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Apresentação Corporativa AGOSTO 2018

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Academic year: 2021

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(1)

AGOSTO 2018

Apresentação

Corporativa

(2)

Aviso Legal

2

Esta apresentação contém algumas afirmações e informações prospectivas relacionadas a Companhia que refletem a atual visão e/ou expectativas da Companhia e de sua administração a respeito de seu plano de negócios. Afirmações prospectivas incluem, entre outras, todas as afirmações que denotam previsão, projeção, indicam ou implicam resultados, performance ou realizações futuras, podendo conter palavras como “acreditar”, “prover”, “esperar”, “contemplar”, “provavelmente resultará” ou outras palavras ou expressões de acepção semelhante.

Tais afirmações estão sujeitas a uma série de expressivos riscos, incertezas e premissas. Advertimos que diversos fatores importantes podem fazer com que os resultados reais divirjam de maneira relevante dos planos, objetivos, expectativas, estimativas e intenções expressos nesta apresentação.

Em nenhuma hipótese a Companhia ou sua subsidiárias, seus conselheiros, diretores, representantes ou empregados serão responsáveis perante quaisquer terceiros (inclusive investidores) por decisões ou atos de investimento ou negócios tomados com base nas informações e afirmações constantes desta apresentação, e tampouco por danos consequentes indiretos ou semelhantes.

A Companhia não tem intenção de fornecer aos eventuais detentores de ações uma revisão das afirmações prospectivas ou análise das diferenças entre afirmações prospectivas e os resultados reais.

Esta apresentação e seu teor constituem informação de propriedade da Companhia, não podendo ser reproduzidos ou divulgados no todo ou em parte sem a sua prévia anuência por escrito.

(3)

3

27%

BTG Pactual

6%

Itaú

6%

Uniper

38%

Outros

23%

Cambuhy

314.990.499 ações

1

Listada no Novo Mercado, segmento com o

maior nível de governança corporativa da B3

100% ações ordinárias 100% tag along

Estrutura Acionária e Governança

Corporativa

Sólida estrutura de governança

Controle pulverizado, sem acordo de acionistas

Free float 100%

(4)

Parnaíba I – 676 MW

▪ Receita Fixa¹: R$575MM

Parnaíba II – 519 MW

▪ Receita fixa¹: R$485MM

Visão Geral da Companhia

Ativos operacionais representando 11% da capacidade térmica a gás do Brasil

4 CE MA Itaqui – 360MW ▪ Receita fixa¹: R$410MM Pecém II – 365MW ▪ Receita Fixa¹: R$368MM Parnaíba III – 176 MW ▪ Receita Fixa¹: R$128MM Parnaíba IV – 56 MW ▪ Mercado Livre Bacia de Parnaíba: ▪ 7 campos ▪ 201km gasodutos

▪ Instalações de coleta e tratamento de gás natural ▪ 18,4 bcm de reservas certificadas remanescentes (Jun/18) ▪ Capacidade de produção: 8,4 mm m3/dia

▪ Infraestrutura de abastecimento de combustível proprietária e dedicada Azulão:

▪ 1 campo

▪ 6,7 bcm - gas in place3 ▪ Plano de desenvolvimento

aprovado pela ANP

AM

Usinas à gás

natural Usinas à carvão Ativos de E&P Única geradora no setor privado no Brasil com expertise em E&P e acesso a

gás onshore

Fonte: Companhia

(1) Receita fixa anualizada - data base Novembro de 2017 (2) EBITDA ajustado considerando consolidação de Pecém II (3) Plano de Desenvolvimento da Petrobrás aprovado pela ANP

(4) Ajustada anualmente pelo IPCA no mês de novembro (data-base: março/2018)

Parnaíba V – 386 MW ▪ Receita fixa4: R$272,4 MM ▪ Início CCEAR em 2024 ▪ COD estimado: 2022 2,5 GW de capacidade contratada, 90% operacional R$ 2,3 bi/ano2 Receita fixa garantida – Contratos de longo prazo indexados à inflação R$ 1,4 bi2 EBITDA ajustado em 2017 Benefícios fiscais

Todos ativos elegíveis para benefício fiscal SUDENE/SUDAM

(5)

Realizações Pós Re-Ipo 2017-2018

5

❖Re- IPO: R$ 0.9 bi

❖Liquidação antecipada dívida CEF: R$ 391 MM

❖Aquisição Campo Azulão

❖Refin. dívida Parnaíba III: R$ 260 MM

❖Aquisição 5 blocos Bacia Parnaíba (ANP R14)

❖Certificação de reservas: 18,5 bcm (2P)

❖ Taxa reposição reservas LTM (31/12/2017): 166%

❖Pagamento antecipado dívida Itaqui: R$ 307 MM

❖Aquisição participação Uniper em Pecém II: R$ 50MM

❖Diferimento ICMS Itaqui

❖Liquidação antecipada dívida Pecém II: R$ 220 MM

❖Revitalização Itaqui e Pecém II

❖Redução do tempo de descarregamento de navio:

– Pecém II: De 13 para 5 dias

– Itaqui: De 6,5 dias para 5 dias

❖Itaqui: Consumo específico de carvão de 0,4 ton/MWh para 0,38 ton/MWh

❖Habilitação para o leilão A-6 dos projetos Parnaíba V e Azulão.

❖Concluída aquisição sísmica 17/18, totalizando 4.600 km, sendo 3.700 na R13

❖Leilão A-6: Contratação de 326 MWm. Projeto UTE Parnaíba V – fechamento do ciclo de Parnaíba I (potência instalada de 386 MW)

Sucesso nas realizações das atividades de E&P e geração, com perspectivas de

crescimento e criação de valor

(6)

Complexo do Parnaíba

Reservoir-2-Wire - Modelo integrado de geração de energia

6 Reservoir to Wire - R2W Integração entre produção de gás e geração de energia Óleo & Gás (E&P)maior produtor de gás onshore Geração de energia Líder do setor privado no mercado de energia térmica brasileira ▪Abastecimento de gás local

▪Dependência zero de infraestrutura de transporte de gás de terceiros

▪Maior flexibilidade para cobrir o fornecimento crescente de energia intermitente

▪Única companhia no país com competência do início ao fim para construir e operar o modelo integrado de geração R2W

Custo competitivo e flexibilidade para garantir o fornecimento de energia durante a intermitência e a sazonalidade das energias renováveis

(7)

Parnaíba I OCGT: 676 MW

Parnaíba II - Ciclo Combinado Parnaíba I

Parnaíba III Parnaíba IV

Geração de Energia a Gás

PPAs de longo prazo protegidos contra a inflação e fornecimento de gás totalmente

integrado

MA

Parnaíba II CCGT: 519 MW

Parnaíba III OCGT: 176MW

Parnaíba IV: 56MW 434 650 300 295 1S18 2016 2017 1S17 +50% -2% EBITDA Geração de energia a gás (R$ MM) 7 Parnaíba V: 386 MW (COD estimado: 2022) Parnaíba V 1.427 1.813 2018 2018 Pós leilão A-6 (Ago/18) +27% Capacidade Instalada + contratada (MW)

(8)

UTE Parnaíba V

Fechamento de ciclo de Parnaíba I

8 Bomba de alimentação

TV

~

Condensador Torre de refrigeração

~ ~ ~

~

~

~

~

Turbina a gás HRSG Turbina a vapor Maior eficiência de custos e ganhos de escala

no Complexo Parnaíba

1. ajustada pelo FX BRL/USD e US CPI-U (data-base: março/2018) Capacidade Instalada (MW)

386

Garantia Física (MWm) LEN A-6 2018

326,4

Receita Variável1 (R$/MWh)

R$ 105

Conexão à rede de transmissão já existente via Parnaíba I

Combustível: vapor

Disp.Max (MWm)

100% flexível/ Desp. Esperado: 55%

343

Receita Fixa Anual

(9)

UTE Parnaíba V

Cronograma estimado de implantação

9 LEN A-6 2018 Ago/18 Início do CCEAR Jan/24 Ajuste da LI para 386 MW Início das obras de

instalação da UTE

2S19

Início de operação comercial

Venda de energia no ACL Desembolso do financiamento de LP 1S20 1S22 2020 2019 2021 2022 5-10% 40-50% 40-50% 0-10% Cronograma esperado de desembolso do CAPEX

Implantação da UTE Parnaíba V

Ciclo de geração: combinado (Sem consumo adicional de gás)

Investimento estimado: ~R$ 1,2bi1– 35% em moeda estrangeira

Tempo contratual de execução: 31 meses a partir do Notice to

Proceed (NTP)

Contrato EPC: Techint (equipamentos críticos: GE)

Elegível para benefício SUDENE

(10)

Gargalos no Sistema de Transmissão

Subsistema Norte: Maior capacidade de geração hidrelétrica combinada

com atrasos de transmissão deve fornecer previsibilidade de despacho

10 Fonte: Operador Nacional do Sistema (ONS)

N NE S SE HP Belo Monte HPs Madeira Node Xingú Leilão 02/2017 Imperatriz Colinas e Miracema 1º Bipolo 2º Bipolo (Dez/19) Leilão – Linha de Transmissão – Dez 2017 2.206 1.792 2.071 2.189 1.734 1.709 2.063 1.981 1.051 2.492 2.757 1.237 1.288 2.166 2.303 3.140 3.443 6.199 7.507 4.155 2.495 5.178 4.695 2.466 2.979 5.675 5.445 3.182 2.773 5.376 5.806 0 1T18 0 4T16 0 3T15 2T16 2T15 3T17 0 4T15 0 219 1T16 4.748 574 3T16 585 660 912 1T17 2T17 2T18 479 4T17 8.405 9.299 8.799 1T15 4.684 6.912 6.978 5.620 6.226 6.153 6.115 9.753 10.537 8.753

Hidro s/ Belo Monte Geração Térmica Belo Monte

0 5.000 10.000 15.000 20.000 25.000 ja n/ 18 m ar /1 8 m ai /1 8 jul /1 8 se t/ 18 nov /1 8 ja n/ 19 m ar /1 9 m ai /1 9 jul /1 9 se t/ 19 nov /1 9 ja n/ 20 m ar /2 0 m ai /2 0 ju l/2 0 se t/ 20 nov /2 0 ja n/ 21 m ar /2 1 m ai /2 1 ju l/2 1 se t/ 21 nov /2 1 ja n/ 22 m ar /2 2 m ai /2 2 jul /2 2 se t/ 22 nov /2 2 M W m

Capacidade Instalada Hidro (Norte + B.Monte) Geração Hidro Média (Norte) Máxima Geração do Norte (Dem - Ger Term Inflex + Cap Export)

2º Bipolo

A previsibilidade de despacho no norte deve beneficiar a Eneva:

➢ Tempo de execução da campanha de exploração para reduzir o risco de fornecimento de gás em Parnaíba

➢ Melhor planejamento de paradas para manutenção em Itaqui

Ramp-up da Hidrelétrica de Belo Monte (MWmédio) Região Norte – Escoamento total da geração hidrelétrica

(11)

Reservas de Gás Natural

27,3 bilhões de m³ descobertos e certificados no primeiro ciclo exploratório

11 Bacia Amazônica: ▪ 1 campo ▪ 6,7 bcm - gas in place Bacia do Parnaíba: ▪ 7 campos de gás ▪ 18,4 bi m3de reservas certificadas remanescentes em Jun/2017 AM MA

Fonte: Reservas: Gaffney, Cline & Associates. Produção Cumulativa: Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP)

1,9 1,6 0,3 0,4 1S17 2016 2017 1S18 Venda de gás (bi m3) 0,29 0,31 0,38 0,34 2016 2017 1S17 1S18

EBITDA por milhões de m3 de gás

(R$/milhões de m3) 4,3 18,5 18,8 18,4 -8,5 -0,4 -2,5 17,5 -7,0 -5,3

Evolução das Reservas (bi m3) – Bacia do Parnaíba

Jun 2014 Mar 2016 Abr 2017 Dez 2017

166% de Taxa de reposição das reservas LTM (Dez/17) +16 bi m3 +2,7 bcm +1,8 bcm

(12)

Geração de energia – Usinas a Carvão

12

Melhores Resultados após esforços contínuos para aumentar a eficiência

CE MA Pecém II 365MW Itaqui 360MW 149 179 103 113 2016 2017 1S17 1S18 +20% +9% EBITDA Itaqui (R$ MM) 186 200 99 157 2016 2017 1S17 1S18 +8% +58% EBITDA Pecém II (R$ MM)

(13)

Itaqui

Iniciativas com foco na redução dos custos variáveis

13

Disponibilidade da Usina (%) Margem Variável (R$/MWh)

4T16 3T16 1T16 2T16 60- 2T17 meses-média móvel 60- meses-média móvel 82% 1T17 85% 3T17 4T17 1T18 2T18 87% 85% 71% 73% 97% 55% 88% 98% 99% 100% Disponibilidade de Compromisso (92%)1 105 103 109 139 129 116 148 159 164 173 145 139 135 139 333 172 185 229 225 2T18 3T17 2T17 4T16 1T16 2T16 3T16 1T17 198 4T17 1T18 Receita Variável Custo Variável

(1) As taxas contratuais de indisponibilidade forçada e programada (TEIF/IP) de Itaqui foram revisadas em consequência do aumento da garantia física da usina (Ofício ANEEL no 252/2016 – SRG/ANEEL). A disponibilidade requerida contratualmente para Itaqui passou de 95,05% para 92,34%.

Redução da taxa do ICMS

Reestabelecimento do diferimento de ICMS a partir de abril 2018 (diferimento de 50% de abr-nov e 78% a partir de dez 2018)

Sucesso na estratégia de Hedge para as multas

por indisponibilidade (ADOMP) Economia de R$ 32 MM em 2017 e R$ 8 MM em 1S18

0,387

2017

0,391

jul-18 2018 0,395 -2% Consumo específico Carvão (ton/KWh)

Net heat rate (Kj/kWh)

jul-18

10.141

2017 2018 10.544

10.151

-4% Projeto: 10.189

(14)

Pecém II

Iniciativas contínuas para reduzir os custos de logística e melhorar a margem

variável

14 Margem Variável (R$/MWh)

Disponibilidade da Usina (%) Disponibilidade de Compromisso (95%)1

Revitalização do sistema de transporte de carvão

Reforma do CSU (Continuous Ship Unloader)

Correias - pendente apenas da correia trecho TC-06 prazo de conclusão para novembro/18

Sucesso na estratégia de Hedge para as multas

por indisponibilidade (ADOMP) Economia de R$ 3,5 MM em 2017 e R$ 1,2 MM em 1S18 60- meses-média móvel 2T16 1T16 53% 60- meses-média móvel 4T16 3T16 1T17 2T17 3T17 97% 4T17 1T18 2T18 95% 94% 99% 99% 96% 88% 92% 86% 100% 99% 128 118 163 150 137 174 165 171 175 111 118 120 179 140 159 160 177 171 161 1T16 2T16 3T16 3T17 113 4T16 1T17 2T17 4T17 1T18 2T18 Receita Variável Custo Variável

(1) As taxas contratuais de indisponibilidade forçada e programada (TEIF/IP) de Itaqui foram revisadas em consequência do aumento da garantia física da usina (Ofício ANEEL no 252/2016 – SRG/ANEEL). A disponibilidade requerida contratualmente para Itaqui passou de 95,05% para 94,58%.

13

5 2T17 2T18

-62%

Tempo de descarregamento

de navio (dias) Disponibilidade do sistema de descarregamento (%)

abr-18

2017 mai-18 jun-18 58%

85% 90% 88%

(15)

OS PRÓXIMOS

5 ANOS

(16)

Posicionamento da Eneva

Condições de mercado favoráveis para impulsionar o crescimento e experiente

equipe de gestão para executar com visão estratégica

16

Exposição à crescente necessidade do Brasil por fornecimento confiável de energia

Robusto portfólio de ativos operacionais localizados em regiões com benefícios fiscais

PPAs de longo prazo, receitas atreladas à inflação e forte fluxo de caixa operacional

Plataforma para oportunidades brownfield, greenfield e M&A

Histórico comprovado no desenvolvimento e execução eficiente de novos projetos

Única geradora integrada de energia privada no Brasil com expertise em E&P e acesso a

gás onshore

(17)

Nosso caminho rumo ao crescimento

17

Passado

Aumento das

Margens

Capturar sinergias da fusão PGN / Eneva

Otimizar atividades de manutenção para reduzir custos fixos no Complexo Parnaíba

Reduzir tempo de indisponibilidade das usinas de carvão

Futuro

Foco na criação de valor e

retorno do capital investido

Aumentar o retorno dos ativos

Revisar o modelo de negócios à luz

das oportunidades de mercado

Maximizar o valor da empresa

integrada Presente

Crescimento

Consolidar e expandir o R2W:

Parnaíba

Amazonas

Outras geografias

Diversificar a base de geração

Desenvolver uma organização adequada aos desafios

(18)

Gás natural deve responder

pela maior parte da

expansão da capacidade

térmica

Expansão da participação

das fontes renováveis na

matriz energética

Necessidade crescente de

capacidade térmica para

garantir a segurança do

sistema

Recuperação Econômica

Visão Geral do Mercado de Energia do

Brasil (cont.)

(19)

Portfólio de Exploração da Bacia do

Parnaíba

19

Área total de concessão exploratória: 39.518km

2

(1) Fonte Pública: Concessões da Bacia do Parnaíba, ANP

Os ativos de E&P da ENEVA são operados por suas subsidiárias integrais Parnaíba Gás Natural e BPMB.

2º Ciclo de Exploração: Extensão do Ciclo de Vida do Complexo de Parnaíba

4 PADs & 3 Blocos da R13

7 campos de gás

Reservas certificadas remanescentes: 18,4 bcm (Jun 2018)

2017: Sísmica R9 (7PADs e 4 campos): 860Km

Projeto Araguaína 1 PAD & 2 Blocos da R13

Campo Plano de Avaliação Bloco R13 Bloco R14 Linhas de Transmissão Legenda

Concluída aquisição sísmica 17/18:

- 2017: 4607 Km (R9 e R13) - 2018: 3.700 (R13)

- 2018: Processamento dos dados e definição das locações para perfuração

(20)

Portfólio de Exploração

da Bacia do Parnaíba (cont.)

20 PAD R9

R13 (146 & 163) R14

Conclusão de estudos exploratórios e potencial Declaração de Comercialidade de novos campos de gás

Sísmica e campanha exploratória

2017

2018

2019

2020

2021

2022

2023

Janela de decisão

Maior Risco Menor Risco

Extensão do ciclo de vida do Complexo Parnaíba + Parna.V

Cronograma esperado

Extensão do ciclo de vida ou potencial de expansão

PAD Bloco Vencimento do PAD

Fazenda Havana PN-T-48 e PN-T-49 29/11/2018

Morada Nova PN-T-48 15/10/2018

Fazenda Tianguar PN-T-49 04/10/2019

Angical PN-T-67 Aguardando avaliação ANP

Araguaína PN-T-102 29/11/2019 832 1231 1169 1033 342 3T17 4T17 1T18 2T18 3T18E ∑= 4.265 Aquisição Sísmica

Cronograma Planejado na Bacia do Parnaíba (km)

(21)

R2W Azulão

Replicando o modelo R2W na bacia do Amazonas

O Campo de Azulão é um campo terrestre de gás natural, localizado na Bacia Amazônica, aprox. 300 km a leste de Manaus

N

NE

S

SE/CO

Linha de

Transmissão Subsistema Norte

Declaração de Comercialidade realizada pela Petrobras em 2004

Próximo a rede de transmissão

Localizado no Submercado Norte de energia, o mesmo do Complexo de Parnaíba

Projeto integrado UTG 4 clusters: total de 6.3Km/6’’ Turbina a vapor Bomba de alimentação Turbina a gás Condensador

~

~

HRSG Exaustão Torre de refrigeração ~ ~ ~ Gás para turbina a gás: 525 mil m3/dia Potência: 90MW Queima suplementar: ~170 mil m3/dia Vapor Água 265m3 /h Potência: 30 a 60MW

Elegível para os benefícios fiscais da SUDAM

CCGT - ciclo combinado com queima suplementar: entre 120MW a 150 MW

A aquisição do campo de Azulão foi concluída em 30/04/2018

Projeto habilitado no LEN A-6 de Agosto/18

Geração de Energia Produção de Gás Natural

(22)

Modelo de Negócio em Evolução

Aproveitando nossa experiência única para expandir nosso modelo de negócios

22

2017

2,2 GW

2023

Fornecimento de gás totalmente integrado Exploração focada em bacia única

Maior capacidade de

geração térmica

Fontes diversificadas de fornecimento de gás

Contínua redução de risco do fornecimento de gás em Parnaíba

Riscos exploratórios diversificados (bacias terrestres adicionais)

+ 326 MWm já contratados

+ 386 MW de capacidade instalada

Disp.Max: 343 MWm

(23)

PERFORMANCE

FINANCEIRA

(24)

Destaques

24 (1) Pecém II apresentada 100% consolidado, sendo os números de 2016, 2017 e 1S17 proforma.

(2) Receita Líquida e EBITDA Ajustado de forma a excluir eventos não recorrentes, conforme Release de Resultados do 2T18. (3) Média de despacho ponderado por capacidade considerando o portfólio de geração, incluindo Pecém II.

Receita Líquida (R$ MM)

12

EBITDA ajustado (R$ MM)

12

186

200

572

611

1.099

1.250

2016

2017

1.450

1S17

1S18

1.285

+13%

+7%

Despacho Médio³ 65% 83%

Margem EBITDA Ajustado1

42,5% 47% 46% 35% 34% 44%

528

687

1.241

1.438

2.194

2.722

2016

2017

1S17

1S18

2.722

3.409

+25%

+16%

Pecém II Pecém II

(25)

25

Destaques 2017

(1) EBITDA ajustado, não considerando eventos não recorrentes, conforme Release de Resultados do 4T17. O resultado de Pecém II está consolidado 100%, apresentação proforma.

EBITDA ajustado por segmento¹ (R$ MM)

186 216 EBITDA 2016 28 Holding e outros -65 Complexo de Parnaíba UTEs Carvão -36 EBITDA 2017 Comercialização 1.285 151 1.450 7 1.099 Pecém II 14 +13%

Complexo Parnaíba:

Operação de Parnaíba II durante o

ano inteiro e a redução de custos

fixos

Upstream:

Menor despacho das UTEs de gás

e maiores despesas de exploração

UTEs Carvão:

Estratégia bem-sucedida de hedge

ADOMP e menor despacho

Holding e Outros:

Alocação de funções

administrativas da PGN pós-fusão

Upstream Pecém II

(26)

26

Destaques 1S18

(1) EBITDA ajustado, não considerando eventos não recorrentes, conforme Release de Resultados do 2T18. O resultado de Pecém II está consolidado 100%.

EBITDA ajustado por segmento¹ (R$ MM)

15 24 -5 19 EBITDA 1S17 572 Complexo

de Parnaíba UTEs Carvão

1

Comercialização

4

Holding e outros EBITDA 1S18 611

+7%

Complexo Parnaíba:

Maior despacho

Reajuste do arrendamento fixo da UTG

Resultados das Parnaíba II e IV

Continuidade da campanha

exploratória

Carvão:

Melhorias nas margens fixa e variável

Comercialização:

Operações de trading no 2T18,

compensaram as perdas do 1T18

(27)

Investimentos

Destaque para o de overhaul de Parnaíba I e Itaqui

27

Destaque dos Investimentos 2017/1S18

Geração

Programas de eficiência destinados a

aumentar a disponibilidade operacional e

overhaul de Itaqui

Manutenção planejada de Parnaíba I

Manutenção da turbina a vapor de Parnaíba II

Upstream

Conclusão da perfuração de 1 poço de

desenvolvimento em Gavião Azul (GVA)

Manutenção planejada da Unidade de

Tratamento de Gás (UTG) e da estação de

produção de Gavião Branco (EPGVB)

Investimentos (R$ MM)

Investimentos no 1S18: ~72% Geração e ~28% E&P

248,3

314,3

136,8

120,7

2017

2016

1S17

1S18

+27%

-12%

(28)

Fluxo de Caixa

Redução do fluxo de caixa operacional resultante, principalmente, do aumento

do saldo de contas a receber com a aceleração do despacho

28 (1) Posição de Caixa incluindo depósitos vinculados.

(2) Pecém II apresentada 100% consolidado

Fluxo de Caixa Livre (R$ MM)

Posição de Caixa

12

(R$ MM)

Fluxo de caixa das atividades de

investimento impactado pelas aquisições

de:

(i) Azulão no valor líquido de R$ 192,6

milhões; e

(ii) Pecém II no valor de R$ 50 milhões

778,2

1.171,3

882,4

dez-16

dez-17

jun-18

+51%

2016

2017

1S18

2

EBITDA

1.184,2 1.217,8

654,0

(+) Var. Capital de Giro

(157,3) (152,6)

14,7

(+) Impostos

40,5

(55,5)

(44,0)

(=) Fluxo de Caixa Operacional

1.067,3 1.009,7

624,7

Fluxo de Caixa de Investimento

(243,2)

(297,6) (375,3)

(29)

Endividamento

Redução contínua da Dívida Líquida/EBITDA Ajustado LTM (x)

Perfil da Dívida Bruta

Custo Médio

Prazo Médio

5,3

4,2

4,4

1T18

2T17

2T18

-17%

3,8

3,0

2,9

1T18

2T17

2T18

-24%

9,8%

2T18

9,5%

2T17

1T18

11,7%

4,4

4,4

4,2

2T17

1T18

2T18

Dívida Líquida

Consolidada

(R$ Bi)

Dívida Líquida

Consolidada/

EBITDA Ajustado

LTM (x)

8%

48%

7%

34%

Pré

3%

CDI

Libor

IPCA

TJLP

(30)

30

Performance Financeira

Cronograma de Amortização da Dívida

(1) Posição consolidada de caixa inclui disponibilidades + títulos e valores mobiliários + depósitos vinculados a financiamentos. (2) Considera a dívida de Pecém II.

-29,0% 1.259 480 839 495 379 382 2.575 >2022 2018 2019 2021 2022 Posição de Caixa 2020 882 117 818 468 443 446 2.448 2021 Posição de Caixa >2022 2018 2019 2020 2022 1 1 2 2% 17% 10% 9% 9% 52% 9% 16% 10% 7% 7% 50% 2

(31)

Visão geral da estrutura de capital da

Eneva

31 Endividamento por SPE

Em R$ MM em junho de 2018

Parnaíba I Parnaíba II Parnaíba III Parnaíba IV

Dívida Total 604 670 262 0 Caixa 109 156 93 7 Dívida Líquida 388 425 168 (7) EBITDA 249 300 70 27 DL / EBITDA 1,6x 1,4x 2,4x (0,3x) NOL 0 244 0 31

Upstream(1) Itaqui Pecém II Eneva S.A.

Dívida Total 633 996 821 1.455 Caixa 101 52 38 118 Dívida Líquida 532 864 672 1.338 EBITDA 511 187 258 0 DL / EBITDA 1,0x 4,6x 2,6x NA NOL 86 764 308 1.559

Composição total da dívida por SPE

Em R$ MM 11% 12% 5% 12% 18% 15% 27% Parnaíba I Parnaíba II Parnaíba III Parnaíba IV Pecém II Itaqui Upstream Eneva S.A.

Dívida Líquida/ EBITDA LTM por SPE (x)2

1,6 1,4 2,4 1,0

4,6

2,6 Parnaíba I Parnaíba II Parnaíba III Upstream Itaqui Pecém II

(32)
(33)

TUCURUÍ

33

(34)

Parnaíba II - Ciclo Combinado Parnaíba I

Parnaíba III Parnaíba IV

Visão Geral das Usinas - Gás Natural

Maior complexo de geração térmica a gás no Brasil

34

1Receitas fixas atualizadas anualmente pelo IPCA - Nov 2017); 2Posição de dezembro de 2017 ; 3Consumo de gás considerando 100% de despacho Fonte: Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) -

https://www.ccee.org.br/portal/faces/pages_publico/o-que-fazemos/como_ccee_atua/receita_vendas?_afrLoop=26403501706041#!%40%40%3F_afrLoop%3D26403501706041%26_adf.ctrl-state%3Dfb1rkvuxu_4(Posição Dezembro 2017)

Parnaíba I OCGT Parnaíba II CCGT Parnaíba III OCGT Parnaíba IV

Capacidade (MW) 675 519 178 56

Receita Fixa1(R$ MM/ano) 576 485 128 NA

Receita Variável2(R$/MWh) - CVU2 121 77 209 NA

Receita Var. Índex Henry Hub IPCA IPCA NA

Consumo Máximo de Gás (MM m3/dia)3 4,6 2,3 1,2 0,3

PPA – Vencimento LEN A-5/2008Dez, 2027 LEN A-3/2011Abr, 2036 LEN A-5/2008Dez, 2027 Dez, 2018

Participação Eneva 100% 100% 100% 100%

Turbinas GE 7FA – turbinas a gás GE 7FA - turbinas a gás + GE turbina a vapor GE 7FA - turbina a gás Wartsilla - motor a gás Projetos Greenfield

Expansão sem consumo adicional de gás Parnaíba I OCGT  CCGTParnaíba V (386 MW) - Parnaíba III OCGT  CCGTParnaíba VI (94 MW) -1,4 GW TOTALMENTE OPERACIONAL + 2,1 GW GREENFIELD LICENCIADO

(35)

Visão Geral das Usinas a Carvão

35

Itaqui

Investimentos no curto prazo

para aumentar eficiência

Pecém II Itaqui

Capacidade (MW) 365 360

Receita Fixa1 (R$ MM/ano) 368 410

Receita Variável (R$/MWh) - CVU2 187 182

Receita Variável – índice para reajuste CIF ARA (API #2) CIF ARA (API #2)

PPA - Vencimento LEN A-5/2008Dez, 2027 LEN A-5/2007Dez, 2026

Localização Estado do Ceará Estado do Maranhão

Subsistema Nordeste Norte

1Receitas fixas atualizadas anualmente pelo IPCA - Nov 2017

2Fonte: Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) -

https://www.ccee.org.br/portal/faces/pages_publico/o-que-fazemos/como_ccee_atua/receita_vendas?_afrLoop=26403501706041#!%40%40%3F_afrLoop%3D26403501706041%26_adf.ctrl-state%3Dfb1rkvuxu_4(Posição Dezembro 2017)

Itaqui Pecém II

(36)

36

Complexo de Parnaíba:

Histórico de Despacho

Altos níveis de despacho histórico e retorno ao comportamento sazonal a partir de 1T17

77 93 90 92 9 17 99 100 29 23 100 100 53 35 100 100 36 41 0 0 67 57 44 69 99 90 20 0 0 0 Parnaíba I (%) Parnaíba II (%) Parnaíba III (%) 1T16 2T16 3T16 4T16 1T17 2T17 3T17 4T17 1T18 2T18 1T16 2T16 3T16 4T16 1T17 2T17 3T17 4T17 1T18 2T18 1T16 2T16 3T16 4T16 1T17 2T17 3T17 4T17 1T18 2T18 73 75 75 82 20 18 81 90 26 26

UTG –Complexo Parnaíba (%) - Trimestre

2T16 3T16 4T16 1T17 2T17 3T17 4T17 1T18 2T18 1T16

(37)

Despacho das Usinas a Carvão

37

Histórico do Despacho das Usinas

86 91 51 31 84 83 99 97 77 48 71 68 89 82 4 16 99 99 7 25

Baixo nível de geração hidrelétrica no

subsistema Nordeste mantém alto o nível de

despacho de Pecém II

Itaqui (%) Pecém II (%)

1T16 2T16 3T16 4T16 1T17 2T17 3T17 4T17 1T18 2T18 1T16 2T16 3T16 4T16 1T17 2T17 3T17 4T17 1T18 2T18

A sazonalidade na geração de Itaqui é melhor refletida a partir do 1S17, devido ao: - Aumento da capacidade de geração hidrelétrica em função de Belo Monte

(entrada em operação das máquinas: 02/16 (1ª Maq. 611 MW) a 03/2020 (18º Maq.) – total de ~11GW)

- Limitação na capacidade de transmissão dessa energia devido ao atraso na linhas de transmissão previamente licitadas

- Demanda do Subsistema Norte1: 1S18: ~5GW e 2022: ~6GW

(38)

Portfólio de Desenvolvimento

da Produção

38

Abastecimento de gás ao complexo de Parnaíba

(1) Condicionado ao nível de despacho

Producing Field Pipeline em operação

Gavião Preto

Campos de produção

O processo de melhoria contínua através de campanhas de desenvolvimento anteriores levou a uma redução do

capex de forma consistente

15,5 3,3 18,8 -0,4 18,4

0,11 0,10

0,03

2014 2016 2017

MÉD 0,08

Adicional de 3,3 bi m3de reserva a ser desenvolvida e conectada

em 2020 – 20221 18,4 bi m3 Composição da reserva Custo de Desenvolvimento (R$/m3) Reservas desenvolvidas Reserva a ser desenvolvida Total 2017 Consumo de gás – 1S18 Reservas Remanescentes Jun/18

(39)

Relações com Investidores

Referências

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