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CONSIDERAÇÕES GENERALIZADAS APÓS EDIÇÃO 1998/2000
OBJETIVO
Meu principal objetivo com essa publicação é mostrar à atual geração da ginástica artística, como tudo começou.
Muitos profissionais pagaram para trabalhar de graça, para que hoje pudéssemos contar com patrocínios, bons aparelhos e melhores condições para treinamento.
Faço um resumo nesse introito, mas convido aos leitores para que leiam a história de cada um dos incentivadores de nossa ginástica e tomem conhecimento do que realmente foi realizado em prol da ginástica brasileira, desde sua oficialização pela CBD a partir de 1951, quando foram iniciados os campeonatos brasileiros e nossa participação internacional, no I Pan-Americano em Buenos Aires na Argentina.
JUSTIFICATIVAS
Há 20 anos escrevi essa obra, e era minha intenção antes dos JO de 2016 no Rio, publicar uma 3ª edição com as inovações acontecidas nesse período, todavia, sem um patrocínio e pelo acúmulo de modificações na regulamentação e atualizações de uma forma geral, se tornou praticamente impossível atualizar 20 anos de história, com uma nova edição, considerando estar o autor, há muito tempo afastado (oficialmente) do esporte que mais adora.
AGRADECIMENTOS
Atualizar esses 20 anos das modificações, mesmo com patrocínio, ficou bastante difícil, todavia, com a colaboração de meu amigo, Conselheiro Federal do CONFEF e Presidente do CREF6/MG, Prof. Claudio Augusto Boschi e sua equipe,e, com a autorização da Phorte Editora, foi possível imprimir mais alguns exemplares da antiga edição, com algumas complementações, para distribuição (gratuita) aos amantes desse belo esporte e aos interessados pela origem da Educação Física e da Ginástica Olímpica,
em nosso país. Prof. Claudio Augusto Boschi, Presidente do CREF6/
MG, patrocinador dessa nova edição, para distribuição gratuita, com o autor, Prof. Nestor
MINHA GRANDE DECEPÇÃO
Em meus 60 anos de Educação Física e 40 de Ginástica Olímpica, a minha grande decepção foi não ter conseguido junto a CBG, FIG, COB, e COI, que nosso saudoso e querido DR. FISCHER, o LUDWIG JAHN brasileiro, fosse homenageado, por tudo que fez pela evolução da Ginástica Brasileira, o que não foi possível a despeito de nosso empenho, junto aos órgãos dirigentes, em virtude da regulamentação não autorizar nenhuma homenagem desse tipo.
Fui ao Rio de Janeiro para ver de perto os frutos das sementes plantadas em nossa antiga Ginástica Olímpica, hoje Ginástica Artística, com um trabalho árduo de nossos precursores, Siegfried Gunther Fischer, cujo trabalho em prol
da Ginástica na antiga, CBD, CND, COB, e FIG, conseguiu através de suas ideias e sugestões, modificar diversas regras e regulamentos de forma que mais países pudessem participar nos diversos eventos promovidos pela Federação Internacional de Ginástica e não só a antiga elite, na época, japoneses e russos dominante desse esporte.
Fischer, através de suas participações em competições como ginasta, como Delegado do Brasil em diversos Congressos da FIG, como integrante do Comitê Técnico Masculino e depois Vice-Presidente, da FIG, conseguiu trazer para o Brasil, os melhores ginastas do mundo, nos Festivais Internacionais de ginástica em 1973, 1977 e 1980, além da III Copa do Mundo realizada no Ibirapuera, que tive a honra de organizar e dirigir, pela primeira vez, com “podium” em 1978.
Em todos esses eventos recebemos diversos “sets” de aparelhos para apresentação das equipes internacionais. Aparelhagem que no futuro auxiliaria muito um melhor treinamento de nossos ginastas em aparelhos mais modernos.
e, em especial do Pai da Ginástica Nacional Dr. o autor, professor Publio.
Presidente da FIG, Bruno Grandi, seu Vice, Dr. Fischer, e
Embora não tenha conseguido homenagear nosso Dr. Fischer no Brasil, durante os JO do Rio em 2016, gostaria de salientar aqui, ter sido ele homenageado nos USA no HALL DA FAMA.
O Prof. Antônio Boaventura de Silva da EEF da USP, “Boa”, como era popularmente chamado, foi intimado pelos seus pares para assumir a presidência da FPG, em 1960/66, ao assumir disse: “Não vou abandonar os adultos, mas meu maior objetivo é trabalhar a base”.
Ele iniciou com grande sucesso os campeonatos Infantojuvenis a partir de 1961 em SP, com séries obrigatórias, tendo no primeiro campeonato 800 participantes no ginásio do Tênis Clube Paulista. Foi o organizador dos Jogos Pan-Americanos em 1963, realizados no TCP, e organizou em sua gestão cinco (5) Festivais Nacionais de Ginástica, convidando grupos de todo Brasil para apresentarem seus trabalhos.
O trabalho de Boaventura foi muito importante para a base de nossa ginástica paulista, e como presidente da FPG, indicado e eleito que fui para dar continuidade ao seu trabalho, acabei permanecendo por 30 anos na Federação Paulista, (1960/90) quase sempre como Diretor Técnico. Como presidente, idealizei, organizei e patrocinei em 1969, um campeonato brasileiro mirim/infantil, convidando RS e RJ para participação. (p. 255 e 256 do Livro).
Em 1975, quando presidente do CAG/CBD e presidente da FPG, idealizei, organizei e patrocinei um campeonato para massificação unissex da ginástica. (mesma serie para masculino e feminino, independentemente da idade). Participaram 3.000 inscritos e a competição durou somente três (3) horas. (p. 257 do Livro)
Foram montados 32 aparelhos no ginásio. A cada 5 minutos entravam 80 ginastas para realizarem provas de solo, salto e barra. Depois de 15 minutos 240 ginastas ao mesmo tempo no ginásio. Todos os participantes foram agraciados com um distintivo de uma parada de mãos estilizada, e medalhas de 1º lugar para as médias de 9 a 10 pts.; 2º, de 8 a 8,9 pts., e 3º para os que tiravam superior a 7 pts.
Dr. Fischer, Vice-Presidente da FIG, Rapesta e Publio, árbitros em
Moscou (1980), mais de 50 anos trabalhando pela GO.
INFORMAÇÕES HISTÓRICAS NECESSÁRIAS
Além do Dr. Fischer, já citado, não podemos nos esquecer do Prof. Enrique Libertário Rapesta, técnico durante muito tempo das seleções brasileiras, participante como ginasta nos JO de 1948 em Londres pela seleção da Argentina, que em 1953 adotou o Brasil como sua segunda Pátria.
Orientou as equipes brasileiras para os Jogos Pan-Americanos de 1963 em SP e a equipe Carioca que quebrou a hegemonia gaúcha no campeonato brasileiro de 1965, tendo sido também, o idealizador dos Campeonatos Brasileiros Interclubes, pois estrangeiros não podiam participar dos Campeonatos Brasileiros da CBD. Participou, indicado pela FIG, como professor de Curso de Árbitros em diversos países sul-americanos e foi convidado pela FIG, com o autor, para atuarmos como árbitros de Ginástica Artística nos Jogos Olímpicos, Moscou em 1980.
MINHA GRANDE DECEPÇÃO
Em meus 60 anos de Educação Física e 40 de Ginástica Olímpica, a minha grande decepção foi não ter conseguido junto a CBG, FIG, COB, e COI, que nosso saudoso e querido DR. FISCHER, o LUDWIG JAHN brasileiro, fosse homenageado, por tudo que fez pela evolução da Ginástica Brasileira, o que não foi possível a despeito de nosso empenho, junto aos órgãos dirigentes, em virtude da regulamentação não autorizar nenhuma homenagem desse tipo.
Fui ao Rio de Janeiro para ver de perto os frutos das sementes plantadas em nossa antiga Ginástica Olímpica, hoje Ginástica Artística, com um trabalho árduo de nossos precursores, Siegfried Gunther Fischer, cujo trabalho em prol
da Ginástica na antiga, CBD, CND, COB, e FIG, conseguiu através de suas ideias e sugestões, modificar diversas regras e regulamentos de forma que mais países pudessem participar nos diversos eventos promovidos pela Federação Internacional de Ginástica e não só a antiga elite, na época, japoneses e russos dominante desse esporte.
Fischer, através de suas participações em competições como ginasta, como Delegado do Brasil em diversos Congressos da FIG, como integrante do Comitê Técnico Masculino e depois Vice-Presidente, da FIG, conseguiu trazer para o Brasil, os melhores ginastas do mundo, nos Festivais Internacionais de ginástica em 1973, 1977 e 1980, além da III Copa do Mundo realizada no Ibirapuera, que tive a honra de organizar e dirigir, pela primeira vez, com “podium” em 1978.
Em todos esses eventos recebemos diversos “sets” de aparelhos para apresentação das equipes internacionais. Aparelhagem que no futuro auxiliaria muito um melhor treinamento de nossos ginastas em aparelhos mais modernos.
e, em especial do Pai da Ginástica Nacional Dr. o autor, professor Publio.
Presidente da FIG, Bruno Grandi, seu Vice, Dr. Fischer, e
Embora não tenha conseguido homenagear nosso Dr. Fischer no Brasil, durante os JO do Rio em 2016, gostaria de salientar aqui, ter sido ele homenageado nos USA no HALL DA FAMA.
O Prof. Antônio Boaventura de Silva da EEF da USP, “Boa”, como era popularmente chamado, foi intimado pelos seus pares para assumir a presidência da FPG, em 1960/66, ao assumir disse: “Não vou abandonar os adultos, mas meu maior objetivo é trabalhar a base”.
Ele iniciou com grande sucesso os campeonatos Infantojuvenis a partir de 1961 em SP, com séries obrigatórias, tendo no primeiro campeonato 800 participantes no ginásio do Tênis Clube Paulista. Foi o organizador dos Jogos Pan-Americanos em 1963, realizados no TCP, e organizou em sua gestão cinco (5) Festivais Nacionais de Ginástica, convidando grupos de todo Brasil para apresentarem seus trabalhos.
O trabalho de Boaventura foi muito importante para a base de nossa ginástica paulista, e como presidente da FPG, indicado e eleito que fui para dar continuidade ao seu trabalho, acabei permanecendo por 30 anos na Federação Paulista, (1960/90) quase sempre como Diretor Técnico. Como presidente, idealizei, organizei e patrocinei em 1969, um campeonato brasileiro mirim/infantil, convidando RS e RJ para participação. (p. 255 e 256 do Livro).
Em 1975, quando presidente do CAG/CBD e presidente da FPG, idealizei, organizei e patrocinei um campeonato para massificação unissex da ginástica. (mesma serie para masculino e feminino, independentemente da idade). Participaram 3.000 inscritos e a competição durou somente três (3) horas. (p. 257 do Livro)
Foram montados 32 aparelhos no ginásio. A cada 5 minutos entravam 80 ginastas para realizarem provas de solo, salto e barra. Depois de 15 minutos 240 ginastas ao mesmo tempo no ginásio. Todos os participantes foram agraciados com um distintivo de uma parada de mãos estilizada, e medalhas de 1º lugar para as médias de 9 a 10 pts.; 2º, de 8 a 8,9 pts., e 3º para os que tiravam superior a 7 pts.
Dr. Fischer, Vice-Presidente da FIG, Rapesta e Publio, árbitros em
Moscou (1980), mais de 50 anos trabalhando pela GO.
INFORMAÇÕES HISTÓRICAS NECESSÁRIAS
Além do Dr. Fischer, já citado, não podemos nos esquecer do Prof. Enrique Libertário Rapesta, técnico durante muito tempo das seleções brasileiras, participante como ginasta nos JO de 1948 em Londres pela seleção da Argentina, que em 1953 adotou o Brasil como sua segunda Pátria.
Orientou as equipes brasileiras para os Jogos Pan-Americanos de 1963 em SP e a equipe Carioca que quebrou a hegemonia gaúcha no campeonato brasileiro de 1965, tendo sido também, o idealizador dos Campeonatos Brasileiros Interclubes, pois estrangeiros não podiam participar dos Campeonatos Brasileiros da CBD. Participou, indicado pela FIG, como professor de Curso de Árbitros em diversos países sul-americanos e foi convidado pela FIG, com o autor, para atuarmos como árbitros de Ginástica Artística nos Jogos Olímpicos, Moscou em 1980.
PODEMOS AFIRMAR QUE OS EVENTOS ABAIXO INFLUENCIARAM EM MUITO NOSSA GINÁSTICA:
• O trabalho de base com infantojuvenis, desde 1960; idealização do brasileiro mirim-infantil, em 1969, juvenis em 1970 e infantis em 1971;
• • •
• A nova aparelhagem para realização dos Festivais Internacionais de Ginástica (1973, 1977, 1980, e Copa do Mundo (1978).
Os Jogos Estudantis brasileiros (JEBs);
Os Cursos Nacionais do MEC realizados de 1973/74/75/76, em Belo Horizonte/MG; Vitória/ ES, João Pessoa/PB e no Rio de Janeiro/GB, que orientavam os professores dos diversos estados nos treinamentos de suas equipes para os JEBs;
Intercâmbio dos ginastas estudantis, com visitas ao exterior, para treinamentos e competições; O início da TV, a partir de 1972, quando tivemos a carismática Olga Korbut mostrando ao mundo todo nosso belo esporte e a feliz ideia das TVs brasileiras de fazerem suas transmissões com a colaboração de especializados em GO, para melhores esclarecimentos ao público das séries nos diversos aparelhos, ajudaram a difundir mais a ginástica no Brasil. A escritora Laurette Godoy me indicou em 1988 para comentar para a TV Globo a Ginástica nos JO de Seul em 1988. A partir daí, por mais de 25 anos a Dra. Andréa João do RJ, comentou diversos Pan-Americanos, copas do mundo, mundiais e JO pela Sportv e Globo, surgindo em seguida Luisa Parente, na TVRecord, Ana Paula Luck, Mosiah Rodrigues e Henrique Motta na Sportv, Daiane dos Santos e Diego Hypólito comentaram o Pan 2019 de Lima/ Peru na Sportv2;
•
ULI, COLABORADOR PARA O SUCESSO DA GO NO BRASIL
No Brasil desde 1973 (46 anos!), 2 Turnês dos Melhores Ginastas do Mundo (1973 e 1977), 4 Copas do Mundo (São Paulo 1978 (quando teve um grande prejuízo) e Rio 2014 e 2015), Jogos Pan--Americanos (2007) e Jogos Olímpicos (2016), 2 Centros Nacionais de Treinamento do Time Brasil (COB), no Velódromo (2012) e HSBC Arena (2016), 14 Centros Regionais (Manaus, Belém, Fortaleza, Natal, Aracajú, Goiânia, Brasília, Contagem (MG), Vitória, Rio de Janeiro, São Bernardo (SP), Curitiba, Blumenau (SC) e Porto Alegre), além dos principais Clubes do Brasil (Pinheiros, Minas TC, Flamengo, Sogipa e União), SPIETH é marca de equipamentos da Ginástica Brasileira! E isto graças à parceria da família SPIETH (Uli e Rudolph) e FISCHER (Siegfried e Erlo). Neste fim de semana coincidentemente a Ginástica Artística Brasileira está em peso em Stuttgart, a 10km da Sede da SPIETH. (Além da “doação” involuntária dos equipamentos da Copa do Mundo de 1978, SPIETH doou em 1994 um Jogo de aparelhos para a SOGIPA, com os quais a SOGIPA, sob o comando de Erlo Fischer, fez por 20 anos a Copa Internacional SPIETH-SOGIPA, com a participação de mais de 20 Países, e em 2010 doou mais um Jogo de aparelhos para a CBG, dentro da parceria com a CBG (Fornecedor Exclusivo) que foi de 2009 a 2016.
A contratação de diversos técnicos estrangeiros, em especial Kenshi Ohara no setor masculino desde 1973, (iniciativa de Yumi e Publio quando técnicos do E. C. Pinheiros) e Alexander Alexandrov e Iryna Ilyashenko (iniciativa e contratação pela CBG, Vicelia). No setor feminino, foram os grandes responsáveis pela evolução do nível técnico de nossos técnicos e ginastas.
Ulrich (Uli) era o Comercial (à esquerda) e Rudolph o técnico.
Aqui quando fundaram a Spieth Anderson, no Canadá, para atender aos Jogos Olímpicos de Montreal 1976. Veja quem os representava no Brasil. E desde 1994, Erlo (filho do Fischer), está tendo o Privilégio de representar este Ícone da Ginástica no Brasil (25 anos)!
Marcos Monteiro, o ginasta que mais vezes (8), fez parte da seleção brasileira em CM, João Luiz Ribeiro e Claudia Magalhães, primeiros representantes do Brasil em JO (Moscou, 1980), Roberto Santos (popular Caverna), campeão brasileiro por equipes em 1980/ 82 pela FPG e idealizador e organizador da recepção realizada com a Velha Guarda durante os JO no Rio, 2016, e o autor.
PODEMOS AFIRMAR QUE OS EVENTOS ABAIXO INFLUENCIARAM EM MUITO NOSSA GINÁSTICA:
• O trabalho de base com infantojuvenis, desde 1960; idealização do brasileiro mirim-infantil, em 1969, juvenis em 1970 e infantis em 1971;
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• A nova aparelhagem para realização dos Festivais Internacionais de Ginástica (1973, 1977, 1980, e Copa do Mundo (1978).
Os Jogos Estudantis brasileiros (JEBs);
Os Cursos Nacionais do MEC realizados de 1973/74/75/76, em Belo Horizonte/MG; Vitória/ ES, João Pessoa/PB e no Rio de Janeiro/GB, que orientavam os professores dos diversos estados nos treinamentos de suas equipes para os JEBs;
Intercâmbio dos ginastas estudantis, com visitas ao exterior, para treinamentos e competições; O início da TV, a partir de 1972, quando tivemos a carismática Olga Korbut mostrando ao mundo todo nosso belo esporte e a feliz ideia das TVs brasileiras de fazerem suas transmissões com a colaboração de especializados em GO, para melhores esclarecimentos ao público das séries nos diversos aparelhos, ajudaram a difundir mais a ginástica no Brasil. A escritora Laurette Godoy me indicou em 1988 para comentar para a TV Globo a Ginástica nos JO de Seul em 1988. A partir daí, por mais de 25 anos a Dra. Andréa João do RJ, comentou diversos Pan-Americanos, copas do mundo, mundiais e JO pela Sportv e Globo, surgindo em seguida Luisa Parente, na TVRecord, Ana Paula Luck, Mosiah Rodrigues e Henrique Motta na Sportv, Daiane dos Santos e Diego Hypólito comentaram o Pan 2019 de Lima/ Peru na Sportv2;
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ULI, COLABORADOR PARA O SUCESSO DA GO NO BRASIL
No Brasil desde 1973 (46 anos!), 2 Turnês dos Melhores Ginastas do Mundo (1973 e 1977), 4 Copas do Mundo (São Paulo 1978 (quando teve um grande prejuízo) e Rio 2014 e 2015), Jogos Pan--Americanos (2007) e Jogos Olímpicos (2016), 2 Centros Nacionais de Treinamento do Time Brasil (COB), no Velódromo (2012) e HSBC Arena (2016), 14 Centros Regionais (Manaus, Belém, Fortaleza, Natal, Aracajú, Goiânia, Brasília, Contagem (MG), Vitória, Rio de Janeiro, São Bernardo (SP), Curitiba, Blumenau (SC) e Porto Alegre), além dos principais Clubes do Brasil (Pinheiros, Minas TC, Flamengo, Sogipa e União), SPIETH é marca de equipamentos da Ginástica Brasileira! E isto graças à parceria da família SPIETH (Uli e Rudolph) e FISCHER (Siegfried e Erlo). Neste fim de semana coincidentemente a Ginástica Artística Brasileira está em peso em Stuttgart, a 10km da Sede da SPIETH. (Além da “doação” involuntária dos equipamentos da Copa do Mundo de 1978, SPIETH doou em 1994 um Jogo de aparelhos para a SOGIPA, com os quais a SOGIPA, sob o comando de Erlo Fischer, fez por 20 anos a Copa Internacional SPIETH-SOGIPA, com a participação de mais de 20 Países, e em 2010 doou mais um Jogo de aparelhos para a CBG, dentro da parceria com a CBG (Fornecedor Exclusivo) que foi de 2009 a 2016.
A contratação de diversos técnicos estrangeiros, em especial Kenshi Ohara no setor masculino desde 1973, (iniciativa de Yumi e Publio quando técnicos do E. C. Pinheiros) e Alexander Alexandrov e Iryna Ilyashenko (iniciativa e contratação pela CBG, Vicelia). No setor feminino, foram os grandes responsáveis pela evolução do nível técnico de nossos técnicos e ginastas.
Ulrich (Uli) era o Comercial (à esquerda) e Rudolph o técnico.
Aqui quando fundaram a Spieth Anderson, no Canadá, para atender aos Jogos Olímpicos de Montreal 1976. Veja quem os representava no Brasil. E desde 1994, Erlo (filho do Fischer), está tendo o Privilégio de representar este Ícone da Ginástica no Brasil (25 anos)!
Marcos Monteiro, o ginasta que mais vezes (8), fez parte da seleção brasileira em CM, João Luiz Ribeiro e Claudia Magalhães, primeiros representantes do Brasil em JO (Moscou, 1980), Roberto Santos (popular Caverna), campeão brasileiro por equipes em 1980/ 82 pela FPG e idealizador e organizador da recepção realizada com a Velha Guarda durante os JO no Rio, 2016, e o autor.
Daiane dos Santos, primeira individual de ouro, logo após a prata de Daniele Hypólito (CM de Ghent, 2001), conquistada em Anaheim em 2003. Foto, enviada por Erlo Fischer, com as duas medalhistas.
Feras da Velha Guarda da GO: José Arruda, popular Bedeu, campeão brasileiro por equipe em 1965, pelo FCG, João Luiz, primeiro representante do Brasil em JO, o autor, e José Carlos Eustáquio, ginasta, técnico e escritor, amante da Ginástica Geral e nosso representante na
Gymnastrada em Berlim.
Ao lado um Banner feito pelo FPG, quando presidente Clarice Morales, em homenagem ao autor pela idealização do campeonato de massificação.
Capa da Revista ÉPOCA: (04/nov./2014).
Arthur Zanetti, Campeão Olímpico, Mundial e Pan-americano.
A Revista Época publicou em 04 de novembro de 2014 um TCC de Jornalismo da Universidade Anhembi Morumbi, realizado por Camila Casassa, Camila Quintieri, Daiane Macedo, Estela Minas e Lívia Fernanda com orientação de Cláudia Cruz de Souza.
O trabalho versa sobre as possibilidades dos ginastas brasileiros nos JO do Rio, trabalho de base na ginástica, um pouco da história com Luisa Parente e Daiane dos Santos, além de nossos campeões, Arthur Zanetti, campeão Olímpico, Mundial e Pan-Americano, Diego e Daniele Hypólito, o exemplar Sérgio Sazaki, as promessas , como Flavinha Saraiva e Rebecca Andrade, e demais integrantes da seleção como Jade Barbosa, Artur Nory,
Caio Souza, Francisco Barreto, Lucas Bitencourt, Péricles Silva, Lorrane dos Santos, Letícia Costa e Thauany Araújo. Tive a honra e primazia de filmar em super 8 sua primeira medalha de prata, individual de solo, no Mundial de Ghent em 2001, na Bélgica. Participou dos JO de Sidney em 2000, Atenas em 2004, Pequim em 2008, Londres em 2012 e Rio de Janeiro 2016. Doze (12) vezes campeã brasileira adulta, recordista de medalhas pan-americanas na ginástica (10), 25 medalhas em etapas de Copa do Mundo. Há 26 anos participando ativamente da ginástica.
DANIELE MATIAS HYPÓLITO – PATRIMÔNIO NACIONAL
Daiane dos Santos, primeira individual de ouro, logo após a prata de Daniele Hypólito (CM de Ghent, 2001), conquistada em Anaheim em 2003. Foto, enviada por Erlo Fischer, com as duas medalhistas.
Feras da Velha Guarda da GO: José Arruda, popular Bedeu, campeão brasileiro por equipe em 1965, pelo FCG, João Luiz, primeiro representante do Brasil em JO, o autor, e José Carlos Eustáquio, ginasta, técnico e escritor, amante da Ginástica Geral e nosso representante na
Gymnastrada em Berlim.
Ao lado um Banner feito pelo FPG, quando presidente Clarice Morales, em homenagem ao autor pela idealização do campeonato de massificação.
Capa da Revista ÉPOCA: (04/nov./2014).
Arthur Zanetti, Campeão Olímpico, Mundial e Pan-americano.
A Revista Época publicou em 04 de novembro de 2014 um TCC de Jornalismo da Universidade Anhembi Morumbi, realizado por Camila Casassa, Camila Quintieri, Daiane Macedo, Estela Minas e Lívia Fernanda com orientação de Cláudia Cruz de Souza.
O trabalho versa sobre as possibilidades dos ginastas brasileiros nos JO do Rio, trabalho de base na ginástica, um pouco da história com Luisa Parente e Daiane dos Santos, além de nossos campeões, Arthur Zanetti, campeão Olímpico, Mundial e Pan-Americano, Diego e Daniele Hypólito, o exemplar Sérgio Sazaki, as promessas , como Flavinha Saraiva e Rebecca Andrade, e demais integrantes da seleção como Jade Barbosa, Artur Nory,
Caio Souza, Francisco Barreto, Lucas Bitencourt, Péricles Silva, Lorrane dos Santos, Letícia Costa e Thauany Araújo. Tive a honra e primazia de filmar em super 8 sua primeira medalha de prata, individual de solo, no Mundial de Ghent em 2001, na Bélgica. Participou dos JO de Sidney em 2000, Atenas em 2004, Pequim em 2008, Londres em 2012 e Rio de Janeiro 2016. Doze (12) vezes campeã brasileira adulta, recordista de medalhas pan-americanas na ginástica (10), 25 medalhas em etapas de Copa do Mundo. Há 26 anos participando ativamente da ginástica.
DANIELE MATIAS HYPÓLITO – PATRIMÔNIO NACIONAL
Grande esperança da ginástica brasileira, Flávia Saraiva, a pequena gigante, um dos principais talentos de nossa ginástica.
(opinião do autor).
INÍCIO DA PARTICIPAÇÃO DO BRASIL
COM EQUIPES COMPLETAS:
• Nos Pan-Americanos em Cali-Colômbia, em 1971; • Nos Mundiais em Strasbourg na França, em 1978; • Jogos Olímpicos no Brasil, em 2016.
Equipe masculina que representou o Brasil nos JO do Rio 2016: Diego Hypólito, Francisco Barreto, Artur Nory, Sérgio Sazaki e Arthur Zanetti, Renato Alves, Marcos Goto e Cristiano Albino.
Arthur Zanetti, Campeão Pan-Americano, Mundial e Olímpico.
Diego Hypólito e Artur Nory, medalhistas no solo nos JO 2016.
Equipe feminina que representou o Brasil nos JO do Rio 2016.Kelly Kitaura, Francisco Porath Neto, Jade Barbosa, Flávia Saraiva, Alexandre Batista de Oliveira Carvalho (Cuia), Rebeca Andrade, Irina Ilyashenko, Daniele Hypólito, Lorrane dos Santos, e Alexander Alexandrov.
Grande esperança da ginástica brasileira, Flávia Saraiva, a pequena gigante, um dos principais talentos de nossa ginástica.
(opinião do autor).
INÍCIO DA PARTICIPAÇÃO DO BRASIL
COM EQUIPES COMPLETAS:
• Nos Pan-Americanos em Cali-Colômbia, em 1971; • Nos Mundiais em Strasbourg na França, em 1978; • Jogos Olímpicos no Brasil, em 2016.
Equipe masculina que representou o Brasil nos JO do Rio 2016: Diego Hypólito, Francisco Barreto, Artur Nory, Sérgio Sazaki e Arthur Zanetti, Renato Alves, Marcos Goto e Cristiano Albino.
Arthur Zanetti, Campeão Pan-Americano, Mundial e Olímpico.
Diego Hypólito e Artur Nory, medalhistas no solo nos JO 2016.
Equipe feminina que representou o Brasil nos JO do Rio 2016.Kelly Kitaura, Francisco Porath Neto, Jade Barbosa, Flávia Saraiva, Alexandre Batista de Oliveira Carvalho (Cuia), Rebeca Andrade, Irina Ilyashenko, Daniele Hypólito, Lorrane dos Santos, e Alexander Alexandrov.
JULGAMENTO COM NOVAS MODIFICAÇÕES NOS CP
Houve diversas mudanças no critério de julgamento, com modificações em cada ciclo olímpico, no Código de Pontuação Masculino e Feminino.
Atualmente o critério considerado para julgamento é de 10,00 pontos para julgamento da execução
técnica, e uma nota aberta para julgamento da dificuldade, (onde somam os oito melhores exercícios nas
provas femininas e os dez melhores no masculino), com quatro requisitos na composição de cada
aparelho, valendo 0,5 cada um, num total de 2.00 pts. , s e n d o acrescentado algumas bonificações conforme o valor das ligações das dificuldades. Atualmente será muito difícil um ginasta conseguir 7,00
pts., no total de sua nota aberta (dificuldade).
Ou seja, uma série praticamente perfeita em sua execução e com o máximo de dificuldade prevista no Código de Pontuação, dificilmente (não impossível) poderá chegar a 17,00 pts.
Nota D: Dois (2) árbitros julgam a nota do conteúdo das séries, (dificuldade que dificilmente
ultrapassará 7,00 pts.);
Nota E: Cinco (5) árbitros julgam a execução técnica, descontando a partir de 10,0 pts.,
desprezando as duas notas extremas, e tir ando-se a média das três intermediárias.
O atual Código de Pontuação prevê para ambos os sexos, os graus de DIFICULDADE: A = 0,1 pts.; B = 0,2; C = 0,3; D = 0,4; E = 0,5; F = 0,6 e G = 0,7. PAN-AMERICANO DE LIMA/PERU/2019 Medalha de ouro por equipe masculina:
Zanetti, Luis, Caio, Francisco e Nory.
Maria Eugênia Ortiz (fisioterapeuta), Cristiano Albino, Marcos Gotto, Ricardo Yokohama, Leonardo Finco, Arthur Zanetti, Luis Porto, Caio Souza, Arthur Nory, Francisco Barreto.
Campeão individual geral, Caio Souza.
Medalha de ouro e prata no individual geral masculino; Caio e Nory.
JULGAMENTO COM NOVAS MODIFICAÇÕES NOS CP
Houve diversas mudanças no critério de julgamento, com modificações em cada ciclo olímpico, no Código de Pontuação Masculino e Feminino.
Atualmente o critério considerado para julgamento é de 10,00 pontos para julgamento da execução
técnica, e uma nota aberta para julgamento da dificuldade, (onde somam os oito melhores exercícios nas
provas femininas e os dez melhores no masculino), com quatro requisitos na composição de cada
aparelho, valendo 0,5 cada um, num total de 2.00 pts. , s e n d o acrescentado algumas bonificações conforme o valor das ligações das dificuldades. Atualmente será muito difícil um ginasta conseguir 7,00
pts., no total de sua nota aberta (dificuldade).
Ou seja, uma série praticamente perfeita em sua execução e com o máximo de dificuldade prevista no Código de Pontuação, dificilmente (não impossível) poderá chegar a 17,00 pts.
Nota D: Dois (2) árbitros julgam a nota do conteúdo das séries, (dificuldade que dificilmente
ultrapassará 7,00 pts.);
Nota E: Cinco (5) árbitros julgam a execução técnica, descontando a partir de 10,0 pts.,
desprezando as duas notas extremas, e tir ando-se a média das três intermediárias.
O atual Código de Pontuação prevê para ambos os sexos, os graus de DIFICULDADE: A = 0,1 pts.; B = 0,2; C = 0,3; D = 0,4; E = 0,5; F = 0,6 e G = 0,7. PAN-AMERICANO DE LIMA/PERU/2019 Medalha de ouro por equipe masculina:
Zanetti, Luis, Caio, Francisco e Nory.
Maria Eugênia Ortiz (fisioterapeuta), Cristiano Albino, Marcos Gotto, Ricardo Yokohama, Leonardo Finco, Arthur Zanetti, Luis Porto, Caio Souza, Arthur Nory, Francisco Barreto.
Campeão individual geral, Caio Souza.
Medalha de ouro e prata no individual geral masculino; Caio e Nory.
Medalha de bronze por equipe feminina:
Flávia, Jade, Thaís, Lorrane e Carolyne.
Flavinha: Medalha de bronze individual geral e no solo.
Carlo Sabino, Pedro Ruhs, Guilherme Sagesse, Marcelo Azeredo, Marco Antônio Monteiro e Alan Mark Liberman.
A CBG realizará de 13 a 18 de agosto na Praia Grande em SP um Campeonato Brasileiro, no qual teremos pela primeira vez um ENCONTRO DE GERAÇÕES:
O professor e técnico MARCELO AZEREDO, que teve a feliz ideia de criar nos JO do Rio em 2016, um Grupo da Família da GA(Gin. Artística do BRASIL), convocou diversos antigos campeões e montou uma equipe que denominou ELES VOLTARAM, para competirem com a nova geração.
Todos ultrapassaram o meio século de existência e estarão na Praia Grande, inscritos para o Campeonato Brasileiro, representando o Núcleo de GO Marcelo Azeredo do RJ.
Comporão a equipe de veteranos cinquentões:
Nossa CBG completou 40 anos, em 25/11/1978. Passaram pela Presidência da CBG, o Dr Fischer, (1979/1984: professor Brochado, (1985/1987); Professor Pardini, 1988/1990); Professora Vicelia, (1991/2008); e atualmente a Professora Maria Luciene Cacho Resende, 2009/2020). Nossa singela homenagem a todos que participaram desse revezamento.
RECORDAÇÕES DAQUELES QUE TRABALHARAM
PELA GO BRASILEIRA – INSTANTÂNEOS DA VELHA GUARDA
DA GINÁSTICA OLÍMPICA
Nossos saudosos Rapestinha e Fischer, sendo homenageados por outro ícone de nossa ginástica, ginasta, técnico e professor, José Carlos Eustáquio.
Georgete Vidor, outra batalhadora da GO brasileira, treinadora de verdadeiros talentos, ao lado de seu amoroso marido e do incentivador do Trampolim, Sérgio Bastos.
Bart Conner, esposo de Nádia Comanecci, campeões olímpicos, e nossa querida Laís da Silva Souza, que participou dos JO de Pequim, 2008 e Atenas 2012 , e se não tivesse se acidentado iria também para Londres
Medalha de bronze por equipe feminina:
Flávia, Jade, Thaís, Lorrane e Carolyne.
Flavinha: Medalha de bronze individual geral e no solo.
Carlo Sabino, Pedro Ruhs, Guilherme Sagesse, Marcelo Azeredo, Marco Antônio Monteiro e Alan Mark Liberman.
A CBG realizará de 13 a 18 de agosto na Praia Grande em SP um Campeonato Brasileiro, no qual teremos pela primeira vez um ENCONTRO DE GERAÇÕES:
O professor e técnico MARCELO AZEREDO, que teve a feliz ideia de criar nos JO do Rio em 2016, um Grupo da Família da GA(Gin. Artística do BRASIL), convocou diversos antigos campeões e montou uma equipe que denominou ELES VOLTARAM, para competirem com a nova geração.
Todos ultrapassaram o meio século de existência e estarão na Praia Grande, inscritos para o Campeonato Brasileiro, representando o Núcleo de GO Marcelo Azeredo do RJ.
Comporão a equipe de veteranos cinquentões:
Nossa CBG completou 40 anos, em 25/11/1978. Passaram pela Presidência da CBG, o Dr Fischer, (1979/1984: professor Brochado, (1985/1987); Professor Pardini, 1988/1990); Professora Vicelia, (1991/2008); e atualmente a Professora Maria Luciene Cacho Resende, 2009/2020). Nossa singela homenagem a todos que participaram desse revezamento.
RECORDAÇÕES DAQUELES QUE TRABALHARAM
PELA GO BRASILEIRA – INSTANTÂNEOS DA VELHA GUARDA
DA GINÁSTICA OLÍMPICA
Nossos saudosos Rapestinha e Fischer, sendo homenageados por outro ícone de nossa ginástica, ginasta, técnico e professor, José Carlos Eustáquio.
Georgete Vidor, outra batalhadora da GO brasileira, treinadora de verdadeiros talentos, ao lado de seu amoroso marido e do incentivador do Trampolim, Sérgio Bastos.
Bart Conner, esposo de Nádia Comanecci, campeões olímpicos, e nossa querida Laís da Silva Souza, que participou dos JO de Pequim, 2008 e Atenas 2012 , e se não tivesse se acidentado iria também para Londres
Yumi Yamamoto Sawasato, outro Patrimônio Nacional: participante de cinco JO e homenageada como a melhor árbitra da FIG, no ciclo olímpico, em Genebra em 2016.
Luisa Parente, (capa de meu livro), agora autora, com o autor.
Maurício Bicalho, um dos Ìcones da GO nacional com o autor.
Carlos Rezende criador do FEGIN, o autor e Fernando Brochado ex presidente da FPG e CBG, homenagedos na UNICAMP.
José Arruda, Maurício Bicalho e Sérgio Bastos.
Claudia Magalhães, primeira representante do Brasil em JO, na recepção a Velha Guarda na CAVERNA HOUSE’S nos JO do Rio.
Yumi Yamamoto Sawasato, outro Patrimônio Nacional: participante de cinco JO e homenageada como a melhor árbitra da FIG, no ciclo olímpico, em Genebra em 2016.
Luisa Parente, (capa de meu livro), agora autora, com o autor.
Maurício Bicalho, um dos Ìcones da GO nacional com o autor.
Carlos Rezende criador do FEGIN, o autor e Fernando Brochado ex presidente da FPG e CBG, homenagedos na UNICAMP.
José Arruda, Maurício Bicalho e Sérgio Bastos.
Claudia Magalhães, primeira representante do Brasil em JO, na recepção a Velha Guarda na CAVERNA HOUSE’S nos JO do Rio.
Encontros da Velha Guarda da Ginástica promovido pelo ginasta Roberto Santos, nos JO Rio, 2016.
Encontros da Velha Guarda da Ginástica promovido pelo ginasta Roberto Santos, nos JO Rio, 2001
Ginastas técnicos e dirigentes da velha guarda da GO.
Festejando os 40 anos da CBG com a Confraria do Trampolim, promovido pelo ginasta Sérgio Bastos.
Publio e Bastos da Velha Guarda da GO, presentes na Assembleia de Fundação de CBG em 25/11/1978 na CBD.
Andréa João, (que há mais de 25 anos comentando a ginástica na TV), Maria Cristina Coutinho, Lilian Carrascoza, Sílvia dos Anjos, Adriana Madeira e a ex-ginasta, técnica e dirigente, Berenice Arruda.
Nessa oportunidade foram homenageados os saudosos Dr. Fischer e Professor Rapesta, que serão eternamente relembrados por essa Velha Guarda.
Encontros da Velha Guarda da Ginástica promovido pelo ginasta Roberto Santos, nos JO Rio, 2016.
Encontros da Velha Guarda da Ginástica promovido pelo ginasta Roberto Santos, nos JO Rio, 2001
Ginastas técnicos e dirigentes da velha guarda da GO.
Festejando os 40 anos da CBG com a Confraria do Trampolim, promovido pelo ginasta Sérgio Bastos.
Publio e Bastos da Velha Guarda da GO, presentes na Assembleia de Fundação de CBG em 25/11/1978 na CBD.
Andréa João, (que há mais de 25 anos comentando a ginástica na TV), Maria Cristina Coutinho, Lilian Carrascoza, Sílvia dos Anjos, Adriana Madeira e a ex-ginasta, técnica e dirigente, Berenice Arruda.
Nessa oportunidade foram homenageados os saudosos Dr. Fischer e Professor Rapesta, que serão eternamente relembrados por essa Velha Guarda.
HOMENAGENS
Aos meus queridos pais, Alzira (Nene) e Polycarpo (Capim), que me deram à luz e me iluminaram, com sua modesta mas eficiente sabedoria, e agora mais do que nunca, acredito continuam me iluminando do alto, para onde partiram para o descanso eterno, depois da sagrada missão que vieram cumprir na Terra.
Ao meu sobrinho-neto Aruan, como um sincero agradecimento pelo afetivo e efetivo amor e carinho demonstrados na convivência
com sua bisavó (minha mãe), tornando mais felizes e alegres os últimos dias de sua existência.
AGRADECIMENTOS
Um estudo dessa natureza requer a colaboração de muitas pessoas. Agradecer a alguns poucos seria, certamente, cometer injustiças com um grande número de colegas, técnicos, dirigentes, ginastas, funcionários, clubes e instituições visitadas para coleta de dados.
Entretanto, algumas pessoas merecem citação especial, visto que foram diretamente responsáveis pela nossa trajetória profissional na área da Ginástica Olímpica e em nossa carreira universitária, colabo rando sobremaneira para o sucesso desse trabalho.
Referimo-nos ao Professor Doutor Antônio Boaventura da Silva, que praticamente nos descobriu, motivou, entusiasmou e nos soube cobrar nas horas certas, sendo mais um pai do que um mestre (é próprio de seu feitio); Major Silvio de Magalhães Padilha, o eterno presidente do Comitê Olímpico Brasileiro, pela confiança, consideração e colaboração, sempre acreditando em nossa seriedade de trabalho, e, principalmente, pela ajuda que prestou à Ginástica Olímpica do Brasil com destaque ao Estado de São Paulo; Professor Hélio Babo, Diretor de Desportos Terrestres da Confederação Brasileira de Desportos (CBD), pelo voto de confiança, apoio e colaboração durante nossa permanência como membro do Conselho de Assessores de Ginástica da CBD (desde 1968), principalmente durante nossa gestão como Presidente daquele Conselho no triênio de 197 4-7 6; Professor Enrique Wilson Rapes ta, pelos diversos ensinamentos e conselhos nas diversas oportunidades em que tivemos o privilégio de estar reunidos. O Brasil deve muito do que sabe de Ginástica ao Professor Rapesta, desde os idos de 1953, quando se radicou definitivamente no Brasil, país que tomou como sua segunda Pátria, inclusive naturali zando-se brasileiro; Doutor Siegfried Fischer, pelo apoio, incentivo, ensinamentos, orientação, confiança, em todos os momentos, aqui, ali, agora, "lá fora" e sempre, assessorando-nos nos Congressos da Federação Internacional de Ginástica e apresentando-nos aos "experts" da Ginástica internacional, com os quais conseguimos preciosas informações técnicas e depoimentos históricos que vieram enriquecer nosso trabalho.
Na Ginástica Olímpica, esses educadores e orientadores é que foram os principais responsáveis pela abertura de nosso horizonte para essa modalidade esportiva. A eles o nosso eterno agradecimento.
Agradecemos, também, a todos que, direta ou indiretamente, colaboraram com dados para esta pesquisa, em especial nosso amigo Professor Mário César Cheberle Pardini, com quem tivemos a honra de visitar os locais onde o íniciador da Ginástica Olímpica, Friedrich Ludwig Jahn, começou a dar os primeiros passos do nosso esporte; o ginasta tricampeão brasileiro Arno Nelson T esche; ginasta Dante Gnoatto, diversas vezes campeão brasileiro pela equipe gaúcha e principal "paitrocinador" do filho Gerson Gnoatto, nosso representante nos Jogos Olímpicos de Los Angeles; Professor Nelson Saul, também diversas vezes campeão brasileiro pela equipe gaúcha, atualmente Professor universitário em Porto Alegre, RS; Professora Nilda Rosa, bicampeã brasileira individual e campeã luso-brasileira de salto sobre o cavalo, sem dúvida a mais injustiçada das ginastas brasileiras e o melhor nível técnico de sua época; Professor Ruy Martins Ferreira Sobrinho, técnico e descobridor de talentos femininos; Professor Fernando Augusto Brochado, nosso ex-aluno, nosso ex-ginasta, ex-presidente da FPG, CBG e da União Pan-americana de
HOMENAGENS
Aos meus queridos pais, Alzira (Nene) e Polycarpo (Capim), que me deram à luz e me iluminaram, com sua modesta mas eficiente sabedoria, e agora mais do que nunca,
acredito continuam me iluminando do alto, para onde partiram para o descanso eterno, depois da sagrada missão que vieram cumprir na Terra.
Ao meu sobrinho-neto Aruan, como um sincero agradecimento pelo afetivo e efetivo amor e carinho demonstrados na convivência
com sua bisavó (minha mãe), tornando mais felizes e alegres os últimos dias de sua existência.
AGRADECIMENTOS
Um estudo dessa natureza requer a colaboração de muitas pessoas. Agradecer a alguns poucos seria, certamente, cometer injustiças com um grande número de colegas, técnicos, dirigentes, ginastas, funcionários, clubes e instituições visitadas para coleta de dados.
Entretanto, algumas pessoas merecem citação especial, visto que foram diretamente responsáveis pela nossa trajetória profissional na área da Ginástica Olímpica e em nossa carreira universitária, colabo rando sobremaneira para o sucesso desse trabalho.
Referimo-nos ao Professor Doutor Antônio Boaventura da Silva, que praticamente nos descobriu, motivou, entusiasmou e nos soube cobrar nas horas certas, sendo mais um pai do que um mestre (é próprio de seu feitio); Major Silvio de Magalhães Padilha, o eterno presidente do Comitê Olímpico Brasileiro, pela confiança, consideração e colaboração, sempre acreditando em nossa seriedade de trabalho, e, principalmente, pela ajuda que prestou à Ginástica Olímpica do Brasil com destaque ao Estado de São Paulo; Professor Hélio Babo, Diretor de Desportos Terrestres da Confederação Brasileira de Desportos (CBD), pelo voto de confiança, apoio e colaboração durante nossa permanência como membro do Conselho de Assessores de Ginástica da CBD (desde 1968), principalmente durante nossa gestão como Presidente daquele Conselho no triênio de 197 4-7 6; Professor Enrique Wilson Rapes ta, pelos diversos ensinamentos e conselhos nas diversas oportunidades em que tivemos o privilégio de estar reunidos. O Brasil deve muito do que sabe de Ginástica ao Professor Rapesta, desde os idos de 1953, quando se radicou definitivamente no Brasil, país que tomou como sua segunda Pátria, inclusive naturali zando-se brasileiro; Doutor Siegfried Fischer, pelo apoio, incentivo, ensinamentos, orientação, confiança, em todos os momentos, aqui, ali, agora, "lá fora" e sempre, assessorando-nos nos Congressos da Federação Internacional de Ginástica e apresentando-nos aos "experts" da Ginástica internacional, com os quais conseguimos preciosas informações técnicas e depoimentos históricos que vieram enriquecer nosso trabalho.
Na Ginástica Olímpica, esses educadores e orientadores é que foram os principais responsáveis pela abertura de nosso horizonte para essa modalidade esportiva. A eles o nosso eterno agradecimento.
Agradecemos, também, a todos que, direta ou indiretamente, colaboraram com dados para esta pesquisa, em especial nosso amigo Professor Mário César Cheberle Pardini, com quem tivemos a honra de visitar os locais onde o íniciador da Ginástica Olímpica, Friedrich Ludwig Jahn, começou a dar os primeiros passos do nosso esporte; o ginasta tricampeão brasileiro Arno Nelson T esche; ginasta Dante Gnoatto, diversas vezes campeão brasileiro pela equipe gaúcha e principal "paitrocinador" do filho Gerson Gnoatto, nosso representante nos Jogos Olímpicos de Los Angeles; Professor Nelson Saul, também diversas vezes campeão brasileiro pela equipe gaúcha, atualmente Professor universitário em Porto Alegre, RS; Professora Nilda Rosa, bicampeã brasileira individual e campeã luso-brasileira de salto sobre o cavalo, sem dúvida a mais injustiçada das ginastas brasileiras e o melhor nível técnico de sua época; Professor Ruy Martins Ferreira Sobrinho, técnico e descobridor de talentos femininos; Professor Fernando Augusto Brochado, nosso ex-aluno, nosso ex-ginasta, ex-presidente da FPG, CBG e da União Pan-americana de
Ginástica; Professor Sérgio Bastos, também campeão brasileiro, incompreendido por muitos, mas, de
valor extraordinário, principalmente em se considerando o seu amor pela Ginástica Olímpica e o seu
"pique" de trabalho, atualmente presidente da Confederação Brasileira de Trampolim Acrobático;
Comandante Rolim Adolfo Amaro, pela constante colaboração durante nosso estudo e sobretudo para
que a publicação deste livro se tomasse uma realidade.
Muitos colaboraram com dados para esta pesquisa, mas, de uma maneira especial, deixamos aqui
os nossos sinceros agradecimentos a todos os nossos ex-alunos (ginastas e técnicos de clubes, alunos de Escolas de Educação Física e professores dos cursos que ministramos), que foram nosso maior incentivo e
nossa principal motivação no desafio constante na investigação de novos dados, para a aquisição de novos
conhecimentos.
Não poderia deixar de mencionar também alguns Comandantes da Polícia Militar do Estado de
São Paulo, que foram de vital importância para nossa vida esportiva, de uma forma geral e em especial na
Ginástica Olímpica: General João Baptista de Oliveira Figueiredo, Comandante Geral; Coronel Juvenal
Lopes da Silva, Diretor de Ensino; Major Nelson Tranchesi, Comandante da Escola de Educação Física de
Polícia Militar; e 1 º Tenente Alcides lelles Moreira, nosso Comandante, padrinho, amigo e conselheiro,
cuja interferência possibilitou o nosso ingresso no Curso de Instrutores de Educação Física.
Outra colaboradora de peso foi Laurete Godoy que, além de nos aconselhar, motivar e nos dar o
apoio certo na hora certa, indicou-nos para comentarista da ginástica, para a TV Globo, durante os Jogos
Olímpicos realizados em Seul, em 1988. Nosso subcomandante que nos substituiu no Comando da EEF
da Polícia Militar, Major João de Paula Ferreira Filho, que nos cedeu dados importantíssimos sobre o Pai
da Ginástica, Friedrich Ludwig Jahn.
Internacionalmente, não poderíamos deixar de citar nossos amigos Arthur Magakian e Georges
Chautemps, da França, pela estreita colaboração, e ao saudoso Presidente da Federação Internacional de
Ginástica, Arthur Gander, e ao seu eterno Secretário Geral, Max Bangarter, pelas constantes correspon
dências, livros, revistas e cartas, contendo dados de muito valor para o nosso estudo. À Doutora Maria
Augusta Pedutti dal Molin Kiss, pela insistência, orientação e carinho com que nos orientou para o campo da pesquisa científica na E.E.F. da Universidade de São Paulo. Ao Professor e Técnico Kenshi Ohara, que
ajudou os paulistas a assumir a liderança da ginástica masculina, levando nossa seleção a nível interna
cional, participando de Jogos Olímpicos, Campeonatos Mundiais e a conseguir medalhas nos Jogos Pan americanos. E, finalmente, aos meus filhos, Marisa e Sergio, pelas traduções tão necessárias de artigos,
livros e revistas em inglês, e pelo inestimável apoio no que se refere à informática, colaborando assim para
uma publicação antecipada desse estudo.
Nestor Soares Publio
EM NOME DO AUTOR E DA GINÁSTICA ARTÍSTICA DO BRASIL, O NOSSO MUITO OBRIGADO PELA PRESENTE REEDIÇÃO DA OBRA “EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA GINÁSTICA OLÍMPICA”
Um agradecimento todo especial em nome dos amantes da Ginástica Artísticas do Brasil, a esta eficiente equipe capitaneada pelo meu prezado amigo Professor Claudio Boschi, Presidente do Conselho Regional de Educação Física de MG (CREF6/MG), e seus assessores diretos Wilian Pimentel e Wilian Peres, pela gentil publicação da cópia de meu livro, (para distribuição gratuita), incluindo algumas fotos em seu interior, de antigos campeões e comentários do autor, desses vinte anos de evolução em nossa Ginástica Olímpica, hoje Ginástica Artística.
Professor Nestor Soares Publio
Nestor Soares Publio.
NESTOR SOARES PUBLIO
- Instrutor de Educação Física pela Escola de Educação Física da Polícia Militar do Estado de São Paulo. - Presidente, vice-presidente e Diretor Técnico da Federação Paulista de Ginástica, no período de
1960/1990.
- Técnico masculino da Seleção Brasileira dos IV Jogos luso-brasileiros, de 1963, em São Paulo, Brasil, e no Campeonato Mundial de Varna, Bulgária, em 1974.
- Professor de Ginástica Olímpica dos Cursos da EEF da Universidade de São Paulo (Licenciatura, Bacharel e Especialização) desde 1967.
- Curso de Oficial de Esportes, na "École Interarmées des Sports" de Fontainebleau, na França, em 1968.
- Presidente do Conselho de Assessores de Ginástica da Confederação Brasileira de Desportos no triênio 1974-75-76, tendo integrado o Conselho como membro desde 1968.
- Assessor Técnico e Instrutor de Educação Física da Academia de Polícia Militar do Estado de São Paulo, em 1969-1970.
- Supervisor Técnico do Esporte Clube Pinheiros de São Paulo, de 1970 a 1991, e Técnico de Ginástica Olímpica do Tênis Clube Paulista, do Clube Paineiras do Morumbi, e do Grêmio Desportivo da Polícia Militar.
- Curso de Técnica Desportiva - Ginástica Olímpica na EEF da Universidade de São Paulo, em 1971. - Chefe da Delegação Brasileira de Ginástica Olímpica, nos Jogos Pan-americanos de Cali, Colômbia, em
1971; nos Jogos Pan-americanos do México, em 1975; nos Campeonatos Mundiais de Varna, na Bulgária, em 1974, e Moscou, na URSS, em 1981.
- Estágio na EEF da Universidade de Tóquio, no Japão, em 1972.
- Coordenador junto à SEED-MEC dos Jogos Estudantis Brasileiros, realizados em Maceió, Alagoas, em 1972, e em São Luiz do Maranhão, em 1988, tendo atuado como árbitro em outros JEB' s.
- Professor nos quatro Cursos Nacionais de Ginástica Olímpica, promovidos pela SEED-MEC, reali zados em Belo Horizonte (1973), Vitória (1974), João Pessoa (1975) e Rio de Janeiro (1976).
Ginástica; Professor Sérgio Bastos, também campeão brasileiro, incompreendido por muitos, mas, de
valor extraordinário, principalmente em se considerando o seu amor pela Ginástica Olímpica e o seu
"pique" de trabalho, atualmente presidente da Confederação Brasileira de Trampolim Acrobático;
Comandante Rolim Adolfo Amaro, pela constante colaboração durante nosso estudo e sobretudo para
que a publicação deste livro se tomasse uma realidade.
Muitos colaboraram com dados para esta pesquisa, mas, de uma maneira especial, deixamos aqui
os nossos sinceros agradecimentos a todos os nossos ex-alunos (ginastas e técnicos de clubes, alunos de Escolas de Educação Física e professores dos cursos que ministramos), que foram nosso maior incentivo e
nossa principal motivação no desafio constante na investigação de novos dados, para a aquisição de novos
conhecimentos.
Não poderia deixar de mencionar também alguns Comandantes da Polícia Militar do Estado de
São Paulo, que foram de vital importância para nossa vida esportiva, de uma forma geral e em especial na
Ginástica Olímpica: General João Baptista de Oliveira Figueiredo, Comandante Geral; Coronel Juvenal
Lopes da Silva, Diretor de Ensino; Major Nelson Tranchesi, Comandante da Escola de Educação Física de
Polícia Militar; e 1 º Tenente Alcides lelles Moreira, nosso Comandante, padrinho, amigo e conselheiro,
cuja interferência possibilitou o nosso ingresso no Curso de Instrutores de Educação Física.
Outra colaboradora de peso foi Laurete Godoy que, além de nos aconselhar, motivar e nos dar o
apoio certo na hora certa, indicou-nos para comentarista da ginástica, para a TV Globo, durante os Jogos
Olímpicos realizados em Seul, em 1988. Nosso subcomandante que nos substituiu no Comando da EEF
da Polícia Militar, Major João de Paula Ferreira Filho, que nos cedeu dados importantíssimos sobre o Pai
da Ginástica, Friedrich Ludwig Jahn.
Internacionalmente, não poderíamos deixar de citar nossos amigos Arthur Magakian e Georges
Chautemps, da França, pela estreita colaboração, e ao saudoso Presidente da Federação Internacional de
Ginástica, Arthur Gander, e ao seu eterno Secretário Geral, Max Bangarter, pelas constantes correspon
dências, livros, revistas e cartas, contendo dados de muito valor para o nosso estudo. À Doutora Maria
Augusta Pedutti dal Molin Kiss, pela insistência, orientação e carinho com que nos orientou para o campo da pesquisa científica na E.E.F. da Universidade de São Paulo. Ao Professor e Técnico Kenshi Ohara, que
ajudou os paulistas a assumir a liderança da ginástica masculina, levando nossa seleção a nível interna
cional, participando de Jogos Olímpicos, Campeonatos Mundiais e a conseguir medalhas nos Jogos Pan americanos. E, finalmente, aos meus filhos, Marisa e Sergio, pelas traduções tão necessárias de artigos,
livros e revistas em inglês, e pelo inestimável apoio no que se refere à informática, colaborando assim para
uma publicação antecipada desse estudo.
Nestor Soares Publio
EM NOME DO AUTOR E DA GINÁSTICA ARTÍSTICA DO BRASIL, O NOSSO MUITO OBRIGADO PELA PRESENTE REEDIÇÃO DA OBRA “EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA GINÁSTICA OLÍMPICA”
Um agradecimento todo especial em nome dos amantes da Ginástica Artísticas do Brasil, a esta eficiente equipe capitaneada pelo meu prezado amigo Professor Claudio Boschi, Presidente do Conselho Regional de Educação Física de MG (CREF6/MG), e seus assessores diretos Wilian Pimentel e Wilian Peres, pela gentil publicação da cópia de meu livro, (para distribuição gratuita), incluindo algumas fotos em seu interior, de antigos campeões e comentários do autor, desses vinte anos de evolução em nossa Ginástica Olímpica, hoje Ginástica Artística.
Professor Nestor Soares Publio
Nestor Soares Publio.
NESTOR SOARES PUBLIO
- Instrutor de Educação Física pela Escola de Educação Física da Polícia Militar do Estado de São Paulo. - Presidente, vice-presidente e Diretor Técnico da Federação Paulista de Ginástica, no período de
1960/1990.
- Técnico masculino da Seleção Brasileira dos IV Jogos luso-brasileiros, de 1963, em São Paulo, Brasil, e no Campeonato Mundial de Varna, Bulgária, em 1974.
- Professor de Ginástica Olímpica dos Cursos da EEF da Universidade de São Paulo (Licenciatura, Bacharel e Especialização) desde 1967.
- Curso de Oficial de Esportes, na "École Interarmées des Sports" de Fontainebleau, na França, em 1968.
- Presidente do Conselho de Assessores de Ginástica da Confederação Brasileira de Desportos no triênio 1974-75-76, tendo integrado o Conselho como membro desde 1968.
- Assessor Técnico e Instrutor de Educação Física da Academia de Polícia Militar do Estado de São Paulo, em 1969-1970.
- Supervisor Técnico do Esporte Clube Pinheiros de São Paulo, de 1970 a 1991, e Técnico de Ginástica Olímpica do Tênis Clube Paulista, do Clube Paineiras do Morumbi, e do Grêmio Desportivo da Polícia Militar.
- Curso de Técnica Desportiva - Ginástica Olímpica na EEF da Universidade de São Paulo, em 1971. - Chefe da Delegação Brasileira de Ginástica Olímpica, nos Jogos Pan-americanos de Cali, Colômbia, em
1971; nos Jogos Pan-americanos do México, em 1975; nos Campeonatos Mundiais de Varna, na Bulgária, em 1974, e Moscou, na URSS, em 1981.
- Estágio na EEF da Universidade de Tóquio, no Japão, em 1972.
- Coordenador junto à SEED-MEC dos Jogos Estudantis Brasileiros, realizados em Maceió, Alagoas, em 1972, e em São Luiz do Maranhão, em 1988, tendo atuado como árbitro em outros JEB' s.
- Professor nos quatro Cursos Nacionais de Ginástica Olímpica, promovidos pela SEED-MEC, reali zados em Belo Horizonte (1973), Vitória (1974), João Pessoa (1975) e Rio de Janeiro (1976).
10 NESTOR SOARES PUBLIO
- Idealizador, Organizador e Diretor Técnico do Torneio de Massificação Unissex de Ginástica Olím
pica, realizado pela Federação Paulista de Ginástica, no Ginásio do lbirapuera, em junho de 197 5, com
a participação de mais de 3 mil estudantes e ginastas.
- Comandante e Diretor de Ensino da Escola de Educação Física da Polícia Militar do Estado de São
Paulo, de 1976 a 1981.
- Delegado nos Congressos da Federação Internacional de Ginástica, realizados em Berna, na Suíça, em
197 5, em Estrasburgo, na França, em 1978, em Moscou, na URSS, em 1981, e em Seul, na Coréia do
Sul, em 1988.
- Mestre de Educação Física pela EEF da Universidade de São Paulo, em 1978.
- Árbitro Internacional de Ginástica Olímpica, (desde 1976), tendo atuado no Campeonato Mundial de
Dallas - 1979 e nos Jogos Olímpicos de Moscou - 1980.
- Organizador e Professor do Curso Nacional de Arbitragem da Confederação Brasileira de Ginástica,
realizado em São Paulo, em 1980, além de professor em diversos Cursos Nacionais para Árbitros de
Ginástica Olímpica, promovidos pela Confederação Brasileira de Desportos e Ministério de Educação
e Cultura.
Trabalhos publicados:
- Treinamento de Ginástica Olímpica para ginastas de elite. Desportos, .Z.(18): 21-2, 1977.
40 ans de gymnastique au Brésil. World of Gymnastics. Moutier, n.2, p.27, 1991.
Flexibilidade e Desenvolvimento Técnico na Ginástica Olímpica. (Dissertação de Mestrado) Revista
Paulista de Educação Física, 2(2): 45-7, 1988.
Aprendizagem de habilidades motoras seriadas da ginástica olímpica. (The learning of olympic gymnas
tics serial skills. Revista Paulista de Educação Física, São Paulo, v. 7, n.1, p.58-68, 1993.
História da Ginástica Olímpica. Revista Brasileira de Ciência e Movimento, São Caetano do Sul, v.6,
n.1, p. 88-90, 1992.
Efeitos da demonstração e instrução verbal na aprendizagem de habilidades motoras da ginástica olím
pica. (Effects of demonstration and verbal instruction on the learning of olympic gymnastics motor
skills.) Revista Paulista de Educação Física, São Paulo, v.9, n.2, p.111-124, 1995.
Cem anos de Ginástica Olímpica (1881-1981), apresentado no I Encontro Nacional de História reali
zado na Unicamp, em Campinas, 1981.
Plano de Ação Desportiva - Ginástica Olímpica. Secretaria Municipal de Esportes, São Paulo, 1980. Delegado da Federação internacional de Educação Física (FIEP) nomeado em 1978, em SP. Conselheiro Regional do CREF-4/SP no mandato de 2013/2016.
Homenagem de Benemérito da Educação Física, pelo CREF-4/SP em dezembro de 2002.
Homenagem do CREF/SP como ícone da EF com o Auditório Nestor Soares Publio na sede própria, situada na rua Libero Badaró em SP.
Conselheiro Federal do Conselho Federal de Educação Física (CONFEF), eleito para o período de 2016 a 2020.
-PREÂMBULO
Há muito que o Brasil precisava de um livro que mostrasse a todos os ligados aos esportes e público em geral o histórico da Ginástica (Educação Física) e da Ginástica Olímpica no Brasil e no mundo. Trabalho árduo de muitos anos em pesquisas, entrevistas e viagens permitiu ao Professor Nestor Soares Publio concretizar este sonho da antiga Confederação Brasileira de Desportos, da Federação Paulista de Ginástica e da Confederação Brasileira de Ginástica, justificando a qualificação do Professor Publio que há mais de 30 anos, vem trabalhando pela Ginástica e, em especial, pela Ginástica Olímpica do Brasil, desde a Escola da Educação Física de Força Pública, a mais antiga do país onde iniciou seu aprendizado nos idos de 1959, depois complementado com o Curso de Técnica Desportiva em Ginástica Olímpica e Mestrado em Educacão Física na Escola de Educacão Física da Universidade de São Paulo, onde vem militando
.
.
.desde a década de 1970. Como seu amigo e colaborador, fico muito feliz em ter sido convidado para fazer o preâmbulo deste livro que chega a todos os brasileiros, preenchendo uma lacuna na literatura esportiva nacional. Meus parabéns ao Professor Publio e meu agradecimento pela oportunidade que, acredito, se deva a nossa longa amizade surgida pelo mútuo amor pela Educação por meio das atividades físicas de uma forma geral e pela Ginástica Olímpica de uma forma particular.
Enrique Wilson Rapesta Licenciado em Educação Física