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Análise eletrocardiográfica do recém nascido.

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Academic year: 2021

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(1)

PE

125

~

Á.l5'P

UNIVERSIDQDE FEDERAL DE SANTQ CATÊÊINA

DENTRQ DE cxëmcíms Dê SAÚDE

DEPêHTAMEN%Q DE PEDIATRIA

CURSU DE MEDICINQ

|

ANÁLISE ELETRDCAHDIDGRÃFICA DU RECÊM4Nfl5CIDD

. FLoRIANÓb0LI5, JUNHU DE iqaó

w z A .

¶_

~ ~ ., H, í ~

,,

~

(2)

UNIVEHSIDHDE FEDEHÀL DE SÊNTM CÊTQRINQ

CENTRO DE CIÊNCIQS DÊ SQÚDE

DEPQRTANENTU DE PEDIHTRIQ

DURQÚ DE MEDICINQ

ñMÂLI5E ELETRUCQRDIGGRÂFICÊ UG RECÉM NQÊCIDU

DEHORëH CHRISTINQ NERCULINI %

ORIÊNÊ VIVERÚQ DE MQRQEG %

% QLUNQS XIÊFÊSE UD CUHÊU DE MEDICINfi UFSC

(3)

AGWQDECIMEMTU5

Mm Dr Maurícia Lamrte da 9ilva,pmla dedicação E urimn-

tacaa na realizamao deste trabalho"

Ê Bra Yara de Souza Medeirms pala Cmlabmraçam dispenfiafl

da,

Am Dr Guilherme Herenhauëwr Lmite E Dr Harry Cmrrem Fi*

lhu pela gentileza em ceder os eletrocardiøgramas par eles rea-

(4)

I II III IV v um ví z D ÍNDICE Re5umU.»...».."..."..."..."...@4 IntruduÇao..."...,...."".",."...u.-..@5 Material E Hétmdm§....«."""uuuu..""..."."»...h..."@â R@sultadü§..."...,""....«...“...@7 . M nfl D15cus5am..,_H."..,."..»«..."."."....«...¿. .. /\ ‹" ¿..` -` R@+erencia5 bibliograficaã...,..u""..."...@B 5 Concluâãø..,u.,”..."..."...."...""...2¢

(5)

ERRATA

Pag. 24; § 4; lizúza 2

onde lê-se;`

-,

n "... atrio ventricular, representado no ele-

trocardiograma..." Leia-se:

"...atrio ventricular, inicia-se o processo

de despolarização ventricular, representado no eletro cardiograma..."

(6)

/

Pag¢ 10 ; Tab. 2

Derivaçäo DIII , Potencial + :

Onde se lê "zzz" , leia-se

(7)

I- RESUMO

O presente estudo consiste na análise de 96 e1etrocar~

diogramas de recém~nascidos normais realizados no bercário da

Maternidade Carmela Dutra de F1orianopo1is.ê idade dos recémrna-

tos variou de seis a setenta e duas horas, tendo sido divididos

em três grupos, de acordo com a taima etária ( grupo I ~ de 6 a

24 horas; Grupo II - de E4 a 48 horas e Grupo III - de 48 a 72

horas).Estudou~se a polaridade da onda P em todas as derivaooesfi

que foi semelhante entre os grupos e demonstrou um ritmo sinusal

em todos os traçados. O eixo elétrico da despolarizacao atrial

(SAP), pouco variou dentro do periodo efifocado. A amplitude de

onda U mostrou padrões singulares característicos dessa idade e

as amplitudes de ondas R e S Caraoterizaram uma predominân-

cia dos potenciais direitos, mas já iniciando sua regressão nas

primeiras horas de vida.

(8)

II - I |×rrF‹mnuf.;‹äcJ

U eletrocardiograma, dentre os exames complementares u-

tilizados na pratica clínica diária, e`de grande valor pelo fato

de ser de Facil execucao,relativa disponibilidade em nosso meio*

alem de se constituir em um método não invasivo.Em pediatriagto-

davia, a interpretação de um registro eletrocardiográiico pode

tornar-se difícil dada a grande variabilidade observada nos di-

ferentes grupos etários, particularmente no que se refere ao pe-

riodo neonatal.*

Ú estudo da.eletrocardiogra#ia pediátrica teve inicio em

IÓÚB, quando Nicolai à Funaro chamaram a atenção para a presen-

ca de onda S de grande amplitude na derivacäo DI diferente do

padrao observado no adulto (9à. Em 19l5,_Hrumbhaar à Jenks ob-

servaram a presença de ondas Q de grande amplitude no eletrocar-

diograma de criancas normais. Data de 1935 a primeira investiga-

ção sobre derivações precordiais em criancas, realizada por Nas-

ter et al. ., tendo sido notado presenca de ondas T -Frequentemente

negativas nas derivações precordiais. O chamado “padrão de cora-

eão direito" observado durante o registro eletrocardiogrãiico na

iniäncia Foi relatado por Goedel & Miller (1944) (4), enfatizan-

do mais uma vez que este grupo etário apresenta particularidades

proprias, diferentes das observadas em individuos adultos nor-

mais.

Como a fase neonatal se caracteriza por mudanças alta-

mente signiticativas, sendo registrado Variações nos varios pa-

rametros clínicos, bioqufmicos e laboratoriais e' possível tam-

bem admitir-se que sejam encontradas repercussões a nivel de e-

letrocardiograma.

G objetivo deste trabalho foi analisar eletrocardiogra-

mas obtidos de criancas normais entre seis e setenta e duas ho-

ras apos o nascimento, mais especificamente os potenciais da on-

da P, amplitudes de ondas Q, H e 3 nas derivacöes de membros e

precordiais , e a posicao do eixo eletrico da despolarizacão a-

trial (SAP). Uutros parametros como irequëncia cardfacag posição

eletrica (äädfiã), intervalo P-H, duração da onda P, duração do

complexo QRÉ e duração da sfstole eletrica (ETC), foram previa-

(9)

z§âMêTER1êL E MÉTQDUQ

cAsufsTIcê

Foram realizados alatrocardiogramaa am 96 recém-«naa~

cidos a termo. As criancas foram selacionadas aagundo oa 5eguin~

tea critêrio5:idade gestacional (I.G.) de 37 a 42 aemanaa a par~

tir da data da Última menstruação (DuU«M);oe5o corporal ro1acio~

nado com a I.G. pela tabela da Lubchenco; Índico da ñpgar maior

que 7 no primeiro e quinto minuto, a sam evidência clinica da

mardiopatia. V

~

`

METUDDS

D aparelho utilizado foi ECG~4@ (FUNBEC); tomando-aa

treä derivações bipolares (I, II e III), très darivaoöea unipofl

laraa (aVR, aVL e ÊVF) a Bata dorivaçöaa torácicaa 5upar§iciai5

(V4H, V1, V2, VÊ V4, V5 E V6), com velocidade da registro de

25mm/5. Q anamo realizado em ambiente calmo, aqoacido,am oo-

sicäo supina, aom uso da sadativoa ou contenção mecânica. Para

registro das derivações toracicaa, a geléia condutora utilizada

foi restrita apenas ao local de aplicação do elatrodo fiflcm da

úiämetw@›» :

Todos os registros aletrocardiograiicos Foram realiza-

doa no Berçário de Racém~na5cido5 Normaia da Maternidade Carmela

Dutra am Florianópolis.

Gs ragiatros obtidoa foram agropadoa conforma a idade

do recém-nascido? Eando assim clasaificadoar Grupo I ~ de o a 24

horas; Grupo II ~ do 24 a 48 horas H Grupo III W da 4E a 72 ho~

._.¬ fh 4 U |.;. ras. A '

Q analise aatatimtica Foi realizada através do Siatoma

da Analiaa de Variância KANOUQ) E, quando nocoaaario a compara-

cao antre médias, uti1izou~5e o taate de Newman-Kouls com níveis

da significância do piü,@5. Os raaultadoa aäo aprasantadoa como

(10)

IU-REQULTQDUS

1 - EIXO Dê DEQPULQRIZQQÂQ QTRIÊL

ênalifiando o elstrocardiogramados 95 recem nascidos,ob-

servou-se que o variou entre 15 e HQ graus, sendo que o ei-

xo medio (tabela apresentou pequena variação no periodo estu-

dado.

m

I-*P-"

-xU

E - PUTENCIÊL DA UNDÊ P (tabelas Ê, É Â, 5, ó e 7)

Q onda P apresentou-se positiva nas derivacöss HI, aVF,

V3, V4, V5 e Vó em IBBZ dos casos nos três grupos, e negativa em

IBUZ dos casos na derivação aVH" Na derivacäo DII teve predomf-

nio positivo_quase absoluto (9o.EZ nos grupos I s III e lmmfl no

grupo II). Houve alta incidência de isoditasismo em avfig sendo

que, nesta derivacäo a onda P apresentou-se principalmsnte posi-

tiva-negativa (+-)) ou zero (H). Nas derivações V4R e Vl obser-

vou-se um predomínio de positividade nos três grupos estudados.

Ê Q A

3 - QHPLITUDE Dn ÚNDÊ Q (tabelas Bi ?, 1%” ll, 12 .c

Valores com variaoäo estatisticamente signi§icativa_§o-

ram encontrados apenas em aVL, sendo que os valores máximos fo-

ram observados entre E4 e 48 horas, desaparecendo apos este pe-

riodo. Vale ressaltar que a quase totalidade dos registros de á

a ?É horas de vida analisados apresentaram onda Q nas derivações

DIII¶ aVR e aVF" Ma derivação DII houve alta incidência do apa-

recimento da onda Q, embora as variaoöes das médias não tenha

sido estatisticamente significativa.

4 - AMPLITUDE Dé ONDA H (tabelas 14, 15, lo, 17, 18 e 19)

Ê analise dos nossos resultados nos três grupos estuda-

dos mostrou que os valores médios da amplitude da onda R diteri-

ram estatisticamente nas derivacöes Dllq DIII, aUFU V4R, V3 e

V5" U valor numérico médio tendeu a diminuir significativamente

a medida que a iaixa etária aumsntou nas derivações do plano

frontal e V4R. Nas derivacoes U3 e U5 observou-se valores médios

maiores nas primeiras 24 horas seguidos de uma diminuição e pos-

terior elevaqäo, sem, contudo, atingir a magnitude dos niveis i-

nicialmente observados. Na derivação DI houve um aumento dos va-

lores medios com o aumento da faixa etária, enquanto que em aVL

esta onda tendeu a diminuir nestes mesmos termos. Em aVR ocorre-

ram mudanças semelhantes as ocorridas nas precordiais previamen-

te analisadas.Estas variações, no entanto” nao Foram

estatisticamente signiticativas.

5 - AMPLITUDE Dê DNDë S (tabela EG, 219 22, 23, E4 e 25)

Em relacao a este parâmetro observou-se variacão signi-

ficativa entre os grupos analisados nas derivações aVF e V3. Db-

(11)

re-duçâø doâ valorës médimã wfitudadofi cum Q aumëntü da Iaixa Qtãria

Nas dërivamões DI, DII,DIII Q aVR houve diminuiqäm prm~

gressiva daä valorea médias com O aumëntn da Iaixa etária" Naa

dmrivaçöëä aVL, V2 e VE nb5@rvou~§m dimcrmta variação do valmr

médio do grupo I para Q grupo II, tendo diminuído nmvamente no

grupm III, não atingindo, no entantofl valnr maior que no grupal.

Naa derivacoes precurdiais Q valor médio da onda S em VQR aum@n~

tou :nm Q prngrmdir da idade,`tendm~E@ verificado uma diminuiqão

Q Véu Naa*

nm decurrer do perfmdo estudado nas derivações V1, V3

tas darivaqöeã, eatas variaçõefi entre UE grupoâ não Imram e5ta~

tisticamente significativas»

(12)

“O

" -'./

T&HELA 1 ~ RELQÇÂO ENTRE O EIXO Dê DEÉWULQRIZÊÇÂÚ ÊTHIÊL (EÊW)

ND PLÊND FRUNTHL E Q IDÊDE, EM 96 RN HURMQIS.

Eixo em

grama MHXIMQ MINIMO HEDIQ

Idade em hs GRUPO I* 7% 15 47.8 - III? \ 12:'-J' r \_¡~_\n 9 CU -FÉ* 1- GRUPU II** GRUPO III%** 75 Êü 53.8 ` * GRUPO I - ó a E4 horas *% 'GRUPÚ II ~ 24 a 45 hmra5

(13)

`I"FÍf|I§-I‹E:Íl..,.¢§ 12 - F~`*UTENCI|fãL DK-T1 Ul`~IDffä F1' I`-lífää II7EFII'v'|5ä(1`,íÍllES DCI F'L./~`|I`\JlÍ1 F`PC!¡`~l`T`‹íÍxI_- .,

`

EM 32 RN NDRHAIS DD GRUPO I DE QCDRDO CDM M IDQDE.

Derivaçömfi DI DII DIII aVH aVL aVF

n Z H Z n Z n Z n Z n k Potencial + 32 1@@ 31 96.8 24 212 +-* W Ú 1 ~ E É É G Q M G É É @ É 4 12.5 É W 1? äfi E E ló EW 3.2 4 12.5 Ê É É &.2 32 IGE 1 3.2 ..,. W Ê É 1 T IGG É É É

TÊBELQ E M PQTENCIÊL Dfi ONDÊ P MÊS DERIVAÇÕEE PRECÚRDIQIQ EM

ÊÉ RN NÚRMAIS DO GRUPO I DE ÊCDRDÚ CUM Q IDÊDE

_ N ,¬ .¬. n Derivúçoes V4R V1 V¿ Va V4 V5 Vó Pmtëncial n Z n Z n Z n Z n Z H Z n Z + Há 75 E7 Häufi 29 +~* 7 Eiuä 4 12.ü 2 ~ _ 1 3.2 1 3.2 É Q E E E E 1 * +~ = Difãsica 9ü.é 3 é.Ê M 'If' "'\ °...' nn .IZ.. -¬ I. Q E É lflü 32 lflfl EE IQG E2 lflü W Q Ê H @ É G W Q E H É E Q E Ê Ê É M

_1Q_

(14)

TQBELQ 4 - PQTENCIÊL DÊ ONDÊ P MMS DEHIVQEÕEE DO PLMHÚ FRÚNTQL,

EH 32 RN NURMAIS DD GRUFO II.

Derivações DI DII DIII aVR aVL aVF

Potencial n Z n Z n Z n Z n E n Z

+ 32 IEU EE lflü E5 78.1 É E ãü EE 18%

+~ E E É Ê 4 12.5 Ê Ê E É Q W

~ E É E É E ú.3 32 lüfl 3 9.4 É Q

É É Ê É M 1 3.1 É E 13 [email protected] É Q

TQHELÊ 5 ~ PDTENCIQL Dê ÚNDÊ P NQS DERIVQQÕES PRECGRDIÊIS DE 3?

RN NURMQIS DO GRUPQ II.

Derivaçöeš V4R U1 VE VE V4 V5 U6 Potencial n Z n Z H Z n Z H Z n E n Z + 13 4@.& EQ ?3.5 31 96.9 32 IGE 32 lüü BE läü EE +- 18 5ó.3 2 Ó.É 1 3.1 É - - E É W É É É É É 1 3.1 G É Q E H U W Ú E E M É W Q Q E U E @ W W É Q 1@G Q E H

_;1..

(15)

TÊBELQ 6 - POTENCIAL DA UNDQ P NAS DEHIVÊQÕES DO PLÊNQ FHUNTQL.

EN 32 RN NURNÊIS DU GRUFD III.

Derivaqöeä DI DII DIII aVH aVL aVF

Fmtancial n Z n Z H Z n + 32 1@@ 31 96.9 E4 75 E +- É B 1 3.1 2 6.3 W Z n Z n Z Q 12 37.5 32 IBG E 1 3.1 É Q ~ Q B B E 1 3.1 32 IEW E é.3 W E W É W Q E 5 15.á E G 17 §Ê.1 W É

TABELÊ 7 ~ POTENCIÊL DÊ UNDA P NAS DERIVÊQÕES PRECURDIñIS DE EE

RN NDRNQIS DO GRUPO III.

Derivaqöes V4H U1 V2 V3 V4 V5 Vó Potencial n Z n Z H E + Éé 81.2 26 81.2 31 9ó.W +* é 18.8 é 18.8 1 3.1 - - W E Ú G 8 É É G B G Q M É F| _... É É E Z n ' Z n Z n Z É lãü EE lüfl 32 IQÊ EE iüü -v W W E @ U E H É É É G E E É Q @ É É E Q Q - 12

(16)

T^(11HEL+'¿`‹ 8 - ‹¿`›I"!F'L..ITl...¡I)E Dê CÍINDA C-L! NHS DEF¿l"~.J(‹šQÍÕES DO F¡'I_...(-\NC1 FI'-7IC1l\.!T¿\l_.,

EM 32 RN NORHÊIS DO GRUPO I.

ämp1itude5(mm) J

MAXIMO MfMINQ MÉDIQ E EPU*

Derivaqão DI 1.@B DII 2.U@ DIII 7.®B aVR 3.@@ aVL 1.5® AVF 3.@@

TQHELÊ 9 W ÊNPLITUDE Dê ÚNDQ Q Näã DERIVQGÕES PRECUHDIÊIH EM E“

RN NGRMÊIS DO GRUPO I. Amplitude Derivaçãa B.@@ flnüü ünflü Ú.@@ fl.@H änfiü V4H ã.5@ V1 @.5® VÊ @.@@ V3 B.@fi U4 @.@@ V5 - @.@fi Vá ü.5@

* ERRO PÊDRÊU Dê HEDIQ.

ü.®ü WHWH ünflñ QHWB QHMW flüüü @.@ü ®.@3iW.@3 [email protected] 2.11iW.E8 1.5@[email protected] m.@2âm.m2 3.3ä[email protected]& Mékxmm MÍNIMQ A MÉDIA E EPM* @.@3Í@.®2 @.@2t@.®2 @.@@tW.@@ @"W@iM"ü@ @.@@tü.@E W“@@i@"@W @.@2i®"@Ê

(17)

TÊHELÊ IB W ÊNPLITUDE Uê QNDê Q MÊS DERIVÊGÕES DD PLÊNU FHGNTGL, Ampl i tuch-:~ Derivaaãm DI DII DIII aVR_ aVL ê\\z'F

TQBELÊ 11 W ÊNPLITUDE UNDQ Q NÉS ÚERIVÊÇÕES PRECUHDIQIÊ EM 32

Amplitude Darivaçäu V4R V1 Í. .J \f .L 1 1-rf \.,' ._'- v4 I I II' 'v' \_.¡ Vá -_

EH 32 RN NOHHQIS DU GRUPO II.

s(mm)

Máximo MÍMIMG MÉDIQ E EPM*

@.@5 2.@@ 5.@@ 5.@@ 1.5@ 2.5@ RN NUHHQIS DD GRUPO II

MÁXIMO MfNIMÚ HEDIÊ E EPM* ›

1.@@ @.@W H.@@ @.@B l.@@ Qnãfi @.5@ * àflao Pênmêo Dê mšnxê. @.@@ @.W@ m.@Q @.@@ E.@@ @.®ü @.@B W.@ü fl.Wü @.@@ @.@® @.@W ®.@@ @.@5iü.@2 @.81i®.12 1.ó[email protected] 1.55iW.18 @[email protected]ü 1~1é[email protected] G.W3i@,@3 @.@@i@.fl@ ü.@@t@"@fl @.@@t@"fl@ @[email protected] @.@3i®.@3 ®.@2i@.Ú2

(18)

TÊHELH 12 W AMPLITUDE DH ONDA Q Mfiä DERIVQQÕES DU PLQNÚ FHÚNTQL, Amplitude Derivação EM 32 RN NGHMÀ Bímm) IS DO GRUPO III.

MÁXIMO MÍNIMO MÉDIÊ E EPM*

DI DII DIII AVR aVL aVF` 1.86 3.@B 6.59 3.@B ü.@Z 4.@@ @.Ú@ @.B3i@.@3 üufifi @[email protected] ®.@@ [email protected] [email protected] ®.@Ei@;@@ @.@@ W.@W @.@® 1.5éiü.15

TÊBELÊ 13 M HMFLITUDE Dñ ÚMDÊ Q NQG DEHIVAQÔE3 PHECURDIQIS EM 32

Amplitude D@Fiva¢äo

RN NGRMÊIS DO GRUPO III" '

MQXIMU MINIMO MEDIQ E EPM*

INI, 4' V1 |_\'_| fx V3 |"._¡4 «J 5:; V \É› * ERRO PQDRQ @.5B @.@@ Qzfifl ãflfiü .@.@fl @u@@ Bflüü U Dê MEDIQ. @.ü@ @.@[email protected] @.M@ @.@@i@.@@ @.@@ @.@@t@"@Q @.H® @.@Bi@.@@ @.@@ @.@@[email protected] QHEE @.@@t@.@@ QMGQ B.@®tfi.®fl ¬ _:Í.'. _ _¡_/, _

(19)

TÂBELQ 14 W QNPLITUDE DÊ ÚNDQ R NAÊ DEHIVÊGÕES DU PLÊNU FRUNTÊL,

EM 32 RN NUHHÊIS DO GRUPO I.

fimplitude5(mm) 1

MÁXIMO MÍNIMO MEDIA E EPM*

Derivacäo DI 3.@@ DII lünüfl DIII 14.@fl aVR é.@@ aVL 4.@@ aVF 12.5@ B.@B Q.@@ @.5® @.@@ @.üü Quäfl 1.ó9iB.15 4"47iÊ.5@ [email protected]ó 2.W@i@.@7 1 . 75118. [email protected]

TABELÊ 15 ~ QMPLITUDE DÊ UNUQ R NAB DEHIVGQÕES PHECURDIÊIE EN 32

RN NDRHÊIS DO GRUPO I. Amp 1 i 'tuc:I‹-2 HÂXINÚ MÍNIHU Derivacãm V4R 11.@B V1 i4.5@ V2 1&.@@ V3 1@"M@ V4 1?.®fl V5 . 14.@H Vó 9.5@ * ERRO PADRÂO DA Ménxê. \ Ê.®® EMEÉ 5.@@ 3.5@ 1.5@ 1.5@ ®.5@ Mánxê E EPM* 7.mófm.4@ 7.óó¢m.4s 9.23¢m.54 1m.12¢@,77 5.a@im"74 7.12úm"5a 4.mazm"43 _ 15 _

(20)

TAHELQ 16 ~ AMPLITUDE Dê UNDQ R Nñã DERIVQGÕES DO FLGNU FRDNTAL,

EM 32 RN NORMAIE DO GRUPO II.

fimp1itude5(mm) Derivaqäo DI DII DIII aVR aVL aVF

TQBELQ 17 - ÊMPLITUDE Dê ÚNDÊ H NAS DEHIVQÇÕES PRECURDIÊIS EM 32

fimplitude Darivaçãu v4R v1 vz vs v4 vs . Vá ~..

Máxxmn MÍNIMO MÉDIA E EPM*

&.@@ 9.@ü 12.G@ ' ?.5@ 5.@B 1E.E@ RN NÚRMëIS DO GRUPO II @.@@ 1. Wnãü 3.5@[email protected] 1.@W ó.ó[email protected] @.ü@ 3.@@[email protected] ü.ü@ 1»81tH.17 1"5@ 4.91ifl.43 ' `

MÁXIMO NININU MEDIQ E EPM*

12.@@ 14.@B 1b.@@ 12.5@ 13.@E Buãfi 1fl.5@ * EHHU PÊDRQÚ Dê MÊDIÊ. i2.L"¿H21 E.@@ (ZIGÍ É.W@ 2.@W IHMH ®.5ü ó[email protected]é [email protected]® 8.11iü.51 [email protected] é.59iB.38 4.5ó[email protected]& 3.5ó[email protected] ó[email protected]@ ._l'7....

(21)

TÀHELG 18 - ñMFL1TUDE Dñ UNDQ R MAG DEHIVQCÕES HU PLÊNÚ FRÚNTÊL,

EM 32 HM NÚHMÊIQ DO GRUPO III.

šämpl i tucleess (mm)

Derivaçäm MÁXIMO MÍNIMO MÉDIQ E EPM*

DI ü"5W DII é.@@ DIII 1&.@® aVH &.ü@ aVL 5"5@ aVF lãflfifi ü.5@ [email protected] @.ME Ê[email protected]@ 1.@B 5.19&W.54 @.@@ Ê.2úiH.28 @.@@ 1.á[email protected] @.@@ 3"8BiH.5@

TÊHELÊ 19 ~ QMPLITUDE Dê UNDA R WQS DERIVÊÇÕES PHECÚRDIÊIS EM E2

RN NÚHMÊIS DO BHUPU III.

Qmplitude

MÁXIMQ MÍNIMU HEDIQ E EPM*

Derivaqäm V4H [email protected]ü @.@® 5.2@[email protected] V1 13.@W 2.WW [email protected]& VÊ 19.@@ @.@B 7.7ói@.$? V3 1õ.mm v4 vã _ [email protected][email protected]@

* ERRO PADRAO Dê MEDIÊ.

finflü 7.92iü.54

2Ê.5@ 2.5@ 7"7@iW"77

E.@@ 4.ó1i@.$4

1.@@ 3.3ó[email protected]

(22)

TÊHELÀ EQ ~ QMPLITUDE DÊ ONDQ S MÊS DEHIVQÇÕES DU PLQNU FRÚNTML, EN 32 RN NÚRNÊIS DU GHUPÚ I. (-ämpl i t‹.u:Ie-S~; (mm) Derivaçao DI DII DIII aVR aVL aVF

MÁXIMO MÍNIMU MéDIê E EPM*

1W.@@ 15.@@ 5.Ú@ 4.@@ [email protected]@ ógüü W.@@ @.@@ B.@@ ®.Ú@ @.@@ WHEH [email protected] 1.84iü.5B [email protected] ü.29iW.17 [email protected]@ 1.@[email protected]@

TQHELÊ 21 “ ÊNPLITUDE Dê ONDA S Nêã DERIVÊÇÕES PRECURDIQIS EM 32

RN NDRMQIS DU GRUPO I. Amplitude Derivamão vam v1 vz v4 vã . Vó Máxzmm MÍNXMU Mšnlê E EPM* á.5W 11.G@ 1ó.@ü 18.@@ 23.@@ 15.@® 11.@@

* ERRO PÊDRAD DA MEDIÊ.

Wuüü QMHQ @.@@ ü.ü@ M.W@ ü»@@ ®.@@ 1.@2i@.Ê8 [email protected] 5.9Êi@.ál 7.39i@.ó@ é.35i@.?7 5"75ifi.ö1 5.@[email protected] 1 fx ._ _L'_ _

(23)

Amplitude Derivaáäo DI DII DIII aVR aVL aVF

TQBELQ 23 - AMFLITUDE DÊ UNDH ä MÊS DEHIVHCÕES PRECÚRDIÊIE EM EE

Amplitude Derivaqäm V4R V1 I .I'°.\ K' ..;.. \.-'3 \`,¡ LI. vã , Vó

TC-\I-ÂlELFä 22 - FäMF'LI'¡"UDE DÊ UF-IDC; hlffäëš DEF¡¿I\.lÍ~`‹GÍÕES .UCI F'LrfäI\-lí] F'f~?1C}N'TF-`>|L.,

EM 32 HM NQRMAIS DU GRUPO II"

5(mm)

MÁXIMO MINIMO MEDIÊ E EFM*

anäczz ?5.tz1‹z:= 2..‹zuz‹ 3.521 112:«.1z1z;z¬: RN NOHMÊIS DO GRUPG II

MÁXIMO MINIMO MÊDIÊ E EPM*

7.@@ 11.@@ 1G.@E lüflüü 13.5@ 18.@ü 13.Bü

* ERRO PADRQD DÊ MEDIQ.

ü.@@ ü.@@ @.@W @.@@ @.ü@ @.@@ E.@@ @.üñ 1.@fl üuãü fl.5@ ü.@@ @.@@ ¡ 4.ó[email protected] 1.5âi@.ÊQ @.2@tÊ.ü8 @.2ëifi.13 5.47i@"4B @.5àiÊ.1fi l.17iB.2& 2.78iÉ.47 7.17ifi.74 7.@3Í@.Ó? 5.84ifi.5é ó»1ii@.é2 4.ó7xB.5S

_2Q._

(24)

TÊBELQ 24 ~ HMPLITUDE Dê QNDQ 5 Nêã DERIVÊÇÕES DD PLQMQ FHONTQL,

Amplitude5(mm) Derivaçän

DI

EM 32 RN NURMAIB DD GRUPO III.

1E.WB

MÁXIMO MÍNIMO MÉDIÊ E EPM*

1.®@ E,[email protected]ó

DII 4.5Q fi.@@ [email protected]

DIII 4.88 @.Eü @[email protected]Ó

aVR 2.@Ê @.ÉÉ @.@Bt@.@6

aVL 9.WÊ E.@fi 4.@[email protected]

aVF ÊUGW @.@@ Wuflšifluiä

TÊHELÊ E5 M ÊMPLITUDE ÚNDQ 8 NÊS DERIVMÇÕES PRECURDIQIS EM 32

êmplitudfi 3

MQXIMG MINIMO MÉDIÊ E EPM*

Dewivaqãn

RN NORMÊIE DO GRUPÚ III

z .- vafi v1 v2 M '\} ` gq K) 5 . vó 4.@@ &.®fl 1E.@@ 1É.@@ lfinñä 11.@@ 11.@@

* ERRU Pânaão Dê MÉDIA.

@.®@ @.5ó[email protected]ó @.@@ [email protected] 1.5@ 5.@[email protected]@ @.@@ 4"[email protected]? Q.$fi [email protected] Euflfi [email protected] B.ü@ 3.4Ê[email protected]?

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(25)

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(26)

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(27)

'~.›-Discuasfšcl

Ú nodo sinusal emite o primeiro estímulo na despo1ariza~

ção atrial. Este estímulo percorre os átrios de maneira uniforme

ate chegar ao nodo átrio--ventricular. A representaqao gráiica

deste processo e denominada onda P. Em nosso estudo analisamos

apenas seu potencial e observamos que ela apresentou-se positiva

em IQBZ dos casos em DI e aVF nos três grupos estudados, sendo

que em DII a quase totalidade foi positiva, o que confirma os a~

Chados de ãondneimer (7) Em aVR houve uma incidência de IQQZ ne"

gatividade, encontrada também por outros autores (4). Com rela~

ção as derivações precordiais, encontramos uma grande incidência

de positividade .em V4R, V1 e V2, sendo que em V3, V4, V5 e Vo

toi positiva em IZBZ dos registros.Segundo De Pasqualeà Burchífl)

a onda P toi predominantemente positiva em VI o que se assemelha

aos nossos resultados, embora a porcentagem encontrada nos três

grupos estudados tenha sido mais alta. Uutros autores (7 ,Q Jobw

servaram uma grande incidência de negatividade na onda P na de-

rivação Dlllfi o que, no entanto. nao foi observado em nosso es~

do.

O segundo parâmetro analisado,apds verificarmos a despo~

larizacão atrial” ioi o vetor resultante deste processo, denomi~

nado EÂP. Q determinação deste vetor objetiva localixar o eixo

elétrico da anda Fu. A

Gbservou~se que nos três grupos analisados o SQP variou

de 15 a SW graus. e os valores medios obtidos não mostraram um

desvio acentuado. Este achados assemell'1am~~se aos otiservados por

Datev & Barucha (1 ), que notaram também nao ter havido mudança

signiticativa do eixo medio da onda P ate o Final da primeira

semana de vida.' _

Quando o estfmulo iniciado no nodo sinusal chega ao nodo

átrio-ventricular, representado no eletrocardiograma como com"

plexo QRS.Na análise da primeira deflenão negativa deste comple~

xo, denominada onda Q, observa~se uma maior amplitude e irequënw

cia do que aquela encontrada no padrão normal do adultofi 8). Em

nosso estudo observamos sua presença com maior ërequência nas

derivacões do plano frontal DII, DIII, aVR e aVF,com pequena in~

cidência em DI, o que asseme1ha~se ao achado de outros autores

(4 v7 ,Q ).

Houve baixa incidencia de onda Q nas derivacões precor-

diais apresentando~se nestas amostras como rara ou ausente. Ao

contrário das observações de outros autores (3 ,7 ), em nosso

estudo a onda Q teve uma incidência muito baixa em Va.

Na derivação aVL ohservou~se valores médios estatistica~

mente signiiicativos nos três grupos entre si, onde os valores

mañimos de amplitude Foram observados entre 24 e 48 horas, desa~

parecendo após este periodo. Referente a este parâmetro não en~

contramos dados na literatura pesquisada.

Com relação as ondas*H e S, primeira deflexão positiva e

segunda deflexão negativa do complexo HRS respectivamante,obser~

vou-se uma diminuição da amplitude média em todas as derivações

ao Final das primeiras 72 horas de vida no grupo estudado. Em DI

observa-se um nítido predomínio negativo, com ondas S proporcio-

nalmente maiores que as ondas H ao longo do periodo estudado(2 )

(28)

em aUF notou-se que ao

da onda R em relaqão a on-

Comparandomse as amplitudes de R e E

longo das 72 horas ocorreu um aumento

da S, re41etindo assim,uma diminuiqão embora discreta da prepon-

derância direita. Hs variações ocorridas na amplitude da onda S

nestas derivações Foram, inclusive estatisticamente significati-

vas. Algo concordante com esta observaqão foi notada em DI,quan-

do houve uma diminuição da amplitude de onda S e aumento da onda

H e em aVR,cuja onda H tendeu a diminuir com aumento concomitan-

te e proporcional da onda E ( 2, 3, 9).

_

Nas derivações precordiais notou-se o mesmo predomínio

direito já observado nas derivaçoes do plano frontal, com ondas

R amplas em V4R, tendendo a diminuir a medida que o eletrodo - -

plorador *oi deslocado para a esquerda. Q amplitude média da on-

da R diminuiu grupo a grupo, a medida que a faixa etária aumen-

tou. No entanto, ao final das 72 horas, observou-se uma diferen-

ca proporcionalmente maior da onda H em V6 com relação a V4R, do

que a observada nas primeiras horas de vida (grupo I). Quanto a

onda S, de pequena amplitude nas precordiais direitas,apresentou

uma tendência a aumentar em direção as precordiais esquerdas.

Quando comparada grupo a grupo. houve uma diminuiqão de amplitu-

des com o aumento da ëaixa etária, mantendo, no entanto, propor-

oöes menores em relaçäo ä onda R, a medida que observamos as de-

rivações precordiais esquerdas. Assim, com a onda S aconteceu o

mesmo ëenâmeno ocorrido com a onda R, sd que no sentido inverso.

Percebe-se assim, também nestas derivaqöes, a tendência, ja' nas

primeiras horas, as transformaqões rumo ao M eletrocardio-

grãtico da criança maior (2 ,E ,B ).

."‹1.» -._z -

'U EU U. `i EJO

(29)

`Ux~cQNcLusš0

Apos rigorosa avaliacao estatistica dos valores numëri~

. 1' . ' _

cos obtidos e analise crítica desses resultados, o presente es-

tudo permitiu~nos chegar as seguintes conclusões:

1 ~ D potencial da _ onda _ P analisado . . em relacao mz Í! derivações en~

. .i

tre si e grupo a grupo,caracterizou um ritmo sinusal em todos os

registros.

E ~ O SAP quando avaliado com o progredir das horas,nao apresen-

tou modificaqões importantes dentro do período estudado. '

3 - A onda Q esteve presente com grande irequência em algumas

derivações e com amplitude maior que a encontrada no padrão ele~

troacardiográiico da crianqa maior, _

4 ~ Ocorreu uma diminuição da amplitude das ondas R e S em todas

as derivações \ do decorrer das 72 horasg havendo, contudo, di§e~

rendas quanto a proporcionalidade entre elas.

5 ~ É predominância dos padrões direitos foi nitidamente obserfl

vada. .- notando~se todavia 'J cue. .› jãlneste erfodo. z inicia-se a ro-

taqao do eixo para a esquerda, embora mantenham-se ainda grandes

(30)

1 Px .tl -r ._;. 4 Z.. ¡___! 6 7

VII - REFÉRÊNCIAS HíHLIUGRÃÊICêS

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._ .- .. ..»..;_- -,vv wav-_... .. - --.--.-- -vn _

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75, 19ó9 The in 1... _.')53.. hu I

(32)

TCC UFSC PE 0125 Ex.l NChflm TCC UFSC PE 0125 Autor Nercohm, Deborah

Tltulo Anahse eletrocardlografica dor

972804409 Ac 253768

Referências

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