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Estágio Supervisionado de Supervisão Escolar.

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Academic year: 2021

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UFPB

UNI V C n d l U H U C r c U L I t H L U H I H I I H I U H

CENTRO DE FORMACAO DE PROFESSORES

C A M P U S V - C A J A Z E I R A S - P B .

DEPARTAMENTO DE E D U C A ( A 0 E LETRAS

Pedagoqia

" Quern sabe, ensina quern nao sabe," 6 preciso que quern sabe saiba tobretudo que "ninguem sabe tudo e que ninguem ignora tudo."

(Paulo Fre/re)

RELATflRIj} DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS

MO ENSINO DE

jfc

E GRAUS

HABILITACiO

LOCAL DO ESTAGIO:

I

ANO:

V T / f

PLRfODO:

JgZ"

(2)

J

D E D I C A T ( 5 R I A

M E U S Q U E R I D O S P A I S

Dedico todo o meu esforgo de t r a b a l h o , e toda a minha co-ragem e f e de e n f r e n t a r esta "batalha, que para mim e de 1

e s s e n c i a l i m p o r t a n c i a , em ' p r i m e i r o l u g a r aos meus p a i s que foram os meus estimulos e sustentaculos constante em cada degrau desta v i t o r i a .

"Se urn d i a j a homem

f e i t o e r e a l i z a d o ,

sen-t i r e s que a sen-t e r r a cede a sen-teus pes,

que tuas obras desmoronam, que nao ha n i n -guem a t u a v o l t a para t e estender a mao, esquece a tua maturidade, passa pela t u a mocidade, v o l t a a tua i n f a n c i a e "balhucia, e n t r e lagrimas e esperangas, as u l t i m a s palavras que sempre t e r e s t a r a o na alma "Diinha Mae, meu Pai"«

RUI BARBOSA.

(3)

A DEUS, pelo dom da v i d a , pelos t a l e n t o s que Deus me deu, por mens olhos que veem, meus l a b i o s que falam, meus

ouvidos que escutam, meus pes que andam, meus bracos e maos que trabalham, por meu cerebro que pensa e r e f l e t e , meu cora-cao que p u l s a , ama e sente... obrigafta senhor.

Aos meus queridos PAIS, que tern me acompanhado 1

desde os meus p r i m e i r o s passos a t e h o j e . Com o mais profundo sentimento de g r a t i d a o e r e s p e i t o .

Aos meus COLEGAS, chegou a hora do adeus, nao e_s quecendo os mais afetuosos momentos que passamos j u n t a s . Que cada uma de nos sigamos o camihho destinado p e l a vocagao. Me us s i n c e r o s agradecimentos por tudo.

A minna o r i e n t a d o r a Maria E l i z a b e t h Gualberto Du a r t e , pelo e s t i m u l o e horas de compreensao.

A UNIVERSIDADE, enquanto v i v a lembrada sera. Sou g r a t a , boa amiga.

Aos i n t e g r a n t e s do Grupo Escolar Benevenuto Bflari ano, aqueles que me deram t o t a l apoio, estima e consideragao, r e s p e i t o , cooperagao e p a r t i c i p a g a o das minnas a t i v i d a d e s de-senvolvida no meu e s t a g i o supervisionado, e p r i n c i p a l m e n t e a q u r i d a d i r e t o r a Maria Joaquina V i e i r a , pela f o r g a que me deu ate o f i m do meu e s t a g i o .

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Melhore o mundo com seu t r a b a l h o C r i e a l g o de novo

S o l t e suas i d e i a s

Desenvolva seus t a l e n t o s P a r t i c i p e ativamente da v i d a Deixe marcas de bondade

L i v r e - s e urgentemente da a p a t i a

T i r e de sua mente o pessimismo e a i n d i f e r e n g a ITao se deixe veneer pelas d i f i c u l d a d e s

Elas sempre e x i s t i r a o Levante a cabega

Coragem Va em f r e n t e

Sempre sobram algumas pedras para a reconstrugao Nao entregue os pontos f a c i l m e n t e

ITada p i or que o desanimo e a f a l t a de coragem A v i t o r i a pertence aos que l u t a m com tenacidade Quanto maiores forem as d i f i c u l d a d e s

Tanto maior sera seu v a l o r 0 segredo do e x i t o c o n s i s t e

Em a c r e d i t a r nas p r o p r i a s f o r g a s

Em t e r certeza que obtera sucesso pleno Se f a l t a r convicgao

De nada adiantam os diplomas e esquemas A c r e d i t e mais em voce mesmo

Na sua capacidade e n a q u i l o que v a i f a z e r Antes a amargura de uma d e r r o t a

Do que a vergonna de nunca t e r l u t a d o . (Padre Juca)

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DEDICAT(5RIA AGRADE CIMENT OS MEN3AGEM SUMARIQ Pags. 01 IDEM? IP I QkQ AO 01 02 INTRODUgAO 02 03 DESENVOLVIMENTO 03 a 05 04 CONCLUSlO 06 a 07 05 SUGE3T0ES 08 06 ANEX03 09 6.1 - A t i v i d a d e s r e l a c i o n a d a s ao baixo i n d i c e de aprendizagem em l e i t u r a . 10 a 14 6.2 - Mensagem sobre Educagao ( evento do d i a

D ) . 15

6.3 - Reuniao Pe&agogica. 16 a 18

6.4 - Reuniao de Pais e Bdestres. 19 a 22 6.5 - Cartazes para a e s c o l a , s a l a de diregao

e f i c h a s de i d e n t i f i c a g a o . 23 a 25 6.6 - A t i v i d a d e s r e l a c i o n a d a s ao D i a da C r i a a ga. 26 a 27 6.7 - Jincana C u l t u r a l ( t e x t o ) . 28 6.8 A t i v i d a d e s r e l a c i o n a d a s ao D i a do Pro -f e s s o r e Proclamagao da Republica. 29 a 31 6.9 - Mural Escolar. 32 07 BIBLIOGRAPIA. 33 08 REGI3TR0 DAS ATIVIDADES; 34 a 39

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I D E N T I P I C A £ l O

UNI7EESIDADE FEDERAL DA PARAIBA

CENTRO DE FORMAgAO DE PROFESSORES DEPARTAMENT0 DE EDUCAglO E LETRAS CAMPUS V - OAJAZEIRAS - PARAIBA CURSO - PEDAGOGIA

PERtODO - V I I

HABILITAglO - SUPERVISlO ESCOLAR

PROFESSORA ORIENTADORA: MARIA ELIZABETH G. DUARTE UNIDADE DE ESTAGIO : GRUPO ESCOLAR BENEVENUTO MARIANO ADMINISTRADORA ESCOLAR: MARIA JOAQUINA VIEIRA

COORDENADORA DO CURSOJ MARIA JOSEFA BIANCHI

SUPERVISORA ESTAGlARIA; MARIA DA CONSOLAglO SILVA SANTIAGO PERtODO DO ESTAGIO: SETEMBRO A DEZEMBRO DE 1 9 8 5 .

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I N T R O D U £ A O

Este t r a b a l h o e o r e s u l t a d o do e s f o r c o de cada mo-ment o.

E p r e c i s o e n c o n t r a r dentro de nos a f o r c a e a vontade para contornarmos os o b s t a c u l o s da v i d a , p a r a que pos samos a t i n g i r os nossos o b j e t i v o s , e para a t i n g i r este o b j e -t i v o e que eu es-tou cumprindo a u l -t i m a -t a r e f a do meu -tao g l o r i o s o curso u n i v e r s i t a r i o •

Dentro das minhas p o s s i b i l i d a d e s e conhecimentos,• e l a b o r e i este documento com a f i n a l i d a d e de r e l a t a r os r e s u l tados o b t i d o s no E s t a g i o Supervisionado de Supervisao Esco -l a r e m o s t r a r a r e a -l i d a d e educaciona-l do G-rupo E s c o -l a r Bene-venuto Mariano de Uirauna - Pb.

Necessario f a z r e s s a l t a r , que se processou na mais a b s o l u t a harmonia, somando uma carga h o r a r i a de 280 horas na e s c o l a e 60 horas na U n i v e r s i d a d e .

Diante de tudo que e s t a r e l a c i o n a d o a este t r a b a -l h o , v a -l e s a -l i e n t a r que o mesmo f o i desenvo-lvido v o -l t a d o pa-r a upa-rn n i v e l c o n s c i e n t i z a d o pa-r e humanizadopa-r, onde elevando a * p r a t i c a do educador, c o l a b o r e i para o bom desempenho escolar, no s e n t i d o de c r i a r , r e f l e t i r , e n s i n a r e aprender, e com i s

-so provocar no educando urn proces-so p r o p r i o de desenvoivimen t o .

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Dei i n i c i o as ininhas a t i v i d a d e s de e s t a g i o no d i a ' 09 de setembro de 1985, apresentei-me como e s t a g i a r i a atuan-t e em Supervisao E s c o l a r , expus os meus o b j e atuan-t i v o s e d e i x e i * c l a r o quais seriam minhas r e a l i z a g o e s ; d e s e n v o l v i a t i v i d a d e s r e l a c i o n a d a s ao baixo i n d i c e de aprendizagem em l e i t u r a nas* 2& s e r i e s . Para isso f o i necessario a u t i l i z a g a o de varios • t i p o s de i n s t r u m e n t o s e procedimentos, que viessem s u p r i r em p a r t e o t a l problema apresentado.

Em seguida e s c l a r e c i t o d a a minha metodologia de 1

t r a b a l h o aos p r o f e s s o r e s com os quais eu i r i a t r a b a l h a r , e • assim comecamos a a t u a r , unidas e com u n i c o o b j e t i v o .

Confeccionamos j u n t a s m a t c r i a i s para a f a c i l i t a g a o do seu desempenho, t a i s como: Domino de P a l a v r a s , Loto de Pa l a v r a s , "0 que eu mais g o s t o " , Cartazes, selecionamos e i n -troduzimos algumas musicas e aplicamos t e c n i c a s como: "Quern* mais sabe l e r " , com d i v i s a o de p a r t i d o s A e B ( v i d e anexo I ) P a r t i n d o para algo mais p r a t i c o , f i z a demonstra gao em salas de a u l a e l e v e i ao conhecimento g l o b a l do pro -f e s s o r , a maneira como a p l i c a r os m a t e r i a l s d i d a t i c o s .

Programamos debates para o evento do " d i a D" (Deba t e sobre a Educagao). Realizamos debate na e s c o l a com t o d o s ' os p r o f e s s o r e s , s u p e r v i s o r a , f u n c i o n a r i o s e alunos, e na "

I g r e j a J.M.J, sobre o comando dos s u p e r v i s o r e s , p r o f e s s o r e s ' e a u t o r i d a d e s para todas as escolas e o povo em g e r a l . F o i * urn tema bastante d e b a t i d o , o q u a l nos deixou uma nova v i s a o * sobre os problemas que afetam a nossa educagao.(vide a n e x o l ^

"A educagao deve s e r essencialmente uma discussao, uma r e f l e x a o e uma preparagao para a v i d a " .

Pensando assim, realizamos uma reuniao pedagogica* com a equipe da e s c o l a , f i z uma a p l i c a g a o , i s t o e, uma l e i t u

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r a o r a l de um t e x t o sobre "Educagao e Realidade", enfopando a r e a l i d a d e nas e s c o l a s , procurando com isdo c o l a b o r a r aspec

asp< t o de mudanga, despertando-os para um senso c r i t i c o . ( v i d e 1

anexo I I I ) , ^s£ii^

Observei em s a l a s de a u l a a metodologia de cada pro f e s s o r , comportamento dos alunos, e cheguei a conclusao que 1

_ os p r o f e s s o r e s sao h a b i l i t o s o s e de boa iormagao, quanto aos1

alunos, na m a i o r i a nao sabem l e r e escrever. '

"A educagao nao tern epoca marcada para o t e r m i n o . E um processo que i n i c i a no momento da concepgao. Essa educagao permanente e uma missao fundamentalmente dos p a i s " .

Tendo como o b j e t i v o , s e n s i b i l i z a r os p a i s da neces-sidade de sua p a r t i c i p a g a o e envolvimento em todo processo * educacional de seu f i l h o , p l a n e j e i e r e a l i z e i uma reuniao de' p a i s e mestres, a p l i q u e i um t e x t o sobre "Missao Educadora da* P a m i l i a " . ( v i d e anexo I V ) .

Recebemos na e s c o l a as alunas e s t a g i a r i a s do Cole -g i o P r o f e s s o r Afonso P e r e i r a , as quais permaneceram na e s c o l a por 30 ( t r i n t a ) d i a s , mantive c o n t a t o com as mesmas, p r o c u r a -mos t r a b a l h a r unidas para a t i n g i r m o s o b j e t i v o s c o n c r e t o s .

Confeccionamos cartazes para a s a l a de d i r e g a o , pa-r a a e s c o l a e opa-rganizamos f i c h a s de i d e n t i f i c a g a o . ( v i d e anexo v ) .

Juntas, eu, p r o f e s s o r e s e e s t a g i a r i a s confecciona -mos lembrancinhas e cartazes para o "dia da crianga', ensaia-mos

apresentagoes com os alunos e organizamos a f e s t i n h a ; f o i mui t o d i v e r t i d a , houve a cooperagao de todas, d i s t r i b u i m o s meren da e lembrangas, b e l i s s i m a s apresentagoes foram f e i t a s , a f i -n a l todos p a r t i c i p a r a m da melhor ma-neira p o s s i v e l . ( v i d e a-nexo V I ) .

Realizamos uma Jincana C u l t u r a l com os alunos da 2& s e r i e , sobre o problema de l e i t u r a o r a l , i s t o e, fizemos a 1

d i s p u t a da turma que mais s a b i a l e r . ( v i d e anexo V I I ) .

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05

Heife

U.F.P.B

nao f o i p o s s i v e l r e a l i z a r m o s uma f e s t i n h a , e sibr3apgi^g^; f l g i i

-mas mensagens e homenagens, ( v i d e anexo V I I I ) .

P o i r e a l i z a d a uma f e s t i n h a de despedida l i a ^ ^ a i k g i a -r i a s do CP.A.P. com ap-resentagoes, c a n t i c o s , saudagoes e despedidas, b r i n c a d e i r a s d i v e r t i d a s e enfim lanches e d e s t r i b u i -gao de lembrangas.

F i z treinamento com os alunos em s a l a de a u l a sobre' l e i t u r a o r a l e e s c r i t a e debates com os p r o f e s s o r e s para e s c l a recimento do n i v e l de aprendizagem dos alunos.

Proferimos p a l e s t r a para o "Dia da Proclamagao da Re p u b l i c a " . ( v i d e anexo I X ) .

C o n t r i b u i com os p r o f e s s o r e s no s e n t i d o de s u b s t i t u i l o s em s a l a de a u l a , e a j u d e i a s u p e r v i s o r a na s e c r e t a r i a .

Durante o periodo de e s t a g i o , houve encontros na Uni versidade com as o r i e n t a d o r a s do e s t a g i o , as quais davam o r i e n tagoes e t i r a v a m algumas duvidas, estes encontros somam o t o -t a l de 60 horas.

Mediante as necessidades s u r g i d a s e o b j e t i v a n d o uma ' maior organizagao para eventos educacionais, a v i s o s , n o t i c i a s e novidades, o r g a n i z e i a montagem de um Mural E s c o l a r , o q u a l •

i r e i d e i x a - l o na e s c o l a como obra prima, para que todos que p e r tencem a e s c o l a , possam f a z e r uso do mesmo nas suas necessida -des e p r e c i s o e s . ( v i d e anexo X ) .

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G O N C L U S l O

l e d i a n t e conhecimentos e e x p e r i e n c i a s v i v e n c i a d a s • no Grupo E s c o l a r Benevenuto Mariano, durante um periodo de tern po c o n c l u i o meu e s t a g i o .

S e n t i que os impulsos que r e c e b i juntaram as minhas aspiragoes, apesar de que se t i v e s s e havido uma p a r c e l a maior' de colaboragao por p a r t e da o r i e n t a d o r a , o t r a b a l h o t e r i a mais enfase,. proporcionando confianga e seguranga. Porem d i a n t e do' que f o i r e a l i z a d o e consequentemente observado, tenho a d i z e r * que esse t r a b a l h o f o i realmente promissor. F o i uma e x p e r i e n c i a de i n i g u a l a v e l s i g n i f i c a g a o , tudo dentro de um c l i m a de coope-ragao e l i b e r d a d e , a f i n a l f o i uma constante no ambiente de t r a b a l h o .

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Concluindo este r e l a t o r i o , necessario se x a z c i t a r os aspectos p o s i t i v o s e n e g a t i v o s , v i v e n c i a d o s durante o e s -t a g i o s u p e r v i s i o n a d o .

PONTOS POSITIVOS

• I n c e n t i v o da p r o f e s s o r a o r i e n t a d o r a ;

• Colaboragao t o t a l p o r p a r t e dos elementos da e s c o l a ; • Elevagao dos meus conhecimentos educacionais.

POHTOS NEGATIVOS

. Pouca preparagao na d i s c i p l i n a P r i n c i p i o s e Metodos de Su -p e r v i s a o E s c o l a r , nos -periodos 4e e 5q;

• Pouca f r e q u e n c i a do P r o f e s s o r O r i e n t a d o r no campo de e s t a -g i o .

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Uma vez apresentado os aspectos n e g a t i v o s , torna-se necessario p r o p o r a l t e r n a t i v a s de solucao, v i s u a l i z a n d o a 1

r e a l i z a g a o dos proximos e s t a g i o s .

Em teriaos de sugestoes s e r i a i n t e r e s s a n t e que:

• Houvesse um comprometimento por p a r t e do p r o f e s s o r o r i e n t a dor, no s e n t i d o de maior f r e q u e n c i a no campo de e s t a g i o . . A d i s c i p l i n a P r i n c i p i o s e Metodos de Supervisao E s c o l a r *

proporcione ao aluno, uma fundamentagao t e o r i c a r e l a t i v a a p r a t i c a do Supervisor Educacional, consequentemente Educa-dor.

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(15)

D 0 I O 0 _ D E P A L A V R A S

SANMA CASA CANECA

o IS DADO o PACAO VHHVP GALO O

(16)

cj, p«(i.v.. L O T D E P A L A V R A S / ESCOLA f rscA TIJOLO SAO£ LAS

J

1

C | / A S C A H J C A S

los

T U M R O E S

OBJETIVOS; Reconhecer palavras Ler palavras

(17)

OBJETIVOIIdentificar o que o aluno mais gosta, atraves de dezenhos.

(18)

M tf S I C A S 2£ EASE gO IS G-RAU: AS iteVOHES BALAITQAM As arvores balancam BalanQam, balangam As arvores balangam Balangam como a b r i s a Os passarinhos voam Sim voam, sim voam Os passarinho3 voam Sim voam como a b r i s a

A l i n d a f l o r se i n c l i n a Se i n c l i n a , se i n c l i n a A l i n d a f l o r se i n c l i n a

Se i n c l i n a como a b r i s a .

BARATA DO VOVC

Eu v i uma b a r a t a na careca do vovo Assim que e l a me v i u bateu

asas e voou

Seu Joaquim quim quim das pernas t o r t a s t a t a Dangou a v a l s a sa sa Com a marieota t a t a Subiu o morro Escorreguei Cai sentado Me l e v a n t e i .

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SAPO CURUHU

Sapo c u r u r u na b e i r a do r i o Quando o sapo canta oh maninha t, porque tern f r i o

A mulher do sapo Deve esta l a dentro

Pazendo rendinha da maninha Pra seu casamento.

ANIMAIS

TTos somos c r i a n c i n h a s vamos cantar

A voz dos animals Vamos i m i t a r

0 cachorro quando l a t e Paz au, au, au

0 gato quando mia Paz miau, miau, miau 0 c a r n e i r i n h o e v a l e n t e Paz me, me, me

0 papagaio d i z : Me da o pe

0 galo que e o dono Do seu t e r r e i r o

Paz a alvorada e e madrugueiro 0 b u r r o que r e l i n c h a

Paz r i m , r i m , r i m

Serve de montaria daqui p r a l i Dona vaca e f a c e i r a , i n t e l i g e n t e

Pornece a nos c r i a n g a s , o l e i t e quente De todos os animais, nao vamos f a l a r Porque somos c r i a n g a s , vamos cansar Mas salve os animais de nossa nagao

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DEBATE HACIONAL SOBRE EDUCACAO PERSUNTAS E S U G E S T O E S :

1~ ? a z e ^ com que s e j a r e t i r a d o do ensino a t u a l , as sunt os que nao se

liguem a v i d a p r a t i c a .

R- Goncordo em p a r t e com a sugestao. Vejamos: 12 s e r i a t i r a r de cit\ culagao a l e i 5692/71 que r e g u l a o ensino p r o f i s s i o n a l i z a n t e no B r a s i l quando na r e a l i d a d e o governo nao oferece condicoes de ' t r a b a l h o , quando o mercado de t r a b a l h o e s t a basto por f a i t a de' uma reforma na e s t r u t u r a economica do p a i s , Vendo a sugestao * por o u t r o angulo: S e r i a no meu entender uma regressap c u l t u r a l ' se fosse r e t i r a d o das e s c o l a s , o estudo das a n t i g a s c i v i l i z a c o e a I s t o porque o mundo como urn t o d o , tern que ser estudado em p a r a -l e -l o - o a n t i g o e o moderno, urn tern que e s t a r i n t e r -l i g a d o ao ou t r o . Agora se o assunto da v i d a p r a t i c a f o r mudar os c a l c u l o s • humanos p e l a moderna co&putagao e l e t r o n i c a , d i s c o r d o tambem. 3~ Por que f o i separado o_ i y i i n i s t e r i o da Educacao do M i n i s t e r i o da*

Gultura?

R V i s t o do lado p o l i t i c o , o entao p r e s i d e n t e sentindose p r e s s i o nado pelas l i d e r a n g a s p a r t i d a r i a s por nomeagoes em todos os e s -c a p e s , onde s o l i -c i t a v a m mais empregos, f o i entao que desmem brou o M i n i s t e r i o da Educagao e G u l t u r a . V i s t o pelo prisma de • desenvolvimento c u l t u r a l , f o i em v i r t u d e desse m i n i s t e r i o s e r 1

muitffi abrangente e a p a r t e r e l a c i o n a d a com c u l t u r a nao ser mui-t o d i v u l g a d a , enmui-tao acharam por bem c a s mui-t r a r esse m i n i s mui-t e r i o . 3- Dentro do spaco psiquico-pedagogico £ de_ conteudo programatico

2. Q-ue se a p r o v e i t a e_ a p r o v e i t o u da Reforma de Ensino dentro da*

L e i 5692/71 ?

R- Em muitos a r t i g o s a reforma. so a l i e n o u , so m a r g i n a l i z o u , mas • tambem a r e f o r m a no que conserne aos cursos p r o f i s s i o n a l i z a n t e s ajudou o estudante. Agora se levarmos em conta o conjunto c u l t u r a l - s o c i a l - m o r a l e c i v i c o , so deformou, i s t o porque a juventude e s t u d a n t i l de &o;je j a nao tern mais i d e i a , nogao e p r a t i c a do • que s e j a p a i s , no s e n t i d o pat r i o t i c o , ja. nao v a l o r i z a a moral e os bons costumes, i s s o por que o p r o f e s s o r e apenas t r a n s m i s s o r e nao educador. Dai, gerou o esvaziamento em todos os s e n t i d o s , nao so o e d u c a c i o n a l .

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PAUTA DA REUNIAO PEDAGOGIC A

LOCAL: Grupo Escolar Benevenuto Mariano DATA:17 de Outubro de 1985

H0RA:15:00 horas

OBJETIVOS:

• D i s c u t i r j u n t o s aos professores o n i v e l de aprendizagem dos i lunos e aspectos da educacao;

• A n a l i s a r e r e f l e t i r a i m p o r t a n c i a da r e a l i d a d e da v e r d a d e i r a educacao;

• Tentar-mos j u n t o s uma mudanga para melhor.

ATIVIDADES:

o Conversa i n f o r m a l sobre os o b j e t i v o s da r e u n i a o ;

• L e i t u r a o r a l de urn t e x t o sobre: "Educagao e Realidade"; • Discussao do t e x t o ; e Opiniao i n d i v i d u a l de cada p a r t i c i p a n t e ; • Avaliagao o r a l da reuniao. ELEMENTOS PARTICIPATES: • Supervisora • Professores • E s t a g i a r i a . BIBLIOGRAPIA: • Mundo Jovem

Porto Alegre - Ano 18 - N2 132 - Novembro/80.

RESPONSAVEL:

(22)

E D U C A C A O E R E A L I D A D E

A educagao deve ser essencialmente uma discussao, uma r e f l e x a o e uma preparacao para a v i d a . E essa v i d a esta 1

sempre i n s e r i d a na r e a l i d a d e concreta, em que as pessoas v i -vem; discutem essa r e a l i d a d e ; detectam o que esta c o r r e t o , o 1

que p r e j u d i c a as pessoas, e fornecem p i s t a s de solugao para os problemas e x i s t e n t e s . Uma escola que nao d i s c u t e os problemas r e a i s que os alunos e as pessoas vivem, nao e uma escola v e r

-dadeira. Estara fundamentada numa "alienagao", i s t o e, uma ' r e a l i d a d e a l h e i a , o u t r a s , que nao as presentes, e como conse-quencia so podera formar pessoas a l i e n a d a s .

Alguns exemplos c l a r o s dessa educagao a l i e n a d a 1

podem ser os seguintes:

a) Professores a l h e i o s a r e a l i d a d e em que trabalham: I n f e l i z

-mente, a m a i o r i a dos professores que trabalham no i n t e r i o r 1

t i v e r a m uma educacao "urbana". Sem se aperceberem, muitas ve-zes esses p r o f e s s o r e s estimulam nos alunos v a l o r e s da cidade, em l u g a r do campo. Quando vao f a l a r com os alunos, seus exem-p l o s , suas exem-p a l a v r a s , seu conteudo, r e f l e t e m aexem-penas coisas que existem na cidade. Alem d i s s o , oprofessor sempre e urn i d e a l 1

que o aluno procura s e g u i r . E se o p r o f e s s o r que e bom, i n t e -l i g e n t e , educado v e i o da cidade, entao, a cidade e o -l u g a r ' das coisas boas: essa e a mensagem i n c o n s c i e n t e e i n d i r e t a ' que os alunos estao recebendo.

b) Conteudos a l h e i o s a r e a l i d a d e que os alunos vivem: Esse 1

t a l v e z s e j a o problema mais s e r i o . Ao se examinarem as c a r t i -lhas de a l f a b e t i z a g a o , percebe-se que as mesmas c a r t i l h a s empregadas na cidade, sao as que sao emempregadas para a zona r u -r a l . Os exemplos, as f i g u -r a s , e t c . sao p -r i n c i p a l m e n t e da c i &

dade. As coisas boas da cidade sao elogiadas: as casas, os 1

cinemas, os arranha-ceus, as f a b r i c a s , e t c . Os alunos vao, 1

entao, i n t r o j e t a n d o essa mensagem s i l e n c i o s a e cheia de i d e o -l o g i a . 0 que acontece? Logo que o a-luno, v a i querer abandonar o campo e se mandar para a cidade.

(23)

c) Discussao C r i t i c a ; Nao e x i s t e uma discussao c r i t i c a sobre

os problemas e x i s t e n t e s t a n t o no campo como na cidade, e de suas causas. Esses problemas sao a t e e v i t a d o s . Tudo aparece, nos t e x t o s e s c o l a r e s , como se o mundo fosse urn p a r a i s o . Se a escola deve ser uma preparacao para a v i d a , entao e l a nao ejs t a preparando para os v e r d a d e i r o s problemas que e x i s t e em 1

nossa r e a l i d a d e . Quern q u i s e r t e r uma prova bem cabal do que estamos dizendo procure l e r o l i v r o : "As belas m e n t i r a s " de Maria de Lurdes N o s e l l o . E l a mostra como os t e x t o s e s c o l a r e s , a comegar do p r i m a r i o , sao alienados e a l i e n a n t e s ; alem de 1

d i s t o r c e r a r e a l i d a d e , e l e s nao preparam os alunos para en-f r e n t a r a r e a l i d a d e como e l a e.

(24)

C O N V I I E

Senhores Pais

Estamos convidando-os para a s s i s t i r e m a uma reuniao que sera r e a l i z a d a no d i a 24 as 15:00 ho-r a s , paho-ra tho-rataho-rmos de assuntos ho-relacionados a apho-rendi zagem dos alunos, i s t o e, assuntos de seus i n t e r e s s e s .

Agradecemos o comparecimento de todos. Supervisora, Professores e E s t a g i a r i a de Supervisao - Campus V.

(25)

PAUTA DA REUNIAO DE PAIS E MESTRE

LOCAL: Grupo Escolar Benevenuto Mariano DATA: 24 de Outubro de 1985

HORA: 15:00 horas

OBJETIVO G-ERAL:

• C o n s c i e n t i z a r os p a i s de sua necessidade de p a r t i c i p a g a o e envolvimento na e s c o l a , e em todo o processo educacio-n a l que eeducacio-nvolve seu f i l h o educacio-na escola.

ATIVIDADES A 3EKEM DESENVOLVIDAS:

• Conversa i n f o r m a l so bre o o b j e t i v o da r e u n i a o ; • Aplicacao de uma t e c n i c a para descontracao;

• L e i t u r a o r a l de urn t e x t o sobre:"Missao Educadora da Pami l i a ;

• Discussao do t e x t o ;

• Opiniao de cada p a i ou mae sobre o desenvolvimento do seu f i l h o , e sobre a sua p a r t i c i p a g a o e i n t e r e s s e no processo educacional dos f i l h o s perante a escola.

• Avaliagao o r a l da r e u n i a o .

ELEMENTOS PARTICIPANTES: o Pais dos Alumos

• Professores • E s t a g i a r i a

BIBLIOGRAPIA:

• PERREIRA, Cleber e L a u r e n c i REVISTA MUNDO JOVEM, Agosto/78

RESPONSAVSL:

(26)

MISSlg EDUCADORA BA PAMllIA

Uma das missoes mais d i f i c e i s , hoje em d i a , po-rem, uma das mais sublimes e imporatantes na v i d a de cada urn de nos, e a missao educadora.

A educagao dos f i l h o s e fungao e s s e n c i a l e i n t r a n s f e r i v e l da f a m i l i a e tern por o b j e t i v o l e v a l o s a se r e -a l i z -a r e m plen-amente como pesso-a hum-an-a, e x i g i n d o que os p -a i s

se preparem e se aperfeigoem para o e x e r c i c i o c o r r e t o de sua fungao educadora. 0 ambiente f a m i l i a r e o l u g a r p r o p r i o para a plena r e a l i z a g a o dos f i l h o s .

Outras i n s t i t u i g o e s como a e s c o l a , o clube, as associagoes, podem o f e r e c e r , mais que a p r o p r i a f a m i l i a , urn ambiente sereno e estimulante para desenvolver a l a b o r i o s i -dade, a s o c i a b i l i d a d e , a responsabilidade - f a t o r e s impor-t a n impor-t e s na educagao. Mas, e na f a m i l i a que havera o amor e a a f i n i d a d e , a s i m p a t i a e a admiragao que devem u n i r o educan do e o educador.

A f a m i l i a deve desenvolver nos f i l h o s a capaci dade de i n i c i a t i v a ; r e s p o n s a b i l i d a d e de assumir a p r o p r i a vocagao; capacidade de adaptagao ao c o n v i v i o s o c i a l ; capaci

dade de agao; desenvolver suas p o t e n c i a l i d a d e s para a r e a l i zagao plena de sua dimensao humana;condigoes para o desabro char da f e que e x i g i r a ambiente de l i b e r d a d e e a b e r t u r a pa-r a o mundo, papa-ra o f u t u pa-r o , papa-ra a i g pa-r e j a ; condigoes de ores

cimento e maturagao; educagao para o amor, p e l a l i b e r d a d e 1

com r e s p o n s a b i l i d a d e ; d a r - l h e s condigoes para se i n t e g r a r 1

no seu grupo s o c i a l , assumindo seu pape$ na comunidade, 1

preocupando-se pelo bem comum, sentindo-se responsavel urn pelo o u t r o . E quern melhor do que os p a i s , para desenvolver nos f i l h o s esses v a l o r e s de formagao?

Para t a n t o , p a i e mae devem se p r e p a r a r , nas d i v e r s a s fases de suas v i d a s - fase i n d i v i d u a l , p r e - n u p c i a l c o n j u g a l e p r e - n a t a l - para serein educadores, v e r d a d e i r o s , 1

(27)

0 i n t e r e s s e pelas a t i v i d a d e s escolares da c r i a n g a : 0 desenvolvimento i n t e l e c t u a l depende do apoio que encontra em seus p a i s . A p r i m e i r a coisa que uma crianga faz quando encon-t r a uma moeda ou descobre urn ninho de passarinho, e c o r r e r 1

aos p a i s para t r a n s m i t i r - l h e s a n o t i c i a e com elas p a r t i l h a r a sua nova e i n t e r e s s a n t e e x p e r i e n c i a . Omesmo acontece com os conhecimentos que a crianga adquire na escola. £ por i s s o que os p a i s devem i n t e r e s s a r s e por todas as a t i v i d a d e s dos f i

-l h o s , no -l a r ou nos estudos, nas b r i n c a d e i r a s ou nos esportes. A c o r r i q u e i r a resposta dos p a i s , "Agora estou muito ocupado,

depois a gente ve" f r e i a o entusiasmo da crianga por suas t a -r e f a s escola-res.

Todo d i a e d i a de i n c e n t i v a r , o d i a de v e r i f i c a r as notas da c r i a n g a , nao e a unica oportunidade para i n c e n t i v a -l a (ou r e p r e e n d e - -l a ) . Uma ajuda s i s t e m a t i c a e s i n c e r a produ-z i r a melhores r e s u l t a d o s , e ha diversas maneiras de acompa-nhar o desempenho e s c o l a r da c r i a n g a : v i s i t a s a escola, conversas p e r i o d i c a s com os p r o f e s s o r e s , supervisao de suas t a -r e f a s , e t c *

A educagao nao tem epoca marcada para o t e r m i n o . £ urn processo que i n i c i a no momento da concepgao. Essa educa§

gao permanente e uma missao fundamentalmente dos p a i s .

(28)

SE C R I A N g A . . Se a c r i a n g a v i v e com e l o g i o . . . e l a aprende a a p r e c i a r . Se a c r i a n g a v i v e com i n c e n t i v e . e l a aprende a aer c o n f i a n t e . Se a c r i a n g a v i v e com t o l e r a n c i a . e l a aprende a ser p a c i e n t e . Se a c r i a n g a v i v e com seguranga.• e l a aprende a t e r f e . Se a c r i a n g a v i v e com aprovagao.. e l a aprende a g o s t a r de sua v i d a . Se a c r i a n g a v i v e com r e t i d a o . . . e l a aprende a s e r j u s t a . Se a c r i a n g a v i v e com aceitagao e amizade...

e l a aprende a encontrar amor no mundo.

(29)

^'1

fliUfli I P A R I S A I A DE

UM AMIGO - Revela, desvenda, c o n f o r t a ; - £ uma p o r t a sempre a b e r t a ; - £ hora c e r t a ; - E s o l ao meio dia.; - £ c o n f i d e n t e ;

la £ urn pouco da gente;

- £ compreensivo, p r e s t a t i v o ; - £ alguem que nos t r a n s m i t e

f e l i c i d a d e . Compreende, per doa..•

- £urn amigo s i n c e r o , verdad£ i r o .

» £ voce em o u t r o s e r . £ AMIGO...

(30)

2

A R T D E S D E I D S N T

I | I

C A £

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0

r /

SECRETARIA

(31)

2. i A D_ A C £ £ A N £ A

O R A J I O D A C R I O J A

Bom Pai do Ceu, permanecei sempre p e r t o de mim. Pazei que eu vos ame cada vez mais.

Que o meu coragaozinho de crianga s e j a puro e que nao haja l u g a r para a r a i v a ;

Que meus o l h i n h o s

estejam v o l t a d o s somente para o bem.

Deus, a f a s t a i de mim pensamentos de qualquer maldade con-t r a meus irmaos.

Hao p e r m i t a i s que da minha boquinha saia alguma mentira e nem palavras f e i a s ;

Que a i n t e l i g e n c i a em boa dose que me destes s e j a em b e n e f i c i o da humanidade.

Pazei que eu ame a todos os meus irmaos, amigos ou i n i m i

-gos, bons ou maus, conhecidos ou nao, que eu encontrar 1

durante a minha v i d a .

Pazei, Senhor, que eu nunca venha a magoar o coragao de 1

meus p a i s que me t r a t a m com t a n t o carinho e t a n t o amor. Senhor,

dai-me vontade

e coragem para cumprir o vosso mandamento: fazendo aos o u t r o s o que eu quero

(32)
(33)

0 C U R I 0 S 0

Joaozinho e r a um menino muito c u r i o s o . Em sua casa h a v i a muitos r a t o s .

A mae de Joaozinho comprou uma r a t o e i r a e colocou-a no a r m a r i o •

Joaozinho estava. muito c u r i o s o para v e r como f u n c i o nava.

F o i mexer na r a t o e i r a e logo deu um g r i t o , p o i s a • mao f i c o u presa n e l a .

Foi bem f e i t o o que aconteceu a Joaozinho! Nunca mais e l e f o i c u r i o s o .

(34)

D I A DO P R O F E S S O R

O B R I G A D O

Hoje f i z uma parada em minha v i d a . E p r o c u r e i o no me de todos aqueles que me ajudaram a c r e s c e r , a s e r mais gen t e .

E t i v e uma g r a t a surpresa. Alem de meus p a i s , des-c o b r i que f o i vodes-ce, p r o f e s s o r , que mais profundamente mardes-cou* minha e x i s t e n c i a .

0 mundo me d a s a f i a , de m u l t i p l a s formas. Em voce,1

encontro p a l a v r a s de o r i e n t a g a o .

A sociedade abre-me suas p o r t a s . E voce, p r o f e s s o r me e n c o r a j a const ante me nt.e a assumir minhas r e s p o n s a b i l i d a d e s de hoje e de amanha.

oe a e s c o l a se t r a n s f o r m o u em meu segundo l a r , de-vo-o, em grande p a r t e , a voce.

Quisera t e c e r — l h e um poema imorredouro. D i z e r bem* a l t o quanto voce f a z p a r t e de minha v i d a . Na s i m p l i c i d a d e do' meu reconhecimento c o r d i a l , s e i r e p a r t i r tao somente:

OBRIGADO, PROFESSOR. YOCfi E MEU MIOO.

QUE DEU3 0 RECOMPENSE POR TUDO 0 QUE LHE DEVO;

(35)

P R 0 C L A M A £ I 0 D A R E P ^ B L I C A

"Voce acha que e x i s t e d i f e r e n g a entre a v e l h a e No-va Republica?

Vejamos: Voce pensa i^ue f o i D. Pedro que estava no t r o n o , quern proclamou nossa r e p u b l i c a ? enganou-se.

0 povo b r a s i l e i r o nao estava s a t i s f e i t o com a con-q u i s t a de sua inndependencia, e entao con-querendo i m p l a n t a r o regime Republicano, uniu-se ao l e i g o popular que t i n h a como nome Marechal Deodoro da Ponseca, formando uma c o r r e n t e em busca do i d e a l .

Sera que hoje o povo governa j u n t o com o p r e s i d e n -t e ? que o povo e governado pelo presiden-te? Dai no-ta-se que ha uma grande d i s t a n c i a entre o governo e o povo, desde os tempos da proclamagao ate h o j e , nao se pode negar esta r e a -l i d a d e . D i z e r que os tempos passaram i s t o sim, mas a f i r m a r que a r e p u b l i c a mudou, i s t o ninguem pode e nem deve. Sera que se h o j e o B r a s i l t i v e s s e que passar pelo processo de proclamagao novamente como a do d i a 15 de novembro, o povo unido conseguiria? c l a r o que sim, porque o povo unido j a -mais sera, vencido.

Vamos l u t a r p o r a q u i l o que queremos, que e a nossa l i b e r d a d e , para que possamos l i b e r t a r os o u t r o s tam-bem.

Proclamagao e l i b e r t a c a o , e s e n t i r o sabor de podermos j u n t o s l u t a r por um mesmo i d e a l e v i v e r bem, governar j u n t o s l i v r e de governo e governados, devemos p r o

clamar j u n t o s a memoria do Marechal Deodoro que soube u n i r -se ao povo e t e n t o u l i b e r t a r nossas t e r r a s , nosso B r a s i l , devemos muito a este v u l t o que quis c o l o c a r no t r o n o todos os b r a s i l e i r o s sem exegao de p r e t o , branco, pobre ou r i c o . £ p r e c i s o que nos fa^mos uma a b e r t u r a como f i z e r a m naquele d i a 15 de novembro.

(36)

Republica, onde todos tenham vez e voz.

De um passo f i r m e o B r a s i l p r e c i s a de voce. Pa-l e , i n t e r r o g u e , g r i t e e se f o r p r e c i s o ate chore; de seu testemunho de bom p a t r i o t a , de bom cidadao e c r i s t a o . Pa-j u s t i g a com as maos, com seu coragao, com todo seu corpo e sua alma. Assim voce conseguira l i b e r t a r - s e e l i b e r t a r seu povo.

(37)
(38)

CAMPUS V s

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jyCDELCOPP, Maria Teresa. A Escola e a Compreensao da R e a l i d a -de. E d i t o r a B r a s i l i e n s e , 4^ ed. Sao Paulo - 1981.

LENHARD, Rodolf. Fundamento de Supervisao E s c o l a r . E d i t o r a • P i o n e i r a , Sao Paulo - 1973.

RANG-EL, Mary. Supervisao Pedagogica: Um Modelo. E d i t o r a Vozes P e t r o p o l i s - 1979.

REVISTAS MDNDO JOVEM: Novembro/80 Dezembro/80 A b r i l / 8 3 -Outubro/84 - O u t u b r o/85 - Dezembro/85.

(39)

Universiidaxie Federal da Paraiba* Gentro de Formacao de Professores. Departamento de Educagao e Letras* Curso: Pedagogia.. Perlodo: VTI

Discriplina: Estagio Supervisionado de §upervisao Escolapr.

Professor Orientador: I\1^,HAXX. M'l y\

FICHA CONTROLE DE FREQU&NCIA 00 ESTAGlAfllO NA UNIDADE ESCOLAR

cola: C\t\iLn (fr±j^Jj^ Dir^tora: S u p e r v i s o r y Estagiaria: flfa^y s Data

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Universiidade Federal da Paraiba, Gentro de Formacao de Professores.

Departamento de Educagao e Letras* / \V/' \ i

Curso: Pedagogia. Perlodo: VTI * 11

Disclplina: Estagio Supervisionado de Supervisao Escolar.^ '

Prnfessor Orientador: j l b ^ x X ffl \ UU/XLIAJ? nVx, JJLU* v T , X _ J

UONTROLE DE FfiEQti£NCIA DO ESTAGlARItf NA UNIDADE ESCOLAR. \ ]h)

FI.CHA Escoln : Mi^Vo e Diretora A ^ Supervisor^? | ] ^ -V x X ^ A AA ^ . .X t * ! ^ E s t a g i a r i a ( ^ ^ J l g ^ \\X^MM^ Data Hora Entrada Saida

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Universiiria.de Federal da Paraiba* Centra de Formacao de Professores. Departamento de Educacao e Letras* Curso: Pedagogia. Perlodo: VTI

DiscrLplina: Estagio Supervisionado de Supervisao Escolar.

Professor Orientador: U Q C I K A X A / £j) > h^Vztt\^^^\uh^

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FICHA CONTROLE DE F F E Q U £ N C I A Q O ESTAGlARIO NA UNIDADE ESCOLAR

E s C Q l a : faeA.n, W / V A J A U A A H ^ WoxLa<u>p Diretora:0\- V — '"'w

Estagiaria: ^ ^ ^ ^ < ^ , ^ ^ ^

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Entrada Saida

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UniversiidaxJe Federal da Paraiba. Centro de Formagao de Professores. Departamento de Educagao e Letras* Curso: Pedagogia. Perlodo: vTI

DisccLplina: Estagio Supervisionado de Supervisao Professor Orientador: f h W n \rwi X T & MI I A V Vi n v k W

FICHA RONTROLE DE FHEQutlMCIA DO ESTAGtf J-..-. .

Escola: V^uxXyJ On.Kp X)^ JOK. \ ^ k A U l i U

Dire tore: uire.ara; ^ ^ ^/ S i p G r v i s o r a T l ^ j u p , -)j ( O i L ^<L ^ Estagiaria: ^ W ^ ^ ^ W tea* A Ax Data Hora Entrada Sal da Atividade(si) Realizada(s). R u b n c a Estagia-ria "TOttE da Dire to r a . a' s •

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Uniuersiiriacfe Federal da Paralba# Dentro de Formacao de Professores. Departamento de Educagao e Letras» Gurso: Pedagogia. Perlodo: V T T

Discriplina: Estagio Supervisionado de ^uperyis^p E^«olar.

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Universiiriade Federal da Paraiba. Centro de Formacao de Professores. Departamento de Educacao e Letras* Curso: Pedagogia. Perlodo: VTI

Discriplina: Estagio Supervisionado de Supe^rvisao

Professor Orientad ^ ^ FICHA CONTROLE Ei-3ola: VJ DiretoraTT ... DE FFEQU&NCIA DO E S T A G I A R _ 'vS.ASLG^K, X^^AJLAUAAlJl/O ^ C t * l ^ A HO NA UNIDADE ESCOLA R. o u p e r v a s o T a ^U ^ ^ ^ ~ if *A Estagiaria:

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Referências

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