Noturno: Projeto Intervales-SP
Grupo 01
Orientador: Carlos Navas
Variação da diversidade de aracnídeos ao longo de um gradiente altitudinal no Parque Estadual de Intervales, SP
1. Problema (situação) no qual o projeto de insere (contexto): A Mata Atlântica está presente efm diversas altitudes e ao longo desses gradientes mudam diversos fatores abióticos. Geralmente os locais mais altos apresentam temperatura e umidade mais extremas, com consequencias para a fauna. Existem no PEI gradientes altitudinais que permitem testar hipóteses relativas a esta situação.
2. Questão de pesquisa: a diversidade de aracnídeos na serrapilheira diminui com a altitude.
3. Abordagem: amostragem de folhiço com intensidade padronizada e homogênea ao longo de uma trilha com marcado gradiente altitudinal.
4. Conceitos da disciplina empregados: fatores abióticos, diversidade. Allan Saj Porcacchia
Larissa da Silva Zattar Larissa Logullo Piconi Lucas Aquino Silva
Grupo 02
Carolina Tieko Kaquimoto Christine Nail Kim
Jônatas de Jesus Florentino Matheus Colli Silva
Sara Megumi Uchiyama
Orientadora: Cibele Bragagnolo
Diversidade de aracnídeos de serrapilheira na borda e no interior da mata do Parque Estadual de Intervales, SP.
1.Problema (situação) no qual o projeto de insere (contexto):
Denomina-se “efeito de borda” às modificações bióticas e abióticas que ocorrem nas bordas das matas na interseção com uma matriz antrópica (trilhas, estradas, etc...). A presença dessas intervenções antrópicas (trilhas) cria condições diferentes de exposição luminosa, temperatura e umidade na serrapilheira, o que reflete na composição e abundância da fauna local.
2.Questão de pesquisa: a diversidade de aracnídeos varia conforme a distância da borda da mata no PEI?
3.Abordagem: Caracterização da serrapilheira de borda e de interior de mata e comparação da diversidade de aracnídeos nos dois ambientes com amostras pareadas e homogêneas para os dois ambientes.
Grupo 03
Anderson Alves da Silva
Donovan Humphrey de Nardo B. C. Franco
Lucas Piazentin Costa
Lucas Arantes Camacho
Vanessa Aparecida de Morais Goulart
Orientadora: Cibele Bragagnolo
Diversidade de artrópodes de serrapilheira em diferentes distâncias das raízes das árvores do Parque Estadual de Intervales, SP.
1. Problema (situação) no qual o projeto de insere (contexto): A serrapilheira é a camada de folhas e matéria orgânica que reveste o solo. A serrapilheira varia em profundidade e características como umidade e temperatura nos diferentes ambientes da mata. As diferenças na serrapilheira podem refletir diferenças na diversidade de artrópodes.
2. Questão de pesquisa: a diversidade de artrópodes de
serrapilheira varia conforme a distância das árvores do PEI?
3. Abordagem: Caracterização da serrapilheira e comparação da diversidade de artrópodes num gradiente de distância de árvores de grande porte.
Grupo 04
Carolina Ansaldi Silva Franca Araujo Lais Clementino Nara
Livia Ortiz Santiago
Rafael Bezerra de Medeiros
Tatiana Orli Milkewitz Sandberg
Orientador: Antonio Marques (Tim)
Distribuição espacial de samambaia-açu em relação à cobertura de dossel
1. Problema (situação) no qual o projeto de insere (contexto).- A distribuição de espécies,mesmo aquelas filogeneticamente próximas, é limitada por demandas eco-fisiológicas particulares. Em um ambiente de floresta com trilhas, onde se criam áreas com exposição variada à luz, pode haver variação na ocupação espacial, com espécies preferencialmente em áreas mais fechadas ou mais abertas. Em intervales há duas samambaias-açu que possuem porte semelhante e são filogeneticamente próximas (ambas Cyatheales): Dicksonia
(Dicksoniaceae) e Cyathea (Cyatheaceae).
2. Questão da pesquisa.- A distribuição relativas das duas espécies de samambaia-açu varia com a cobertura de dossel?
3. Abordagem.- Caracterização da distribuição de samambaia-açu em uma área do Parque Estadual Intervales.
Grupo 05
Barbara Brisa Ladeira da Silva Barbara Cardovani
Henrique Moura Bianchi Lais Flavia de Oliveira Mariana Rodrigues Tonon
Orientador: Paulo Sano
Diversidade do estrato herbáceo em diferentes fitofisionomias do Parque Estadual de Intervales, SP.
1. Problema (situação) no qual o projeto de insere (contexto)- a luz é fator limitante para a sobrevivência e ocorrência de diferentes espécies de plantas em ambientes florestais. No PEI, há fitofisionomias que variam grandemente quanto à cobertura do dossel e, por consequência, quanto à quantidade de luz que atinge o solo e o estrato herbáceo da floresta.
2. Questão de pesquisa: a estrutura da vegetação do estrato herbáceo varia segundo a estrutura da vegetação arbórea e a disponibilidade de luz em ambientes florestais.
3. Abordagem: verificar se existe uma relação entre quantidade de luz no chão florestal e estrutura/diversidade do estrato herbáceo em diferentes fitofisionomias do PEI, por meio de medidas diretas e indiretas (luminosidade incidente e cobertura de dossel).
Grupo 06
Angela Cerqueira Sousa
Denise Cristina de Oliveira Ferreira Eduardo Tassoni Tsuchida
José Augusto Romano Manhani Paulo Antônio Parra
Orientador: Carlos Navas
Diversidade de teias de aranha em três ambientes do Parque Estadual de Intervales, SP.
1. Problema (situação) no qual o projeto de insere (contexto): Nos locais nos que a Mata Atlântica é fragmentada podem ser encontrados ambientes fechados, de borda de mata e abertos. Dadas as diferenças marcantes entre esses ambientes, é esperada variação na fauna de artrópodes, incluindo os
predadores. No PEI, há excelente representação destes três tipos de ambiente.
2. Questão de pesquisa: Mata, borda de mata e ambientes abertos diferem nos tipos de teias de aranha mais representados.
3. Abordagem: Categorização de teias de aranha em tipos bem definidos e quantificação dos diversos tipos mediante
amostragem homogênea e significativa em cada um dos ambientes citados.
Grupo 07
Edgar Blois Crispino Marcos de Freitas Mortara Murillo de Carvalho Pinto
Paulo Vitor Lanznaster Spengler Victor Hugo Carneiro Miranda Orientador: Paulo Sano
Temperatura da água acumulada em bromélias-tanque em diferentes fitofisionomias do Parque Estadual de Intervales, SP
1. Problema (situação) no qual o projeto de insere (contexto): bromélias-tanque são componentes diagnósticos da mata atlântica e a á água ali acumulada constitui a fitotelmata para vários organismos. No PEI, há diferentes fitofisionomias de mata atlântica associadas a diferentes altitudes e relevos, apresentando cobertura diferenciada de dossel, ora mais aberto, ora mais fechado.
2. Questão de pesquisa: a temperatura da água das bromélias-tanque varia segundo a cobertura vegetal e a altitude na qual tais bromélias se encontram.
3. Abordagem: amostragem de um grande número (o maior n possível) de bromélias-tanque. A T da água será medida em duas fitofisionomias distintas: a mata de fundo de encosta, densa, formada por árvores muito altos e dossel fechado e a mata de topo de morro, com plantas baixas, dossel aberto.
Grupo 08
Anna Carolina Kobayashi Felipe Lopes
Juliana de Santana Figueiredo Rafael Yamashita
Raphael Bruno Amemiya Viviane Carvalho de Lima
Orientador: Paulo Sano
Estrutura da vegetação de dossel em diferentes fitofisionomias do Parque Estadual de Intervales, SP.
1. Problema (situação) no qual o projeto de insere (contexto): a Mata Atlântica é composta por fitofisionomias que variam em escala local, segundo o relevo, a altitude, a exposição à luz e a composição florística. No PEI, há fisionomias que vão da mata de fundo de vale a mata de topo de morro, com composição e estrutura distintas.
2. Questão de pesquisa: a vegetação do PEI varia segundo condicionantes locais e tal variação pode ser descrita em parâmetros quantitativos que refletem a estrutura dessa vegetação.
3. Abordagem: medida de parâmetros quantitativos associados à vegetação de fundo de vale e topo de morro, com amostragem significativa que reflita a estrutura de cada uma delas.
Grupo 09
Ana Carolina Adsuara de Sousa Gabriela de Castro Burattini Joana Dias Ho
Paula Dias Ho
Viviane Mayumi Siratuti
Orientador: Antonio Marques (Tim)
Diversidade da fauna de serapilheira em ambientes sob diferentes condições de umidade do solo.
1. Problema (situação) no qual o projeto de insere (contexto).- A fauna de serapilheira é caracterizada pela comunidade dos animais que o folhiço acumulado sobre o solo, bem como a região superficial do mesmo. Estes ambientes, entretanto, podem estar localizados em áreas bastante diferentes, sob regimes de altitude e exposição variáveis, o que cria condições de umidade variáveis, e finalmente regula a composição e abundância da fauna de serapiheira.
2. Questão da pesquisa.- A fauna de serapilheira é diferente entre dois ambientes com umidade diferentes?
3. Abordagem (contendo as variáveis a serem investigadas e o material necessário).- Caracterização das faunas de serapilheira em um ambiente úmido e outro mais seco.
Grupo 10
Aline Macedo da Silva
Amanda Rodrigues Chiaramonte Lucas Nascimento da Silva Stephanie Santos Suehiro Arcos Vitor Augusto Outi Crupe
Orientadora: Cibele Bragagnolo
Riqueza de aranhas em sub-bosque e solo do Parque Estadual de Intervales, SP.
1. Problema (situação) no qual o projeto de insere (contexto): A Mata Atlântica é composta por inúmeros microhabitats (ex. a copa das árvores, o sub-bosque e o solo) e fatores bióticos e abióticos diferem enormemente entre eles. As diferenças estruturais entre o sub-bosque e o solo das matas são responsáveis por diferentes condições de
umidade, temperatura, etc. No PEI, há excelente representação destes tipos de ambiente.
2. Questão de pesquisa: A riqueza de aranhas difere entre o sub-bosque e o solo no PEI?
3. Abordagem: Comparação da riqueza de aranhas no sub-bosque e no solo a partir de amostras homogêneas para os dois ambientes.
Grupo 11
Arisvaldo Vieira Mello Junior Camila Almeida Calu da Silva Fabio Akio Kishimoto
Leandro Salles Santos Lucas Yoshinobu Sagawa
Orientador: Carlos Navas
Diversidade de artrópodes em serapilheira e acumulações aéreas de folhas na mata do Parque Estadual de Intervales, SP.
1. Problema (situação) no qual o projeto de insere (contexto): A Mata Atlântica é caracterizada por uma camada de matéria orgânica no chão que recebe o nome de serrapilheira. Entretanto, acúmulo significativo de matéria orgânica pode ocorrer também nas árvores, em locais distantes do chão. Entretanto, as condições de umidade, temperatura e outros fatores podem ser diferentes entre esses microambientes. No PEI este problema pode ser abordado.
2. Questão de pesquisa: A diversidade de aracnídeos varia entre a
serrapilheira e as acumulações de matéria orgânica que se formam nos galhos das árvores.
3. Abordagem: Comparação da diversidade de artrópodes nos dois tipos de acumulação de matéria orogênica citados, garantindo amostras pareadas e homogêneas para os dois ambientes.
Grupo 12
Amanda Matias Guedes
Anielle Salviano de Almeida Ferrari Bianca Fonseca Chenedezi
Giulia Buscaroli João Victor Coutinho
Orientador: Antonio Marques (Tim)
Diversidade da fauna parietal de ambientes florestais e não florestais
1. Problema (situação) no qual o projeto de insere (contexto).- A fauna parietal é caracterizada pela comunidade dos animais que ocupam afloramentos rochosos verticais ou inclinados. Estes ambientes, entretanto, podem estar localizados em áreas florestais ou não florestais, o que cria condições diferentes de exposição luminosa, temperatura e umidade da rocha, e finalmente regula a composição e abundância da fauna parietal.
2. Questão da pesquisa.- A fauna parietal de um afloramento em ambiente exposto epígeo tem diversidade diferente em relação à de hipógeo?
3. Abordagem (contendo as variáveis a serem investigadas e o material necessário).- Caracterização das faunas parietais em um ambiente parietal epígeo e um hipógeo.