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UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE

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Academic year: 2021

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Unidade Universitária

Centro de Ciências Biológicas e da Saúde - 040 Curso Psicologia Disciplina Psicologia Jurídica Código da Disciplina 0842608-2 Professor(es) e DRTs

Anna Christina da Motta Pacheco Cardoso de Mello - 1130292 Leila Dutra de Paiva - 1125334

Marcelo Moreira Neumann - 1124246

Etapa 6ª

Carga horária total: 04 Prática: Teórico Prática: Semestre Letivo 1º/2012 Ementa

Estudo dos aspectos teóricos, técnicos e éticos da aplicação da psicologia em instituições de caráter jurídico, com base nos códigos legais brasileiros e internacionais.

Objetivos

Fatos e Conceitos Procedimentos e Habilidades Atitudes, Normas e Valores - Analisar a interface da

psicologia com o Direito. - Conhecer o Código Civil

Brasileiro e o Estatuto da Criança e do Adolescente. - Reconhecer as diversas ações da psicologia em instituições de caráter jurídico ou que fazem parte do sistema de justiça. - Diferenciar as áreas de atuação do psicólogo jurídico. - Manejar os instrumentos técnicos que subsidiam as avaliações psicológicas no contexto jurídico.

- Apreciar a importância dos programas de reinserção social e familiar e sua articulação com as políticas sociais de garantia dos direitos humanos.

- Preocupar-se com as

atribuições que são conferidas ao psicólogo e com o lugar que lhe é destinado dentro do universo jurídico.

Metodologia

Aulas teóricas, leituras, discussões de textos, palestras, exibições de documentários e apresentações de seminários por meio de pesquisas e visitas previamente definidas pelos professores.

Critério de Avaliação:

P – Prova parcial: avaliação individual e sem consulta (peso 2), valendo nota zero a dez.

S – Seminário ou trabalho grupal: pesquisa sobre as áreas de atuação em Psicologia Jurídica. Cada grupo deverá realizar pesquisa de campo ou estudo teórico e apresentar trabalhos oralmente (peso 1), valendo nota de 0 a 10.

PF – Prova Final - avaliação individual e sem consulta (peso 3), valendo nota de zero a dez. Média = P2 + S1 + PF3

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Conteúdo Programático

1. Psicologia Jurídica: definição, histórico, comparações e campos de atuação profissional.

2. Repercussão da legislação internacional no Direito Brasileiro - Declaração Universal dos Direitos Humanos, Declaração Universal dos Direitos da Criança, Regras Mínimas de Beijing e Convenção de Haia.

3. Estrutura e funcionamento do Direito Brasileiro e do Sistema Judiciário - Constituição Federal 1988, Estatuto da Criança e do Adolescente, Novo Código Civil, Código de Processo Civil, Código Penal e Código de Processo Penal.

4. As atribuições dos Conselhos Tutelares e dos Conselhos de Direitos.

5. Avaliação psicológica judicial, perícia psicológica e atuação do assistente técnico. 6. Formas de registros: informações, pareceres, relatório ou laudo.

7. Psicologia aplicada às Varas da Infância e da Juventude e as Medidas de Proteção: acompanhamento e orientação familiar, acolhimento institucional como medida de proteção ou outras modalidades de acolhimento, avaliação e acompanhamento de casos de destituição do poder familiar e colocação em família substituta sob as formas de guarda, tutela ou adoção. 8. Vitimização: modelos conceituais. Violências cometidas contra crianças, adolescentes e

mulheres (física, sexual e/ou psicológica; bullying).

9. Adoção: tipos de adoção, o tripé da atuação com os casos de adoção - pais biológicos; pretendentes a pais adotivos; criança e/ou adolescente; processo de adoção.

10. Psicologia aplicada à Vara Especial (adolescente autor de ato infracional) e as Medidas Sócioeducativas: advertência, reparação de danos, prestação de serviços à comunidade, liberdade assistida, semi-liberdade e internação.

11. Psicologia aplicada às Varas de Família e Sucessões: disputa de guarda, guarda compartilhada, regulamentação de visitas e tutela; síndrome da alienação parental.

12. Psicologia aplicada às Varas Cíveis: interdição, indenização por erro médico, etc.

13. Psicologia aplicada às Varas Criminais e às Instituições Penais: medida de segurança, imputabilidade penal, prisões, etc.

14. Mediação – novo campo de atuação em Psicologia Jurídica.

15. Psicologia e Direitos Humanos: o papel do psicólogo no atendimento, promoção e prevenção das violações dos direitos humanos.

Bibliografia Básica

BRITO, L. M. T. (org.) Temas de Psicologia Jurídica. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 2000. CRUZ, R. M.; MACIEL, S. K; RAMIREZ, D. C (orgs). O trabalho do psicólogo no campo jurídico. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2005.

CURY, M. (coord.) Estatuto da Criança e do Adolescente comentado: comentários jurídicos e sociais. 6ed. São Paulo: Malheiros, 2004.

FOUCAULT, M. A verdade e as formas jurídicas. Rio de Janeiro: Nau,1999.

GONÇALVES, H.; BRANDÃO, E. P. Psicologia Jurídica no Brasil. Rio de Janeiro: Nau, 2004. SHINE, S. (org.). Avaliação psicológica e lei: adoção, vitimização, separação conjugal, dano psíquico e outros temas. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2005.

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Bibliografia Complementar

ALTOÉ, S. Sujeito do direito, sujeito do desejo: Direito e Psicanálise. Rio de Janeiro: Revinter,1999.

AYRES, L. S. M. Adoção: De menor à criança, de criança a filho. Curitiba: Juruá, 2008.

BAPTISTA, M. V. (coord.) Abrigo: comunidade de acolhida e socioeducação. São Paulo: Instituto Camargo Corrêa, 2006. (Coleção Abrigos em Movimento). Disponível em: http://www.neca.org.br/wp-content/uploads/Livro7.pdf.

BRASIL. Estatuto da Criança e do Adolescente. Lei 8069 de 13 de julho de 1990. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L8069.htm.

BRASIL. Código Civil. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/2002/L10406.htm.

BRASIL. Código Penal. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del2848.htm

BRASIL. Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo – SINASE. Secretaria Especial dos Direitos Humanos – Brasília - DF: CONANDA, 2006. Disponível em: http://www.condeca.sp.gov.br/legislacao/sinase_integra.pdf.

BRITO, L. M. T. (org.) Famílias separações: perspectivas da Psicologia Jurídica. Rio de Janeiro: UERJ, 2008.

CAIRES, M. A. F. Psicologia Jurídica: implicações conceituais e aplicações práticas. São Paulo: Vetor, 2003.

CARVALHO, M. C. N. DE; FONTOURA, T; MIRANDA, V. R. Psicologia Jurídica II. Curitiba: Juruá, 2009.

CEZAR-FERREIRA, V. A. M. Família, separação e mediação: uma visão psicojurídica. São Paulo: Método, 2004.

COHEN, C; FERRAZ, F. C; SEGRE, M. (orgs.) Saúde mental, crime e justiça. São Paulo: EDUSP, 1996.

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psicólogos, Brasília: CFP - revista técnica, 2003. Disponível em: http://www.dhnet.org.br/dados/cartilhas/a_pdf/106_cartilha_dh_psicologos.pdf.

CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Serviço de Proteção Social a Crianças e Adolescentes Vítimas de Violência, Abuso e Exploração Sexual e suas Famílias: referências para a atuação dos psicólogos. Brasília: CFP – CREPOP, 2009. Disponível em: http://crepop.pol.org.br/novo/wp-content/uploads/2010/11/Livro_ServicoProtecao_11mar.pdf .

CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Referências técnicas para a atuação de psicólogos no âmbito das medidas socioeducativas em unidades de internação. Brasília: CFP – CREPOP, 2010. Disponível em: http://crepop.pol.org.br/novo/wp-content/uploads/2010/11/Doc_Ref_MSE_UI.pdf .

CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Referências técnicas para atuação do psicólogo em Varas de Família. Brasília: CFP – CREPOP, 2010. http://crepop.pol.org.br/novo/wp-content/uploads/2011/01/ReferenciaAtuaçãoVarasFamilia.pdf.

CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Resolução n. 007 de 2003. Disponível em: http://www.pol.org.br/pol/export/sites/default/pol/legislacao/legislacaoDocumentos/resolucao2003_ 7.pdf.

CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Resolução n. 008 de 2010: Dispõe sobre a atuação do psicólogo como perito e assistente técnico no Poder Judiciário. Disponível em: http://www.pol.org.br/pol/export/sites/default/pol/legislacao/legislacaoDocumentos/resolucao2010_ 008.pdf.

CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Resolução n. 010 de 2010: Institui a regulamentação da Escuta Psicológica de Crianças e Adolescentes envolvidos em situação de violência, na Rede

de Proteção. Disponível em:

http://www.pol.org.br/pol/export/sites/default/pol/legislacao/legislacaoDocumentos/resolucao2010_ 010.pdf.

CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Resolução n. 012 de 2011. Regulamenta a atuação do psicólogo no âmbito do sistema prisional. Disponível em: http://www.pol.org.br/pol/export/sites/default/pol/legislacao/legislacaoDocumentos/resolucao_012-11.pdf.

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FÁVERO, E. Rompimento dos vínculos do pátrio poder. São Paulo: Veras, 2001.

FÁVERO, E. T.; VITALE, M. A. F.; BAPTISTA, M. V. (org.) Famílias de crianças e adolescentes abrigados: Quem são, como vivem, o que pensam, o que desejam. São Paulo: Paulus, 2008.

FERRARI, D. C.; VECINA, T.C.C. (orgs.) O fim do silêncio na violência familiar: teoria e prática. São Paulo: Ágora, 2002.

FIORELLI, J. O; MANGINI, R. C. R. Psicologia Jurídica. São Paulo: Atlas, 2009.

FRANÇA, F. Reflexões sobre Psicologia Jurídica e seu panorama no Brasil. Revista Psicologia: Teoria e Prática, 2004, V.6, p. 73- 80.

FRANCO, A. A. P; MELÃO, M. J. R. (orgs.) Diálogos interdisciplinares: a psicologia e o serviço social nas práticas judiciárias. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2007.

GUARÁ, I. M. F. R. (coord.) Redes de Proteção Social. São Paulo: NECA – Associação dos Pesquisadores de Núcleos de Estudos e Pesquisas sobre a Criança e o Adolescente, 2010. (Coleção Abrigos em Movimento). Disponível em: http://www.neca.org.br/wp-content/uploads/Livro4.pdf .

GUIMARÃES, L. A. Conversando com crianças sobre adoção. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2010.

GUIRADO, M. A criança e a FEBEM. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2004.

HABIGZANG, L.; KOLLER, S. H. e col. Violência contra crianças e adolescentes: Teoria, Pesquisa e Prática. Porto Alegre: Artmed, 2012.

HUSS, M. T. Psicologia Forense: pesquisa, prática clínica e aplicações. Porto Alegre: Artmed, 2011.

ISHIDA, V. K. Estatuto da Criança e do Adolescente: Doutrina e Jurisprudência. 11 Ed. São Paulo: Atlas, 2010.

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LIBÓRIO, R. M. C.; SOUZA, S. M. G. A exploração sexual de crianças e adolescentes no Brasil: reflexões teóricas, relatos de pesquisa e intervenções psicossociais. São Paulo: Casa do Psicólogo; Goiânia: UCG, 2004.

MALLAK, L. S.; VASCONCELOS, M. G. O. M. Compreendendo a violência sexual em uma perspectiva multidisciplinar. São Paulo: Fundação Orsa, 2002.

MELLO, A. C. C. DE Kit Respeitar: enfrentamento à violência contra crianças e adolescentes: cuidar respeitando: guia para os profissionais que lidam com crianças e adolescentes. São Paulo: Fundação Orsa: SEADS: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2008. Disponível em: http://www.promenino.org.br/Portals/0/Biblioteca/PDF/Kit%20Respeitar%20-%20vol.2.pdf.

MELLO, A. C. C. DE Kit Respeitar: enfrentamento à violência contra crianças e adolescentes: criar respeitando: guia para os profissionais que lidam com crianças e adolescentes. São Paulo: Fundação Orsa: SEADS: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2008. Disponível em: http://www.promenino.org.br/Portals/0/Biblioteca/PDF/Kit%20Respeitar%20-%20vol.3.pdf.

OLIVEIRA, R. C. S. (coord.) Quero voltar para casa: o trabalho em rede e a garantia do direito à convivência familiar e comunitária. São Paulo: AASPTJSP, 2007. (Coleção Abrigos em Movimento). Disponível em: http://www.neca.org.br/wp-content/uploads/Livro6.pdf.

PAIVA, L. D. Adoção: significados e possibilidades. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2004.

PAULO, B. M. Psicologia na Prática Jurídica: a criança em foco. Niterói: Impetus, 2009.

POPOLO, J. D. Psicologia judicial. Mendoza: Ediciones Jurídicas Cuyo, 1996.

ROVINSKI, S. R. Fundamentos da perícia psicológica forense. 2ed. São Paulo: Vetor, 2007.

ROVINSKI, S. L. R.; CRUZ, R. M. (org.) Psicologia Jurídica: Perspectivas teóricas e processos de intervenção. São Paulo: Vetor, 2009.

SECRETARIA ESPECIAL DE DIREITOS HUMANOS. Plano Nacional de Promoção, Proteção e Defesa do direito de Crianças e Adolescentes à Convivência Familiar e Comunitária. Brasília: CONANDA, 2010.

SECRETARIA ESPECIAL DE DIREITOS HUMANOS. Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente e Conselho Tutelar: Orientações para criação e funcionamento. Brasília:

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CONANDA, 2009.

SILVA, R. DA Os filhos do governo: a formação da identidade criminosa em crianças órfãs e abandonadas. São Paulo: Ática, 1997.

TRINDADE-SALAVERT, I. (org.) Os novos desafios da adoção: interações psíquicas, familiares e sociais. Rio de Janeiro: Companhia de Freud, 2010.

VICENTIN, M. C. G. A vida em rebelião: jovens em conflito com a lei. São Paulo: FAPESP, HUCITEC, 2005.

VOLPI, M. O adolescente e o ato infracional. São Paulo: Cortez, 1997.

ZIMERMAN, D. E; COLTRO, A. C. M. Aspectos psicológicos na prática jurídica. Campinas: Millenium, 2002.

Cronograma

Semana Conteúdo Estratégia

1ª Semana Apresentação da disciplina, programa,

bibliografia, sistema de avaliação e calendário do semestre.

Psicologia Jurídica: definição, histórico, comparações e campos de atuação profissional.

Aula expositiva e exposição do filme “Entre o Direito e a Lei: Uma História da Psicologia Jurídica em São Paulo” produzido pelo CRP.

ARANTES, E. M. M. Pensando a Psicologia aplicada à Justiça. In GONÇALVES, H. B.; BRANDÃO, E. P. (orgs) Psicologia Jurídica no Brasil. Rio de Janeiro: Nau, 2005.

FOUCAULT, M. A verdade e as formas jurídicas. Rio de Janeiro: Nau, 1974.

POPOLO, J. D. (1996) Psicologia judicial. Mendoza: Cuyo.

JACÓ-VILELA, A. M. “Os Primórdios da Psicologia Jurídica”. In BRITO, L. M. T. (org) Temas de Psicologia Jurídica. RJ: Relume-Dumará, 2000.

2ª Semana Avaliação psicológica judicial, perícia

psicológica e atuação do assistente técnico.

Formas de registros: informações, pareceres, relatórios ou laudos.

Aula expositiva utilizando power-point.

SHINE, S.; STRONG, M.I (org.) O laudo psicológico e a interdisciplinaridade no Poder. In SHINE, S. Avaliação psicológica e lei. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2005. ROVINSKI, S. R. Fundamentos da perícia psicológica forense. 2ed. São Paulo: Vetor, 2007. Cap.1.

Resolução CFP 007 de 2003; Resolução CFP 008 de 2010. Disponível em www.pol.gov.br.

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3ª Semana Estrutura e funcionamento do Direito Brasileiro e do Sistema Judiciário - Constituição Federal 1988, Estatuto da Criança e do Adolescente, Novo Código Civil, Código de Processo Civil, Código Penal; Código de Processo Penal. Estrutura e funcionamento dos Conselhos Tutelares e dos Direitos

Aula expositiva utilizando power-point. Documentário produzido pelo IPEA em 2004.

BRASIL, ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE, Lei nº 8069/90. Disponível em www.planalto.gov.br (sempre atualizado).

4ª Semana Repercussão da legislação internacional

no Direito Brasileiro: Declaração Universal dos Direitos Humanos, Declaração Universal dos Direitos da Criança, Regras de Beijing e Convenção de Haia.

Aula expositiva utilizando power-point.

GONÇALVES, H.; BRANDÃO, E. P. Psicologia Jurídica no Brasil. Rio de Janeiro: Nau, 2005. p 205-226.

5ª Semana Psicologia aplicada às Varas da Infância

e da Juventude e as Medidas de Proteção: acompanhamento e orientação familiar, acolhimento institucional ou outras modalidades de acolhimento, acompanhamento de casos de destituição do poder familiar e colocação em família substituta sob as formas de guarda, tutela ou adoção.

Seminário sobre as práticas do psicólogo nas Varas da Infância e Juventude

BRASIL, ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE, Lei nº 8069/90. Disponível em www.planalto.org.br . Capítulo III – Do Direito à Convivência Familiar e Comunitária

BERNARDI, D. C. Histórico da inserção do psicólogo no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo In BRITO, L. M. T.(org.). Temas de Psicologia Jurídica. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 2000.

6ª Semana Psicologia aplicada às Varas da Infância

e da Juventude e as Medidas de Proteção: acompanhamento e orientação familiar, colocação em abrigos ou outras modalidades de acolhimento, acompanhamento de casos de destituição do poder familiar e colocação em família substituta sob as formas de guarda, tutela ou adoção.

Seminário sobre as práticas do psicólogo nos abrigos.

BRASIL, ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE, Lei nº 8069/90. Disponível em www.planalto.org.br. Capítulo III – Do Direito à Convivência Familiar e Comunitária.

7ª Semana Vitimização: modelos conceituais.

Violências cometidas contra crianças, adolescentes e mulheres.

Seminário sobre as demandas de casos para a psicologia nos Conselhos Tutelares.

Aula expositiva utilizando power point.

GONÇALVES, H. S. Violência contra a criança e o adolescente. In GONÇALVES, H. S.; BRANDÃO E. P. Psicologia Jurídica no Brasil. Rio de Janeiro, Nau, 2005.

8ª Semana Vitimização: modelos conceituais.

Violências cometidas contra crianças, adolescentes e mulheres.

Seminário sobre as práticas do psicólogo em instituições e/ou serviços de atendimento às vítimas de violência

Aula expositiva / exibição e análise de filmes e documentários sobre a violência doméstica.

MALLAK, L. S.; VASCONCELOS, M. G. O. M. Compreendendo a violência sexual em uma perspectiva multidisciplinar. São Paulo: Fundação Orsa, 2002.

9ª Semana Adoção: tipos de adoção, o tripé da

atuação com os casos de adoção - pais biológicos/pretendentes a pais adotivos/ criança e/ou adolescente.

Aula expositiva utilizando power-point e exibição de filme curta-metragem sobre adoção

WEBER, L. O psicólogo e as práticas da adoção. In GONÇALVES, H. S.; BRANDÃO. Psicologia Jurídica no Brasil. Rio de Janeiro, Relume-Dumará, 2005.

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Paiva, L. D. O psicólogo judiciário e as “avaliações” nos casos de adoção In SHINE, S. Avaliação Psicológica e Lei. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2005.

10ª Semana

Psicologia aplicada à Vara Especial (adolescente autor de ato infracional) e as Medidas Socioeducativas.

Seminário sobre as práticas do psicólogo em instituições que fazem acompanhamento de adolescentes em cumprimento de medidas sócio-educativas

Aula expositiva / Palestra / Debate

BRASIL, ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE, Lei nº 8069/90. Disponível em www.planalto.org.br.

XAUD, G. Os desafios da intervenção psicológica na promoção de uma nova cultura de atendimento do adolescente em conflito com a lei. In BRITO, L. M. T. (org.). Temas de Psicologia Jurídica. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 2000.

GUIRADO, M. Em instituições para adolescentes em conflito com a lei, o que pode a nossa vã psicologia? In GONÇALVES, H. & BRANDÃO, E. P. Psicologia Jurídica no Brasil. Rio de Janeiro: Nau, 2005.

11ª Semana

Psicologia aplicada às Varas de Família e Sucessões: disputa de guarda, guarda compartilhada, regulamentação de visitas, tutela e a atividade psicológica pericial.

Síndrome da Alienação Parental.

Mediação Familiar – novo campo de atuação em Psicologia Jurídica.

Seminário sobre as práticas do psicólogo nas Varas de Família e Sucessões.

Aula expositiva.

BRASIL. Código de Processo Civil. Disponível em www.planalto.org.br. (sempre atualizado)

BRANDÃO, E. P. A interlocução com o Direito à luz das práticas psicológica em Varas de Família IN GONÇALVES, H. S.; BRANDÃO, E. P. (org.) Psicologia Jurídica no Brasil. Rio de Janeiro: Nau, 2005.

BRITO, L. M. T. Caminhos da Psicologia junto ao Direito de Família In BRITO, L. M. T. (org.).Temas de Psicologia Jurídica. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 2000.

DOLTO, F. Quando os pais se separam. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1991.

12ª Semana

Psicologia aplicada às Varas Cíveis: interdição, indenização por erro médico, etc.

Seminário sobre as práticas do psicólogo nas Varas Cíveis, promotorias e/ou defensorias

Aula expositiva

BRASIL. Código Penal/ Novo Código Civil e Código de Processo Civil. Disponível em www.planalto.org.br. (sempre atualizado)

SHINE, S. Avaliação psicológica em contexto forense In Avaliação Psicológica e Lei, São Paulo: Casa do Psicólogo, 2005.

13ª Semana

Psicologia aplicada às Varas Criminais e às Instituições Penais: medida de segurança, imputabilidade penal, etc. A atuação dos Psicólogos no Sistema Penal.

Aula expositiva.

KOLKER, T. A Atuação dos psicólogos no sistema penal In GONÇALVES, H. S.: BRANDÃO, E. P. Psicologia Jurídica no Brasil. Rio de Janeiro: Nau, 2005.

14ª Semana

Seminário sobre as práticas do psicólogo nas Delegacias, instituições de perícias criminais, manicômio judiciário ou Instituições que desenvolvem programas de penas e medidas alternativas.

Seminário realizado pelos alunos

15ª Semana

Psicologia jurídica e Direitos Humanos: o

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promoção e prevenção as violações dos direitos humanos.

Seminário sobre as práticas do psicólogo nas instituições de defesa e proteção aos direitos humanos.

debate realizado no Conselho Federal de Psicologia sobre a questão dos direitos humanos.

Os direitos humanos na prática profissional dos psicólogos, Brasília: Conselho Federal de psicologia - revista técnica, 2003.

16ª Semana

Encerramento Revisão geral do conteúdo.

17ªSemana Avaliação Final

18ª Semana

Referências

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