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DESEMPENHO DE SEMENTES DE SOJA ORIGINÁRIAS DE CULTURAS ESTABELECIDAS EM DIFERENTES ÉPOCAS

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DESEMPENHO DE SEMENTES DE SOJA ORIGINÁRIAS DE CULTURAS ESTABELECIDAS EM DIFERENTES ÉPOCAS

JOÃO NAKAGAWA1, CIRO ANTONIO ROSOLEM1 e JOSÉ RICARDO MACHADO2 Revista Brasileira de Sementes, vol. 06, nº 3, p. 61-76, 1984

RESUMO Com o objetivo de estudar, na cultura da soja, o desempenho de plantas originárias de sementes provenientes de diferentes épocas de semeadura, foram conduzidos dois experixnentos, em condições de campo, em Terra Roxa Estruturada distrófica, textura argilosa, no município de Botucatu-SP. As cultivares estudadas foram ‘Paraná’, ‘Santa Rosa’ e ‘UFV-1’. As sementes utilizadas eram originárias do cultivo do ano anterior (1977/78 e 1978/79), de seis épocas de semeadura, com início em outubro, a intervalos aproximadamente quinzenais. Em todos tratamentos foram colocadas 30 sementes por metro de sulco. As características avaliadas foram emergência de plântulas (%), número de plantas/m inicial e final, ciclo cultural, altura da planta, altura de inserção da primeira vagem, componentes de produção e produção de grãos (kg/ha). Na cultivar Paraná, de ciclo curto, as sementes provenientes das primeiras semeaduras originaram menor porcentagem de emergência de plântulas, que resultou em menor número de plantas por metro linear. Para esta cul-tivar, grandes diferenças no “stand” estabelecido produziram efeitos na maioria das características analisadas da planta. Nas demais cultivares tais efeitos não foram verificados. A produção de grãos (kg/ha) para a Paraná foi proporcional ao “stand” estabelecido.

Termos para indexaçâo: emergência, vigor, produtividade

FIELD PERFORMANCE OF SOYBEAN SEEDS FROM CROPS ESTABLISHED AT DIFFERENT TIMES

ABSTRACT. The purpose of the present research was to study the field performance of soybean seeds proceeded from crops established at different planting dates. Two experiments were grown under field condition, in Botucatu, São Paulo State, Brazil, on a soil classified as Ultisol (‘Terra Rosa Estruturada”). The seeds of the three cultivars (‘Paraná’, ‘Santa Rosa’ and ‘UFV-1’) studied originated from crops of the previous year (1977/78 and 1978/79), that were planted fortnightly in six planting times, since October. The number of seeds sowed in the row were the same in all treatments. The characteristics evaluated were: seedling emergence (%), initial and final number of plants/m, cultural cycle, plant height, first pod msertion height, yield components and grain yield. In the early maturing “Paraná” cultivar, the seeds from the earlier planting dates showed a low percentage of seedling emergence, which resulted in poor stand. The plant characteristics of cv. “Paraná”, including yield, were affected when the differences in stands were large. In the other two cultivars that effect was not observed.

Index terms: emergence, vigor, productivity

INTRODUÇÃO

Trabalhos estrangeiros e brasileiros (Nakagawa et al., 1984) têm relatado que quando a cultura da soja é implantada em diferentes épocas de semeadura, o desenvolvimento, a maturação e a colheita das sementes ficam sujeitas a diferentes condições ambientais, podendo, em função disto, apresentar variações em termos de qualidade fisiolágica.

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Eng. Agr., Prof. Adjunto do Departamento de Agricultura e Silvicultura, Faculdade de Ciências Agronômicas, Campus de Botucatu, UNESP. CP 237, 18.600 - Botucatu, SP. Bolsista do CNPq.

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O uso do vigor das sementes como um parâmetro de qualidade recebeu muita atenção dos pesquisadores na década passada (Egli & Tekrony, 1979) e muitos trabalhos têm sido realizados objetivando correlacionar resultados de testes desenvolvidos em laboratório com o desempenho no campo. Todavia, para sementes de soja, os resultados desses trabalhos têm sido contraditórios (Tekrony & Egli, 1977). Assim, várias pesquisas foram levadas a efeito com o intuito de medir as diferenças de vigor entre lotes de sementes através de testes desenvolvidos no campo, ou, então, vara verificar o efeito do vigor nas características das plantas delas orignárias (Amaral & Bicca, 1977; Assunção, 1972; Borba et al., 1981; Burris et al., 1973; Byrd, 1970; Edje & Burris, 1971; Egli & Tekrony, 1979; Felix & Probst, 1971; Johnson & Wax, 1978; Lin, 1982; Marcos Filho, 1979; Popinigis, l973; Souza & Minor, 1974; Tekrony & Egli, 1977; Torrie, 1958; Witzel et al., 1981). Entretanto, para mensurar a diferença de vigor entre sementes provenientes de diferentes épocas de semeadura, em condições de campo, geralmente têm sido realizados testes de no máximo até a emergência das plântulas (Green et al., 1965; Nakagawa et al., 1984; Nangju, 1979; Nicholson & Sinclair, 1973; Wetzel et al., 1981).

Considerando-se a contradição encontrada na literatura com relação ao efeito do vigor das sementes de soja sobre o comportamento das plantas no campo (Marcos Filho, 1979) e a aparente inexistência de trabalhos sobre desempenho no campo de plantas originárias de sementes provenientes de diferentes épocas de semeadura, idealizou-se e conduziu-se a presente pesquisa. Para tanto, trabalhou-se com sementes de três cultivares de soja de ciclos culturais diferentes, provenientes de culturas instaladas em seis épocas de semeadura, em dois anos agrícolas, nas condições de Botucatu, SP.

MATERIAL E MÉTODOS

O trabalho constou de dois experimentos conduzidos nos anos agrícolas de 1978/80 e 1979/80, em condições de campo, em solo classificado como Terra Roxa Estruturada distrófica, textura argilosa (Carvalho et al., 1983), localizado na Estação Experimental “Presidente Médici” (EEPM), pertencente ao Campus de Botucatu-UNESP, situada no município de Botucatu-SP. As características químicas dos solos empregados encontram-se na Tabela 1.

Os dados de precipitação pluvial e temperaturas máximas e mínimas diárias, referentes ao período do ensaio, coletados no Posto Meteorológico da E.E.P.M., encontram-se na Fig. 1.

As cultivares estudadas foram três: ‘Paraná’, ‘Santa Rosa’ e ‘UFV-1’, sendo as suas sementes originárias de seis épocas de semeadura do ano agrícola anterior. No Experimento I (1978/79), as sementes eram provenientes das semeaduras de: 17/10, 29/10, 16/11, 30/11, 22/12 e 07/01, no Experimento II (1979/80), provenientes das semeaduras de: 14/10, 30/10, 13/11, 29/11, 16/12 e 23/12. Estas sementes, das quais haviam sido eliminadas as menores que a peneira 10 x 3/4”, foram embaladas em sacos de papel e armazenadas em condições de ambiente natural de laboratório.

Os tratamentos, que constaram das cultivares e épocas de semeadura, foram esquematizados em um fatorial 3 x 6, dispostos em blocos ao acaso com três repetições.

As parcelas, para ‘Santa Rosa’ e ‘UFV-1’ constaram de cinco linhas de 5m de comprimento cada, espaçadas de 0,6m entre si, e para ‘Paraná, de seis linhas de 5m espaçadas de 0,5m. Na colheita, desprezaram-se as duas linhas externas, bem como 0,5m de cada extremidade das centrais, como bordadura.

Baseando-se nos resultados de análise química do solo (Tabela 1), foram aplicados, respectivamente, para os Experimentos I e II: 3,5 e 0,8t/ha de calcário dolomítico, com antecedência à semeadura, 45 e 45kg/ha de P2O5, 30 e 0 (zero) kg/ha de K2O, nas formas de superfosfatos

simples e cloreto de potássio no sulco de semeadura.

As semeaduras foram realizadas em 11/12/78 (Experimento I) e 17/12/79 (Experimento II), colocando-se 30 sementes por metro linear, em sulcos de aproximadamente 5cm de profundidade. Por problema na inoculação, fez-se a adubação em cobertura com sulfato de amônio, na dose de 30kg/ha de N, em torno de 30o dia após a emergência das plantas, no Experimento II. O controle das ervas daninhas e das pragas foi realizado sempre que necessário.

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Logo após a emergência das plântulas, os estádios de desenvolvimento das plantas dos diferentes tratamentos foram acompanhados, baseando-se naqueles descritos por Fehr et al. (1971).

Ao 14o dia após o início da emergência das plântulas, realizou-se uma contagem do número destas. Com os valores obtidos por parcela, calculou-se a porcentagem de emergência de plântulas e o número inicial de plantas por metro.

Em dez plantas vizinhas, em linha contínua, por parcela, foram realizadas mensurações da altura da planta aos 20, 40 e 60 dias após a emergência. As alturas médias das dez plantas demarcadas representaram os dados de altura de cada parcela, em cada época de mensuração.

Por ocasião da colheita, procedeu-se à contagem do número de plantas sobreviventes, e com estes valores foi calculado o número final de plantas por metro.

Nas dez plantas demarcadas por parcela, determinaram-se na colheita: altura de inserção da primeira vagem (cm), altura da planta (cm), número de vagens granadas, número de vagens chochas, número de grãos e peso de grãos (g). Com estes dados, foram obtidos valores para número total de vagens por planta, porcentagem de vagens granadas, número de grãos por vagem granada, peso de 100 grãos (g) e produção de grãos por planta (g). A produção de grãos (kg/ha) foi obtida através dos dados obtidos por parcela.

Os dados coletados foram analisados estatisticamente, realizando-se as transformações prévias dos valores de porcentagens em y = arc sen x% e do número, em y = n (Gomes 1966). o

RESULTADOS E DISCUSSÃO

A emergência de plântulas no Experimento I (1978/79), devido às condições de umidade de solo, foi um pouco mais demorada que a do Experimento II (1979/ 80) (Fig. 1). Todavia, para todos os tratamentos, salvo pequenas variações, a emergência se completou de forma mais ou menos uniforme.

Os estádios de desenvolvimento das plantas (Fehr et al., 1971), referente à fase reprodutiva, sucederam-se de forma semelhante nos tratamentos (épocas) dentro de cada cultivar, não tendo sido observado diferenças nas durações e ocorrência dos mesmos. Observaram-se somente diferenças entre cultivares (Fig. 1).

Por estes resultados, verificou-se que a diferença de vigor apresentada pelas sementes oriundas das diferentes épocas de semeadura no Experimento I para as três cultivares (Tabela 2) e no Experimento II para a cv. Paraná (Tabela 4), principalmente para aquelas provenientes das primeiras semeaduras, não afetou a ocorrência ou a duração dos estádios de desenvolvimento reprodutivo das três cultivares estudadas. Estes resultados são concordantes com os observados por Marcos Filho (1979), porém, contrariam aqueles de Torrie (1958) e de Fehr & Probst (1971), segundo os quais, as sementes de baixo vigor produziram plantas com atraso na maturação.

A porcentagem de emergência de plântulas foi afetada pelas épocas de semeadura e pelas cultivares, tendo havido uma interação entre os efeitos nos dois experimentos (Tabelas 2 e 4). Para a cultivar Paraná, nos dois anos, observou-se que houve uma melhoria da qualidade das sementes com os atrasos da semeadura, sendo que os piores resultados foram apresentados por aquelas originárias dos plantios de outubro. Para ‘Santa Rosa’ e ‘UFV-1’, somente no Experimento I, houve variações na porcentagem de emergência, com desempenho mais satisfatório daquelas das últimas épocas. Tal comportamento é concordante com os resultados obtidos por outros autores em condições de laboratório (Nakagawa et al., 1984) e condições de campo (Green et al., 1965; Nicholson & Sinclair, 1973). Este resultado seria em função das melhores condições ambientais na fase final de maturação e de colheita, a que estão sujeitas as sementes obtidas a partir de semeaduras mais tardias, notadamente para as cultivares precoces.

As variações entre as cultivares para emergência no campo foram mais relacionadas com as épocas de origem, pois, de maneira geral, foram semelhantes entre si. Destaca-se, ainda, o fato da maior emergência de plântulas (%) no Experimento II, em relação ao I, em função da melhor

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qualidade das sementes produzidas em 1978/ 79 e, também, pelas condições mais favoráveis por ocasião da germinação e emergência naquele experimento (1979/80).

Como decorrência das diferenças de emergência de plântulas, o número inicial de plantas por metro linear sofreu variações, sendo que esse efeito foi mais marcante, no Experimento I (Tabela 2), para cultivar Paraná, que foi a única a apresentar variações significativas no Experimento II (Tabela 4). Por ocasião da colheita, tal situação foi mantida no primeiro experimento (Tabela 3), mas não no segundo, onde, para as três cultivares, não houve diferença significativa no número de plantas por metro linear (Tabela 5).

As alturas das plantas, determinadas aos 20, 40 e 60 dias, apresentaram diferenças para a cultivar Paraná no Experimento I (Tabela 2) em função da procedência das sementes (épocas de semeadura) com menores valores para aquelas que apresentaram menor porcentagem de emergência e, conseqüentemente, menor número de plantas por metro linear. Por ocasião da colheita, tais diferenças deixaram de ser significativas. Para as outras duas cultivares (Experimento I) e para as três, no Experimento II, não foram observadas diferenças em altura, inclusive na época de colheita (Tabelas 2 e 5). Alguns autores (Byrd, 1970; Popinigis, 1973) constataram que sementes de menor vigor deram origem a plantas de menor altura, principalmente em seus estádios iniciais de desenvolvimento. Tal situação, todavia, não foi observada por Marcos Filho (1979), à semelhança do verificado no presente caso para ‘Santa Rosa’ e ‘UFV-1’, nos Expenmentos I e II, e para a ‘Paraná’, no Experimento II. Já os resultados obtidos para altura por ocasião da colheita são concordantes com os de Borba et al. (1981) e parcialmente com os de Lin (1982), que também não

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encontraram diferenças, testando sementes com diferente vigor.

A altura de inserção da primeira vagem apresentou diferenças apenas para cultivar Paraná no Experimento I, tendo-se inserção mais baixa para a semente de menor vigor (17/10) que deu a menor população de plantas (Tabela 2). Este resultado concorda com o obtido por Lin (1982), mas não com o de Borba et al. (1981), talvez porque neste as diferenças de vigor entre os tratamentos e, conseqüentemente, de população de plantas, não foram grandes, apesar de estatisticamente significativas.

Verificando-se os dados de produção de grãos, constatou-se que, novamente, só a cultivar Paraná no Experimetno I sofreu influência da origem (épocas de semadura) (Tabelas 3, 6). Para a ‘Santa Rosa’ e a ‘UFV-1’, neste experimento (Tabela 3), e para três cultivares, no Experimento II (Tabela 6), com apenas uma exceção, nem a produção de grãos por planta e os seus componentes, nem o rendimento (kg/ha) foram afetados pela procedência das sementes (épocas de semeadura), provavelmente em função da população final estabelecida.

Na cultivar Paraná (Experimento I), o peso de grãos por planta foi maior no tratamento (17/10) em que se obteve o menor número de plantas final (Tabela 3), sendo significativamente superior aos demais, que não diferiram entre si. Este efeito foi resultante do maior número de vagens produzido neste tratamento (época de semeadura), visto que os outros componentes, ou seja, porcentagem de vagens granadas, número de grãos por vagem granada e peso de 100 grãos não foram influenciados. Todavia, ao se considerar o rendimento (kg/ha), constataram-se maiores va-lores naqueles tratamentos que originaram uma população final maior, concordando com os resultados de Lin (1982).

Entre as cultivares, no Experimento I, foram observadas algumas variações nos componentes de produção (Tabela 3) que, todavia, não chegaram a afetar a produção por planta, salvo quando ocorreu uma discrepância muito grande no número de plantas. No Experimento II, estas diferenças foram mais marcantes entre cultivares (Tabela 6), o que aparentemente está mais relacionado à própria característica das mesmas.

Em alguns traba]hos (Burris et al., 1973; Byrd 1970; Edje & Burris, 1971; Fehr & Probst, 1971; Lin, 1982), tem-se observado que o baixo vigor das sementes provoca redução no “stand” e, conseqüentemente, na produção, à semelhança do verificado no presente trabalho para ‘Paraná’ no Experimento I. Todavia, outros autores (Assunção, 1972; Popinigis, 1973; Torrie, 1958) constaram reduções na produção a partir de sementes com menor vigor, em função do efeito na produção por planta e não devido a um prejuízo no “stand”, portanto, não concordando com os resultados aqui obtidos para a cultivar Paraná. Deve-se considerar, entretanto, que Teigen & Vorst, citados por Marcos Filho (1979), verificaram que diferenças de até 50% entre populações não determinaram decréscimos significativos na produção de grãos, pois as plantas compensaram a redução do “stand”. Tal situação pôde, no presente trabalho, ser observada no Experimento I (Tabela 3) de forma nítida e a mesma tendência também ocorreu no Experimento II (Tabela 6), vindo a explicar os resultados obtidos.

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CONCLUSÕES

• O efeito mais marcante da diferença de qualidade das sementes originárias das seis épocas de semeadura foi verificado na percentagem de emergência de plãntulas, que afetou diretamente o “stand” estabelecido.

• As sementes originárias das semeaduras realizadas em outubro para a cultivar Paraná apresentaram menores porcentagens de emergência e sobrevivência de plantas, tendo havido um aumento destas porcentagens com o seu atraso. Na ‘Santa Rosa’ e ‘UFV-l’, estes efeitos foram pouco acentuados.

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• Na cultivar Paraná, os tratamentos que produziram as mais baixas emergências de plântulas e, conseqüentemente, baixos “stands” deram origem a plantas de menor porte mas com maior produção de grãos por planta. Na ‘Santa Rosa’ e ‘UFV-1’ não se observaram tais efeitos, por não ter sido grande a diferença de “stand”.

• O rendimento (kg/ha) da cultivar Paraná foi afetado pelo vigor inicial das sementes, que ficou evidenciado pelo “stand” obtido, acompanhando a tendência verificada para a emergência de plântulas e para o número final de plantas, em função da origem (época de semeadura).

REFERÊNCIAS

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