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IV EREEC João Pessoa - PB 19 a 21 de setembro de 2017

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19 a 21 de setembro de 2017

SEGURANÇA NO TRABALHO: ESTUDO SOBRE

APLICAÇÃO DE MEDIDAS DE SEGURANÇA EM OBRAS

DE PEQUENO PORTE EM JUZEIRO DO NORTE

Igor Bernardino Borges ([email protected])

Rafaelly Beserra Peixoto ([email protected])

Resumo: O presente artigo examina os processos e métodos de medidas de segurança do trabalho em obras de pequeno porte na cidade de Juazeiro do Norte, bem como analisa as consequências de um mau planejamento de tais medidas, promovendo a importância e apresentando um esboço da segurança que deve ser implantada nos canteiros de obra. Sendo assim, o objetivo deste trabalho é examinar se as obras de pequeno porte na cidade de Juazeiro do Norte realizam o planejamento relacionando à segurança do trabalho de seus colaboradores no exercício de suas atividades e se elas percebem a importância deste planejamento para as suas obras. Dessa forma, a pesquisa constituiu-se de um levantamento bibliográfi co e, posteriormente, pesquisa de campo, analisando obras em quatro bairros da cidade em relação às medidas de segurança empregadas nas construções, tendo como fi nalidade expor as consequências dos métodos utilizados. A etapa metodológica da pesquisa utilizou um estudo de caso, aplicado em quatro obras localizadas nos bairros Centro, João Cabral, Lagoa Seca e Novo Juazeiro. Através desses estudos de caso, constatou-se que a redução de custos e a efetivação dos prazos de entrega das construções, são infl uenciados por diversos fatores, entre eles o plano de segurança, campanhas de conscientização quanto ao uso dos EPI’s (Equipamentos de Proteção Individuais), coordenação e controle dos riscos que as obras propiciam ao trabalhador.

Palavras-chave: Planejamento. Segurança no trabalho. Obras de pequeno porte.

Abstract: This article investigates the processes and methods of measures of safety in work in small works and analyses the consequences of a bad planning in the city of Juazeiro do Norte, promoting the importance of the measures and a sketch of the security that should be deployed in such construction sites. Thus, the goal of this work was to examine whether the small works do a planning and security in the work of their collaborators and if they perceive the importance of this planning for the works. Moreover, the research was based in bibliographical surveys and subsequently fi eld research, analyzing four neighborhoods of the city in relation to the security measures employed in the constructions and expose the consequences of the methods used. The method of research used is the case study, applied in four buildings in progress. So, it is clear that the cost reduction and on-time delivery of the buildings, they are infl uenced by several factors, including the security plan, awareness campaigns regarding the use of IPE’s (Individual Protective Equipment), coordination and control of the risks that works provide for the worker.

Keywords: Planning. Security in the work. Small works.

INTRODUÇÃO

Analisando o setor da construção civil no Brasil, pode-se observar uma grande expansão do mesmo nos últimos anos. Esse crescimento acentuado teve uma infl uência direta no aumento do número de acidentes de trabalho. De acordo com a Previdência Social, no ano de 2007, esse setor correspondia a 659.523 dos aciden-tes de trabalho no Brasil, passando para 711.164 em 2011. No entanto, tais números não condizem fi elmente que a realidade, visto que existe um grande receio por parte do trabalhador em registrar a ocorrência no órgão responsável, e em alguns casos os mesmos desconhecem seus direitos, passando a ignora-los[1].

A grande dependência que a construção civil tem da mão-de-obra utilizada deveria contribuir para que este fosse um dos setores mais desenvolvido no aspecto da segurança do trabalho, porém, o que se nota é que este setor continua sendo um dos setores da indústria com maiores percentuais de acidentes[2].

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De acordo com o art. 19 da Lei nº 8.213/91:

Acidente de trabalho é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa ou pelo exercício do trabalho dos segurados referidos no inciso VII do art. 11 desta lei, provocando lesão corporal ou perturba-ção funcional que cause a morte ou a perda ou reduperturba-ção, permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho.[3]

Os conjuntos de medidas adotadas visando minimizar os acidentes de trabalho e doenças ocupacionais podem ser entendidas como medidas de segurança do trabalho, abrangendo também a proteção da integridade e a capacidade laboral do trabalhador.

Tais medidas causam repercussões tanto de ordem jurídica, quanto de ordem econômica, a exemplo dos pequenos acidentes dos quais o empregado precise afastar-se por períodos inferiores há 15 dias, o que faz com que o empregador deixe de contar com a mão de obra temporariamente afastada em decorrência do acidente, tendo ainda que arcar com os custos econômicos relacionados ao mesmo. Esse fato pode ainda resultar em mu-danças drásticas no cronograma anteriormente estabelecido.

Segundo a legislação atual, consideram-se obras de pequeno porte, aquelas que têm até 99 trabalhadores com carteira assinada presentes no canteiro de obras. De acordo com essa lei, as obras de pequeno porte não tem a obrigatoriedade de ter em seu quadro de funcionários um profissional da área de segurança do trabalho.

Sendo assim, o objetivo deste trabalho é analisar se as construções de pequeno porte na cidade de Jua-zeiro do Norte realizam as recomendações de segurança estabelecidas pela NR-18 (Norma Regulamentadora 18) e se percebem a importância de tais medidas para as obras[4].

O método de pesquisa selecionado é o estudo de caso, aplicado em quatro obras de pequeno porte dis-tribuídas em pontos estratégicos da cidade de Juazeiro do Norte - CE a fim de uma observação ampla da rea-lidade de tal cidade.

1. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

A concepção de segurança do trabalho foi por muitos anos ignorada pelos gestores dos empreendimen-tos. A teoria da administração científica mostra que no passado o principal objetivo de uma entidade era a maximização do lucro, de modo a observar o trabalhador como uma espécie de “máquina”. As empresas não possuíam uma divisão de segurança dentro de suas repartições e, tampouco, uma equipe ligada a elaboração de um plano como um todo.

A Segurança do Trabalho pode ser entendida como um conjunto de medidas técnicas, educacionais, mé-dicas e psicológicas, empregadas a fim de prevenir acidentes, seja eliminando as condições inseguras do am-biente de trabalho, seja através da instrução ou convencimento sobre a importância da implantação de medidas preventivas[5].

Já o termo Segurança e Saúde do Trabalho pode ser entendido como o estado de tranquilidade no lho, estando o ambiente laboral livre de riscos, garantindo assim o bem-estar físico, mental e social dos traba-lhadores[6].

O custo econômico acarretado por acidentes e doenças profissionais é enorme, seja em visão empresa-rial, nacional ou global, uma vez que quando ocorre um acidente de trabalho em um ambiente, o mesmo impli-ca em custos com compensação de trabalhadores, despesas médiimpli-cas, interrupção da produção, entre outros. Os gastos com acidentes de trabalho correspondem a cerca de 4% do PIB mundial ou mais[6].

A criação de uma Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) mostra-se fundamental dentro de um canteiro de obras, na qual sem dúvida conduzirá a um processo construtivo mais eficiente e com garantias de segurança à saúde dos colaboradores, tendo em vista que a indústria de construção civil apresenta uma sé-rie de situações que expõem o trabalhador a diversos riscos, os quais podem ser minimizados com uma correta aplicação dos métodos de segurança, como a utilização de EPI’s (capacete, botas e luvas).

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ge-A fim de garantir os níveis mínimos de segurança do trabalho na indústria da construção civil, o Minis-tério do Trabalho dispõe da NR-18 que trata das condições e meio ambiente do trabalho na indústria da cons-trução. Nela, os colaboradores são instruídos a não desempenhar suas funções sem que os mesmos estejam assegurados pelas medidas previstas pela NR, e as medidas em questão devem ser compatíveis com a fase atu-al da obra[4].

As recomendações de segurança apresentadas na NR-18 ainda não foram bem absorvidas pelos profis-sionais desse setor, pois facilmente pode ser detectada a existência de dúvidas relacionadas ao cunho de sua interpretação, bem como frequentemente são realizados questionamentos quanto a viabilidade técnica e eco-nômica da implementação de algumas exigências[7].

Uma outra NR empregada diretamente na construção civil é a NR-06, que apresenta os equipamentos de proteção individual. De acordo com essa NR, é de total responsabilidade do empregador o fornecimento dos EPI’s adequados ao risco e em perfeito estado de conservação e funcionamento, sem nenhum custo aos empre-gados, de modo a prevenir possíveis acidentes no ato do trabalho. Exemplos de EPI’s são: Capacetes, luvas, botas e bloqueador solar (Figura 1)[8].

Figura 1. EPI’s

Fonte: https://goo. gl/images/8E70FT (2017).

Cabe ainda ao responsável pelo canteiro de obras a realização de uma vistoria periódica dos colaborado-res, de modo a observar se os mesmos estão utilizando de maneira correta os equipamentos em questão. Caso contrário, o responsável deve intervir, orientando os funcionários sobre a importância do seu uso.

2. METODOLOGIA

O estudo de caso representa uma espécie de apuração empírica e compreende um método abrangente que conta com uma lógica de planejamento, coleta e análise de dados. Os estudos de caso podem ser únicos ou múltiplos, bem como a pesquisa pode abordar aspectos quantitativos e qualitativos[9].

Para realização do estudo de caso adotado nessa pesquisa, foi elaborado um roteiro com questões abertas e fechados, e, posteriormente, foram realizadas entrevistas com os responsáveis pelas obras de pequeno porte analisadas. Juntamente com a entrevista foi aplicado um checklist visando analisar o cumprimento das NR’s supracitadas. Os itens do checklist são apresentados no Quadro 1.

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Quadro 1. Checklist

Sim Não Não seaplica 1) Tapumes egalerias

1.1) Caso a obra tenha mais de dois pavimentos a partir do nível do meio-fio e seja executa-da no alinhamento do terreno, existe galeria sobre o passeio, com altura interna livre de nomínimo 3,0 m

1.2) As bordas da cobertura da galeria possuem tapume com altura de 1,0 m inclinado a cerca de 45º

1.3) Caso o prédio seja construído no alinhamento do terreno a obra é protegida, em toda a sua extensão, com fechamento detela

1.4) Caso exista risco de queda de materiais nas edificações vizinhas, estas são protegidas 2) Ordem e limpeza

2.1) O canteiro está limpo, sem entulhos espalhados, de forma que não são prejudicadas a se-gurança e acirculação de materiais e pessoas

2.2) O entulho possui local específico para depósito (baia, caçamba tele-entulho ou área do canteiro delimitada)

2.3) O entulho é transportado para o térreo através de calha fechada, grua ou guincho 3) Sinalização de segurança (aspectosgerais)

3.1) Há identificação dos locais de apoio (banheiros, escritório, almoxarifado, etc.) que com-põem o canteiro

3.2) Há alertas quanto a obrigatoriedade do uso dos EPI`s básicos (capacete e botina) dispos-tos em locais de fácil visualização ou de presença obrigatória dos operários (refeitórios, vestiários,a lojamentos)

4) Armazenamento e estocagem de materiais

4.1) O cimento é estocado em pilhas de no máximo 10 sacos, de forma a facilitar seu manu-seio (aNR-18 não estabelece altura limite)

4.2) Os tijolos ou blocos são estocados empilhas de no máximo 1,80 m de altura (aNR-18 não estabelece altura limite)

5) Proteção contra quedas de altura

5.1) Há corrimão definitivo ou provisório, com guarda-corpo principal à 1,2 m de altura, constituído de madeira ou outro material de resistência e quivalente

5.2) Háguarda-corpointermediárioà0,7mdealtura,constituídodemadeiraououtromaterialdere-sistênciaequivalente

5.3) Há rodapé à 0,2 m de altura, constituído de madeira ou outro material de resistênciae quivalente

5.4) Os corrimãos, caso sejam de madeira, estão isentos de qualquer pintura que encubra nós e rachaduras na madeira

6) EPI’s

6.1) São fornecidos EPI’s básicos aos funcionários 6.2) São fornecidos capacetes para os visitantes

6.3) Independente da função, todo trabalhador está usando botinas e capacetes 6.4) Os trabalhadores estão usando uniforme cedido pela empresa

6.5) Trabalhadores em serviço amais de 2,00 m de altura estão usando cinto de segurança tipo pára-quedas com cabo fixado na construção

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Existem centenas de construções de pequeno porte na cidade de Juazeiro do Norte, no entanto, a pesqui-sa buscou analipesqui-sar apenas quatro obras, dispostas em bairros estratégicos da cidade, sendo que os locais esco-lhidos foram os bairros João Cabral, Centro, Novo Juazeiro e Lagoa Seca.

O estudo foi realizado em Abril de 2017, as respostas foram gravadas e posteriormente transcritas e se-rão apresentadas a seguir.

Ficou acordado entre a equipe e os canteiros o total sigilo quanto a localização dos canteiros e o nome dos colaboradores envolvidos.

3. RESULTADOS

A escolha das obras nos bairros analisados deu-se pelos seguintes motivos: o bairro João Cabral é o bair-ro onde há maior númebair-ro de habitantes em Juazeibair-ro do Norte, bem como, onde a grande parte da população de baixa renda da cidade reside. O bairro Centro é o local onde grande parte dos empreendimentos financeiros estão instalados. O bairro Novo Juazeiro é o bairro com maior crescimento imobiliário da cidade e, por fim, o bairro Lagoa Seca é o bairro onde são destinados os maiores investimentos desse.

Após a aplicação do questionário nas obras visitadas, pode-se constatar que há o conhecimento sobre a segurança do trabalho nas construções e sua importância em todas obras analisadas, porém,em todas as obras visitadas foi possível observar pelo menos seis irregularidades.

Para realizar a análise dos resultados foi adotado um sistema de pontos, onde as respostas “SIM” repre-sentam 1 ponto e as respostas “NÃO” 0 pontos. A pontuação máxima fornecida pelo questionário foi de 20 pontos, referente aos vinte tópicos englobados no questionário. O campo “NÃO SE APLICA” não foi utiliza-do, visto que todos os canteiros apresentavam as características observadas.

As pontuações unitárias obtidas por cada uma das obras analisadas foram: João Cabral com 0 pontos, Centro com 9 pontos, Novo Juazeiro com 10 pontos e Lagoa Seca com 14 pontos. Segue abaixo um gráfico re-presentativo de tais pontuações (Figura 2).

Figura 2. Pontuação obtida por cada obra

Fonte: Autoria própria. (2017).

Com tais resultados podemos observar que o bairro Lagoa Seca conta com o maior índice de cumpri-mento das NR’s 18 e 6, e que o bairro João Cabral apresenta o maior número de irregularidades, seguido pe-los bairros Centro e Novo Juazeiro, respectivamente. Nenhuma das empresas atendeu aos tópicos 1.1, 1.2, 1.4, 3.2 e 6.5 do questionário. Todas as obras visitadas, com exceção da obra no bairro João Cabral, aten-deram aos itens 2.1, 4.1, 4.2, 6.1 e 6.2. A categoria 1 foi a que registrou menos regularidade, seguida pela categoria 5.

Com o resultado da pesquisa foi possível perceber que existe uma preocupação por parte dos gestores em disponibilizar EPI’s, mas apenas na obra da Lagoa Seca foram observados avisos sobre sua obrigatorieda-de. Segundo os gestores, o uso do cinto de segurança tipo pára-quedas não se mostrava de grande

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importân-cia devido a pouca altura das edificações. Essa afirmação se contrapõe diretamente a NR-18, que estabelece que o cinto de segurança tipo pára-quedas deve ser utilizado para trabalhos em alturas iguais ou superiores a 2 metros.

As categorias mais atendidas foram as correspondentes aos tópicos 2, 4 e 6. Todas as obras,a exceção da obra que não apresentou nenhuma regularidade,atenderam todos os requisitos dos itens 2 e 4.A categoria 6 totalizou 11 pontos para essas obras

CONCLUSÕES

O objetivo deste trabalho foi examinar se as obras de pequeno porte localizadas na cidade de Juazeiro do Norte realizam a planejamento quanto à segurança do trabalho de seus colaboradores, e se elas percebem a importância deste planejamento para as obras. Esse objetivo foi alcançado por meio do estudo de caso aplica-do a quatro obras na cidade.

Dotados de referencial teórico sobre o tema e o conhecimento autoral prévio quanto realidade das obras juazeirenses, bem como, por meio da pesquisa em campo, fica claro a importância da atuação da segurança do trabalho dentro de um canteiro de obras, devido às vantagens que sua prática correta proporciona, desde a eco-nomia de recursos, até a redução nos índices de insalubridade de no trabalho, partindo do pressuposto que o planejamento de segurança acompanha desde a etapa de conscientização, monitoramento e utilização tanto de técnicas quanto de equipamentos que almejem um maior índice de segurança dentro do ambiente de trabalho, seja na construção civil, seja em qualquer setor que promova riscos à saúde.

Sendo assim, foi possível perceber que questões econômicas influenciam diretamente no cumprimen-to das leis do Ministério do Trabalho, de modo que quancumprimen-to menor a renda do ambiente que rodeia a cons-trução, menor é a quantidade de execuções das normas reguladoras abordadas neste trabalho. Além disso, foi observado também que todos os gestores afirmarem saber o que é a segurança no ambiente de trabalho, porém os mesmos não promovem nenhuma medida de proteção aos seus colaboradores dentro do ambien-te de trabalho.

O presente trabalho apresenta limitação quanto ao número pequeno de obras analisadas, assim os resul-tados não podem ser ampliados e generalizados para toda a cidade, bem como, o fato da entrevista ter sido rea-lizada apenas com o responsável pela obra, uma vez que outros colaboradores poderiam ser consultados, a fim de uma visão mais aprimorada dos aspectos analisados.

Contudo, futuros trabalhos podem ser aplicados em um número maior de bairros e o checklist poderia ser estendido para abordar outras NR’s como as NR-04, que trata do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT) e a NR-09, referente ao Programa de Prevenção de Riscos Ambientais.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

[1] DADOS dos acidentes do trabalho de 2011. Tribunal Superior do Trabalho. Disponível em: <http://www. tst.jus.br/web/trabalhoseguro/dados-nacionais>. Acesso em: mai. 2017.

[2] GROHMANN, Márcia Zampieri. Segurança no trabalho através do uso de epi’s: estudo de caso realizado

na construção civil de Santa Maria. Disponível em:

<http://www.segurancaetrabalho.com.br/download/epis--construcao.pdf>. Acesso em: mai. 2017.

[3] BRASIL. Decreto nº 8.213/91, de 24 de Julho de 1991. Dispõe sobre os planos de benefícios da previdên-cia soprevidên-cial e dá outras providênprevidên-cias.. Diário Ofiprevidên-cial da União, Brasília, DF, p. 13975, 21 out. 1976. Seção 1. [4] NORMA regulamentadora nº 18. Ministério do Trabalho e Emprego. Disponível em: <http://portal.mte.

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[6] BENITE, A. G. Sistema de gestão da segurança e saúde no trabalho para empresas construtoras. Disser-tação de Mestrado em Engenharia. São Paulo: USP, 2004.

[7] ROCHA, C. A.; SAURIN, T. A.; FORMOSO, C. T. Avaliação da aplicação da NR-18 em canteiros de

obras. Encontro Nacional de Engenharia de Produção. São Paulo, 2000. Disponível em: <http://www.cpgec.

ufrgs.br/norie/nr18/carocha.pdf>. Acesso em: mai. 2017.

[8] NORMA REGULAMENTADORA 6 - NR 6. Disponível em: <http://www.guiatrabalhista.com.br/legisla-cao/nr/nr6.htm>. Acesso em: mai. 2017.

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