Doenças
Infecciosas e parasitárias
Como Cai na Prova de Enfermagem?
Prof. Igor Ximenes
DINÂMICA DO CURSO
• CONTEÚDO
• ESQUEMAS
TEORIA
• FIXAÇÃO
• ENTENDER A PROVA
EXERCÍCIOS
• MAPAS MENTAIS
• RESUMOS
REVISÃO
VÍDEO AULAS
Principais Assuntos MAIS COBRADOS DOENÇA DE CHAGAS
MALÁRIA
TRACOMA E LEPTOSPIROSE RAIVA HUMANA
LEISHMANIOSE HANSENÍASE TUBERCULOSE DENGUE
ESQUISTOSSOMOSE ZIKA VÍRUS
VÍRUS CHIKUNGUNYA
Onde as Bancas Colocam
Pegadinhas?
DENGUE
Prof ª. Igor Ximenes
QUEBRANDO A BANCA
DENGUE
Doença infecciosa febril aguda, que pode ser de curso benigno ou grave, dependendo da forma como se apresente.
Vetor e agente etiológico
Os vetores são mosquitos do gênero Aedes
O Aedes é originário da África, possui cor escura, rajado de branco nas patas e corpo, em tamanho é um pouco menor que
um pernilongo comum
O agente etiológico é o vírus da Dengue (RNA). Arbovírus do gênero Flavivirus, pertencente à
família Flaviviridae, com quatro sorotipos conhecidos: DENV1,
DENV2, DENV3 e DENV4.
CICLO DE TRANSMISSÃO
O mosquito pica um homem infectado, e depois pica outro homem, esse mosquito estará está apto a transmitir o vírus, depois de 8 a 12 dias de incubação extrínseca. não há transmissão direta entre humanos.
Mosquito Aedes aegypti (vetor)
Homem (Hospedeiro)
DENGUE
Período de incubação
Varia de 3 a 15 dias, sendo em média de 5 a 6 dias.
Período de transmissibilidade:
O homem infecta o mosquito durante o período de viremia, que começa um dia
antes da febre e perdura até o sexto dia da doença.
As manifestações hemorrágicas, como epistaxe, petéquias, gengivorragia, metrorragia, hematêmese, melena, hematúria e outras, bem como a plaquetopenia, podem ser observadas em todas as apresentações clínicas de Dengue.
A primeira manifestação da Dengue é a febre, geralmente alta (39ºC a 40ºC), de início abrupto, associada à cefaleia, adinamia, mialgias, artralgias, dor retro orbitária, com presença ou não de exantema e/ou prurido. Anorexia, náuseas, vômitos e diarreia podem ser observados por 2 a 6 dias.
MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS
O fator determinante nos casos graves de Dengue é o extravasamento plasmático, que pode ser expresso por meio
da hemoconcentração, hipoalbuminemia e/ou derrames cavitários.
Alguns pacientes podem evoluir para formas graves da doença e passam a apresentar sinais de alarme da
Dengue, principalmente quando a febre cede, precedendo manifestações hemorrágicas mais graves.
MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS
Dor abdominal intensa e contínua
Vômitos persistentes
Desconforto respiratório
Hepatomegalia dolorosa
Letargia
Derrames cavitários (pleural, pericárdico, ascite)
QUA ND O SUS PEIT AR ?
Todo paciente que apresente doença febril aguda com duração de até sete dias, acompanhada de, pelo menos, dois sintomas: cefaleia, dor
retroorbitária, mialgias, artralgias, prostração ou exantema, associados ou não à presença de hemorragias.
Além de ter estado, nos últimos quinze dias, em área onde esteja ocorrendo transmissão de Dengue ou
tenha a presença de Ae. aegypti.
DIAGNÓSTICO
Anamnese, com realização da prova do laço
Exame clínico e confirmação laboratorial específica
A confirmação laboratorial é orientada de acordo com a situação epidemiológica: em períodos não epidêmicos, solicitar o exame de todos os casos
suspeitos; em períodos epidêmicos, solicitar o exame em todo paciente grave ou com dúvidas no
diagnóstico
É uma doença de notificação compulsória e de investigação obrigatória,
principalmente quando se tratar dos primeiros casos diagnosticados em uma área ou quando se suspeitar de FHD. Os óbitos decorrentes da doença devem ser
investigados imediatamente.
PROVA DE LAÇO
Desenhar um quadrado de 2,5cm de lado (ou uma área ao redor do polegar) no antebraço da pessoa e verificar a pressão arterial (deitada ou
sentada)
Calcular o valor médio (PAS+PAD/2)
Insuflar novamente o manguito até o valor médio e manter por cinco minutos (em crianças, 3 minutos) ou até o aparecimento de petéquias
Contar o número de petéquias no quadrado
A prova do laço deverá ser realizada obrigatoriamente em todos os casos
suspeitos de Dengue
A prova será positiva se houver mais de 20 petéquias em adultos e mais de 10
petéquias em crianças.
DIAGNÓSTICO LABORATORIAL
Específico virológico
Tem por objetivo identificar o patógeno e Monitorar o sorotipo
viral circulante.
Para realização da técnica de isolamento viral e reação em cadeia
da polimerase (PCR), a coleta do sangue deve ser realizada até o quinto dia do início dos sintomas.
Sorológico
A sorologia é utilizada para detecção de anticorpos
antiDengue e deve ser solicitada a partir do sexto dia do início dos
sintomas.
Inespecífico – Hemograma completo
Recomendado para todos os pacientes com Dengue a coleta é realizada no mesmo dia e o
resultado em até 24 horas.
DENGUE
Confirmação de dengue clássica (DC)
É o caso suspeito, confirmado
laboratorialmente. Durante uma epidemia, a confirmação pode ser feita pelo critério clínico-epidemiológico, exceto nos primeiros
casos da área, os quais deverão ter confirmação laboratorial.
DENGUE
Confirmado febre hemorrágica (FHD)
Prova do laço positiva
Petéquias, equimoses ou púrpuras
Sangramentos de mucosas do trato gastrintestinal ou outros
Extravasamento de plasma devido ao aumento de permeabilidade capilar,
manifestado por: hematócrito apresentando aumento de 10% sobre o basal na admissão; queda do hematócrito
em 20%, após o tratamento adequado
Presença de derrame pleural, ascite e hipoproteinemia
É o caso confirmado laboratorialmente e com todos os
critérios presentes, a seguir:
trombocitopenia (≤100.000/mm3) e tendências hemorrágicas evidenciadas por um ou mais dos
seguintes sinais:
Os casos de FHD são classificados de acordo com a sua gravidade em:
Grau 1: Febre acompanhada de sintomas inespecíficos, em que a única manifestação
hemorrágica é a prova do laço positiva;
Grau 2: Além das manifestações do grau I, hemorragias espontâneas leves
(sangramento de pele, epistaxe, gengivorragia e outros);
Grau 3: Colapso circulatório com pulso fraco e rápido, estreitamento da pressão arterial ou hipotensão, pele pegajosa e fria
e inquietação;
Grau 4: Síndrome do Choque da Dengue (SCD), ou seja, choque profundo com ausência de pressão arterial e pressão de
pulso imperceptível.
Dor abdominal intensa e contínua Vômitos persistentes
Hipotensão postural e/ou lipotimia Hepatomegalia dolorosa
Hemorragias importantes (hematêmese e/ou melena) Sonolência e irritabilidade
Diminuição da diurese
Diminuição repentina da temperatura corpórea ou hipotermia Aumento repentino do hematócrito
Queda abrupta de plaquetas Desconforto respiratório
SINAIS DE ALARME DA DENGUE HEMORRÁGICA
DENGUE
Dengue com complicações (DCC)
É todo caso grave que não se enquadra nos critérios da OMS de
FHD e quando a classificação de Dengue Clássica é insatisfatória.
Alterações neurológicas
Disfunção cardiorrespiratória
Insuficiência hepática
Plaquetopenia igual ou inferior a 50.000/mm3
Hemorragia digestiva
Derrames cavitários
Leucometria global igual ou inferior a 1.000/m3 e óbito Sinais de choque:
Hipotensão arterial
PA convergente (PA diferencial
< 20mmHg)
Extremidades frias e cianóticas
Pulso rápido e fino
TEC > 2 segundos
TRATAMENTO
Os dados de anamnese e exame físico serão utilizados para orientar as medidas terapêuticas cabíveis.
A Dengue é uma doença dinâmica e o paciente pode evoluir de um estágio a outro, rapidamente. O manejo adequado dos pacientes depende do reconhecimento precoce dos sinais de alarme, do contínuo monitoramento e reestadiamento dos casos e da pronta reposição hídrica.
É necessário a revisão da história clínica, acompanhada do exame físico completo, a cada reavaliação do paciente, com o devido registro em instrumentos pertinentes (prontuários, ficha de atendimento, cartão de acompanhamento).
O tratamento é sintomático (com analgésicos e antipiréticos), sendo indicada hidratação oral ou parenteral, dependendo da caracterização do paciente
ESTADIAMENTO E TRATAMENTO
Conduta
A
1. Febre por até sete dias, acompanhada de pelo menos dois sinais e sintomas inespecíficos (cefaléia, prostração, dor retroorbitária, exantema, mialgias, artralgias) e história epidemiológica compatível.
2. Prova do laço negativa e ausência de manifestações hemorrágicas espontâneas.
3. Ausência de sinais de alarme.
Hidratação oral antitérmicos e analgésicos
B
Caracterização Grupo
1. Febre por até sete dias, acompanhada de pelo menos dois sinais e sintomas inespecíficos (cefaléia, prostração, dor retroorbitária, exantema, mialgias, artralgias) e história epidemiológica compatível.
2. Prova do laço positiva ou manifestações hemorrágicas espontâneas, sem repercussão hemodinâmica
3. Ausência de sinais de alarme.
Hidratação oral Antitérmicos e analgésicos
Grupo Caracterização Conduta
ESTADIAMENTO E TRATAMENTO
Conduta
B
Paciente com hematócrito aumentado em até 10% acima do valor basal ou, na ausência deste, com as seguintes faixas de valores:
» crianças: ≥ 38% e ≤ 42% » mulheres: ≥ 40% e ≤ 44% » homens: ≥ 45% e ≤ 50% e/ou plaquetopenia entre 50 e 100.000 cels/mm3 e/ou leucopenia < 1.000 cels/mm3
Tratamento ambulatorial com
hidratação oral rigorosa, antitérmicos e
analgésicos
B
Caracterização Grupo
Paciente com hematócrito aumentado em mais de 10% acima do valor basal ou, na ausência deste, com os seguintes valores: » crianças: >
42% » mulheres: > 44% » homens: > 50% e/ou plaquetopenia < 50.000 cels/mm3 :
Hidratação oral supervisionada ou parenteral, antitérmicos
e analgésicos, reavaliação clínica de
hematócrito após hidratação
Grupo Caracterização Conduta
ESTADIAMENTO E TRATAMENTO
Conduta
C
Hidratação venosa rápida em unidade com capacidade para realizar
hidratação venosa sob supervisão médica, por um período mínimo de
24 horas.
Exames específicos:
Hemograma completo, TS, dosagem de albumina
sérica, Raio X de tórax, e outros exames conforme
necessidade: glicose, ureia, transaminases,
gasometria, ultrasonografia de abdome e de tórax D
Caracterização Grupo
1. Febre por até sete dias, acompanhada de pelo menos dois sinais e sintomas inespecíficos (cefaléia, prostração, dor retroorbitária, exantema, mialgias, artralgias) e história epidemiológica compatível.
2. Presença de algum sinal de alarme que caracteriza o grupo C.
3. Choque (que caracteriza o grupo D)
4. Manifestações hemorrágicas presentes ou ausentes
Grupo Caracterização Conduta
INDICAÇÃO PARA INTERNAÇÃO HOSPITALAR
Presença de sinais de alarme
Recusa na ingestão de alimentos e líquidos
Comprometimento respiratório: dor torácica, dificuldade respiratória, diminuição do murmúrio vesicular ou outros sinais de gravidade.
Plaquetas <20.000mm3 independentemente de manifestações hemorrágicas
Impossibilidade de seguimento ou retorno à unidade de saúde
Co-morbidades descompensadas como diabetes mellitus, hipertensão arterial, insuficiência cardíaca, uso de dicumarínicos, crise asmática, etc.
CRITÉRIOS DE ALTA HOSPITALAR
ausência de febre durante 24 horas, sem uso de terapia antitérmica;
melhora visível do quadro clínico
hematócrito normal e estável por 24 horas;
plaquetas em elevação e acima de 50.000/mm3
estabilização hemodinâmica durante 24 horas
derrames cavitários, quando presentes, em regressão e sem repercussão clínica.
QUESTÕES
1. (PREFEITURA DO RIO DE JANEIRO - RJ – 2019)Dor abdominal intensa e contínua, vômitos persistentes, hipotensão postural, derrame pleural, sangramento de mucosa e aumento progressivo do hematócrito são sinais de alarme identificados no período de defervescência da febre em pacientes acometidos por:
(A) hepatite viral do tipo A (B) tuberculose
(C) influenza
(D) dengue
1. (PREFEITURA DO RIO DE JANEIRO - RJ – 2019)Dor abdominal intensa e contínua, vômitos persistentes, hipotensão postural, derrame pleural, sangramento de mucosa e aumento progressivo do hematócrito são sinais de alarme identificados no período de defervescência da febre em pacientes acometidos por:
(A) hepatite viral do tipo A (B) tuberculose
(C) influenza
(D) dengue
2. (COMPERVE – 2019) A infecção pelo vírus da dengue pode ser assintomática ou sintomática. Quando sintomática, causa uma doença sistêmica e dinâmica de amplo espectro clínico, variando desde formas oligossintomáticas até quadros graves, podendo evoluir para o óbito. Sobre a dengue na criança, o Ministério da Saúde afirma que
(A) pode ser assintomática na maioria dos casos, com sinais e sintomas quase imperceptíveis e evolução rápida para a cura espontânea.
(B) o quadro inicial da doença é muito semelhante ao do adulto, com febre baixa, de início abrupta, associada à cefaleia, adinamia, mialgia, artralgia e dor retroorbitária, mas o agravamento é mais súbito e os sinais de alarme são mais dificilmente detectados.
(C) apresenta um aspecto mais brando com sinais e sintomas mais leves, e o risco de agravamento é bem menor que em adultos.
(D) pode ser assintomática ou apresentar-se como uma síndrome febril clássica viral, ou com sinais e
sintomas inespecíficos, como adinamia, sonolência, recusa da alimentação e de líquidos, vômitos, diarreia
ou fezes amolecidas.
2. (COMPERVE – 2019) A infecção pelo vírus da dengue pode ser assintomática ou sintomática. Quando sintomática, causa uma doença sistêmica e dinâmica de amplo espectro clínico, variando desde formas oligossintomáticas até quadros graves, podendo evoluir para o óbito. Sobre a dengue na criança, o Ministério da Saúde afirma que
(A) pode ser assintomática na maioria dos casos, com sinais e sintomas quase imperceptíveis e evolução rápida para a cura espontânea.
(B) o quadro inicial da doença é muito semelhante ao do adulto, com febre baixa, de início abrupta, associada à cefaleia, adinamia, mialgia, artralgia e dor retroorbitária, mas o agravamento é mais súbito e os sinais de alarme são mais dificilmente detectados.
(C) apresenta um aspecto mais brando com sinais e sintomas mais leves, e o risco de agravamento é bem menor que em adultos.
(D) pode ser assintomática ou apresentar-se como uma síndrome febril clássica viral, ou com sinais e
sintomas inespecíficos, como adinamia, sonolência, recusa da alimentação e de líquidos, vômitos, diarreia
ou fezes amolecidas.
3. (VUNESP – 2019) Em relação à dengue, é correto afirmar que
(A) a dengue clássica é a forma mais leve da doença, sendo muitas vezes confundida com a gripe. Tem início súbito e os sintomas podem durar de cinco a sete dias, apresentando sinais como febre alta (39 a 40 ºC), dores de cabeça, cansaço, dor muscular e nas articulações, indisposição, enjoos, vômitos, entre outros.
(B) a transmissão raramente ocorre em temperaturas acima de 16 ºC, por isso o mosquito se desenvolve em áreas tropicais e subtropicais. A fêmea coloca os ovos em condições adequadas (lugar quente e úmido e que possam acumular água) e em 96 horas, no mínimo, o embrião se desenvolve, gerando larvas ativas.
(C) a dengue hemorrágica, cujos sintomas se caracterizam por alterações na coagulação sanguínea, hemorragias causadas pelo sangramento de pequenos vasos da pele e outros órgãos e queda na pressão arterial do paciente, levando o paciente à morte em 99% dos casos.
(D) existem quatro tipos de vírus da dengue (DEN 1; DEN 2; DEN 3 e DEN 4). A infecção por um dos tipos imuniza a pessoa infectada para o vírus atuante e os demais tipos de vírus. Esse fato facilita o desenvolvimento de uma vacina eficaz.
(E) os principais sintomas da síndrome do choque da dengue são: febre alta acima de 40 ºC, dores musculares pouco intensas, dor ao movimentar os olhos, mal-estar geral, falta de apetite e náuseas, dor de cabeça e manchas vermelhas no corpo, principalmente nos braços e pernas.
3. (VUNESP – 2019) Em relação à dengue, é correto afirmar que
(A) a dengue clássica é a forma mais leve da doença, sendo muitas vezes confundida com a gripe. Tem início súbito e os sintomas podem durar de cinco a sete dias, apresentando sinais como febre alta (39 a 40 ºC), dores de cabeça, cansaço, dor muscular e nas articulações, indisposição, enjoos, vômitos, entre outros.
(B) a transmissão raramente ocorre em temperaturas acima de 16 ºC, por isso o mosquito se desenvolve em áreas tropicais e subtropicais. A fêmea coloca os ovos em condições adequadas (lugar quente e úmido e que possam acumular água) e em 96 horas, no mínimo, o embrião se desenvolve, gerando larvas ativas.
(C) a dengue hemorrágica, cujos sintomas se caracterizam por alterações na coagulação sanguínea, hemorragias causadas pelo sangramento de pequenos vasos da pele e outros órgãos e queda na pressão arterial do paciente, levando o paciente à morte em 99% dos casos.
(D) existem quatro tipos de vírus da dengue (DEN 1; DEN 2; DEN 3 e DEN 4). A infecção por um dos tipos imuniza a pessoa infectada para o vírus atuante e os demais tipos de vírus. Esse fato facilita o desenvolvimento de uma vacina eficaz.
(E) os principais sintomas da síndrome do choque da dengue são: febre alta acima de 40 ºC, dores musculares pouco intensas, dor ao movimentar os olhos, mal-estar geral, falta de apetite e náuseas, dor de cabeça e manchas vermelhas no corpo, principalmente nos braços e pernas.