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Relatório de Estágio Supervisionado em Supervisão Escolar.

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UNI VERS IDADE FEDERAL DA PARAIBA CEKTHO DE FORMAglC DE PROFESSORES DEPARTAKEHTO DE SnjCAQAO

CAMTUS V

CURSO * PEDAGOGIA

ESTiiGIO SUPERVTSIOHADO EM SUPERVISAO ESCOLAR

PROPOSTA DE TRABALHO:

Projeto de Incentivo ao Desenvolvimento da L e i t u r a e S s c r i t a .

Elaboragao:

Maria Ledevania Torquato de Macedo R i t a Lima Jorge

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EHJCAR e l u t a r em defesa de uma p r a t i c a ducativa trans formadc-ra.

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ACrBABEC X3Q3HT C

A todos os amigos que encontramos na escola Municipal de 1? grau V i r g i l i o de Aguiar Gurgel, por j u s t i g a , deve ~ mos agradecer, com o nosso muito obrigado. Sem voces, o nosso trabalho nao t e r i a t i d o urn bom rendimento.

Aos nossos professores, que nos orientaram e estimu -laram durante o curso de pedagogia, agra.decemos de cora-gao; desejando-lhes sucesso na Jornada professional.

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sxM&aio I - Introdugao I I J u s t i f i c a t i v a I I I Objetivos IV Metodologia V Conclusao VT Referencias B i b l i o g r a f i c a s .

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01

imwrngKo

A alfabetizacao v i s a c r i a r situaeoes basicas para que o educando possa aprender e desenvolver habilidades que / Hies serao exigidas nas etapas subsequenteda sua formaeao.

(SOTJSA 70sp.9)

Iniciamos nosso estagio na Escola Municipal de 12 grau Y i r g i l i o de Aguiar Gurgel, atraves de questionamentos, con-versas informais com professores e alunos, e sentimos a ne*

cessidade de se trabalhar com l e i t u r a e e s c r i t a , v i s t o que os alunos sentem dificuldades em aeompanhar a 2e serie por f a l t a de uma maior preparacao das series anteriores.

Bntendemos que e de fundamental importancia a l e i t u r a para o desenvolvimento i n t e l e e t u a l e a compreesao da re a l i -dade s o c i o - c u l t u r a l do aluno uma vez que a aprendizagem e influenciada por suas experiencias de v i d a .

Nosso objetivo neste trabalho e amenizar essas d e f i -ciencias e ao mesmo tempo tentamos c o n t r i b u i r d i r e t o e i n d i ramente nas atividades desenvolvidas pela professora, a f i m de que haja urn melhor rendimento do processo ensino-aprendi zagem.

Diante de t a i s deficiencias trabalhamos com uma turma de 22 s e r i e , no t o t a l de 31 alunos. Procurando oferecer su-gestoes para estirnular o processo de l e i t u r a e e s c r i t a , mas diretamente ao estudo de formaeao das palavras com digrafos Paralelamente, faz-se consideracoes basicas sobre a nature-za e evolugao da e s c r i t a , objetivando melhorar o processo de ensino-aprendizagem, sobretudo nas series i n i c i a i s .

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02

JUST IPIC AT IYA

• "Ao t r a t a r do processo de alfa/betizagao propria -mente d i t o , vamos considera-los como ponto c e n t r a l do traba

Iho pedagogico que deve ocorrer ao longo das series i n i -c i a i s do 1^ grau.

0 processo de alfabetizacao implica descrever as carac t e r f s t i c a s do trabalho com a l e i t u r a e a e s c r i t a nas series i n i c i a i s de 12 gran, considerando-se, porem como ponto de partida a linguagem o r a l da crianga." (KICOLAU e MAUBO, 86, P.42)

Segundo LIBIA ( 8 7 ) : "A alfabetizagao v i s a c r i a r s i t u a -goes basicas para que o educando possa aprender e desenvolver habilidades que lh.es serao exigidas nas etapas subse -quentes de sua formagao.

if uma atividade pedagogic a inserida no processo ensino aprendizagem de lfnguas que tern como o b j e t i v o munir o cida-dao com mais um instrumento de comunicagao verbal a e s c r i t a

Para a l f a b e t i z a r , portanto e preciso acompanhar passo a passo o desenvolvimento das criangas como uma totalidade propiciando-lne experiencias cada vez mais r i c a s , correspon dentes aos estagios em que se encontram tendo sempre em vi£ t a o estagio seguinte." (p.63-67)

Sabemos que a l f a b e t i z a r uma crianga e uma t a r e f a com -plexa alem da l e i t u r a de e s c r i t a devemos i n s e r i r a express-sao do pensamento e sentimentos que tambpm e parte integran te do crescimento i n t e l e c t u a l da crianga.

Um importante preparo se faz necessario a todos que de forma d i r e t a ou indiretamente intervem no ensino-aprendiza-gem.

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Segundo Piaget o processo de aprendizagem a l e i t u r a e e s c r i t a se faz obviamente necessario conhecer e sequenciar os estagios do desenvolvimento: Sensorio-motor, Simbolico, I n t u i t i v o , Operatorio concreto e operatorio abtrato, a f i m de aeompanhar melhor as dificuldades apresentadas pelo a l u -no subsidiado-lhes em uma maior aprendizagem.

Concordamos com LIMA ( 8 ? ) : quando ele d i z que: (Educar pois e p e r m i t i r , p r o p i c i a r e i n s e n t i v a r todo este processo de relacoes entre o s u j e i t o e o meio). p.28.

Com base na realidade de vida pelos alunos da Sscola Municipal de 12 grau V i r g i l i o de Aguiar Gurgel, realizamos nosso trabalho desenvolvendo um projefo de aceleragao a l e i

tura e e s c r i t a . Nosso pro^eto f o i desenvolvido atraves de atividades com os alunos e a professora, sob o prisma de / tentar meInorar o ensino-aprendizagem, procurando estudar as reais necessidades do aluno com o i n t u i t o de amenizar as falhas que vem contribuindo para o fracasso dos alunos da serie em estudo, e assim propiciar melhores condieoesr para as series posteriores.

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03

0BJETIV0S

G-ERAL:

Subsidiar aos alunos da 29 serie elementos s i g n i f i c a t i vos no que conserne o processo ensino-aprendizagem e s p e c i f i

camente no dcmfnio da l e i t u r a e da e s c r i t a . ESPECfFICOS:

* Analizar o grau de dificuldades dos alunos para suge r i r atividades pedagogicas que visem s u p r i r estas d e f i c i e n

-cias;

* Captar o n i v e l de dificuldades dos alunos quanto ao processo de l e i t u r a e e s c r i t a .

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04

MET0D0L0GIA

A presente proposta de trabalho ao estagio supervisio-nado em Supervisao Sscolar tern como objetivo de estudo as dificuldades sentidas pelas professoras e alunos da 2s se -r i e do i s g-rau, -respectivamente, com o ensino e a ap-rendiza gem da l e i t u r a . Ainda que este objetivo se estenda as ou tras series do r e f e r i d o grau, nossa area de estudo se res -t r i n g e apenas a professora da 2e serie em v i r -t u d e da comple xidade do problema e da disponibilidade do pessoal e n v o l v i -do neste trabalho.

Para tanto optamos por uma metodologia que nos permita captar os reais n i v e i s de dificuldades existentes, por parie dos professores em ensinar, e dos alunos em aprender.

Iniciamos nosso estudo com uma revisao de L i t e r a t u r a Basica sobre o processo da l e i t u r a e da e s c r i t a .

A p a r t i r dai formulamos uma proposta pedagogica que / possa f a c i l i t a r o desenvolvimento global da crianga, i s t o e consideramos a aprendizagem da l e i t u r a sob o prisma do de -senvolvimento das estruturas mentais, tendo como base os pa rametros da t e o r i a piagetiana.

Com este proposito tentamos s i t u a r o estagio de desen-volvimento das estruturas mentais da crianga, bem como, sua situagao quanto a l e i t u r a . Sstes recursos se constituiram / como nosso ponto de p a r t i d a e, orientagao para a professora servindo de subsidios teoricos - metodologicos para o ensi-no da l e i t u r a e avaliagao do processo de desenvolvimento / das criangas.

De i n i c i o fizemos uma l i g e i r a apresentagao professora, alunos e estagiarias. Em seguida aplicamos um pequeno

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cuest i o n a r i o para a professora e os alunos, a f i m de conhecer -mos as dificuldades no ensino-aprendizagem.

Aplicamos um pre-teste para verificarmos as maiores de f i c i e n c i a s na l e i t u r a e na e s c r i t a . Apos a realizagao do / pre-teste verificamos que as maiores dificuldades desta t u r ma, estava relacionada a dxgrafos.

Visando aeompanhar o desenvolvimento destes alunos pe-rante a t a i s d i f i c u l d a d e s , aplicamos outras atividades que Ihes serviram de subsidios para melhorar o seu desempenho. Biante de outras atividades verificamos tambem o n i v e l de desenvolvimento mental de cada crianga, aplicando exerci cio de percepeao, descriminagao v i s u a l e mental e t c .

Poi elaborado um quadro das dificuldades dos alunos no aspecto cognitivo para se v e r i f i c a r o n i v e l de dificuldades no que se relaciona a l e i t u r a e e s c r i t a .

Elaboramos uma f i c h a i n d i v i d u a l dos alunos contendo o seu nxvel de desenvolvimento (area de conhecimento) e o ni-vel de desenvolvimento mental (estagio do desenvolvimento) visanao conhecer individualmente cada aluno e as etapas do desenvolvimento as quais se aproximam.

Apresentaremos a seguir o desenvolvimento da nossa pro posta de trabalho, ou seja as atividades pedagogicas sele -cionadas no decorrer do estagio, com sugestao a ser apresen tada a professora da r e f e r i d a serieQ

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ATIVIDAD2S

S ens o r i o-mot or• Objetivo G-eral:

* Aperfeigoar a eoordenagao motora, para que a crianga obtenha um bom dominio de movimentos e tragados de linhas ( r e t a s , curvas, perpendiculares), tendo tambem um bom domf -nio espacial respeitando l i m i t e s e f r o n t e i r a s .

1 - Desenhar forma3 no chao, caminhar e deslizar obje.tos na f r o n t e i r a das formas. (quadrado, c i r c u l o , retangulo etc) 2 - C o l o r i r , recortar e colar uma casa com uma arvore atras da casa.

3 Sncontrar as formas nos objetos e na propria sala. ( t e -t o , por-ta e-tc)

4 - Correr com os pes amarrados sobre l i n h a s .

5 Entrar e s a i r (dentro e f o r a ) de objetos: pneus, c a i -xas e t c .

6 - Jogo u t i l i z a n d o os riscos no chao de forma geometricas. Ex: ao s i n a l todas as criangas que estiverem nos quadrados devem t r o c a r de lugar e a crianga que e s t i v e r no centro da roda, tenta tomar o lugar de uma delas. 0 mesmo com as c r i -angas que estao nos c i r c u l o s e t c .

7 - r e c o r t a r qualquer objeto nas revistas desde que sejam / todos da mesma cor.

8 - r e c o r t a r em folahs de r e v i s t a s ou j o r n a i s varios quadra dos, c i r c u l o s e t c . Em grupo, pedir que as criangas colem, / montando um boneco.

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5IMB<3lIC0S

Objetivo Geral:

* Oferecer atividades que e x i j a um bom dominio da re -presentagao mental, onde o objeto evocado devera ser repre-sentado de forma que a crianga tenha superado o animisrao, a f a n t a s i a , tendo uma boa sequencia l o g i c a , u t i l i z a n d o os ele mentos basicos do desenho.

1 - Hecortar figuras de jornais fazer quebra-cabegas com d i ferente numero de pegas para serem montados, colocados num papel qualquer.

2 - 0 professor descreve um objeto com suas caracterfsticas as criangas devem dizer qual e o objeto.

3 - Linguagem de mudos, brincadeiras de mfrnica. I m i t a r pes-soas e animals.

4- - Dramatizar sobre a f a m i l i a , desenhando em seguida. (pai3

irmaos, avos, t i o s e t c )

5 - Desenhar a rua a onde mora localisando sua casa.

6 - Ligar os pontos, completando o desenho e em seguida a / crianga devera fazer um desenho i g u a l ao que f o i desenhado. 7 - Pedir a crianga que complete o desenho dado pela profe£ sora. Ex: um animal sem rabo.

uma mesa faltando uma pema e t c .

8 - Cenar para descrigao: usando cartazes, gravuras, desenh os e t c . Pedir as crianga que descrevam a cena e em seguida conte uma e s t o r i a .

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INTUIT IVAS

Objetivos:

* Desenvolver atraves de atividades uma boa percepgao, onde a crianga devera obter um bom dominio v i s u a l , perceben do devidamente cores, detalhes, semelhangas, diferengas, no gao exta de forma, posigao, localizagao, tamanho.

1 - Organizar uma f i l a pelo tamanho, da menor crianga ate a maior. P e r m i t i r que saiam da f i l a para ver a t o t a l i d a d e , qie se me gam, compare etc*

2 - Construir um desenho com as formas aparentes (Dar a c r i ANQA varias formas recortadas).

3 Dar as criangas uma serie de peixes desenhados de d i f e rentes tamanhos e pedir para colorirem os peixes, r e c o r t a -los e colar organizando uma f i l a pelo tamanho* Colar o maio r na f r e n t e da f i l a ,

4 - Jogos de localizagao e objetos, usando d i r e i t a e esquer da: colocar o l i v r o a d i r e i t a da caixa de I p i s , apanhar a

te3oura que esta a esquerda dos cadernos, l i v r o s , etc*

(po-dendo u t i l i z a r outros objetos)

5 - Seriar as cores usando l a p i s de cor* Dar duas formas de_ senhadas e pedir que p i n t e uma com a cor mais c l a r a e a ou-t r a com a cor mais escura.

6 Pedir que a crianga se coloque no espago: dentro da r o -da, f o r a da ro-da, embaixo da emsa, em cima da mesa, etc 7 - amarrar um objeto pesado com duas cordas e dois grupos puxam-no cada um para um lado. Para onde v a i se deslocar o objeto?

8 - Cada crianga desenha o contomo de um colega com g i z , / deitado no chao. Desenhar os orgaos de cada regiao do cor-po.

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OPERAT<5RIAS

Cbgetivo:

Ajudar no processo de estruturacao de pensamento onde a crianga devera u t i i i z a r a linguagem o r a l e e s c r i t a , traba lhando suas i d e i a s , seguindo uma sequencia l o g i c a , apresen -tando seu proprio ponto de v i s t a .

1- 2screver no quadro um grupo de palavras em duas colunas e pedir aos alunos que liguem as palavras i g u a i s .

2- Pega para que fagain frases colocando a palavra dada em u ma determinada posigao na frase.(no i n i c i o , no meio e no f i n ) .

3- Pedir que separem a turma fazendo determinado numero de conjunto, quando quizerem ver que fizeram quatro por exemplo o professor pede que reduza para dois o numero de conjuntos e assim alternadamente.

4- Escolher pares de f i g u r a s ou objetos, fazendo associagoes e explicando qual a associagao que fizeram.Ex.uma camisa e uma calsa, um fogao e uma panela.

5- Procurer gravuras em jornais e r e v i s t a s , r e c o r t a r . Em gru po, c l a s s i f i c a a l o s , segundo c r i t e r i o estabelicido. Ex, tudo que tern v i d a , tudo que serve para comer.

6- o professor da palavras recortadas ou escritas no quadro para as criangas formarem pequenas frases em que aparega o masculino ou feminino de animals ou pessoas.Sempre p

ergon-t a r : qual o masculino e o feminino?

7- Fazer um ditado pedindo para que as criangas escrevam pa-lavras cuja quantidade sera determinada pelo professor, em seguida pedir para que fagam o aumantativo e o diminutivo / das palavras dadas.

8- Interpretagao de gravuras: responder oralmente as pergun-tas sobre o f a t o representado, em seguida formar frases.

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05

C0NC1USA0

n A l e i t u r a do mundo precede a l e i t u r a da palavra." (

PREIKS, 86)

Com a generaliaagao e estabilizagao do p r o j e t o de ace-leragao a l e i t u r a e e s c r i t a da 22 serie do 2 15 grau, na Es cola Municipal V i r g i n o de Aguiar Gurgel, tern sido objeto / de estudo, merecendo consideragoes teoricas e p r a t i c a s , na t e n t a t i v a de suscitar medidas necessarias nas causas mais / frequentes que tern afetado o problema educacional.

Em v i s t a a existencia do problema r e l a t i v e ao processo de alfabetisacao; segundo Heloiza Luck ( 8 6 ) , o atendimento i n d i v i d u a l ao educando, que vem caraceterisando a orienta -cao educacional, fundamenta-se no pressuposto de que os edu candos tern necessidades especiais e que os professores nao estao preparados para atender-los. (p.27)

Besenvolvendo nosso trabalho em cima das maiores d e f i -ciencias quanto ao navel de escolaridade que e a l e i t u r a e e s c r i t a , propocionamos atividades e experiencias, capaze3 / de subsidiar, a professora, com elementos basicos, sobre as deficiencias apresentadas pela turma, visando melliorar o / seu desempenho.

Procurando compreeder, e ao mesmo tempo, melhorar o n i v e l de l e i t u r a destas criangas tentamos, desenvolver um es-tudo, onde tiverssemos oportunidade de detectar, e explicar as causas dessas d e f i c i e n c i a s .

Para LIMA (86) toda crianga possui seu proprio esquema de assimilagao que v a i se evoluindo de acordo com o seu es-tagio de desenvolvimento. Este esquema se i n i c i a com o sen-sorio-motor e simbolico e se estende ate o peratorio c oner £ t o .

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Analizan&o a situagao destes alunos, observamos que / quanto maior a idade cronologica, maior e a sua d e f i c i e n _ c i a e l e i t o r a .

Dos 31 aldlnos com idade entre 08 ( o i t o ) e 16 (dezeseis ) anos, os de 12 (doze) a 16 (dezeseis) anos apresentam / mais dificuldades em l e r e escrever. Sentimos assim, que o estagio operatorio concreto destas criangas, nao esta desen v o l v i d o , em v i r t u d e das lacunas deixadas pelos estagios an-t e r i o r es : (sensorio-moan-tor, simbolico) bem como pelas series anteriores a(alfabetizagao e 1 2 s e r i e )

Segundo LHMLS (87): "os erros cometifios f a l h a de p r i -meira ordem onde as criangas nao dominam as capacidades pr£ vias da alfabetizagao, fazendo uma l e i t u r a lenta e com sol£ tragao das palavras, na e s c r i t a a d e f i c i e n c i a e apresentada pela troca de ordens das l e t r a s .

Nas falhas de segunda ordem de t e r c e i r a ordem as c r i a n gas nao conseguem d i s t i n g u i r as particularidades das l e t r a s e a incorporagao da correspondencia entre sons e l e t r a s . /

tran3crevendo as palavras de maneira n a t u r a l , troca entre /

l e t r a s correspondentes e na p r o p r i a transcrigao fonetica da f a l a " (p.41)

Assim, demos um texto como pre-teste para captar os / erros que os alunos da 22 serie cometem na l e i t u r a e na es-c r i t a . Atraves da Analise dos resultados, es-constatamos que / grande maioria dos alunos apresentam erros na l e i t u r a que / segundo a classificagao acima exposta se enquadra em folhas de 1 2 e 2 2 ordens. Desse modo podemos dizer que estes a l u -nos ainda nao completaram sua alfabetizagao, apesar de esta rem cursando a 22 s e r i e .

Embora concordando com a importancia de se trabalhar / nas escolas essas questoes teoricas formuladas acima, nao podemos de deixar de ver a situagao-economico das criangas dos professores e da escola.

Encontramos na escola situagoes delicadas e chocantes onde os professores se sentem revoltados, angustiados pelas

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castragoes que Hies sao impost as como: s a l a r i o mal remunera-do, inesistencia de m a t e r i a l d i d a t i c o , despreparo professio-n a l , prejudicaprofessio-ndo de forma geral o seu r e a l desempeziho, que s e r i a preparar o aluno para o seu proprio meio.

Sncontramos professores mal preparados que vao a escola so pelo misero s a l a r i o , nao assumindo nemhuma responsabilida de com a educacao.

Temos criangas subnutridas, r a q u i t i c a s , ma alimentadas, f i l h o s de pais separados, cheios de problemas, os pais nao ajudam na educagao dos f i l h o s , os l i v r o s didaticos que f a -lam sempre de coisas bonitas, pregando coisas que nao tern nada a ver com a realidade dos alunos, condusindo os mesmos para uma f a n t a s i a .

Desta forma, vemos que a causa p r i m o r d i a l para o f r a -casso escolar e o descaso, o descompromisso das autoridades dirigentes da educagao, que nao se preocupam em proporcio nar uma escola voltada para os interesses das camadas popu l a r e s , mas, sim, uma escola que beneficia somente a uma mi -noria que e a classe mais favorecida.

0 fracasso escolar nao pode recaf somente no aluno, mas em todos os entraves que a escola apresenta.

Em sintese conclui-se que a solugao do problema esta / na3 autoridades dessa escola, se elas se voltassem para a realidade da massa popular, procurando atender as necessidaet

des i n d i v i d u a l s de cada um, sem discriminagoes e sem castra-goes, respeitando e valorizando a sua propria c u l t u r a .

if necessario que a escola, o sistema educacional e os p r o f i s s i o n a i s da educagao se conscientizem de que estao l i dando com seres humanos historicamente situados e que p r e -cisa v a l o r i s a - l o enquanto pessoa, eliminando os seus proces-sos burocratizantes, voltando-se para a necessidade do povo.

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Contudo nosso trabalho £oi v a l i d o e proveitoso a p a r t i * do momento em que tivemos oportunidade de a p l i a r nossos co-hhecimento, conscientizando-nos da, capacidade de desempe • nhar qualguer atividade pedagogiea dentro do processo edu -c i o n a l .

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06 BIBLIOGRAfflA

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FICKA DE LEITURA

OLRA: Pre-escola e Alfabetizagao: Uma proposta baseada em P. Freire e J. Piaget.

AUTOR: LIMA, Adriana F l a v i a 3antos de O l i v e i r a . EDITORA: Vozes - 2* edigao - 1987.

CGKENTJ&ICS

0 l i v r o Pre-escola e Alfabetizagao e um traballio basea-do em Paulo Freire e G-ean Piaget.

A autora Adriana F l a v i a , paresenta varias atividades pa r a serem trabalhadas nas series i n i c i a i s , espeeialmente na / alfabe tiza'$ao•

Este l i v r o f o i 0 resultado de doze anos de trabalho pe-dagogicos com criangas entre zero e doze anos de idade, em / diferentes classes sociais e situagoes de v i d a .

A mesma nos mostra um vinculo concreto entre 03 eoncei-tos teoricos e p r a t i c a .

Seu objetivo e p e r m i t i r o acesso aos professores alfab£ tizadores, a t e o r i a de Jean Piaget de maneira bem 3imples e p r a t i c a s , sem contudo perder a precisao conceptual.

Sao varios os assuntos apresentados no l i v r o t a i s como: Os dez p r i n c i p i o s de uma educagao l i b e r t a d o r a .

1 - Uma crianga precisa f a l a r .

Em qualquer trabalho de educagao, juntos a qualouer c l a sse s o c i a l e importante p r i o r i z a r a manifestagao, a expres -sao ou s e j a , deixar que o educando PALE, que coloaue suas / ideias que seja capaz de descrever e analizar sua realidade. Falar nao e apenas uma questao c u l t u r a l e p o l i t i c a , mas em se tratando de criangas, uma necessidade do crescimento / psicologico.

2 - Uma crianga precisa a g i r .

A aprendizagem se r e a l i z a atraves da relagao do s u j e i t o com o meio. Pois se ha uma transformagao, o s u j e i t o se

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depa-ra com resistencias que obrigam a um esforgo de adaptagao ( transforma-se para poder s a t i s f a z e r sua necessidade).

3 - Para a crianga, nao ha erro no desempenho de uma t a r e f a . Nao podemos p o i s , a d m i t i r que e x i s t a CERTO e ERRADO, /

uma vez que sabemos que existem diferentes n i v e i s de respos-tas a uma t a r e f a , depedendo dos niVeis mentais a tingindo pe las criangas,

4 - Uma crianga precisa tomar consciencia de sua agao e do / mundo que os cerca.

A crianga deve perceber o mundo que a cerca, sua casa, seus objetos, sua escola, seus amigos, os alimentos e t c . 5 - A crianga esta construindo um mundo novo.

A crianga nao v a i va>ver no mundo em que nos vivemos e / portanto, tern o d i r e i t o de c o n s t r u i r u mundo em que v a i v i -ver.

6 - Uma crianga aprender melhor bricando.

A crianga aprende melhor bricando e todos os conteudos podem ser ensinados atraves de brincadeiras e jogos em a t i -vidades predominantemente l u d i c o s .

7 - Uma crianga repete expontaneamente por uma necessidade psicologica.

£ necessario compreeder que todos os conteudos e p r i n c i palmente a matematica, sao adquiridos mediante a E X P E R I S N C I A

calcada em uma determinada e s t r u t u r a c o g n i t i v a .

Quando a crianga aprende o conteudo, o proximo objetivo ao inves da repetigao, e a GEHERALIZAQJO, ou seja a aplicag5> dessa aprendizagem ha diferentes situagoes.

8 - Uma crianga precisa ser l i v r e : Diretividade e Expotanei£ mo.

Didaticamente, a crianga, pode aprender quase todos os jogos com regras ( f u t e b o l , dama, domino e t c ) .

l5 nesse periodo em que a crianga passa de uma visao ma-gica das regras e l e i s para a liberdade propriamente d i t a . 9 Uma crianga procura espotaneiamente a novidade • ( s i t u a -gao-problema)

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a crianga busca incansavelmente descobrir o mundo atraves da observagao e da expirimentagao.

10 - Uma crianga precisa de habiente seguro e a f e t i v o para / de s envolve r-s e•

A escola deveria t r a n s f orma-se numa a l t e r n a t i v a de equi l i b r i o c o g n i t i v o e a f e t i v o para as criangas que ela recbe. / Beveria s i g n i f i c a r um lugar seguro onde a crianea podesse de 3 envolver-s e naturalment e.

A APBSHDIZ AG-EM da l e i t u r a sob o prisma do processo de desen-volvimento da crianga.

Podemos dizar que todas as atividades da crianga sao " l e i t u r a da experiencia", ou s e j a , quando elaleva um objeto a boca, quando agarra, puxa e encaixa objetos, quando i m i t a / sons etc, ela esta lendo um mundo que a cerca. Ler, portanto e a substituigao de um codigo AULITIVO/OBAL por um codigo V I 3UAL/ESGHIT0. A idade e 3 c o l h i d a para i n i c i o da escolaridade

e da aprendizagem dos costumes e normas sociais e de sete/oi to anos. Oaso uma crianga nao se a l f a b e t i z e aos s e t e / o i t o / anos ela esta alfabetizada aos cinco/seis anos. Podemos, por t a n t o , a l f a b e t i z a r uma crianga antes, durante ou depois dos sete anos.

Para a l f a b e t i z a r , portanto, e preciso acompanhar, passo a passo, o desenvolvimento das criangas como uma t o t a l i d a d e propiciando-lhes experienciaa cada vez mais r i c a s .

A matematica, e de grande importancia no periodo de a l fabetizagao, pois sem ela a propria estrutura da i n t e l i g e n

-cia e consequentemente a i n f r a - e s t r u t u r a para a aprendizagem de qualquer conteudo.

A matematica de que estamos falando nao e a enfadonha e impossitiva aula das "quatro operagoes", ou calculos, pois / estas consistem na etapa f i n a l do conjunto que propoinos como ensino da matematica.

Apos a l e i t u r a d e 3 t e c a p i t u l o , podemos dizer que ALPABE TIZAQlO e:

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ensino-aprendizagem de linguas, que tern como objetivo munir o cida-dao com mais um instrumento de comunicagao v e r b a l , A ESCRITA A mesma, v i 3 a c r i a r situagoes basicas para que o educando /

possa aprender e desenvolver habilidades que Ihes serao e x i -gidas nas etapas subsequentes da sua formagao. A p a r t i r dai os individuos se anstrumentalizam para comprBeder e recons -t r u i r a sua REALIDADE.

Na verdade sao tantas as coisas necessarias para uma / crianga aprender a LER E ESCREVER que nao e possivel t r a t a r a alfabetizagao como se fosse um simples conteudo a ser e n s i

nado.

Algumas fungoes importantes para que a crianga possa / aprender a l e r e escrever.

Discriminagao v i s u a l , orientagao especial dos simbolos, sentido de diregao e localizagao, articulagao motora, organi zagao-orientagao e sequencia temporal, combinagao entre o / tempo e o espaga, coordenagao viso-motora etc.

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PICHA DE LEITURA

CORA: Guia t e o r i c o do Alfabetizador. AUTOR: LEMLE, M i r i a n

EDITORA: A t i c a - 1937.

COMSKTitRIO

0 l i v r o guia t e o r i c o do alfa.be tizador nos mostra alguns conhecimentos basicos sobre nossa l i n g u a . Sao esclarecimen -tos de concei-tos referentes aos sons e as l e t r a s da lingua / e s c r i t a , as maneiras diferentes de pronunciar as palavras.

f! uma obra especialmente para o professor alfa,betizador A f i n a l a alfabetizacao e o primeiro momento em que precisam® f a l a r de l i n g u a , de suas unidades, de seus mecanismos, de sua repres entagao•

0 alfabetizador e um p r o f i s s i o n a l do ensino de linguas e como t a l , alem do dominio das tecnicas pedagogica3, deve / possuir solidos conhecimentos l i n g u i s t i c o s , tanto da lingua enquanto meio de comunicagao, quanto sobre a lingua, enquanto objeto de analise.

Ha, dois metodos para conduzir o trabalho da a l f a b e t i z a gao: metodo s i n t e t i c o e metodo a n a l i t i c o .

Metodo S i n t e t i c o : Parte do elemento para o todo, i s t o e, da l e t r a para a s i l a b a , da s i l a b a para a palavra.

Metodo A n a l i t i c o : Parte do todo para, as partes.

Ler e r e a g i r e i n t e r p r e t a r um pensamento. 0 almno que ED junta as l e t r a s nao sabe l e r . A l e i t u r a deve t e r compreesao e s i g i n i f i c a d o .

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FICEA BE LEITURA

03RA: Linguagem e Escola AUTOR: SOARES, Magda. EDITORA: A t i c a - 1986.

COMSNTifelO

0 l i v r o Linguagem e Escola pro cur a a r t i c u l a r e i n t e g r a r teorias o r i g i n a r i a s da s o c i o l o g i a , da sociologia da lingua -gem e da s o c i o l i n g u i s t i c a , a respeito das relagoew entre so-ciedade escola e linguagem, e tenta apontar a importante con t r i b u i g a o que essa articulacao e integragao podem trazer pa-r a a comppa-reesao do capa-ratepa-r p o l i t i c o - i d e o l o g i c o do usso e do

ensino da lingua na escola, e para a fundamentagao de uma pa t i c a de ensino competete na educagao das camadas populares.

Sabe-se que no B r a s i l a escola publica nao e como se p/ pretende que ela seja uma doagao do estado para o povo. Nao ha escola para todos e a escola que exists e antes contra o

povo que para o povo.

Sao muitas as crianga que nao conseguem uma vaga has e£ colas e as que conseguem entrar logo desistem, ou encontram muitas barreiras onde passam dois, tres anos em uma unica se

r i e . Mas de quern e a culpa? do professor! dos Pais! da Pro -p r i a crianga! do sistema?

Segundo Magda Scares sao muitos os problemas na educa -gao. Ela nos mostra algo sobre o fracasso escolar.

A fungao da escola, segundo a ideologia .do dom, s e r i a / pois a de adaptar, a j u s t a r os alunos a sociedade seguindo / suas aptidoes e c a r a c t e r i s t i c a s i n d i v i d u a l s . Para a adeolo-gia nao e a escola que se v o l t a contra o povo, e este que se v o l t a contra a escola, por incapacidade de responder

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adequadantente as, oportunidades que Ihes serao oferecidas. As no -goes de deficiencias c u l t u r a l , carencia c u l t u r a l , privagao / c u l t u r a l sao i n a c e i t a v e i s : nao ha culturas superiores e infe_ r i o r e s , mas complexas e menos complexas, r i c a s e pobres; Ha culturas diferentes.

Hi necessario conhecer que ha uma diversidade de cultu ras diferentes uma das outras, mas todas igualmente e s t r u t u -radas coerentes, complexas.

£ a i que podemos dizaer que o fracasso se da nao por d£ f i c i e n c i a s i n t e l e c t u a i s ou c u l t u r a i s , mas pela diferenca de culturas.

A linguagem e o p r i n c i p a l produto da c u l t u r a , e o p r i n -c i p a l instrumento para a sua trans forraagao.

A linguagem e a aprendizagem estao intimamente r e l a c i o -nadas e sao interdependentes.

0 desenvolvimento da linguagem condiciona nao so o de -senvolvimento do individuo como tambem sua integragao s o c i a l j a que linguagem e no seu mais amplo sentido, qualcuer meio de comunicagao.

"if por meio da linguagem que as criangas podem a d q u i r i r por sx mesmas, a heranga da c u l t u r a e prepara-se para a coo-peragao i n t e l e c t u a l e socmal envolvida no v i v e r democratico'J

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FICHA DE LEITURA

OBRA: Alfabetizando com Sucesso

AUTOR: NICOLAU, Marieta Lucia Machado e MAUEO, Maria Adelia F.

EDITORA: Spu - 1936.

COMSKTjfelO

0 l i v r o aifabetizando coin sucesso nos traz informacoes sobre o processo de alfabetizagao.

Segundo as autoras a alfabetizagao e um processo c o n t i nuo, a a fixagao de l i m i t e s para que e l a ocorra pode levar a escola a nao atender os que caminham mais rapidamente e, con sequent erne nte, i n d u z i r a um rebaixamento das expectativas de rendlnentos do alunado, comprometendo a qualidade de sua f o r magao. 0 tempo de aprendizagem deve ser determinado pela c r i

anga e nao pela escola.

A crianga e um ser a t i v o que constroi o seu proprio co-nhecimento na interagao com o ambiente. Tanto o potencial / herdado quanto a qualidade de experiencias da crianee tern md to a ver com suas condigoes para responder ao processo de a l fabetizagao, pois as criangas chegam a escola em condigoes / diferentes de experiencias.

A alfabetizagao propriamente d i t a implica descrever as c a r a c t e r i s t i c a s do trabalho com l e i t u r a e a e s c r i t a nas se-r i e s i n i c i a i s de l i gse-rau, considese-rando-se, pose-rem, como pon*o de p a r t i d a a linguagem o r a l da crianga.

A comunicagao e s c r i t a tambem tern sido objeto de estudos Muitas criangas nao aprendem a l e r , apenas sabem d i s t i n g u i r palavras e s c r i t a s . 0 trabalho mental de receber e elabo r a r a mensagem e s c r i t a , realiza-se com l e n t i d a o , ou nao se /

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r e a l i z a , e o l e i t o r , logicauente, nao u s u f r u i do que l e . I s -t o faz par-te da alfabe-tizagao defei-tuosa.

Tendo presente que l e r e captar, aprender o sentido da linguagem e s c r i t a , toma-se evidente que a a dois movimentos a fazer: D i s t i n g u i r a palavra e s c r i t a e eompreeder a sua s i g nificagao.

No i n i c i o da alfabetizagao, a crianga t e r a d i f i c u l d a d e em r e u n i r os dois movimentos mais se o processo f o r correto e a mestra atenta ao f a t o , o aluno i r a gradadfcivamente assimi lando o mecanismo.

Ler, portanto, e receber e elaborar mentalmente mensa -gens transmitidas por sinais e s c r i t o s .

0 proposito das autoras e enriquecer o processo com o / que de novo e bom s u r g i r nos ultimos anos, evidente, c o r r i -g i r e aperfei-goar.NO l i v r o , elas colocam al-gumas tecnicas de ensino, onde o alfabetizador podera modificar o seu. trabalho

Sao muitas as instrugoes que poderao serem u t e i s aos a l fabetizadores experientbes ou tambem i n i c i a n t e s .

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ESTE LIVTIO MAO PODE SAin L/'-i ClI/^OxECA

Referências

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