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O euro, a nossa moeda

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2009 marca o 10º

aniver-sário do Euro, que surgiu,

pela primeira vez, como

moeda virtual em 1999 e

dois anos mais tarde, em

2002, como moeda

fidu-ciária, nos bolsos das

pes-soas. Nas palavras do

Comissário Europeu para

os Assuntos Económicos e

Financeiros,

Joaquín

Almunia, o euro “é talvez a

manifestação mais

tangí-vel do processo de

integra-ção europeia que

possibili-tou 50 anos de paz e

esta-bilidade na Europa.”

No âmbito deste

impor-tante aniversário, o Centro

Europe Direct acolhe, em

Santarém, entre os dias 13

e 23 de Outubro, uma

exposição sobre este tema,

que é também abordado

de forma mais abrangente

nesta edição da

Newslet-ter.

Damos também nota da

vitória do “sim” no

refe-rendo Irlandês sobre o

Tratado de Lisboa, que

vem abrir novas portas à

reforma institucional da

UE.

Página a página

O euro, a nossa moeda

http://ec.europa.eu/europedirect

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Centro de Informação EUROPE DIRECT de Santarém—ESGS tel/fax 243322427 email [email protected] sítio Web http://europedirect.esgs.pt Newsletter nº 40, SOutubro 2009 UE & TECNOLOGIA>>>>>>> Pag 3

UE e Oportunidades de Financiamento / Parcerias >>>>>>> Pag 5 BREVES >>>>>>> Pag 2

Contactos:

Escola Superior de Gestão de Santarém tel/fax 243 322427 E-mail [email protected]

Sítio Web http://europedirect.esgs.pt

NEWSLETTER Nº 40, OUTUBRO 2009

UE & ESPECIAL 10º ANIVERSÁRIO DO EURO>>>>>>> Pag 3

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As sétimas Jornadas Abertas - Semana Europeia das Regiões e das Cidades - organizadas pelo Comité das Regiões da UE e pela Comissão Europeia, têm lugar de 5 a 8 de Outubro. Mais de 7 000 europeus, responsáveis políticos nacionais e regionais, profissio-nais e representantes do mundo dos negócios, da sociedade civil e

do meio académico participarão em 125 seminários e outros even-tos em Bruxelas. Virão partici-pantes não só da Europa, mas também dos Estados Unidos, da China e da Índia. Durante os quatro dias, as regiões e as cida-des irão partilhar ideias sobre um vasto leque de questões: desde o reforço do

desenvolvi-mento económico e o combate à actual recessão até aos desafios a longo prazo suscitados pelas alterações climáticas. Sob a égide destas Jornadas Abertas, realizar -se-ão também nos Estados-‑Membros mais de 230 eventos locais. Portugal organiza seis eventos locais nas suas regiões e municípios, sendo cada um deles

Semana Europeia das Regiões e das Cidades

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Breves

Novo plano da UE para tornar os transportes locais

mais eficientes e sustentáveis

tos. Cerca de 40% das emissões de CO2 e 70% de outras emissões

dos transportes rodoviários pro-vêm do trânsito nas aglomera-ções urbanas.

A UE elaborou um plano de acção com 20 medidas destina-das a tornar os transportes urba-nos mais sustentáveis e eficientes nos próximos quatro anos. As medidas vão desde um aumento Mais de 70% da população

euro-peia vive em zonas urbanas e 9 em cada 10 destas pessoas consi-deram que o tráfego local deve ser mais bem gerido.

A congestão e os acidentes são os sinais mais visíveis de uma ges-tão deficiente do tráfego - um em cada três acidentes rodoviários mortais ocorre numa zona urba-na. Mas há também outros

cus-dos direitos cus-dos utentes cus-dos transportes públicos ao reforço do financiamento da UE para a investigação sobre veículos não poluentes.

A melhoria dos transportes urba-nos ajudará também a lutar con-tra as alterações climáticas, a melhorar a saúde pública e a reduzir as disparidades económi-cas entre regiões.

Conheça os eventos que decorrerão em Portugal:

http://ec.europa.eu/regional_policy/conferences/od2009/mycity_country.cfm?country=020&#List

O "sim" foi expresso 16 meses depois de o Tratado ter sido rejeitado no primeiro referendo. O governo irlandês concordou em proceder a uma segunda votação depois de os dirigentes da UE terem oferecido garantias em matéria de soberania

nacio-nal e terem acordado manter o sistema de nomeação de um Comissário por Estado-Membro. Para entrar em vigor, o Tratado tem de ser ratificado pelos 27 países da UE. Agora, com a Irlanda a bordo, só falta a

Repú-blica Checa e a Polónia concluí-rem o processo de ratificação. O Tratado reforça o papel da UE na cena mundial e simplifica o processo de decisão das institui-ções europeias.

Os eleitores irlandeses pronunciam-se a favor do

Tratado de Lisboa no novo referendo

Saiba tudo sobre o Tratado de Lisboa: http://europa.eu/lisbon_treaty/index_pt.htm

Geração MP3, audição em perigo!

elevados. Em Outubro de 2008, o Comité Científico da UE aler-tou para o facto de a utilização de leitores de música portáteis num volume elevado, por um período prolongado, poder provocar danos irreversíveis à audição. Entre 5% e 10% dos ouvintes correm o risco de perder a audi-ção de forma permanente. Esta percentagem refere-se às pessoas que normalmente ouvem música Na sequência de uma decisão

adoptada pela Comissão Euro-peia, os consumidores passarão a beneficiar da aplicação de novas definições por defeito nos leito-res de música portáteis para garantir níveis seguros de expo-sição ao ruído e da utilização de advertências claras sobre os efeitos adversos de uma exposi-ção excessiva a níveis sonoros

durante mais de 1 hora por dia com o volume muito elevado. Calcula‑se que possam estar em risco até 10 milhões de pessoas na UE. A Comissão Europeia mandatou o CENELEC (o orga-nismo de normalização da UE) no sentido de serem estabeleci-das novas normas técnicas de segurança.

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UE & TECNOLOGIA

Centro de Informação EUROPE DIRECT de Santarém—ESGS tel/fax 243322427 email [email protected] sítio Web http://europedirect.esgs.pt Newsletter nº 40, Outubro 2009

Comissão lança o serviço de navegação por satélite aberto–

EGNOS

, de acesso gratuito para os cidadãos e as empresas

ções em diversos sectores, como o da agricultura, por exemplo para a aplicação de fertilizantes com ele-vada precisão, ou o dos transpor-tes, para as portagens rodoviárias automáticas ou os sistemas de seguro pago por utilização. O EGNOS pode igualmente servir de suporte a serviços de navegação pessoais muito mais exactos, para utilizações quer gerais quer especí-ficas, de que são exemplo os siste-mas para guiar invisuais.

O EGNOS será certificado para utilização na aviação e noutras áreas em que a segurança é crítica, em conformidade com o regula-mento relativo ao Céu Único Euro-peu. Espera-se que, graças ao EGNOS, esteja instaurado, em meados de 2010, um serviço de salvaguarda da vida humana. Este serviço enviará uma mensagem preciosa de alerta informando o utilizador em seis segundos de uma avaria no sistema. Está a ser tdo um serviço comercial, que esta-rá também disponível em 2010.

Antecedentes O EGNOS é composto por vários transponders, instalados em três satélites geoestacionários, e por uma rede terrestre com cerca de 40 estações de posicionamento e 4 centros de controlo, todos interli-gados.

A Comissão Europeia anunciou recentemente o arranque oficial do serviço EGNOS, o Sistema Europeu Complementar Geoes-tacionário de Navegação, ao qual podem agora aceder gratuita-mente as empresas e os cidadãos. O EGNOS é o primeiro contribu-to da Europa para a navegação por satélite e um precursor do Galileo, o sistema mundial de navegação por satélite que a União Europeia está a desenvol-ver.

Antonio Tajani, Vice-Presidente da Comissão responsável pelos transportes, declarou: «A partir de hoje, as empresas e os cidadãos europeus passam a beneficiar de um sem número de aplicações e novas oportunidades tornadas possíveis graças a sinais de nave-gação mais precisos. Estamos a lançar a primeira pedra de um futuro muito próximo.»

O EGNOS é um sistema comple-mentar baseado em satélites, que aumenta a precisão dos sinais de navegação por satélite na Europa: a precisão dos actuais sinais GPS passa de dez para dois metros. O EGNOS oferece enormes vanta-gens tanto para as empresas como para os cidadãos europeus. Pode servir de suporte a novas

aplica-A área de cobertura do EGNOS inclui a maior parte dos países europeus e o sistema tem capaci-dade incorporada para cobrir outras regiões mais distantes, como o Norte de África e os países vizinhos da União Europeia. O serviço aberto EGNOS é acessí-vel, sem garantia de serviço nem a correspondente responsabilidade, a qualquer utilizador equipado com um receptor compatível com GPS/SBAS dentro da área de cobertura do EGNOS. A maioria dos receptores hoje vendidos na Europa satisfaz este requisito. Não é necessária autorização nem certificação específica para os receptores.

O EGNOS foi desenvolvido por empresas europeias, reunidas no consórcio EOIG (EGNOS Opera-tor and Infrastructure Group), com o apoio da Comissão peia, da Agência Espacial Euro-peia e do Eurocontrol. Desde 1 de Abril, o EGNOS é propriedade da União Europeia e por ela gerido, enquanto a Agência Espacial Europeia, que conduziu o projecto e o desenvolvimento do sistema, é agora o agente de projecto e de adjudicação através de um acordo de delegação com a Comissão Europeia.

Mais informações: http://ec.europa.eu/transport/egnos/index_en.htm

O euro, 10 anos de moeda única

Finlândia), as notas e moedas de euro entraram em circulação em 1 de Janeiro de 2002. Em 2007, a Eslovénia foi o primeiro dos novos Estados-membros a aderir à área do euro. Em 2008, Chipre e Malta passaram a integrar também a área do euro, seguidos pela Eslo-váquia em 1 de Janeiro de 2009. Na área do euro existe uma insti-tuição, o banco Central Europeu, responsável pela condução da política monetária com vista à manutenção da estabilidade de preços. Os Estados-membros continuam a ser responsáveis pelas suas políticas económicas, mas têm de as coordenar para assegurar que a União Económica e Monetária funciona de forma regular.

O dia 1 de Janeiro de 1999 ficou na história por ser a data em que onze países da União Europeia (posteriormente passaram a ser dezasseis) estabeleceram as taxas de conversão irrevogáveis entre as respectivas moedas nacionais e o euro e criaram uma união monetária com uma moeda úni-ca, dando origem ao nascimento do euro.

Seguiu-se um período de transi-ção em que o euro apenas existiu soba forma escritural. Em 2002, as notas e moedas de euro foram introduzidas.

Em doze países (Bélgica, Alema-nha, Grécia, EspaAlema-nha, França, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Países baixos, Áustria, Portugal e

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As moedas de euro– unidade na diversidade

Cada país utilizou o seu procedi-mento de selecção do desenho das faces nacionais das moedas. A escolha do desenho ficou em aber-to desde que incluísse as doze estrelas que simbolizam a União e a data da cunhagem.

Os desenhos vão desde a repre-sentação do mesmo desenho em todas as moedas (por exemplo, Bélgica) a um desenho diferente para cada moeda (por exemplo, Itália).

Nos países que são monarquias, a face nacional exibe normalmente uma efígie do monarca, muitas vezes com um desenho transposto da moeda antiga. Outros países exibem motivos mais estilizados, tais como monumentos ou outros símbolos nacionais.

As notas de euro—épocas e estilos da Europa Em 1996, as notas de euro foram desenhadas por Robert Kalina do Oesterreichische Nationalbank subordinadas ao tema “épocas e estilos de vida da Europa”. Os desenhos aliam os desenvolvi-mentos históricos à tecnologia, arte e comunicação numa compo-sição harmoniosa, e simbolizam o nascimento de uma nova Europa com as suas heranças culturais partilhadas e a visão de um futuro conjunto no próximo milénio. Existem sete denominações dife-rentes das notas de euro, cada uma com uma cor e dimensão diferentes. Os desenhos das notas reproduzem os estilos arquitectó-nicos de sete períodos da história cultural europeia—o Clássico, o Românico, o Gótico, O Renascen-tista, o Barroco e o Rococó, a épo-ca da arquitectura de ferro e vidro e a arquitectura moderna do sécu-Duas faces da mesma moeda

No Conselho informal do Ecofin, em Verona, na Primavera de 1996, os governos decidiram que uma face das moedas do euro teria um desenho europeu, e a outra, um desenho nacional. Atribuíram também à Comissão Europeia a tarefa de organizar a selecção da face comum e deixa-ram os Estados-membros livres de decidirem sobre aface nacio-nal.

Para a face europeia das moedas foi organizado um concurso de desenhos em 1996 em todos os Estados-membros, à excepção da Dinamarca. O desenhador das moedas finais foi Luc Luycx, um designer gráfico da Casa da Moe-da Belga.

O que as têm moedas em Comum

O desenho da face comum das moedas de euro apresenta varia-ções do mapa da União Euro-peia, num fundo de linhas para-lelas que unem as 12 estrelas da bandeira da União Europeia. As moedas de 1, 2 e 5 cêntimos mos-tram a posição da Europa no mundo e as moedas de 10, 20 e 50 cêntimos representam a União como um grupo de nações. As moedas de 1 e 2 Euros exibem uma Europa unida sem frontei-ras. Em Junho de 2005, os ministros do ECOFIN decidiram que a face comum devia sofrer outras alterações porque o dese-nho original desta face das moe-das bicolores ( 1 e 2 Euros) e moe-das moedas de ouro nórdico (10, 20 e 50 cêntimos) exibia a União Europeia antes do seu alarga-mento de 2004.

lo XX—com destaque para três elementos arquitectónicos prin-cipais: janelas, pórticos e pontes. As janelas e os pórticos represen-tados na frente de cada nota simbolizam o espírito de abertu-ra e coopeabertu-ração na Europa. As doze estrelas da União Europeia, também representadas, evocam o dinamismo e a harmonia na Europa contemporânea. Para complementar estes ele-mentos do desenho, o verso de cada nota exibe uma ponte típica de cada época do desenvolvimen-to cultural da Europa. Os mode-los reproduzidos incluem desde as primeiras construções até às sofisticadas pontes suspensas da era moderna e são utilizadas como metáfora para a comunica-ção entre os povos da Europa e entre a Europa e o resto do mun-do.

Todas as notas de euro têm em comum: a bandeira europeia; as iniciais do Banco Central Euro-peu em cinco variantes linguísti-cas (BCE, ECB, EZB, EKT, EKP); um mapa da Europa no verso; a palavra “euro” em caracteres dos alfabetos latino e grego; as 12 estrelas da UE e a assinatura do actual presidente do BCE. As novas notas impressas depois de Novembro de 2003 exibem a assinatura de Jean-Claude Tri-chet, que substitui a do primeiro presidente, Wim Duisenberg.

Que benefícios é que o euro nos trouxe?

do os preços baixos e as empresas europeias mais competitivas - Poupança decorrente do desapa-recimento dos custos cambiais, da libertação de capital para investi-mento tornando as viagens mais económicas e convenientes para milhões de cidadãos

- Mercados financeiros mais inte-grados, o que significa que o capi-tal de investimento pode circular livremente na área do euro - Uma economia maior, contri-buindo com uma maior estabilida-de e um menor risco e incerteza para todos

O objectivo da União Económica e Monetária e do euro é permitir um melhor funcionamento da economia europeia, contribuindo com mais emprego e maior pros-peridade para todos os europeus. Os seus benefícios incluem: - uma moeda estável, que permi-te um planeamento a mais longo prazo em muitas áreas da activi-dade económica

- baixa inflação, que preserva o valor dos investimentos, das poupanças e dos salários - Transparência de preços, que fomenta a concorrência,

manten-- Limites dos défices públicos, o que ajuda a garantir a sustenta-bilidade das finanças públicas no futuro

- Uma voz mais forte na econo-mia mundial, atribuindo à UE um papel internacional mais relevante

- Maior área de comércio inter-n a ci ointer-n a l —b einter-n e fi c ia inter-n do a s empresas europeias e os seus parceiros comerciais

- Um sinal tangível de uma iden-tidade europeia, nas carteiras e nas mentes das pessoas.

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Centro de Informação EUOPE DIRECT de Santarém—ESGS tel/fax 243322427 email [email protected] sítio Web http://europedirect.esgs.pt Newsletter nº 40, Outubro 2009

UE & AGENDA

Veja as oportunidades de financiamento em todas as áreas:

http://europedirect.esgs.pt/Financiamento.asp

Saiba em que projectos podem ser parceiro:

http://europedirect.esgs.pt/Parcerias.asp

OPORTUNIDADES DE FINANCIAMENTO E PARCERIAS

A partir do dia 13 de Outubro e até ao dia 23 estará patente no Centro Comercial W Shopping, em Santa-rém, Exposição 'Euro, a nossa moeda'.

A exposição, organizada pela Representação da Comissão Euro-peia em Portugal e pelo Centro Europe Direct de Santarém, pode ser visitada no primeiro piso deste Centro Comercial.

Esta iniciativa enquadra-se nas comemorações dos 10 anos do Euro, com o tema geral 'Uma Moeda, Múltiplas Oportunidades'. Com esta exposição a Comissão Europeia pretende destacar os benefícios da existência da moeda única e as oportunidades que oferece à economia e aos cida-dãos, os aspectos fundamentais do Pacto de Estabilidade e Conver-gência e o impacto da moeda úni-ca nos preços.

A exposição já esteve patente ao público em diversas cidades euro-peias, incluindo Lisboa, no Atrium do Ministério das Finanças, e pode ser agora ser visitada nou-tras cidades portuguesas, nas quais se inclui a cidade de Santa-rém.

A exposição é composta por vários painéis, apresentando informação sobre o processo de criação da moeda única europeia e sobre a União Económica e Monetária, bem como informação específica sobre as características das notas e moedas, de interesse para o público em geral e para as crian-ças

Referências

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