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REQUISITOS PARA A CONCESSÃO DE BENEFÍCIOS PREVIDENCIÁRIOS. - Aspectos Gerais -

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(1)

REQUISITOS PARA A CONCESSÃO

DE BENEFÍCIOS PREVIDENCIÁRIOS

(2)

-APOSENTADORIA

INVALIDEZ

VOLUNTÁRIA

•COMPULSÓRIA

PENSÃO

(3)

FUNDAMENTO LEGAL

Constituição Federal;

Emendas

Constitucionais

20/1998,

41/2003, 47/2005 e 70/2012;

(4)

DIREITO ADQUIRIDO

O servidor passa a ser titular do direito quando,

pela lei da época, ele preenche todos os

requisitos e condições para a obtenção do

benefício, mesmo que não tenha formulado o

pedido.

(5)

REQUISITOS E CONDIÇÕES

Servidor público ocupante de cargo efetivo

Data de ingresso no serviço público

Tempo de contribuição

Idade

Tempo efetivo exercício no serviço público

Tempo de carreira

Tempo no cargo

(6)

EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 41/2003

Art. 6º Ressalvado o direito de opção à aposentadoria pelas normas estabelecidas pelo art. 40 da Constituição Federal ou pelas regras estabelecidas pelo art. 2º desta Emenda, o servidor da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, incluídas suas autarquias e fundações, que tenha ingressado no serviço público até a data de publicação desta Emenda poderá aposentar-se com proventos integrais, que corresponderão à totalidade da remuneração do servidor no cargo efetivo em que se der a aposentadoria, na forma da lei, quando, observadas as reduções de idade e tempo de contribuição contidas no § 5º do art. 40 da Constituição Federal, vier a preencher, cumulativamente, as seguintes condições:

I - sessenta anos de idade, se homem, e cinqüenta e cinco anos de idade, se mulher; II - trinta e cinco anos de contribuição, se homem, e trinta anos de contribuição, se mulher;

III - vinte anos de efetivo exercício no serviço público; e

IV - dez anos de carreira e cinco anos de efetivo exercício no cargo em que se der a aposentadoria.

(7)

DATA DE INGRESSO NO SERVIÇO PÚBLICO

Servidor que tiver ocupado, sem interrupção,

sucessivos cargos na Administração Pública

direta, autárquica e fundacional, em qualquer

dos entes federativos, será considerada a data

da

investidura

mais

remota

dentre

as

ininterruptas.

(art. 70 da ON nº 02, 31/03/2009)

Até 16/12/1998 – Art. 3º EC nº 47/2005

Até 31/12/2003 – Art. 6º EC nº 41/2003

(8)

TRIBUNAL DE CONSTAS DO ESTADO DE MATO GROSSO

RESOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 18/2012 -TP

EMENTA: INSTITUTO MUNICIPAL DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES PÚBLICOS

DE

PRIMAVERA

DO

LESTE.

CONSULTA.

PREVIDÊNCIA.

BENEFÍCIO.

APOSENTADORIA POR INVALIDEZ. APLICAÇÃO DA EMENDA CONSTITUCIONAL

Nº 70/2012. INGRESSO NO SERVIÇO PÚBLICO. SUCESSÃO ININTERRUPTA DE

CARGOS PÚBLICOS. INTERRUPÇÃO ATÉ DOZE MESES. APLICAÇÃO DO ARTIGO

15, §§ 2º E 3º, DA LEI Nº 8.213/1991. INVESTIDURA MAIS REMOTA: a) A

Emenda Constitucional nº 70/2012 é aplicável aos servidores que ingressam no

serviço público até 31/12/2003 e tenham se aposentado ou venham a se

aposentar por invalidez permanente, observadas as regras do inciso I, do § 1º

do art. 40 da Constituição Federal. b) Na sucessão ininterrupta de cargos

públicos vinculados à Administração Pública direta, autárquica e fundacional,

em qualquer dos entes federativos, considera-se como termo de ingresso no

serviço público a data de investidura mais remota, inclusive para efeito de

aplicação das regras introduzidas pela Emenda Constitucional nº 70/2012. (...)

(9)

IDADE

HOMEM

53 anos –

art. 2º EC 41/2003

55 anos –

professor (integral)

60 anos –

regra geral (integral)

65 anos –

idade (proporcional)

70 anos –

compulsória

MULHER

48 anos

– art.2º EC 41/2003

50 anos

– professora (integral)

55 anos

– regra geral (integral)

60 anos

– idade (proporcional)

(10)

TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO

HOMEM

35 anos –

regra geral (integral)

30 anos –

professor (integral)

MULHER

30 anos-

regra geral (integral)

(11)

LEI Nº 11.301, DE 10 DE MAIO DE 2006.

Art. 1º O art. 67 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, passa a vigorar

acrescido do seguinte § 2º, renumerando-se o atual parágrafo único para §

1º:

“Art. 67. ...

§ 2o Para os efeitos do disposto no § 5o do art. 40 e no § 8o do art.

201 da Constituição Federal, são consideradas funções de magistério as

exercidas por professores e especialistas em educação no desempenho de

atividades educativas, quando exercidas em estabelecimento de educação

básica em seus diversos níveis e modalidades, incluídas, além do exercício da

docência, as de direção de unidade escolar e as de coordenação e

assessoramento pedagógico.”

(12)

AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE 3.772 DISTRITO FEDERAL

EMENTA: AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE MANEJADA CONTRA O ART. 1º DA LEI FEDERAL 11.301/2006, QUE ACRESCENTOU O §2º AO ART. 67 DA LEI 9.394/1996. CARREIRA DE MAGISTÉRIO. APOSENTADORIA ESPECIAL PARA OS EXERCENTES DE FUNÇÕES DE DIREÇÃO, COORDENAÇÃO E ASSESSORAMENTO PEDAGÓGICO. ALEGADA OFNSA AOS ARTS. 40, §5º, E 201, §8º, DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL. INOCOERRÊNCIA. AÇÃO JULGADA PARCIALMENTE PROCEDENTE, COM INTERPRETAÇÃO CONFORME.

I- A função de magistério não se circunscreve apenas ao trabalho em sala de aula, abrangendo também a preparação de aulas, a correção de provas, o atendimento aos pais e lunos, a coordenação e o assessoramento pedagógico e, ainda, a direção de unidade escolar.

II- As funções de direção, coordenação e assessoramento pedagógico integram a carreira do magistério, desde que exercidos, em estabelecimentos de ensino básico, por professores de carreira, excluídos os especialistas em educação, fazendo jus aqueles que as desempenham ao regime especial de aposentadoria estabelecido nos arts. 40, §5º, e 201, § 8º, da Constituição Federal.

III- Ação direta julgada parcialmente procedente, com interpretação conforme, nos termos supra.

(13)

TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE MATO GROSSO RESOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 48/2010

EMENTA: INSTITUTO MUNICIPAL DE PREVIDÊNCIA SOCIAL DOS SERVIDORES DE RONDONÓPOLIS. CONSULTA. RESPONDER AO CONSULENTE QUE: 1) São funções de magistério, para efeitos da Lei nº 11.301/2006, que alterou o artigo 67 da Lei nº 9.394/96, e levando em consideração a interpretação conforme proferida pelo STF na ADI 3772, além do exercício da docência, as de direção de unidade escolar e as de coordenação e assessoramento pedagógico, desde que os cargos sejam exercidos por professores. 2) Cabe à legislação municipal dispor sobre os cargos e funções de magistério no âmbito municipal com a definição das funções de coordenação e assessoramento pedagógico, sem prejuízo da necessária observância dos limites da Lei nº 11.301/06, com a interpretação conforme dada pelo STF na ADI 3772, que exige, para efeito de aposentadoria especial, que os cargos sejam exercidos por servidores com ingresso inicial na carreira de professor. 3) A concessão de aposentadoria aos servidores municipais da educação deve seguir ainda, as regras gerais estipuladas pelo art. 40 da Constituição Federal, com as alterações promovidas.

(14)

TEMPO DE EFETIVO EXERCÍCIO NO SERVIÇO PÚBLICO

TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE MATO GROSSO Resolução de Consulta nº 49/2011 – TCE/MT

Ementa: TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE MATO GROSSO. CONSULTA. REEXAME DA TESE PREJULGADA NA RESOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 19/2009. PREVIDÊNCIA. BENEFÍCIO. APOSENTADORIA VOLUNTÁRIA. TEMPO DE EFETIVO EXERCÍCIO NO SERVIÇO PÚBLICO. EMPRESAS PÚBLICAS E SOCIEDADES DE ECONOMIA MISTA. CONTRATADO POR TEMPO DETERMINADO, INCLUSÃO NO CÔMPUTO. POSSIBILIDADE. É considerado como tempo de efetivo exercício no serviço público, para fins de cumprimento do requisito temporal exigido pelo art. 40, §1º, inciso III, da Constituição da República Federativa do Brasil, aquele decorrente, ainda que de forma descontínua, do exercício de cargos, de funções (de confiança e de contrato por tempo determinado) ou de empregos públicos, na Administração Direta e Indireta, autarquias, fundações, empresas públicas e sociedades de economia mista -de quaisquer dos entes da Fe-deração, ressalvada a impossibilida-de do exercício -de funções de confiança nas empresas públicas e sociedades de economia mista.

(15)

TEMPO DE CARREIRA

Conforme o artigo 2º, inciso VII, combinado com o artigo 71 da Orientação Normativa SPS nº 02, de 31 de março de 2009, para o tempo de carreira considera-se a sucessão de cargos efetivos, estruturados em níveis e graus segundo sua natureza, complexidade e o grau de responsabilidade, de acordo com o plano definido por lei de cada ente federativo, devendo ser cumprido no mesmo ente e no mesmo poder.

Art. 71. O tempo de carreira exigido para concessão dos benefícios previstos nos arts. 68 e 69 deverá ser cumprido no mesmo ente federativo e no mesmo poder.

§ 1º Na hipótese de o cargo em que se der a aposentadoria não estar inserido em plano de carreira, o requisito previsto no inciso IV do art. 68 e no inciso III do art. 69 deverá ser cumprido no último cargo efetivo.

§ 2º Será também considerado como tempo de carreira o tempo cumprido em emprego, função ou cargo de natureza não efetiva até 16 de dezembro de 1998.

(16)

TEMPO NO CARGO

O cargo efetivo será verificado pelo conjunto de atribuições,

deveres e responsabilidades específicas definidas em

estatutos dos entes federativos cometidas a um servidor

aprovado por meio de concurso público de provas ou de

provas e títulos, nos termos do artigo 2º, inciso VI, da

Orientação Normativa SPS nº 02, de 31 de março de 2009.

(17)

Obrigada

Áurea Maria Abranches Soares

(18)

RECONHECIMENTO DO DIREITO

PREVIDENCIÁRIO

(19)

-RECONHECIMENTO DO DIREITO PREVIDENCIÁRIO

Aposentadoria especial de servidor público

-CF 1988:

Art.40 - § 4º É vedada a adoção de requisitos e critérios

diferenciados para a concessão de aposentadoria aos abrangidos

pelo regime de que trata este artigo, ressalvados, nos termos

definidos em leis complementares, os casos de servidores:

(Redação dada pela Emenda Constitucional nº 47, de 2005)

I portadores de deficiência;

(Incluído pela Emenda Constitucional nº 47, de 2005)

II que exerçam atividades de risco;

(Incluído pela Emenda Constitucional nº 47, de 2005)

III cujas atividades sejam exercidas sob condições especiais que

prejudiquem a saúde ou a integridade física.

(Incluído pela Emenda Constitucional nº 47, de 2005)

(20)

RECONHECIMENTO DO DIREITO PREVIDENCIÁRIO

Aposentadoria especial de servidor público

-De acordo com a norma constitucional, a competência de

regulamentar o assunto em questão pertence à União, Estados

ou Munícipios?

CF 1988

Art. 24. Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar

concorrentemente sobre:

XII - previdência social, proteção e defesa da saúde;

§ 1º - No âmbito da legislação concorrente, a competência da União

limitar-se-á a estabelecer normas gerais.

§ 2º - A competência da União para legislar sobre normas gerais não exclui a

competência suplementar dos Estados.

§ 3º - Inexistindo lei federal sobre normas gerais, os Estados exercerão a

competência legislativa plena, para atender a suas peculiaridades.

§ 4º - A superveniência de lei federal sobre normas gerais suspende a eficácia

da lei estadual, no que lhe for contrário.

(21)

RECONHECIMENTO DO DIREITO PREVIDENCIÁRIO

Aposentadoria especial de servidor público

-De acordo com a norma constitucional, a competência de

regulamentar o assunto em questão pertence à União, Estados

ou Munícipios?

CF 1988

Art. 30. Compete aos Municípios:

I - legislar sobre assuntos de interesse local;

II - suplementar a legislação federal e a estadual no que couber;

- Princípio da Autonomia Federativa;

(22)

RECONHECIMENTO DO DIREITO PREVIDENCIÁRIO

Aposentadoria especial de servidor público

-De acordo com a norma constitucional, a competência de

regulamentar o assunto em questão pertence à União, Estados

ou Munícipios?

Lei nº 9.717/98:

Art. 5º Os regimes próprios de previdência social dos servidores públicos da

União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, dos militares dos

Estados e do Distrito Federal não poderão conceder benefícios distintos dos

previstos no Regime Geral de Previdência Social, de que trata a

Lei nº 8.213,

de 24 de julho de 1991

, salvo disposição em contrário da Constituição

Federal.

Parágrafo único. Fica vedada a concessão de aposentadoria especial, nos

termos do

§ 4º do art. 40 da Constituição Federal

, até que lei

complementar federal discipline a matéria.

(Redação dada pela Medida

Provisória nº 2.187-13, de 2001)

(23)

RECONHECIMENTO DO DIREITO PREVIDENCIÁRIO

Aposentadoria especial de servidor público

-De acordo com a norma constitucional, a competência de

regulamentar o assunto em questão pertence à União, Estados

ou Munícipios?

DECISÃO STF

19/09/2013 PLENÁRIO

AG.REG. NO MANDADO DE INJUNÇÃO 1.571 DISTRITO FEDERAL

Mandado de injunção. Aposentadoria especial de servidor público. Artigo 40,

§ 4º, da Constituição Federal. Aplicação das normas do Regime Geral de

Previdência Social. Agravo não provido.

1. A competência concorrente para legislar sobre previdência dos servidores

públicos não afasta a necessidade da edição de norma regulamentadora de

caráter nacional, cuja competência é da União. (grifo nosso)

2. Apenas a autoridade, órgão ou entidade que tenha o dever de regulamentar

a norma constitucional dispõe de legitimidade passiva adcausam no mandado

de injunção. Precedente: MI nº 1.231/DF-AgR, Relator o Ministro Ricardo

Lewandowski, Tribunal Pleno, DJe de 1º/12/11).

(24)

RECONHECIMENTO DO DIREITO PREVIDENCIÁRIO

Aposentadoria especial de servidor público

-Diante da inércia do legislador, qual o “remédio” constitucional

para a regulamentação do direito estabelecido no §4 do art.40

da CF/1988?

CF 1988

LXXI - conceder-se-á mandado de injunção sempre que a falta de

norma regulamentadora torne inviável o exercício dos direitos e

liberdades constitucionais e das prerrogativas inerentes à

nacionalidade, à soberania e à cidadania;

(25)

RECONHECIMENTO DO DIREITO PREVIDENCIÁRIO

Aposentadoria especial de servidor público

-REQUISITOS E CRITÉRIOS PARA APOSENTADORIA ESPECIAL DE

SERVIDORES COM DEFICIÊNCIA

MANDADO DE INJUNÇÃO 5.126/DF

A decisão alcança a todos os servidores que se encontram nesta

situação?

STF

MANDADO DE INJUNÇÃO 5.126/DF

Pelo exposto, conheço do mandado de injunção e julgo PROCEDENTE o

pedido para CONCEDER PARCIALMENTE A ORDEM, determinando a

aplicação, no que couber, do art. 57 da Lei Federal nº 8.213/91 para os fins

de verificação do preenchimento dos requisitos para a aposentadoria

especial dos associados da impetrante. (grifo nosso)

(26)

RECONHECIMENTO DO DIREITO PREVIDENCIÁRIO

Aposentadoria especial de servidor público

-REQUISITOS E CRITÉRIOS PARA APOSENTADORIA ESPECIAL DE

SERVIDORES COM DEFICIÊNCIA

Instrução Normativa MPS/SPPS nº 02, de 13 de fevereiro de 2014

PRINCIPAIS REQUISITOS E CRITÉRIOS

FORMA DE CÁLCULO: MÉDIA ARITMÉTICA SIMPLES

TEMPO MÍNIMO (art.4º da IN MPS/SPPS nº 02, de 13 de fevereiro de 2014):

 SERVIÇO PÚBLICO: 10 (DEZ) ANOS;

(27)

RECONHECIMENTO DO DIREITO PREVIDENCIÁRIO

Aposentadoria especial de servidor público

-REQUISITOS E CRITÉRIOS PARA APOSENTADORIA ESPECIAL DE

SERVIDORES COM DEFICIÊNCIA

Instrução Normativa MPS/SPPS nº 02, de 13 de fevereiro de 2014

PRINCIPAIS REQUISITOS E CRITÉRIOS

TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO NA CONDIÇÃO DE SERVIDOR COM

DEFICIÊNCIA COM PROVENTOS INTEGRAIS (incisos I a III do

art.4º da IN MPS/SPPS nº 02, de 13 de fevereiro de 2014):

(28)

RECONHECIMENTO DO DIREITO PREVIDENCIÁRIO

Aposentadoria especial de servidor público

-REQUISITOS E CRITÉRIOS PARA APOSENTADORIA ESPECIAL DE

SERVIDORES COM DEFICIÊNCIA

Instrução Normativa MPS/SPPS nº 02, de 13 de fevereiro de 2014

PRINCIPAIS REQUISITOS E CRITÉRIOS

DIREITO A APOSENTADORIA PROPORCIONAL SE ATENDIDAS AS SEGUINTES

CONDIÇÕES (incisos IV do art.4º da IN MPS/SPPS nº 02, de 13 de fevereiro de

2014):

 15 ANOS DE TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO NA CONDIÇÃO DE PESSOA COM

DEFICIÊNCIA;

(29)

RECONHECIMENTO DO DIREITO PREVIDENCIÁRIO

Aposentadoria especial de servidor público

-REQUISITOS E CRITÉRIOS PARA APOSENTADORIA ESPECIAL DE

SERVIDORES COM DEFICIÊNCIA

Instrução Normativa MPS/SPPS nº 02, de 13 de fevereiro de 2014

SITUAÇÕES NÃO APLICÁVEIS AOS SERVIDORES COM DEFICIÊNCIA

Art.14. Salvo decisão judicial expressa em contrário, esta Instrução Normativa

não será aplicada para:

I - conversão do tempo cumprido pelo servidor com deficiência em tempo de

contribuição comum, inclusive para fins de contagem recíproca de tempo de

contribuição;

II - reconhecimento de tempo de contribuição exercido na condição de pessoa

com deficiência com o objetivo de instruir futuro pedido de aposentadoria

voluntária;

III - fundamentar o pagamento de abono de permanência de que trata o § 19

do art. 40 da Constituição Federal;

(30)

RECONHECIMENTO DO DIREITO PREVIDENCIÁRIO

Aposentadoria especial de servidor público

-REQUISITOS E CRITÉRIOS PARA APOSENTADORIA ESPECIAL DE

SERVIDORES COM DEFICIÊNCIA

CONVERSÃO DE TEMPO

Art.5 e 6 da IN Instrução Normativa MPS/SPPS nº 02, de 13 de fevereiro de 2014

Exemplo:

 5 anos de serviço com deficiência grave;

 10 anos de serviço com deficiência moderada;

(31)

RECONHECIMENTO DO DIREITO PREVIDENCIÁRIO

Aposentadoria especial de servidor público

-REQUISITOS E CRITÉRIOS PARA APOSENTADORIA ESPECIAL DE

SERVIDORES COM DEFICIÊNCIA

Se os servidores que ingressaram no serviço público já fossem deficientes

físicos à época da admissão, fariam jus às regras especiais de aposentação

previstas na IN 02/2014?

RESOLUÇÃO DE CONSULTA TCE-MT Nº 15/2014 - TP

...c) até o advento da edição da lei complementar prevista no §

4º do artigo 40 da CF/1988, os servidores públicos que já

portavam deficiência antes da respectiva admissão fazem jus às

regras de aposentação especial contida no inciso I do § 4º do

artigo 40 da CF/1988, independentemente do seu ingresso ter se

dado em vagas reservadas ou não a portadores de deficiência,

observados os requisitos e critérios estabelecidos na Lei

Complementar nº 142/2013 e na Instrução Normativa SPS/MPS

nº 02/2014.

(32)

RECONHECIMENTO DO DIREITO PREVIDENCIÁRIO

Aposentadoria especial de servidor público

-REQUISITOS E CRITÉRIOS PARA APOSENTADORIA ESPECIAL DE

SERVIDORES QUE EXERÇAM ATIVIDADES DE RISCO

Se os servidores que ingressaram no serviço público já fossem portadores de

deficiência física à época da admissão, fariam jus às regras especiais de

aposentação previstas na IN 02/2014?

NOTA TÉCNICA Nº 02/2014/CGNAL/DRPSP/SPPS/MPS

No que concerne aos servidores que exercem atividade de risco, está vigente o

art. 1º, I da Lei Complementar nº 51, de 20 de dezembro de 1985, que prevê

critérios especiais para aposentadoria do servidor policial, segundo

entendimento do STF na Ação Direta de Inconstitucionalidade - ADIN nº 3.817

e no Recurso Extraordinário - RE nº 567.110, que analisaram a recepção dessa

Lei pela Constituição Federal. Ademais, não há previsão, no § 1º do art. 201

da Constituição Federal, de concessão de aposentadoria especial por atividade

de risco, não havendo, pois, norma específica a respeito para os segurados do

RGPS, que poderia servir de paradigma aos servidores.

(33)

RECONHECIMENTO DO DIREITO PREVIDENCIÁRIO

Aposentadoria especial de servidor público

-REQUISITOS E CRITÉRIOS PARA APOSENTADORIA ESPECIAL DE

SERVIDORES CUJAS ATIVIDADES SEJAM EXERCIDAS SOB

CONDIÇÕES ESPECIAIS QUE PREJUDIQUEM A SAÚDE OU A

INTEGRIDADE FÍSICA

STF - Súmula Vinculante nº 33

Aplicam-se ao servidor público, no que couber, as regras do

regime geral da previdência social sobre aposentadoria especial

de que trata o artigo 40, § 4º, inciso III da Constituição Federal,

até a edição de lei complementar específica.

(34)

RECONHECIMENTO DO DIREITO PREVIDENCIÁRIO

Aposentadoria especial de servidor público

-REQUISITOS E CRITÉRIOS PARA APOSENTADORIA ESPECIAL DE

SERVIDORES CUJAS ATIVIDADES SEJAM EXERCIDAS SOB

CONDIÇÕES ESPECIAIS QUE PREJUDIQUEM A SAÚDE OU A

INTEGRIDADE FÍSICA

IN SPPS/MPS nº 1, de 2010 e IN MPS/SPPS nº 03, de 23/05/2014 PRINCIPAIS REQUISITOS E CRITÉRIOS

FORMA DE CÁLCULO: MÉDIA ARITMÉTICA SIMPLES TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO:

 25 ANOS: COMPLETOS

 20 ANOS: mineração subterrânea em atividades afastadas da frente de produção; trabalhos com asbestos (amianto), em extração, processamento e manipulação de rochas amiantíferas, fabricação de guarnição para freios, embreagens e matérias isolantes contendo asbestos; fabricação de produtos de fibrocimento, e mistura, cardagem, fiação e tecelagem de fibras de asbestos.

15 ANOS: trabalho permanente no subsolo de minerações subterrâneas em frente de produção;

(35)

RECONHECIMENTO DO DIREITO PREVIDENCIÁRIO

Aposentadoria especial de servidor público

-REQUISITOS E CRITÉRIOS PARA APOSENTADORIA ESPECIAL DE

SERVIDORES CUJAS ATIVIDADES SEJAM EXERCIDAS SOB

CONDIÇÕES ESPECIAIS QUE PREJUDIQUEM A SAÚDE OU A

INTEGRIDADE FÍSICA

IN SPPS/MPS nº 1, de 2010 e IN MPS/SPPS nº 03, de 23/05/2014 DOCUMENTOS NECESSÁRIOS

IN 01/2010

Art. 7º O procedimento de reconhecimento de tempo de atividade especial pelo órgão competente da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, incluídas as suas autarquias e fundações, deverá ser instruído com os seguintes documentos:

I - formulário de informações sobre atividades exercidas em condições especiais;

II - Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho - LTCAT, observado o disposto no art. 9º, ou os documentos aceitos em substituição àquele, consoante o art.10;

III - parecer da perícia médica, em relação ao enquadramento por exposição a agentes nocivos, na forma do art.11.

(36)

RECONHECIMENTO DO DIREITO PREVIDENCIÁRIO

Aposentadoria especial de servidor público

-REQUISITOS E CRITÉRIOS PARA APOSENTADORIA ESPECIAL DE

SERVIDORES CUJAS ATIVIDADES SEJAM EXERCIDAS SOB

CONDIÇÕES ESPECIAIS QUE PREJUDIQUEM A SAÚDE OU A

INTEGRIDADE FÍSICA

SITUAÇÕES NÃO APLICÁVEIS AOS SERVIDORES CUJAS ATIVIDADES SEJAM EXERCIDAS SOB CONDIÇÕES ESPECIAIS QUE PREJUDIQUEM A SAÚDE OU A INTEGRIDADE FÍSICA

IN MPS/SPPS nº 03, de 23 de maio de 2014

"Art. 16-A. Salvo decisão judicial expressa em contrário, esta Instrução Normativa não será aplicada para:

I - conversão do tempo exercido pelo servidor sob condições especiais prejudiciais à saúde ou à integridade física em tempo de contribuição comum, inclusive para fins de contagem recíproca de tempo de contribuição;

(37)

João 3:16

Porque Deus amou o mundo de tal

maneira que deu o seu Filho unigênito,

para que todo aquele que nele crê não

pereça, mas tenha a vida eterna.

Obrigado!

Eduardo Benjoino Ferraz

Secretário de Controle Externo de Atos de Pessoal e RPPS

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