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Rev. Col. Bras. Cir. 2009; 36(6): 470-471
M a n s o M a n s o M a n s o M a n s o M a n s o Alegria, alegria: Estamos no MEDLINE / PUBMED!EditorialEditorialEditorialEditorialEditorial
A Revista do CBC está no Medline / PubMed
A Revista do CBC está no Medline / PubMed
A Revista do CBC está no Medline / PubMed
A Revista do CBC está no Medline / PubMed
A Revista do CBC está no Medline / PubMed
The CBC Journal is at Medline / PubMed
The CBC Journal is at Medline / PubMed
The CBC Journal is at Medline / PubMed
The CBC Journal is at Medline / PubMed
The CBC Journal is at Medline / PubMed
TCBC JOSÉ EDUARDO FERREIRA MANSO; ECBC OSVALDO MALAFAIA; TCBC EDMUNDO MACHADO FERRAZ
É
com a máxima alegria que comunicamos a todos os membros, leitores e autores que a REVISTA DO COLÉ-GIO BRASILEIRO DE CIRURGIÕES foi incluída na base MEDLINE/PUBMED em outubro próximo passado. O moti-vo de tanta satisfação é devido a que uma vez nela, a revista passa a ter visibilidade e acreditação internacional ainda maior. Os trabalhos publicados passam a ter maior valor dentro e fora do Brasil. Quando da análise individual de qualidade da produção intelectual, ficam os autores mais valorizados, refletindo esse aspecto direta e imediatamen-te na mensuração das publicações dos currículos apresen-tados para qualquer fim.Todos ganhamos... e bastante!
O Brasil cresceu muito e positivamente em vários grandes aspectos como nação: é hoje considerado um dos principais países emergentes na economia; de melhor futu-ro a médio prazo em oportunidades pessoais e empresari-ais; produtor de tecnologia de ponta em muitos aspectos da necessidade humana, diversificando seu campo de atu-ação e geratu-ação de riqueza – saindo do perigoso patamar de ser somente país produtor e exportador de commodities -; portador de democracia consolidada e tantos outros as-pectos que nos orgulham. Não poderia ser diferente com a produção intelectual: ela subiu em qualidade e número. Hoje somos o 13º. país no ranking de publicações, saindo do 15º. lugar em passado recente (2007). Mas, também aumentou a necessidade de se publicar em veículos de melhor indexação e com maior fator de impacto. Este fato é marcadamente reconhecido na avaliação dos programas de pós-graduação estrito senso brasileiro que elevou o umbral de qualificação da produção intelectual da massa crítica dos programas, afim de que os conceitos sejam mantidos ou elevados. O Qualis, sistema de pontuação das publicações feito pela CAPES, também cresceu em exi-gências. Os concursos públicos para docência e outros correlatos estão pontuando a produção intelectual dos can-didatos com base nos indexadores nacionais (Qualis) e in-ternacionais (ISI, Scopus e outros). Assim, para que o Brasil possa manter suas melhores pesquisas em solo brasileiro – evitando aquela malévola expressão: este trabalho merece publicação no exterior! -, temos que aumentar ainda mais a indexação das nossas revistas e procurar incentivar sua elevação no fator de impacto mensurado por várias bases -dentre elas a mais aceita atualmente é a ISI – Institute for Scientific Information.
É trabalho árduo, mas temos que enfrentá-lo. Com esse modo de pensar, teve o atual Diretório Nacional a idéia de fazer projeto de elevação da indexação da nossa Revista – antes de outubro de 2009 estava na Scielo, Latindex, Lilacs, Scopus e DOAJ -, para ingressar na
principal: Medline/Pubmed. Chamou esse projeto de PRO-JETO CBC MEDLINE e com a intenção de atingi-la no prazo menor possível.
Para esse fim elaborou o projeto em várias fases. A primeira, reformatar e modernizar completamente a Re-vista e colocá-la nos padrões das melhores da área. Segun-da, melhorar a qualificação dos trabalhos publicados – im-portante aspecto para verificação de mérito de qualquer revista. Terceira, encaminhar nossa revista para análise da National Library of Medicine em Washington, que mantém o Medline/Pubmed e esperar pela indexação.
A primeira foi executada com grande êxito. Pode o leitor deste Editorial comparar o último número de 2008 - volume 35(6) – e este que tem em suas mãos e verificar por si próprio as grandes e favoráveis mudanças.
Para a segunda, foi pedida a colaboração dos programas de Graduação do sistema brasileiro de Pós-Graduação da CAPES (Medicina III) para enviarem seus artigos, oriundos de teses defendidas. Desse modo seria alcançado o nível desejado de mérito da Revista em curto espaço de tempo, entendendo-se que está nesse sistema a produção científica de melhor qualidade e em maior nú-mero.
Na terceira, sensibilizar a Medline para que ana-lisasse nossa revista no menor tempo possível, a fim de acompanhar o triênio de avaliação da CAPES no que concerne a produção intelectual do sistema de pós-gradua-ção e a conceituapós-gradua-ção que se efetua basicamente na quali-dade da produção científica dos programas. Se fosse possí-vel analisar e aprovar em 2009, haveria o benefício de ime-diatamente ser transferido aos autores e programas as van-tagens desse aumento na indexação e qualificação dos ar-tigos publicados, caso fosse elevada a Revista a esta base. Se não, a oportunidade estaria perdida e somente recupe-rada ao final do próximo triênio (2012). Este foi o argumen-to que fez com que Mr. Sheldon Kotzin (Associate Direcargumen-tor da Medline) entendesse, nos ajudasse e colocasse em aná-lise nossa Revista na última avaliação do Comitê Medline em outubro próximo passado. Para que tal sensibilização fosse possível fazer, Edmundo Ferraz, Eduardo Manso e Osvaldo Malafaia foram a Washington para falar com Mr. Sheldon. Foi viagem marcante e com o objetivo plenamen-te alcançado, pois nossa revista preencheu os formulários de submissão em junho de 2009, e já em outubro do mes-mo ano ESTAVA ACEITA PELA MEDLINE PARA INGRESSO EM SUA BASE! Pasmem: esta indexação foi conseguida em somente quatro meses! Sucesso absoluto.
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Alegria, alegria: Estamos no MEDLINE / PUBMED! 471
Rev. Col. Bras. Cir. 2009; 36(6): 470-471
Revista assumiu o compromisso de ajudá-los colaboran-do para atingirem indicacolaboran-dores de qualidade em publica-ções expressos pela CAPES, como, por exemplo, publi-cação de suas teses no ano de defesa ou no máximo no seguinte.
Contudo, não vamos aqui parar. Claro que te-mos o direito de desfrutar a glória desse alcance, mas de-vemos entender que para termos maior competitividade na busca e captação dos melhores trabalhos brasileiros e transformar a Revista do CBC como referência para nossos pesquisadores, precisamos agora fazê-la entrar para a ISI e obter fator de impacto internacional. Para esclarecimento do leitor, o Qualis/CAPES coloca como B3 a categoria das revistas que estão no Medline (como agora a do CBC); como B2, esta mesma categoria mas com fator de impacto maior que 0.11; como B1, o fator de impacto acima de 1.3; como A2, fator de impacto maior que 2,1, e A1, aci-ma de 2,8. Veja o leitor que longo caminho temos pela frente até chegar ao ápice!
Assim, O CBC já está elaborando projeto cha-mado PROJETO CBC ISI para 2010 no intuito de conseguir entrar no sistema internacional que avalia o impacto das revistas, com base nas citações existentes nas referências dos trabalhos publicados – esta é a base da mensuração feita nas 8 000 revistas incluídas no sistema.
Quem sabe o mesmo momento de alegria de hoje ocorra para o Natal de 2010 com o ingresso na ISI.
Teve o CBC em 2009 oportunidade de presentear seus as-sociados com o ingresso da Revista do CBC no Medline.
Quem não sonha, não consegue!
Nada se faz sem trabalho e investimento. Assim, para conseguirmos nos manter e ampliar essa nossa trajetória de sucesso há necessidade de informatização do sistema operacional no fluxo interno da Revista e a maior profissionalização dos métodos aplica-dos. Esse compromisso o CBC tem a honra de oferecer à Revista. Ela será mais dinâmica, mais segura e cada vez melhor.
Nada se faz sozinho.