Gerenciamento do
Movimento do Paciente
Simulação
Gisele C Pereira, M.S. Medical Physicist
Department of Radiation Oncology UH Case - Seidman Cancer Center
Case Western Reserve University School of Medicine
Porque se precisa avaliar o
movimento do tumor ?
Movimento respiratório aumenta:
Tamanho aparente do tumor
Tamanho de campo
CT com respiração livre
Static Dynamic Dynamic
CT com respiração livre
Inhale Exhale Tumor CT Couch Image Image PlaneTécnicas de radioterapia -RTOG 0617
Necessário avaliação do movimento do tumor
Dose prescrita no PTV – 95% do PTV recebe a dose prescrita
Correção de heterogeneidade
PET ou PET/CT para planejamento e incentivado IMRT
Movimento do tumor (1 das técnicas abaixo e necessário) Método ITV (inspiração/expiração c/ fusão ou 4DCT) Breath hold (máx inspiração / expiração)
Gating
Images courtesy MCV
Free Breathing Expiration Correlated Trigger
Correlação Respiratória do CT
Movimento do Tumor
Movimento respiratório é o maior movimento intra-fração
4DCT é uma técnica para acompanhar o movimento de intra-fração
Existem várias técnicas para levar em
consideração o movimento respiratório, que
podem ajudar a reduzir a margem nos tumores em movimento
Gating,
Tracking (rastreamento),
ITV (volume alvo interno) - outro conceito para explicar movimentos internos
Avanço do CT Multi-slice – providenciou 4DCT
(20 mm)
(24 mm)
(32 mm)
Multislice CT
Uma rotação - multíplas imagens Uma rotação – uma imagem
Termos e nomenclatura
Técnicas de 4DCT disponíveis
Dispositivos disponíveis para seguir o sinal:
RPM Bellow
Aquisição de imagens
Análise do sinal respiratório Reconstrução das imagens
Termos utilizados no 4DCT
CT
Axial e helical Multi-slice Colimador Tamanho do detector Pitch Resolução temporal4DCT
Forma da onda Marcador (tag) Separação (binning) Fase Amplitude MIP MinIP AvgIP Sub-faseComo funciona o 4DCT?
Super-amostragem de imagens em todas as posições de interesse ao longo do eixo paciente
Cada imagem é marcado com sinais respiratórios As imagens são classificadas retrospectivamente com base nos sinais respiratórios correspondentes Muitos conjuntos de CT 3-D são obtidas, cada uma correspondendo a uma fase de respiração especial
Juntos, eles constituem um conjunto de 4-DCT, que abrange todo o ciclo da respiração
Ciclo de respiração é o ciclo entre cada
inalação
Em cada posição da mesa as imagens
serão adquiridas para cada fase
respiratória
As imagens serão finalmente divididas
para cada fase respiratória (0%
inspiração, 50% expiração)
O resultado é um CT para inspiração,
expiração e entre eles.
Nomemclatura
Gráfico do padrão de respiratório do paciente A avaliação depende dessas informações:
• Marca (tag) – pontos vermelhos onde indica o começo da ciclo respiratório
• Fase - é uma série de imagens que representam a
anatomia em um determinado lugar no ciclo respiratório. •Linha verde a fase que esta sendo vista
Ciclo Respiratório
Inhale Exhale Phase A m p lit u d eA imagem pode ser separada
(binning) com base em fase ou em
amplitude
0%
Forma da onda
Locais da Fase
Ponto vermelho (tag) é sempre fase 0%
Fase de inspiração completa é 0%, se tag está no auge de cada respiração
Fase de 50% leva dados de metade do caminho entre as duas marcas para cada respiração
Fase de 40% a partir de dados leva 40% da distância entre as duas marcas para cada respiração
Pitch
Velocidade do movimento da mesa
CT
Pitch – 4DCT
Termos e nomenclatura
Técnicas de 4DCT disponíveis
Dispositivos disponíveis para seguir o sinal:
RPM Bellow
Fluxo de trabalho de 4DCT Aquisição de imagens
Análise do sinal respiratório Reconstrução das imagens
Técnicas de 4DCT
Prospectivo
Acionamento automático ou manual
Mais simples e melhor para a aquisição de uma única fase Ex: Inspiração (breath hold) ou ABC
Técnicas de 4DCT
Prospectivo
Aquisição desencadeada em uma
determinada fase para cobrir um volume Imagem com máx Ins/Exp
Requer treinamento do paciente e cooperação
Requer paciente ser capaz de prender a respiração de ~ 30 segundos
Uso do equipamento ABC (Active Breathing Coordinator)
Técnicas de 4DCT
Retrospectiva
Mais eficiente para a aquisição de múltiplas fases simultaneamente com grandes volumes
Correlação respiratória de dados para a seleção de fase a ser utilizado para o tratamento
Os dados colocados em “bin” de acordo com a correlação de data e hora do traço respiratória
Técnicas de 4DCT
Termos e nomenclatura
Técnicas de 4DCT disponíveis
Dispositivos disponíveis para seguir o sinal:
RPM Bellow
Aquisição de imagens
Análise do sinal respiratório Reconstrução das imagens
Dispositivo Respiratórios
“Surrogate”
Dispositivos para medir o ciclo
respiratório:
Bellows – Cinto pneumático com variação de pressão baseado na circunferência do abdômen
RPM – Pequeno e leve refletor que é seguido oticamente pela câmera de infra vermelho (IR)
Respiratory Surrogate
Respiratory Surrogate
Sistema Bellows vs RPM para 4DCT
RPM Altura do abdômen 2 modos: Prospectivo Retrospectivo Pode ser usado no Linac Consiste em varias partes Bellows Circunferência do abdômen 2 modos: Prospectivo Retrospectivo Usado no CT somente Consiste em 2 partesTermos e nomenclatura
Técnicas de 4DCT disponíveis
Dispositivos disponíveis para seguir o sinal:
RPM Bellow
Aquisição de imagens
Análise do sinal respiratório
Reconstrução das imagens
Amplitude
Definido pela “profundidade” da respiração
Fase
Definido por um processo periódico
Inspiração e expiração são divididos nos ângulos de 0 – 360 graus
Meio da Inspiração Definido pela % do volume
Definido pelo tempo entre os picos de
inspiração e expiração
Comparação entre fase e
amplitude
Fase Binning AMP Binning
0% fase, AMP “Binning” proporciona melhor imagens que a fase
Fase Binning AMP Binning
50% fase, AMP “Binning” proporciona melhor imagens que a fase
Slide from Hua Li, PhD – Washington University in St. Louis
Comparação entre fase e
amplitude
Amplitude x Fase
Slide from Dan Low, PhD – Washington University in St. Louis
A
Termos e nomenclatura
Técnicas de 4DCT disponíveis
Dispositivos disponíveis para seguir o sinal:
RPM Bellow
Aquisição de imagens
Análise do sinal respiratório
Reconstrução das imagens
Intensidade de projeções
MIP MinIP
Reconstrução de Imagem - MIP
Inhale Exhale Phase A m p lit u d eO algoritmo de reconstrução do CT vai olhar para o
pixel com a máxima intensidade em cada parte do ciclo de respiração e criar um único conjunto CT chamado MIP
MIP demonstra toda a trajetória do tumor (ITV)
0%
MIP (maximum intensity projection)
Corte de CT na mesma posição de mesa para diferentes fases do ciclo respiratório
0% 75% 50% 25% MIP Inh Exh 0% 50% ITV
MIP
Perigos do MIP
Limitação para delimitação alvo:
onde fundo e tumor tem HU semelhante, o tumor não está
claramente definida Ex: medida Caudal do ITV pode não estar
correto, devido a sobreposição com diafragma
Perigos do MIP
Mensagens sobre o MIP para
levar para casa
É uma excelente técnica:
Criação do ITV
Prevê trajetória do tumor de pulmão Diminui as margens de PTV
Se o tracking ou gating não está
disponível no acelerador linear é uma solução muito boa
CT SIMULAÇÃO
4DCT
o MIP (maximum intensity projection) o Reconstrução Inspiração / Expiração
Reconstrução Insp/Exp
Utilizado em áreas onde a diferença de contraste é pequeno Tumores abdominais e tecido normal Max inspiração e max expiraçãoContornos das duas fases e somados
Mensagens sobre o Insp/Exp para
levar para casa
É uma excelente técnica:
Se o tumor tem a mesma densidade
que os tecidos adjacentes
Prever movimento tecido normal (ex:
rins, fígado e etc. ...)
Contornos são feitos em ambos os
conjuntos do CT e somados
Mas não prevê a trajetória do órgão /
tumor
Mensagem para levar para casa do
4DCT
4DCT é uma melhoria óbvia para
radioterapia de câncer de pulmão
Implementação do ITV com MIP (4DCT)
ou em max insp/exp necessita um
pequeno esforço com um significativo
retorno
Intergrupo - RTOG 0617 pode demonstrar
o efeito de 4DCT
Mensagem para levar para casa do
4DCT
O processo e as ferramentas para a
implementação existem
Implementação dependente de
equipamentos de cada departamento
Investimento em QA é essencial
Próximo passo pode ser a inclusão de
tracking/ gating durante os tratamentos
Obrigada!
Agradecimentos
Olga Green, PhD Lakshmi Santanam, PhD Hua Li, PhD Dan Low, PhD Jeff Bradley, MD Sasa Mutic, PhDProcesso do 4D CT
Free breathing conventional helical
scan
Acquired first – in a case that 4D scan can not be completed
Used primarily to reproduce historic experience with total lung volume
Secondary consideration is that this can be a longer scan
Better DRRs
Overall less data to store and process (some planning systems can not handle a lot of data)
4D CT Process
Create 4D Planning Dataset MIP
INH & EXH
Fuse the dataset to the free
breathing plan as secondary images Modify ITV to properly describe the tumor movement