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ACIL VITORIA DO PRESIDENTE TRUMA
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Uma atitude da Rússia que poderá
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SKIANDO SOBRE A AGUA
sKima modo em esporle agualico • o modernissimo siri de n.o-g compensado, com barbatanas no fundo. Na n.o-gtavuta, vemos Wai/ascinon/r Libby Dean, na enseada de New Porl íllhode , experimentando esses novos sapatos aquáticos. (ONA)
STALIN CENSUROU OS DIRIGENTES
DO PARTIDO COMUNISTA ITALIANO
tMOSCOU Comunista italiano, por motivo do atentado cometido contra o lidfer comunista italiano— A emissora desta capital divulgou o telegrama qus Stalin dirigiu ao Partido Palmiro Togliatti « assim concebido: "0 Comitê Central do Partido Comunista Bolchcvista ma* nifesta sua indignação contra o atentado infa me perpetrado pelos assassinos da raça humana contra a vida do chefe de todos os trabalhadores italianos, nosso bem-amado camarada To gliatti. O Comitê Central do Partido Comunist} Bolchcvista entristece-se ao constatar que os amigos do eamarao'a Togliatti não conseguiram protegê-lo desse infame atentado. Em nome do Comitê Central ò'o Partido Comunista Bilchcvií ta. Joseph Stalin".
¦— Círculos autorizados vêem no tcelgrama de Stalin
19 MIL EDIFÍCIOS DESTRUÍDOS EM 30 SEGUNDOS
^¦¦^¦i.i-a-vs^^-^-... mtmtmmu
DESFECHOU SEIS TIROS NO AMANTE ADORMECIDO
FINO DE CIÚMES NA TRAGÉDIA
sta madrugada em Campo Grande
!ELA
ACENDEU A" VELA PARA VER MELHOR - PRESA
¦ ¦> ./¦.¦ vv ;¦.:¦::¦: /vvMií; ¦¦.'.:-..-.¦:¦ :*.yi. ¦:¦¦¦¦.-:¦:->'¦•'¦•'¦••-'• *^W WmÍmmmm^/>^^mmmmmmW^m\ * ^?^__B ¦i^*^-^W'W**a-BJEl^^^^M
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_I_Í-M __ü^ ^^^ Ü __tdfer' ,m.. mmmmmmI uma insinuarão ao Partido Comunista Italiano e temem que, devido< ao estaco de hiperexcitação do povo, tal fato possa precipitar a guerra civil na Itália (AFP, INS).ONDA D EVIOLENCIAS
ROMA — Uma onda de violências está rolando pela pe-1 ninsutn itálica. Noticias chegadas do interior indicam que séóta ¦ regionais de partidos políticos estão sendo destruídas e que fo- j ram aisinalados choques entre assaltantes e defensores dos pontor> assaltados.
Em La Spexio foram completamente destruídas as instah ções dos partidos Democrata-Cristõo, Socialista da Direita e "L'Uomo
Qualunque"
Comunista» atacaram quartéis dos carabinciros, capturon do autos blindados e motocicletas, com os quais passaram a percorrer a cidade.
Todos os transportes pararam. Vários bondes e ônibus fo-ram virados pelos manifestantes, em procissões pela cidade pro-testando contra o atentado de Roma ao lider comunista To-gliatti.
Barricadas foram levantadas para resistir á forca pú-blica (UP, AFP, INS).
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& flA, >M _H_t_'_^_l MÊÊmm\\****WmmWWm --fcJJW-—tj_M_t-Í_—_M_J_jL -» -W-H^W *9S»mmWmm\ **********-*':'.'f." .'Á " *.. • ?£_.;. ÍÍl_ ' **W *\ ^^__^__Í_—f_t___lfe*-'
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t^Ey^^^m i^mmÊmÊMmi^^^vSm^B mmB*»Bm^m^mt^^*y^^^^^mL&?***tBmmÍmmitii/imtk'*' . #*»' ¦¦ Mtttt..' ¦mmk^mmmÊWB mMmmtm^^Mmm mWmmlmSm^mlmm
Vm ttttivtl tertemoto atingiu recentemente o cen ro produtor de seda japonesa de Fukui Em trinta segundos, 19,000 edifícios leram destruídos, enquanto as vitimas apanhadas de surpresa iam esca-pando vagarosamente. O desastte acarretou a perda de mais de 3.000 vidas e feriu mais de 10.000 pessoas. As torças norte-americanas de ocupação criaram centros de socorros, enquanto o lapãa
cambaleia ante o golpe mais severo que o atingiu a partir da guerra. IFolo ONA)
BARRICADAS
na
do
LINCHADO
ro/ ASSIM
"wm rnoilrn cnmo cle.ifecJiou os tiros no amante — O sargento Sebastião, gravemente íerido
EXTO NA SEXTA P AGI NA DESTA EDIÇÃO)
ROMA — Um jovem foi linchado rm Pisa, no transcurso dan mani-1 festações de protesto contra o ateu-'
I*|1tttlllá1lll#lln ,1,<l0 a 'l'°Kliatti. Encurralado pelos
* l^SM«Iv.Jl*l^Jm manifestantes, que o tinham cxpul-l i so do local da manifestação aos i gritos de "Morte aos fascistas!", o jovem, primeiramente, tentou fugir | a bordo de um taxi, ameaçando com um revolver o motorista, e, depois, J desatinado, atirou contra a inulti- ¦ dão, ferindo quatro pessoas. Os ma-nifestantes. então, começaram a . esbordoa-lo, liquidando-o a cace-' tada». (A. F. P.).
GUARDADO O PALÁCIO ROMA — O Palácio Viminal. sr.-de da Presidência do Conselho p do Ministério do Interior, ê guardado
agresson
ROMA — 'A familia de Antônio j Pálhiíte, o esludante quu feriu To-I I ifliati, levantou barricada em torno i de sua residência em Randãzzo, na i I Sicilia, e pediu a proteção de uma! I poderosa guarda policial. Não lia pr,-, rem quaisquer noticias de incidentes;
na Sicilia. (Ri.
ROMA, 15 iRciiters) — Rolorços policiais foram enviados a toda pres-'| sa para os subúrbios napolitanos de Oàstel Lnmàrc, Torre Annunclafcn e Torre dei Greco, onde grupos pclltl-cas rivais estavam trocando liros e se empenhando em violentas lutas corporais,
0 CANDIDATO DEMOCRÁTICO DEI
PROVA DE SUA POPULARIDADI
Ganhou um voto de elogio proposto pela Delegação de Wisconsin
(Continua na 6a págj
PRIMEIRA
EDIÇÃO
**¦* ***i*+i******m*+****************************-^^-^^***v^servas a respeito
°novoMinisterio
r* criarii-L V;li,'"w Para ver com desconfiança a noticia de que A ida' °f Ul'° em breve um novo ministério.
iheclda Vnr.>, é loBn de i1íinamli de empregos. Teme que a er,e atahí>- brasileiros para a burocracia parasitária e 0.*r,r„"l»'""|llíU1t;"ltio «« melhores finalidades da iniciativar,ro cação dos brasileiros para a burocracia parasitária.sl|Plantando a.s melhores finalidades da iniciativa »m „,„ 'inc a opinião•tln (;crln modo, Justificam a.s suspeitas e rc.;er-No
' Educ;
pio
pnianio, aÇãn os s
encara tais empreendimentos. • • •
'is motivos invocados para separar do Ministério serviços de saúde e constitui-los num
departa-V&ni »?u'ní;nl'la rip ministério sSo Incontestáveis na sun forcn
,nDn^fh,tl('t(,l'mi"atlo»'. aspectos os problemas do bem estai-Í'"W |> '!!.as'Ioirn sSo .mu*t° mais prementes que os da sua ¦"tmminadoque serve, pode-se perguntar, Instruir e educar uni ico ||vri í '""' ,ntla a sorte de endemias? Não parece mais Wftwm, u ™ seu espirito?cs clns males do corpo para cuidar depois do tn* sina|Cíila5So fl° Wn^terio da Saúde deve ser, em primeiro ist'cm. ., uma mudança de mentalidade e do propósito á.n r'0'cotii
abi» ri"1 Con^rpsf!'- e Poder Executivo de enfrentar, a ¦anientn
S™' rlc recursos materiais, a grande obra de sa-, Se é
lito d0 para tetabalhopra e do f.eu habitante.f-se mais um ministério sem verbas adequadas ao .PeloAgricult. '|i|p deve executai', como por aí anda o Mmisic6 preferível deixar as coisas como estão.
js mais un stradores,
'"csriarifLI?5 nSP orlamos mais uma justa causa para lamenUrcmad" d fe adminlst: '
AUSTREGESILO DE ATHAYDE
E quanto custará o gigantesco túnel
ligando o Rio à capital fluminense
Não é impraticável — proclama
engenharia Maurício Joppert
o ex-ministro e proíessor de
ft*vyyi*AA*y*<>i^yyy^yM**)Ai»>i**M^^
A ligação entre o Rio e Niterói por um túnel, conforme' noticiamos, foi objeto de estudos de uma
comis-Aumento
tam-bem para os
ser-vidores da Justiça
Mensagem do presidente do Supremo á C. dos Deputados A Câmara dos Deputados recebeu, ontem, mensagem do ministro iJosé Linhares, presidente do Supremo Tri-bunal Federal, pedindo aumento de vencimentos para os servidores do Poder Judiciário na mesma base rm I oue for concedido o aumento para os j 1 funcionários civis e militares,
são de técnicos que opinaram pela impraticabilidacle da obra em fa-ce. da pressão dn mar no local em que deveria ser lançado o gigan-tesco tubo.
NAO!
Diante disso fomos ouvir um dos mais conhecidos engenheiros de real valor do nosso pais e cx-minis-tro da Viaçãn.
Encontramos o professor Maurl-cio Joppert da Silva na Escola dc Engenharia onde leciona.
Informado do nosso propósito, de-elarou-nos que, realmente, na cons-trução da obra dc tamanho vulto há dificuldades bem serias. Porem, impossibilidade material, nãn !
RESISTÊNCIA DO TÚNEL — O problema da pressão do mar — dlssc-nos — sobre o tubo. não é
tào grave assim que possa assustar os técnicos. Sempre se pode fazer um envólucro para o túnel que se-ja bastante resistente. O que, no (Continua na 6a pag»;
FILADÉLFIA. 15 (U. P.> - O presidente Truman venceu, como cs-tava previsto, cm primeira votação, I lendo atingido a maioria — 1.234 — quando coube a vez. dc votar ao Es- : lado de Carolina rio Norte. Treze dos 32 delegados cio rlito Estado no- j garani-sc dar seu apoio aos atlver- i sarios dc Truman, tendo seus votos j dado maioria ao atual presidente | norte-americano.
VICE-PRESIDÊNCIA NOVA YORK, 15 ÍU. P.l — O sr. Allen Barklcy foi apontado para a candidatura do Partido Democrata á vice-presidência. Conseqüente-mente, Barklcy c companheiro dc chapa do presidente Truman.
("Continua na 6a pág.) I .^¦¦^••N.**N^'s^w*V*''^»*S<'\/S**>V\»»*>»»^^
Conversa de bicho
•AW**<W^MWWVNV*^¥*WA Walt DISNEY •WMNb^UMliM^MM AAsUiA^-V^MM>AMA.s*^MM^»iMM^MAAA»s>M^TOGLIATTI
ESTA FORA
DE PERIGO
A»Ml^MM^lM **^**^**AROMA. 15 ÍAFP) — Fnl divul-gado que o lider comunista Pai-miro Togliatti "podia ser. já, con-siderado como fora de perigo, embora continuasse .sob os efei-tos do cloroformio".
Eis o primeiro boletim do esta-do de saúde de Togliatti. publi-cado ás primeiras horas da ma-drugada de hoje:
"O estado de choque tende a desaparecer. As condições gerais do enfermo melhoraram ligeira-mente. Nenhuma complicação local. Temperatura 37/7, respi-íação 40. pulsações 85, pressão arterial 115-90. (a) Prof. Vai-doni".
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Não imaginas como elas cosiam da minha pinlinha na testa /
D. LALA E SEUS GOLPES
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%MARIO DA NOITE
2 -
Rio, 15-7-1918
\tWJ%riJ-Un.ri_fV*inri**l***l*l~*" ~-mm.mLmmm.mm,m,mt ^IWV.Reclama se
CONTHA:—- A demora no nivelamento dn ru.-i Assis Vnsconcelos, nn Engenho .!,. Dentro, enquanto o.s montes do pi», dnis, cspnlhndos nas calçadas, difl-ciiluim u Irnnslto, i» provocniii (|iio-dns,
-— A poolrn un run Cândido Bcnlclo, mn J.icarcpngun, Ninguém nH pode nlirir as Janelas quando passam bondes on automóveis, tuls us nuvens esourns q.iú tomam o logradouro.
*—A (alta dii merenda na Escola 1'nri-na, em Cascadurn, íi rua Coronel Buli» gel. Os alunos, apesar da contribuírem raramente obtém sopa nu imiigitus o»i um iRiidwidi.
O.s malandros que iiitt-stain a rua Vlrnl-nia Vldal, ua Estrada da Covana.1. Jogam na vida publica, trazendo Ou moradores em constante desnssossígj ——A (alia dágua na rua Janscn do Mola em Sfto CrlstovAo: Arugíio Gcsteira. Upi Cordovll; Inliarò, nn Cascadurn, o Cardoso de Melo, cm Oswaldo Cruz. Um boclro da rua Uno Telxclrn, um (rente ao prédio n. 48. qur, estando sem tampa, oferece perigo not iriin-seuntos.
Choque de auto
c caminhão
Num choque ocorrido ontem, en-tre caminhão e auto, na esquina dm ruas Santa Amélia e Matoso, saíram feridos, com contusões e escoriações, os bancários Paulo Cezar, de 25 anos solteiro, residente á rua Visconde de Pira já, 239; Artur de Carvalho Araújo Costa, de 22 anos. solteiro, morador A Avenida Vieira Souto. 166, e o operário Valdemar Fonseca Valcnça, de 39 mil , casado, residen-te a Alameda Pedro II, 562. Forsm medicados pela Assistência.
DIÁRIO DA NOITE
Propriedade da S A DIAK10 DA NOITE Diretor : Austrcgesilo de Afhayds (jerente : Martinho L. de Alencar TELEFONES: Secretaria. «3-»'453; Redação. 43-76Z4 t 13-7212; (Jeremia. 43-7671 e «3-7879. Publiiitia-de. 43-72941 Assioaturuv 43-729K; üficlna. U3-62G8. ADMINISTRAÇÃO E PCH1.I-CIDADE:Av. Venezuela, 43-4- andar. REDAÇÃO E OFICINAS: Rua Sacadura Cabral 1113 PREÇO DAS ASSINATURAS:
Anu Cr$ «o OU
Semestre Cr$ I5,i)ii
Trlmestr. CrS 29 00
V ocê tem um caráter
enérgico ?
Você costuma decepcionar as pos-.;oa.s o.ue confiam em você? Em caso afirmativo, é possível que as exigen-cias que lhe fazem sejam muito pe-sadas, mas pode ser também que você náo tenha bastante energia parn enfrentá-las i
A energia física e a mental estão intimamente relacionada.) c, se uma delas ínelhorn, a outra lucrará tam-bem. Entretanto, se sua falta de energia fôr motivada pela preguiça, somente você, com seus próprios cs-forços, poderá curar-se desse mal. A energia pode existir, em estado la-tente, cm seu caráter, bastando, para dcscnvolvC-la, que você a esti-mule, aceitando os desafios que a vida lhe faz.
(Conte 3 pontos para "Sim", l pura "As vezes", e 0 para "Náo". Calcule depois o total).
— Cumpre com seus deveres, mesmo na ausência dos superiores?
— Depois de um estafante dia de trabalho, fica disposto para sair ou para entregar-se á sua ocupa-ção predileta, depois dc um pctiuc-no descanso?
— Está sempre a par dos ultl-mos acontecimentos do mundo?
— Quando empreende uma coisa, continua, apesar das dificuldades que encontra em seu caminho?
— Evita deixar que outros fa-cam por você aquilo que você mes-mo pode fazer?
— Gosta de competições, seja no terreno dos esportes o'u no trabalho? — Quando está lendo, consegue fixar a atenção no que 16. mesmo oue outras pessoas conversem a seu
lado? ?
— Evita incomodar o.s outros sem necessidade, preferindo cuidar, vocc mesmo, de suas necessidades pessoais?
— Soluciona os próprios problc-mas. sem se deixar abater pela ad-j versidade?
10 — Faz o que pode para modelar 1 c próprio destino c criar oportuni-} ciades para vencer?
Vo:é possue bastante energia fl-| sica e mental, se tiver uma conta-j gem de 18 a 30 pontos. Uma conta-.
gem de 4 a 17 mostra que você se I deixa abater mais do que deveria | c que sua vida precisa de novos es-j timulos. Uma contagem de menos ! dc 4 pontos revela que você não tem | energias. E' provável que esteja tra-! balhando demais ou que os aborre-cimnetos sejam tantos, que o domi-nam quase inteiramente. Para'seu próprio bem, procure mudar de vida e encarar a realidade com mais co-I ragem.
0
IPEGMM
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DR. ALDO JANNLZZ1
CHEFE DE CLINICA DO
SANATÓRIO AZEVEDO LIMA
Diagnóstico e tratamento de tuberculose. Doenças do pui-mãe e mediastino. Raio» X. Cons. Rua Senador Dantas» 40 - 4.° andar. Das 17 ài 19 horas. Tel. : 42-7209
Abandonadas as
iâstüarlas de man
dâoca em vários
municípios
fluminenses
Assinada por vários deputados, foi encaminhada ã Mesa Legislatl-va do Estado do Rio, uma indicação no sentido de ser solicitada ao pre-sidente da Republica, solução sobre as destiladas de mandiocas, situa-das nos municípios de S. Fldelis, Magé, Itaboraí, Itaperuna e Macaé, por isso que, a suspensão das obras estão trazendo sério:: prejuizos aos agricultores daqueles municípios que confiados na palavra governamental, inverteram largas somas no plan-iio e tratamento da lavoura da mandioca, cujo produto se destina-ria àquelas destiladas,
| 'Ty ' ^Mi^Um^^^^tm. ***** á^yyMMTr* *Jf 'j\f\*MmmM *\mW^.' "™
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sJZP'* '' ^^^mÈ^^^^W$Jut&j'j$!Í*.l' * JM mm^a ****. * * flRHiSÍS^" * rn*?*' JP m^Lm
*^'.'XÍ.t't ti^M"'*''*-'-'* ^^*9*. _^Jttá^L^_
Por POLLY SIMPSON MC MANUS
CAPITULO IV
A PROVA
RECAPITULAÇAO:
^*m*mt***t>» ttmmmm»*mm*.*»mmmmmitir*.O Sharii. Bradaahw • oi oeus rapaiei doilvoram o trio constituído por Goorq». lano • Sally, quando oitos iam fu'qindo da vila. Sob a ameaça do Itachamonto, Gtor-9» explica porquo dou um nome aupotio (Smlth. ao Invii do Brannon). o porquo •» lava tentando fugir. O ShorlH • aou grupo também mspolta quo Goorgo tenha siüe o causador da morto ds BlU Moors. qus loi dovorado moribundo peto porcos lamln ios. Quando o Indux a taier uma conilssão. Gsorgs sxplodo. dliondot "O ssnhor aao possuo 1 grama da prova para sspotar sm minha pessoa osso caso do assassinato
Res. : Rua Bambina n.° 7V::| Telefone : 26-1153. j m*40*0*m*i-tx mt v «.A*^'.'.^«VVV*^kf>A.VVW»^<A j ^tWfmWPmmmmmM 0mP*>**L ' ^3^HL ^HB^ ^^1 I I ¦ ^^1 ^1
'*"W.pí-wi-míiii
Jim Dudley en-tão falou:
— "Eu tenho prova Brannon. vulgo Smlth, ou vice-versa. Foi o meu irmão quem foi assassinado e vou apanhar o patife que o fez! Você diz que nfio conhece nenhu-ma das vitinenhu-mas. Bem, eu sei que você cometeu o crime. Sei que você emprestou dinheiro aos ra-pazes em seu rancho e, quan-do tentaram reu-nir o suficiente para .se suporta-rem até que pu-dessem negociar os porcos, você os a t e r r orlzou falando de im-pugnação. Então, confessa agora? O rosto de Du-dley estava ver-melho de cólera: as artérias do seu pescoço torna-ram-se de uma cor purpurina es-cura.
Não con-fessarei, — res-pondeu George, E n t e n d er-me-ei com os va-queiros cm prl-meiro lugar.
S u p o n ho que vai ser as-sim, S a ni. — Empurrou o cha-péu para trás, caminhou cm di-reção à porta e olhou para Jane. Sinto muito mesmo, senhora. Náo acredito que esteja tomando parle nisto. Mas, como vê, sei o que sei. .
Jim virou-se e encarou George. - Nãn acreditei quando você disse que o seu nome é Brannon. Nunca tinha encontrado o homem com quem meu Irmão tinha .sua encrenca, mas ouvi-o dizer o nome dele.
Seu nome era Charles Smlth. .,
Foi mesmo uma artimanha do diabo que cu tivesse dado .i vocc este 'nome, mas, por favor, telégrafo ao "sheriff do condado de Rocklinc, Iowa. Delmarc é a capital do condado. O seu nome e Frank Mason e mora em 660 South Main Street, De-lhe o meu verda-deii-o nome Ele confirmará a minha identidade. Eu irei sem o menor protesto, nns, por favor, telegrafe. Você deverá receber uma resposta pela manhã. Até então peço que me protejam.
Farei tudo pelo melhor, — prometeu o Shcrifl. — mas os rapazes estão alem rio meu controle. — Virou-se para um dos auxiliares. — Vocò ficará aqui com a sra. Smlth? Na nossa cadeia não c lugar par.i uma senhora. Podemos ter que lutar.
-- Irei com meu marido. . - "¦
Não. Jane. será mais seguro para aos dois se você ncai aqui
neamo, — aconselhou George. ... , o
Ele está com a razão, sra. Eniith. Eu ficarei com ela, Sam, — disse Sally.
UMA NOITE INESQUECIVl
SyULVm-.i.'J.J.-.-.V. mm^mmmmmmmmmmmmmmmmmm*mmmmmmmritmmm**mmmmim,mmMK^4mrt^Mm
Está ucm, pódc ficar em sua companhia, — caçoou o Sheriff. — Voei sabe, Sally, depois das violentas observações que você fez na cidade esta tarde, nao está lá muito segura. Mais de uma pessoa c capaz de jurar que ouviu você dizer que Ia matar Frank.
A. resposta de Jane dllluiu-sc por causa da voz de Jane.
Por favor, náo leve o meu marido daqui diante desta turba de homens enraivecidosI Espere aW amanhã! — Olhou cruelmente pela cabana, como que tentando encontrar um meio de paralirt-los. Os seus olhos caíram ent&o sobre as pegadas perto do leito,
O Sheriff Sam estava meneando a cabeça.
Lamento muito, minha senhora. A senhora é digna de respeito,
mas lelé lei. .
E a icl aqui ê o senhor, Sheriff Bradshaw. Ouça, quer fazer uma experiência? Peito da cama estão duas pegadas ns poeira- ™er" initiria que George tirasse suas meias e sapatos e marcasse umas pegadas ao iado das que estão no assoalho? Logo verá que Jamais ele poderia ter feito as outras.
Carl começou a rir. '- _,_...
Vamos. Sam; faça o que a moça está pedindo. Tire as botas! Haverá tempo de sobra para pegadas amanhi. Picarei de olho fir.no sobre estas. Agora...
Jane tentou abraçar-se com George, de maneira que fosse assim carregada lunto com ele, Não adiantou. Sentindo-se mais desampa-rada do que nunca um sua vida, foi forçada a ver os homens levarem o seu marido da cabana. Podia-se ouvir o Sheriff, do lado de fora da cabana, apcai para os homens terem juizo, c depois o ruido da cavai-gada se afastando na direção da estrada.
Sally sentou-se nc. lado de Jane.
Náo chore mais. Os rapazes atenderam a Sam. Nao haverá encrencas até chegarem à cidade. O seu marido será salvo ate o amanhecer.
wtll tstava enrolando um cigarro. Intearompeu a sua tarefa para
sorrir para Sally. „ „ „ _
Você não quer que Sam a encontre fora daqui, quer Sally? To-dos sabemos que você estava tentando encontrar Frank. Voçé lhe prometeu mas mudou de idéia. Você está adocicada com o Sherilf, náo está, Sally?
E se estivesse... Sam...
Claro, Sam também está adocicado com você, — caçoou o de-tetivé, — Só oue Sam náo poderia fazer nada sobre isso até que você falasse a Frank. E Frank saiu do .seu caminho.
A conversa de Will estava causando um bom efeito no espirito de Jane, que nada disse de particular, pensando: "Ah! se eu pudesse fazer alguma coisa por George!"
Penso que já fez alguma coisa, madame. Penso que a senho-ra tirou as algemas dc alguém quando falou sobre as pegadas. Fsenho-rank disse-me qu«: estava vindo encontrar alguém aqui na noite passada... O mesmo sujeito que lhe emprestou dinheiro para comprar o Barra-C. Ele se chamava Charles Smith.
Então existe mesmo um Charles Smith! — exclamou Jane, Claro, no mínimo há um homem que emprestou dinheiro aos rapazes para comprarem o rancho. Coisa engraçada, nunca ouvi o seu nome senão esta noite. Os rapazes mantinham a boca fechada sobre isso. Mas Frank veio encontrar o sujeito, aqui na noite de ontem. Os rapazes precisavam de mais dinheiro para levar os porcos ao mer-tado. Este Smith estava fazendo pressão para receber o em'--estimo primitivo o -«les queriam mais. Ele e-Frank tiveram uma querela.
Sally disse: ,¦'¦"- '•¦ ¦¦¦¦',
O tempo estava quente e poeirento antes da tempestade. FranK estava em mas roupas brancas.. Devem ter conversado até tarde, e depois foram dormir. Quem quer que fosse, esperou até ter a certeza dc que França tinha adormecido; depois atirou e matou-o. Olhem bem daqui aquelas pegadas.
Ouviram n ruido de um autaomoveis quando Sally parou de falar. O cano parou lá fórr» e logo opve um ruído.
E' Sam, — aventurou Sally, — Aposto que ele vem dizer-lhe que tudo está okay com George.
Mas não era Sam. Era Carl que permaneceu do lado de fora nuando Will abriu a porta. O seu olhai- porcino alongou-se pela cabana. O Sheriff mandou-me vir buscá-la, sr. Smlth. Mandou-me lhe dizer que tudo está okay com o seu marido. Fez uma declaração escrita e há certos pontos que o Sheriff deseja que a senhora esclareça.
Quando Sally disse que ia com Janes, Carl abanou a cabeça. O Sheriff disse que era só a sra. Smith!
Jane estava a meio caminho da porta, quando disse: "Por favor, Sallv. fique aoui e guarde as pegadas".
Em seguida acompanhou Carl, pisando no orvalhado capim do alvorecer do dia. (Continua amanhi) tm WkWÊBm»1P9Ê<Ê''* • Wm\ mmmWmWMÊwi <** '¦*"*.*¦ '-'Wa Wa^EppIlapW^aawjM^^^^^ •_____W_9fíggm_^.'ti-/*y..': '/'-\$xk •n^l^^ad ¦'" \*%t\\ '¦*\Wffl%Q$r ' '' mmtmmm, WÊriêQ' "'' •.§»£>• <-*^»__-,<'-B tmWi -ÍÊ; -¦m_W'ím* *9& y *m\mM WmW*$$£'' Vtffií ^j^WKy^ua^tT^f^l^l lB___Í__B mmzW WLWÊÊL\§ ^mWW^^M \mWW& mmmS^L^^y^^ X' Wu
SkmIh^IíH
''M$_\
mmWmtfSwmmM ' V -WSkrA-i ^"'tí-'***Y$vM MWWVWWMWV^AM^^^^1 •*****^*^~^\t-**-*r*t*^lfliUm verdadeiro acontecimento artístico foi,
PÁ
a estréia de Bruno PaUesI, ontem, ao microfone da Radio fj astro da emissora líder apresentou um grande interesse cmii dar o publico carioca, chegando a incluir no seu programa -"tf trél», a melodia de Dorival Caymml, "MARINA' smm* numero de suas apresentações, foi demoradamenti n.jiauciido que lotaram todas a.s dependências da Radio Tupi. Tanto o grama de estréia dc Bruno Palies!, quanto as demnl: api*esentí do moço trovador da nova Itália, têm o patrocínio de H. m9j' S. A., a tradição do comercio de tecidos.Será contestado o lauí
psiquiátrico de Arai
Os peritos só se avistaram uma única vei]
a acusada, na Casa àe Detenção dc <%
».V;\ -¦«
|:í|'í!:-*p7-w0^m^_^ -Hoje
MADELEINE S0L0GNE
ERIC V0N STK0HE1N
L0UIS SAL0U
iT O .1 E. 2, 4, 6, 8, 10 horas"AH6ELA
E SATANAZ"
(ILLUSIONS)Dist. U.C.B. - dmpi-. 14 anos)- Comp. Nacional
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Está com a vida
íe-pendendo de 50
gramas de
eslreptomlcina
Joaquim Tcodoro Filho, operário aponsentado, em conseqüência de grave moléstia infecto-contagiosa de que e portador, c recebendo apenaii 253 cruzeiros, por mês, está eom a vida dependente de 50 gramas de es-treptomicina, como nos disse. Acon-tece, no entanto, que cie náo pode adquirir o medicamento que lhe íoi receitado, dc vez que a sua pensão tlão chega nen, para o aluguel da casa que ocupa, á rua Coruripc nu-mero 356. em Honorin Gtirgcl.
Decidiu, então, Joaquim, fazer um apelo aos nossos leitores, certo do que cies o socorrerão.
— Preciso viver mais um pouco — declarou-nos Teodoro — e sei que ns leitores do DIÁRIO DA NOITE ná.i ine deixarão morrer á mingua de recursos ou de medicamentos. Sã») eles, aliás, abaixo de Deus a minha ultima espevança, pc/j já recorri, sem qualquer resultado, á Legião Brasileira de Assistência, á Cruz Vermelha Brasileira o á Cruzada Brasileira contra a Tuberculose.
DONATIVOS
Já recebemos para o infeliz lio-mem os seguintes donativos: — 300 cruzeiros de um anônimo — 50 dn outro — 180 cruzeiros dos auxiliares do escritório da firma F. Tavares e Cia., situada á avenida Graça Ara-nha n. 57, terceiro andar — lOO mu-zeiros cio menino Carlos Augusto Guimarães Filho — 300 cruzeiros do sr. Pedro Serrado — 100 cruzeiros do sr. Luiz César, residente "m S. Paulo — 100 cruzeiros do senhor Al-berto — 200 cruzeiros dc sr- Nelson Soares dc Araújo — 13U cruzeiros de um grupo de pessoas caridosas — 2 gramas de estreptomicina do sr. Meno S. Fiala — 20 cruzeiros dc um anônimo e 200 cruzeiros de um ano-nimo c não de Joaquim Teodoro Fi-lho, como foi registrado, por equi-voco, na ultima publicação — 100 cruzeiros de outro anônimo — de Pittcmans, 10 cruzeiros — de Sônia Maria e Mario Roberto, 100 cruzei-ros (50 cada) — um devoto de Sto. Antonio, 100 cruzeiros; dc uma co' leta entre funcionários do Tribunal Superior do Trabalho. 200 cruzeiros. PODERÁ' OBTER O
MEDICA-MENTO NO MINIS-TEMO DO TRABALHO Funcionários do Tribunal Superior do Trabalha sólicitaram-nos comu-nlcar ao enfermo Joaquim Teodoro Filho que, mediante a apreesntação dc sua carteira profissior.i.1 e ates-tado do seu mediai assistente, ele poderá obter a estreptomicina neces-saria, e de graça, no Ministério do Trabalho, 7.° andar do Palácio do Trabalho.
Leiam « CIGARRA
Mistério em torno da
morte do guarda-livros
Entregue à policia a
"agenda"
que era usada
por Bernardino Casemiro
— O eorpo foi
acha-do ao largo e rebocaacha-do para o R. Bandeirantes
O misterioso caso do guarda-li-, verá presidir o inquérito, visto o cor» vros Bernardino Casemiro, que havia po ter sido achado por pescadores ganho a questão movida contra seus no mar e levado à praia, na jurisdl-patrões, a firma A. Pinto e Silve, ção do 26" Distrito. E à autoridade estabelecida à rua Julia Lopes de | que primeiro tomou conhecimento Almeida, a qual teria dc indenizá-lo do desaparecimento, não competirá cm 65 mil cruzeiros, continua a se: a ela deslindai o fato?
embaralhar cada vez mais. O corpoi Procedendo investigações e ehe-do infortunaehe-do guarda-livros deu a j ganehe-do a conclusão que o crime fc. costa, nos Bandeirantes, no dia Ri praticado cm determinado local, ai do corrente, em adiantado estado de; então passaria ela o processo ao
decomposição. [delegado da jurisdição respectiva.
A famiila de Bernardino havia; Da forma que está tendo a Corre-dado queixa às autoridades do 6" gedoria enviado os depoimentos
to-PARA FACILITAR O
DESCONGEITIOMA-MENTO DA PRAÇA
MARTIN AFONSO, EM
NITERÓI
O vereador Teófilo Braga apresen-tou á Câmara Municipal de Niterói, uma indicação sugerindo ao prefeito a construções de estações rodovia» rios nas proximidades da Policlinl-ca e no Jardim S. João, para fa-cilítar o descongestionamento da Praça Marfim Afonso, atualmente transformada em ponto de concen-tração de todos os veículos da cl-dade.
::í&í:ííí-.'-\:-''
Distrito Policial, desde o dia Io, vis-to o desaparecido ter sua residência, à rua André Cavalcante, 96.
Afirma ter sido o mesmo assassl-nado. no que é corroborada pela se-nhoria dele e amigos Íntimos, não acreditando em hipótese alguma que tenha se suicidado, como querem fa-zer crer os patrões do infortunado guarda-livros.
Na ocasião que foi achado o cor-po. as autoridades rin 26" Distrito Policial deram o caso como sendn acidente, quando posteriormente, surgiram as graves acusações, to-mando então a Corregedorla da Po-lícia Civil providencias para a aber-tura de inquérito. Se fosse habito de nossa polícia investigar desapare-clmentos, naturalmente os trabalhos neste intrincado caso estariam meie caminho andado, com o que tivesse sido apurado no intervalo de 1° à 8 do corrente. Entretanto, eomo sò agora (15 dias depois), é que estão iniciando as investigações, torna-se dificílimo chegar-se a uma conclu-são.
No crime sempre h-j um motivo; temo-lo na morte de Bernardino: a rivalidade entre patrão c emprega-do pela questão submetida à Justiça do Trabalho. Como não ha crime perfeito, cabe às autoridades epcon-trar a falta deixada. Como teria ido parar na praia do Recreio dos Bandeirantes o cadáver de Bernir-dino? Teria sido assassinado cm riu-tro local, e levado pelas ondas para ali? Se foi suicídio, as investigações orientadas para a descoberta dc um crime, também alcançarão o objeci-vo. Para o suicídio,'ha sempre Iam-bem um motivo, pois ninguém se inata sem mais nem menos. Acirien-te é que c mais improvável, dado o sistema de vida levada pelo guarda-livros, segundo afirmam seus paren-tes e. Íntimos.
ATE' AGORA EM DUVIDA A JURISDIÇÃO
ARACI ABELHA
Os peritos informaram que eJa bem poderia ler sfosi assassina de Abel
macios a guisa de informações às autoridades do 26° Distrito, estas es-táo na obrigação de prosseguir o in-querlto, até que surja um fato real e inconteste, que Indique náo per-tencer à sua jurisdição o crime ou suicídio do inditoso guarda-livros.
OUTROS DEPOIMENTOS Desta forma, continuaram a ser ouvidas no cartório daquela delegacia pessoas que podem dizer algo a res-peito da morte de Bernardino Jesus Carneiro. D. Carolina Augusta Ra-mos, a proprietária da pensão onde morava ele, confirmou tudo o que antes dissera, isto é, acusa a firma A. Pinto e Silva como interessada r.o desaparecimento do guarda-livros; quanto ao sr. Iberè França, Carneiro, da Tapeçaria Brasil, onde Bernardi-no havia deixado livros e dinheiro, relatou como o vira pela ultima- vez. no dia 30 de junho declarando aln-da não acreditar que tenha se sul-cidado. O sr. Iberê fez a entrega da importância de CrS 1.172,60, com i qual ia o guarda-livros adquirir es tampilhas para a firma.
APREENDIDA A "AGENDA" Os sócios da firma A. Pinto e Silva náo se mostram tranqüilos, havendo mesmo um nervosismo latente entre eles, e certa confusão no historiar do.s fatos. Apesar dos selos mercantis só serem vendidos mediante requisiçãi:, c para comprá-los ser obrigatória a apresentação do cartão de matricula, nada disto preocupou a firma A. SU-va e Pinto pela demora do guarda-livros, que saiu para fazer a aqulst-ção dos selos no dia 30, passando tantos dias sem dai- noticias,
Torna-se, portanto, de grande im-portancia, n apreensão, pelas auton-dades do 26.° distrito policial, da "Agenda" da firma, que .se encon-trava com Bernardino, e foi parar em mãos do sócio Brito. Intimado, aquele cavalheiro levou ontem o mis-terioso livro, entregando-o ao delega-do Paulo Lemos, que irá estuda-lo meticulosamente, a fim dc obter ai-guma luz que venha esclarecer o.s passos ciados por Bernardino nos
ul-INSTALAÇÃO DE
MOENDAS NO
MUNI-CIPIO DE CAMPOS
PARA O FABRICO
DE ÁLCOOL
Por Intermédio da Assembléia Le-gislatlva do Estado do Rio, o depu-tado Afonso Celso solicitou ao lns-titutô do Açucar e do Álcool, pro-vidências no sentido de serem insta-ladas na Distilaria de Martins Lage, no município de Campos, moendas necessárias para o fabrico de álcool, diretamente da cana, em razão do excesso de produçáo da mesma na-quela zona.
SERÁ' CONTKSTAÜO.0) PSIQUIÁTRICO Nas ultimas horasns ontem, segunde apurou tl gem nos corredores cie ^l Conforme noticiamos ontem, o
ruidoso "crime ria machadinha", resmrglu no cartaz com a.spectos novos c surpreendentes.
O laudo psiquiátrico dn Araci Abelha revelou que ela bem
pode-ria ter sido a autora da morte dej Justiça, em Niterói, o seu marido, o contador Abel Abelha, i Hugo Baldessarini, n»0 !l, Por outro lado, o advogado da acusa- ' mando com as eoncluswj' da estaria disposto a processar o garam os medi os do m promotor Matos Fernandes, que dei- quiatrico, contestará o.w xou de funcionar no processo, em i cedido por ordem cio P virtude dc sua promoção, e acusado da capita! fluminense, n» de ter procedido à troca de laudo.»
no citado processo, prejudicando a Indiciada, e também o delegado Adi-lar Teixeira, por maus tratos e pri-sáo ilegal de sua constituinte.
Entretanto, bastante negativa ,..__
têm sido as investigações, pois até limos dias, ou mesmo qualquer re duvidosa é qual a autoridade que de-1 gistro revelador
m
mm
nfto dá prêmios, não dá cheques,
não dá brindes...
OÁ, SIM, UM EXCELENTE CAFÉ
<§§
Mim
é confecionado com os mais
fi-nos cafés das melhores
proce-dências e, por isto, é SUPERIOR
AO MELHOR, sendo encontrado
em todas as casas do ramo. Peça,
pois, ao seu fornecedor
na exiguídade y> tempo.P ritos Alceu Maiiz <" Telr dão tiveram para chegar» soes já amplamente (W-* SO- VISITARAM ARACI ÚNICA VEZ NO PB» Òs peritos só visitaram»1» lha. uma única vez. ""¦';. lenção, cir acordo eom » mação do diri *¦' da« prestada, em oficio Hí nol. confoime apurou a ií Nestas condições, o$ p poderiam realizar obsew ficlentes sobn a pe» acusada, apresentando, ** sentaram, um - .'.•»« ";% de análise profunda."" mo, o advogacl i m"11;.'." contestar o laudo psiq 5 alegação dr qui este m<*f traduz ele modo algw. psicológicas cie Araci .w
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SUAVE MISTURA DE CAFÉS FINOS
SUPERIOR AO MELHOR!
FABRICA-..
TECIDOS PERFEIPreferidos
V- no '/•''''¦BrasiVFy
cm.
fT, BuenosW
EXHOA NA BANGU-INDUS-TWf?.!A1VO.f ,^«S£
•mbymmW'CASA
umn (òfíRRinif. RSfíLtfpW
ARSON
55 pfíRR 5UIH. COiVPWS
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(há Ihúuaum.W * wmwhosos «P|fiílOS__^__
r~- * "í P*PCOS £ COnü/íOEò A VISTR OUR PRfíZO asiUfflí^^
COílSWERfíM fflELfiO&.P*