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Informativo nº. 108 de

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Informativo nº. 108 de 09.07.2018

Í N D I C E

1. SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL DECLARA CONSTITUCIONAL O FIM DA CONTRIBUIÇÃO SINDICAL OBRIGATÓRIA ___________________________p.02 2. CONSTITUCIONALIDADE DA TERCEIRIZAÇÃO DA ATIVIDADE FIM VAI SER

JULGADA PELO STF EM AGOSTO – ADI Nº. 5735 ________________________p.03 3. STJ DECIDE ENTENDENDO QUE A MANIFESTAÇÃO DE INTERESSE DO SÓCIO DEFINE A DATA DE APURAÇÃO DE HAVERES EM DISSOLUÇÃO PARCIAL DE SOCIEDADE ________________________________________________________p.04 4. TRANSFERÊNCIA DE CRÉDITOS TRIBUTÁRIOS – VERIFICAÇÃO DE FRAUDE GERA

ANULAÇÃO DO RESPECTIVO CONTRATO E DIREITO DE INDENIZAÇÃO AO ADQUIRENTE DE BOA-FÉ – SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA – STJ ________p.06 5. TRF1 AFIRMA QUE SÓCIO QUOTISTA QUE NÃO EXERCEU A ADMINISTRAÇÃO DA

EMPRESA NÃO PODE SER RESPONSABILIZADO _________________________p.08 6. APROVADO O RETORNO DE EMPRESAS AO SIMPLES COM ADESÃO A

PARCELAMENTO DE DÍVIDAS, PELA COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, INDUSTRIAL, COMÉRCIO E SERVIÇOS ___________________p.09 7. TRIBUTOS FEDERAIS E CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS - RESTITUIÇÃO,

COMPENSAÇÃO, RESSARCIMENTO E REEMBOLSO - IN RFB 1.810/2018___p.09 8. DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA - LEI ESTADUAL/RJ

7.988/2018 __________________________________________________________p.11

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Este informativo foi redigido meramente para fins de informação e debate, não devendo ser considerado opinião legal para qualquer operação ou negócio específico. Direitos autorais reservados a Micheloni

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SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL DECLARA CONSTITUCIONAL O FIM DA CONTRIBUIÇÃO SINDICAL OBRIGATÓRIA

No dia 29 de junho de 2018 foi julgada a Ação Direta de Inconstitucionalidade nº. 5.794, que questionava o fim da obrigatoriedade da contribuição sindical e por seis votos a três, o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu manter o fim da contribuição sindical obrigatória. A cobrança passou a ser facultativa com a reforma trabalhista pela Lei nº. 13.467, em vigor desde 11 de novembro.

Os ministros consideraram sob o assunto os seguintes aspectos:

i. Que se o empregado tem a opção de se filiar ao sindicato, ele também deve ter a opção de não recolher essa contribuição;

ii. Que o legislador constituinte não constitucionalizou a contribuição sindical, não instituiu, mas também não vedou essa possibilidade. O que fez o texto constitucional foi subsidiariamente permitir a contribuição, na forma da lei.

O ministro Luís Roberto Barroso criticou a quantidade elevada de sindicatos no país (mais de 5 mil), e afirmou que eles não prestam um bom serviço aos associados. Para o ministro, que votou pelo fim da contribuição, o modelo atual não atende aos fins a que se destina.

E esta decisão foi apenas em uma das 21 Ações Diretas de inconstitucionalidade que tramitam no STF, questionando diversos itens da reforma trabalhista.

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CONSTITUCIONALIDADE DA TERCEIRIZAÇÃO DA ATIVIDADE FIM VAI SER JULGADA PELO STF EM AGOSTO – ADI Nº. 5735

A ministra Carmem Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal, pautou para o dia 16 de agosto o julgamento que vai discutir a constitucionalidade da terceirização das atividades-fim das empresas.

O Tribunal vai discutir se a Súmula 331 do Tribunal Superior do Trabalho, que só permite a terceirização de atividades-meio, é constitucional e se subsiste depois da reforma trabalhista, que liberou essa modalidade de contrato.

Antes mesmo da reforma trabalhista entrar em vigor, a Lei nº. 13.429/2017 (vigente a partir de 31 de março de 2017), alterou a redação da Lei no. 6.019/74 (que regulamenta o trabalho temporário e a terceirização), especialmente em quatro aspectos:

i. Hipóteses legais para a contratação de trabalhadores temporários;

ii. Responsabilidades do tomador de serviços; iii. Prazo de contratação;

iv. Atividade-meio/fim.

Relativamente à atividade-meio/fim, o trabalhador temporário, nos termos da nova lei, poderá executar suas funções tanto para o desenvolvimento de atividades-meio como para as de atividades-fim na empresa tomadora de serviço.

Para os que defendem a inconstitucionalidade, a lei possibilita a contratação irrestrita de terceirizados na atuação finalística das empresas e

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4 em atividades permanentes. E isso contraria o caráter excepcional do regime de terceirização e viola o regime constitucional de emprego socialmente protegido, além de esvaziar os direitos fundamentais conferidos ao trabalhador.

Na Ação Direta de Inconstitucionalidade no. 5735, enviada ao STF, o Procurador-Geral da República destaca que as alterações promovidas pelas Leis nºs 13.429/2017 e 6.019/1974 – que regulamenta o trabalho temporário e a terceirização - invadem o espaço próprio do regime geral de emprego direto, dotado de proteção pela Constituição Federal. Além disso, ao ampliar de forma “ilegítima e desarrazoada” o regime de locação de mão-de-obra temporária, para além de hipóteses estritamente necessárias à empresa tomadora dos serviços, em afronta a cláusula constitucional que impede o retrocesso social desarrazoado e vulnera normas internacionais de direitos humanos.

A equipe da Micheloni Advogados está acompanhando o tema diante dos impactos que irão modificar as relações comerciais, econômicas e até dos encargos tributários que serão sentidos após a decisão.

STJ DECIDE ENTENDENDO QUE A MANIFESTAÇÃO DE INTERESSE DO SÓCIO DEFINE A DATA DE APURAÇÃO DE HAVERES EM DISSOLUÇÃO PARCIAL DE

SOCIEDADE

A 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça deu provimento ao recurso especial do sócio retirante para alterar a data-base da apuração de haveres a partir do entendimento de que nos casos de dissolução parcial de sociedade, a data-base para apuração de haveres do sócio retirante é o momento da manifestação sua vontade, respeitado o prazo de 60 dias previsto no artigo 1.029 do Código Civil, tendo em vista que a mesma havia sido definida, pelo tribunal de origem, como a do trânsito em julgado da sentença na ação de dissolução da sociedade.

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5 Nesse sentido, o ministro relator do caso, Villas Bôas Cueva, afirma que não se pode aprisionar o sócio à sociedade até o trânsito em julgado da ação, visto que acarretaria indevidamente responsabilidades contratuais, trabalhistas e tributárias ao mesmo, durante esse lapso temporal.

Ademais, o relator justificou em seu voto que o entendimento proferido pelo tribunal local estaria em desacordo com a jurisprudência fixada pela corte do STJ. Isto porque o referido tribunal entendeu como sendo data-base para a apuração dos haveres a do trânsito em julgado da sentença, quando na verdade a jurisprudência firmada é no sentido de que o termo final para a apuração de haveres, no caso de divergência dos sócios, quanto à sua data-base é o momento em que o sócio manifestar vontade de se retirar da sociedade.

O ministro destacou ainda que o referido tema ensejou a redação do Enunciado 13 da I Jornada de Direito Comercial do Conselho da Justiça Federal: A decisão que decretar a dissolução parcial da sociedade deverá indicar a data de desligamento do sócio e o critério de apuração de haveres.

Cabe ressaltar, que o relator Villas Bôas Cueva registrou que a sentença na ação de dissolução parcial de sociedade limitada por tempo indeterminado é declaratória, gerando efeitos pretéritos, isto é, ex tunc, haja vista que nesse caso foi reconhecida situação preexistente, em razão da manifestação de vontade expressada formalmente na notificação efetivamente concretizada.

E, além disso, o magistrado afirma ser imprescindível pautar a fixação do período a ser considerado para a apuração de haveres na efetiva participação do sócio retirante no empreendimento, sob pena de

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6 enriquecimento sem causa ou de endividamento despropositado em razão da conduta dos sócios remanescentes.

Outrossim, o relator aponta como outro problema o possível ônus imposto à empresa, que repartiria seus lucros com o retirante até momento futuro e incerto do trânsito em julgado de eventual ação, além de ter de convocar o retirante para participar de todas as deliberações sociais, com direito a voto, e permitir que fiscalize a empresa, como qualquer outro sócio, o que não é razoável.

Por fim, no caso analisado, a data-base para a apuração de haveres ficou definida como a data de recebimento da notificação extrajudicial efetivamente encaminhada, forma escolhida pelo sócio retirante para manifestar sua vontade.

TRANSFERÊNCIA DE CRÉDITOS TRIBUTÁRIOS – VERIFICAÇÃO DE FRAUDE GERA ANULAÇÃO DO RESPECTIVO CONTRATO E DIREITO DE INDENIZAÇÃO AO

ADQUIRENTE DE BOA-FÉ – SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA - STJ

A 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça - STJ, quando do julgamento do Recurso Especial n.º 1.300.030/SP, confirmou acórdão do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo que anulara contrato de transferência de créditos tributários federais e estabelecera indenização à empresa adquirente de créditos inexistentes, negociados a partir de esquema fraudulento, tomando por base a responsabilidade solidária das empresas envolvidas, a violação do princípio da boa-fé objetiva e a função social dos contratos.

No caso concreto ora noticiado, a adquirente dos créditos tributários foi informada de que estes não poderiam ser utilizados, porquanto tivessem sido irregularmente majorados em mais de 760%, mediante a aplicação de

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7 indexadores vedados em lei e pela correspondente inclusão indevida de quantias, motivo pelo qual a referida adquirente precisou desistir das compensações efetuadas e efetuar o pagamento da sua dívida, junto à Receita Federal do Brasil – RFB, com os seus próprios recursos.

Por via de consequência, o TJ/SP proferiu acórdão responsabilizando, as empresas que transferiram os respectivos créditos tributários, pelos prejuízos sofridos pela adquirente, invalidando o respectivo contrato de transferência e condenando-as ao pagamento de indenização por danos materiais.

Segundo o relator do caso no STJ, Ministro Marco Buzzi, o dano material, praticado no esquema utilizado pelas empresas envolvidas na fraude, assemelha-se a golpes conhecidos como “pirâmide financeira”, revelando ter havido uma triangulação que demonstra - além do proveito econômico - a tentativa de eliminação da responsabilidade com a participação de pessoas jurídicas diversas no esquema, com violação dos princípios da boa-fé objetiva e da função social dos contratos, pois, mediante meio fraudulento, inclusive documentalmente perante o fisco federal e sob as penas da lei, fora afirmada a existência de créditos tributários sabidamente inexistentes para, indiretamente, conferir lastro a um negócio jurídico firmado entre particulares, cujo resultado frustrado, porém, já era do prévio conhecimento das empresas que transferiram os créditos em questão.

Neste contexto, o Escritório Micheloni Advogados Associados destaca a sutileza das operações de compra e cessão de créditos tributários, derivados de precatórios ou não, em especial quanto à legitimidade destas transações, as quais conquanto se revelem, em princípio, totalmente viáveis, demandam a prévia e minuciosa análise jurídica de diversas nuances, a fim de evitar prejuízos, comerciais, às partes envolvidas, inclusive perante o fisco.

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TRF1 AFIRMA QUE SÓCIO QUOTISTA QUE NÃO EXERCEU A ADMINISTRAÇÃO DA EMPRESA NÃO PODE SER RESPONSABILIZADO

A 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), por unanimidade, deu provimento ao agravo de instrumento interposto por sócio de uma empresa contra decisão do Juízo da 2ª Vara de Pouso Alegre/MG, que julgou improcedente a Exceção de Pré-Executividade, determinando o prosseguimento da execução fiscal, atribuindo a ele responsabilidade sucessiva.

O agravante ao recorrer, afirma jamais ter exercido atividade de gerência na empresa e, que participava apenas como sócio quotista, não podendo portanto responsabilizá-lo pelos débitos fiscais.

O relator, Miguel Ângelo de Alvarenga Lopes, ao analisar o caso enfatizou que quanto a responsabilidade tributária de terceiros o Código Tributário Nacional é expresso no sentido de que são pessoalmente responsáveis os diretores, gerentes ou representantes de pessoas jurídicas de direito privado, pelos créditos correspondentes a obrigações tributárias resultantes de atos praticados com excesso de poderes ou infração de lei, contrato social ou estatutos.

Cabe ressaltar, que o magistrado afirmou ainda ser pacífico o entendimento de que o sócio quotista, que não exerceu a administração da empresa, não pode ser responsabilizado pela dívida da sociedade. E, diante do exposto, a Turma, deu provimento ao agravo de instrumento, para excluir o nome deste do polo passivo da Execução Fiscal, nos termos do voto do relator.

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APROVADO O RETORNO DE EMPRESAS AO SIMPLES COM ADESÃO A PARCELAMENTO DE DÍVIDAS, PELA COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO

ECONÔMICO, INDUSTRIAL, COMÉRCIO E SERVIÇOS

A Câmara Federal aprovou através da Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços aprovou na quarta-feira (06/06/2018) o Projeto Lei Complementar 500/18, do deputado Jorginho Mello, que permite o reingresso ao Simples Nacional dos microempreendedores individuais, microempresas e empresas de pequeno porte excluídos do regime especial em 1º de janeiro por dívidas tributárias.

O retorno ocorrerá desde que iniciem o pagamento das dívidas por meio do Programa de Regularização Tributária das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte optantes pelo Simples Nacional (Pert-SN), que se denominam por alguns como Refis da microempresa, instituído pela Lei Complementar 162/18.

Pela proposta aprovada, a reinclusão no Simples Nacional de forma extraordinária deverá ser solicitada, no prazo de 30 dias, contados a partir da data de adesão ao Refis, com efeitos retroativos à 1º de janeiro de 2018.

O projeto terá que ser analisado em sequência pelas Comissões de Finanças e Tributação; e Constituição e Justiça e de Cidadania, para que possa ser enviado ao Plenário da Câmara.

TRIBUTOS FEDERAIS E CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS - RESTITUIÇÃO, COMPENSAÇÃO, RESSARCIMENTO E REEMBOLSO - IN RFB 1.810/2018

Publicada em 14/06/2018, a Instrução Normativa RFB n.º 1.810, alterando a IN RFB n.º 1.717/2017, estabeleceu novas disposições acerca da restituição, compensação, ressarcimento e reembolso de valores indevidamente recolhidos a título de tributos federais e contribuições

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10 previdenciárias, dentre as quais ora destaca-se que a compensação é vedada e será considerada não declarada quando tiver por objeto:

i) o crédito objeto de pedido de restituição ou de ressarcimento e o crédito informado em declaração de compensação cuja confirmação de liquidez e certeza esteja sob procedimento fiscal, restrito àquele distribuído por meio de Termo de Distribuição de Procedimento Fiscal (TDPF);

ii) os débitos relativos ao recolhimento mensal por estimativa do IRPJ/CSLL, apurados na forma do artigo 2º da Lei Federal n.º 9.430/1996;

iii) as contribuições previdenciárias previstas nos artigos 2º e 3º da Lei Federal n.º 11.457/2007, na hipótese em que a compensação efetuada por meio de DCOMP for realizada por sujeito passivo que não utilizar o e-Social para apuração das referidas contribuições;

iv) o débito das contribuições acima mencionadas: (a) relativo a período de apuração anterior à utilização do e-Social para apuração das referidas contribuições; e (b) relativo a período de apuração posterior à utilização do e-Social com crédito dos demais tributos administrados pela RFB concernente a período de apuração anterior à utilização do e-Social para apuração das referidas contribuições;

v) o débito dos demais tributos administrados pela RFB: (a) relativo a período de apuração anterior à utilização do e-Social para apuração das contribuições previdenciárias referidas nos artigos 2º e 3º da Lei Federal n.º 11.457/2007, com crédito concernente às referidas contribuições; e (b) com crédito das referidas contribuições, relativo a período de apuração anterior à utilização do e-Social para apuração das referidas contribuições.

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11 Dispõe, ainda, a Instrução Normativa em questão que, no prazo máximo de 30 dias úteis, contado a partir da data em que a compensação for promovida de ofício ou em que for apresentada a declaração de compensação, compete à Receita Federal do Brasil - RFB adotar os procedimentos nela especificados.

A equipe especializada em Direito Tributário do Escritório Micheloni Advogados Associados está à inteira disposição, dos seus clientes e demais interessados, para esclarecer estes e outros pontos do ato normativo ora noticiado.

DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA - LEI ESTADUAL/RJ 7.988/2018

Publicada em 15/06/2018, a Lei Estadual/RJ n.º 7.988 estabeleceu procedimentos para que o auditor fiscal da Receita Estadual desconsidere atos ou negócios jurídicos praticados com a finalidade de dissimular a ocorrência do fato gerador de tributo estadual ou a natureza dos elementos constitutivos da obrigação tributária, no curso da fiscalização.

Neste sentido, a desconsideração deverá estar fundamentada para o lançamento de ofício do respectivo crédito tributário, mediante a lavratura de auto de infração.

Além disso, para a realização da desconsideração do ato ou negócio jurídico, após o início da ação fiscal, o auditor deverá intimar o sujeito passivo a prestar esclarecimentos e informações, no prazo de 30 (trinta) dias, sobre os fatos, causas, motivos e circunstâncias que conduziram à prática do ato ou do negócio jurídico com indício de dissimulação.

A equipe especializada em Direito Tributário do Escritório Micheloni Advogados Associados está à inteira disposição, dos seus clientes e demais

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12 interessados, para esclarecer estes e outros pontos do ato normativo ora noticiado.

Advogados responsáveis pela redação e revisão:

Ricardo Micheloni da Silva Av. Churchill, 129 – Grupo 1003

Paulo Nelson Nascimento Centro – Rio de Janeiro

Patrícia Van der Put Marcus Vinicius Gontijo

(21) 2533-2613 Nadine Van der Put

Yan Lima Nogueira

Referências

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