4 POESIA
TRADICIONAL
PORTUGUESA
Ttovadoresca, Palaciana
e Camoniana
Esteia Pinto'Ribeiro Lamas Luís Ricardo Pereira
6
3
Q i—iO
W
<
Coordenação científico-pedagógica Esteia Pinto Ribeiro Lamas Fernando Hilário M. FerreiraA 388883
CO
3
o
ÍNDICE
Enquadramento e objectivos da colecção 7 Introdução 9
Os PRIMÓRDIOS DA LITERATURA PORTUGUESA PERÍODO TROVADORESCO (SÉCULOS XII-XIV)
Contextualização Histórico-Literária 15
CANTIGAS DE AMIGO
Ai flores, ai flores do verde pino 27 Eu, louçana, en quanfeu viva for 28 Por Deus, amigo, quen cuidaria 33 Filha, o que queredes ben 34 Levad'amigo, que dormide'las manhãas frias 35 Meu amigu' e meu ben e meu amor 37 Eno sagrad', en Vigo 38 Bailad'oj, ai filha, que prazer vejades 39 Bailemos agora, por Deus, ai velidas 40 Bailemos nós já todas três, ai amigas 41 Non mi digades, madre, mal, [s]e irei 43 Asfrores do meu amigo 45
Burguesia - Idade Média 47
Sedia lafremosa seu sirgo torcendo 49
Para Falar de uma Evolução 51
Fez meu amigo gran pesar a mi 52 Tôdalas cousas eu vejo partir 52 Quand'eu um dia fui en Compostela 53 Pelo souto de Crexente 55
CANTIGAS DE AMOR
Vi eu donas, senhor, en cas d'el-rei 58 Quefeu en maneira de proençal 59
Proençaes soen mui ben trobar 60
O Modelo Cortês 63
Como morreu quen nunca ben 66 Que soidade de mha senhor ei 67 Senhor fremosa, pois me non queredes 68 A Bonaval quer'eu, mha senhor, ir 69 Os que non aman nen saben d'amor 70 Amigos, non poss'eu negar 71 Vaasco Martinz, pois vos trabalhades 72 Senhor genta 74 Agora me quer'eu já espedir 75
Os namorados que troban d'amor 78
SÁTIRA MEDIEVAL
Quen a sesta quiser dormir 80 Ora começa o meu mal 81 Joan Airas, ora vej'eu que á 82 Vej'eu as gentes andar revolvendo 83 Meu senhor arcebispo, and'eu escomungado 84 Roi Queimado morreu con amor 84
Sátira. Época Medieval 86
BIBLIOGRAFIA 89 A POESIA PALACIANA - SÉCULO XV
O Cancioneiro Geral de Garcia de Resende 93
Próloguo de Garcia de Resende 101 Senhora, partem tão tristes 103
A Bonaval quer'eu, mha senhor, ir, Bernal de Bonaval 104 Aquela triste e leda madrugada, Luís de Camões 105 Adeus, Almeida Garrett 105 Somos ua cousa nós 110 Coração, já repousavas 110 Comigo me desavim 111 Antre mim mesmo e mim 111 Cerra a serpente os ouvidos 112 Quem bem sabe navegar 112
Função da Poesia e seu Sistema de Produção 114
Esforça, meu coração 116
O Mito de Pandora 118 Eva 118
Fingimento de Amores 120 Trovas que Garcia de Resende fez à morte de Dona Inês de Castro... 128
Episódio de Inês de Castro
(in Canto III de «Os Lusíadas»), Luís de Camões 139
Poema anónimo (Séc. XVIII) 143
Cantata à Morte de Inês de Castro, Bocage 144 Pedro, o Cru (excerto), António Patrício 149 Trovas às desordens que agora se costumam em Portugal 154 Áurea Mediocritas 162 De Luís Anriques ao duque de Bragança, quando tomou Azamor 163
Poesia Histórica ou Épica 172
BIBLIOGRAFIA 174 POESIA CAMONIANA - SÉCULO XVI
Poesia Camoniana: Vertente Tradicionalista 177 Camões e a Tradição Poética Peninsular 180
Vós, Senhora, tudo tendes 185 Menina dos olhos verdes 185 Descalça vai pela neve 186 Descalça vai para a fonte 187 Na fonte está Leanor 187
A Linguagem: Recursos Estilísticos e sua Expressividade 190
Descalça vai para a fonte, Francisco Rodrigo Lobo 191 Poema da Auto-Estrada, António Gedeão 192 Leonorana, Ana Hatherly 193 Bilha ao ombro, atarefada, António Pedro 194 Lianor pela verdura, Agostinho da Silva 195 No monte de Amor andei 196 Esperanças mal tomadas 197 Vi chorar uns claros olhos 198 Pastora da serra 199 Quem se confia em olhos 200 Olhos em que estão mil flores 201 Sem olhos vi o mal claro 202 Perdigão perdeu a pena 203 Venceu-me Amor, não o nego 203 Esconjuro-te, Domingas 204 Vós sois ua dama 205 Trovas que mandou com um papel de alfinetes 206
Endechas a Bárbara escrava 208 Verdes são as hortas 209 Verdes são os campos 210 Falso cavaleiro ingrato 211 Não sei se me engana Helena 212 Labirinto a queixar-se do mundo 212 Ao desconcerto do mundo 214 A alma que está oferecida 214 Coifa de beirame 215
Carta I, escrita de Ceuta 217
Sôbolos rios que vão 229
Salmo 137 242 «Sôbolos rios» - Uma Estética Arquitectónica 243