistema de tipo m
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SSin SSin –– 3333
Realimentação unitária
Realimentação unitária –
– regime permanente
regime permanente
Erro em regime permanente:
(
)
(
)
2 1 2 2 1 2 1 ( ) 1 w w m u u K b s b s b s G s s a s a s a s + + + + = + + + + ⋯ ⋯ ( ) R s ( ) G s ( ) E s Y s( ) 0 0 1 ( ) 1 1 lim lim 1 ( ) 1 ( ) 1 (0) 1 ss s s p s sR s s e G s G s G K → → ⋅ = = = = + + + + Entrada em degrau: R s( ) 1 s =Constante de erro de posição:
0 lim ( ) p s K G s → =
0
m
=
Kp=K 1 1 ss e K = +1
m
≥
Kp= ∞ ess=0Para que o sistema realimentado apresente (em regime permanente) erro
nulo para entradas em degrau, G(s)deverá ter pelo menos 1 pólo na origem.
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Realimentação unitária
Realimentação unitária –
– regime permanente
regime permanente
Erro em regime permanente:
(
)
(
)
2 1 2 2 1 2 1 ( ) 1 w w m u u K b s b s b s G s s a s a s a s + + + + = + + + + ⋯ ⋯ ( ) R s ( ) G s ( ) E s Y s( ) 2 0 0 0 1 ( ) 1 1lim lim lim
1 ( ) 1 ( ) ( ) ss s s s v s sR s s e G s G s sG s K → → → ⋅ = = = = + + Entrada em rampa: 2 1 ( ) R s s =
Constante de erro de velocidade:
0 lim ( ) v s K sG s → =
0
m
=
Kv=0 ess= ∞2
m
≥
Kp= ∞ ess=0Para que o sistema realimentado apresente (em regime permanente) erro
nulo para entradas em rampa, G(s)deverá ter pelo menos 2 pólos na origem.
1
m
=
Kv=K ess 1K
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SSin SSin –– 3535
Realimentação unitária
Realimentação unitária –
– regime permanente
regime permanente
Erro em regime permanente:
(
)
(
)
2 1 2 2 1 2 1 ( ) 1 w w m u u K b s b s b s G s s a s a s a s + + + + = + + + + ⋯ ⋯ ( ) R s ( ) G s ( ) E s Y s( ) 3 2 0 0 0 1 ( ) 1 1lim lim lim
1 ( ) 1 ( ) ( ) ss s s s a s sR s s e G s G s s G s K → → → ⋅ = = = = + + Entrada em parábola: 3 1 ( ) R s s =
Constante de erro de aceleração: 2
0 lim ( ) a s K s G s → =
0,1
m
=
Ka=0 ess= ∞3
m
≥
Ka= ∞ ess=0Para que o sistema realimentado apresente (em regime permanente) erro nulo
para entradas em parábola, G(s)deverá ter pelo menos 3 pólos na origem.
2
m
=
Ka=K ess 1 K = Faculdade de EngenhariaSeguimento de referências
Seguimento de referências
sistema realimentado estável
( ) ( ) ( ) N s G s D s = ( ) R s ( ) G s ( ) E s Y s( ) 0 0 ( ) ( ) 0 D s +N s ≠ Entrada: 0 1 ( ) ( ) 1 n s t t r t e u t n − = −
Para que o sistema realimentado siga referências com erro nulo em regime permanente, a função de transferência de malha aberta deverá ter como pólos os pólos instáveis da transformada de Laplace da entrada!
0 1 ( ) ( )n R s s s = − 0 Re{ } 0s ≥ Erro: ( ) ( ) 1 ( ) R s E s G s = + 0 ( ) 1 ( ) ( ) ( )n D s N s D s s s = + − lim ( ) 0 t→∞e t = 0 (s−s)n é factor de D s( )