AVALIAC
¸ ˜
AO DO ERRO DA IMPLEMENTAC
¸ ˜
AO
ELETR ˆ
ONICA DE MAPAS DISCRETOS
Bruna Caroline Ferreira Bruno de Paula Ossalin Paiva
GCOM - Grupo de Controle e Modelagem UFSJ - Universidade Federal de S ˜ao Jo ˜ao del-Rei
SBAI
Introduc¸ ˜ao
O objetivo deste projeto ´e a implementac¸ ˜ao de um circuito eletr ˆonico que reproduza o comportamento do mapa log´ıstico. Circuitos como esse, permitem a investigac¸ ˜ao anal ´ogica de mapas discretos, s ˜ao tamb ´em ´uteis em v ´arias aplicac¸ ˜oes, tais como, gerac¸ ˜ao de n ´umeros aleat ´orios e criptografia.
Mapa log´ıstico
O mapa log´ıstico definido por May (1976):
xn+1= rxn(1 − xn) (1)
em que 0 ≤ xn≤ 1 e 0 ≤ r ≤ 4. ´E uma func¸ ˜ao discreta n ˜ao linear
ou func¸ ˜ao recursiva que tem mapas unidimensionais e que possui um diagrama de bifurcac¸ ˜ao baseado no estudo da estabilidade dos seus pontos fixos.
Mapa Log´ıstico
Para evitar erros em pequenas tens ˜oes de sinais:
X= 10.x (2)
Λ = 2,5.λ (3)
onde x ´e a vari ´avel de estado e λ o par ˆametro de controle . Logo,
Xk+1=Λ.Xk(10 − Xk)
25 (4)
Sunnel (2006)
Diagrama de blocos de uma poss´ıvel implementac¸ ˜ao anal ´ogica do mapa log´ıstico:
Figura 1:Diagrama de blocos do circuito. Fonte: Sunnel (2006)
Diagrama de blocos
Figura 2:Diagrama de blocos do circuito. Fonte: Sunnel (2006)
Circuito Eletr ˆonico do Mapa log´ıstico
Figura 3:Circuito subtrator baseado no Amplificador Operacional 741.
Diagrama de blocos
Figura 4:Diagrama de blocos do circuito. Fonte: Sunnel (2006)
Circuito Eletr ˆonico do Mapa log´ıstico
Figura 5:Primeiro circuito multiplicador AD633AR.
Diagrama de blocos
Figura 6:Diagrama de blocos do circuito. Fonte: Sunnel (2006)
Circuito Eletr ˆonico do Mapa log´ıstico
Figura 7:Circuito amplificador de ganho 4 baseado no Amplificador Operacional 741.
Diagrama de blocos
Figura 8:Diagrama de blocos do circuito. Fonte: Sunnel (2006)
Circuito Eletr ˆonico do Mapa log´ıstico
Figura 9:Segundo circuito multiplicador AD633AR.
Resultados
Regi ˜oes 1 2 3 4 5 6 Λ (Circuito) 3,750 5,000 6,250 7,5 7,750 8,000 X0(circuito) 6,667 5,370 4,000 3,3329 3,200 3,100 λ (real) 1,5 2 2,5 3 3,1 3,2 x0 (real) 0,6666 0,5 0,4 0,3333 0,3225 0,3125 X1(circuito) 3,36 5,006 6,038 6,71 6,791 6,891 x1 (real) 0,3333 0,5000 0,6000 0,6666 0,6791 0,6875 Erro (%) 0,8 0,12 0,63 0,65 0,25 0,23Tabela 1:Resultados das simulac¸ ˜oes feitas no circuito e comparativo com os resultados anal´ıticos. x0=λ1
Resultados
Regi ˜oes 1 2 3 4 5 6 Λ (Circuito) 3,750 5,000 6,250 7,5 7,750 8,000 X1(circuito) 3,36 5,006 6,0380 6,71 6,791 6,891 λ (real) 1,5 2 2,5 3 3,1 3,2 x1 (real) 0,3333 0,5000 0,6000 0,6666 0,6774 0,6875 X2(circuito) NC NC NC NC 6,802 6,903 x2 (real) 0,3333 0,5000 0,6000 0,6666 0,6774 0,6875 Erro (%) - - - - 0,41 0,41Tabela 2:Resultados das simulac¸ ˜oes feitas no circuito e comparativo com os resultados anal´ıticos. x0= x1
Agradecimentos
Aos presentes,
CAPES, CNPq/INERGE, FAPEMIG e `a Universidade Federal de S ˜ao Jo ˜ao del-Rei pelo apoio.
Contato:
Construc¸ ˜ao de modelos afins por partes por meio
de t ´ecnicas de classificac¸ ˜ao e m´ınimos quadrados
ponderados
Orientador Prof. Gleison Fransoares Vasconcelos Amaral Aluna Carolina Ferreira Dutra de Resende
GCOM - Grupo de Controle e Modelagem UFSJ - Universidade Federal de S ˜ao Jo ˜ao del-Rei
Evento 7 de marc¸o de 2017
Introduc¸ ˜ao
Sistemas f´ısicos s ˜ao intrinsecamente n ˜ao-lineares .
Todo sistema possui uma limitac¸ ˜ao f´ısica e matem ´atica que o conduz `a n ˜ao-linearidade.
Modelos lineares de sistemas f´ısicos podem ser obtidos por meio de linearizac¸ ˜oes em torno de pontos de operac¸ ˜ao.
Modelos n ˜ao-lineares: modelos globais e modelos com estrutura por partes.
Modelos com estrutura por partes.
Estimac¸ ˜ao de par ˆametros e n ´umeros de submodelos locais. T ´ecnicas de classificac¸ ˜ao e m´ınimos quadrados ponderados.
Objetivos
Pesquisar, estudar e selecionar pacotes computacionais Escolher e definir informac¸ ˜oes din ˆamicas relevantes Construc¸ ˜ao de modelos afins por partes
Comparac¸ ˜ao dos resultados (transic¸ ˜ao suave e transic¸ ˜ao brusca)
Metodologia
Sistemas-teste Sistema de Chua
Sistema de R ¨ossler Modelos afins por partes Linearizac¸ ˜ao e classificac¸ ˜ao M´ınimos quadrados ponderados Validac¸ ˜ao dos modelos obtidos
Plano de trabalho
1oetapa:Revis ˜ao bibliogr ´afica
Caracterizac¸ ˜ao de sistemas ca ´oticos Obtenc¸ ˜ao de mapas de primeiro retorno Obtenc¸ ˜ao do maior expoente de Lyapunov
Caracterizac¸ ˜ao dos sistemas de Chua e de R ¨ossler
2oetapa:Modelos afins por partes para os sistemas de Chua e
R ¨ossler
M ´etodo de classificac¸ ˜ao mais adequado
T ´ecnicas de classificac¸ ˜ao combinada com m´ınimos quadrados ponderados
Disponibilidade de recursos existentes
Recurso computacional: Matlab
Agradecimentos
Aos presentes,
CAPES, CNPq/INERGE, FAPEMIG e `a Universidade Federal de S ˜ao Jo ˜ao del-Rei pelo apoio.
Ao orientador Gleison Fransoares Vasconcelos Amaral
Contato:
An ´alise Intervalar no Modelo Baseado em
Indiv´ıduos via Simulac¸ ˜ao Monte Carlo
Denise Fonseca Resende
GCOM - Grupo de Controle e Modelagem UFSJ - Universidade Federal de S ˜ao Jo ˜ao del-Rei
Semin ´ario 07 de marc¸o de 2017
Introduc¸ ˜ao
Sistema Complexo ´e um conjunto de partes conectadas.
Epidemia ´e um sistema complexo1.
Sistema epidemiol ´ogico e sua import ˆancia.
Figura 1:Combate ao Aedes aegypti.
1Epidemia ´e a alterac¸ ˜ao de uma ou mais caracter´ısticas em um n ´umero significativo de indiv´ıduos de uma populac¸ ˜ao.
Sistemas Epidemiol ´ogicos
Epidemiologia Matem ´atica2.
Pass´ıveis de se entender, modelar e controlar. Classificac¸ ˜ao dos indiv´ıduos em estados.
Modelos SIR (Suscet´ıvel, Infectado e Recuperado) e MBI (Modelo Baseado em Indiv´ıduos).
2E o estudo das causas, din ˆamica e controle dos efeitos nocivos provocados por´ parasitas (por exemplo, v´ırus, bact ´erias, v´ırus de computador) a uma comunidade (por exemplo, de seres humanos, de animais, ou um conjunto de computadores).
An ´alise Intervalar
Limitac¸ ˜oes f´ısicas no computador.
Erros de arredondamentos devido a func¸ ˜oes recursivas levam a resultados duvidosos.
Norma IEEE 7543 ´e uma aproximac¸ ˜ao dos n ´umeros reais.
Norma IEEE de aritm ´etica intervalar, representac¸ ˜ao de n ´umeros em intervalos4.
3Institute of Electrical and Electronic Engineering - IEEE (2008). IEEE Std 754-2008, Standard for Floating-Point Arithmetic, IEEE.
4Institute of Electrical and Electronic Engineering - IEEE (2015). IEEE Standard for Interval Arithmetic, IEEE.
Modelo Baseado em Indiv´ıduos
MBI com caracter´ısticas do modelo SIR:
Suscept´ıveis (S): indiv´ıduos que podem contrair a doenc¸a. Infectados (I): indiv´ıduos que podem transmitir a doenc¸a. Recuperados (R): indiv´ıduos que se recuperaram da doenc¸a e n ˜ao est ˜ao sujeitos a nova contaminac¸ ˜ao.
Premissas Epidemiol ´ogicas MBI:
1 Populac¸ ˜ao constante – d = µ;
2 Caracter´ısticas do indiv´ıduo – n caracter´ısticas;
3 Categoria do indiv´ıduo – 0,1 e 2;
4 Distribuic¸ ˜ao estat´ıstica – Exponencial;
5 Processo de infecc¸ ˜ao – Contato;
6 Mudanc¸a de categoria:
0,1,2 → 0 (Morte); 0 → 1; 1 → 2; 0 → 2.
Representac¸ ˜ao Matem ´atica do MBI
Um indiv´ıduo ´e representado por:
Im,t= [C1, C2, C3,...,Cn] (1)
Cncaracter´ıstica do indiv´ıduo.
A populac¸ ˜ao ´e representada por:
Pt= [I1,t I2,t I3,t ... Im,t]T (2)
Im,t ´e um indiv´ıduo no instante t.
P ´e uma matriz m x n.
O MBI foi Simulado 400 vezes (Monte Carlo).
Figura 2:Modelo Baseado em Indiv´ıduos com o β Intervalar.
Pr ´oximos Passos
Todos os par ˆametros intervalares; β , γ e µ ;
β sazonal;
Variac¸ ˜oes do SIR;
Agradecimentos
Aos presentes,
CAPES, CNPq/INERGE, FAPEMIG e `a Universidade Federal de S ˜ao Jo ˜ao del-Rei pelo apoio.
Contato:
Determinac¸ ˜ao de Estruturas de Redes Neurais
Greiciely Aparecida dos Santos
GCOM - Grupo de Controle e Modelagem UFSJ - Universidade Federal de S ˜ao Jo ˜ao del-Rei
Introduc¸ ˜ao
Sistemas din ˆamicos n ˜ao-lineares. Identificac¸ ˜ao de sistemas.
Redes Neurais (Perceptron de Multicamadas).
Figura 1:Rede PMC com din ˆamica externa.
Objetivo
Determinar estruturas de redes neurais a partir de dados, dentro do contexto de identificac¸ ˜ao de sistemas din ˆamicos n ˜ao-lineares.
Metodologia
Narendra, K. S. e Parthasarathy, K. (1990) Estrutura 1:
y(k + 1) = Σn−1i=0αiy(k − i) + g[u(k), u(k − 1), · · · , u(k − m + 1)] (1)
Estrutura 2:
y(k + 1) = f [y(k), y(k − 1), · · · , y(k − n + 1)] + Σm−1i=0 βiu(k − i) (2)
Metodologia
Estrutura 3:
y(k + 1) = f [y(k), y(k − 1), · · · , y(k − n + 1)]+
g[u(k), u(k − 1), · · · , u(k − m + 1)] (3)
Estrutura 4:
y(k + 1) = f [y(k), y(k − 1), · · · , y(k − n + 1);
u(k), u(k − 1), · · · , u(k − m + 1)] (4)
Toolbox ”Neural network based system identification” (Norgaard, 1997)
Metodologia
Sistemas Testes
Sistema 1:
y(k + 1) = 0,3y(k) + 0,6y(k − 1) + 0,6sin(πu) + 0,3sin(πu)+
0,1sin(5πu) (5)
Sistema 2:
y(k + 1) = y(k)y(k + 1)[y(k) + 2,5]
1 + y(k)2+ y(k − 1)2 + u(k) (6)
Metodologia
Sistema 3: y(k + 1) = y(k) 1 + y(k)2+ u 3(k) (7) Sistema 4:y(k + 1) = y(k)y(k − 1)y(k − 2)u(k − 1)[y(k − 2) − 1] + u(k) 1 + y(k − 2)2+ y(k − 1)2
(8)
Metodologia
Sistema 5: Oscilador de Duffing-Ueda
Figura 2:Circuito do oscilador de Duffing-Ueda.
¨y + 0,1˙y + y3= u (9)
An ´alise
Projeto de sinais de entrada. Ru´ıdo.
Agradecimentos
Aos presentes,
GCOM e `a Universidade Federal de S ˜ao Jo ˜ao del-Rei pelo apoio.
Contato:
,
C ´alculo do expoente de Lyapunov a partir de um
experimento magnetoel ´astico
H ´elder Gasparino Mattos Filho
GCOM - Grupo de Controle e Modelagem UFSJ - Universidade Federal de S ˜ao Jo ˜ao del-Rei
Semin ´ario GCOM 7 de marc¸o de 2017
Introuc¸ ˜ao
Expoentes de Lyapunov s ˜ao uma ferramenta para detectar o caos e mensurar o qu ˜ao um sistema diverge, caso seja ca ´otico.
Sistemas ca ´oticos evoluem no tempo com comportamento aperi ´odico, tem alta depend ˆencia do seu estado atual e mudanc¸as abruptas de comportamento.
O experimento magnetoel ´astico foi proposto por Moon e Holmes, autores do artigo ’A Strange Magnetoelastic Attractor”
Objetivos
Calcular e encontrar o expoente positivo de Lyapunov, constatando o sistema como ca ´otico.
Construir o experimento magnetoelastico feito por Moon e Holmes.
Analisar e comparar os resultados encontrados a partir das simulac¸ ˜oes e c ´alculos do expoente, com o sistema din ˆamico presente no experimento constru´ıdo.
Expoente de Lyapunov
Feito a partir de simulac¸ ˜oes computacionais, que esbarra na limitac¸ ˜ao de representac¸ ˜ao num ´erica nos computadores.
Simulac¸ ˜oes de sistemas din ˆamicos feitas sem o devido cuidado, podem mostrar resultados que nao condizem com o real
comportamento do mesmo.
Torna-se ent ˜ao necess ´ario a atenc¸ ˜ao com os erros de simulac¸ ˜ao, como os de arredondamento.
Expoente de Lyapunov
A partir dos problemas de simulac¸ ˜ao, Nepomuceno e Martins propuseram o conceito do limite inferior do erro. Seguindo o mesmo, as simulac¸ ˜oes podem atingir um nivel de precis ˜ao elevado.
Com o conceito do limite inferior do erro, foi possivel aperfeic¸oar o c ´alculo do maior expoente de Lyapunov.
M ´etodo utilizado no projeto ser ´a o encontrado no artigo de Mendes e Nepomuceno ’A very simple method to calculate the (positive) Largest Lyapunov Exponent using interval extensions’.
Expoente de Lyapunov
Para o c ´alculo dos expoentes a partir do modelo proposto por Nepomuceno, s ˜ao necess ´arias as equac¸ ˜oes din ˆamicas do sistema. Essas ser ˜ao retiradas diretamente do artigo de Moon e Holmes, para garantir a modelagem correta do sistema din ˆamico. As equac¸ ˜oes que regem o sistema din ˆamico do experimento foram encontradas a partir de t ´ecnicas e teoremas avanc¸ados, explic ´a-las e utiliz ´a-las para encontrar as equac¸ ˜oes dinamicas foge do escopo do projeto.
Experimento Magnetoesl ´astico
O experimento consiste em uma haste de ferro fixada entre dois im ˜as permanentes por meio de um brac¸o que mantem a mesma centrada e equidistante em relac¸ ˜ao aos im ˜as. O efeito dos campos magn ´eticos na haste de ferro provocam o movimento no mesmo eixo que est ˜ao os im ˜as.
Para a construc¸ ˜ao do experimento, pretende-se seguir o modelo feito por Moon e Holmes em, ’A Megnetoelastic strange attractor’, para garantir que as equac¸ ˜oes que ser ˜ao utilizadas no c ´alculo do maior expoente de Lyapunov descrevem o sistema.
Experimento Magnetoel ´astico
Figura 1 - Representc¸ ˜ao do experimento magnetoelastico de Moon e Holmes
Conclus ˜ao
Com a construc¸ ˜ao do experimento, ser ´a poss´ıvel ’visualizar’ o caos.
O expoente positivo de Lyapunov que pretende sser encontrado, confirmar ´a o sistema din ˆamico que modela o experimento como ca ´otico.
Pode se assim trac¸ar o paralelo entre o que foi constru´ıdo e o que foi calculado/simulado.
Validac¸ ˜ao de Modelos NARX polinomiais aplicada a
Sistemas com Histerese
Igor Carlini Silva Samir Angelo Milani Martins
GCOM - Grupo de Controle e Modelagem UFSJ - Universidade Federal de S ˜ao Jo ˜ao del-Rei
Semin ´ario do GCOM 07 de marc¸o de 2017
Introduc¸ ˜ao
Histerese apresenta um comportamento quase est ´atico; Mec ˆanica dos s ´olidos, motores el ´etricos, sistemas biom ´edicos, atuadores, sensores, biologia, ecologia e psicologia;
Persist ˆencia de uma lac¸o entrada-sa´ıda; Sinal de excitac¸ ˜ao peri ´odico;
Problemas em modelagem matem ´atica e controle de sistemas.
Introduc¸ ˜ao
Modelagem caixa-cinza: conhecimento f´ısico do processo e dados obtidos.
Estrutura limitante de pontos de equil´ıbrio1.
¯y(φ ) =
Σφ+Σ0
1−Σy−Σyφ, para φ = 1 carga
−Σφ+Σ0
1−Σy+Σyφ, para φ = −1 descarga
!
(1)
y(k) = 0,9yk−1+ 0,5φk−1 (2)
1Martins, S.A.M., Modelos Auto regressivos para Representac¸ ˜ao de Sistemas com Histerese,UFMG,2016
Estrutura Limitante de pontos de Equil´ıbrio
(a) Histerese w = 1. (b) Histerese w = 0,1.
Figura 1:Variac¸ ˜ao da frequ ˆencia na simulac¸ ˜ao da histerese.
IEEE 754
Arredondamento para baixo: round(x−) = x−
Arredondamento para cima: round(x+) = x+
Arredondamento para o mais pr ´oximo: round(x) serve tanto para x− ou x+
Modelo de Bouc-Wen
y(k) = 0,8536yk−1+ 0,0388u3k−1+ 0,6143u2k−1u1k−1 (3)
−0,4407u3k−1u2k−1yk−1
y = forc¸a u1 = tens ˜ao u2 = velocidade u3 = multi func¸ ˜ao
IEEE 754
Tabela 1:Pontos flutuantes do modelo Bouc-Wen.
It ∞ 0,5 −∞ 1 2,518940000000001 2,518940000000000 2,518940000000000 2 1,812093497582756 1,812093497582757 1,812093497582756 3 2,146677092338126 2,146677092338125 2,146677092338124 4 1,995039778986962 1,995039778986961 1,995039778986961 5 2,068822614947903 2,068822614947903 2,068822614947902 6 2,038575000894518 2,038575000894518 2,038575000894517
IEEE 754
Figura 2:Modelo de Bouc-Wen.
Proposta
Propor um m ´etodo de validac¸ ˜ao para modelos quase est ´aticos fazendo uso do conceito de estrutura limitante de pontos de equil´ıbrio. Al ´em de utilizar aspectos previstos na norma IEEE 754.
Agradecimentos
Aos presentes,
CAPES, CNPq/INERGE, FAPEMIG e `a Universidade Federal de S ˜ao Jo ˜ao del-Rei pelo apoio.
Contato:
Topologias para construc¸ ˜ao do Circuito de Chua:
Uma an ´alise da construc¸ ˜ao do indutor e diodo de
Chua
Lucas Giovani Nardo Erivelton Geraldo Nepomuceno
GCOM - Grupo de Controle e Modelagem UFSJ - Universidade Federal de S ˜ao Jo ˜ao del-Rei
Introduc¸ ˜ao
O circuito desenvolvido por Leon O. Chua, exibe comportamento n ˜ao linear, e foi desenvolvido com o prop ´osito de simular os mais diversos comportamentos ca ´oticos.
O Circuito de Chua ´e constitu´ıdo por componentes lineares, `a excec¸ ˜ao do diodo de Chua.
Figura 1:Esquema do Circuito de Chua.
Introduc¸ ˜ao
As equac¸ ˜oes (1) descrevem o Circuito de Chua.
C1 dvC1 dt = vC2− vC1 R − id(v1) C2 dvC2 dt = vC1− vC2 R + iL (1) LdiL dt = −vC2,
Conceitos Preliminares
A corrente do diodo de Chua id ´e regido pelas seguintes
equac¸ ˜oes, id(v1) = m0v1+ Bp(m0− m1) v1< −Bp m1v1 |v1| ≤ BP m0v1+ Bp(m1− m0) v1> Bp
em que Bp, m0e m1s ˜ao o ponto de quebra e as inclinac¸ ˜oes,
respectivamente, da func¸ ˜ao linear por partes.
Figura 2:Esquema do Circuito de Chua.
Conceitos Preliminares
H ´a diversas formas de simular o Circuito de Chua.
Podendo gerar diferentes topologias.
Diodo de Chua
O diodo de Chua pode ser implementado de maneira proposta por Matsumoto.
Figura 3:Topologia proposta por Matsumoto para o diodo de Chua
Diodo de Chua
Outra forma de simular o diodo de Chua ´e o proposto por Kennedy.
Figura 4:Topologia proposta por Kennedy para o diodo de Chua
Indutor
Al ´em de estudar o circuito com o indutor montado de maneira tradicional, ´e poss´ıvel simular um indutor a partir da ponte de Antoniot.
Figura 5:Indutor simulado a partir de amplificadores operacionais.
Alguns Resultados
Atrator Duplo.
Figura 6:Comportamento obtido para R = 1600Ω
Alguns Resultados
Tens ˜ao no diodo de Chua X tempo mostrando a natureza aperi ´odica do sistema.
Figura 7:Comportamento ca ´otico obtido para R = 1600Ω e diodo de Matsumoto.
Alguns Resultados
Tens ˜ao no diodo de Chua X tempo mostrando a natureza aperi ´odica do sistema para o diodo proposto por Kennedy.
Figura 8:Comportamento ca ´otico obtido para R = 1600Ω e diodo de Kennedy.
Objetivos para a IC
Medir o expoente de Lyapunov a partir do m ´etodo de Wolf et al.1
para cada topologia.
A partir do m ´etodo de Mendes e Nepomuceno2, com duas
medidas da tens ˜ao no diodo de Chua para a mesma condic¸ ˜ao inicial, espera-se que fatores externos influenciem na resposta final, obtendo o expoente de Lyapunov do sistema.
1Wolf, Alan, et al. ”Determining Lyapunov exponents from a time series.”Physica D: Nonlinear Phenomena 16.3 (1985): 285-317.
2Mendes, Eduardo MAM, and Erivelton G. Nepomuceno. ”A Very Simple Method to Calculate the (Positive) Largest Lyapunov Exponent Using Interval
Extensions.”International Journal of Bifurcation and Chaos 26.13 (2016): 1650226.
Agradecimentos
As ag ˆencias financiadoras CAPES, FAPEMIG, CNPq.
A Universidade Federal de S ˜ao Jo ˜ao del-Rei.
Aos presentes.
Uma avaliac¸ ˜ao rigorosa da intermit ˆencia no mapa
log´ıstico por meio do limite inferior do erro
Erivelton Geraldo Nepomuceno Marcella N. Resende de Oliveira
GCOM - Grupo de Controle e Modelagem UFSJ - Universidade Federal de S ˜ao Jo ˜ao del-Rei
DINCON 07 de marc¸o de 2017
Introduc¸ ˜ao
Intermit ˆencia
Prop ´osito: Determinar exist ˆencia ou inexist ˆencia de intermit ˆencia com a precis ˜ao computacional utilizada e at ´e quantas iterac¸ ˜oes isso ocorre.
Conceitos preliminares
Mapa log´ıstico
xn+1= rxn(1 − xn) (1)
Ponto fixo Teorema
Se f (x∗) = x∗, ent ˜ao x∗ ´e um ponto fixo de f (x).
Lower Bound Error Teorema
Sejam duas pseudo- ´orbitas ˆxa,n e ˆxb,nderivadas de duas extens ˜oes
intervalares.
δα ,n=
|ˆxa,n− ˆxb,n|
2 (2)
´e o limite inferior do erro do mapa f (x) quando δa,n≥ δα ,nou δb,n≥ δα ,n.
Metodologia
1 Determinac¸ ˜ao das extens ˜oes intervalares;
x(k + 1) = r · x(k) − r · (x(k))2 (3)
y(k + 1) = r · y(k) · (1 − y(k)) (4)
2 Determinac¸ ˜ao do conjunto de par ˆametros r e condic¸ ˜oes iniciais a
serem avaliados. Neste caso ser ´a utilizado o par ˆametro r= 3,8283 e quatro condic¸ ˜oes iniciais diferentes x01= 0,3,
x02= 1/r, x03= 300/341 e x04= 1904/6365;
3 C ´alculo do lower bound error:
δα ,n=
|ˆxa,n− ˆxb,n|
2 ;
4 An ´alise qualitativa das duas pseudo- ´orbitas; 5 C ´alculo do tempo m ´aximo de simulac¸ ˜ao.
Resultados
Figura 1:Simulac¸ ˜ao de (1), com r = 3,8283 e x0= 0,3.
Figura 2:Evoluc¸ ˜ao do erro da simulac¸ ˜ao de (1), com r = 3,8283 e x0= 0,3.
Resultados
Figura 3:Simulac¸ ˜ao de (1), com r = 3,8283 e x0= 1/r.
Figura 4:Evoluc¸ ˜ao do erro da simulac¸ ˜ao de (1), com r = 3,8283 e x0= 1/r.
Resultados
Figura 5:Simulac¸ ˜ao de (1), com r = 3,8283 e x0= 300/341.
Figura 6:Evoluc¸ ˜ao do erro da simulac¸ ˜ao de (1), com r = 3,8283 e x0= 300/341.
Resultados
Figura 7:Simulac¸ ˜ao de (1), com r = 3,8283 e x0= 1904/6365.
Figura 8:Evoluc¸ ˜ao do erro da simulac¸ ˜ao de (1), com r = 3,8283 e x0= 1904/6365.
Tempo m ´aximo de simulac¸ ˜ao
Tabela 1:Tempo m ´aximo de simulac¸ ˜ao em que o fen ˆomeno da intermit ˆencia pode ser observado.
x0 n
0,3 240
1/r entre 80 e 200
300/341 60
1904/6365 70
Conclus ˜ao
O comportamento intermitente ´e dependente de x0;
Ele se apresenta de diferentes formas quando a condic¸ ˜ao inicial ´e modificada;
Apresenta-se na forma de erro num ´erico ou inconsist ˆencia matem ´atica quando a intersec¸ ˜ao entre os intervalos de iterac¸ ˜oes consecutivas ´e diferente de conjunto vazio, ou seja, n ˜ao ´e
poss´ıvel afirmar que s ˜ao resultados diferentes;
Uma vez que a simulac¸ ˜ao de equac¸ ˜oes matem ´aticas equivalentes gera resultados alternadamente laminares e ca ´oticos, a
confiabilidade da simulac¸ ˜ao ´e afetada.
Agradecimentos
Agradecemos ao CNPq/INERGE, `a Universidade Federal de S ˜ao Jo ˜ao del-Rei e aos membros do Grupo de Controle e Modelagem (GCOM) pelo apoio.
Contato:
Representac¸ ˜oes da Aritm ´etica Intervalar
M ´arcia Luciana da Costa Peixoto Erivelton Geraldo Nepomuceno
GCOM - Grupo de Controle e Modelagem UFSJ - Universidade Federal de S ˜ao Jo ˜ao del-Rei
Introduc¸ ˜ao
Simulac¸ ˜oes Num ´ericas; Imprecis ˜oes Num ´ericas; Aritm ´etica Intervalar;
Reduc¸ ˜ao da largura do intervalo.
Aritm ´etica Intervalar
Um intervalo pode ser definido como: X= [X, X].
As operac¸ ˜oes intervalares s ˜ao definidas como:
X+ Y = [X + Y, X + Y], (1)
X− Y = [X − Y, X − Y], (2)
X· Y = [min (S), max (S)], (3)
onde S ´e o conjunto {XY,XY, XY, XY}. Se Y n ˜ao cont ´em o n ´umero zero, ent ˜ao o quociente X/Y ´e dado por
X/Y = X · (1/Y), (4)
onde 1/Y = [1/Y,1/Y].
Aritm ´etica Intervalar
Exemplo
Seja as seguintes extens ˜oes intervalares:
G(X) = rX(1 − X) (5)
L(X) = rX− rX2. (6)
Se r = 3.5 e X = [0.1,0.25], ent ˜ao tem-se:
G([0.1,0.25]) = 3.5[0.1,0.25](1 − [0.1,0.25])
= [0.2625,0.7875],
L([0.1,0.25]) = 3.5[0.1,0.25] − 3.5([0.1,0.25]2)
= [0.1312,0.8400].
Aritm ´etica Intervalar
Um intervalo pode ser obtido equivalentemente pelo seu raio e ponto m ´edio:
mid(X) =X+ X
2 ,
r(X) =X− X
2 .
As operac¸ ˜oes intervalares de adic¸ ˜ao, subtrac¸ ˜ao s ˜ao definidas como:
X+ Y = [Xm+ Ym, Xr+ Yr], (7)
X− Y = [Xm− Ym, Xr− Yr]. (8)
Forma do Valor M ´edio
Seja uma func¸ ˜ao f (z) sobre um intervalo X, detonado como f (X), a forma do valor m ´edio1 ´e dada por:
fm(X) = f (y) + f0(X)(X − y), (9)
onde y ∈ X, sendo seu ponto m ´edio.
1Moore, R. E. and Moore, R. E. (1979). Methods and appli-cations of interval analysis, volume 2. SIAM.
Forma do Valor M ´edio: Mapa Log´ıstico
O mapa Log´ıstico descrito por May2, ´e dado por:
xn+1= r · xn· (1 − xn) n≥ 0. (10)
Aplicando a forma do valor m ´edio3em 10, tem-se:
Xn+l= r · (yn(1 − yn) + (1 − 2Xn) · (Xn− yn)), (11)
onde Xn ´e o intervalo e xn,
e yn ´e o ponto m ´edio de Xn.
2May, R. M. (1976). Simple mathematical models with verycomplicated dynamics. Nature, 261(5560):459–67.
3Lohner, R. J. (1993). Interval arithmetic in staggered cor-rection format. Scientific Computing with Automatic Result Verification,volume 189 of Mathematics in Science and Engineering,pages 301 – 321. Elsevier.
Forma do Valor M ´edio: Mapa Log´ıstico
0 5 10 15 20 25 30 35 −1000 −800 −600 −400 −200 0 200 400 600 800 n X n+1 (a) 0 5 10 15 20 25 30 35 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 0.7 0.8 0.9 1 n X n+1 (b)Figura 1: Simulac¸ ˜ao do Mapa Log´ıstico por meio do Intlab 5, com x 0= 0.6
e r = 3.6. (a) Simulac¸ ˜ao de acordo com a Equac¸ ˜ao (10). (b) Simulac¸ ˜ao de acordo com a forma do valor m ´edio, apresentada em (11).
4Rump, S. (1999). INTLAB - INTerval LABoratory. InCsendes, T., editor, Develop-ments in Reliable Computing,pages 77–104. Kluwer Academic Publishers, Dordrecht.
5Rump, S. (1999). INTLAB - INTerval LABoratory. InCsendes, T., editor, Develop-ments in Reliable Computing,pages 77–104. Kluwer Academic Publishers, Dordrecht.
Objetivo
Compreender como a forma de escrever as Equac¸ ˜oes interferem no armazenamento;
E, como ´e poss´ıvel obter um intervalo menor e mais confi ´avel por meio de como s ˜ao armazenados os intervalos.
Agradecimentos
Aos presentes,
CAPES, CNPq/INERGE, FAPEMIG e `a Universidade Federal de S ˜ao Jo ˜ao del-Rei pelo apoio.
Contato:
Note on improvement precision of recursive function
simulation in floating point standard
Silva, M.R. Nepomuceno, E.G.
Martins, S.A.M.
GCOM - Grupo de Controle e Modelagem UFSJ - Universidade Federal de S ˜ao Jo ˜ao del-Rei
Semin ´ario GCOM 07 de marc¸o de 2017
Introduc¸ ˜ao
Implementac¸ ˜ao de func¸ ˜oes matem ´aticas em hardware; Limitac¸ ˜ao de algoritmos;
Sistemas din ˆamicos de comportamento ca ´otico; Erros e ru´ıdo em simulac¸ ˜oes.
Introduc¸ ˜ao
Ideia do artigo:
Considerando que os erros de arredondamento s ˜ao uniformemente distribu´ıdos, apresentamos a base necess ´aria a compreens ˜ao das diretrizes do algoritmo, de um m ´etodo, que melhora a precis ˜ao da simulac¸ ˜ao computacional de func¸ ˜oes recursivas. Para provar a efici ˆencia da estrat ´egia proposta, trazemos exemplos do caso do mapa log´ıstico.
Fundamentac¸ ˜ao
Definic¸ ˜ao 1: Uma orbita ´e uma sequ ˆencia de valores de um mapa,
representada por
xn= [x0,x1,...,xn].
Definic¸ ˜ao 2: Seja i ∈ N representa uma pseudo- ´orbita, isto pode ser
definido por uma condic¸ ˜ao inicial e uma combinac¸ ˜ao de software e hardware. Uma pseudo- ´orbita ´e uma aproximac¸ ˜ao de uma ´orbita e pode ser representada por
{ˆxi,n} = [ˆxi,0,ˆxi,1, . . . ,ˆxi,n] (1)
tal que,
| xn− ˆxi,n|≤ ξi,n (2)
onde ξi,n∈ R ´e o erro e ξi,n≥ 0.
M ´etodo de Reduc¸ ˜ao de erros
Lema 3:
Seja ˆx−i,n and ˆx+i,n seja o valor calculado para o arredondamento infinito negativo e arredondamento para o infinito positivo, respectivamente. A m ´edia aritm ´etica dada por
ˆxj,n=
ˆx+i,n+ ˆx−i,n
2 (3)
tal que ˆxj,n= f (ˆxj,n−1) + δj,n, apresenta um pequeno erro de
arredondamento menor que para o arredondamento para o mais pr ´oximo, assim n → ∞, therefore δj,n< ξi,n.
M ´etodo de Reduc¸ ˜ao de erros
Prova Assumindo Eq. (3), considerando que ˆx−i,n= f (ˆxj,n−1) + δi,n− e
ˆx+i,n= f (ˆxj,n−1) + δi,n+, ent ˜ao:
ˆxj,n= f(ˆxj,n−1) + δi,n−+ f (ˆxj,n−1) + δi,n+ 2 ⇒ ˆxj,n= 2f (ˆxj,n−1) + δi,n−+ δi,n+ 2 (4) and ˆxj,n= f (ˆxj,n−1) + δi,n−+ δi,n+ 2 (5)
Figura 1:Algoritmo da metodologia base.
Exemplos Num ´ericos
Seja o mapa log´ıstico dado por:
xn+1= rxn(1 − xn), (6)
onde a condic¸ ˜ao inicial e o valor de bifurcac¸ ˜ao r s ˜ao represenados em cada exemplo.
Exemplo 1
Exemplo 2
0 5 10 15 20 25 n -18 -17 -16 -15 -14 -13 -12 -11 ErrorFigura 2:Erro de propagac¸ ˜ao para o caso do mapa log´ıstico considereando r= 3.9 e x0= 0.01. Em azul o m ´etodo tradicional e em vermelho a
metogologia proposta.
Exemplo 3
Agradecimentos
Aos presentes,
CAPES, CNPq/INERGE, FAPEMIG e `a Universidade Federal de S ˜ao Jo ˜ao del-Rei pelo apoio.
Contato:
me rodrigues [email protected]
Three steps to chaos - Part I: Evolution
Gleison Fransoares Vasconcelos Amaral Paula de Souza Pinto
GCOM - Grupo de Controle e Modelagem UFSJ - Universidade Federal de S ˜ao Jo ˜ao del-Rei
DINCON 07 de marc¸o de 2017
Introduc¸ ˜ao
”Linearizar: ent ˜ao analisar” ”Atrator estranho”
Muitos sistemas complexos apresentam comportamento que pode ser descrito por modelos de baixa ordem
Teorema de bifurcac¸ ˜oes de Hopf 2-D, usado para prever o in´ıcio da oscilac¸ ˜ao em sistemas de ordem superior
Quando as previs ˜oes do modelo dimensional inferior falham em observac¸ ˜oes experimentais ´e que mais elementos parasitas s ˜ao adicionados ao modelo.
Introduc¸ ˜ao
Circuito de Chua ´
Unico para o qual a presenc¸a do caos foi estabelecida experimentalmente e comprovada matematicamente
Assim como o circuito RLC paralelo ´e o sistema de menor ordem que pode modelar o inicio da oscilac¸ ˜ao em um sistema din ˆamico, o circuito de Chua ´e o sistema de menor ordem capaz de capturar a rica din ˆamica n ˜ao peri ´odica de sistemas de ordem superior.
Objetivo
Introduzir a teoria de circuitos como uma extens ˜ao l ´ogica e trivial da teoria linear de circuitos que permite estudar conceitos n ˜ao lineares simples. Assim, mostramos como o circuito ressonante linear RLC evolui atrav ´es de dois circuitos lineares de segunda ordem no circuito de Chua.
Metodologia
O artigo analisou tr ˆes tipos de circuitos antes de chegar no circuito Chua:
1 RLC linear paralelo
2 RLC paralelo adicionando um resistor n ˜ao linear em paralelo
3 RLC n ˜ao linear em s ´erie com resistor n ˜ao linear
1 - RLC linear paralelo
O circuito RLC linear ´e um mau modelo de oscilac¸ ˜ao sustentada na natureza, esse argumento ´e utilizado para motivar a
introduc¸ ˜ao da teoria de circuito linear por partes
1 - RLC linear paralelo
O circuito RLC paralelo ´e caracterizado por um par de equac¸ ˜oes diferenciais ordin ´arias e um estado inicial.
A oscilac¸ ˜ao senoidal no estado estacion ´ario no circuito linear RLC n ˜ao ´e um fen ˆomeno estruturalmente est ´avel.
2 - RLC paralelo adicionando um resistor n ˜ao linear
em paralelo
Foi adicionado uma n ˜ao linearidade a parte resistiva do circuito, a fim de produzir oscilac¸ ˜ao peri ´odica sustentada. A extens ˜ao mais natural da teoria linear para o mundo de circuitos n ˜ao lineares ´e atrav ´es da modelagem linear por partes. Assim, modificamos o circuito RLC paralelo, adicionando um resistor n ˜ao linear NR.
2 - RLC paralelo adicionando um resistor n ˜ao linear
em paralelo
A an ´alise fragmentada ´e o meio pelo qual o espac¸o de estados de um sistema din ˆamico n ˜ao linear ´e dividido em um conjunto de regi ˜oes afins separadas que podem ser estudadas isoladamente e depois “coladas ao longo de suas fronteiras”.
3 - RLC n ˜ao linear em s ´erie com resistor n ˜ao linear
Desta vez, em vez de colocar a resist ˆencia n ˜ao linear NR em paralelo com R, n ´os a ligamos em s ´erie. Esse pequeno rearranjo dos quatro componentes leva a uma mudanc¸a fundamental na din ˆamica do circuito.
N ˜ao ´e possivel escrever as equac¸ ˜oes globais de estado desse circuito.
Circuito Chua
Adicionando uma capacit ˆancia C1 em paralelo com NR, podemos manter o controle de V1. O circuito, ent ˜ao, se torna bem definido, e podemos escrever as equac¸ ˜oes globais.
Feito isso, o circuito n ˜ao ´e mais descrito por um sistema de segunda ordem e uma equac¸ ˜ao alg ´ebrica, mas agora ´e completamente descrito por um sistema de tr ˆes equac¸ ˜oes diferenciais ordin ´arias chamada equac¸ ˜oes do circuito Chua.
Circuito Chua
Conclus ˜ao
O sistema din ˆamico de tempo cont´ınuo 3-D foi evolu´ıdo em tr ˆes etapas, a partir do circuito paralelo RLC linear at ´e o circuito de Chua.
Se a origem do nosso circuito aut ˆonomo de terceira ordem ´e um ponto de equil´ıbrio com um par de autovalores complexos
est ´aveis e um autovalor real inst ´avel, e o vetor de campo tem uma ´orbita homoc´ıclica atrav ´es da origem, ent ˜ao o circuito pode exibir caos.
Chua percebeu que tal ´orbita poderia ser produzida usando din ˆamica inst ´avel na regi ˜ao externa de seu circuito para fechar uma trajet ´oria homoc´ıclica sobre si mesma.
Conclus ˜ao
Para exibir o caos, ent ˜ao, um circuito aut ˆonomo constitu´ıdo por resist ˆencias, capacitores e indutores deve conter:
1 Pelo menos um elemento n ˜ao linear
2 Pelo menos uma resist ˆencia localmente ativa
3 Pelo menos tr ˆes elementos de armazenamento de energia
Agradecimentos
Aos presentes,
CAPES, CNPq/INERGE, FAPEMIG e `a Universidade Federal de S ˜ao Jo ˜ao del-Rei pelo apoio.
Contato:
Estabilidade de sistemas incertos usando func¸ ˜oes
de Lyapunov com termos de ordem superior
Paulo S ´ergio Pereira Pessim Orientador: M ´arcio Jr Lacerda
GCOM - Grupo de Controle e Modelagem UFSJ - Universidade Federal de S ˜ao Jo ˜ao del-Rei
Introduc¸ ˜ao
Modelos matem ´aticos mais precisos. Imprecis ˜oes ou incertezas.
LMIs (Desigualdades Matriciais Lineares). Func¸ ˜ao de Lyapunov.
Estabilidade
Ser ˜ao considerados sistemas lineares invariantes no tempo da seguinte forma
˙x = A(α)x (1)
em que x ∈ Rn ´e o vetor de estados e a matriz A(α) pertence a um
dom´ınio polit ´opico em termos de α dada por A(α) = Z
∑
z=1 αzAz, α ∈ ΛN (2) ΛN= ( σ ∈ RN: N∑
i=1 σi= 1; σi≥ 0, i = 1, . . . ,N ) .Estabilidade
Estabilidade para sistemas cont´ınuos no tempo. Estabilidade para sistemas discretos no tempo. Func¸ ˜ao de Lyapunov V(x)
Condic¸ ˜oes para a Estabilidade
Para assegura a estabilidade de um determinado sistema V(0) = 0
V(x) > 0 ∀x 6= 0 ˙
V(x) < 0 ∀x 6= 0 (caso cont´ınuo) ou V(xk+1) − V(xk) < 0 ∀x 6= 0 (caso discreto)
Formulac¸ ˜ao cl ´assica
As formulac¸ ˜oes cl ´assicas na literatura fazem uso de uma func¸ao de Lyapunov quadr ´atica na forma V(x) = xTPx. Usando a func¸ ˜ao quadratica para o caso cont´ınuo escreve-se
V(0) = 0
V(x) > 0 ⇒ xTPx> 0, logo P > 0, Matriz definida positiva
˙
V(x) < 0 ⇒ ˙xTPx+ xTP˙x < 0, utilizando (1) tem-se :
A(α)TP+ PA(α) < 0
An ´alise da robustez
Tamb ´em faz parte do projeto a an ´alise da robustez dos sistemas incertos. Para esse fim vamos considerar um sistema com a seguinte representac¸ ˜ao
˙x = A(α)x + B(α)w (3)
y= C(α)x + D(α)w (4)
Em que w ∈ Rnw, a sa´ıda y ∈ Rny. As matrizes B(α),C(α) e D(α) pertencem a um dom´ınio polit ´opico assim como A(α) em (2). O
sistema acima ser ´a utilizado para computar o custo garantidoH∞.
Objetivos
1 Propor um m ´etodo que seja capaz de certificar se a matriz
din ˆamica A(α) em (1) ´e Hurwitz est ´avel (caso cont´ınuo) ou Schur est ´avel (caso discreto) usando func¸ ˜oes de Lyapunov com termos de ordem superior.
2 Estender a formulac¸ ˜ao da normaH
∞para considerar func¸ ˜oes de
Lyapunov com termos de ordem superior. Em seguida, analisar a robustez dos sistemas incertos usando o crit ´erio de desempenho H∞.
M ´etodo Proposto
O m ´etodo proposto at ´e o momento consiste na utilizac¸ ˜ao da seguinte func¸ ˜ao de Lyapunov
V(x) =xT ˙xT P11(α) P12(α) P12(α)T P22(α) x ˙x (5) Considerando
Tp = P11(α) + A(α)TP21(α) + P12(α)A(α) + A(α)TP22(α)A(α) (6)
determina-se ˙V(x)da sequinte forma:
˙
V(x) = xT(A(α)TTp+ TpA(α))x (7)
M ´etodo Proposto
As condic¸ ˜oes para a estabilidadde para o m ´etodo proposto s ˜ao dadas por:
V(0) = 0
V(x) > 0 ⇒ Tp > 0 ˙
V(x) < 0 ⇒ A(α)TTp+ TpA(α) < 0
Agradecimentos
Aos presentes pelo apoio e atenc¸ ˜ao
Contato:
paulopessim777@hotmail
M ´etodo para Calcular o Expoente de Lyapunov
Usando o Condicionamento do Problema
Pedro Henrique Oliveira Silva Vinicius da Silva Borges Priscila Fernanda da Silva Guedes
Igor Carlini Silva
Erivelton Geraldo Nepomuceno
Grupo de Controle e Modelagem (GCOM) PPGEL - UFSJ/ CEFET-MG Departamento de Engenharia El ´etrica
Universidade Federal de S ˜ao Jo ˜ao del-Rei, S ˜ao Jo ˜ao del-Rei, Brasil
Introduc¸ ˜ao
Comportamento Ca ´otico em sistemas; Indicador para detecc¸ ˜ao de caos;
C ´alculo do expoente de Lyapunov (Wolf et al., 1985)1;
Estimac¸ ˜ao do espectro de expoentes pelo crescimento dos vetores na evoluc¸ ˜ao do sistema;
1Wolf, A., Swift, J. B., Swinney, H. L. and Vastano, J. A. (1985). Determining lyapunov exponents from a time series, Physica D: Nonlinear Phenomena 16(3): 285–317.
Conceitos Preliminares
N ´umero Condicional
Mede aproximadamente quanto o erro de arredondamento relativo ´e amplificado pelo c ´alculo de f em x (Overton, 2001)2;
Kf =
|x| ∗ |f0(x)|
|f (x)| , (1)
O condicionamento mede a confiabilidade do c ´alculo utilizando uma dada precis ˜ao de ponto flutuante;
Perda de signific ˆancia dos d´ıgitos na simulac¸ ˜ao;
Diverg ˆencia existente nas iterac¸ ˜oes do mapa escolhido;
2Overton, Michael L. Numerical computing with IEEE floating point arithmetic. Society for Industrial and Applied Mathematics, 2001.
Metodologia
O m ´etodo proposto pode ser resumido nas seguintes etapas:
(a) Defina as condic¸ ˜oes iniciais e par ˆametros da func¸ ˜ao escolhida;
(b) Fac¸a N iterac¸ ˜oes do mapa;
(c) Calcule o n ´umero condicional para cada valor obtido em (b), pela
Equac¸ ˜ao 1;
(d) Fac¸a a m ´edia do logaritmo dos n ´umeros condicionais obtidos em
(c);
(e) O coeficiente de Lyapunov ´e o logaritmo da m ´edia obtida em (d);
A escala logar´ıtmica ´e necess ´aria para capturar a diverg ˆencia dos condicionais, quantificando em um n ´umero definido como
expoente de Lyapunov;
Resultados
Comparac¸ ˜ao com a literatura (Rosenstein et al., 1993)3;
Tabela 1:Mapa log´ıstico.
Sistemas Equac¸ ˜oes Par ˆametros ∆t(s) Condic¸ ˜oes Iniciais Log´ıstico xn+1= µxn(1 − xn) µ = 4 1 x0= 2/3
Literatura λ Iterac¸ ˜oes Erro (%) Calculado λ Iterac¸ ˜oes Erro (%)
0.659 100 −4.9 0.6871 30 −0.85
0.705 200 1.7 0.6961 50 0.44
0.695 300 0.3 0.6849 200 −0.27
0.692 400 −0.1 0.6909 300 −0.3
3Rosenstein, M. T., Collins, J. J. and De Luca, C. J. (1993). A practical method for calculating largest lyapunov exponents from small data sets,Physica D: Nonlinear Phenomena 65(1-2): 117–134.
Resultados
Espectro de Lyapunov obtido pelo m ´etodo proposto;
Figura 1:C ´alculo do expoente de Lyapunov do mapa log´ıstico.
Resultados
Os resultados encontrados foram boas aproximac¸ ˜oes dos obtidos na literatura;
Foram utilizados os mesmos par ˆametros para comparac¸ ˜ao; O n ´umero de iterac¸ ˜oes decresceu em comparac¸ ˜ao com a literatura;
O m ´etodo ´e simples pois pela perda de signific ˆancia dos d´ıgitos decimais na simulac¸ ˜ao utilizando o valor de x no c ´alculo da func¸ ˜ao de f ;
Demonstra a diverg ˆencia existente nas iterac¸ ˜oes do mapa escolhido;
Conclus ˜ao
Foi necess ´ario uma simples implementac¸ ˜ao computacional para a execuc¸ ˜ao do m ´etodo proposto;
´
E necess ´ario estabelecer m ´etodos que demandam menor esforc¸o computacional;
Processos computacionais mais complexos podem acarentar em pertubac¸ ˜oes na simulac¸ ˜ao devido as caracter´ısticas dos
computadores;
Menores iterac¸ ˜oes podem garantir maior confiabilidade, devido que a precis ˜ao m´ınima pode n ˜ao ser satisfeita;
Generalizac¸ ˜ao do limite inferior do erro
Priscila Fernanda da Silva Guedes M ´arcia Luciana da Costa Peixoto
Al´ıpio Monteiro Barbosa Samir Angelo Milani Martins Erivelton Geraldo Nepomuceno
Regis Riveret
GCOM - Grupo de Controle e Modelagem UFSJ - Universidade Federal de S ˜ao Jo ˜ao del-Rei
Introduc¸ ˜ao
Representac¸ ˜ao de fen ˆomenos da natureza; Identificac¸ ˜ao de sistemas;
NARMAX polinomial; Propagac¸ ˜ao do erro.
Conceitos Preliminares
NARMAX polinomial; Func¸ ˜oes recursivas;
xn+1= f (xn). (1)
Extens ˜ao intervalar; ´
Orbitas e pseudo- ´orbitas; Lower Bound Error;
Variable Precision Arithmetic (VPA).
Metodologia
Generalizac¸ ˜ao do limite inferior do erro Theorem
Considere n pseudo-orbitas vindas de n extens ˜oes intervalares. Ent ˜ao, ζn=max|( ˆ
xi− ˆxj)|
2 ser ´a o limite inferior do erro, sujeito a i 6= j e i,j ∈ N.
Resultados
Mapa seno
yn+1= 2.6868yn− 0.2462y3n. (2)
Extens ˜oes intervalares
F(Xn) = 2.6868Xn− 0.2462Xn3, (3)
G(Xn) = 2.6868Xn− (0.2462Xn)Xn2, (4)
H(Xn) = 2.6868Xn− 0.2462XnXnXn, (5)
L(Xn) = Xn(2.6868 − 0.2462XnXn). (6)
Resultados
0 10 20 30 40 50 60 n -4 -3 -2 -1 0 1 2 3 4 F(X n ) ,G(X n ), H(X n ), L(X n )(a) Simulac¸ ˜ao livre.
0 20 40 60 80 100 −16 −14 −12 −10 −8 −6 −4 −2 0 2 n log 10 ( δα,n )
(b) Evoluc¸ ˜ao do erro.
Figura 1:Mapa seno.
Resultados
0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 -16 -14 -12 -10 -8 -6 -4 -2 0 2 VPA Max(LBE) EI Figura 2:VPA.Resultados
Oscilador de Duffing-Ueda
yn+1 = 2.1579yn− 1.3203yn−1+ 0.16239yn−2
+0.0003416un+ 0.001963un−1
−0.0048196y3n+ 0.003523y2nyn−1 (7)
−0.0012162ynyn−1yn−2+ 0.0002248y3n−2
Resultados
5500 5600 5700 5800 5900 6000 −4 −3 −2 −1 0 1 2 3 4 n F(X n ), G(X n ), H(X n ), L(X n )(a) Simulac¸ ˜ao livre.
0 2000 4000 6000 8000 10000 −18 −16 −14 −12 −10 −8 −6 −4 −2 0 2 n log 10 ( δα ,n )
(b) Evoluc¸ ˜ao do erro.
Figura 3:Duffing-Ueda.
Agradecimentos
Aos presentes,
CAPES, CNPq/INERGE, FAPEMIG e `a Universidade Federal de S ˜ao Jo ˜ao del-Rei pelo apoio.
Contato:
pri12 [email protected]
Horner’s method applied a lower bound error for
free-run simulation of unidimensional polynomial
NARMAX
Samuel J ´ulio dos Santos Silva
GCOM - The Control and Modelling Research Group UFSJ - Federal University of S ˜ao Jo ˜ao del-Rei
Introduction
Figure 1:Representing a number in the computer domain. Fonte: Overton1
1
1Overton, M. L. Numerical Computing with IEEE floating point arithmetic SIAM, 2001
Horner’s Method
p(x) = a0+ x(a1+ x(a2+ · · · x(an−1+ anx))) (1)
p(x0) = a0+ x0(a1+ x0(a2+ · · · x0(bn−1))) (2)
It results in n additions and n(n+1)2 multiplications.
Logistic Map
Xt+1= rXt(1 − Xt) (3)
Sine Map
A unidimensional sine map is defined as
xt+1= α sin(xn) (4)
where α = 1.2π.
xt+1= 2.6868xn− 0.2462xn3 (5)
Interval Extensions - Logistic Map
Et+1= rXt− rXt2 (6)
Gt+1= rXt(1 − Xt) (7)
Ft+1= rXt− r · Xt· Xt (8)
Ht+1= r(Xt(1 − Xt)) (9)
Interval Extensions - Sine Map
An+1= 2.6868xn− 0.2462x3n (10)
Bn+1= xn(2.6868 − 0.2462x2n) (11)
Cn+1= 2.6868xn− (0.2462xn)(xn)2 (12)
It may be changed to:
Dn+1= xn(2.6868 − (0.2462xn)xn) (13)
Results - Logistic Map
Figure 2:LBE - Error Evolution
Results - Sine Map
Figure 3:LBE - Error Evolution
Acknowledgment
To the present people
CAPES, CNPq/INERGE, FAPEMIG and Federal University of S ˜ao Jo ˜ao del-Rei.
contact:
AN ´
ALISE DA CONDIC
¸ ˜
AO INICIAL NO DIAGRAMA
DE BIFURCAC
¸ ˜
AO PARA O MAPA DE H ´
ENON
Thalita Emanuelle de Nazar ´e Erivelton Geraldo Nepomuceno
GCOM - Grupo de Controle e Modelagem UFSJ - Universidade Federal de S ˜ao Jo ˜ao del-Rei
Introduc¸ ˜ao
Interesse de experimentos num ´ericos para compreender o comportamento de sistemas din ˆamicos.
Import ˆancia da computac¸ ˜ao num ´erica na an ´alise de sistemas din ˆamicos n ˜ao-lineares.
Mapas discretos como forma de estudo de sistemas din ˆamicos. Diagrama de Bifurcac¸ ˜ao.
Objetivos
O objetivo principal deste trabalho foi investigar a influ ˆencia da condic¸ ˜ao inicial na construc¸ ˜ao do Diagrama de Bifurcac¸ ˜ao para os mapas quadr ´atico e de H ´enon.
Estender os resultados encontrados por (Paiva e outros,2015)1.,
avaliando ent ˜ao a precis ˜ao finita dos computadores.
1Paiva, B. P. O., Nepomuceno, E. G., Amaral, G. F. V. Considerac¸ ˜oes sobre a condic¸ ˜ao inicial na construc¸ ˜ao do diagrama de bifurcac¸ ˜ao para o mapa
log´ıstico.,Anais do DINCON 2015 - Confer ˆencia Brasileira Din ˆamica, Controle e Aplicac¸ ˜oes.,pages 1-8,2015.
Conceitos Preliminares
Func¸ ˜ao Recursiva
Conhecida tamb ´em como Mapa Discreto, a func¸ ˜ao recursiva assume a seguinte forma:
f(xn) = xn+1.
Ponto Fixo
O ponto fixo x∗ de um mapa ´e o ponto tal que,
xn+1= xn= x∗.
Conceitos Preliminares
Mapa Quadr ´atico
Proporciona o estudo de noc¸ ˜oes fundamentais de din ˆamica n ˜ao-linear.
Aplicac¸ ˜ao em criptografia de imagens, devido `a sua alta seguranc¸a.
xn+1= a − x2n.
Mapa de H ´enon
Proposto por Michel H ´enon em 1976, para descrever a sec¸ ˜ao de Poincar ´e.
Seu sistema ´e um dos mais simples a permitir a coexist ˆencia de atratores.
xn+1= 1 − ax2n+ yn.
yn+1= bxn
Conceitos Preliminares
Diagrama de Bifurcac¸ ˜ao
Ferramenta de estudo de um sistema em func¸ ˜ao do seu par ˆametro de controle.
(a) Mapa quadr ´atico. (b) Mapa deH ´enon .
Figura 1:Diagrama de Bifurcac¸ ˜ao.
Metodologia
Encontrar uma equac¸ ˜ao que determine o ponto fixo x∗, adotando-se xn+1= xn= x
Determinar um conjunto de pontos que quando usados como condic¸ ˜ao inicial possam convergir para o ponto fixo x∗. Para isso aplica-se a func¸ ˜ao inversa da equac¸ ˜ao que descreve o mapa.
f−1(xn) = (xn−1).
Ap ´os esses procedimentos, obt ´em-se ent ˜ao um novo diagrama de bifurcac¸ ˜ao.
Resultados - Mapa Quadr ´atico
Ponto Fixo
Sendo xn+1= a − x2na equac¸ ˜ao que descreve o mapa, aplica-se
xn+1= xn= xpara encontrar um ponto fixo.
x2+ x − a = 0 x1= √ 4a + 1 − 1 2 ; x2= − 1 + √ 4a + 1 2
Verificou-se que apenas x1assume o comportamento de um ponto
fixo.
Resultados - Mapa Quadr ´atico
Condic¸ ˜ao Inicial
Para verificar a exist ˆencia de uma regi ˜ao de pontos que convergem para o ponto fixo x∗, aplicou-se
f−1(x∗) = ±√a− x∗. (1)
A partir da Eq.(1) obteve-se o seguinte resultado:
x= ± s a− √ 4a + 1 − 1 2 . (2)
O uso da Eq.(2) como condic¸ ˜ao inicial x0foi poss´ıvel mostrar uma
regi ˜ao de pontos que convergem para o ponto fixo x∗
Resultados - Mapa Quadr ´atico
(a) Com a entre 0 e 2 . (b) Com a entre 1 e 2 .
Figura 2:Diagrama de Bifurcac¸ ˜ao para o mapa quadr ´atico com condic¸ ˜ao inicial x0= r a− √ 4a+1−1 2 .
Resultados - Mapa de H ´enon
Ponto Fixo
Analisando agora o mapa de H ´enon, tem-se que (
xn+1= 1 − ax2n+ yn
yn+1= bxn
(3) A partir da Eq.(3) ´e poss´ıvel obter o ponto fixo fazendo:
( x= 1 − ax2+ y y= bx. (4) Logo, ( x∗=−1+b± √ b2−2b+4a+1 2a y∗=−b+b2±b √ b2−2b+4a+1 2a . (5)
Resultados - Mapa de H ´enon
Condic¸ ˜ao Inicial
Aplicando-se a func¸ ˜ao inversa com o intuito de se encontrar uma regi ˜ao de pontos que convergem para o ponto fixo mostrado pela Eq.(5), obteve-se a Eq.(6) como condic¸ ˜ao inicial x0e y0para o mapa de H ´enon x0= −b+b2±b √ b2−2b+4a+1 2a b y0=−1+b± √ b2−2b+4a+1 2a − 1 + a·−b+b2±b √ b2−2b+4a+1 2a b2 (6)
An ´alise de Resultados
Influ ˆencia da restric¸ ˜ao `a condic¸ ˜ao inicial. Mapa de H ´enon
(a) Sem restric¸ ˜ao da condic¸ ˜ao inicial. Neste caso foi usado x0= 0,2.
(b) Adotando a Eq.(6) como como condic¸ ˜ao inicial.
Figura 3:Resultado de xnpara a fixo em 1,2 e n= 200 iterac¸ ˜oes.
An ´alise de Resultados
Mapa quadr ´atico
(a) Sem restric¸ ˜ao `a condic¸ ˜ao inicial. (b) Condic¸ ˜ao inicial x0 = r a− √ 4a+1−1 2 .
Figura 4:Diagrama de bifurcac¸ ˜ao.
An ´alise de Resultados
Mapa quadr ´atico
(a) Obtido computacionalmente (b) Obtido analiticamente.
Figura 5:Diagrama de bifurcac¸ ˜ao.
Conclus ˜ao
Influ ˆencia da condic¸ ˜ao inicial na construc¸ ˜ao do diagrama de bifurcac¸ ˜ao.
Em ambos os mapas h ´a a converg ˆencia logo na primeira iterac¸ ˜ao para o ponto fixo, entretanto ap ´os um per´ıodo de iterac¸ ˜oes o resultado comec¸a a divergir.
Mesmo ap ´os a restric¸ ˜ao `a condic¸ ˜ao inicial, ao se obter o diagrama de bifurcac¸ ˜ao, os resultados n ˜ao foram satisfat ´orios. Acredita-se que esse erro ocorre devido a precis ˜ao finita do computador.
´
E necess ´ario que na construc¸ ˜ao do diagrama de bifurcac¸ ˜ao seja feito um procedimento mais rigoroso.
Agradecimentos
Aos presentes,
CAPES, CNPq/INERGE, FAPEMIG e `a Universidade Federal de S ˜ao Jo ˜ao del-Rei pelo apoio.
Contato:
Influ ˆencia dos agrupamentos de termos e seus
respectivos coeficientes na Estrutura limitante
H
Wilson Rocha Lacerda Junior Samir Martins Angelo Milani Martins
GCOM - Grupo de Controle e Modelagem UFSJ - Universidade Federal de S ˜ao Jo ˜ao del-Rei
Evento 07 de Marc¸o de 2017
Objetivo
Verificar como os agrupamentos de termos e seus respectivos
coeficientes influenciam na estrutura limitanteH em modelos
autorregressivos polinomiais.
Modelo NARMAX polinomial
Definition
Um modelo NARMAX (nonlinear autoregressive moving average model with exogenous variables) pode ser definido por:
y(k) = F`[y(k − 1),...,y(k − ny)
u(k − d),...,u(k − nu), e(k − 1),
...,e(k − ne)] + e(k), (1)
Modelo NARX polinomial
Considerando um modelo NARX pode ser reescrito como:
y(k) = `
∑
m=0 `−m∑
p=0 ny,nu∑
τ1,τm cp,m(τ1, ...,τp+m) ! ypum. (2)Agrupamentos de Termos e Coeficiente de
Agrupamento
Definic¸ ˜ao
(Agrupamento de Termos). Um conjunto de termos da forma yp(k − d)xm(k − j)for m + p ≤ l, em que d e j s ˜ao atrasos no tempo, ´e chamado de agrupamentod e pode ser escrito como Ωypxm.
Definic¸ ˜ao
(Aguirre, L. A and Billings, Coeficiente de Agrupamento). As constantes dentro do par ˆentese na Eq.(2) s ˜ao os coeficientes dos
agrupamentos de termos Ωypxm, que cont ´em termos na forma
y(k − i)px(k − j)mpara m = 0,...,l e p = 0,...,m, onde i e j s ˜ao atrasos de tempo. Esses coeficientes podem ser escritos como ∑ypxm.
Histerese em modelos autorregressivos
Definic¸ ˜ao
(Martins, S. A. M. and Aguirre, L. A. (2016)- Histerese em modelos autorregressivos). y(k) = p
∑
i=1 ciyy(k − 1) + q∑
j=1 cjΦΦ(∆x(k − 1) (3)Localizac¸ ˜ao do ponto de equil´ıbrio
Dado o modelo representado pela Eq.(3), tem-se que a localizac¸ ˜ao dos pontos fixos s ˜ao:
¯y(φ ) = ∑φ 1−∑y para ¯φ = 1 (carga) − ∑φ 1−∑y para ¯φ = −1 (descarga) (4)
Estabilidade dos Pontos de
A estabilidade dos pontos de equil´ıbrio dependem dos valores obtidos por meio da matriz Jacobiana D
D= 0 1 0 . . . 0 0 0 1 . . . 0 .. . ... . .. ... 0 0 0 . . . 1 ∂ Fl ∂ y(k−p) ∂ Fl ∂ y(k−p+1) ∂ Fl ∂ y(k−p+2) . . . ∂ Fl ∂ y(k−1) (5)
Metodologia
Apenas modelos com ponto de equil´ıbrio assint ´oticamente est ´avel foram considerados;
Os termos Ωyp, ∀p > 1, n ˜ao foram considerados para an ´alise;
Como pot ˆencias de Φk= sign(x(k) − x(k − 1)) podem
descaracterizar sua natureza multi-func¸ ˜ao, tais termos tamb ´em n ˜ao foram considerados na an ´alise;
Resultados Preliminares
-1 -0.8 -0.6 -0.4 -0.2 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 x -1 -0.5 0 0.5 1 1.5 yFigura 1:Os pontos em azul (..) est ˜ao emHk(ω) dado o modelo
y(k) = 0.5φ (k − 1) + 1x(k − 1)2e y(k) = 0.5φ (k − 1) − 0.5x(k − 1)2, sendo
φ (k) = sign(∆x(k)) e x(k) = sin(ω k)
Resultados Preliminares
-1 -0.8 -0.6 -0.4 -0.2 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 x -6 -4 -2 0 2 4 6 yFigura 2:Os pontos em azul (..) est ˜ao emHk(ω) dado o modelo
y(k) = 0.9y(k − 1) + 0.5φ (k − 1) e y(k) = 0.7y(k − 1) + 0.5φ (k − 1) , sendo φ (k) = sign(∆x(k)) e x(k) = sin(ω k)