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10-Controle e redução de perdas

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Academic year: 2021

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(1)

CONTROLE E

REDUÇÃO DE

PERDAS

(2)

PERDAS: CONCEITUAÇÃO PERDAS: CONCEITUA

PERDAS: CONCEITUAÇÇÃOÃO

DESPERDÍCIO

Mal uso da água Programas de uso

racional

PERDAS DE ÁGUA

Vazamentos na rede e nas ligações prediais Programa de controle

(3)

PERDAS DE ÁGUA PERDAS DE

PERDAS DE ÁÁGUAGUA

NÃO EXISTE PERDA ZERO

Corrosão/deterioração →

vazamento nas

tubulações

Movimentação no solo →

vazamento nas

(4)

PERDAS DE ÁGUA PERDAS DE

PERDAS DE ÁÁGUAGUA

Tipos de perdas

Perda física →→→→ Perda real

(5)

PERDAS DE ÁGUA PERDAS DE

PERDAS DE ÁÁGUAGUA

(6)

AVALIAÇÃO GERAL DAS PERDAS AVALIA

(7)

BALANÇO HÍBRIDO BALAN

BALANÇÇO HO HÍÍBRIDOBRIDO

(8)

MATRIZ DO BALANÇO HÍDRICO

MATRIZ DO BALAN

(9)

MATRIZ DO BALANÇO HÍDRICO - EXEMPLO MATRIZ DO BALAN

(10)

PERFIL DAS PERDAS NA RMSP ANO: 1993

PERFIL DAS PERDAS NA RMSP

PERFIL DAS PERDAS NA RMSP

ANO: 1993 ANO: 1993 Vazamentos 51,0% Gestão comercial 17,1% Macromedição 5,3% Micromedição 20,3% Favelas 6,3%

(11)

INDICADORES DE PERDAS INDICADORES DE PERDAS

INDICADORES DE PERDAS

Indicador percentual de perdas - IP

Índice de perdas por ramal

Índice de perdas por extensão de rede

Índice infra-estrutura de perdas

Volume Perdido Total

x 100% Volume Fornecido

(((( )))) (((( ))))

3

Volume perdido anual

m /ramal.dia Nº de Ramais x 365

(((( 3 ))))

Volume Perdido Anual

m /km.dia (Extensão da Rede 365 ××××

(((( ))))

Volume Perdido Total Anual

adimensional Volume total

(12)

PERDAS REAIS - Vazamentos

PERDAS REAIS

PERDAS REAIS

-

-

Vazamentos

Vazamentos

Nas estruturas das ETAs

Nas tubulações das linhas de adução e da rede de

distribuição e seus acessórios

Nos ramais prediais e cavaletes

Nas estruturas dos reservatórios setoriais

Nos equipamentos das estações elevatórias

(13)

CAUSAS DOS VAZAMENTOS

CAUSAS DOS VAZAMENTOS

(14)

OCORRÊNCIA DE VAZAMENTOS

OCORRÊNCIA DE VAZAMENTOS

(15)

CLASSIFICAÇÃO DOS VAZAMENTOS

CLASSIFICA

(16)

CARACTERÍSTICAS DOS VAZAMENTOS

CARACTER

(17)

DURAÇÃO DOS VAZAMENTOS

DURA

(18)

FREQÜÊNCIA DE PESQUISAS E DURAÇÃO MÉDIA DOS VAZAMENTOS NÃO-VISÍVEIS FREQ

FREQÜÜÊNCIA DE PESQUISAS E DURAÊNCIA DE PESQUISAS E DURAÇÇÃO ÃO M

(19)

RELAÇÃO ENTRE PRESSÃO E OS VAZAMENTOS RELA

RELAÇÇÃO ENTRE PRESSÃO E OS VAZAMENTOSÃO ENTRE PRESSÃO E OS VAZAMENTOS

1 N 1 1 0 0 Q P Q P         = == =          

onde: Q0 = vazão inicial à pressão P0 Q1 = vazão final à pressão P1 N1 = expoente que depende do

(20)

FREQÜÊNCIA DE ARREBENTADOS DA REDE VERSUS PRESSÃO

FREQ

FREQÜÜÊNCIA DE ARREBENTADOS DA REDE ÊNCIA DE ARREBENTADOS DA REDE VERSUS PRESSÃO

(21)

PERDAS REAIS - EXTRAVASAMENTOS

PERDAS REAIS

PERDAS REAIS

-

-

EXTRAVASAMENTOS

EXTRAVASAMENTOS

Reservatórios setoriais:

Variável, função do controle de nível

Não é significativo

(22)

AVALIAÇÃO DE PERDAS REAIS

(23)

Método das vazões mínimas noturnas

Análise dos componentes da vazão média mínima noturna

(24)

AVALIAÇÃO DE PERDAS REAIS

(25)

AVALIAÇÃO DE PERDAS REAIS

AVALIA

AVALIA

Ç

Ç

ÃO DE PERDAS REAIS

ÃO DE PERDAS REAIS

Método das vazões mínimas noturnas

(26)

PERDAS REAIS INERENTES PERDAS REAIS INERENTES

PERDAS REAIS INERENTES

Vazamentos inerentes = Vi x FCI

Redes: 20 L/km/hora a 50 mca de pressão

(27)

PERDAS REAIS INEVITÁVEIS

PERDAS REAIS INEVIT

PERDAS REAIS INEVIT

Á

Á

VEIS

VEIS

Perdas Reais Inevitáveis = (18 x Lm + 0,80 x N + 25 x Lp) x P/1.000, em L/dia

onde: Lm = extensão da rede em km N = número de ramais

Lp = extensão do tubo entre a testada do imóvel e o hidrômetro

(28)

PERDAS REAIS INEVITÁVEIS

PERDAS REAIS INEVIT

PERDAS REAIS INEVIT

Á

Á

VEIS

VEIS

(29)

PERDAS REAIS INEVITÁVEIS

PERDAS REAIS INEVIT

PERDAS REAIS INEVIT

Á

Á

VEIS

VEIS

(30)

PERDAS REAIS INEVITÁVEIS E DENSIDADE DE RAMAIS

PERDAS REAIS INEVIT

PERDAS REAIS INEVITÁÁVEIS E VEIS E DENSIDADE DE RAMAIS

(31)

PERDAS APARENTES PERDAS APARENTES

PERDAS APARENTES

ERROS DOS MEDIDORES DE VAZÃO

Macromedição e micromedição

a) Medidores de vazão para condutos livres

Calhas e vertedouros

Medidores eletrônicos (eletromagnético, ultrassônico)

b) Medidores de vazão para condutos forçados

Medidores deprimogêneos (venturi, bocal, placa de orifício) Medidores tipo turbina (hidrômetro, Woltmann, composto,

proporcional)

Medidores eletrônicos (eletromagnético, ultrassônico)

c) Medidores de velocidade de escoamento ou de inserção

Tubo de Pitot Molinete

(32)

MEDIDORES DE VAZÃO

MEDIDORES DE VAZÃO

(33)

PERDAS APARENTES PERDAS APARENTES

PERDAS APARENTES

Erros dos macromedidores

Instalação inadequada

Descalibração do medidor;

Dimensionamento inadequado

Problemas com a instrumentação

secundária

(34)

PERDAS APARENTES PERDAS APARENTES

PERDAS APARENTES

Erros dos hidrômetros

Curvas de erros - Hidrômetros novos: posição normal/posição inclinada

(35)

PERDAS APARENTES PERDAS APARENTES

PERDAS APARENTES

(36)

PERDAS APARENTES PERDAS APARENTES PERDAS APARENTES

GESTÃO COMERCIAL

Cadastro comercial

Fraudes

Outros casos

(37)

AVALIAÇÃO DE PERDAS APARENTES

AVALIA

AVALIA

Ç

Ç

ÃO DE PERDAS APARENTES

ÃO DE PERDAS APARENTES

Método do balanço hídrico

Estudos e ensaios específicos

Determinação das perdas aparentes

(38)

PROGRAMA DE CONTROLE E DESENVOLVIMENTO DA OPERAÇÃO - SABESP (1996)

PROGRAMA DE CONTROLE E DESENVOLVIMENTO DA

PROGRAMA DE CONTROLE E DESENVOLVIMENTO DA

OPERA

OPERAÇÇÃO ÃO -- SABESP (1996)SABESP (1996)

I. Micromedição

II. Redução e Controle de Vazamentos III. Macromedição

IV. Pitometria

V. Desenvolvimento da Operação

VI. Revisão dos Critérios de Projetos e Construção e Desenvolvimento da Qualidade dos Materiais e Equipamentos

VII. Cadastro dos Sistemas Existentes e de Grandes Consumidores, e Segurança dos Sistemas

(39)

UNIDADES DE CONTROLE

UNIDADES DE CONTROLE

UNIDADES DE CONTROLE

Setor de abastecimento

Distritos pitométricos

Tamanho médio entre 1.000 e 5.000 ligações

Área estanque

Existência de ponto para a medição de vazão e

(40)

ESQUEMA GERAL DAS ÁREAS DE

CONTROLE DE PERDAS

ESQUEMA GERAL DAS

ESQUEMA GERAL DAS

Á

Á

REAS DE

REAS DE

CONTROLE DE PERDAS

(41)

EVOLUÇÃO DO ÍNDICE DE PERDAS

REAIS EM TÓQUIO

EVOLU

EVOLU

Ç

Ç

ÃO DO

ÃO DO

Í

Í

NDICE DE PERDAS

NDICE DE PERDAS

REAIS EM T

(42)

COMPONENTES DO CONTROLE DE PERDAS COMPONENTES DO CONTROLE DE PERDAS

(43)

CONTROLE DE PERDAS REAIS CONTROLE DE PERDAS REAIS

CONTROLE DE PERDAS REAIS

CONTROLE ATIVO DOS VAZAMENTOS

(44)

CONTROLE DE PERDAS REAIS CONTROLE DE PERDAS REAIS

CONTROLE DE PERDAS REAIS

CONTROLE ATIVO DOS VAZAMENTOS

(45)

CONTROLE DE PERDAS REAIS CONTROLE DE PERDAS REAIS

CONTROLE DE PERDAS REAIS

(46)

CONTROLE DE PERDAS REAIS CONTROLE DE PERDAS REAIS

CONTROLE DE PERDAS REAIS

(47)

CONTROLE DE PERDAS REAIS CONTROLE DE PERDAS REAIS

CONTROLE DE PERDAS REAIS

CONTROLE DE PRESSÃO

Setorização

(48)

CONTROLE DE PERDAS REAIS CONTROLE DE PERDAS REAIS

CONTROLE DE PERDAS REAIS

Válvulas redutoras de pressão - VRP

VRP modulada pela vazão

(49)

CONTROLE DE PERDAS REAIS CONTROLE DE PERDAS REAIS

CONTROLE DE PERDAS REAIS

Válvulas redutoras de pressão - VRP

VRP modulada pela vazão

(50)

CONTROLE DE PERDAS REAIS CONTROLE DE PERDAS REAIS

CONTROLE DE PERDAS REAIS

(51)

CONTROLE DE PERDAS REAIS CONTROLE DE PERDAS REAIS

CONTROLE DE PERDAS REAIS

CONTROLE DE EXTRAVASAMENTOS

(52)

CONTROLE DE PERDAS REAIS CONTROLE DE PERDAS REAIS

CONTROLE DE PERDAS REAIS

Melhoria da qualidade dos materiais

Melhoria da qualidade da mão-de-obra na

execução dos serviços e obras

Treinamento da mão-de-obra

Certificação profissional

(53)

SÍNTESE DAS AÇÕES PARA O CONTROLE E REDUÇÃO DE PERDAS REAIS

S

SÍÍNTESE DAS ANTESE DAS AÇÇÕES PARA O CONTROLE E ÕES PARA O CONTROLE E REDU

(54)

COMPONENTES DO CONTROLE DE PERDAS APARENTES

COMPONENTES DO CONTROLE DE PERDAS

COMPONENTES DO CONTROLE DE PERDAS

APARENTES

(55)

CONTROLE DE PERDAS APARENTES CONTROLE DE PERDAS APARENTES

CONTROLE DE PERDAS APARENTES

(56)

CONTROLE DE PERDAS APARENTES CONTROLE DE PERDAS APARENTES

CONTROLE DE PERDAS APARENTES

IMPLANTAÇÃO E MANUTENÇÃO DO SISTEMA DE MACROMEDIÇÃO

Troca de hidrômetros

Acerto da inclinação dos hidrômetros

COMBATE ÀS FRAUDES

(57)

SÍNTESE DAS AÇÕES PARA O CONTROLE E REDUÇÃO DE PERDAS APARENTES

S

SÍÍNTESE DAS ANTESE DAS AÇÇÕES PARA O CONTROLE E ÕES PARA O CONTROLE E REDU

(58)

SÍNTESE DAS AÇÕES PARA O CONTROLE E REDUÇÃO DE PERDAS APARENTES

S

SÍÍNTESE DAS ANTESE DAS AÇÇÕES PARA O CONTROLE E ÕES PARA O CONTROLE E REDU

(59)

ESTRUTURAÇÃO DE UM PROGRAMA DE CONTROLE E REDUÇÃO DE PERDAS ESTRUTURA

ESTRUTURAÇÇÃO DE UM PROGRAMA DE ÃO DE UM PROGRAMA DE CONTROLE E REDU

CONTROLE E REDUÇÇÃO DE PERDASÃO DE PERDAS

Diagnóstico

Definição de metas

Indicadores de controle

Planos de ação

Estruturação e priorização

Acompanhamento das ações e

avaliação de resultados

(60)

ANÁLISE ECONÔMICA AN

ANÁÁLISE ECONÔMICALISE ECONÔMICA

(61)

NOVAS TECNOLOGIAS UTILIZADAS NO CONTROLE E REDUÇÃO DE PERDAS

NOVAS TECNOLOGIAS UTILIZADAS NO

NOVAS TECNOLOGIAS UTILIZADAS NO

CONTROLE E REDU

CONTROLE E REDUÇÇÃO DE PERDASÃO DE PERDAS

CARTOGRAFIA DIGITAL E SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS

SISTEMAS DE SUPERVISÃO E CONTROLE ARMAZENADORES DE DADOS DE RUÍDOS DE

VAZAMENTOS

TUBOS COM BAIXO ÍNDICE DE VAZAMENTOS MEDIÇÃO DE VAZÕES E VOLUMES

(62)

NOVAS TECNOLOGIAS UTILIZADAS NO CONTROLE E REDUÇÃO DE PERDAS

NOVAS TECNOLOGIAS UTILIZADAS NO

NOVAS TECNOLOGIAS UTILIZADAS NO

CONTROLE E REDU

CONTROLE E REDUÇÇÃO DE PERDASÃO DE PERDAS

(63)

CONTROLE E REDUÇÃO DE PERDAS CONTROLE E REDU

CONTROLE E REDUÇÇÃO DE PERDASÃO DE PERDAS

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