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Pontes Ferroviárias Metálicas Existentes

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Academic year: 2021

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Pontes Ferroviárias Metálicas

Existentes

Caracterização dos Materiais e Avaliação da Fadiga

Hugo de Vasconcellos Corrêa Patrício

42188

Trabalho para a disciplina de

Estrutura e Comportamento dos Materiais de Construção

(2)
(3)

Índice

1.Introdução...5

1.1.Objectivos...5

1.2.Motivação...5

1.3.As pontes metálicas da rede ferroviária Portuguesa...5

2.Caracterização dos materiais...8

2.1.Visão geral...8 2.2.Ferro fundido...11 2.3.Ferro pudlado...12 2.4.Aço macio...13 2.5.Soldabilidade...15 3.Fadiga...17

3.1.Curvas S-N de resistência à fadiga...18

3.1.1.Ligações rebitadas...20

3.1.2.Ligações soldadas ou aparafusadas...21

4.Caracterização dos carregamentos...22

4.1.Introdução...22

4.2.Sobrecargas ferroviárias regulamentares...23

4.3.Coeficientes dinâmicos...25

5.Metodologia para avaliação à fadiga...26

5.1.Fase 1: Avaliação preliminar...26

5.2.Fase 2: Investigação detalhada...27

5.3.Fase 3: Investigação especializada...28

5.4.Fase 4: Proposta de actuação...28

6.Referências...29

Anexo A.Regulamentação Portuguesa desde 1897...31

Anexo B.Ensaios de caracterização dos materiais da rede ferroviária Portuguesa...33

B.1Ensaios de caracterização mecânica...35

B.2Ensaios caracterização química...53

Anexo C.Volumes de tráfego por Linha...57

(4)
(5)

1. Introdução

1.1. Objectivos

Este trabalho tem como objectivo definir uma metodologia de avaliação do problema da fadiga nas pontes metálicas existentes baseado no relatório técnico “Assessment of Existing Steel Structures:

Recommendations for Estimation of Remaining Fatigue Life” produzido pelo consórcio JRC (Joint

Research Center, European Commission) e ECCS (European Convention for Constructional Steelwork).

São caracterizadas, como parte da metodologia de avaliação, as pontes metálicas ferroviárias da rede nacional tanto ao nível do material, elementos estruturais e histórico de carregamentos.

1.2. Motivação

Na última década as políticas de investimento em infraestrutura, motivadas pelas fortes restrições orçamentais, têm priveligiado as acções de reabilitação em detrimento das acções de renovação ou susbituição, prolongongando muitas vezes a vida em serviço de equipamentos para além do que seria exepctável. Esta conjuntura coloca de facto um desafio de por um lado continuar a usar uma infraestrutura envelhecida, adiando desta forma os necessários investimentos para uma época mais adequada, e por outro, garantir que a infraestrutura se mantêm ao serviço cumprindo as exigências de segurança e fiabilidade.

As pontes metálicas, ferroviárias, em particular, apresentam uma limitação ao prolongamento da sua vida útil ditada pelo fenómeno da fadiga.

Tambem do ponto de vista economico este problema deve ser atendido, uma vez que em geral as pontes de uma determinada linha foram todas construídas na mesma época, pelo que quando começarem a surgir problemas de fadiga numa dada ponte, é expectável que venham a surgir nas outras pontes, levantando assim necessidades de investimento imediato, que podem ser difícies de obter ou em condições pouco vantajosas. Importa por isso avaliar e planear.

1.3. As pontes metálicas da rede ferroviária Portuguesa

Das cerca de 2500 Pontes da Rede Ferroviária nacional, cerca de 23% são metálicas tendo a sua maioria mais de 60 anos de vida (a linha da Beira Alta foi integralmente renovada na década de 50 do séc.XX) e um número significativo de pontes com perto de 100 anos.

Alvenaria Betão Metálica Mista 0 200 400 600 800 1000 1200 N u m e ro d e p o n te s

(6)

Figura 1: Ponte de Murça, Linha do Douro, construida em 1887

(7)

Estas pontes pertencem a um grupo de estruturas que se pode considerar heterogéneo, uma vez que a sua utilização é usada desde o final do séc XIX, sendo evidente o reflexo da evolução das técnicas de produção dos materiais, técnicas de concepção e projecto e ainda as técnicas de execução.

Existem pontes metálicas:

• com múltiplos tramos, contrínuos ou simplesmente apoiados, • com comprimentos totais de 500m e pontes com vão inferior a 10m; • cujos elementos são compostos pela junção de chapas e cantoneiras;

• onde são utilizados elementos laminados, pontes rebitadas, aparafusadas e soldadas;

• onde o material estrutural base é o ferro pudlado ou o aço macio nas suas diversas formas (ver capítulo 2.Caracterização dos materiais ) embora possam ter sido reforçadas ou reabilitadas com materiais de qualidade diferente.

(8)

2. Caracterização dos materiais

2.1. Visão geral

O desenvolvimento dos processos de fabrico de materiais ferrosos associado ao desenvolvimento industrial levaram à grande utilização destes materiais metálicos aplicados à construção.

A partir de meados do séc. XVIII até meados do séc. XIX (1750 a 1850) o ferro fundido e ferro pudlado eram os principais materiais ferrosos utilizados na construção de infra-estruturas de transportes. A partir do séc. XIX o aço (liga ferro-carbono) começou a substituir gradualmente o ferro, devido à suas características mecânicas superiores.

Em Portugal, o primeiro troço de caminho de ferro, troço Santarém-Carregado, foi inaugurado em 1856 a meio do século XIX, pelo que a grande maioria das pontes foram construidas posteriormente.

A Ponte mais antiga e que se encontra em exploração é a Ponte de Viana do Castelo, sobre o Rio Lima, construída em 1878. Embora a Ponte Maria Pia seja mais antiga, 1877, já não se encontra com exploração ferroviária.

A história da construção do caminho de ferro em Portugal tem um grande desenvolvimento na transição do séc. XIX para o séc. XX, altura em que o uso dos aços macios começava a ultrapassar a utilização do ferro pudlado e do ferro forjado. De facto o aço macio apresentava-se como sendo um material com propriedades mais avançadas e interessantes do ponto de vista de segurança estrutural. De acordo com o Regulamento para o projectos, provas e vigilância das pontes metálicas de 1897, os materiais destinados à construção dos tabuleiros das pontes de caminho de ferro deveriam satisfazer os seguintes requisitos:

Quadro 1: Qualidade do ferro e do aço especificado pelo regulamento 1897. [1]

Resistência mínima à rotura

N/mm2

Alongamento mínimo de rotura Ferro laminado, no sentido da laminagem, e ferro forjado 340 13.0% Ferro laminado, transversalmente 280 3.5%

Rebites de ferro 360 16.0%

Aço laminado (aço doce) 360 25.0%

Rebites de aço (aço extra-doce) 380 28.0% notas:

o regulamento proíbe expressamente a utilização de aço quebradiço (aço duro)

Em 1929 foi publicado novo regulamento de Pontes metálicas que estipulava as características dos materiais e impunha uma tensão limite no dimensionamento dos elementos igual a 140MPa.

(9)

Quadro 2: Características dos materiais especificados pelo regulamento de pontes metálicas de 1929 [2]

Aços Limite mínimo

aparente de elasticidade N/mm2 Tracção Carga mínima de rotura N/mm2 Alongamento mínimo (%) Laminado 240 400 22 Para rebites 200 380 28 Forjado 330 550 20 Fundido 220 450 15

O regulamento de estruturas de aço para edifícios de 1969, apenas admite o emprego de “aços com textura compacta e homogénea e não ter inclusões, fendas ou outros defeitos prejudiciais à sua utilização” [3].

Quadro 3: Especificação do aço a empregar em perfis e chapas pelo Reg. estruturas em aço de 1969 [3]

tensão de cedência

N/mm2 Tensão de rotura N/mm2 Extensão após ruptura%

elementos esp.<12mm

elementos esp.≥12mm

Mínima Máxima provetes curtos

provetes longos Perfis e chapas 240 220 370 450 25% 22%

O regulamento de 1965 estabelece ainda as características dos elementos de ligação, sejam eles os rebites (norma NP-191 ainda em vigor), os parafusos e os metais de adição para soldaduras.

Apesar do eurocódigo 3 não ter revogado o regulamento de 1965 a sua utilização tem sido largamente adoptada constituindo-se como a referência no dimensionamento das novas estruturas metálicas em Portugal desde o início do séc. XXI.

É de referir que apesar de se ter verificado uma rápida evolução dos aços nas primeiras décadas do século XX, a qualidade dos aços durante as fases da 1ªGrande Guerra (1914-1918), Grande Depressão (1929-1939) e 2ª Grande Guerra (1935-1950) pode ser especialmente baixa devido à escassez das ligas e porque o processo de produção dos aços deveria ser rápida. A avaliação de uma estrutura construída durante estes períodos deverá incluir a realização de ensaios de caracterização

(10)

dos materiais.

Foram habitualmente empregues os seguintes materiais cujas propriedades e caracterização se fará em capítulos posteriores:

• Ferro fundido • Ferro Pudlado • Aço Macio (séc. XIX) • Aço Macio (séc. XX)

Entre a década de 50 e 80 do séc. XX, foram executadas campanhas de caracterização dos materiais empregues nas pontes metálicas ferroviárias. Foram realizados ensaios de tracção em provetes bem como ensaios de caracterização da composição química para.

Os resultados dos ensaios encontram-se compilados no Anexo B.

Quadro 5: Resumo dos valores dos provetes ensaiados na rede Portuguesa e agrupados por períodos de construção das pontes metálicas

Características mecânicas Intervalo do Ano de construção

≤1897 ]1897;1929] ]1929;1965] >1965 Tensão de cedência Tced N/mm2 Num. Ensaios 154 161 22 2 Valor médio 270 270 280 290 Desvio Padrão 20 30 30 10 Tensão de rotura Trot N/mm2 Num. Ensaios 175 167 24 2 Valor médio 360 380 390 370 Desvio Padrão 40 40 30 60 Extensão na rotura % Num. Ensaios 122 118 18 2 Valor médio 130 240 280 220 Desvio Padrão 80 90 70 80 Módulo de Elasticidade E N/mm2 Num. Ensaios 67 80 11 -Valor médio 187070 191720 203220 -Desvio Padrão 20780 16500 7390 -Resiliência +20ºC (J) Valor médio 27 22 0 -Resiliência -10ºC (J) Valor médio - 10 -

(11)

-2.2. Ferro fundido

O ferro fundido (cast iron) é uma liga ferro-carbono com mais de 1.7% de carbono e outros elementos tais como a Silício (Si), enxofre (S), manganês (Mn) e fósforo (P).

Quadro 6: Composição química - valores indicativos de referência [4]

C

% Mn% Si% %S %P

2,0-4,0 0,2-1,2 0,3-3,0 < 1,2 < 1,0

São materiais de rotura frágil, com muito pouca ductilidade. A resistência à compressão é, em ordem de grandeza, 3 vezes superior à resistência à tracção, facto este que leva a que seja sobretudo aplicado a elementos sujeitos à compressão.

São exemplos de aplicação deste material os aparelhos de apoio da generalidade das pontes metálicas da rede ferroviária.

Quadro 7: Valores prováveis de ferros fundidos fabricados até inicio séc. XIX. [5]

Resistência compressão

N/mm2 Resistência tracçãoN/mm2 Modulo de ElasticidadekN/mm2 Alongamento%

320-780 80-180 85-130 0,3-0,8

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2.3. Ferro pudlado

O ferro pudlado (wrought iron) tem normalmente menos de 0.08% de carbono e 1 a 3% de inclusões ou escória na matriz ferrítica.

Quadro 8: Composição química - valores indicativos de referência [4]

C

% Mn% Si% %S %P

< 0,08 < 0,4 - < 0,04 < 0,6

As inclusões estão distribuídas e elongadas na direcção da laminagem, sendo responsáveis pelo comportamento anisotrópico deste material. De facto a resistência na direcção de laminagem é superior à resistência na direcção ortogonal.[6]

Figura 5: Microestrutura típica do ferro pudlado.[6]

São exemplos de pontes construídas com este material as pontes: • sobre o rio Lima, na linha do Minho, construída em 1876 • sobre o Zêzere na linha da Beira Baixa, construída em 1890

• da Gricha e Gonçalo Joanes na linha do Douro, construídas em 1887

A utilização de processos de soldadura nestes materiais deve ser efectuada com a maior reserva e depois de se efectuarem testes de compatibilidade.

Quadro 9: Valores prováveis das características mecânicas.[5]

Tensão de cedência

N/mm2 Tensão últimatracção N/mm2

Alongamento

% ElasticidadeModulo de kN/mm2

239 344 15 170-190

Contrastando com a fracas características mecânicas destes materiais, está a sua boa resistência contra a corrosão, sendo um dos motivos pelos quais ainda perduram estruturas ao serviço com este material.

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2.4. Aço macio

O aço é um material composto essencialmente por ferro e carbono (menos de 2%).

Figura 7: Microestrutura típica dos aços macios mais antigos. [6]

A generalidade das pontes metálicas da rede ferroviária são constituídas por aço, embora com características mecânicas ligeiramente diferentes consoante a época de construção e o método utilizado.

Bessemer-steel (a partir de 1860)

Percentagens de nitrogénio (N) elevadas e por isso sujeito a envelhecimento precoce, e concentrações de fósforo (P) muito altas quando comparado com os aços modernos.

Estes aços foram produzidos para aplicação em estruturas entre 1855 e 1900.

(14)

Thomas steel ( a partir de 1880)

Percentagens de nitrogénio semelhantes ao processo de Bessemer mas com menos fósforo e enxofre (S).

Estes aços foram produzidos para aplicações estruturais entre 1879 e 1980.

Siemens-Martins steel (a partir de 1864)

Com poucas inclusões na matriz, baixos níveis de nitrogénio, mas com níveis de enxofre mais elevados.

Estes aços foram produzidos para aplicações estruturais entre 1865 e 1990.

Quadro 10: Composição química - valores indicativos [4]

C % Mn% Si% %S %P Aço Macio séc. XIX Bessemer 0,02-0,1 0,3-0,5 - < 0,1 0,04-0,07 Aço Macio séc. XIX Thomas steel 0,02-0,1 0,3-0,5 - < 0,1 0,04-0,12 Aço Macio séc. XIX Siemens-Martin 0,05-0,15 0,2-0,5 - 0,02-0,15 0,03-0,06 Aço Macio séc. XX 0,1-0,2 0,4-0,5 0,01 -

-Ao contrário dos actuais aços, em que o processo de fabrico é normalizado, as propriedades dos primeiros aços dependiam do processo de fabrico, sendo possível encontrar aços com propriedades mecânicas diferentes.

(15)

Quadro 11: Valores prováveis das características mecânicas. Tensão de cedência N/mm2 Tensão última tracção N/mm2 Alongamento % Modulo de Elasticidade kN/mm2

Aço macio séc.XIX [5] 226 399 40 210

Aços macios

correntes [7] 235 – 460 360 - 550 > 15% 210

De acordo com o Relatório “Improved assessment methods for static and fatigue resistance of old steel

railway structures“ [5] as propriedades dos aços macios antigos obedecem aos requisitos de um aço

S235JR (de acordo com a EN 10025),

2.5. Soldabilidade

Não obstante as vantagens da utilização das técnicas de soldadura dos metais, a sua utilização em acções reparação e reabilitação de elementos estruturais compostos de aços antigos deve ser encarada com precaução.

A soldadura de ferros pudlados e aços macios antigos não é recomendável e deve ser evitada se possível, porque o aumento de temperatura induzido pelo processo de soldadura tem uma elevada probabilidade de criar fissuras devido às inclusões na matriz ferrítica na zona termicamente afectada. Pela mesma razão não deverão ser empregues outras técnicas térmicas tais como o corte a maçarico. Os aço macios antigos, frequentemente apresentam elevadas concentrações de Nitrogénio ou Azoto (N) responsável por fortes efeitos de envelhecimento, especialmente quando se atingem temperaturas de 250ºC. Estas temperaturas são facilmente atingidas durante a execução de soldaduras elevando muito o risco de fracturas frágeis.

Devido à elevada heterogeneidade dos aços antigos, a sua composição química apresenta uma dispersão muito elevada, sendo geralmente difícil extrapolar os resultados dos ensaios realizados num componente para outro ainda que localizados no mesmo elemento estrutural porque não existe a garantia da sua proveniência ter vindo do mesmo lote nem ter sido produzido pelo mesmo método. Também o facto de a estrutura ter sido construida depois de 1910 não garante automaticamente a sua soldabilidade.

Tendo sido executada uma análise química do material, existem 3 elementos que importa considerar de forma particular:

• Carbono (C) – Uma percentagem de carbono muito elevada irá resultar num endurecimento muito expressivo e uma eventual perda de ductilidade;

• Fósforo (P) – Um excesso de fósforo favorece um comportamento frágil; • Enxofre (S) – Uma percentagem elevada resulta em soldadura porosas.[5]

A soldabilidade pode ser determinada pelo indicador Carbono Equivalente CEV. Existem diversas formulas para a obtenção do CEV, contudo na Europa as duas mais usuais são as propostas pelo Instituto Internacional de Soldadura (IIW) e pelos autores Ito e Basseyo, cobrindo aços com percentagem de carbono altas e baixas.

Frequentemente os aços antigos usados nas pontes têm C>0.18% pelo que a formula do IIW deverá ser utilizada:

(16)

CEV =C+

Mn

6

+

Cr

5

+

Mo

5

+

V

5

+

Ni

15

+

Cu

15

+

Si

6

onde: C Carbono (%) Mn Manganês (%) Cr Crómio (%) Mo Molibdénio (%) V Vanádio (%) Ni Níquel (%) Cu Cobre (%) Si Silício (%)

Para aços com CEV<0.40%, existe uma boa probabilidade de a soldadura poder ser bem conseguida. Contudo deve-se ter em consideração que este método de avaliação serve apenas de indicador devendo a soldabilidade do material ser confirmada com estudos posteriores.

O relatório de laboratorial deverá sempre incluir a quantidades expressas na fórmula, ainda que estas sejam iguais a zero.

Caso sejam obtidos valores CEV muito elevados (>0.53%), deverá ser conduzidos estudos posteriores incluindo a consideração de se executarem ensaios destrutivos.

Outros autores propõem para uma verificação preliminar que se a soma das percentagens de fosforo (P) e Enxofre (S) for inferior a 0.1% e se a percentagem de nitrogénio é inferior a 0.01% então o aço provavelmente é soldável.

Pode-se considerar como provável a boa soldabilidade do aço existente tendo em conta que: • CEV<0.40%

• P+S<0.1%

No caso em que não existem dados resultantes dos ensaios químicos poderão ser feitos ensaios de soldabilidade, usando por exemplo o procedimento do Regulamento Português de Estrutura de aço para edifícios de 1965, anexo I [3].

(17)

3. Fadiga

A fadiga corresponde a um estado limite do material metálico, a partir do qual este, perde a capacidade de resistir às acções a que está sujeito, ainda que estas o sujeitem a um estado de tensão baixo, quando comparado com a sua tensão de cedência.

Trata-se de uma rotura frágil do material sem observação de deformação plástica do material.

Esta perda súbita de resistência é atribuída ao facto do metal não ter um comportamento elástico linear ideal, sendo que em cada ciclo de carregamento e descarregamento, com ou sem alteração de sinal das tensões, se verificar a instalação de deformações que não são recuperadas na íntegra. Desta forma, ao longo da vida de serviço do material, este vai acumulando um “histórico” de deformações até se atingir a rotura.

Este dano acumulado origina a micro-fissuração e consequente propagação até o elemento estrutural perder completamente a sua capacidade resistente atingindo a rotura.

O regulamento de 1929 impunha que as secções fossem dimensionadas de modo a que a tensão máxima não ultrapassasse os 140MPa. Este nível de tensão é cerca de 40% da Tensão de cedência e cerca de 60% da tensão de rotura.

Não obstante este limite baixo de tensão, é expectavel que um elemento rebitado, sujeito a um ciclo de tensão constante de 140 MPa, resista a 3x105 ciclos, no entanto, se admitirmos um ciclo de tensão

menor 80MPa a resistência à fadiga sobe para 14x105ciclos

Nos materiais ferrosos e ligas, a resistência à fadiga é definida pelo limite de fadiga, correspondendo à tensão máxima que se pode aplicar num ciclo infinito de vezes sem se dar a rotura do material. Note-se que os metais não ferrosos, por exemplo as ligas de alumínio, não têm limite de fadiga, pelo que a resistência destes materiais às tensões repetidas define-se pela resistência de fadiga que é a tensão máxima que pode ser aplicada repetidamente acima de um ciclo sem provocar a rotura.

(18)

cerca de 0.40 a 0.55 da tensão de rotura em tracção.

Não obstante o facto de as pontes ferroviárias antigas terem sido construidas com ferro pudlado e aços macios antigos, de acordo com [4], diversos trabalhos de investigação desenvolvidos durante o séc XX, mostraram que a metodologia de avaliação das estruturas à fadiga usando as curvas S-N, assim como a mecânica da fractura são válidas.

3.1. Curvas S-N de resistência à fadiga

As fissuras provocadas pela fadiga localizam-se preferencialmente em locais onde:

• as tensões são mais elevadas ou em zonas onde existem concentrações de tensões, e.g. junto a cordões de soldadura defeituosos, junto a elementos de ligação rebitados/aparafusados, placas gousset, ou ainda em elementos deteriorados por fenómenos de corrosão.

• em elementos sujeitos a ciclos de carga elevada completos (com ou sem inversão do sinal das tensões).

(19)

Figura 10: Ensaio de líquidos penetrantes numa placa de gousset para avaliação da extensão da fissura

Desta forma são estabelecidas curvas diferentes consoante a classe de detalhe ou pormenor construtivo em análise.

O eurocódigo 3, parte 1-9 fornece um conjunto amplo de detalhes construtivos, indicando qual a categoria a que pertencem.

(20)

3.1.1. Ligações rebitadas

Para ligações rebitadas, deverá aplicar-se a categoria de detalhe 71, onde a tensão Δσ deve ser calculada na secção útil (área bruta menos a área dos furos dos rebites).[4]

Figura 12: Sequência da cravação de rebite nos trabalhos de reabilitação da ponte sobre o Rio Lima Figura 11: Curva S-N para avaliação de fadiga em pontes rebitadas existentes

(21)

Figura 13: Vista de pormenor em corte de ligações rebitadas defeituosas.

3.1.2. Ligações soldadas ou aparafusadas

Para avaliação à fadiga de ligações soldadas ou aparafusadas, podem ser usadas as categorias de detalhe indicadas no eurocódigo 3, parte 1-9.

As ligações soldadas devem possuir uma configuração próxima das actuais soldaduras efectuadas por arco eléctrico, caso contrário deverão ser efectuados ensaios específicos de fadiga para caracterização das curvas a empregar.

(22)

4. Caracterização dos carregamentos

4.1. Introdução

A caracterização das cargas e do seu historial de aplicação é fundamental para efeitos de avaliação do dano acumulado e sua comparação com as curvas S-N de resistência à fadiga.

Na fase 1 da avaliação deverão ser usadas as cargas regulamentares (ver 4.2), mais severas do que as cargas reais, para se efectuar a avaliação à fadiga.

Na fase 2 da avaliação, a um nível mais detalhado, é exigível uma consideração mais realista das cargas, da modelação da estrutura e da sua resposta.

Assim, poderão ser consideradas sobrecargas ferroviárias baseadas no material circulante da rede ferroviária nacional.

São apresentados outros exemplares no Anexo D.Material Circulante da rede ferroviária retirados do catálogo de material circulante da CP.

Figura 14: Locomotiva de tracção diesel da série 1400 – vmax=100km/h – Entrada ao serviço 1967

(23)

Em termos de volume de tráfego, poderão ainda ser consultados os boletins estatísticos para se deduzirem volumes de tráfego mais adequados à realidade da exploração. Contudo esta informação não se encontra facilmente acessível, sendo necessário recorrer aos arquivos e centros de documentação das empresas ferroviárias.

4.2. Sobrecargas ferroviárias regulamentares

O eurocódigo 1 EN 1991-2 Traffic loads on bridges [8] apresenta no seu anexo D as bases para a avaliação da fadiga em pontes ferroviárias, especificando os comboios tipo (12 comboios tipo) a considerar bem como as suas frequências circulação, para tráfego ligeiro, pesado e misto.

Figura 16: Volume geral de tráfego na rede ferroviária Portuguesa nos últimos anos

2008 2009 2010 2011 2012 2013 0 200000 400000 600000 800000 1000000 1200000 1400000 1600000 Passageiros Mercadorias Marchas Ano N u m . C o m b o io s

(24)

Tambem os diversos regulamentos nacionais estabeleceram comboios tipo diferentes

Comboio Tipo Regulamento Âmbito Massa Total

kN Notas CT1897 1897 Geral 1 900 CT1929-1 1929 Geral 4 000 CT1929-2 1929 Vigas principais e tabuleiro 600 CT1961 1961 Geral 33 250 LM71 1983 Geral Variável

> 1000 kN Modelo especificado pela UIC[9] e pelo Eurocódigo 1991 [8]

Figura 18: CT1897 Comboio Tipo Reg. 1897 - Q1=150kN; Q2=130kN; Q3=90kN 1.2

Q1

1.2 1.2 2.6 2.0 2.5 2.0 2.6 1.2 1.2 1.2 2.6 2.0 2.5 2.0 2.0 3.3

Q1 Q1 Q1 Q2 Q2 Q1 Q1 Q1 Q1 Q2 Q2 Q3 Q3

(25)

4.3. Coeficientes dinâmicos

Na fase 1 do estudo os coeficiente dinâmicos são tidos em conta multiplicando as cargas estáticas pelos factores pelos códigos, sempre superiores a 1.0.

Para a fase 2 de avaliação, procurar-se-á adoptar valores mais consentâneos com a realidade de exploração do troço onde a estrutura se insere e tendo em conta o seu histórico.

Figura 21: CT1961 - Comboio tipo Reg. 1961 Q=250kN q=80kN/m Figura 19: CT1929-1 Comboio Tipo Reg. 1929 - Q=200kN

1.5 Q Q 4.0 1.5 Q Q 4.5 1.5 Q Q 1.5 1.5 1.5 1.5 Q Q Q Q 3.0 3.0 1.5 Q Q 1.5 1.5 1.5 1.5 Q Q Q Q 4.5 1.5 Q Q 4.0 1.5 Q Q Q q 400.0 Q Q Q Q 1.6 1.6 1.6 1.6 1.6

Figura 22: CT1983 - Comboio Tipo Reg. 1983 - Q=250kN - q=80kN/m

Figura 20: CT1929-2 Comboio Tipo 2 Reg. 1929 para vigas principais e tabuleiro - Q=200kN

Q Q Q 1.6 1.6 q ∞ Q Q Q Q 1.6 1.6 1.6 0.8 0.8 q ∞

(26)

5. Metodologia para avaliação à fadiga

O procedimento de avaliação das pontes metálicas face à fadiga divide-se em 4 fases distintas: [4] Fase 1 Avaliação

preliminar Pretende-se clarificar as dúvidas existentes acerca da segurança da estrutura usando métodos simples e identificando os seus elementos críticos onde é mais provável que ocorram estados limite de fadiga.

A avaliação é feita reunindo toda a informação acerca da estrutura a partir dos desenhos e de cálculos estruturais baseados em modelos simples.

A avaliação é feita por um único engenheiro de estruturas usando os actuais códigos estruturais e partindo de princípios conservadores quando a informação não existe ou não é fidedigna.

Fase 2 Investigação detalhada

O objectivo é o de actualizar a informação recolhida na fase 1 e de efectuar uma avaliação mais refinada apenas nos membros ou componentes onde a

segurança não é assegurada pelos métodos utilizados na fase 1. A avaliação é executada usando:

• técnicas de inspecção quantitativas (métodos NDT de baixo custo) • valores actualizados de cargas

• valores actualizados de resistência dos materiais • modelos estruturais mais adequados

Esta fase deve ser executada por uma equipa de engenheiros de estruturas. Fase 3 Investigação

especializada Para a tomada de decisões que implicam graves consequências em termos de risco e de impacto económico, uma equipa de peritos deve ser envolvida no processo de avaliação para validar as conclusões a que se chegou na fase 2. Poderão ser usadas técnicas avançadas de modelação estrutural (métodos probabilísticos, mecânica da fractura etc), execução de ensaios destrutivos para caracterização dos materiais, obtenção dos valores reais das cargas e

solicitações. Fase 4 Proposta de

actuação Deverão ser propostas acções com vista a garantir que as estruturas permanecem ao serviço dentro dos índices de fiabilidade e segurança requeridos.

A escolhas das medidas de actuação deverá ser feita de forma fundamentada, devendo ser propostos vários cenários de actuação e respectivos riscos e custos associados para fundamentar a tomada de decisões.

5.1. Fase 1: Avaliação preliminar

Nesta fase de estudo pretende-se eliminar as dúvidas existentes quanto à segurança da estrutura em análise em relação à fadiga.

Deverão ser usados métodos simplificados de análise identificados os detalhes críticos da estrutura. Para identificar os detalhes críticos da estrutura é necessário um estudo exaustivo da documentação existente incluindo os relatórios das inspecções visuais.

Deverá ser verificada a concordância entre os elementos de projecto e os pormenores construtivos aplicados.

Assim sendo deverão ser verificados os seguintes itens:

(27)

2. Analisadas eventuais modificações estruturais de reforço ou reabilitação que possam ter sido executadas;

3. Existência de sinais visíveis de degradação tais como corrosão, danos devido a embates, fissuras ou rebites leves.

Nesta fase de estudo a avaliação deverá ser conduzida como se se tratasse da avaliação de uma estrutura nova usando as recomendações e métodos dos actuais códigos e assumindo hipóteses conservativas quando a informação é inexistente ou de origem não fidedigna.

O estado limite de fadiga é verificado quando a expressão seguinte [10] apresentar μ≥1 (o eurocódigo 3 faz a avaliação de forma inversa para μ≤1):

μ

fad

=

γ

Δ σ

c

Ff

⋅γ

Mf

⋅Δ σ

E,2

onde:

μfad factor de segurança à fadiga. Quando >1 a segurança é verificada

γFf coeficiente parcial para o intervalo de tensões de amplitude constante equivalente

ΔσE2 intervalo de tensões, de amplitude constante equivalente, relativo a 2x106 ciclos

Δσc valor de referência da resistência à fadiga a Nc=2x106 de ciclos

γMf coeficiente parcial para a resistência à fadiga D

Nos casos em que μfad≥1 o elemento em estudo verifica a segurança em termos de resistência à fadiga.

Para os elementos em que μfad<1, a avaliação em relação à fadiga deverá ter continuidade na fase 2.

Este método de análise permite retirar do estudo as seguintes conclusões: • identificação dos elementos críticos;

• uma estimativa da vida útil remanescente;

• planeamento das acções correctivas subsequentes.

Estas conclusões deverão constar de um relatório fundamentado que apoie a tomada de decisões.

5.2. Fase 2: Investigação detalhada

O objectivo desta fase é o de actualizar a informação obtida na fase 1 através da realização de análises mais refinadas apenas para os elementos estruturais em que não se verificou um nível de segurança adequado empregando a metodologia da fase 1.

O cálculo da vida útil remanescente é habitualmente feito com recurso ao método do dano acumulado, também conhecido como método de Palmgren-Miner.

Esta fase é composta pelos seguintes passos:

Actualização dos valores das cargas. Esta é o factos de maior incerteza comparado com os

restantes parâmetros e deverá refinado logo na fase inicial do estudo. Em vez da actualização dos modelos de cargas referentes aos comboios tipo regulamentares, poderão ser usados valores realistas das cargas e dos volumes de tráfego, ainda que possa existir a necessidade de se efectuarem extrapolações para o passado como para o futuro.

Refinamento do modelo de calculo estrutural uma vez que os modelos simplificados em

geral são muito conservativos. As tensões principais calculadas podem atingir valores 10% a 40% maiores dos que os realmente medidos, dependendo do modelo usado. Este facto pode

(28)

ter um impacto positivo relevante na avaliação do comportamento do elemento à fadiga. Por outro lado poderão ser identificadas tensões secundárias que se apresentavam transparentes para os modelos mais simples.

Consideração de valores de resistência actualizados e revistos uma vez que por falta de

informação, o elemento pode ter tido uma classificação da categoria de detalhe (EN 1993-1-9) muito restritiva.

Se esta fase do estudo não resultar em valores de segurança aceitáveis, então, e dependendo das possíveis consequências de uma falha, poderão ser tomadas medidas correctivas, incluindo o desenvolvimento de estudos mais avançados realizados por especialistas.

5.3. Fase 3: Investigação especializada

Para problemas com grandes consequências em termos de risco, económico ou estrutural, deverão ser envolvidos no estudo peritos que permitam rever os estudos anteriores das fase 1 e fase 2.

Poderão ser utilizadas as seguintes ferramentas de abordagem ao problema em estudo: • Mecânica da fractura

• Métodos probabilísticos para determinação da probabilidade de falha.

Deverão ser observados os requisitos para esta fase de avaliação do relatório [4] Assessment of

Existing Steel Structures, Remaing Fatigue Life.

5.4. Fase 4: Proposta de actuação

Caso nenhuma das fases anteriores consiga justificar a manutenção da estrutura nas condições em que se encontra actualmente, então deverão ser planeadas medidas correctivas que podem incluir o reforço da estrutura, a sua reabilitação, implementação de restrições à exploração (cargas ou intensidade de tráfego) e no pior cenário, propor a demolição ou desactivação.

(29)

6. Referências

[1] “Regulamento para o projectos, provas e vigilância das pontes metálicas.” 1897. [2] “Regulamento das Pontes Metálicas.” 1929.

[3] “Regulamento de estruturas de aço para edifícios.” 1965.

[4] B. Kühn, “Assessment of existing steel structures - Recommendations for estimation of the remaining fatigue life,” 2008.

[5] C. Cremona and A. Patron, “Improved assessment methods for static and fatigue resistance of old steel railway bridges - Sustainable Bridges - Background document D4.6,” 2007.

[6] Steel Structures: Vol1. Durability factors and requirements. Duratinet, 2012.

[7] “NP EN 1993-1-1 - Eurocódigo 3 Projecto de Estruturas Aço - Parte 1-1: Regras gerais e Regras para Edifícios.” 2010.

[8] CEN, “EN 1991-2 Eurocode 1: Actions on structures - Part 2: Traffic loads on bridges.” CEN, 2003.

[9] “UIC Code 702 Static loading diagrams to be taken into consideration for the design of rail carrying structures on lines used by international services.” UIC, 2003.

[10] “NP EN 1993-1-9 Eurocódigo 3 - Projecto de estruturas de aço - Parte 1-9: Fadiga.” IPQ, 2010.

Hani Nassif, Kaan Ozbay, Peng Lou, D. S. (2014). Fatigue Evaluation of the Increased Weight Limit on Transit Railway Bridges (p. 64). Retrieved from transweb.sjsu.edu/mntrc/index.html

(30)
(31)

Anexo A. Regulamentação Portuguesa desde 1897

Ano Regulamento

1897 Regulamento para projectos, provas e vigilância das pontes metálicas

1918 Regulamento para o emprego do beton armado Decreto nº 4036 de 28 de Março 1929 Regulamento de Pontes Metálicas (RPM) - Decreto nº 16781 de 10 de Abril 1935 Regulamento do Betão Armado (RBA) - Decreto n 25948 de 16 de Outubro

1958 Regulamento de Segurança das Construções contra os Sismos (RSCCS) Decreto nº 41658 de 31 de Maio

1961 Regulamento de Solicitações em Edifícios e Pontes (RSEP) Decreto nº 44041 de 18 de Novembro

1965 Regulamento de Estruturas de Aço para Edifícios (REAEd) Decreto nº 46160 de 19 de Janeiro

1967 Regulamento de Estruturas de Betão Armado (REBA) Decreto nº 47723 de 20 de Maio 1983 Regulamento de Segurança e Acções para estruturas de edifícios e Pontes

(32)
(33)

Anexo B. Ensaios de caracterização dos materiais da

rede ferroviária Portuguesa

(34)
(35)

B.1 Ensaios de caracterização mecânica

Ponte Linha km Ano constr. Ano Ensaio Local Provete Elemento ensaiado Labor.

Tensão kg/mm2 Mod. Elast kg/mm2

Extens.

% Resil. +20ºCResil. -10ºC Resil. ? ºC Observações Tced Trot Tseg

Alacaide Beira Baixa 142,534 1889 1972 Tabuleiro 24,9 31,8 14,0 6,1 Álamo Beira Baixa 048,336 1889 1983 contrav. Desconh. CP-GOB 26,0 36,0 14,0

Tabuleiro Desconh. CP-GOB 26,0 33,0 14,0 1988 Desconh. Desconh. LNEC 26,0 34,0 Albergaria Va Norte 150,205 1900 1976 contrav. 31,3 41,1 14,0 25,6 Vg. Principais 34,9 43,3 14,0 32,0 Albergaria Vd Norte 150,205 1900 1976 contrav. 32,1 43,8 14,0 30,0 Vg. Principais 22,7 37,3 13,6 27,9 Alcaácer Do

Sal Sado 078,000 1925 1979 contrav. 30,6 40,3 14,0 29,6 Alcácer Sado 078,910 1925 1990 Desconh. 32,3 37,3 14,0 21624 35,2 Alferrarede Beira Baixa 005,500 1888 1964 Tabuleiro 24,8 33,8 14,0 15,8 Almargem Sul 357,766 1906 1966 Tabuleiro 29,9 40,1 14,0 29,6 Alverca Beira Baixa 146,466 1891 1966 Desconh. 27,0 36,5 14,0 16,0 Alvercão 1º Vendas Novas 032,341 1900 1974 Desconh. 28,9 32,7 14,0 13,2

1985 Tabuleiro 31,4 41,1 14,0 28,0

Alvercão 2º Vendas Novas 032,762 1904 1965 Tabuleiro 29,0 44,2 14,0 25,1

(36)

Ponte Linha km Ano constr. Ano Ensaio Local Provete Elemento ensaiado Labor.

Tensão kg/mm2 Mod. Elast kg/mm2

Extens.

% Resil. +20ºCResil. -10ºC Resil. ? ºC Observações Tced Trot Tseg

Alvercão 4º Vendas Novas 033,234 1904 1966 Tabuleiro 27,4 38,1 14,0 27,0

1974 Desconh. 29,8 37,6 14,0 9,2

Alviela Cintura 009,524 1910 1978 Vg. Principais 26,0 34,0 14,0 17200 7,5

1989 Vg. Principais cantoneira LNEC 26,0 34,0 17200 F.PUDLADO Norte 088,361 1892 1950 Desconh. 29,6 35,7 14,0 6,6

1985 contrav. 29,6 39,2 14,0 22600 29,0 Alviela Va Norte 088,361 1892 1973 contrav. 29,1 39,5 14,0 11,1 Vg. Principais 26,4 37,0 14,0 10,6

1978 Tabuleiro 25,0 40,0 14,0 16,4

1988 Vg. Principais 36,5 13,1 18267 8,8 Alviela Vd Norte 088,361 1892 1973 contrav. 31,0 41,0 14,0 12,7

Vg. Principais 27,3 33,0 14,0 7,1 1988 Vg. Principais 35,5 12,8 18633 7,8 Amieiro Minho 116,153 1951 1979 contrav. 27,6 42,8 14,0 30,9 Ancora Minho 095,540 1876 1979 contrav. 29,9 38,1 14,0 8,4 Antuan Va Norte 286,864 1907 1975 Desconh. 29,8 39,1 14,0 31,0 Antuan Vd Norte 286,864 1907 1976 contrav. 30,1 37,8 14,0 15,8 Vg. Principais 24,7 35,3 14,0 12,8 Arcos Minho 113,840 1952 1979 contrav. 25,6 34,8 14,0 36,0 Areeiro

(ARIEIRO)

Beira

Baixa 049,718 1888 1969 Tabuleiro 27,7 34,9 14,0 10,6 Asseca Norte 068,031 1890 1957 Tabuleiro 23,4 32,9 14,0 8,0

1979 contrav. 33,7 12,1 8,1

Ave Minho 024,000 1937 1981 contrav. 24,0 34,5 14,0 19500 23,0 Tabuleiro 33,0 40,5 14,0 19150 24,5

(37)

Ponte Linha km Ano constr. Ano Ensaio Local Provete Elemento ensaiado Labor.

Tensão kg/mm2 Mod. Elast kg/mm2

Extens.

% Resil. +20ºCResil. -10ºC Resil. ? ºC Observações Tced Trot Tseg

024,055 1937 1989 contrav. Desconh. LNEC 24,0 37,0 20700 Tabuleiro Carlinga – Cantoneira LNEC 33,0 40,0 19150

frenagem –

gousset LNEC

Póvoa 024,024 1875 1966 Desconh. 28,5 38,6 14,0 13,0 1973 Vg. Principais 22,4 37,4 13,4 15,1 Baralho Leste 147,172 1891 1971 Desconh. 28,1 35,4 14,0 11,5 Barroca Do

Alamo Beira Baixa 048,336 1891 1963 contrav. 26,0 36,0 14,0 16,0

Desconh. 24,5 33,5 14,0

Tabuleiro 26,0 33,0 14,0 8,0

Bizelga Va Norte 121,948 1927 1978 contrav. 11,6 19,4 7,0 19,1 Braço De

Prata Norte 003,940 1925 1979 contrav. 25,8 35,5 14,0 18870 25,0

Tabuleiro 25,1 39,6 14,0 19,5

Caiola Leste 270,908 1891 1965 Desconh. 28,3 36,4 14,0 8,4 Caldeiro Leste 145,894 1891 1965 Desconh. 26,2 33,9 14,0 8,3 Campilhas Sado 135,581 1915 1988 contrav. 29,0 40,0 14,0 24,0

Tabuleiro 31,0 40,5 14,0 20100 30,5 Vg. Principais 27,5 36,5 14,0 21050

30,0 38,0 14,0 20490 27,0 Sul 135,581 1915 1989 Tabuleiro Desconh. LNEC 30,0 39,0 14,0 19980 Canedo Va Norte 232,290 1914 1976 contrav. 29,0 37,7 14,0 15,2

Vg. Principais 29,0 45,2 14,0 27,9 Canedo Vd Norte 232,290 1895 1976 contrav. 29,7 34,3 14,0 5,9 Carvão 2º Sado 160,803 1915 1977 contrav. 29,7 38,8 14,0 32,0

(38)

Ponte Linha km Ano constr. Ano Ensaio Local Provete Elemento ensaiado Labor.

Tensão kg/mm2 Mod. Elast kg/mm2

Extens.

% Resil. +20ºCResil. -10ºC Resil. ? ºC Observações Tced Trot Tseg

Carvoeira Va Norte 138,439 1950 1977 contrav. 32,5 36,2 14,0 26,4 Cavado Minho 049,520 1877 1968 Desconh. 30,7 36,7 14,0 6,9

1977 Vg. Principais 28,8 35,3 14,0 18,2 Caxias Va Cascais 011,905 1890 1980 Tabuleiro 38,5 13,9 11,7 Caxias Vd Cascais 011,905 1890 1980 Tabuleiro 35,0 41,6 14,0 7,0 Ceira Lousã 007,180 1906 1981 contrav. 29,5 39,1 14,0 29,8

1986 Tabuleiro 26,1 34,4 14,0 17870 7,6 1988 contrav. 26,0 31,5 14,0 18600 5,5 Vg. Principais 28,0 36,6 14,0 19900 26,4 007,270 1906 1987 Tabuleiro Longarina – cantoneira LNEC 26,0 36,0 17600

1989 contrav. Contrv. Horizontal – cantoneira LNEC 26,0 31,5 18600

Vg. Principais banzo das vig. principais LNEC 28,5 37,5 22 Diagonal –

cantoneira LNEC 27,5 36,0 19900 13 Cerejal 1ª Beira Baixa 070,081 1889 1989 contrav. Contrv. Horizontal – cantoneira LNEC 25,0 35,0 19000

Tabuleiro Carlinga – Cantoneira LNEC 34,0

Longarina – Alma LNEC 26,0 29,0 21800 Longarina –

cantoneira LNEC 27,0 37,0 20550

Vg. Principais banzo das vig. principais LNEC 26,0 39,0 17100 6 F.PUDLADO Cerejal 1º Beira Baixa 070,081 1889 1983 contrav. 25,0 35,0 14,0 19000 17,0

(39)

Ponte Linha km Ano constr. Ano Ensaio Local Provete Elemento ensaiado Labor.

Tensão kg/mm2 Mod. Elast kg/mm2

Extens.

% Resil. +20ºCResil. -10ºC Resil. ? ºC Observações Tced Trot Tseg

Vg. Principais 26,0 39,0 14,0 17100 18,5 Cerejal 2º Beira Baixa 070,434 1889 1983 contrav. 23,5 34,0 14,0 17250 17,5

Tabuleiro 35,0 12,6 20800 15,3

Vg. Principais 25,3 33,3 14,0 20587 12,3 Cerejal 3º Beira Baixa 070,680 1888 1987 Tabuleiro 28,2 37,0 14,0 12,5 Cerveira Minho 115,983 1951 1979 contrav. 26,5 36,1 14,0 34,4 116,126 1951 1979 contrav. 27,0 41,5 14,0 31,7

Charuto Algarve 327,040 1903 1989 Vg. Principais banzo das vig. principais LNEC 24,0 34,0 14,0 17500 SUBSTITUIDA 1992 Lagos 327,041 1903 1983 Vg. Principais 23,5 33,5 14,0 17500 34,0

Chelas Va Cintura 008,816 1910 1979 contrav. 27,8 39,2 14,0 28,0 Vg. Principais 30,0 40,7 14,0 26,0 Chelas Vd Cintura 008,816 1910 1979 contrav. 27,3 35,8 14,0 16,0 Vg. Principais 29,1 39,9 14,0 32,5 Cogominho

Va Norte 136,946 1950 1976 contrav. 33,2 44,6 14,0 27,1 Cogominho

Vd Norte 136,946 1950 1976 contrav. 30,4 43,1 14,0 27,6

Conchas Cintura 008,974 1910 1989 contrav. Desconh. LNEC 26,0 37,0 13,4 15150 F.PUDLADO 008,976 1910 1978 contrav. 37,3 13,4 15150 16,4

Córga Do Freixo

Beira

Baixa 032,237 1889 1973 Tabuleiro 27,4 36,2 14,0 10,5 Corge Beira Baixa 168,612 1891 1997 contrav. Contr. Vertical – cantoneira INETI 24,0 30,0

Tabuleiro consola do passeio INETI 26,0 34,0

(40)

Ponte Linha km Ano constr. Ano Ensaio Local Provete Elemento ensaiado Labor.

Tensão kg/mm2 Mod. Elast kg/mm2

Extens.

% Resil. +20ºCResil. -10ºC Resil. ? ºC Observações Tced Trot Tseg

Cova

Fundeira Beira Baixa 030,884 1888 1973 Tabuleiro 25,4 33,2 14,0 9,7 Vg. Principais 27,2 35,9 14,0 12,6 D. Amélia Vendas Novas 003,984 1903 1964 Tabuleiro 27,8 43,3 14,0 29,7 1974 Vg. Principais 27,5 45,5 14,0 30,7

1979 contrav. 28,0 40,5 14,0 33,6

Dados Norte 191,280 1911 1976 contrav. 29,6 37,5 14,0 30,7 Dão Beira Alta 083,600 1957 1957 Desconh. 35,5 12,8 6,6 Degebe Reguengos 129,069 1914 1978 Desconh. 25,7 36,8 14,0 36,4 Dueça 1ª Lousã 008,929 1906 1987 contrav. Contr. Vertical – cantoneira LNEC 27,0 36,0 20900

Contrv. Horizontal

– cantoneira LNEC 24,0 35,0 17800 Tabuleiro Carlinga – Cantoneira LNEC 23,5 33,5 18100 Vg. Principais banzo das vig. principais LNEC 28,0 35,5 16800 Dueça 1º Lousã 008,928 1906 1961 Desconh. 33,9 12,2

1985 contrav. 25,0 35,7 14,0 19350 15,9 Tabuleiro 23,7 33,0 14,0 17700 11,0 Vg. Principais 28,0 36,2 14,0 17730 9,6 Dueça 2ª Lousã 009,112 1906 1987 contrav. Contr. Vertical – cantoneira LNEC 22,0 32,0 18600

Contrv. Horizontal

– cantoneira LNEC 26,5 37,0 20000 Vg. Principais banzo das vig. principais LNEC 26,0 32,0 19000

(41)

Ponte Linha km Ano constr. Ano Ensaio Local Provete Elemento ensaiado Labor.

Tensão kg/mm2 Mod. Elast kg/mm2

Extens.

% Resil. +20ºCResil. -10ºC Resil. ? ºC Observações Tced Trot Tseg

Dueça 2º Lousã 009,112 1906 1985 contrav. 25,3 36,0 14,0 19740 12,7 Vg. Principais 25,5 33,9 14,0 18300 6,9 Dueça 3ª Lousã 018,228 1906 1989 contrav. Contrv. Horizontal – cantoneira LNEC 29,0 38,0 17850

Vg. Principais banzo das vig. principais LNEC F.PUDLADO Diagonal –

cantoneira LNEC 28,0 40,0 20150 5 Dueça 3º Lousã 018,228 1906 1989 contrav. 29,5 37,5 14,0 17850 12,3

Vg. Principais 28,0 40,0 14,0 20150 6,0 Dueça 4ª Lousã 018,616 1906 1987 contrav. Contr. Vertical – cantoneira LNEC 27,0 37,0 18500

Desconh. LNEC 23,0 32,0 18600 Vg. Principais Banzo – cobrejunta LNEC 28,0 33,0 14900 Dueça 4º Lousã 018,617 1906 1983 contrav. 25,0 34,2 14,0 16550 12,0

Vg. Principais 28,0 33,0 14,0 14900 6,0 Esgueira Va Norte 274,086 1907 1951 contrav. 24,9 37,0 14,0 5,8

1957 Desconh. 36,3 13,1 26,1

Esgueira Vd Norte 274,086 1907 1951 contrav. 25,7 33,9 14,0 12,5 Espinhaço

De Cão Sado 124,619 1916 1989 contrav. 26,0 36,3 14,0 20850 27,8 Vg. Principais 29,3 41,5 14,0 20475 27,0 Sul 124,619 1916 1989 Vg. Principais Diagonal – cantoneira LNEC 30,0 42,0 20475 31

Montante –

cantoneira LNEC 26,0 36,0 20850 6 Estebainhas Minho 133,730 1913 1979 contrav. 34,7 41,4 14,0 29,6

(42)

Ponte Linha km Ano constr. Ano Ensaio Local Provete Elemento ensaiado Labor.

Tensão kg/mm2 Mod. Elast kg/mm2

Extens.

% Resil. +20ºCResil. -10ºC Resil. ? ºC Observações Tced Trot Tseg

Açucar Baixa

Tabuleiro 29,0 44,0 14,0 21300 30,0 Vg. Principais 24,0 8,7 15400 1989 contrav. Desconh. LNEC 25,0 37,0 14,0

Tabuleiro Carlinga – Cantoneira LNEC 29,0 44,0 14,0 21300 Vg. Principais banzo das vig. principais LNEC 24,0 14,0 15400 Foz Do

Cerejo Beira Baixa 044,608 1889 1980 Tabuleiro 27,0 34,0 14,0 10,0 Vg. Principais 27,0 36,0 14,0 18450 18,0 44,608, 1889 1989 Tabuleiro Longarina – Alma LNEC 27,0 34,0 14,0

Vg. Principais Banzo – cobrejunta LNEC 28,0 36,0 14,0 21100 Diagonal –

cantoneira LNEC 26,0 36,0 14,0 15800 F.PUDLADO Fragas Más Tua 005,758 1887 1952 Desconh. 25,2 32,8 14,0 62,0

Gadanha Minho 141,282 1917 1979 contrav. 33,8 41,2 14,0 29,1 Gonçalo

Joanes Douro 165,105 1887 1988 Tabuleiro 24,3 35,2 14,0 19760 18,5 Gonçalo

Juanes Douro 165,105 1887 1989 Tabuleiro

Carlinga –

Cantoneira LNEC 25,0 35,0 19600 F.PUDLADO Longarina –

cantoneira LNEC 24,0 35,0 19800 F.PUDLADO Gonçalo Magro Beira Baixa 058,251 1888 1978 contrav. 25,0 32,0 14,0 17400 10,0 Tabuleiro 27,0 35,0 14,0 18300 Vg. Principais 36,0 13,0 20,0

(43)

Ponte Linha km Ano constr. Ano Ensaio Local Provete Elemento ensaiado Labor.

Tensão kg/mm2 Mod. Elast kg/mm2

Extens.

% Resil. +20ºCResil. -10ºC Resil. ? ºC Observações Tced Trot Tseg

Tabuleiro Longarina – Alma LNEC 27,0 35,0 18300

Vg. Principais Banzo – cobrejunta LNEC 36,0 F.PUDLADO Gricha Douro 194,730 1887 1981 Tabuleiro 25,3 34,3 14,0 15233 12,8

194,731 1887 1989 Tabuleiro Carlinga – Alma LNEC 28,0 36,0 15600 F.PUDLADO Carlinga –

Cantoneira LNEC 23,0 32,0 14700 Longarina –

cantoneira LNEC 25,0 34,0

Vg. Principais Montante – cantoneira LNEC 25,0 35,0 15400 Guadiana Moura 178,414 1905 1982 Desconh. 32,8 11,9 2,0 Gualrita Beira Baixa 201,667 1893 1957 Tabuleiro 28,1 38,2 14,0 15,2 Int. Valença Minho 131,250 1885 1959 Desconh. 24,8 33,4 14,0 16470 9,8

1886 1975 Desconh. 30,9 11,1

Jugueiros Douro 102,004 1934 1978 contrav. 30,0 38,0 14,0 25,0 Lamelas Minho 131,579 1939 1979 contrav. 38,9 14,0 35,0 Lapela Minho 141,245 1915 1979 contrav. 29,8 36,2 14,0 29,7 Lares Oeste 207,657 1888 1987 Tabuleiro 31,2 36,7 14,0 7,2

Vg. Principais 31,1 41,8 14,0 6,8 Lavrado Cintura 009,382 1888 1980 contrav. 25,0 31,7 14,0 16050 9,3 Vg. Principais 26,3 35,3 14,0 17300 11,0 Xabrega

s 009,392 1888 1989 contrav. Contr. Vertical – cantoneira LNEC 25,0 33,0 Contrv. Horizontal

– cantoneira LNEC 26,0 28,0 17100

(44)

Ponte Linha km Ano constr. Ano Ensaio Local Provete Elemento ensaiado Labor.

Tensão kg/mm2 Mod. Elast kg/mm2

Extens.

% Resil. +20ºCResil. -10ºC Resil. ? ºC Observações Tced Trot Tseg

Montante –

cantoneira LNEC 28,0 36,0 17900 Lavre Vendas Novas 051,555 1913 1966 Tabuleiro 27,8 37,6 14,0 27,3

1974 Desconh. 29,1 31,7 14,0 11,7

Lima Minho 060,353 1878 Desconh. 26,6 39,3 14,0 11,8

080,000 1878 1989 Vg. Principais Vigas Princ. - Perfilado LNEC 32,0 35,0 15700 F.PUDLADO Lima-Viaduto

Anexo Minho 060,323 1878 1987 Vg. Principais 31,7 35,3 14,0 15733 4,0 Loredo Mora 125,066 1907 1975 Tabuleiro 23,4 32,0 14,0 32,4 Louriçal Do

Campo Alentejo 180,955 1870 1990 Tabuleiro Carlinga – Alma LNEC 32,2 43,5 19800

Longarina – Alma LNEC 31,3 41,6 20400 SUBSTITUIDA 1983 Sul 180,957 1870 1983 Tabuleiro 32,4 43,4 14,0 20502 26,0

Marco Minho 137,834 1917 1979 contrav. 29,5 38,3 14,0 27,5 Maria Pia Norte 334,577 1877 1965 Desconh. 28,9 35,8 14,0 6,2

1966 Tabuleiro 26,1 38,5 14,0 12,2

Vg. Principais 27,1 36,1 14,0 8,5 27,7 36,3 14,0 10,8

1984 Desconh. 25,5 34,5 14,0 7,8

Maria Pia –

Arco Norte 334,577 1877 1966 Desconh. 28,1 34,1 14,0 5,8 28,5 34,2 14,0 7,1 Maria Pia –

Pilar Norte 334,577 1877 1966 Desconh. 26,8 33,7 14,0 5,5 Meirinho Beira Baixa 034,985 1889 1987 contrav. Contrv. Horizontal – cantoneira LNEC 27,0 35,0 20100

(45)

Ponte Linha km Ano constr. Ano Ensaio Local Provete Elemento ensaiado Labor.

Tensão kg/mm2 Mod. Elast kg/mm2

Extens.

% Resil. +20ºCResil. -10ºC Resil. ? ºC Observações Tced Trot Tseg

Longarina –

cantoneira LNEC

Mendalvão Beira Baixa 013,223 1891 1966 Desconh. 25,5 34,0 14,0 10,0 Mira Minho 126,730 1876 1977 Tabuleiro 26,8 38,7 14,0 24,8

1980 Desconh. 36,0 13,0 10,0

Mocate Norte 188,318 1884 1989 Vg. Principais Vigas Princ. - Perfilado LNEC 25,0 36,0 18800 SUBSTITUIDA 1983 188,379 1864 1983 contrav. 25,0 35,5 14,0 18800 18,0

Vg. Principais 31,0 39,5 14,0 21600 31,0 Moinho Do

Porto Va Norte 158,017 1909 1977 contrav. 36,6 13,2 24,2

Vg. Principais 40,7 14,7 17,5

Moinho Do

Porto Vd Norte 158,017 1909 1977 contrav. 29,3 39,9 14,0 27,7

Tabuleiro 26,4 35,6 14,0 27,2

Monçao Minho 146,360 1913 1979 contrav. 29,7 42,9 14,0 30,9 1915 1983 Tabuleiro 27,0 35,5 14,0 21450 31,5 Vg. Principais 25,0 38,0 14,0 18800 31,0 Monção Minho 146,360 1915 1989 Tabuleiro Carlinga – Cantoneira LNEC 28,0 37,0 21700

Longarina –

cantoneira LNEC 26,0 34,0 21200 Vg. Principais banzo das vig. principais LNEC 25,0 38,0 18800 Mondego

Velho Va Norte 216,737 1908 1988 contrav. 28,5 40,0 14,0 20150 Tabuleiro 24,0 34,5 14,0 19550 27,0 Vg. Principais 27,0 36,0 14,0 20150 34,5

(46)

Ponte Linha km Ano constr. Ano Ensaio Local Provete Elemento ensaiado Labor.

Tensão kg/mm2 Mod. Elast kg/mm2

Extens.

% Resil. +20ºCResil. -10ºC Resil. ? ºC Observações Tced Trot Tseg

1989 Tabuleiro Carlinga – Cantoneira LNEC 24,0 35,0 19550 7 Contrav.

longarinas –

gousset LNEC 29,0 40,0 20150 22

Vg. Principais banzo das vig. principais LNEC 27,0 36,0 18600 13 JÁ SUBSTITUIDA Mondego

Velho Vd Norte 216,737 1897 1989 contrav.

Contrv. Horizontal

– cantoneira LNEC 29,0 46,0

Tabuleiro Longarina – cantoneira LNEC 26,0 43,0 20700

Vg. Principais banzo das vig. principais LNEC 29,0 40,0 19850 50 JÁ SUBSTITUIDA 1908 1988 contrav. 28,5 40,6 14,0 28,5

Tabuleiro 26,0 43,0 14,0 19600 26,0 Vg. Principais 29,5 40,0 14,0 19850 24,5 Monte Do

Trigo Norte 077,127 1861 1951 Desconh. 23,8 34,9 14,0 9,5 Moura Mora 121,199 1907 1975 Tabuleiro 25,2 34,8 14,0 26,9 Murça Douro 162,049 1886 1990 Tabuleiro 24,1 34,3 14,0 19771 13,8 Murta Va Norte 224,741 1924 1976 contrav. 31,8 41,4 14,0 27,2 Vg. Principais 29,8 38,2 14,0 26,9 Murta Vd Norte 224,741 1895 1976 contrav. 28,8 41,4 14,0 26,7 Neiva Minho 066,355 1878 1958 Vg. Principais 24,4 36,3 14,0 15,8 Noemi Beira Alta 224,710 1957 1970 Tabuleiro 27,3 40,0 14,0 30,5 Nsda

Barroca

Beira

Baixa 062,052 1889 1973 contrav. 23,0 35,7 13,8 24,0 Ocreza Beira Baixa 042,598 1888 1967 Vg. Principais 29,2 37,2 14,0 7,0

(47)

Ponte Linha km Ano constr. Ano Ensaio Local Provete Elemento ensaiado Labor.

Tensão kg/mm2 Mod. Elast kg/mm2

Extens.

% Resil. +20ºCResil. -10ºC Resil. ? ºC Observações Tced Trot Tseg

Padrões Sado 112,300 1916 1989 contrav. 28,3 45,2 14,0 20951 27,5 Tabuleiro 29,3 40,8 14,0 20706 28,5 Vg. Principais 30,1 47,9 14,0 20981 30,5 1918 1978 contrav. 29,4 44,4 14,0 27,8 Sul 112,300 1916 1990 contrav. Contrv. Horizontal – cantoneira LNEC 27,8 44,4 20550

Tabuleiro carlinga – banzo LNEC 28,8 40,0 20300 26 Vg. Principais Montante – cantoneira LNEC 29,6 47,0 20550 10 Pedra Beira Baixa 107,500 1898 1989 contrav. Contrv. Horizontal – cantoneira LNEC 23,0 42,0 14,0

Leste 107,500 1898 1988 contrav. 23,3 42,3 14,0 31,0 Pedrinha Va Norte 224,131 1924 1978 contrav. 31,4 41,4 14,0 28,9 Pedrinha Vd Norte 224,131 1895 1978 contrav. 32,0 39,2 14,0 12,4 Peral Beira Baixa 035,722 1889 1966 Tabuleiro 25,9 37,4 14,0 16,0 Vg. Principais 21,2 32,6 12,7 17,3

1984 contrav. 31,2 11,2 8,8

Tabuleiro 25,3 33,8 14,0 13,3

Pocinho Douro 171,662 1887 1990 Tabuleiro 23,9 32,3 14,0 20171 14,1 Poço Bispo Va Cintura 010,163 1912 1978 contrav. 27,1 34,6 14,0 32,8 Vg. Principais 24,9 34,2 14,0 36,6 Poço Bispo Vd Cintura 010,163 1912 1976 contrav. 28,6 36,3 14,0 30,4 Vg. Principais 28,2 36,1 14,0 17,4 Portela Lousã 005,512 1906 1987 Tabuleiro Longarina – cantoneira LNEC 26,0 33,0 14,0 17950

(48)

Ponte Linha km Ano constr. Ano Ensaio Local Provete Elemento ensaiado Labor.

Tensão kg/mm2 Mod. Elast kg/mm2

Extens.

% Resil. +20ºCResil. -10ºC Resil. ? ºC Observações Tced Trot Tseg

1990 contrav. 28,3 39,0 14,0 19669 12,1 005,515 1906 1966 Tabuleiro 27,0 35,5 14,0 17950 7,7

1981 contrav. 29,3 36,1 14,0 9,3

Portimão Algarve 329,300 1919 1989 contrav. Desconh. LNEC 26,0 39,0 21300 Lagos 329,300 1919 1989 contrav. 26,0 39,0 14,0 21300 32,3 Praia Leste 118,860 1888 1965 Desconh. 28,1 35,6 14,0 6,2

1966 contrav. 28,9 39,3 14,0 13,0

1981 Desconh. 32,0 40,0 14,0 11,6

1985 Desconh. 27,3 37,3 14,0 10,6

Regateira Norte 037,854 1937 1990 contrav. Contr. Vertical – cantoneira LNEC 25,1 35,1 Contrv. Horizontal

– cantoneira LNEC 28,5 36,5 20400 Regateira Vd Norte 037,854 1937 1970 contrav. 27,3 36,6 14,0 20808 32,3 Relva Norte 141,255 1980 1976 contrav. 30,4 41,5 14,0 27,6 Remisquedo Tua 119,916 1906 1977 Vg. Principais 30,7 42,6 14,0 17,6 Ribalonga Douro 141,321 1887 1988 contrav. 26,0 35,0 14,0 16,0

Tabuleiro 27,5 37,0 14,0 11,5

Ribeira Da

Areia Oeste 130,335 1990 Tabuleiro Carlinga – Alma LNEC 24,7 40,6 18900 48 Ribeira De Caimbos Beira Baixa 038,708 1889 1967 Tabuleiro 26,7 36,9 14,0 16,4 1981 contrav. 26,7 35,7 14,0 12,4 Tabuleiro 26,1 36,7 14,0 18,4 1988 Tabuleiro 27,0 41,3 14,0 32,1 Ribeira De

(49)

Ponte Linha km Ano constr. Ano Ensaio Local Provete Elemento ensaiado Labor.

Tensão kg/mm2 Mod. Elast kg/mm2

Extens.

% Resil. +20ºCResil. -10ºC Resil. ? ºC Observações Tced Trot Tseg

Ribeira De

Coruche Vendas Novas 032,096 1902 1966 Tabuleiro 29,2 42,5 14,0 28,3

1974 Desconh. 27,5 35,1 14,0 20,6

Ribeira De

Eiras Beira Baixa 023,007 1889 1976 contrav. 28,0 37,0 14,0 20500 18,0

Tabuleiro 26,0 9,4

Vg. Principais 25,0 37,0 14,0 15100 13,0 023,907 1889 1967 Desconh. 25,9 34,4 14,0 14,6

1890 1989 contrav. Contrv. Horizontal – cantoneira LNEC 26,0 37,0 20500 Tabuleiro Longarina – Alma LNEC 26,0

Vg. Principais Diagonal – cantoneira LNEC 25,0 37,0 15100 F.PUDLADO Ribeira De

São Martinho

Sul 064,722 1920 1989 Tabuleiro Longarina – cantoneira LNEC 29,0 38,0

Vg. Principais banzo das vig. principais LNEC 25,0 35,0 21500 50 Diagonal –

cantoneira LNEC 25,0 36,0 17600 20 Vigas Princ. -

Perfilado LNEC 25,0 29,0 19100

1990 Tabuleiro Carlinga – Cantoneira LNEC 22,7 34,0 19400 15 Longarina –

cantoneira LNEC 23,7 38,4 20200 35 Vg. Principais cantoneira LNEC 24,3 38,7 20000 18 Ribeira Do

Meirinho Beira Baixa 034,985 1889 1967 Tabuleiro 27,7 39,1 14,0 15,6 Vg. Principais 30,9 38,1 14,0 7,9

(50)

Ponte Linha km Ano constr. Ano Ensaio Local Provete Elemento ensaiado Labor.

Tensão kg/mm2 Mod. Elast kg/mm2

Extens.

% Resil. +20ºCResil. -10ºC Resil. ? ºC Observações Tced Trot Tseg

1984 contrav. 26,2 31,1 14,0 20100 7,3 Tabuleiro 26,5 34,5 14,0 18000 7,3 Ribeira Fria Beira Baixa 017,203 1888 1990 contrav. 27,5 34,0 14,0 19805 8,3

1889 1967 Desconh. 39,3 14,2 13,3

1980 Tabuleiro 36,1 13,0 10,1

Ribeira

Longa Douro 141,321 1887 1988 contrav. Desconh. CP-GOB 26,0 35,0 14,0 Tabuleiro Desconh. CP-GOB 27,5 37,0 14,0 1989 Desconh. Desconh. LNEC 27,0 37,0 Ribeira

S.Martinho Sado 064,730 1920 1983 Tabuleiro 23,7 36,9 14,0 20176 31,8 Vg. Principais 24,7 39,4 14,0 20400 46,0 Rio De Areia Oeste 130,375 1933 1982 Tabuleiro 25,1 41,4 14,0 20043 27,5 Rodeios Beira Baixa 075,661 1889 1967 Tabuleiro 29,6 34,2 14,0 12,8

1983 contrav. 25,5 36,4 14,0 17,5

Tabuleiro 29,3 34,9 14,0 12,3

Romba Va Norte 156,885 1909 1977 contrav. 30,5 40,6 14,0 25,8 Vg. Principais 26,9 37,9 14,0 25,1 Romba Vd Norte 156,885 1909 1977 contrav. 28,0 39,7 14,0 24,2 Vg. Principais 29,2 41,3 14,0 28,9 S.Gonçalo Minho 115,400 1951 1979 contrav. 30,1 45,5 14,0 31,2 S.Pedro Beira Baixa 066,649 1887 1981 contrav. 28,5 37,0 14,0 18700 13,0 Tabuleiro 27,7 34,3 14,0 21400 8,7 Salmanha Oeste 214,332 1911 1977 Tabuleiro 26,8 38,3 14,0 27,5

(51)

Ponte Linha km Ano constr. Ano Ensaio Local Provete Elemento ensaiado Labor.

Tensão kg/mm2 Mod. Elast kg/mm2

Extens.

% Resil. +20ºCResil. -10ºC Resil. ? ºC Observações Tced Trot Tseg

Vg. Principais 26,3 36,8 14,0 20,7 Seiça Norte 132,050 1898 1948 Desconh. 26,2 41,7 14,0 29,4 Sermenha Douro 096,180 1879 1978 contrav. 32,0 49,0 14,0 30,0 Sever Caceres 246,639 1908 1978 contrav. 29,2 41,4 14,0 23,4 Simoes Norte 181,497 1911 1976 contrav. 29,6 45,4 14,0 29,5

Tabuleiro 29,7 38,8 14,0 22,4

Vg. Principais 30,4 40,6 14,0 21,3 Soure Alfarelos 216,893 1889 1967 Desconh. 27,9 37,0 14,0 10,5 Tejo Beira Baixa 002,930 1888 1988 Tabuleiro 30,0 36,0 14,0 20300 8,5

Vg. Principais 25,0 34,6 14,0 19400 11,7 Tremoa Lousã 012,788 1906 1984 contrav. 24,6 34,4 14,0 15800 6,6

Vg. Principais 24,5 31,5 14,0 19650 11,6 012,791 1906 1987 contrav. Contr. Vertical – cantoneira LNEC 26,0 32,0 20900

Contrv. Horizontal

– cantoneira LNEC 23,0 31,0 18400 Vg. Principais banzo das vig. principais LNEC

Tua Douro 138,799 1885 1980 Desconh. 32,0 11,5 7,6

1981 Tabuleiro 25,5 37,5 14,0 19,1

Vala Do Boi Vendas Novas 061,037 1902 1974 Desconh. 24,9 30,6 14,0 7,7 Vala Do

Campo 1.º Alfarelos 207,559 1912 1977 Tabuleiro 25,0 34,9 14,0 30,0 Vala Do

Campo 2.º Alfarelos 207,559 1911 1977 Tabuleiro 29,3 38,9 14,0 19,2 Vg. Principais 23,1 32,9 13,9 32,9

(52)

Ponte Linha km Ano constr. Ano Ensaio Local Provete Elemento ensaiado Labor.

Tensão kg/mm2 Mod. Elast kg/mm2

Extens.

% Resil. +20ºCResil. -10ºC Resil. ? ºC Observações Tced Trot Tseg

Vale Da

Lama Algarve 340,911 1922 1997 contrav. Contrv. Horizontal – cantoneira LNETI 25,0 40,0 34 Vale De

Formoso De

Cima Norte 003,940 1925 1990 contrav.

Contrv. Horizontal

– cantoneira LNEC 25,3 34,8 14,0 18500

Tabuleiro carlinga – banzo LNEC 24,7 38,8 14,0 30 Vale Do

Nedo Douro 167,361 1887 1990 Tabuleiro 25,7 35,3 14,0 22670 18,0 Vermoil Va Norte 161,470 1909 1977 Tabuleiro 27,2 36,9 14,0 30,0 Vg. Principais 25,0 38,1 14,0 31,1 Vilela Va Norte 222,503 1924 1976 Desconh. 31,7 41,8 14,0 28,0 Vilela Vd Norte 222,503 1895 1976 contrav. 34,5 12,4 14,0 Vouga Norte 279,869 1897 1955 contrav. 28,7 38,0 14,0 29,2 Vouga Vd Norte 279,869 1987 1951 Tabuleiro 28,5 33,1 14,0 16,1 Zezere Douro 084,346 1934 1988 contrav. 28,0 39,0 14,0 21000 31,0 Vg. Principais 24,7 37,7 14,0 20887 30,5 Zêzere Beira Baixa 157,701 1890 1989 Tabuleiro Desconh. CP-GOB 26,7 35,8 14,0 19244

1990 contrav. Contrv. Horizontal – cantoneira LNEC 23,0 32,0 10,0 8

Tabuleiro Longarina – cantoneira LNEC 26,7 38,6 14,0 18200 21 F.PUDLADO Douro 084,348 1934 1989 contrav. Contrv. Horizontal – cantoneira LNEC 28,0 39,0 21000

Vg. Principais banzo das vig. principais LNEC 25,0 38,0 20900 AÇO Zezere 1º Beira Baixa 157,701 1890 1967 Tabuleiro 28,0 35,8 14,0 10,0

(53)

Ponte Linha km Ano constr. Ano Ensaio Local Provete Elemento ensaiado Labor.

Tensão kg/mm2 Mod. Elast kg/mm2

Extens.

% Resil. +20ºCResil. -10ºC Resil. ? ºC Observações Tced Trot Tseg

1989 contrav. 27,7 10,0 4,3

Tabuleiro 26,7 25,8 14,0 19244 10,8

B.2 Ensaios caracterização química

Ponte Linha km Ano construcao Ano Ensaio Local Elemento ensaiado Laboratorio Análise Química (%) Observações

C Si Mn S P

Álamo Beira Baixa 048,336 1889 1988 Desconhecido desconhecido LNEC 0,01 0 0,04 0 0,35

Alviela Cintura 009,524 1910 1989 Vigas Principais cantoneira LNEC 0,02 0,02 <0,03 0,1 0,5 F.PUDLADO Ave Minho 024,055 1937 1989 Tabuleiro frenagem – gousset LNEC 0,05 0 0,28 0 0,06

Campilhas Sul 135,581 1915 1989 Tabuleiro desconhecido LNEC 0,04 0 0,3 0 0,05 Ceira Lousã 007,270 1906 1989 Vigas Principais Diagonal – cantoneira LNEC 0,04 0 0,35 0,1 0,05 Cerejal 1ª Beira Baixa 070,081 1889 1989 Contraventamentos Contrv. Horizontal –

cantoneira

LNEC 0,02 0,1 0,08 0 0,63

Vigas Principais banzo das vig. principais LNEC 0,03 0,1 <0,03 0 0,8 F.PUDLADO Charuto Algarve 327,040 1903 1989 Vigas Principais banzo das vig. principais LNEC 0,06 0 0,45 0 0,08 SUBSTITUIDA1992

(54)

Conchas Cintura 008,974 1910 1989 Contraventamentos desconhecido LNEC 0,03 0,1 <0,03 0,1 0,73 F.PUDLADO Dueça 1ª Lousã 008,929 1906 1987 Tabuleiro Carlinga – Cantoneira LNEC 0,03 0,1 0,03

Dueça 2ª Lousã 009,112 1906 1987 Vigas Principais banzo das vig. principais LNEC 0,03 0,1 <0,025

Dueça 3ª Lousã 018,228 1906 1989 Vigas Principais banzo das vig. principais LNEC 0,04 0,1 0,03 0,1 0,6 F.PUDLADO Dueça 4ª Lousã 018,616 1906 1987 Contraventamentos Contr. Vertical– cantoneira LNEC 0,02 0,1 <0,025 0 0,54

Espinhaço

De Cão Sul 124,619 1916 1989 Vigas Principais Diagonal – cantoneira LNEC 0,1 0 0,51 0 0,06 Foz Do Açucar Beira Baixa 052,045 1889 1989 Tabuleiro Carlinga – Cantoneira LNEC 0,19 0 0,34 0,1 0,04 Foz Do

Cerejo Beira Baixa 44,608, 1889 1989 Vigas Principais Diagonal – cantoneira LNEC 0,02 0,1 <0,03 0 0,52 F.PUDLADO Gonçalo

Juanes Douro 165,105 1887 1989 Tabuleiro Carlinga – Cantoneira LNEC 0,02 0,1 0,03 0 0,34 F.PUDLADO Longarina –

cantoneira LNEC 0,02 0,1 0,03 0 0,34 F.PUDLADO Gonçalo

Magro

Beira

Baixa 058,251 1889 1989 Vigas Principais

Banzo –

cobrejunta LNEC 0.02 0,1 0,08 0 0,5 F.PUDLADO Gricha Douro 194,731 1887 1989 Tabuleiro Carlinga – Alma LNEC 0,02 0,1 0,03 0 0,4 F.PUDLADO Lavrado Xabregas 009,392 1888 1989 Vigas Principais banzo das vig. principais LNEC 0 0,1 <0,03 0 0,36 F.PUDLADO Lima Minho 080,000 1878 1989 Vigas Principais Vigas Princ. - LNEC 0,02 0,1 0,03 0,1 0,61 F.PUDLADO

(55)

Perfilado Louriçal Do

Campo Alentejo 180,955 1870 1990 Tabuleiro Carlinga – Alma LNEC 0,13 0 0,24 0 0,07 Meirinho Beira Baixa 034,985 1889 1987 Contraventamentos

Contrv. Horizontal –

cantoneira LNEC 0,02 0,1 <0,025

Mocate Norte 188,318 1884 1989 Vigas Principais Vigas Princ. - Perfilado LNEC 0,04 0,1 <0,03 0 0,35 SUBSTITUIDA1983 Monção Minho 146,360 1915 1989 Tabuleiro Carlinga – Cantoneira LNEC 0,06 0 0,33 0 0,12

Mondego

Velho Va Norte 216,737 1908 1989 Tabuleiro

Contrav. longarinas –

gousset LNEC 0,12 0 0,39 0,1 0,08 Mondego

Velho Vd Norte 216,737 1897 1989 Vigas Principais banzo das vig. principais LNEC 0,11 0 0,28 0 0,11 JÁ SUBSTITUIDA Padrões Sul 112,300 1916 1990 Vigas Principais Montante – cantoneira LNEC 0,23 0 0,52 0,1 0,04

Pedra Beira Baixa 107,500 1898 1989 Contraventamentos

Contrv. Horizontal –

cantoneira LNEC 0,16 0,1 0,64 0 0,06 Portela Lousã 005,512 1906 1987 Tabuleiro Longarina – cantoneira LNEC 0,02 0,1 <0,025

Portimão Algarve 329,300 1919 1989 Contraventamentos desconhecido LNEC 0,19 0 0,27 0 0,03 Regateira Norte 037,854 1937 1990 Contraventamentos Contrv. Horizontal –

cantoneira

(56)

Ribeira Da

Areia Oeste 130,335 1990 Tabuleiro Carlinga – Alma LNEC 0,16 0 0,49 0 0,02 Ribeira De

Eiras

Beira

Baixa 023,907 1890 1989 Vigas Principais

Diagonal –

cantoneira LNEC 0,02 0,1 <0,03 0,1 0,51 F.PUDLADO Ribeira De

São Martinho Sul 064,722 1920 1989 Vigas Principais banzo das vig. principais LNEC 0,02 0,1 0,04 0 0,4 1990 Vigas Principais cantoneira LNEC 0,14 0,1 0,46 0 0,02 Ribeira

Longa Douro 141,321 1887 1989 Desconhecido desconhecido LNEC 0,01 0,1 <0,01 0,1 0,51 Tremoa Lousã 012,791 1906 1987 Vigas Principais banzo das vig. principais LNEC 0,01 0,1 0,03

Vale Da

Lama Algarve 340,911 1922 1997 Contraventamentos

Contrv. Horizontal –

cantoneira LNETI 0,2 <0,1 0,45 0 0,04 Vale De

Formoso De

Cima Norte 003,940 1925 1990 Tabuleiro

carlinga –

banzo LNEC 0,11 0,1 0,42 0,1 0,04

Zêzere Beira Baixa 157,701 1890 1990 Tabuleiro Longarina – cantoneira LNEC 0 0,1 <0,03 0 0,41 F.PUDLADO Douro 084,348 1934 1989 Vigas Principais banzo das vig. principais LNEC 0,1 0 0,27 0 0,03 AÇO

(57)

Anexo C. Volumes de tráfego por Linha

Exemplos de alguns volumes de tráfego obtidos por linha.

2008 2009 2010 2011 2012 2013 0 50000 100000 150000 200000 250000

Transporte ferroviário

L. Norte Passageiros Mercadorias Marchas Ano N u m . C o m b o io s 2008 2009 2010 2011 2012 2013 0 20000 40000 60000 80000 100000 120000

Transporte ferroviário

L. Sul Passageiros Mercadorias Marchas Ano N u m . C o m b o io s

(58)

2008 2009 2010 2011 2012 2013 0 2000 4000 6000 8000 10000 12000 14000

Transporte ferroviário

L. Beira Alta Passageiros Mercadorias Marchas Ano N u m . C o m b o io s 2008 2009 2010 2011 2012 2013 0 5000 10000 15000 20000 25000

Transporte ferroviário

L. Beira Baixa Passageiros Mercadorias Marchas Ano N u m . C o m b o io s

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Referências

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