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PORTARIA Nº 284 de 29 de abril 2013

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SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FLUMINENSE

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PORTARIA Nº 284 de 29 de abril 2013

O REITOR DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FLUMINENSE, no uso das atribuições legais que lhe conferem a Lei 11.892 de 29/12/2008, publicada no D.O.U. de 30/12/2008; a Portaria MEC nº. 04 de 06/01/2009, publicada no D.O.U. de 07/01/2009 e Portaria MEC nº 20 de 09 de janeiro de 2012, publicado no D.O.U. De 11 de janeiro de 2012;

CONSIDERANDO:

- a importância da formação continuada dos servidores em acordo com os princípios da Instituição, considerando sua missão e compromisso social;

- o objetivo do Plano de Apoio ao Desenvolvimento Acadêmico-Profissional e a Formação Continuada de contribuição para o processo de aperfeiçoamento e de capacitação, adequado às necessidades e perfil dos servidores do IFFluminense.

RESOLVE:

Art. 1º. APROVAR o Plano de Apoio ao Desenvolvimento Acadêmico- Profissional e a Formação Continuada dos Servidores do IFFluminense, Anexo a esta Portaria.

Art.2º. Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, revogando- se as disposições em contrário.

LUIZ AUGUSTO CALDAS PEREIRA REITOR

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PLANO DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO ACADÊMICO-PROFISSIONAL E A

FORMAÇÃO CONTINUADA DOS SERVIDORES INSTITUTO FEDERAL FLUMINENSE

CAPÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS

1. Da Política

A POLÍTICA DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO ACADÊMICO-PROFISSIONAL E A FORMAÇÃO CONTINUADA do IFFluminense para os servidores docentes e técnicos administrativos em educação é um instrumento de gestão, efetivado de forma equânime a todos os profissionais efetivos e se consolida a partir da conjugação de três fatores: as diretrizes traçadas para a administração pública, a importância estratégica para a gestão educacional e a aspiração do servidor, num movimento de fortalecimento da missão e do compromisso institucional.

No dinamismo de uma Instituição de Educação Profissional e Tecnológica com inserção num espaço geopolítico, marcado pela diversidade cultural e econômica, o conhecimento produzido e democratizado é vetor importante para sustentar uma atuação competente em favor da sociedade. Além disso, o avanço científico e tecnológico da contemporaneidade está a exigir a disposição para a pesquisa e para a substituição de conceitos e técnicas, o que implica reflexões e mudanças.

Conhecer este mundo complexo para saber como interferir nele é condição sine qua non para educadores que somos todos e, nesta perspectiva, a capacitação dos profissionais é percebida com expoente maior.

Uma Instituição que investe em seus profissionais cria abertura para o novo, instaura uma postura de escuta, de olhar crítico e de cuidado, o que invariavelmente, modifica a forma de perceber o mundo.

O IFFluminense, a cada ano, soma esforços para que seus profissionais aprimorem sua atuação profissional. E, ao mesmo tempo em que o faz, a Instituição transfere a esses servidores em educação a responsabilidade de criar e ampliar caminhos para que uma população, em número sempre ascendente, se aproprie desses saberes, num fluxo permanente de aprimoramento da ação educativa, de produção e democratização do conhecimento e de formação integral dos sujeitos.

No tocante às linhas de atuação, é importante que, a cada tempo, no diálogo com a sociedade e a partir da ressonância do valor do trabalho de seus profissionais, a Instituição possa apontar as áreas prioritárias e motivadoras para investimentos mais intensos na capacitação continuada dos servidores.

2. Das Diretrizes Gerais

O PLANO DE DESENVOLVIMENTO ACADÊMICO-PROFISSIONAL E DE FORMAÇÃO CONTINUADA da Instituição para os servidores se estrutura a partir do Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos da União (Lei 8.112/1990), do

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Plano de Carreira dos Técnico-administrativos (Lei 11.091/2005), do Plano de Carreira e Cargos de Magistério do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (Lei 12.772/2012), das diretrizes da Política Nacional de Desenvolvimento de Pessoas (PNDP), instituídas pelo Decreto 5.707/2006, das Políticas de Governo para os Institutos Federais e do Projeto Institucional, considerando-se, ainda, o espaço de abrangência do IFFluminense.

São diretrizes estabelecidas:

a) Incentivar e apoiar o servidor com políticas de capacitação que promovam seu aperfeiçoamento profissional;

b) Estimular uma postura institucional de produção de conhecimento e de indagação, de diálogo com o saber;

c) Estimular a formação continuada do servidor, entendida como aprimoramento ao longo da vida profissional;

d) Incentivar as iniciativas de capacitação a partir de profissionais do quadro de servidores da Instituição, como expressão do compromisso do IFFluminense e do servidor com a educação pública de qualidade;

e) Priorizar estudos e pesquisas que apresentem sintonia com as linhas prioritárias aprovadas para a ação institucional;

f) Ampliar a cooperação técnica com instituições públicas de ensino e de pesquisa.

3. Dos Objetivos

Definem-se como objetivos para o PLANO:

a) Ampliar o nível de qualificação de profissionais com vistas a atender, com crescente qualidade, ao ensino, pesquisa, extensão e à gestão no IFFluminense;

b) Fortalecer as linhas de pesquisa definidas pela Instituição;

c) Ampliar estudos e pesquisas sobre os arranjos produtivos regionais, como subsídios para a Instituição para intervenção na realidade;

d) Atender aos interesses da Instituição, quando da expansão e ampliação da oferta de cursos e do redimensionamento de sua atuação;

e) Fortalecer o sentimento de pertencimento à Instituição, com consequente elevação da autoestima do servidor como profissional da educação.

A POLÍTICA DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO ACADÊMICO-PROFISSIONAL E A FORMAÇÃO CONTINUADA no IFFluminense constitui um amplo campo de investimentos, traduzido em ações direcionadas aos servidores, desde o seu ingresso, e no decorrer de seu tempo institucional, num aperfeiçoamento contínuo da trajetória profissional e institucional na missão de formar pessoas e de interferir na realidade a partir do conhecimento.

No que tange à pesquisa no IFFluminense, sem deixar de admitir a velocidade que caracteriza o mundo hoje que requer abertura para mudanças, a preocupação com a sua aplicabilidade se traduz nas linhas em que dedica maior ênfase em seus núcleos de pesquisa: Educação e Novas Tecnologias, Tecnologia Social,

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Avaliação e Gestão Ambiental, Desenvolvimento e Sustentabilidade, Energias Renováveis, Engenharia de Software, Sistemas de Informação, Ciências Agrárias, Engenharia Mecatrônica e Engenharia de Construção Naval. O desafio maior da Instituição, em suma, é perceber, dentro da realidade que nos envolve, como converter produção científica e tecnológica em instrumentos para mudanças no sentido da equidade e do bem estar social.

CAPÍTULO II – DAS LINHAS GERAIS DO PLANO

Art. 1º. O PLANO DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO ACADÊMICO- PROFISSIONAL E A FORMAÇÃO CONTINUADA compreende as ações de aperfeiçoamento de curta e média duração e as que visam à elevação do nível de titulação do servidor (graduação e Pós-graduação Lato e Stricto Sensu, e Pós- doutorado), considerando-se a educação formal, presencial ou a Distância, independente do cargo que o servidor ocupa, numa relação direta no fortalecimento da Instituição em sua missão e seu compromisso social.

§1º. Na Linha de Desenvolvimento de Inter-relação entre Ambientes, a capacitação do servidor visa ao desenvolvimento de atividades de forma interdisciplinar e integrada, permitindo o compartilhamento de ações em ambientes organizacionais diversos e o aperfeiçoamento do trabalho. Nesta linha, o incentivo pode se fazer por meio de Bolsa para Cursos de Aperfeiçoamento de curta duração e participação em encontros, congressos e similares.

§2º. Na Linha de Desenvolvimento de Gestão, a capacitação visa à preparação do servidor para o desenvolvimento da atividade de gestão, no exercício de funções de chefia, coordenação, assessoramento e direção. São temáticas centrais:

I-Desenvolvimento gerencial;

II- Gestão em áreas estratégicas;

III- Planejamento;

IV- Elaboração e acompanhamento de Projetos;

V- Melhoria de Gestão e de Prestação de Serviços em Educação;

VI- Tecnologias da Informação e da Comunicação;

VII- Missão do IFFluminense.

§3º. Na perspectiva de valorização do servidor, o IFFluminense recorrerá a seus profissionais, quando da oferta de cursos para servidores, para que atuem como formadores.

ART.2º. O apoio ao DESENVOLVIMENTO ACADÊMICO-PROFISSIONAL E A FORMAÇÃO CONTINUADA do servidor se dará da seguinte forma:

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I-Apoio administrativo e pedagógico

a) Estabelecimento de parcerias com universidades públicas e privadas, nacionais e internacionais e com empresas, na perspectiva da formação continuada dos servidores e do aperfeiçoamento institucional;

b) Suporte institucional para a formação e desenvolvimento das pessoas – ambiente institucional favorável à formação, com aquisição de acervo bibliográfico, equipamentos e similares;

II- Bolsas de apoio ao Desenvolvimento Acadêmico-Profissional e a Formação Continuada;

III- Concessão de afastamento (parcial e integral)

Seção I

Do Programa de Recepção ao Servidor

Art. 3º. É da responsabilidade da Instituição ofertar um Programa de Recepção dos servidores (docentes e técnicos administrativos) durante o período de estágio probatório. A participação do servidor constitui-se em uma etapa da avaliação deste período.

Art.4º. O Programa de Recepção visa capacitar o servidor no sentido da compreensão das especificidades do serviço público, da integração ao ambiente institucional, da amplitude da educação profissional e tecnológica, das linhas prioritárias de atuação do IFFluminense, da gestão institucional e do aperfeiçoamento técnico, na perspectiva da melhoria do processo educativo e do cumprimento da missão Institucional.

§1º. Dentre as temáticas que envolvem a atuação do servidor no serviço público que devem compor o Programa de Recepção destacam-se:

I- Ética no Serviço Público e a Ética Institucional;

II- Legislação e Administração Pública;

III- Funções de Estado, em particular dos Institutos Federais;

IV- Abrangência do IFFluminense;

V- Plano de Carreira;

VI- Políticas educacionais;

VII- Política para o Bem Estar do servidor.

§2º. A coordenação do Programa de Recepção do servidor é da responsabilidade da Pró-reitoria de Desenvolvimento Institucional, em articulação com as Pró- reitorias de Ensino, de Pesquisa e Inovação, de Extensão e Cultura, de Administração, as Direções Gerais dos campi, CPPD e CISPCCTAE.

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CAPÍTULO III - DAS BOLSAS DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO

ACADÊMICO-PROFISSIONAL E A FORMAÇÃO CONTINUADA

Seção I

Das Modalidades e Valores de Bolsas

Art. 5º. As Bolsas institucionais de apoio ao DESENVOLVIMENTO ACADÊMICO- PROFISSIONAL E A FORMAÇÃO CONTINUADA no IFFluminense se destinam a:

I- Bolsa de Desenvolvimento acadêmico-profissional

a) para realização de Cursos de Aperfeiçoamento de curta duração;

b) para participação em Encontros, Congressos, Seminários ou eventos similares;

c) para apresentação de Trabalhos Científicos/Tecnológicos para servidores e estudantes.

II-Bolsa de Apoio à Formação Continuada

a) para cursos de Graduação e Pós-Graduação Lato e Stricto Sensu – Mestrado, Doutorado e Pós-doutorado;

b) para Defesa de Dissertação/Tese.

Art.6º. A solicitação das Bolsas de Apoio, de fluxo contínuo, prevista no art. 5º., deverá ser realizada por meio de Formulário de Solicitação de Bolsa, Anexo I, com exposição de motivos, destacando a relevância e pertinência da formação, a previsão de custos e pareceres da Coordenação/Diretoria e da Direção Geral.

§1º. O formulário constante do Anexo I deverá ser protocolado no campus/reitoria onde o servidor atua para encaminhamento à Diretoria/Coordenação de Gestão de Pessoas no sentido da adoção dos trâmites necessários.

§2º. Nas modalidades de Bolsas previstas no item 1, letras a) e b) e item 2, letra b) do art.5º., a Diretoria/Coordenação de Gestão de Pessoas dos campi procederá à constituição de processo para pagamento, não havendo necessidade de Parecer da Comissão Específica de Capacitação.

§3º. Na modalidade de Bolsas, previstas no item 2, letra a) do art.5º., a Diretoria/Coordenação de Gestão de Pessoas procederá à constituição de processo e encaminhamento para a Pró-reitoria de Desenvolvimento Institucional para submissão à Comissão Específica de Capacitação.

§4º.O valor previsto para as Bolsas de Apoio será calculado com base no Anexo II desta Portaria.

§5º. A solicitação de Bolsas referentes ao item 1, letra c) do Art. 5º. e seus respectivos valores deverão seguir os procedimentos previstos no Programa de apoio à Produção Acadêmica do IFFluminense.

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Seção II

Das Bolsas para cursos de Graduação e Pós-Graduação

Art.7º. As Bolsas de Formação Continuada para Graduação, Pós-graduação Lato e Stricto Sensu e Pós-Doutorado são concedidas somente para cursos autorizados e/ou reconhecidos pelo MEC ou pela CAPES/MEC, respectivamente e contemplam os servidores do quadro permanente do IFFluminense, independente do tempo de efetivo exercício.

Art.8º. A solicitação de Bolsa deve ser protocolada em formulário próprio (Anexo I) no campus ou na reitoria, com documentos comprobatórios de aprovação, matrícula e/ou mensalidade do curso para análise e parecer da Comissão Específica de Capacitação.

Art.9º. A solicitação da Bolsa de Graduação e de Pós-graduação será submetida à apreciação das Comissões Específicas de Capacitação, compostas pelos representantes de Gestão de Pessoas dos campi e pelos representantes das Comissões Locais do Pessoal Docente - CPPD ou representantes da Comissão Interna de Supervisão (CISPCCTAE), coordenada pela Pró-reitoria de Desenvolvimento Institucional e de Pesquisa e Inovação.

Art.10. Para efeito de concessão de Bolsa, há necessidade da observância se a solicitação expressa coerência com o projeto institucional.

Art.11. Para efeito do pagamento da Bolsa de apoio à Graduação ou Pós- graduação, no limite definido pela Instituição, o servidor deverá apresentar na Coordenação/ Diretoria de Gestão de Pessoas do campus, a cada período, comprovante de matrícula e histórico, em documentos originais e, mensalmente, relatório assinado e comprovante de despesas rubricado pelo servidor, previstos no Anexo II, pelo conforme legislação vigente.

Art.12. São considerados documentos comprobatórios, previstos no Artigo anterior, para fins de ressarcimento e encaminhamento para o processo de pagamento da Bolsa e registro na pasta funcional:

a) para transporte terrestre ou aéreo (interestadual, intermunicipal ou internacional)- bilhete da passagem original;

b) para hospedagem e alimentação – nota ou cupom fiscal (com identificação de CNPJ);

c) para matrícula e mensalidades - recibo emitido pela instituição de ensino com autenticação de pagamento.

Art. 13. No caso de cursos de Pós-graduação Stricto Sensu Interinstitucional (MINTER e DINTER), a comprovação de despesas deverá se processar de acordo com a especificidade do Convênio.

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Art. 14. O período de concessão das Bolsas de Formação Continuada será:

a) Graduação - por todo o período b) Mestrado - até 2 anos

c) Doutorado – até 4 anos d) Pós-Doutorado – até 1 ano

Art.15. A Bolsa de Apoio para Defesa de Dissertação/Tese tem como objetivo atender às despesas inerentes a este processo. O servidor poderá requerê-la, apresentando a ata da Defesa da Dissertação ou da Tese.

Seção III

Da Bolsa de Desenvolvimento Acadêmico-profissional para apresentação de trabalho científico/tecnológico

Art.16. A concessão de Bolsa de Desenvolvimento Acadêmico-Profissional se destina a servidores e estudantes sob orientação desses profissionais, em qualquer nível de ensino na Instituição para apresentação de trabalhos científicos/tecnológicos conforme o Programa de Apoio à Produção Acadêmica do IFFluminense e as diretrizes da Política de Apoio à Formação dos Estudantes.

Art.17. A participação do servidor e do estudante para apresentação dos trabalhos requer Parecer da Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação em consonância com o Parecer da Diretoria/Coordenação de Pesquisa, Pós–Graduação e Inovação do campus.

Art.18. O servidor deverá apresentar o documento comprobatório de participação no evento (original e cópia) à Diretoria/Coordenação de Pesquisa, Pós–Graduação e Inovação para registro no processo de pagamento da Bolsa e na pasta funcional do pesquisador, conforme artigo 12.

Art.19. O estudante deverá apresentar este documento de participação no evento (original e cópia) à Diretoria/Coordenação de Pesquisa, Pós–Graduação e Inovação do campus.

Art.20. No caso de trabalhos científicos/tecnológicos que surjam nas coordenações e que ainda não estejam integrados a núcleos de pesquisa, mas de reconhecida importância, a aprovação se fará pela Direção Geral do campus.

Art.21. O trabalho científico deverá ser entregue em mídia eletrônica à Pró- reitoria de Pesquisa e Inovação para fins de publicização.

CAPÍTULO IV –DO AFASTAMENTO DO SERVIDOR PARA PÓS- GRADUAÇÃO STRICTO SENSU

Art.22. O servidor poderá solicitar afastamento de suas atividades, quando da realização de cursos de Pós-graduação Stricto Sensu- Mestrado e Doutorado. A

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concessão deste afastamento estará vinculada à condição de a instituição poder fazê-lo sem prejuízo do desenvolvimento das atividades sob responsabilidade deste servidor docente ou técnico-administrativo em educação e aos critérios estabelecidos para este procedimento.

Art.23. O afastamento poderá acontecer de forma PARCIAL ou INTEGRAL e seguirá o seguinte fluxo processual:

a) Protocolo do pedido de afastamento do servidor com seu projeto de curso anexado, comprovante de aceitação ou documento correspondente no referido programa de Pós-graduação, calendário semestral e parecer da coordenação, em consulta aos pares, sobre as condições do afastamento do servidor e encaminhamento à Coordenação/Diretoria de Gestão de Pessoas dos campi;

b) A Coordenação/Diretoria de Gestão de Pessoas de cada campus constituirá Comissão de Avaliação de Afastamento composta de: um representante da CPPD ou CISPCCTAE Locais, Coordenação/Diretoria na qual o servidor está vinculado, um representante da Direção Geral do campus ou função equivalente na Reitoria ao qual o servidor está vinculado para parecer conclusivo, anexando a Ata da Reunião;

c) A Comissão de Avaliação encaminhará Ata da Reunião à Pró-reitoria de Desenvolvimento Institucional para publicação em Portaria ou arquivamento.

Seção I

Das exigências para afastamento parcial ou integral do servidor

Art.24. O afastamento dos servidores docentes e técnico-administrativos para Pós-graduação stricto Sensu - Mestrado e Doutorado se dará a partir do planejamento da coordenação e do campus a que o servidor está vinculado.

Parágrafo Único: O servidor poderá afastar-se por até 2(dois) anos para o Mestrado, sendo, no máximo, 1 (um) ano de afastamento integral; e por até 4 (quatro) anos para Doutorado, sendo, no máximo, dois anos em afastamento integral, renováveis a cada ano.

Art.25. Os servidores em estágio probatório poderão concorrer ao afastamento parcial tendo obtido parecer positivo em sua avaliação de desempenho. O afastamento integral só será permitido a esses servidores após este período.

Art.26. Define-se o limite de até 60% da carga horária do servidor, para os pedidos de afastamento PARCIAL.

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Art.27. O afastamento INTEGRAL dos servidores não pode ultrapassar o limite de 10% dos servidores do campus, em cada segmento, e não deve acarretar prejuízo no planejamento do campus ou na execução das atividades da coordenação com que o servidor tenha vínculo.

Art.28. Dentre os critérios para a seleção dos servidores interessados em afastamento, deverão ser observados os seguintes aspectos:

I. O servidor não possuir curso do mesmo nível do pretendido;

II. Adequação do projeto de pesquisa a ser desenvolvido às linhas de atuação do IFluminense;

III. Maior tempo de efetivo exercício no quadro permanente do IFFluminense.

Art.29. O afastamento INTEGRAL do servidor docente se dará somente se existir disponibilidade no Banco de Professor Equivalente de um substituto ou quando o pessoal existente em sua área de atuação for suficiente para assumir as funções do servidor afastado.

Art.30. Para a concessão de afastamento integral, caso o servidor possua outro vínculo empregatício, é necessário que comprove também afastamento daquela função pelo mesmo período em que estiver afastado de suas atividades no IFFluminense.

Seção II

Da Prorrogação do Afastamento

Art.31. Caso o servidor solicite prorrogação do período de afastamento, deverá requerê-lo 60 (sessenta) dias antes, pelo menos, do término previsto do seu afastamento, adotando o mesmo fluxo processual previsto no Art.23 desta Portaria, dentro dos limites estabelecidos no Parágrafo Único do Art.24 desta Portaria.

§1º. O pedido de prorrogação deverá vir acompanhado de declaração da entidade promotora do curso, comprovando a necessidade de prorrogação do afastamento do servidor e do parecer da Coordenação e Direção do campus.

§2º. A solicitação do servidor será apreciada pela Comissão Específica de Avaliação para homologação e publicação em Portaria ou arquivamento.

Seção II

Do afastamento integral do docente com implicação no Banco de Professor Equivalente

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Art.33. No caso de afastamento integral do docente para Mestrado ou Doutorado que implicar contratação de professor substituto, a concessão só acontecerá mediante designação de pontos no Banco de Professores Equivalentes, definida pelo Colégio de Dirigentes.

Art.34. A Instituição só concederá afastamento integral ao docente do quadro efetivo no IFFluminense com, no mínimo 3(três) anos de exercício.

Art.35. O afastamento do servidor, renovado anualmente, será de até 2 (dois) anos para o Mestrado com, no máximo um ano de afastamento integral; para o Doutorado, de até quatro anos, sendo, no máximo, até dois de afastamento integral.

Art.36. Não poderá candidatar-se a este afastamento o docente que tiver, nos dois anos anteriores à solicitação, se afastado para gozo de licença ou para capacitação no mesmo nível, ou ainda para tratar de interesses particulares.

Art. 37. Ao protocolar seu pedido o docente deverá apresentar:

a) Curriculum Lattes com os documentos comprobatórios da produção acadêmica listada na tabela de critérios apresentada no Anexo III, bem como dos demais documentos que sejam solicitados na Chamada Pública, na ordem estabelecida;

b) Parecer da coordenação imediata na qual o docente está lotado, explicitando a necessidade de professor substituto;

c) Plano de afastamento, conforme Anexo V, contendo a previsão de todos os semestres que o servidor pretende se afastar.

Art.38. O pleito do docente será analisado por Comissão de Avaliação constituída pelos representantes da gestão dos campi, das Pró-Reitorias de Ensino, de Pesquisa e Inovação, da Pró-Reitoria de Desenvolvimento Institucional e da Comissão Permanente de Pessoal Docente (CPPD).

Art.39. O afastamento do docente só se efetivará após a convocação e apresentação do professor substituto e publicação da Portaria que formalizará seu afastamento.

Art.40. Para os pedidos com vistas à realização de Doutorado, a concessão necessita ser reafirmada junto à Diretoria do campus ao fim do primeiro ano letivo da concessão e renovada de acordo com os trâmites definidos.

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Seção III

Do Interstício entre Afastamentos

Art.41. O servidor que tiver obtido afastamento integral para Pós- graduação Sticto Sensu, Mestrado e Doutorado deverão permanecer no efetivo exercício na Instituição, pelo mesmo período dessa concessão, tendo concluído o curso, para ter direito a novo afastamento.

Art.42. Os servidores que se afastarem para cursos de Doutorado ou Pós- doutorado no exterior poderão ser autorizados a permanecer por determinado tempo no Brasil para fins de coleta de dados de sua tese, sendo este prazo considerado como segmento do período de afastamento disposto nestas normas.

Seção IV

Da Interrupção do Curso e dos Procedimentos

Art.43. O servidor que não concluir o curso ou não obtiver o título, deverá apresentar justificativa por escrito, através de expediente solidamente fundamentado, com documentação comprobatória das alegações, dirigido à Comissão de Avaliação, bem como deverá ressarcir o órgão dos gastos com seu curso, salvo na hipótese comprovada de força maior, a critério do dirigente máximo do órgão.

CAPÍTULO V - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

Art.44. Os recursos financeiros destinados à concessão das Bolsas estão previstos na dotação orçamentária do IFFluminense para cada campus, em proposta oriunda do Colégio de Dirigentes e aprovada pelo Conselho Superior.

Art.45. Durante o curso ou após a sua conclusão, o docente deverá apresentar a sua comunidade, no mínimo, um trabalho científico relacionado a seu curso de Pós-graduação, em evento organizado pelo IFFluminense.

Art.46. Esta regulamentação não contempla o servidor em programas de Pós- Graduação Stricto Sensu, na condição de aluno especial.

Art.47. Caso o servidor venha solicitar exoneração do cargo, vacância para posse em outro cargo em outra Instituição, licença para tratar de interesses particulares ou tenha desistido do curso, antes de cumprido o prazo especificado, deverá ressarcir ao IFFluminense, na forma do Artigo 47 da Lei 8.112 de 11/12/1990, dos gastos com sua capacitação.

Art.48. O servidor que optar por outra modalidade de curso no mesmo nível de ensino, desistindo de imediato do primeiro, só passará a ser beneficiado por Bolsa neste novo curso depois de compensado o valor equivalente ao recebido como apoio ao curso anterior.

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Art. 49. Após a conclusão do curso de Mestrado ou Doutorado, o servidor deverá doar à Biblioteca de seu campus um exemplar da tese em cópia impressa e na versão eletrônica, autorizar sua reprodução gráfica e incluir em suas atividades profissionais ações de Pesquisa e Ensino na Pós-graduação, de acordo com as demandas da Instituição.

Art.50. A bolsa para Pós-doutorado será concedida desde que o servidor comprove que há correspondência com as linhas de pesquisa do Stricto Sensu e demonstre já ter preiteado a referida bolsa junto às agências de fomento como CNPQ, CAPES e FAPERJ, sem obtenção de aceite.

Art.51. Toda concessão de Bolsa de Apoio a Formação Continuada deve ser de acesso público, disponível no portal do IFFluminense.

Art.52. Não é permitida a cumulatividade de Bolsas equivalentes, exceto quando permitida pela CAPES ou MEC/SETEC. Caso se registre um procedimento irregular, o servidor será intimado a devolver o valor integral recebido indevidamente através da guia de recolhimento da União.

Art.53. Esta regulamentação se aplica, na íntegra, aos pedidos de Bolsa e de afastamento da Instituição analisados após a data da publicação desta Portaria.

Art.54. Os casos omissos serão resolvidos pela Reitoria e pelo Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão.

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2.Objetivo:

3.Justificativa (destacando a relevância e pertinência da Capacitação):

4. Instituição Promotora:

5. Título do curso ou evento:

6. Localização:

7. Período:

8. Carga Horária:

ANEXO I

Formulário de Solicitação de Bolsa

Nome do servidor(a):

Coordenação/Diretoria que está vinculado:

1.Inscrição na modalidade:

( ) Bolsa para Cursos de Aperfeiçoamento de Curta duração e participação em Encontros, Seminários, Congressos ou Eventos Similares (como ouvinte)

( ) Bolsa para Cursos de Graduação e Pós-Graduação ( ) Bolsa de Apoio à Defesa de Dissertação/Tese

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9. Previsão de Custo:

9.1. Meio de

Transporte Valor

Unitário: Nº de Viagens: Subtotal

9.2. Hospedagem Valor

Unitário Nº de

Dias/Parcelas Subtotal

9.3. Alimentação Valor Unitário Nº de Dias Subtotal

Bolsa Subtotal

Taxa de Inscrição Subtotal

Custo do Projeto Total

R$

Dados para Pagamento Nome

CPF C/C Banco N°. Agência

10. Local: Data: Assinatura do (a) Servidor (a):

11. Parecer da Coordenação/Diretoria:

12. Parecer da Direção Geral:

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13. Parecer da Comissão Específica de Capacitação:

Deferido ( ) Indeferido ( ) Data:

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17 ANEXO II

Valores das Bolsas para Apoio à Capacitação dos Servidores

I. Itens Financiáveis e

Valores

1. Valor integral da passagem (interestadual ou intermunicipal) em ônibus convencional ou passagem aérea (interestadual), optando-se pelo transporte de menor custo.

2. Hospedagem diária no valor máximo de:

a) R$ 135,00 (cento e vinte reais) – quando o projeto envolver apenas 1 servidor;

b) R$ 80,00 (oitenta reais) – para cada servidor, quando o projeto envolver 2 servidores;

c) R$ 60,00 (sessenta reais) – para cada servidor, quando o projeto envolver mais de 3 servidores.

3. Alimentação diária no valor máximo de R$ 40,00 (quarenta reais) por servidor.

4. O Valor da inscrição (quando houver) deve ser efetivado, preferencialmente, por empenho.

II. Valores para Cursos de Aperfeiçoamento

de Curta Duração e Participação em

Encontros, Seminários, Congressos ou

Eventos Similares (como

ouvinte)

1. A bolsa no valor de até R$ 300,00 (trezentos reais) em localidades situadas num raio de 200 km, do domicílio do servidor e, até R$ 500,00 (quinhentos reais), para um raio de alcance maior que 200 km do domicílio do servidor, incluindo nestes valores as despesas com hospedagem, transporte e alimentação.

2. O Valor da inscrição (quando houver) deve ser pago, preferencialmente, por empenho.

III. Bolsa para Cursos de Graduação e Pós-Graduação

1. GRADUAÇÃO E PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU:

Em instituição pública ou privada:

a) Bolsa Mensal com valor equivalente a 100% (cem por cento) do custo da mensalidade no limite de R$ 400,00 (quatrocentos reais), em qualquer modalidade de ensino.

Em instituição pública sem mensalidade:

a) Bolsa mensal com valor de até R$ 400,00 (quatrocentos reais), para os encontros presenciais realizados fora do município de domicílio do servidor, mediante descrição das

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III. Bolsa para

Cursos de Graduação e Pós-Graduação

despesas e comprovação do calendário letivo.

2. PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU:

Em instituição pública ou privada localizada fora do domicílio do servidor com financiamento público da mensalidade:

a) Bolsa Mensal no valor de até R$ 900,00 (novecentos reais), para cursos realizados a uma distância acima de 200 km do domicílio do servidor ou do campus de atuação do servidor, considerando a menor, mediante descrição de despesas e comprovação do calendário letivo.

b) Bolsa Mensal no valor de até R$ 500,00 (quinhentos reais), para os cursos realizados em município distinto do domicílio e do campus de atuação do servidor e localizados a uma distância maior que 100 km e menor que 200 km, mediante descrição de despesas e comprovação do calendário letivo.

Em Instituição privada:

a) Bolsa Mensal com valor equivalente a 100% (cem por cento) do custo da mensalidade, no limite de R$ 900,00 (novecentos reais).

b) Parceria Interinstitucional (observar o convênio assinado).

3. PÓS-DOUTORADO:

Em Instituições no Brasil:

a) Bolsa Mensal no valor de até R$ 900,00 (novecentos reais), para cursos realizados a uma distância acima de 200 Km do domicílio do servidor ou do campus de atuação do servidor, considerando a menor, mediante descrição de despesas.

b) Bolsa Mensal no valor de até R$ 500,00 (quinhentos reais), para cursos realizados a uma distância menor que 200 Km do domicílio do servidor ou do campus de atuação do servidor, considerando a menor, mediante descrição de despesas.

Em Instituições no exterior:

a) Bolsa mensal de US$ 1.100 (um mil e cem dólares americanos) destinados, preferencialmente, a professores do quadro permanente de Programa Stricto Sensu, limitada a 12

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(doze) mensalidades e disponibilização pelo IFFLUMINENSE de apenas 1 (uma) bolsa por ano, desde que o servidor demonstre já ter pleiteado a referida bolsa junto às agências de fomento como CNPQ, CAPES e FAPERJ, sem obtenção de aceite.

4. AUXÍLIO DEFESA DE DISSERTAÇÃO/TESE:

Bolsa no valor de R$ 500,00 (quinhentos reais), concedida ao servidor, mediante requerimento juntamente com apresentação de documentação emitida pela instituição onde o servidor concluirá o curso constando a data da defesa da tese referente a Curso de Pós-Graduação Stricto Sensu.

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Anexo III

Tabela de Pontuação para Classificação dos Pedidos de Concessão de Afastamento Integral do Docente (em caso de necessidade de contratação de professor substituto)

TABELA DE PONTUAÇÃO

Área Subcritério Ponderação Pontuaç

ão Máxima

Unida

de Referência

Atuação na Instituição

Fator de Aulas 0,75 15 h/a

sema nal

Média dos 2 últimos semestres Tempo de docência no IFF

(efetivo) 0,75 15 ano Últimos

20 anos Coordenação de projetos de

pesquisa/extensão instituídos

2 10 unid.

/ano Últimos 4 anos Orientações de TCCs

(graduação e especialização) 0,5 5 unid. Últimos 4 anos Orientação de Estágio

Curricular 0,5 5 unid. Últimos 4

anos Organização e participação

em Olimpíada de Conhecimento

0,5 2 unid. Últimos 4 anos Organização de Feiras,

Encontros, Congressos, Colóquios, Seminários,

Simpósios

0,75 3 unid. Últimos 4 anos

Pontuação Máxima da

Área: 55

Atividades de Gestão

Ocupante de cargo de

Direção 0,3 12 mês Últimos 4

anos Ocupante de cargos de

Coordenação / Chefia de Setor

0,2 8 mês Últimos 4

anos Pontuação Máxima da

Área: 20

Atividades Representa

tivas

Membros de comissões, conselhos,

grupos de trabalho e afins

0,2 10 mês Últimos 4

anos Pontuação Máxima da

Área: 10

Trabalhos completos 0,5 2 unid. Últimos 4

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Produção

Acadêmica

publicados em eventos anos

Artigos completos publicados

em periódicos 1 4 unid. Últimos 4

anos

Livros publicados 2 4 unid. Últimos 4

anos Capítulos de livros

publicados

0,5 3 unid. Últimos 4 anos Participação em Feiras,

Encontros, Congressos, Colóquios, Seminários,

Simpósios

0,4 2 unid. Últimos 4 anos

Pontuação Máxima da Área:

15

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Anexo IV

Formulário para submissão de proposta para Afastamento Integral do Docente

(em caso de necessidade de contratação de professor substituto) 1. Nome do Docente:

2. Matricula SIAPE:

3. Campus de Lotação:

4. Área de Formação na Graduação:

5. Área de Atuação na Instituição:

6. Coordenação a qual está vinculado:

7. Diretoria a qual está vinculado:

8. Endereço Eletrônico e Telefones:

9. Curso de Pós-gradução stricto sensu solicitado:

( ) Mestrado ( ) Doutorado 10. Proposta:

( ) Nova ( ) Renovação 11. Objetivo da Proposta:

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12. Justificativa da proposta:

13. Instituição Promotora do Curso:

14. Nome do Programa:

15. Conceito CAPES:

16. Local de Execução do Curso:

17. Local:

18. Data:

19. Assinatura (Docente)

20. Carta de Apreciação do Coordenador:

21. Parecer da Diretoria:

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22. Parecer da Comissão de Avaliação:

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Anexo V

PLANO DE AFASTAMENTO INTEGRAL DO DOCENTE PARA CAPACITAÇÃO (em caso de necessidade de contratação de professor substituto)

Ilmo(a) Sr(a). Diretor(a),

Eu,_________________________________________________________, professor(a) _____________ ____________________________________, classe ____, nível ____, matrícula SIAPE nº. __________________, do quadro permanente dessa Instituição, venho requerer, nos termos das regulamentações vigentes, meu afastamento total para capacitação em nível de ________________________________ (MESTRADO e DOUTORADO), conforme documentação anexa (Regulamentação do Curso, Matriz Curricular, Calendário Semestral e Carta de Aceitação ou documento correspondente), pelo prazo de ______ meses, a partir de ____ /____ /__________. O curso será ministrado pelo(a) ___________________________________________

(DEPARTAMENTO, CENTRO), na _________________________________________

(INSTITUIÇÃO), na cidade de _____________________, em _____________________.

(ESTADO OU PAÍS).

Nestes termos, peço deferimento.

_____________ de __________________ de ________

__________________________________________

ASSINATURA (do docente)

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