Docente: Ms. Anderson Luiz Godinho Belem [email protected]
Importância da revisão teórica;
Retomada do conceito explicado na aula 1;
Paisagem, do natural ao antrópico em exemplos:
Hemerobia - origem;
Derivação antropogênica-alterando a paisagem;
Dependência tecnológica e energética das paisagens;
Caracterização da área de estudo: exemplo;
Exercício de fixação.
Revisão teórica:
Elucidar os conceitos que envolvem o tema trabalhado,
não pode haver confusão ou margem para dúvidas. Deve-se apreDeve-sentar os pressupostos teóricos que fizeram o
conceito ser pertinente ao tema;
Apresentar os conceitos correlatos e, sem aprofundar, mas
citando fontes confiáveis, relaciona-los com os objetivos do trabalho e com o conceito chave da proposta;
Caracterização Física, Biológica e Social:
Pode ser feita de modo independente, descrevendo cada
item, porém é recomendável que seja relatada, mesmo que superficialmente, uma vez que não é o objetivo, a
inter-relação entre os fatores.
Pode ser feita integrada, um texto único correlacionando o
tempo todo os elementos entre si.
MAS A PAISAGEM NÃO É UMA COISA SÓ??
Não é atoa que o ser humano aparece como um
elemento fora da exploração biológica, na teoria sistêmica da paisagem.
Ele é agente ativo, produtor de espaço e modifica a
paisagem
Paisagens: do natural ao
antrópico
Organismos e Paisagens Autótrofos:
Organismos e Paisagens Heterótrofos:
Paisagens: do natural ao
antrópico
ORIGEM: Jalas em 1955;
Axioma: dominação ou alteração das paisagens;
Varia do mais antropizado, ao mais preservado:
A-hemerobiótico;
Oligo – hemerobiótico; Meso – hemerobiótico; Eu –hemerobiótico.
Mateo Rodrigues et al mudam o Axioma para: mudança e intensidade de modificação Problemas: não considera a dinâmica da paisagem;Hemerobia
das
Paisagens
Problema: sempre há natureza nas paisagens culturais e
sempre há cultura nas paisagens naturais;
Voltado para classificar ecossistemas, e não paisagens;
Há maior dificuldade de trabalhar as relações espaciais
utilizando a proposta ecossistêmica.
Monteiro: O ser humano altera as Paisagens de
forma negativa e positiva.
Odum, na Ecologia, propõem uma classificação dos
Ecossistemas:
Ecossistemas dependentes apenas da energia solar; Ecossistemas dependentes de energia solar e outras
fontes naturais;
Ecossistemas dependentes de energia solar e input
humano
Ecossistemas dependentes de combustíveis
Dependência energética
e tecnológica
Haber: trabalha a noção de Tecno ecossistema e Bio
Ecossistema
“ O enfoque antropogênico no estudo da paisagem
dedica-se basicamente a estudar os problemas de modificação e de transformação das paisagens, sua
classificação e características, os impactos
geoecológicos e a dinâmica das paisagens” (Mateo-Rodrigues et al, 2009, p.154)
Fenômeno histórico: como a sociedade chegou no
estágio em que está?
Velocidade das mudanças na era do Quinário (tempo
geológica), ou pós moderna (tempo histórico);
Mesmo com a tecnologia ainda existe uma certa
dependência, e isso não tem como mudar;
Desenvolvimento consciente e ao mesmo tempo
caótico – degradação;
Características das paisagens
antrópicas
Caracterização de área
de estudo
O conceito de Paisagem apresentado e exemplificado nas
duas aulas, interpreta a realidade do ponto de vida de uma relação (sistêmica) de elementos bióticos, abióticos e antrópicos. Sendo assim a Paisagem é mais do que
simplesmente o que vemos, é o que sentimos, o que existe mas não vemos (rochas, animais, clima), além das
próprias trocas de energia entre os elementos (ecologia).
Já a paisagem turística, segundo a autora, é estática não
envolve relação entre os elementos (bióticos, abióticos e antrópicos), é apenas uma “fotografia” de um momento e apenas o que podemos ver com os olhos.
O conceito de Paisagem turística se torna pobre para falar
de recursos naturais, pois não mostra as relações (funções e dinâmicas) existentes.
Compare o conceito de Paisagem explicado, com o conceito do slide anterior.
BELEM, A.L.G. Unidades de Paisagem no bairro de Santa Felicidade, Curitiba-PR, propostas ao planejamento e ordenamento da paisagem. 86f. Dissertação (Mestrado em Geografia) – Setor de Ciências da Terra, UFPR, 2013.
BELEM, A. L. G.; NUCCI, J. C. Hemerobia das paisagens: conceito, classificação e aplicação no bairro Pici – Fortaleza/CE. RA´E GA, Curitiba, n. 21, p. 204-233, 2011.
DELPOUX, M. Ecossistema e Paisagem. Trad. M. C. Modenesi. Métodos em Questão, São Paulo: IGEOG/USP, 13:1-23, 1974.
BERTRAND,G. Paisagem e Geografia Física Global – Esboço metodológico. Série Cadernos de
Ciência da Terra, São Paulo, v.13,p. 1-27, 1972.
CRUZ, R. de C. A. Introdução à Geografia do Turismo. São Paulo: Roca. XXXX.
LANG,S; BLASCHKE, S. Análise da Paisagem com SIG. São Paulo: Oficina de Textos, 2009, 424p.
MATEO RODRIGUES, J. M.; SILVA, E. V. da; CAVALCANTI, A. P. B. Geoecologia das
Paisagens: uma visão geossistêmica da análise ambiental. Fortaleza: UFC edições,2007. 222p.
MONTEIRO, C. A. de F. Derivações antropogênicas dos geossitemas terrestres no Brasil e
alterações climáticas. In: Simpósio sobre a comunidade vegetal como unidade biológica, turística e econômica. 1978. São Paulo. Anais... São Paulo: Aciesp, 1978.
WILKE, T., SCHILLER, J.; KÖNZE, M.; SCHMALZRIED, K. Landscape planning for sustainable
damunicipal development. Leipzig: German Federal Agency for Nature Conservation
(Bundesamt für Naturschutz, BfN),2002. Disponível em: <http://www.bfn.de>.
Figuras de domíinio comum. Google.com. Acesso em: 03/2015.