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Slide tema 01 - Introducao a eletricidade

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Academic year: 2021

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(1)

ELETRICIDADE

BÁSICA

Introdução a Eletricidade

(2)

INTRODUÇÃO – ENERGIA E MATÉRIA

Frequentemente usamos a palavra ENERGIA. Às

vezes, ouvimos dizer que determinado alimento é

rico em energia, que recebemos energia do sol ou

então, que o custo da energia elétrica aumentou.

Fala-se também em energia térmica, química,

nuclear... A energia está presente em quase todas

as atividades do homem moderno.

Por isso, para o profissional da área

eletroeletrônica, é primordial conhecer os

segredos da energia elétrica.

Estudaremos algumas formas de energia que se

(3)

MATÉRIA

Matéria é tudo aquilo que nos cerca e que ocupa um

lugar no espaço. Ela se apresenta em porções

limitadas que recebem o nome de corpos. Estes

podem ser simples ou compostos:

Corpos simples: são aqueles formados por um único

átomo. São também chamados de elementos. O ouro,

o cobre, o hidrogênio são exemplos de elementos.

Corpos compostos: são aqueles formados por uma

combinação de dois ou mais elementos. São exemplos

de corpos compostos o cloreto de sódio (ou sal de

cozinha) que é formado pela combinação de cloro e

sódio, e a água, formada pela combinação de oxigênio

e hidrogênio.

(4)

MATÉRIA

Mas existem coisas que fazem parte de

nossa vida diária que existem mas NÃO

ocupam lugar no espaço não sendo,

portanto, matéria...

CALOR!!!!!!

ELETRICIDADE!!

(5)

MATÉRIA

A matéria e os corpos compõem-se de

moléculas e átomos.

Molécula é a menor partícula em que se

pode dividir uma substância de modo que

ela mantenha as mesmas características

da substância que a originou.

O átomo é a menor partícula em que se

pode dividir um elemento e que, ainda

assim, conserva as propriedades físicas e

químicas desse elemento.

(6)

MATÉRIA

Existem na natureza mais de cem tipos

diferentes de átomos. Toda matéria

existente é formada por um tipo desses

átomos, no caso das substâncias simples

ou por uma combinação de dois ou mais

deles, no caso das substâncias compostas.

Como podemos conhecer todos os tipos de

(7)
(8)

ELEMENTOS DO ÁTOMO

O átomo é constituído de uma região central, o

núcleo. Os elétrons e ficam girando ao redor do

núcleo. A região ocupada pelos elétrons e

conhecida por eletrosfera. O núcleo é formado

por prótons e nêutrons e nele está concentrada

quase toda massa do átomo, pois os prótons e os

nêutrons possuem mais massa que o elétron.

(9)

CARGA ELÉTRICA DO

ÁTOMO

Na natureza o átomo é na maioria das vezes, neutro,

isto é, o número de cargas positivas - prótons - é

igual ao número de cargas negativas - elétrons. Isto

quer dizer, por exemplo, que se um átomo possuir

cinco prótons, ele deverá ter também cinco elétrons.

(10)
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ÍONS

No seu estado natural, o átomo possui o número de

prótons igual ao número de elétrons. Nessa condição,

dizemos que o átomo está em equilíbrio ou

eletricamente neutro.

O átomo está em desequilíbrio quando tem o número

de elétrons maior ou menor que o número de

prótons. Esse desequilíbrio é causado sempre por

forças externas que podem ser magnéticas, térmicas

ou químicas.

O átomo em desequilíbrio é chamado de íon. O íon

pode ser negativo ou positivo:

Os íons negativos são os ânions

Os íons positivos são os cátions.

(12)
(13)

OBSERVAÇÃO...

O mesmo efeito poderia ser conseguido retirando-se

ou incluindo-se prótons nesse átomo. Mas por que

apenas os elétrons se movimentam??

Embora possível, teríamos problemas. O núcleo de

um átomo é algo que vem “montado de fábrica”. Para

alterarmos o número de prótons precisaríamos,

inicialmente, de muita energia, pois o núcleo é

fortemente

unido.

Ao

alterarmos

o

núcleo

alteraremos também a estrutura dele, podendo

causar até mesmo sua destruição.

(14)

ÍONS

Uma vez cessada a causa externa que originou o íon,

a tendência natural do átomo é atingir o equilíbrio

elétrico. Para atingir esse equilíbrio, ele cede elétrons

que estão em excesso ou recupera os elétrons em

falta.

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ELÉTRONS LIVRES

 Os elétrons, no átomo, são distribuídos em camadas. Cada uma suporta

um determinado número de elétrons. Diferentes tipos de átomos possuem diferentes números de elétrons. A camada externa é a mais importante (camada de valência). É ela que determina se um material, constituído por um determinado tipo de átomo, conduz energia elétrica ou não (condutor ou isolante).

 Os metais em geral são constituídos de poucos elétrons nessa última

camada. As forças que os prendem ao núcleo são pequenas e eles podem se libertar facilmente, transformando-se em elétrons livres.

 Diversos fatores podem também libertá-los como, por exemplo,

variações de temperatura e impactos mecânicos (como já explicado).

 Nos metais, o número desses elétrons livres é grande e são chamados de

nuvem eletrônica. Percebe-se que se fosse possível controlar o movimento desta nuvem em uma só direção, teríamos um movimento ordenado de cargas elétricas. Existindo uma força que faça com que esses elétrons livres se deslocassem numa só direção, teríamos uma corrente elétrica.

 Esta movimentação dos elétrons faz uma lâmpada acender, faria

(16)

ELÉTRONS LIVRES

O termo carga pode se referir à carga de um elétron

individual ou a carga associada a um grupo de

elétrons, ou seja, a carga líquida de um corpo é

proporcional a carga de um único elétron (Q = n . e).

Onde:

e = carga elétrica de um elétron

Q = carga elétrica de um um grupo de elétrons (A

univade no SI é o Coulomb)

O coulomb é definido como a carga de 6,24 x 10

18

elétrons, assim:

 1C --- 6,24 x 1018 elétrons x =

 x --- 1 elétron

 

Portanto, a carga elétrica de um elétron é 1,6 x 10–19 C.

(17)

EXEMPLO

1 - Um corpo neutro tem 1,7 μC de carga negativa

removida. Posteriormente 18,7 x 1011 elétrons são

adicionados. Qual é a carga final do corpo?

Inicialmente o corpo estava neutro, portanto Q = 0 C. Quando 1,7 μC

de elétrons são removidos, o corpo fica com uma carga positiva de 1,7 μC. Agora, 18,7 x 1011 elétrons são adicionados. Isto equivale a:

18,7 x 1011 elétrons x 

 

Portanto, A carga final do corpo é Qf = 1,7 μC – 0,3 μC = +1,4 μC

(18)

LEI DE COULOMB

A força entre cargas foi estudada pelo cientista

francês Charles Coulomb (1736-1806). Coulomb

determinou, experimentalmente, que a força entre

duas cargas Q1 e Q2 é diretamente proporcional ao

produto

de

suas

cargas

e

inversamente

proporcional ao quadrado da distância entre elas.

Matematicamente, a Lei de Coulomb é dada por:

Onde:

Q1 e Q2 – cargas em Coulombs

d – distância de centro a centro de cada carga em metros

k – constante eletrostática do meio em que estão imersas as cargas.

Seu valor é de 9.109 (N .m2/C2) para o vácuo (aproximadamente o

mesmo para o ar).

� =� . �

1 .

� 2

2

(

)

(

������)

(19)
(20)

EXEMPLO

2 - Calcule a força de repulsão entre as cargas

positivas de 2 μC e 5 μC, quando a distância entre

elas é de:

a. d = 1 m

b. d = 2 m

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TENSÃO ELÉTRICA

 Quando elétrons são transferidos de um corpo neutro para outro,

como por exemplo, via atrito, resulta uma diferença de potencial entre eles, devido à presença do campo elétrico. A tensão que aparece quando você atrita lã com vidro ocorre por causa do campo elétrico presente entre as cargas positivas e negativas.

(22)

SOBRE A CORRENTE ELÉTRICA

Em uma bateria conectada como na figura anterior, os elétrons são atraídos

pelo polo positivo da bateria e repelidos pelo polo negativo, se movendo no circuito e passando através do fio da lâmpada e da

bateria. Este movimento de carga é chamado de corrente elétrica. A corrente é a taxa de fluxo (ou de movimento) de carga.

(23)

SOBRE A CORRENTE ELÉTRICA

Desde que carga é medida em coulombs, sua taxa de fluxo é coulombs por segundo. No sistema SI, um coulomb por segundo é definido como um ampère (A). Assim, um Ampère é a corrente em um circuito quando um coulomb de carga passa em um dado ponto em um segundo (Ver fig.anterior).

(24)

FLUXO DE CORRENTE CONVENCIONAL E

REAL

Em uma bateria conectada como na figura anterior, os elétrons são atraídos

pelo polo positivo da bateria e repelidos pelo polo negativo, se movendo no circuito e passando através do fio da lâmpada e da

bateria. Este movimento de carga é chamado de corrente elétrica. A corrente é a taxa de fluxo (ou de movimento) de carga.

(25)
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POTÊNCIA ELÉTRICA

Potência, de forma geral é um termo familiar a todos. Sabemos, por exemplo, que lâmpadas e equipamentos eletrônicos são classificados em watts e que motores são classificados em watts, em HP (unidade de potência – Horse Power, sendo que 1 HP equivale a 746 W) ou CV (unidade de potência – Cavalo Vapor, sendo que 1 CV equivale a 736 W).

Como se pode ver, potência está relacionada com energia, que é a capacidade de realizar trabalho. Formalmente, potência é definida

(27)

POTÊNCIA ELÉTRICA

• A unidade de potência no SI é o Watt.

• Da equação de potência, nós vemos que P

também tem a unidade de Joules por

segundo. Se substituirmos W = 1 J e t = 1s,

obtemos P =1 J/1 s = 1 W.

• Portanto, um Watt é igual a um Joule por

segundo.

(28)

EXEMPLO

1) Se um fluxo de corrente passando por um

condutor converte 40 J de energia elétrica

em calor durante 20s, qual é o valor da

potência dissipada em calor?

2) A potência dissipada em calor por um

equipamento é de 5 W durante 1min.

Encontre a energia dissipada.

(29)
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1ª Lei de

OHM

(31)

E a última

listra??

Qual o

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 O processo de fabricação em massa de resistores não garante para

estes componentes um valor exato de resistência, assim, pode haver variação dos valores de resistência dentro do valor especificado de tolerância. Por exemplo, um resistor de 100 Ω, com uma tolerância de 5%, significa que o valor desta resistência pode variar de 95 Ω a 105 Ω.

 É importante observar que quanto menor a tolerância, mais caro o

resistor, pois o processo de fabricação deve ser mais refinado para reduzir a variação em torno do valor nominal da resistência.

(33)
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RESISTORES NÃO-LINEARES

O termo não linear é reservado para aqueles casos

em que a variação da resistência com a corrente é

grande, porque os resistores normalmente variam um

pouco com a temperatura.

Uma grandeza útil em análise de

circuitos é a inversa da resistência R, conhecida como condutância, com símbolo G e unidade Siemens (S):

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CIRCUITO ABERTO E CURTO-CIRCUITO

2ª LEI DE OHM

A resistência de um material depende de vários fatores: • Tipo de Material

• Comprimento do condutor

• Área de secção transversal do condutor • Temperatura

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2ª LEI DE OHM

A resistividade é uma propriedade física de um material e é medida em (Ω.m) no SI.

Considerando que a maioria dos condutores é circular, é possível

determinar a área da seção transversal a partir do raio (r) ou do diâmetro da

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(40)

TIPOS DE RESISTORES

Resistores Fixos

- São resistores que têm valores de resistência essencialmente constantes.

• Resistências de carbono de baixo custo (quando a variação da resistência devido à temperatura não é um fator importante)

• Resistores de fio enrolado (usados onde se necessita dissipar alta quantidade de calor).

Outros tipos de resistores são: • Filme de carbono

• Filme de metal, metal óxido • Fio enrolado

• Resistores em CI • Resistores de filme

(exigidos em aplicações em que precisão é um fator

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TIPOS DE RESISTORES

Resistores Variáveis

- Os resistores variáveis são usados para ajustar o volume de som de equipamentos, controlar o nível da iluminação de residências, ajustar o aquecimento de fornos, etc.

Potenciômetros são usados para ajustar a tensão provida a um

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TIPOS DE RESISTORES

Reostatos são usados para ajustar a quantidade de corrente em um

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DIAGRAMAS DE CIRCUITOS

Circuitos elétricos são construídos usando componentes tais como: baterias, chaves, resistores, capacitores, indutores, transistores,

transformadores, fios para interconexão, etc. Para representar estes circuitos no papel, são usados diagramas.

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DIAGRAMA ILUSTRADO

DIAGRAMA DE

ESQUEMÁTICO

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POTÊNCIA DISSIPADA, FORNECIDA E

ENERGIA ELÉTRICA

A potência pode ser fornecida (suprida) ou dissipada (consumida) conforme definido pela polaridade da tensão e o sentido da corrente. Para todos os elementos do circuito CC, a potência é suprida pelo elemento se a corrente tiver o sentido mostrado em a) e a potência é dissipada se, no elemento, a corrente tiver o sentido mostrado em b).

POTÊNCIA DISSIPADA - Quando a corrente elétrica flui através de uma resistência, a energia elétrica é convertida em aquecimento ou outra forma de energia, tal como a luz. Um exemplo comum disto é o bulbo de uma lâmpada que se aquece. A corrente que passa através do filamento produz luz, mas também produz um indesejado aquecimento porque o filamento tem uma determinada resistência.

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POTÊNCIA DISSIPADA

A potência dissipada

também pode ser dada em função da condutância.

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POTÊNCIA FORNECIDA

Uma fonte de potência é um dispositivo que fornece (supre) potência para uma carga. Uma carga é qualquer dispositivo elétrico ou circuito que é conectado na saída da fonte de potência e absorve corrente da fonte.

O produto V . I é a quantidade de

potência fornecida pela fonte e

consumida pela carga (ou dissipada pelo

resistor). Esta é a mesma equação deduzida anteriormente para a potência dissipada

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ENERGIA ELÉTRICA

Inicialmente definimos potência como a taxa de realização de trabalho ou a taxa de transferência de energia, em termos de energia a

equação se torna:

• A energia elétrica mais comum é a utilizada em residências para fornecer luz e abastecer aparelhos elétricos.

• Por exemplo, quando uma lâmpada de 100 W permanece acesa por uma hora, a energia consumida é W = P . t = 100 W . 1 h = 100 Wh. Já quando se usa um aquecedor de 1500 W por 12 horas, a energia consumida é W = 1 500 W . 12 h = 18 000 Wh ou 18 kWh. • A unidade de kWh é a mais utilizada nas contas de energia.

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MEDIDORES DE ENERGIA ELÉTRICA

Na prática, a energia é medida por medidores de watt-hora, muitos deles são dispositivos eletromecânicos que possuem um pequeno motor elétrico cuja velocidade é proporcional à potência da carga. Este motor tem um conjunto de engrenagens rotativas que dependem da velocidade de rotação, ou seja, da potência consumida e do tempo em que esta potência flui. Estas engrenagens rotativas têm mostradores acoplados que indicam a energia utilizada. Atualmente estes medidores estão sendo substituídos por medidores eletrônicos com display de leitura digital.

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