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Relatório estágio profissional

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Academic year: 2021

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Estágio Profissionalizante | 6º ano

Ano letivo 2017/2018

Ana Maria Rodrigues Alves | nº: 2012116

Regente: Professor Doutor Rui Maio

Orientadora: Dra. Rita Machado

Lisboa, 25 de Junho de 2018

RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO

MESTRADO INTEGRADO EM MEDICINA

NOVA MEDICAL SCHOOL | FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS

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Ana M. R. Alves | nº 2012116 Página | 1 ÍNDICE

Índice ... 1

I. Introdução e Objetivos ... 2

II. Síntese das Atividades Desenvolvidas ... 3

1. Cirurgia Geral ... 3

2. Medicina Interna ... 4

3. Saúde Mental ... 4

4. Medicina Geral e Familiar ... 5

5. Pediatria ... 6

6. Ginecologia e Obstetrícia ... 6

III. Reflexão Crítica ... 7

IV. Anexos ... 10

Não é o diploma médico, mas a qualidade humana, o decisivo.

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Ana M. R. Alves | nº 2012116 Página | 2 I. INTRODUÇÃO E OBJETIVOS

São objetivos gerais da formação médica pré-graduada a aquisição progressiva de conhecimentos de índole técnica e científica a par do desenvolvimento de aptidões específicas e de competências transversais de comunicação e relação interpessoal, alicerçadas nos valores, atitudes e princípios éticos sob os quais se rege a profissão médica. Na NOVA Medical School | Faculdade de Ciências Médicas, o Estágio Profissionalizante (EP), integrado no plano curricular do 6º ano do Mestrado Integrado em Medicina (MIM), procura coadjuvar esta capacitação aliando-a aliando-a umaliando-a componente práticaliando-a considerável. Afiguraliando-a-se, deste modo, como pilaliando-ar de prepaliando-araliando-ação paliando-araliando-a a atividade laboral através de uma prática clínica orientada, que visa colmatar áreas de ensino menos exploradas até então, aliada à introdução de componentes da vivência hospitalar. Deste modo, permite aos alunos aplicar as ferramentas aprendidas, tendo por base de atuação um raciocínio clínico devidamente fundamentado e sujeito a aperfeiçoamento contínuo.

Ao iniciar o presente ano letivo, defini um conjunto de objetivos pessoais que assentavam essencialmente no desenvolvimento e aperfeiçoamento de três núcleos de competências: técnico-científicas (com vista a sedimentar e adquirir conhecimentos teórico-práticos, desenvolver as técnicas de realização da entrevista clínica e do exame objetivo, pedido fundamentando e racional de exames complementares de diagnóstico – ECD - e instituição terapêutica); interpessoais (fomentando uma integração saudável nas equipas onde estivesse inserida e o aperfeiçoamento das minhas capacidades de comunicação com os pares, o doente e os seus familiares); e de liderança (procurando ser agente fomentadora de mudança, através da autoavaliação contínua do meu desempenho e de um maior envolvimento na compreensão dos pontos fortes e fragilidades inerentes ao funcionamento dos sistemas de prestação de cuidados de saúde).

No presente relatório, pretende-se efetuar uma descrição sistematizada do trabalho desenvolvido ao longo do 6º ano do MIM, com enfoque no EP. De modo a facilitar a sua análise, encontra-se estruturado em três secções: numa primeira instância, uma parte introdutória onde

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abordo os objetivos gerais e pessoais do EP, dissecando seguidamente as atividades desenvolvidas nas valências de atuação dos seis estágios nucleares deste ano curricular (Cirurgia Geral, Medicina Interna, Saúde Mental, Medicina Geral e Familiar, Pediatria; e Ginecologia e Obstetrícia). Termino com uma Reflexão Crítica global onde abordo os objetivos propostos, analisando quais foram atingidos e procurando justificar aqueles que não atingi. Na secção Anexos, encontram-se referências às várias atividades extracurriculares desenvolvidas no presente ano, bem como outros elementos curriculares valorativos.

II. SÍNTESE DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS

1. CIRURGIA GERAL (8 semanas: de 11 de Setembro a 3 de Novembro de 2017)

O estágio de Cirurgia Geral, sob a regência do Professor Doutor Rui Maio, decorreu no Hospital da Luz (Lisboa), sob a tutoria do Dr. José Damião Ferreira. Além dos objetivos gerais transversais a todos os estágios, estabeleci como objetivos específicos: a consolidação dos fundamentos relativos à etiopatogenia, semiologia, diagnóstico e tratamento das principais síndromes cirúrgicas; e a aquisição de competências práticas relativas às principais técnicas no âmbito da Especialidade. O estágio iniciou-se com uma semana de índole teórico-prática, da qual saliento as oportunidades de simulação com treino das técnicas de ventilação e entubação, sutura e colocação de acessos vasculares periféricos e centrais; e o curso TEAM (Trauma Evaluation and

Management) organizado pelo ATLS Portugal. Seguiram-se sete semanas de componente

essencialmente prática: cinco semanas em Cirurgia Geral (onde realizei atividades em contexto de enfermaria, consulta, pequena cirurgia e bloco operatório – tendo participado em diversas intervenções cirúrgicas como 1ª e 2ª ajudante e observado um total de 44 cirurgias); e duas semanas na Unidade de Cuidados Intensivos (durante as quais, destaco a possibilidade de observação de sinais clínicos da doença avançada e da gestão de opções nesta fase). Participei nas Reuniões Multidisciplinares de Oncologia do Aparelho Digestivo e nas Sessões Clínicas do Hospital. No último dia de estágio, no âmbito do Mini Congresso, que decorreu no Hospital Beatriz

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Ângelo, apresentei, em conjunto com três colegas, o trabalho “Doença Rectal? Abordagem Recta!”, baseado num caso clínico que tivemos oportunidade de acompanhar.

2. MEDICINA INTERNA (8 semanas: de 6 de Novembro de 2017 a 12 de Janeiro de 2018)

O estágio decorreu sob a regência do Prof. Doutor Fernando Nolasco, no Hospital Egas Moniz com integração no Serviço de Medicina II, sob tutoria da Dra. Manuela Soares. Foram objetivos

específicos deste período: a conquista de autonomia na abordagem sistematizada dos doentes

(ao nível da colheita da anamnese, realização do exame objetivo, estratificação das hipóteses diagnósticas, pedido racional e fundamentado de ECD e elaboração de um plano terapêutico) e o desenvolvimento das minhas capacidades de comunicação e de atuação em equipa. A maior parte do estágio decorreu na enfermaria, onde fiquei responsável, em média, por 2 a 3 doentes por dia e tive oportunidade de elaborar notas de entrada, diários clínicos, notas de alta e notas de transferência. Na consulta externa - de Medicina Interna e de Doenças Tromboembólicas – saliento o acompanhamento dos reajustes de terapêutica efetuados e o conhecimento das indicações para referenciação dos doentes a outras Especialidades. No serviço de urgência (SU) pude exercitar as minhas capacidades de estratificação das hipóteses diagnósticas, tendo por base um raciocínio clínico fundamentado. Adicionalmente, realizei vários procedimentos técnicos como punções venosas e arteriais. Cultivei a minha atuação em equipa multidisciplinar e contactei com o contexto social e familiar dos doentes, num constante estímulo para o compreender e reconhecer casos de maior risco. Assisti aos seminários decorridos na Faculdade e participei ativamente nas Reuniões do Serviço (discutindo a evolução clínica dos doentes) e nas Sessões Clinicas, onde apresentei o trabalho “Pericardite Aguda – a propósito de um caso clínico”.

3. SAÚDE MENTAL (4 semanas: de 22 de Janeiro a 16 de Fevereiro de 2018)

O estágio parcelar de Saúde Mental, sob a regência do Professor Doutor Miguel Talina, decorreu no Serviço de Psiquiatria Geriátrica do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa (CHPL),

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sob orientação do Dr. João Reis. Estabeleci como objetivos principais, a adoção de uma perspetiva de atuação biopsicossocial, que englobasse o conhecimento das principais síndromes psiquiátricas e perturbações da personalidade e me proporcionasse bases de compreensão dos aspetos psicológicos das doenças somáticas e da complexidade inerente à relação médico-doente. Durante o estágio, acompanhei o meu tutor no exercício da sua atividade diária em valências distintas, das quais destaco: enfermaria, consulta externa (de Psicogeriatria e de Perturbações Aditivas), assistência comunitária e SU. Assisti à observação diária dos doentes, praticando os métodos de entrevista clínica e o exame do estado mental. Dado o meu interesse na observação de patologia psiquiátrica em diferentes faixas etárias, tomei a iniciativa de acompanhar a atividade assistencial de outros tutores em contexto de enfermaria e de consulta externa de Psiquiatria Geral. Assisti, com periodicidade semanal, ao Journal Club do Serviço e às Sessões Clínicas proporcionadas pelo CHPL sobre temáticas diversas na área da Psiquiatria. Elaborei ainda um texto de revisão subordinado ao tema: “O Estigma da Doença Mental”.

4. MEDICINA GERAL E FAMILIAR (4 semanas: de 19 de Fevereiro a 16 de Março de 2018)

O estágio decorreu sob a regência da Prof.ª Doutora Isabel Santos, na Unidade de Saúde Familiar (USF) do Dafundo, onde fui tutorada pela Dra. Fernanda Lima. Os objetivos delineados para o mesmo consistiram no desenvolvimento de uma abordagem centrada na pessoa, que privilegiasse o correto diagnóstico dos problemas de saúde alicerçado no poder terapêutico da relação médico-doente. Durante este período, contactei com um espetro de problemas de saúde (agudos e crónicos) representativo dos mais frequentemente encontrados na comunidade (quer em consultas na USF - nomeadamente, de Saúde do Adulto, Planeamento Familiar, Saúde Infantil e Juvenil; Saúde Materna e Consulta do Dia – quer nas visitas domiciliárias). Neste contexto, tive oportunidade de dirigir autonomamente os passos da consulta, interiorizar os princípios do registo médico orientado por problemas, efetuar pedidos de referenciação a Cuidados de Saúde Secundários e preencher documentação com efeitos médico-legais. Pude ainda realizar

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procedimentos práticos, como colpocitologias, e participar em programas de articulação comunitária, nas consultas de Enfermagem e nas Sessões Clínicas da Unidade, onde apresentei uma breve revisão subordinada ao tema “Depressão no Idoso - o papel da Medicina Geral e Familiar” – patologia que me apercebi ser alvo frequente de subdiagnóstico. O estágio terminou com a realização do respetivo Diário de Exercício Orientado e a prova oral.

5. PEDIATRIA (4 semanas: de 19 de Março a 20 de Abril de 2018)

O estágio decorreu sob a regência do Prof. Doutor Luís Varandas e orientação da Dra. Ana Casimiro, no Hospital Dona Estefânia (HDE). No início do mesmo, defini como objetivos

específicos: o reconhecimento das patologias pediátricas mais frequentes; a consolidação do

conhecimento semiológico pediátrico (através do aperfeiçoamento de competências na colheita de dados anamnésicos e na realização do exame objetivo); e o desenvolvimento da capacidade de interação com a população pediátrica e respetivos cuidadores. Dada a atuação polivalente da minha tutora (integrante da Unidade de Pneumologia do HDE), pude acompanhá-la no exercício da sua atividade clínica diária nas várias Unidades de Internamento do HDE – onde efetuei colheita e redação de história clínica - consulta e SU. Assisti à realização de broncofibroscopias e participei nas consultas de Neurologia e Gastroenterologia Pediátricas; e de Imunoalergologia. A nível formativo, assisti diariamente às Reuniões Multidisciplinares de apresentação dos doentes internados, às Sessões de Formação destinadas a internos e alunos; e participei na 7 ª Reunião de Imunoalergologia de Lisboa. Elaborei o trabalho intitulado “Hormona de Crescimento na Síndrome de Prader-Willi”, a propósito de um caso clínico, apresentado no último dia de estágio.

6. GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA (4 semanas: de 23 de Abril a 18 de Maio de 2018)

O estágio decorreu sob a regência da Prof.ª Doutora Teresa Ventura e a orientação da Dra. Alexia Toller, no Hospital de São Francisco Xavier. Foram objetivos específicos: integrar conhecimentos relativos às condições ginecológicas e obstétricas mais prevalentes (atentando

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nos ECD disponíveis); e consolidar competências inerentes à realização do exame objetivo ginecológico e obstétrico, reconhecendo-lhe as particularidades semiológicas. O período de estágio foi dividido em duas partes, dedicadas individualmente à Ginecologia e à Obstetrícia, cada uma com a duração de duas semanas. Transversalmente às duas áreas, observei doentes em contexto de enfermaria, consulta externa, bloco operatório e no SU. Particularizando, no âmbito da Ginecologia, destaco a minha participação nas consultas de Patologia do Colo do Útero e a observação de histeroscopias e ecografias ginecológicas. No período dedicado à Obstetrícia, frequentei as consultas de Patologia Fetal e de Diagnóstico Pré-Natal, observei a realização de ecografias obstétricas e frequentei o bloco de partos, como elemento observador. Realizei de forma autónoma o exame objetivo ginecológico e obstétrico, a par de vários procedimentos, como citologias cervicais e colposcopias. Assisti às Sessões Clínicas semanais do Serviço e, na última semana, em conjunto com um dos meus colegas de estágio, apresentei um artigo científico subordinado ao tema “Leiomiomatose Uterina e as suas Implicações na Gravidez”.

III. REFLEXÃO CRÍTICA

Finalizado o sexto ano do MIM, é da minha responsabilidade efetuar um balanço retrospetivo, tendo em consideração o seu papel na minha formação e os objetivos inicialmente delineados. Ao constituir um veículo de ligação teórico-clínica, o EP procura assegurar a transição para uma área laboral onde a capacidade científica, a competência clínica e a autonomia são basilares. Nesse sentido, dediquei-lhe muitas expectativas reconhecendo-o como palco de excelência para adquirir e aplicar conhecimentos, competências e atitudes fulcrais para o meu desenvolvimento ulterior.

Em relação aos objetivos gerais e pessoais do presente ano letivo, considero que foram, globalmente, atingidos em pleno, embora esteja ciente que os desafios nunca são estanques e que existirão sempre falhas a colmatar. Relativamente aos objetivos específicos dos vários estágios parcelares, merecem ser feitos alguns destaques. No que concerne ao estágio de

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repercutiu numa responsabilidade e motivação crescentes para o desempenho das funções que me estavam destinadas. A prática de uma abordagem holística do doente sensibilizou-me recorrentemente para a valorização do seu contexto social e familiar; e para a importância de uma atuação multidisciplinar. O predomínio de contacto com uma faixa etária avançada permitiu-me aplicar competências adquiridas no projeto de voluntariado que realizei no 5º ano destinado ao acompanhamento de idosos sinalizados (“Saúde Porta a Porta” – vide Anexo 1). O estágio de

Cirurgia Geral constituiu a concretização prática dos conhecimentos previamente adquiridos,

permitindo-me evoluir na minha capacidade de execução de alguns gestos cirúrgicos a par de uma maior interiorização do cumprimento das regras de assepsia. O estágio de Saúde Mental assumiu um papel preponderante no reconhecimento da importância da dissolução do estigma da doença mental e renovou a convicção de que as ações de intervenção na comunidade constituem indubitavelmente um dos vértices de atuação para um acompanhamento mais efetivo destes doentes e um alicerce para a sua reintegração na sociedade. O estágio de Medicina Geral e

Familiar permitiu-me reconhecer a aliança terapêutica inerente à relação médico-doente, sendo

veículo simultâneo de compreensão do contexto biopsicossocial deste último. Apesar de ter potenciado a minha capacidade de prescrição medicamentosa, reconheço que este constitui um aspeto a melhorar. Relativamente ao estágio de Pediatria, considero-o o mais surpreendente, na medida em que ao ter lugar num Hospital de referência me permitiu contactar com patologias raras, tendo sempre por base uma perspetiva de atuação polivalente, o que me proporcionou uma visão mais abrangente das valências da Especialidade. Alertou-me ainda para a importância do equilíbrio entre uma escuta ativa e a adoção de uma postura tranquilizadora e assertiva na transmissão de informação aos pais e/ou cuidadores. Finalmente, em relação ao estágio de

Obstetrícia e Ginecologia, para além da sedimentação de conhecimentos, creio que foi relevante

estreitar contacto com os ECD disponíveis, permitindo-me uma maior familiarização com a anatomia do normal desenvolvimento humano e o reconhecimento de achados patológicos, a par de uma visão mais fundamentada no âmbito da Saúde da Mulher.

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O desenvolvimento das competências interpessoais assumiu um papel preponderante ao longo dos vários estágios, principalmente numa altura em que o conhecimento médico cresce a um ritmo vertiginoso e os conceitos de subespecialização e de equipa multidisciplinar assumem uma relevância cada vez maior. Constatei que para o exercício da profissão servir o melhor interesse do doente, assumem extrema importância não só uma atualização permanente mas também o aperfeiçoamento das capacidades comunicativas para com uma população cada vez mais informada e exigente na qualidade dos cuidados de saúde que lhe são prestados – e isto é, na minha opinião, um verdadeiro exercício de gestão clínica, com tanto de ciência quanto de arte.

Este ano constituiu também uma tomada de consciência da multiplicidade de variáveis que condicionam o nosso aproveitamento enquanto alunos, seja pelas características dos Serviços onde somos alocados, os tutores que nos são designados ou o rácio tutor:aluno em cada local de estágio. No entanto, considero, de igual forma, que estas condicionantes extrínsecas estarão presentes ao longo de toda a nossa vida (quer profissional, quer pessoal) e que demitirmo-nos do desafio de sermos agentes ativos no nosso processo formativo diz mais sobre nós do que o contrário. Foi baseada nesse mote que conciliei, durante os 6 anos de curso, o percurso da Medicina com o da Música, ao cantar regularmente no Clube de Fado a par de algumas digressões internacionais. Esta conjugação de saberes foi um coadjuvante valioso no desenvolvimento de relações interpessoais, permitindo-me potenciar o tempo dedicado à Medicina e complementar o meu conhecimento através das variadas experiências culturais que o Fado me tem permitido. A prossecução deste compromisso, levou-me a tirar o máximo partido da formação que me foi proporcionada por esta Faculdade, sendo o meu período de permanência nos estágios e/ou em outras atividades formativas independente de horários pré-estabelecidos e antes baseado no interesse em fazer mais e melhor, numa perspetiva de aprendizagem contínua.

Resta-me, por fim, enaltecer a qualidade formativa desta Instituição e agradecer a todos os Professores, Assistentes, Tutores, Colegas, Amigos e à minha Família por tanto me terem dado.

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Ana M. R. Alves | nº 2012116 Página | 10 IV. ANEXOS

I. Projetos de Voluntariado:

1. Saúde Porta a Porta (promovido pela Associação de Estudantes da NOVA Medical

School | Faculdade de Ciências Médicas) – 2016/2017;

II. Cursos e Conferências:

2. iMed Conference 9.0 (Outubro de 2017);

i. Workshop: Ginecologia e Obstetrícia (Outubro de 2017); 3. TEAM: Trauma Evaluation and Management (Setembro de 2017); 4. Encontros no Hospital da Luz:

i. Diarreia Crónica (Setembro de 2017); ii. Anemia Crónica (Outubro de 2017);

iii. Farmacologia da Grávida (Maio de 2018); 5. Encontros no Hospital Beatriz Ângelo:

i. Saúde Mental nos Cuidados de Saúde Primários (Maio de 2018); 6. 7ª Reunião de Imunoalergologia de Lisboa (Abril de 2018);

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ANEXO 1

Projeto Saúde Porta a Porta (desenvolvido pela Associação de Estudantes da NOVA Medical School

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ANEXO 2

iMed Conference 9.0 | Outubro de 2017

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ANEXO 2 (i)

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ANEXO 3

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ANEXO 4 (i)

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ANEXO 4 (ii)

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ANEXO 4 (iii)

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ANEXO 5

Encontros no Hospital Beatriz Ângelo: Saúde Mental nos Cuidados de Saúde Primários

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ANEXO 6

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ANEXO 7

Referências

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