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– CADASTRO DE CONTRIBUINTES DO ICMS –
INFORMAÇÕES UTEIS DEINF
Atualização 04/2010
1) Regimes de pagamento estabelecidos pelo Sistema Tributário do Estado do Amazonas: I – Normal – NL (Art. 46, LCE 19/97 e Art. 40, 20.686/99);
II – Estimativa Fixa – EF (Art. 63, LCE 19/97 e Art. 42, Dec. 20.686/99). 2) Tratamentos tributários admitidos pelo Sistema Tributário do Estado do Amazonas:
I – De incentivo comercial para;
a) Estabelecimento importador de mercadorias estrangeiras adquiridas sem os
favores previstos no Decreto-Lei n° 288, de 1967, e legislação complementar (Art. 24, Lei
2.826/03) – Alíquota de 12% nas entradas e crédito fiscal presumido de 6% incidente sobre o valor da saída conforme Art. 25, II e Art. 28 do Dec. 23.994/03, respectivamente - Corredor de
Importação / IE nº 07.000;
b) Estabelecimento importador de mercadorias estrangeiras destinadas a comercialização (Art. 25, I da Lei nº 2.826/03). Alíquota reduzida para 7% conforme Art. 25, I da Lei 2.826/03 e Inciso I Art. 35, Dec. 23.994/03 – IE nº 04.100;
II – De incentivo industrial (Art. 13 da Lei nº 2.826/03): c) Bem Final (BF) / nº 06.200;
d) Bem Intermediário (BI) / IE nº 06.300;
e) Placa de Circuito Impresso (PCI) / IE nº 06.390. III – De política nacional ou interesse do Estado:
f) Optante do Simples Nacional – SN (LC 123/06) / IE nº 04.100;
g) Substituto Tributário – ST (Cláusula sétima doConvênio ICMS 81/93 e Art. 110, § 2º, Dec. 20.686/99) / IE nº 04.900;
h) Desenvolvedor de programa aplicativo fiscal / Cupom Fiscal – CF ( Art. 8º, Res. 0001/2006 – GSEFAZ) / IE nº 04.800;
IV – Destinado a pessoa física:
i) Produtor Rural Primário – PR ( Art. 27 da Lei 2.826/03) / IE nº 04.100. 3) Regime de pagamento X Tratamento tributário ou Atividade:
I – Normal / obrigatoriamente: a) Indústria Incentivada:
- Bem Final;
- Bem Intermediário;
- Placa de Circuito Impresso.
b) Substituto Tributário; c) Simples Nacional; d) Produtor Rural Primário;
e) Comércio atacadista e/ou varejista com faturamento exclusivo de mercadoria
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II – Normal ou Estimativa Fixa - a critério do fisco:
f) Estabelecimento importador de mercadorias estrangeiras adquiridas sem os
favores previstos no Decreto-Lei n° 288, de 1967, e legislação complementar - Corredor de
Importação;
g) Estabelecimento importador de mercadorias estrangeiras destinadas a comercialização (Credenciamento no Art. 25, I da Lei nº 2.826/03);
h) Comércio atacadista e/ou varejista com percentual de faturamento referente a
mercadorias isenta ou tributadas até o consumidor final;
i) Indústria não incentivada;
j) Desenvolvedor de programa aplicativo fiscal /Cupom Fiscal.
III - Estimativa Fixa:
i) Comércio varejista e atacadista de mercadorias ainda sujeitas a tributação,
desde que não optante do Simples Nacional.
4) Tratamento Tributário X Tipo de Inscrição:
I – Corredor de Importação - IE nº 07.000, Art. 30, 23.994/03;
II - Credenciado no Art. 12, Lei nº 2.390/96, Art. 15 da Resolução 009/2007
GSEFAZ e no Art. 25, I da Lei 2.826/2003. Alíquota reduzida para 7% conforme Inciso I Art. 35, Dec. 23.994/03 – IE nº 04.100;
III - Produtor Rural Primário – IE nº 04.100;
IV - Bem Final - IE nº 06.200 (Art. 1º, I, Resolução 00009/2004);
V - Bem Intermediário - IE nº 06.300 (Art. 1º, II, Resolução 00009/2004);
VI - Placa de Circuito Impresso - IE nº 06.390 (Art. 1º, III, Resolução 00009/2004); VII - Substituto Tributário – IE nº 04.900;
VIII - Optante do Simples Nacional – IE nº 04.100; IX – Cupom Fiscal – IE nº 04.800.
5) O cadastramento no CCA é competência exclusiva da GCAD/DEINF e se divide nas
seguintes fases:
I – Recepção de documentos obrigatórios:
a) Recusa: pela falta de documentação obrigatória ou inconsistências detectadas
de plano;
b) Aceitação: encaminhamento para o Analista de Cadastramento.
II – Análise da documentação pelo Analista de Cadastramento:
a) Recusa e devolução, ao solicitante, da documentação: Inconsistências
detectadas;
b) Aceitação da documentação: Encaminhamento da documentação a
Sub-gerencia de Protocolo – SPRO.
IV – Recebimento do processo pela GCAD; V – Análise do processo (solicitação) pela GCAD:
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b) Deferimento: Emissão e entrega do Cartão de Inscrição ou de Registro de deposito fechado.
VI- Arquivamento dos processos deferidos. 6) O deferimento em processo de cadastramento se dará:
I – Automaticamente: quando não for detectada em qualquer das fases de
cadastramento, inconsistência jurídica ou sistêmica em item ou documento de interesse da SEFAZ ou quando interesse institucional ou governamental assim justificar. Na segunda hipótese é possível flexibilizar alguns dos procedimentos ora disciplinados;
II – Após a informação positiva da GFIS/DEFIS: quando detectada em qualquer
fase do cadastramento inconsistências ou dúvidas em relação a existência ou localização do imóvel, de informações no cadastro IPTU ou quando apontado o conflito de endereço pelo sistema CCA. Nesse caso o processo devera ser encaminhado à GFIS, ficando a GCAD, condicionada a uma informação de caráter positivo para efetivação do cadastramento;
7) É admissível, apresentando nova documentação a GCAD/DEINF, superar inconsistências
ou informação negativa GFIS, desde que o processo se encontre no DEINF (Cadastro);
8) Algumas atividades (CNAE) embora exercidas por contribuinte do ICMS são de
cadastramento incompatível (atividade principal e secundária) num mesmo CNPJ, por estarem subordinadas a legislação específicas (tributária e/ou não tributária) ou por questões de controle de Autorização para Impressão de Documentos Fiscais - AIDF e segurança ou conveniência do Fisco (controle das operações, segregação das atividades e do endereço). Ex: Açougue x drogaria, transporte x comércio de mercadorias, distribuidora de derivado de petróleo x posto de gasolina, armazém geral e transporte de carga, etc. Nestes casos para o exercício da atividade o contribuinte deverá oferecer um CNPJ de filial para o cadastramento de uma das atividades (preferencialmente a secundária);
9) A atividade para ser cadastrada no CCA (CNAE - principal ou secundário) deverá conter
previsão na tela “Comprovante de Inscrição e de Situação Cadastral” - Portal RFB, na data da solicitação;
10)Inadmissível o cadastramento no CCA de CNAE-ISS ou de contribuinte do ISS, ainda que
para participar de processo de licitação estadual.
Obs. Prestador de serviços gráficos por encomenda, empresas do ramo de construção civil,
representante comercial que não deva faturar em seu nome, cantinas, hospitais, clínicas, lan house, não são contribuintes do ICMS;
11) Perderão o direito a fruição de incentivos estaduais a partir da data de sua adesão ao
Simples Nacional (Art. 24, da LC 123/2006):
I - A empresa comercial beneficiária da sistemática do Corredor de Importação,
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II - A empresa comercial que possui redução da alíquota interna do ICMS para 7%,
nos termos do Art. 25 da Lei 2.826/2003;
III - Indústria incentivada (Decreto Concessivo);
12) O cadastramento das Indústrias Incentivadas e o registro de depósito fechado receberá
tratamento diferenciado (menor exigência), em especial com relação ao endereço de cadastramento/instalação/registro;
13) O solicitante de cadastramento no CCA, quando já optante do SN será automaticamente
cadastrado, desde que não incidente em hipóteses de conflitos de endereço;
14) O novo cadastrado no CCA interessado em solicitar sua opção pelo SN, será enquadrado
inicialmente no regime de pagamento mais adequado a sua atividade ou ao tratamento tributário solicitado (EF ou NL);
15) O regime de pagamento inicial será sempre NL quando:
I – Não ferir interesses do Fisco ou orientação de política fiscal;
II – Destinado a contribuinte que exerça atividade comercial (no atacado ou varejo)
exclusiva ou expressivamente com mercadoria isenta ou consideradas já tributadas até o consumidor final: Drogarias, materiais de construção, comércio varejista de combustível, sorveterias, comércio de peças e acessórios de veículos automotores, pet shop’s, buffet’s com fornecimento de alimentação, distribuidora de bebidas, cosméticos, vidros, distribuidora de derivados de petróleo, concessionárias de veículos automotores, óticas, extração de pedras e areia, açougues, etc;
III - Indústria não incentivada localizada no interior do Estado.
16) O regime de pagamento inicial será sempre EF quando contemplar o cadastramento de
não optante do SN, nas seguintes atividades comerciais:
I – Sapatarias, lojas de vestuário, confecções e acessórios e presentes, artigos
esportivos, comércio de eletroportateis e eletrodomésticos, artigos de viagem, armarinhos e bijuterias, material de escritório, comércio de maquinas e equipamentos em geral, comércio varejista ou atacadista mercadorias em geral, produtos e variedades não especificados anteriormente, lojas de itens de informática, bares, padarias, restaurantes e seus similares (fornecimento de alimentos, casas de chá, lanchonetes);
II – Contribuinte que exerça atividade comercial (no atacado ou varejo) com
inexpressivo volume faturamento (saída) de mercadoria isenta ou consideradas já tributadas até o consumidor final
III - Indústria não incentivada localizada em Manaus.
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18) É possível estabelecer o regime de pagamento EF considerando CNAE-ICMS de
atividade secundaria. Exemplo; Atividade Principal – distribuidora de bebidas, Atividade Secundaria - sapataria;
19) O regime de pagamento (NL ou EF) estabelecido no serviço de cadastramento independe
de solicitação do requerente (Art. 41 e 42 do RICMS);
20) No Amazonas o valor mínimo da parcela de estimativa fixa será de R$ 60,00; 21) O valor, inicialmente cadastrado, da estimativa fixa será preferencialmente de;
I – R$ 60,00 para os contribuintes EF localizados no interior do Estado;
II – R$ 60,00 para contribuintes EF localizados na zona rural da cidade de Manaus
ou em sua periferia (bairros mais afastados);
III – R$ 100,00 para estabelecimentos localizados, na cidade de Manaus, em bairros
centrais ou de grande atividade empresarial (Centro, São Jorge, Cachoeirinha, Cidade Nova, etc);
IV – R$ 200,00 para estabelecimentos localizados em bairros nobres na cidade de
Manaus (Vieiralves, Adrianópolis, parte do São Geraldo, etc);
V – R$ 250,00 para estabelecimentos localizados em shopping centeres ou galerias
destinados a cliente classe A e B;
VI – R$ 250,00 para indústria não incentivada localizada na capital;
VII – Residual e a partir de R$ 200,00 quando se tratar de filial de estabelecimento
sujeito ao regime de pagamento EF.
22) A avaliação de outras informações ou dados podem ajudar na identificação do valor
inicial da parcela de EF (analise de CNAE, valor do aluguel, montante do capital social, valor do IPTU do imóvel, área alugada, participação dos sócios em outras empresas, endereço residencial dos sócios, etc), entretanto, deve-se levar em consideração que a GERA/DEARF pode, a qualquer momento, de oficio ou a requerimento do interessado alternar o regime de pagamento (NL para EF
ou EF para NL) ou atualizar o valor da EF, baseada em informações fornecidas por sistemas de
controle, pelo DEFIS, pelo contribuinte ou segundo orientação de política fiscal;
23) Ao contribuinte do ICMS, cadastrado no regime de pagamento EF e posteriormente
constatada a sua opção pelo Simples Nacional, caberá de oficio (obrigatoriamente) a mudança de regime de pagamento para NL, o cancelamento das parcelas da estimativa fixa em aberto (ainda que vencidas) e a retirada da obrigatoriedade da entrega da Declaração de Apuração Mensal do ICMS - DAM, com data de vigência retroativa a data de deferimento da opção informado na Consulta Optantes – Portal do Simples Nacional / RFB;
24) O optante do simples que for desenquadrado dessa sistemática retornará ao regime de
pagamento imediatamente anterior ao da sua opção, mantendo-se (no caso de EF) o mesmo valor das parcelas de estimativa fixa e restabelecendo a obrigatoriedade do envio da DAM, com vigência
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a partir da data do desenquadramento informado na Consulta Optantes – Portal do Simples Nacional / RFB;
25) Processos indeferidos e já arquivados pela GCAD/DEINF não serão desarquivados para