• Nenhum resultado encontrado

Palavras-chave: educação do campo, territorialidade, transporte escolar.

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Palavras-chave: educação do campo, territorialidade, transporte escolar."

Copied!
10
0
0

Texto

(1)

1

A TERRITORIALIDADE DO TRANSPORTE ESCOLAR DO CAMPO NO MUNICÍPIO DE MOCAJUBA-PA (APROVADO)

AUTOR: BRUNO DA SILVA Graduando em Geografia, UFPA Email:[email protected]

COAUTOR: EDIR AUGUSTO DIAS PEREIRA Professor da Universidade Federal do Pará Email: [email protected] Resumo:

O presente artigo apresenta resultados da pesquisa “Territorialidade e Educação do Campo:

estudo e mapeamento participativo do transporte escolar no município de Mocajuba-PA”.

Buscamos analisar a organização territorial do transporte escolar em Mocajuba no sentido campo-campo, em escolas polos ou nucleadas da zona rural terra-firme e ribeirinha e no sentido campo-cidade, também de estudantes da terra-firme e ribeirinha. Através de aplicação de questionários com condutores de barcos do transporte escolar campo ribeirinho-cidade e de levantamento na Secretaria de Educação de Mocajuba, analisamos a situação geral do transporte no campo no município. Podemos notar que apesar da sua importância para educação escolar o serviço de transporte escolar ofertado aos estudantes do campo carece de condições básicas de funcionamento adequado. O quadro geral do transporte escolar atende relativamente à demanda, mas ainda com muitos problemas e dificuldades que podem ser sanadas. Aos territórios do campo se integram os circuitos de movimento criados pelo transporte escolar, sua lógica de circulação reorganiza a forma como as comunidades rurais se relacionam entre si e com a cidade.

Palavras-chave: educação do campo, territorialidade, transporte escolar.

(2)

2 1. INTRODUÇÃO

Este artigo apresenta resultados parciais do projeto de pesquisa

“Territorialidade e Educação do Campo: Estudo e Mapeamento participativo do transporte escolar no município de Mocajuba-PA”, desenvolvido pelo Grupo de Estudo em Cultura, Território e Resistência da Amazônia Tocantina (SÍTIO), vinculado à Faculdade de Educação, a Faculdade de Geografia e a Faculdade de Educação do Campo da Universidade Federal do Pará, Campus Universitário do Tocantins/Cametá.

Nas últimas décadas o campo no município de Mocajuba vem passando por uma série de transformações territoriais. Estas transformações estão relacionadas evidentemente com a Educação Escolar, particularmente nos territórios do campo do município. A construção recente de escolas polos, como são conhecidas no município as escolas nucleadas, tanto na zona rural terra-firme como na zona rural ribeirinha, aumentou a necessidade de transporte escolar, criando assim uma nova configuração espacial da educação do campo no município.

Por essas razões, devido a importância desta política educacional e territorial na formação escolar dos sujeitos do campo e para a definição de uma Educação do Campo capaz de responder à diversidade sócio-espacial e cultural e enfrentar a situação excludente e exploradora da vida e dos recursos naturais da região Tocantina, buscamos analisar a relação entre a territorialidade (SACK, 1986; HAESBAERT, 2004; 2007;

SOUZA, 1995; 2009) e a educação do campo através do estudo e do mapeamento participativo do transporte escolar do campo, com o objetivo de criar descritores espaciais para o estabelecimento de uma política pública, comunitária e territorial participativa de transporte escolar, em diálogo e parceria com pesquisadores, gestores e agentes sociais e institucionais envolvidos nesse processo.

As informações e discussões aqui apresentadas sobre o transporte escolar em Mocajuba-PA, são resultados da realização de entrevistas com 15 (quinze) dos 24 (vinte e quatro) barqueiros que fazem o transporte escolar campo ribeirinho-cidade no município e levantamentos de dados sobre o transporte escolar municipal rural na Secretaria Municipal de Educação de Mocajuba (SEMED), apoiados em referenciais teórico-metodológicos sobre a territorialidade, o transporte escolar e a educação do campo. Serão discutidos, neste artigo, a relação da territorialidade com o transporte escolar do campo e a configuração do transporte escolar do campo em Mocajuba.

A relação entre territorialidades e transporte escolar é fundamental para

compreensão dos processos socioeducativos de escolas do campo. A mobilidade

(3)

3

acontece de uma forma especifica no território amazônico, mas precisamente na região Tocantina paraense. Portanto, para que a educação escolar no campo aconteça necessita- se dessa política educacional de transporte escolar, para atender as especificidades do campo. Na Amazônia, a questão das distâncias e da acessibilidade pelos meios aquáticos e terrestres, impõe maior demanda para o transporte escolar: “A extensão territorial do norte do país apresenta demandas contundentes no que se refere ao transporte escolar para alunos das unidades educacionais públicas” (CRUZ; MOURA, 2013: p.9).

O governo reconhece que “o transporte escolar é serviço de utilidade pública e direito público subjetivo, ficando evidente que o Poder Público deve oferecê-lo gratuitamente para crianças e adolescentes que não tenham escola perto de casa”

(BRASIL, 2006, p. 9). O direito a educação torna o serviço de transporte escolar um direito de estudantes/sujeitos do campo e uma responsabilidade do Estado. Como direito dos estudantes e dever do Estado, o transporte escolar de estudantes do campo está assegurado por uma série de dispositivos legais e regulatórios, alguns específicos para o campo (GEPERUAZ, 2010), estabelecidos nas últimas décadas do século XX.

2. OBJETIVOS 2.1 GERAL

 Analisar e mapear coletivamente o transporte escolar das escolas do campo do município de Mocajuba-PA em sua expressão, dimensão e organização territorial.

2.2 ESPECÍFICOS

 Estudar as condições das embarcações e portos/pontes de escolas e demais suportes materiais que servem ao transporte escolar no território ribeirinho;

 Identificar as estratégias, a lógica e as formas da política de transporte escolar do governo municipal para as escolas do campo;

 Mapear coletivamente os percursos e trajetos percorridos pelos barcos e ônibus do transporte escolar, pelos estudantes e as características geográficas das vias de circulação, através de metodologia de mapeamento participativo e das tecnologias de SIG;

 Definir descritores espaciais mínimos analíticos para interpretação da relação entre

a territorialidade e a educação do campo em localidades da terra-firme e ribeirinhas

do município;

(4)

4

 Analisar o financiamento do transporte escolar fluvial e terrestre de escolas nucleadas, os custos reais e as condições trabalho dos barqueiros e condutores;

 Discutir com alunos, os pais, a escola e as comunidades em geral um modelo de transporte escolar mas condizente com a condições ecológicas, sociais, econômicas, culturais e territoriais do campo.

4. METODOLOGIAS.

Para realização dessa pesquisa, inicialmente realizamos um levantamento bibliográfico de artigos, livros, capítulos de livros, relatórios, teses e dissertações sobre transporte escolar, mobilidade territorial, educação do campo na Amazônia e mapeamento participativo. Faremos também um levantamento documental sobre o transporte escolar (no Brasil, Amazônia e Pará) em sites da internet, bibliotecas e instituições. Em seguida também será realizado um levantamento de dados e informações sobre o transporte escolar das escolas do campo na Secretaria Municipal de Educação de Mocajuba – SEMED.

Realizamos trabalho de campo nas escolas de localidades ribeirinhas e terra- firme de Mocajuba, utilizando metodologias como: visitas às escolas, registro fotográfico, aplicação de questionários, buscando caracterizar as áreas e as escolas que possuem o serviço de transporte escolar. Foram aplicados questionários com barqueiros, condutores de ônibus escolar, estudantes e pais de estudantes que utilizam o transporte escolar. Para registrar as condições dos ônibus, barcos, dos portos/pontes e dos canais e vias trafegadas também realizaremos uma observação direta com registro fotográfico e tomadas de pontos de embarque e desembarque com aparelhos de GPS. Após isso faremos a sistematização das informações obtidas, organizando os dados em quadro classificatórios, tabelas, gráficos, diagramas, croquis e mapas.

Selecionamos para realização do mapeamento participativo duas escolas nucleadas: uma da zona rural terra-firme e outra da zona-rural ribeirinha do município.

Após serem identificadas e selecionadas, nestas escolas serão realizadas com os agentes educativos uma reunião de apresentação e esclarecimento quanto a natureza, o processo e os objetivos do projeto de mapeamento participativo

1

.

1

A participação dos membros da comunidade acontecerá em todo o processo – desde a decisão de usar os

SPIG [Sistema Participativo de Informação Geográfica], e a aquisição de uma compreensão clara sobre as

estruturas legais e regulamentares, até a configuração conjunta dos objetivos do projeto, para definir

estratégias e escolher ferramentas adequadas de uso de informação geoespacial (RAMBALDI, 2013: 8).

(5)

5 5. RESULTADO PRELIMINARES

As populações do campo no município de Mocajuba, como de toda Amazônia, sempre enfrentaram grandes dificuldades referentes ao acesso à educação escolar. Tanto os moradores da zona rural (campo) da terra-firme, quanto os ribeirinhos precisam do transporte escolar para acessar e permanecer na escola. O transporte escolar, no entanto, que lhes é ofertado geralmente é de péssima qualidade. Os problemas têm se agravado, pois cada vez mais crianças são transportadas por longas distâncias devido ao fechamento de escolas do campo, o qual ocorreu entre 2000 e 2011, e com a criação de escolas nucleadas no município.

No Município o transporte escolar do campo acontece em escolas da terra- firme e de localidade ribeirinhas (intracampo) e também de estudantes do campo para a cidade. Existem atualmente duas grandes escolas na terra-firme (escolas polos) somando 11 (onze) veículos, que transportam mais quase 600 (seiscentas crianças) de 22 localidades, perfazendo um percurso de quase 200 km (TABELA 1), pelos turnos da manhã e tarde.

TABELA 1- MOCAJUBA: TRANSPORTE ESCOLAR RURAL TERRA-FIRME (SENTIDO CAMPO-CAMPO – 2015)

ESCOLA CONDUTORES LOCALIDADES Km Km/Dia Km/Sem.

Nova Aliança

6 11 83,5 233 1.398

Bom Futuro

5 11 89 223 1.338

TOTAL 11 22 172,5 456 2.736

Fonte: SEMED, 2015 (Elaborado pelo Grupo de Pesquisa Sítio- Mocajuba)

Na Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Nova Aliança, dos 06 (seis) condutores, 03 (três) fazem o transporte escolar pelo turno da manhã e à tarde, 02 (dois) apenas pela manhã e 01 (um) apenas à tarde. Na EMEF Bom Futuro são 02 (dois) que fazem o transporte manhã e tarde, 02 (dois) apenas pela manhã e 01(um) apenas pela tarde.

Muitos estudantes são transportados do campo da terra firme para estudar em

escolas da cidade, particularmente o ensino médio (TABELA 2).

(6)

6

TABELA 2 –MOCAJUBA: TRANSPORTE ESCOLAR RURAL – TERRA-FIRME (Sentido Campo-Cidade – 2015)

ROTA CONDUTORES LOCALIDADES Km Km/Dia Km/Sem.

Zona Rural – Cidade

9 17 205 472 3.024

TOTAL Campo-

Campo

11 22 172,5 456 2.736

TOTAL GERAL

20 39 377,5 928 5760

Fonte: SEMED, 2015 (Elaborado pelo Grupo de Pesquisa Sítio- Mocajuba)

Nos trajetos da zona rural terra-firme para a cidade de Mocajuba, 07 (sete) condutores atuam apenas pelo turno da manhã, 03 (três) atuam manhã e tarde e apenas 01 (um) faz o transporte somente à tarde. São transportados estudantes da Vila de Areião, localidade pertencente ao município de Cametá (PA), para estudar na cidade de Mocajuba. No total, os condutores que fazem o transporte escolar terrestre no município (sentido campo-campo e sentido campo-cidade) são 20 (vinte), envolvendo estudantes de 39 localidade rurais e percorrendo quase 400 Km.

Muitos estudantes do campo ribeirinho utilizam o transporte escolar ofertado pelo poder público municipal para estudar na cidade, assim como um número considerável de barcos e “rabetas” fazem o transporte intracampo em localidades ribeirinhas do município (TABELA 3).

TABELA 3 - BARCOS E RABETAS QUE FAZEM O TRANSPORTE ESCOLAR EM MOCAJUBA (2015)

(Sentido campo-campo e campo-cidade)

ROTA CONDUTORES LOCALIDADES

Combustível Diesel

(Lit.

Seman.)

Gasolina (Lit.

Seman.)

(7)

7 Campo-

Campo Ribeirinho

Barcos 30 18 125 -

Rabetas 19 14 122,5 166,5

Campo Ribeirinho-

Cidade 24 17 1.700 -

TOTAL 73 49 1947,5 166,6

Fonte: SEMED, 2015 (Elaborado pelo Grupo de Pesquisa Sítio- Mocajuba) As localidades servidas por transporte interno (sentido campo-campo ribeirinho), tanto por barcos quanto por rabetas, e as servidas por transporte externo (sentido campo ribeirinho-cidade) são as mesmas. Desse modo, no total efetivamente são 30 (trinta) localidades. O município é que dispõe o combustível

2

às embarcações que fazem o transporte escolar, em quantidade definida de acordo com a quilometragem percorrida e o consumo dos motores. Em média, os barcos, transportam de 20 a 25 estudantes.

Do total de 30 (trinta), 10 (dez) localidades ribeirinhas possuem serviço de barcos de transporte escolar tanto interno (camp-campo) quanto externo (campo- cidade); 05 (cinco) possuem apenas interno, 05 (cinco) apenas externos e apenas 02 (duas) localidades (Ajará e Santana) possuem serviços de barcos que incluem rabetas (embarcações também conhecidas como rabudos), barcos internos e externos.

Mesmo em um município de dimensão territorial pequena, comparada a outros municípios da Amazônia, e com a maioria dos estudantes frequentando escolas na cidade (87,7%), o transporte escolar envolve uma série de dificuldades (GRÁFICO 1).

GRÁFICO 1 – DISTRIBUIÇÃO DOS ESTUDANTES E ESTABELECIMENTOS DO ENSINO EM MOCAJABA.

2

Irregularidades relacionados à compra de combustível no município nos dois mandatos do

prefeito atual são objetos de processo judicial movido pelo ministério público.

(8)

8

Fonte: Censo escolar (2010).

Dados relacionados ao campo.

Dados relacionados à cidade.

Muitos estudantes do campo de Mocajuba, precisam enfrentar um longo percurso até a escola na cidade ou em localidades rurais de terra-firme e ribeirinha.

Longos percursos como os que elas enfrentam são cada vez mais comuns no Brasil, já que 40.935 estabelecimentos de ensino da zona rural deixaram de funcionar entre 2000 e 2011, uma diminuição de 35%, segundo o Censo Escolar.

Esse grande número de alunos matriculados na cidade, em 2010, reflete o fato de muitas escolas deixarem de funcionar no campo. O nível de analfabetismo no campo no município ainda é alto e a grande maioria das turmas (93,4%) funcionam no regime multisseriado. O que demonstra que o quadro educacional no campo do município é bastante problemático. Quase todas as crianças do campo de Mocajuba utilizam o transporte escolar para estudar no campo ou na cidade.

Atualmente o transporte escolar é oferecido em quase todo território mocajubense, salvo aqueles de difícil acesso. Entretanto, são perceptíveis sérias violações aos direitos dos alunos assim como aos dos atores que estão envolvidos no processo de locomoção, seja por parte de falta de estruturas físicas dos transportes, capacitação dos condutores de embarcações, até mesmo por descasos do poder público municipal.

Ao analisarmos os dados coletados na pesquisa com os condutores das

embarcações do transporte escolar sentido campo ribeirinho-cidade nos deparamos com

uma realidade de vida de indivíduos que necessitam estudar e de trabalhadores que

necessitam de apoio para exercer sua função com mais segurança, tanto no âmbito

(9)

9

empregatício quanto no físico

3

. Diariamente condutores de barcos de transporte escolar para a cidade e estudantes se deparam com sérias dificuldades.

GRÁFICO 2: DIFICULDADES NO EMBARQUE E DESEMBARQUE DE ESTUDANTES (transporte escolar campo ribeirinho-cidade).

Fonte: Elaborado Pelo Grupo de Estudo Sitio-Mocajuba-PA, com base em dados de campo (Out./ 2015).

As dificuldades apontadas pelos condutores de embarcações de transporte escolar dizem respeito tanto à estrutura dos portos de embarque e desembarque das casas dos estudantes, onde passam os barcos do transporte escolar, como também a do Terminal Hidroviário da cidade (FIGURA 1).

FIGURA 1: Desembarque dos estudantes no porto do Terminal Hidroviário de Mocajuba (Foto: Grupo de Pesquisa SÍTIO, out./ 2015).

3

Os dados apresentados são resultados de entrevistas feitas pelo grupo de pesquisa SÍTIO,

em outubro de 2015, com 15 (quinze) condutores do transporte escolar ribeirinho no município

de Mocajuba. Neles estão sistematizados as respostas dadas pelos barqueiros em relação às

estruturas dos barcos, remuneração salarial, comportamento dos alunos, relação com o poder

público municipal, entre outros temas relacionados ao transporte oferecido aos estudantes da

zona ribeirinha do município de Mocajuba.

(10)

10

Os barcos ficam um ao lado do outro e os estudantes que se arriscam a andar por cima dos mesmos para o embarque e desembarque no terminal hidroviário do Município de Mocajuba. Na imagem também se observam os barcos que fazem o transporte escolar dos estudantes ribeirinhos para a cidade.

Buscamos através da pesquisa em andamento, conhecer a realidade, a importância e os fatores que influenciam e condicionam o transporte escolar no município de Mocajuba e regiões ribeirinhas e colônias de terra-firme. Também foi nosso objetivo entender a relação entre territorialidade e transporte escolar, haja visto que o entendimento dessa relação se faz necessária para que se possa conhecer e pensar sobre o transporte escolar para que venha atender de fato as especificidades e demandas da região.

REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

MUNARIN, Antônio. Educação do campo e políticas públicas: controvérsias teóricas e políticas. In: MUNARIN, Antônio et al (Orgs). Educação do campo: políticas públicas, territorialidades e práticas pedagógicas. Florianópolis: Insular, 2011.

PEIXER, Zilma Isabel. O entrelaçar dos conceitos de campo e cidade na constituição de territorialidades educacionais. In: MUNARIN, Antônio et al (Orgs). Educação do campo: políticas públicas, territorialidades e práticas pedagógicas. Florianópolis:

Insular, 2011.

PREFEITURA MUNICIPAL DE MOCAJUBA. Educação do campo recebe mais um reforço. Disponível em: <http://mocajuba2011.blogspot.com.br/search?Updated- max=2011-11-07T17:55:00-08:00&max-results=20&start=22&by-date=false/> Acesso em: 04 de novembro de 2015.

CRUZ, Rosana Evangelista da e MOURA, Ana Paula Monteiro de. A Política do Transporte Escolar no Brasil. In: XXVI Simpósio da ANPAE, 27 a 30 de maio de 2013, Recife. Disponível em:

http://www.anpae.org.br/simposio26/1comunicacoes/AnaPaulaMonteirodeMoura- ComunicacaoOral-int.pdf. Acesso: março de 2013.

HAESBAERT, Rogério. Dilemas de conceitos; espaço-território e contenção

territorial. In: SAQUET, M. A e SPOSITO, E. S. (Org.). Territórios e territorialidades:

teorias, processos e conflitos. São Paulo: Expressão Popular, UNESP, 2009. pp. 95-120.

GEPERUAZ. Políticas de Nucleação e Transporte Escolar: Construindo Indicadores de

Qualidade da Educação Básica nas Escolas do Campo da Amazônia. Relatório Final de

Pesquisa, apresentado ao CNPq. Belém – PA. 2010.

Referências

Documentos relacionados

suplementares: EUH401 – Para evitar riscos para a saúde humana e para o ambiente, respeitar as instruções de utilização; SP 1 – Não contaminar a água com este produto ou com

Todos os pertences do aluno deverão ter o nome legível e ser resistente à água.Cabe aos responsáveis, verificar na saída. Dentro da escola, cabe ao aluno cuidar e

24 de abril de 2008 (PRONERA), as escolas do campo permanecem, em sua grande maioria como a essa perspectiva de educação e.. continuam em condições precárias. As lutas e

de um projeto político-pedagógico específico, pertinente à sua conjuntura, assumindo e construindo a identidade do campo. Nesse caso do projeto pedagógico o/a

O presente artigo tem como proposta analisar a relação entre a territorialidade e a educação do campo ribeirinho através do estudo e do mapeamento participativo do transporte

Deste total 467 embarcações realizavam o transporte escolar nas ilhas, 25 faziam o percurso das ilhas para a cidade (se considerarmos os barcos que fazem transporte de ribeirinhos

Oncogênese - conceitos Célula normal SEM correção Carcinógeno Lesão do DNA COM correção Apoptose Correção e apoptose Inibidas = mutação Novas mutações +

Assim, diante desta problemática, este trabalho tem como objetivo refletir sobre os paradigmas entre o que prevê a legislação do transporte escolar e a realidade da educação do