LICENCIATURA EM MATEMÁTICA
JOSINEI DOS SANTOS ARCANJO
RELATÓRIO DE ESTÁGIO PRÁTICA DE ENSINO DE MATEMÁTICA I
TEFÉ 2016
JOSINEI DOS SANTOS ARCANJO
RELATÓRIO DE ESTÁGIO PRÁTICA DE ENSINO DE MATEMÁTICA I
Relatório de Estágio Supervisionado apresentado no Curso de Licenciatura em Matemática, do Centro de Estudos Superiores de Tefé - CEST, da Universidade do Estado do Amazonas – UEA, como requisito da Disciplina Prática de Ensino de Matemática I sob a orientação do Prof. Me.Fernando Soares Coutinho.
TEFÉ 2016
1.INTRODUÇÃO...4
2. DESENVOLVIMENTO ... 5
2.1. OBJETIVOS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO...5
2.2. DIAGNÓSTICO DA ESCOLA...5
2.3 ASPECTOS FÍSICOSDA ESCOLA...6
2.4 REFLEXÕES TEORIA – PRÁTICA...7
2.4.1 AVALIAÇÃO...7
2.4.2 PROFESSOR-PESQUISADOR ...8
2.4.3 É POSSÍVEL 100% DE APRENDIZAGEM?...8
2.4.4 PORQUE ESTUDAR MATEMÁTICA? ...9
2.5ATIVIDADES DE OBSERVAÇÃO E PARTICIPAÇÃO...10
2.5.1ESTÁGIO 6º ANO ENSINO FUNDAMENTAL...10
2.5.2 ATIVIDADES DE REGÊNCIA NO 6º ANO...13
2.5.3 ESTÁGIO 7º ANO ENSINO FUNDAMENTAL...,13
2.5.4 ATIVIDADES DE REGÊNCIA NO 7º ANO...17
2.5.5 ESTÁGIO 8º ANO ENSINO FUNDAMENTAL...18
2.5.6 ATIVIDADES DE REGÊNCIA NO 8º ANO...21
2.5.7 ESTÁGIO 9º ANO ENSINO FUNDAMENTAL...21
2.5.8 ATIVIDADES DE REGÊNCIA NO 9º ANO...23
3. CONCLUSÃO/ CONSIDERAÇÕES FINAIS...24
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...25
1. INTRODUÇÃO
O presente trabalho é uma exigência da disciplina de Prática de Ensino de Matemática I no Ensino Fundamental do Curso de Licenciatura em Matemática que nos proporcionou uma oportunidade única para que colocássemos em prática os conhecimentos adquiridos em sala de aula, de maneira que pudéssemos vivenciar no dia-a-dia a teoria, absorvendo melhor os conhecimentos, podendo refletir e confirmar nossa escolha e ao mesmo tempo nos permitiu ter acesso ao futuro campo profissional, num contato direto com questões práticas e teóricas no Ensino Fundamental, num determinado número de horas.
O estágio iniciou-se no dia 8 de Março encerrando-se no dia 13 de Maio de 2016 na Escola Estadual Corintho Borges Façanha, nas turmas de 6º Ano ―02‖, 7º Ano ―02‖, 8º Ano ―02‖ e 9º Ano ―01‖ do Ensino Fundamental do Turno Matutino com 8 (oito) horas de coparticipação em cada turma e 2(duas) horas de aplicação de regência, totalizando 40h de atividades
Os dados da Escola Estadual Corintho Borges Façanha serão relatados através da observação do Diagnóstico da Escola, Diagnóstico da Comunidade, Atividades de Participação e Realização da regência, pré-projeto, considerações finais e Anexos Fotos, Fichas de Estágio.Descrevendo o trabalho que é realizado pelos educadores neste estabelecimento de ensino.
Durante as práticas de estágios pudemos observar os problemas que afetam o cotidiano dos alunos no processo de ensino e aprendizagem em sala de aula no Ensino Fundamental. Por fim, verificamos os métodos de ensino, a relação professor-aluno, bem como as inter-relações entre os funcionários da escola. Partindo desta coleta de dados para elaboração deste trabalho, no qual faz parte da nossa formação acadêmica e preparação para nos inserirmos no mercado de trabalho.
A II semana de álgebra promovida pela Universidade do Estado do Amazonas foi muito importante, por que foi exposto várias idéias de como devemos fazer para melhorar o ensino aprendizagem dos alunos e, também como devemos agir na futura profissão.
2. DESENVOLVIMENTO
2.1 OBJETIVOS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO
De acordo com o Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em Matemática, página 45: o estágio supervisionado, de natureza obrigatória, regido pela Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008, e institucionalmente pela Resolução nº 053/2015-CONSUNIV/UEA, visa, entre outros aspectos, familiarizar o licenciando com avivência do cotidiano na sala de aula. É o espaço adequado para pôr em prática seus conhecimentos específicos e pedagógicos, com a finalidade de conduzir o seu aprendizado de maneira competente.
Ainda segundo a Lei Federalnº 11.788, de 25 de setembro de 2008: Art. 1º Estágio é ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa àpreparação para o trabalho produtivo de educando que estejam frequentando o ensino regular em instituições deeducação superior, de educação profissional, de ensino médio, da educação especial e dos anos finais do ensinofundamental, na modalidade profissional da educação de jovens e adultos. § 1º O estágio faz parte do projeto pedagógico do curso, além de integrar o itinerário formativo do educando.
§ 2º O estágio visa ao aprendizado de competências próprias da atividade profissional e à contextualizaçãocurricular, objetivando o desenvolvimento do educando para a vida cidadã e para o trabalho.
2.2 DIAGNÓSTICO DA ESCOLA
Nome completo da escola Escola Estadual Corintho Borges Façanha
Decreto de Fundação da Escola/ Data
nº 8.846 de 23 de agosto de 1985, pelo Exmo. Sr. Governador Gilberto Mestrinho.
cidade e estado. bairro de São Francisco, Tefé-AM
Data de inauguração da escola Foi inaugurada em 28 de setembro de 1993
Nome completo do atual Gestor/ desde quando?
Jessé da Silva Marins
Quantas turmas por série no turno matutino
A escola possui dois 6º anos, três 7º anos, dois 8º anos três 9º anos. Quantas turmas por série no turno
vespertino
Possuem três 6º, um 7º, três 8º e três9º ano.
Quantas turmas por série no turno noturno
Possuem dez turmas da EJA: seis iniciantes e quatro finalistas.
Quantos alunos matriculados 1200 alunos
Quais projetos a escola
desenvolve? Breve descrição de cada um.
A escola desenvolve os seguintes projetos: civismo na escola, projeto horta, valorizando nossas raízes, projeto permanecer a interdisciplina na escola e o projeto espaço livre. Possui bolsistas PIBID matemática?
Quantos e quais professores supervisores? Quantos e quais alunos bolsistas? Qual o professor coordenador de área?
Possui apenas 5 bolsistas PIBID de matemática, sobre a supervisão da professora Ana Paula M. de Souza
2.3 ASPECTO FÍSICO DA ESCOLA
A Escola Estadual Corintho Borges Façanha esta de parabéns, pois possui uma estrutura composta de um (01) laboratório de informática, (01) laboratório de ciências, 01 sala de TV escola, 01 banheiro adaptado para alunos com deficiência, 01 banheiro para os professores, quadra poliesportiva, cozinha com depósito para merenda (climatizado), 01 sala para secretaria, 01 sala para professores, sala do gestor, dez (10) salas de aulas (climatizadas) e atende as seguintes modalidades de
ensino: 6º ao 9º anos do Ensino Fundamental nos turnos matutino com 400 alunos e vespertino com 400 alunos, e no turno noturno a Educação de Jovens e Adultos (EJA), do Ensino Médio com 400 alunos.
Atualmente foram construídas três salas improvisadas onde funciona a biblioteca, o projeto Mais Educação e uma sala de depósito de materiais pedagógicos.
A escola precisa melhorar em alguns aspectos como: um espaço maior para a biblioteca, porque não tem espaço suficiente para os alunos fazerem suas pesquisas; reduzir os números de alunos em cada sala de aula, pois as salas estão muito lotadas e quase não tem espaço para os professores se locomover. Mas em geral a escola esta de parabéns.
2.4 REFLEXÕES TEORIA – PRÁTICA
Nos próximos 4 tópicos serão abordados segundo a perspectiva do estagiário os temas avaliação, professor-pesquisador, aprendizagem e o porque de estudar matemática. O objetivo é fazer uma reflexão sobre estes assuntos a luz das discussões teóricas na universidade e da prática do estágio nas escolas.
2.4.1 AVALIAÇÃO
Ao falar de avaliação alguns questionamentos surgem quase que diretamente: O que é avaliação? É apenas um exame de seleção? É um instrumento de parceria do educador?Será que só ela resolve? O que fazer com o resultado da avaliação? Qual o objetivo do professor com a avaliação?
Segundo o dicionário Aurélio, 2004, p.84. avaliação é o ―ato ou efeito de avaliar.2. valor determinado pelos avaliadores‖, ou seja, é através dela que o educador obterá uma resposta, se o aluno conseguiu guardar um pouco do conhecimento repassado a ele e, se o educador conseguiu atingir sua meta, que é levar conhecimento aos alunos.
Assim, avaliação se torna um instrumento de parceria do educador, por tornar possível identificar o problema dos educandos e, tentar procurar meios para resolver.Mas, se a avaliação não resolver? É nessa hora que o educador tem que mostrar ser capaz de solucionar o problema ou procurar meios para isso.
Então o que fazer perante os resultados, será que o educador por si só consegue resolver o problema identificado? Se não for capaz ele precisa demonstrar humildade e recorrer aos colegas de trabalho, para tentarem resolver o problema.
2.4.2 PROFESSOR-PESQUISADOR
Em busca de melhoria para aprendizagem do nosso país, tem-se discutido vários assuntos relacionados a essa questão e, um dos temas que vem se destacando é referente ao pesquisador. Mas como seria esse professor-pesquisador e como ele atuaria em sala de aula?
Alguns pesquisadores nos relatam que para um professor se tornar um professor-pesquisador ele deve construir uma pesquisa na sua prática pedagógica, ou seja, procurar meios diferentes ou formas de ensinar seus alunos. Com essa ação o professor pode melhorar seu foco, e assim dar mais atenção para os seus alunos.
Também nos relata que o professor-pesquisador deve dar voz e escutar seus alunos de forma que eles possam interagir com outros colegas, ou seja, ver a forma como cada um interpreta um determinado conteúdo e, também procurar conversar para tentar entender como ele conseguiu chegar à resposta.
E com base na resposta do aluno procurar dar razão a ele, com intuito de procurar ajudá-lo. Mas contando que a resposta esteja relacionada com o conhecimento formal da matemática. Então se entende como professor-pesquisador aquele que constrói uma idéia e essa idéia resulta em uma nova forma de aprendizagem.
2.4.3 É POSSÍVEL 100% DE APRENDIZAGEM?
A aprendizagem é um tema que vem sendo foco de bastante discussão nos últimos tempos, devido ao processo que a educação no Brasil vem passando. Será que está sendo empregada de maneira correta ou não? Estes são questionamentos que precisam ser analisados com bastante atenção e, refletir sobre o que fazer para chegar a 100% aprendizagem.
Não sabemos se é possível chegara 100% aprendizagem, mas para melhorar, depende de vários fatores,como por exemplo, professores
capacitados,interesse dos alunos, um ambiente adequado, melhores condições de trabalho e, etc.
Em relação a profissionais capacitados significa que o educador deve ser compreensivo, que saiba lidar com as diferenças dos educando, que seja humilde, procurando sempre ajudar.Mas, nada disso adianta se não houver o interesse dos educandos, talvez isso seja a principal problema em relação à aprendizagem. Pois o que vemos nos últimos tempos é a falta de interesse dos educandos.
Achamos que um dos fatores que levam a isso é a falta de estrutura adequada, por vermos vários descasos de escolas que não tem um mínimo de conforto para os estudantes, ou seja, existem escolas que estão completamente abandonadas.
Então há um grande desafio para chegarmos a100% de aprendizagem, barreiras a ser quebrados, obstáculos a ser vencidas, metas a ser compridas, ou seja, são vários fatores que influenciam nessa questão, mas com força e dedicação de todos, talvez seja possível chegarmos lá.
2.4.4 PORQUE ESTUDAR MATEMÁTICA?
Essa é uma questão, que envolve importantes objetivos da educação matemática, ser parte da educação geral, servir de preparação do individuo para sociedade e servir de base para uma futura profissão, mas será que vem sendo praticada corretamente.
Sempre questionamos isso e geralmente obtemos como resposta que a matemática faz parte do nosso dia a dia. Além de desenvolver um raciocínio lógico-dedutivo é fundamental para o desenvolvimento da maioria das ciências hoje conhecidas. Também a Matemática é a única ciência que estuda "coisas" criadas pela mente humana para o humano.
Então ela é uma ciência que dá elementos para compreender muitos fenômenos da natureza, do micro ao macro. Com isto, todas as outras ciências tomam ferramentas matemáticas para se fundamentar e estruturar teoricamente.
Se você for ser escravo não precisa, pois não precisará fazer contas. Se for trabalhar, seja como for, será necessário saber pelo menos as operações básicas para saber se está recebendo o suficiente para pagar suas contas. Se for
ser engenheiro precisará saber cálculo avançado para poder projetar uma construção, um sistema eletrônico ou elétrico, uma máquina mecânica, etc.
Portanto, estudar matemática é muito importante para a vida. Esta disciplina ajuda a compreender e a interpretar o mundo que nos rodeia. E ainda ajuda a desenvolver capacidades e a preparar os estudantes para o difícil e competitivo mundo laboral. A aprendizagem da matemática torna as pessoas mais criativas e ao mesmo tempo dinâmicas, através do seu raciocínio lógico, além de que prepara as pessoas para se adaptarem a novas situações e desafios.
2.5 ATIVIDADES DE OBSERVAÇÃO, PARTICIPAÇÃO E REGÊNCIA
2.5.1 ESTÁGIO 6º ANO ENSINO FUNDAMENTAL
As atividades de estágio no 6º ano ―02‖ do Ensino Fundamental foram realizadas a partir do dia 22 de Março até o dia 07 de Abril de 2016, com 8 (oito) horas aulas de coparticipação e 2 (duas) de regência, somando um total de 10(dez) horas aulas, a turma era composta por 40(quarenta) alunos, sobre a supervisão da professora Jaira de Souza e Souza. O conteúdo ministrado nesse período foi operações com números naturais.
Em relação aos métodos, técnica e avaliação perceberam que a professora realizava suas atividades regulamente nos seus devidos horários, sempre utilizando materiais didáticos como: livro, pincel e quadro branco, onde apresentava os conteúdos que retirava do livro didático.
A professora mostrava os conteúdos de forma tradicional, pois a mesma não utilizava outros recursos, além do quadro, livro, pincel e apagador, mas nem por isso suas aulas eram ditas como chatas, porque pelo que pudemos observar sempre havia participação dos alunos e com isso as aulas tornavam-se muito interessantes.
Acreditamos que para melhorar suas aulas e deixa – lá mais dinâmica ela não deveria se prender somente ao livro didático, mas procurar outros recursos para ensinar os conteúdos matemáticos e assim despertar mais o interesse dos alunos pela disciplina.
Observamos também que a professora não apresentava os objetivos de suas aulas. Nodecorrer do estágio percebemos que sua rotina era sempre a mesma,
expor o conteúdo no quadro em seguida uma breve explicação, logo então alguns exemplos e por fim as atividades.
Achamos que nesse ponto a professora deixou a desejar, pois seria de suma importância explicar para os alunos o objetivo de suas aulas, para que eles pudessem perceber o porquê desse conteúdo para quê eles iriam precisar, e assim despertar o interesse pela Matemática.
Em relação às suas explicações,eram bastante claras e compreensivas, ela sempre procurava expor exemplos relacionando oconteúdo abordado com a realidade dos alunos.
Achamos interessante o ponto em que a professora relacionava o conteúdo abordado com a realidade dos alunos, pois dessa forma ela estava mostrando a eles que a Matemática está sempre presente no seu dia- a- dia.
Quanto às atividades propostas eram muito simples e de fácil resolução, os alunos não demonstravam muita dificuldade, a maioria deles sempre revolviam todas as questões, os que não conseguiam, demonstravam dificuldademais precisamente na compreensão dos termos matemáticos.
Essas dificuldades que certos alunos demonstravam, eram agravados pela falta de atenção na hora das explicações da professora, nem sempre é possível obter a atenção de todos, e isso de certa forma acabava atrapalhando os outros colegas.
Nesse ponto a professora também deixou a desejar, achamos que ela deveria ter pulso forte, ou seja, ser mais rigorosa com os alunos que não respeitavam o ambiente de sala de aula.
Quanto à metodologia empregada em sala de aula, acreditamos ser tradicional, porque de certa forma a prática pedagógica da professora consistia em copiar o assunto no quadro em seguida realizar uma breve explicação e depois propor exercício, não havia nada inovador nem material concreto que pudesse despertar o interesse dos alunos.
Quanto às correções das atividades escolares eram feitas primeiramente no caderno individualmente e depois com toda a turma utilizando o quadro branco como suporte.
Durante o estágio pudemos observar também que ao utilizar o quadro para as correções das atividades a professora permitia participação dos alunos que se
mostravam bastante interessado.No decorrer do estágio percebemos que sempre eram realizadostrabalhos em dupla ou em grupo.
Notamos também que suas aulas ocorriam sempre em sala de aula. Nãopresenciamos nenhuma outra fora dela.Quanto às formas de avaliações realizadas pela professora, para verificar a aprendizagem dos alunos, sempre aconteciam através de prova envolvendo pequenos problemas, e também através da correção do caderno. Os problemas e os exercícios proposto pela professora consideramos ser apropriados para o nível de ensino.
No que se refere ao uso de Tendências da Educação Matemática,observarmos que ela não utilizava nenhuma delas.Não sabemos a razão para a não utilização de tendências no processo de ensino aprendizagem da Matemática, talvezseja o desconhecimento por parte da professora.
Acreditamos que seria importante que os professores de Matemática utilizassem alguma tendência em suas aulas, pois facilitaria a aprendizagem dos alunos e tornaria suas aulas mais dinâmicas.Por que o conhecimento dessas tendências possibilita a realização de uma prática docente realmente significativa.
Em relação ao perfil dos alunos em sua maioria eram bem tranquilos e extrovertidos, não ficavam de conversa paralela na hora das explicações e eram bastante participativos nas aulas procurando sempre tirar suas dúvidas.
Quanto a professora tinha uma postura bem séria, mas procurava sempre ajudar os alunos nos momentos de dúvidas, tinha uma relação de pleno respeito e profissionalismo passando confiança aos alunos.Observamos que os alunos tinham uma boa relação com a professora, pois os mesmos tratavam com muito respeito e admiração.
Por fim as atividades de estágio nos ofereceram uma oportunidade única de estarmos contribuindo para o ensino e aprendizagem dos alunos que ali se encontravam, auxiliando-os na resolução das atividades, e não podemos deixar de esquecer que essa experiência só vem a contribuir para nossa formação de futuros professores.
2.5.2 ATIVIDADES DE REGÊNCIA NO 6º ANO
Em relação à regência no 6º Ano turma ―02‖ do Ensino Fundamental, turno matutino da Escola Estadual Corintho Borges Façanha, foi realizada no dia 13 de Maio de 2016 das 07:10h às 08:46h, de 40 aluno apenas 36 participaram da aula.
Ao chegar na sala de aula juntamente com a professora supervisora formamos 6 grupos com 6 integrantes, iniciada a aula com a seguinte o conteúdo: ―Operação com números naturais: Adição, Subtração e Multiplicação‖, para facilitar compreensão do alunos, utilizamos do jogo dos dardos.
1-No presente momento a participação dos alunos se deu atravésdo jogo, que foi realizado da seguinte maneira:
2-Foi colocado o círculo numerado de 0 a 10 no chão a uma certa distância dos alunos.
3-O objetivo do jogo era a acertar 2 números, em seguida sortear a operação a ser realizada.
4-Cada aluno tinha a oportunidade de jogar duas tampinhas na tentativa de acertar dois números do círculo.
5-Os pontos de cada tampinha deverão ser somados ou subtraídos, de acordo com o sorteio a operação.
6-Ganhava ponto na rodada aquele aluno que acertar-se a soma (ou subtração) o número inicialmente determinado.
A experiência pela qual passamos que foi assumir o papel do professor em sala de aula, foi muito importante para nossa formação profissional, nela pudemos desenvolver e aprimorar habilidades da docência e aplicar um pouco dos conhecimentos adquiridos na universidade.
Durante esse período pudemos observar que precisamos melhorar bastante para desenvolver melhor nosso crescimento profissional.Através dessa experiência descobrimos se realmente temos vocação para seguir essa carreira de professor e se é o que realmente queremos.
2.5.3 ESTÁGIO 7º ANO ENSINO FUNDAMENTAL
As atividades de estágio no 7º ano ―02‖ do Ensino Fundamental foram realizadas no período do dia 8 até 22 de Março de 2016, como uma carga horária de
8 (oito) horas aulas de coparticipação e, 2 (duas) horas aulas de regência, a turma era composta por 40 (quarenta) alunos, sobresupervisão da professora Ana Paula Mendonça de Souza.
Iniciamos o estágio no dia 8 de Março, onde pudemos observar o cotidiano da escola, da sala de aula e também da professora. Diante disso foi possível percebemos tanto os pontos positivos quanto os negativos.
Os conteúdos ministrados nesse período foramos números inteiros, positivos e negativos, opostos ou simétricos e as Operações com números Inteiros.
Percebemos que a professora realizava suas atividades regulamente nos seus devidos horários,para expor os conteúdos ela utilizava os materiais didáticos como: livro, pincel e quadro branco e o data-show.
A maneira com a professora mostrava o conteúdo para os alunos, consideramos estar adequado, porqueela não utilizava somente uma maneira para expor o conteúdo, mas sim procurava outras formas, através do data- show, e durantes sua aulas havia sempre a participação dos alunos com isso deixava suas aulas mais dinâmicas.
Destacamos como ponto negativo, a questão da professora não apresentar para aos alunos o objetivo de sua aula. Mas isso não significa que esse fato esteja comprometendo o processo de ensino e aprendizagem, pois sabemos que e muito
Figura1: Professora em atividade Fonte: ARCANJO, 2016
Figura 2: Professora em atividade Fonte: ARCANJO, 2016
raro os professores de matemáticos e também de outras áreas do conhecimento, apresentas os objetivos de suas aulas.
Mas achamos que seria importante explicar para os alunos os objetivos das aulas, para que eles pudessem compreender que o conteúdo abordado contribuirá, não só para sua aprendizagem escolar, mas para sua vida pessoal, ou seja, para o seu dia-a-dia.
Em relação às suas explicações, eram bastanteclaras e compreensivas, procurava sempre uma maneira mais simples para explicar o conteúdo abordado, não deixava os alunos ficarem conversando para não interromper a aula, e também ela sempre relacionava o conteúdo abordado com a realidade do aluno.
Destacamos aqui um ponto bastante interessante, que foi a forma com que a professoraencontrou para ensinar o conteúdo de números positivos e negativos, ela propôs aos alunos que fizessem uma tabela para anotas seus gastos de segunda a sexta-feira, para que eles pudessem entender melhor o conteúdo e ver o quando eles gastam por semana. Como podemos ver na imagem abaixo.
O fato de a professora relacionar o conteúdo abordado com a realidade dos alunos acreditamos ser muito importante, pois de certa forma ela estava mostrando que a Matemática faz parte de sua vida.Também pudemos observar que no final de
Figura 3: professora em atividade Fonte: ARCANJO,2016 Figura :4professora em atividade Fonte: ARCANJO,2016
suas aulas a professora não fazia a revisão dos principais pontos referente ao conteúdo abordado.
Por não fazer a revisão no final da aula dos pontos principais do conteúdo abordado, acreditamos que isso seja um fator que compromete a aprendizagem significativa, pois seria importância fazer uma revisão ao final, justamente para relembrar aos alunos do foi exposto a eles e para verificar se os mesmo compreenderam o conteúdo. Asatividades propostas pela professora eram do tipo calcule efetue e também, vez ou outra ela utilizava algumas situações problemas, todas de fácil resolução.
Quanto às técnicasempregadas pela professora em sala de aula, consistiam em copiar o assunto no quadro em seguida realizar uma breve explicação e depois propor exercício, em nenhum momento percebemos algo inovador nem o uso de outros cursos com jogos e material concreto que pudesse despertar o interesse dos alunos.
Em relação à metodologia, acreditamos ser construtivista, porque nas suas aulas a professora permitia a participação dos alunos, tanto durante suas explicações quanto nas correções das atividades. Sobre as correções das atividades escolares eram feitasindividualmente no caderno e depois com toda a turma utilizando o quadro branco como suporte.
As correções das atividades eram feitas principalmente pelos alunos, professora nesse caso só os auxiliava nos momentos de dúvidas em relaçãoaquestão que estava sendo trabalhada.
De certa forma acreditamos que esse fato, sem dúvidas contribui para a aprendizagem dos alunos, pois ao mesmo tempo em que eles faziam as correções no quadro estavam esclarecendo tanto próprias dúvidas quanto às de seus colegas. Em alguns momentos do estágio observamos também que eram realizadostrabalhos em dupla e em grupo.
Achamos esse fato muito importante, porque quando trabalhamos em grupo, há várias opiniões, e se tratando dos alunos, podem desenvolver seus pensamentos críticos, concordando ou não com o pensamento dos outros colegas e interagem entre si.
Emrelação à realização das aulas, ocorriam sempre em sala de aula. Durante o estágio não pudemos presenciar nenhuma outra fora dela.
Ao que se refere às formas de avaliaçãoadotada pela professora para verificar a aprendizagem dos alunos, sempre aconteceram através de prova envolvendo pequenos problemas e correção do caderno.
Em relação ao uso de Tendências da Educação Matemática, observarmos que a professora não usava nenhum tipo tendência.Não sabemos por que ela não fazia o uso das tendências no processo de ensino aprendizagem da Matemática,acreditamos que seja o fato de desconhecimento por parte da professora.
Acreditamos que seria importante que os professores de Matemática fizessem o uso das tendências, pois é fundamental para uma prática docente realmente significativa, que possibilita a aprendizagem dos alunos através de aulas mais interessantes.
Em relação ao perfil dos alunos em sua maioria eram bem agitados e extrovertidos, sempre ficavam de conversas paralelas na hora das explicações, mas procuravam participar das aulas e assim tirar suas dúvidas.
Quanto à professora tinha uma postura bem seria e autoritária, tinha também seus momentos de descontração, fazendo brincadeiras, mas procurava sempre ajudar os alunos nos momentos de dúvidas, tinha uma relação de pleno respeito e profissionalismo, passando confiança aos alunos.Observamos que os alunos tinham uma boa relação com a professora, pois os mesmos a tratavam com muito respeito e admiração.
As atividades de participação consideraram ser a mais importante, porque nesse momento assumimos um pouco o papel do professor, onde também pudemos interagir com alunos auxiliando os mesmo nas resoluções das atividades propostas.
2.5.4 ATIVIDADES DE REGÊNCIA NO 7º ANO
A regência foi realizada no 7º Ano turma ―02‖ do Ensino Fundamental, turno matutino da Escola Estadual Corintho Borges Façanha, no dia 14 de Abril de 2016 das 07:10h às 08h46min. Participaram dessa regência 40 alunos.Nessa turma foram utilizados materiais didáticos como: notebook, data-show, quadro branco, pincel, apagador e o ábaco.
O conteúdo ministrado nessa turma foi: ―Operando números inteiros com o ábaco‖, o mesmo foi consultado do livro (Construindo conhecimentos emMatemática.
6ªSérie). A mesma ocorreu da seguinte maneira: Primeiramente, organizamos os alunos em 8 equipes de 5 integrantes.
A regência foi iniciada com uma aula expositiva e dialogada que tinha como objetivos: reconhecer os números inteiros. Então foi exposto o ábaco, o mesmo era composto apenas de duas hastes, uma para representar unidades positivas e outra pararepresentar unidades negativas. Com ele, poderemos representar vários números diferentes. Mas parafazer isso corretamente precisamos prestar atenção a três regras:
1- uma argola na haste das unidades positivas representa uma unidade positiva;
2- uma argola na haste das unidades negativas representa uma unidade negativa;
3- uma argola na haste das unidades positivas ―anula‖ uma argola na haste das unidades negativas.
Logo após a apresentação das regras, foram feitas algumas representações no ábaco. Então iniciamos a atividade.
As atividades acorreram todo como previsto, todas as equipes conseguiram resolver as atividades, a participação dos alunos foi unânime. Com isso concluímos que atividade despertou o interesse dos alunos, e isso significa que conseguimos alcançar no objetivo.
2.5.5 ESTÁGIO 8º ANO ENSINO FUNDAMENTAL
As atividades de estagio no 8º ano ―02‖ do Ensino Fundamental, aconteceram no período de 09 a 21 de Março de 2016, com 8 (oito) horas aulas de coparticipação e 2 (duas) horas de regência, a turma era composta por 40 (quarenta) alunos, sobre a supervisão da professor Ana Paula Mendonça de Souza.
No dia 09 de Março iniciamos as atividades, onde pudemos observar a realidade da escola e também os problemas enfrentados diariamente tanto pelos professores quantos pelos alunos.Os conteúdos ministrados nesse período foram expressões numéricas, a reta numérica, números irracionais, potência de base dez e a notação cientifica.
No decorrer do estágio, pudemos observar que a professora realizava suas atividades regulamente nos seus devidos horários, sempre utilizando materiais
didáticos como: livro, pincel e quadro branco e o data-show onde apresentava os conteúdos que retirava do livro didático. O livro utilizado pela professora era o ―projeto Araribá‖.
A professora mostrava os conteúdos no quadro e, também através da data-show, com issoacreditamos ser adequada, porque sempre havia participação dos alunos e com isso tornavam-se suas aulas mais interessantes.
Paraque suas aulas não se tornassem exaustivas ela não deveria se prender somente ao livro didático ou data-show, pois sabemos que existem vários recursos como jogos, material concreto entre outros que sevem como auxilio ao professor no ensino da Matemática.
Em relação às explicações da professora eram bastantes claras e compreensivas, ela sempre procurava expor exemplos relacionando o conteúdo abordado com a realidade dos alunos, pois ela sempre procurava a maneira mais simples para explicar o conteúdo, com o intuito de facilitar a compreensão dos alunos.
Achamos interessante o ponto em que a professora relacionava o conteúdo abordado com a realidade dos alunos, pois dessa forma ela estava mostrando aos alunos que a Matemática está sempre presente no seu dia- a- dia.
Em relação às atividades propostas pela professora eram muito simples e de fácil resolução, mas devido à falta de atenção de certos alunos na hora das explicações, quando chegava hora do desenvolvimento das atividades os mesmos demonstravam muitas dificuldades.
Ao que se refere às técnicas utilizadas pela professora em sala de aula, acreditamos ser inovador, porque em suas aulas ela permitia a participação dos alunos, tanto nas resoluções dos exemplos quando na correção dos exercícios
Referindo-se às correções das atividades escolares eram feitas primeiramente no caderno e depois com toda a turma utilizando o quadro como suporte.
A participação dos alunos era através da correção das atividades, os mesmo faziam toda resolução no quadro.Aosque participavam era atribuídas uma nota, pois a participação era uma forma de avaliação empregada pela professora.
Esse fato nos chamou bastante atenção, porque foi um momento que geralmente não estamos acostumados a presenciar nas aulas de matemática,
normalmente só quem usa o quadro é a professora ou professor, deixando assim as aulas extremamente cansativas.
Como podemos observar a metodologia empregada pela professora, era a construtivista, onde a participação dos alunos éessencial para a aprendizagem significativa.
Em relação às realizações dostrabalhos, observamos que às vezes eram feitos em dupla ou em grupo.Acreditamos que isso só venha a somar no processo de aprendizagem dos alunos, pois trabalhos em dupla e em grupo sempre geram uma discussão de idéias, e assim eles podiam interagir entre si.
Àsformas de avaliação empregada pela professora, para verificar a aprendizagem dos alunos, constituíam em provasenvolvendo pequenos problemas, correção das atividades no caderno e também a participação.
Referente ao uso de Tendências da Educação Matemática, não observarmos nas aulas da professora nenhuma delas.Não sabemos explicar porque a professora não utilizava tendências no processo de ensino aprendizagem da Matemática nas suas aulas, acreditamos talvez seja a falta de conhecimento por parte da professora.
Para facilitar a aprendizagem dos alunos e tornar suas aulas mais interessantes.Séria importante que os professores de Matemática utilizassem alguma tendência em suas aulas. Por que as tendênciasem educação matemática são ferramentas criadas para auxiliar os professores no processo de ensino e aprendizagem.
Em relação ao perfil dos alunos em sua maioria eram bem e extrovertidos, nem sempre se comportavam direito em sala de aula, ficavam de conversa paralela na hora das explicações, mas eram bastante participativos procuravam sempre tirar suas dúvidas.
Quanto à professora era bem seria, mas procurava sempre ajudar os alunos nos momentos de dificuldades, tinha uma relação de pleno respeito e profissionalismo passando confiança aos alunos.
Por fim a participação nessa turma foi bastante produtiva, pois auxiliamos os alunos na resolução dos exercícios proposto pela professora, na aplicação de avaliação e correção dos exercícios.
2.5.6 ATIVIDADES DE REGÊNCIA NO 8º ANO
A atividade de regência no 8º Ano turma ―02‖ do Ensino Fundamental, foi realizada no dia 6 de Abril de 2016 das 07:58h às 09h34min.O conteúdo ministrado foi ―Potência de base 10 e a notação científica‖, retirados do livro didático (Vontade de saber matemática, 8º ano).Participaram dessa regência 40 alunos. Nessa turma foram utilizados os materiais didáticos como; notebook, data-show, quadro branco, pincel e apagador.
Primeiramente a professora supervisora do estágio pediu que os alunos ficassem em silêncio e explicou a eles que nesse dia quem ficaria responsável pela ministrar a aula seria o estagiário.
Iniciamos a aula com uma pergunta que se referia à Potência de base 10 e a notação científica. Para darmos inicio ao conteúdo que seria abordado na regência, apresentamos a relação que existe entre esses conteúdos.
Em seguida fizemos dois exemplos no quadro relacionado com o conteúdo, logos depois das resoluções dos exemplos apresentou uma situação problema.
As atividades proposta durante a aula, os alunos resolveram com exatidão, a maioria deles participarão com bastante entusiasmo.
Então para concluirmos nossas atividades foram propostos alguns casos onde podemos aplicar a Potência de base 10 e a notação científica.
2.5.7 ESTÁGIO 9º ANO ENSINO FUNDAMENTAL
As atividades de estágiono 9º ano ―01‖ do Ensino Fundamental foram realizadas a partir do dia 08 até o dia 16 de 2016, com a participação em 8 (oito) horas aulas e 2 (duas) horas aulas de regência a turma era composta por 40 (quarenta) alunos, sobre a supervisão da professora Ana Paula Mendonça de Souza.
Durante o estágio o conteúdo ministrado nessa turma foram Expressões numéricas e a Fatoração de radicais.A professora realizava suas atividades regulamente nos seus devidos horários, em suas aulas sempre utilizava os materiais didáticos como: livro, pincel e quadro branco e também utilizava o data-show e notebook para apresentava os conteúdos. A mesma utilizava suporte o livro (Novo praticando matemática, 9º ano)
Referindo-se a forma com que a professora mostrava os conteúdos para os alunos, acreditamos estar adequada, porque de certa forma havia participação deles através da leitura dos slides e das resoluções dos exemplos expostos durante aula.
Vale destacar que é muito importante para melhorar o ensino e aprendizagem dos alunos, que os professores de matemática procurasse outras formas para ministrar os conteúdos, e não se prender somente ao livro didático, com isso talvez pudesse despertar o interesse do alunos pela disciplina.
As explicações da professora eram bastante claras e compreensivas, procuravasempre relacionar os exemplos do conteúdo abordado com a realidade dos alunos, para melhor compreensão dos alunos.
Destacamos este fato como ponto positivo, pois e muito importante relacionar o conteúdo abordado com realidade dos alunos, pois dessa forma elem podem perceber o quanto aMatemática é importante para sua vida.
Em relação às atividades propostas pela professora eram de fácil resolução, pois os alunos não demonstravam muita dificuldade em suas resoluções.
Quanto às técnicas utilizadas pela professora em sala de aula, acreditamosser apropriada, pois sua prática pedagógica consistia em exibir o conteúdo no quadro em seguida realizar uma breve explicação e depois propor exercício, para que houver-se a participação dos alunos, e isso tornava suas aulas mais dinâmica.
Acorreção das atividades escolares era feitas primeiramente no caderno individualmente e depois com toda a turma utilizando o quadro branco como suporte, onde pudemos observar a participação dos alunos.
À metodologia empregada, creditamos ser construtivista, por que nas aulase principalmente nas correções das atividades, observamos que os alunos eram bastante participativos.
Àsformas de avaliação realizadas pelo professor, para verificar a aprendizagem dos alunos, sempre aconteciam através de prova envolvendo pequenos problemas e correção do caderno e eram adequadas ao nível de ensino.
Quanto ao perfil dos alunos em sua maioria eram bastantes extrovertidos, não ficavam de conversa paralela na hora das explicações e eram bastante participativos nas aulas procurando sempre tirar suas dúvidas.
E em relação ao perfil da professora, demonstrava ser uma pessoa seria combastante compromisso com sua profissão, procurava sempre ajudar os alunos
nos momentos de dúvidas, da melhor forma possível. Tinha uma relação de pleno respeito e profissionalismo passando confiança aos alunos.Os mesmos tinham uma boa relação com o professor, pois os mesmos a tratavam com muito respeito e admiração.
A atividade de participação nos proporcionou uma visão realista do papel do professor na hora das correções das atividades, visto que ao auxiliarmos os alunos, percebemos as dificuldades dos encontradas por eles, então nos perguntamos como faremos para auxiliar todos ao mesmo tempo.
2.5.8 ATIVIDADES DE REGÊNCIA NO 9º ANO
A aula foi realizada no 9º Ano turma ―01‖ do Ensino Fundamental, no turno matutino no dia 4 de Maio de 2016 das 09:44h às 11:20h. Participaram deste momento 40 alunos. O conteúdo abortado foi ―Frações e porcentagens‖, o livro utilizado como suporte foi (Novo Praticando Matemática, 9º ano). Para expor o conteúdo aos alunos utilizamos o notebook, data-show e o quadro com suporte.
Iniciamos aula com uma breve exposição da relação entre o conteúdo que seria abordado.Durante a exposição do conteúdo foram expostas algumas situações relacionadas com o conteúdo, para melhor compreensão dos alunos.
Durante a apresentação do conteúdo os alunos estavam todos atentos e pareciam bastantes interessados, em sua maioria buscavam participar respondendo os questionamentos feitos a eles.De certa forma esse momento foi muito importante, pois se pôde observar o interesse dos alunos sobre o conteúdo.
Finalizadas as explicações sobre o conteúdo foi aplicado um jogo no software Geogebra, com o objeto de melhor a compreensão dos alunos. No decorrer da mesma, pudemos perceber que alguns alunos demonstraram bastante domínio sobre o conteúdo, pois conseguiram acertar todas as propostas do jogo.
2.6 O PRÉ-PROJETO
Neste semestre foi elaborado um projeto de pesquisa com o objetivo de desenvolver no decorrer do próximo semestre uma pesquisa com o intuito de contribuir com o ensino de geometria, em espacial depolígonos, através da
construção de mosaicos utilizando o software Geogebra. Em particular pretende-se realizar esta atividade na escola Municipal Wenceslau de Queiroz. O resultado final culminará com a produção de um artigo cientifico ( TCC). Segue em anexo o referido projeto.
Este trabalho foi apresentado na II Semana de Álgebra do CEST 2016/1, momento em que foi partilhado com os demais acadêmicos do curso de Matemática.
3. CONCLUSÃO/ CONSIDERAÇÕES FINAIS
A Prática de Ensino de Matemática I é muito importante para a aquisição da prática profissional, pois nela podemos observar desenvolver ou aprimorar a prática docente, colocando em prática todo o conhecimento teórico que adquirimos na universidade durante a graduação. Além disso, aprendemos a resolver problemas e passamos a entender a grande importância que tem o educador na formação pessoal e profissional futura professor.
Durante o período de estágio na Escola Estadual Corintho Borges Façanha, além da participação e aplicação da regência, fizemos o diagnóstico da escola e do meio no qual nos inserimos. Em decorrência das atividades exigidas pelo estágio foi possível observarmos os pontos positivos e negativos da escola.
Também proporcionou a oportunidades de estarmos inseridos na realidade de uma sala. Tivemos a grande missão de assumir uma sala de aula, que não deixa de ser importante, porque estamos diante também de futuros propagadores da educação e tornando essa pratica essencial para a vida acadêmica e profissional para o graduando, dando ênfase e estímulo à nova profissão que será exercida depois da formação.
Assim todas as observações feitas no decorrer do estágio nos deram uma visão realista da situação escolar, que em alguns pontos precisa melhorar bastante.
4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BARROSO, J. M. Matemática. Projeto Araribá: 5ª, 6ª, 7ª e 8ª séries. São Paulo: Moderna, 2006, 1º ed. BRASIL, MEC. Parâmetros curriculares nacionais para ensino fundamental: matemática. Brasília: MEC, 1999.
ALMEIDA, Marcos Teodorico Pinheiro de. Jogos divertidos e brinquedos criativos. 1. ed., Petrópolis-RJ: Vozes, 2004.
ANDRINI, Álvaro. Novo praticando matemática / Álvaro Andrini, Maria José C, de v. Zampirolo. São Paulo : Editora do Brasil, 2002. Obra em 4 v. para alunos de 5ª a 8ª séries.
BIANCHINI, Edwaldo; MIANI, Marcos. Construindo conhecimentos e Matemática. 6ª série. 1 ed. São Paulo: Moderna, 2000.
SOUZA, Joamir Roberto de. Vontade de saber matemática, 8º ano / Joamir Roberto de Souza. Patricia Rosana Moreno Pataro.—2,Ed,-- São Paulo : FTD, 2012.
ANEXO 1: Fotos das professoras em atividade
Figura1: professora Ana Paula em atividade.
Fonte: ARCANJO, 2016
Figura 2: professora Ana Paula em atividade.
Fonte: ARCANJO, 2016
Figura 3: professora Jaira Souza em atividade.
Fonte: ARCANJO, 2016
Figura 4: professora Jaira Souza em atividade.
ANEXO 2: fotos dos alunos fazendo avaliação
Figura 5: alunos do 6º ano em avaliação.
Fonte: ARCANJO, 2016
Figura 5: alunos do 7º ano em avaliação.
Fonte: ARCANJO, 2016
Figura 5: alunos do 8º ano em avaliação.
Fonte: ARCANJO, 2016
Figura 8: alunos do 9º ano em avaliação.
ANEXO 3: fotos das regência
Figura 5: aplicação da regência Fonte: ARCANJO, 2016
Figura 5: aplicação da regência. Fonte: ARCANJO, 2016
Figura 5: aplicação da regência. Fonte: ARCANJO, 2016
Figura 5: aplicação da regência Fonte: ARCANJO, 2016
CENTRO DE ESTUDOS SUPERIORES DE TEFÉ LICENCIATURA EM MATEMÁTICA
JOSINEI DOS SANTOS ARCANJO
PROJETO DE PESQUISA: Construção de mosaicos utilizando o software Geogebra: uma ferramenta para a aprendizagem de polígonos
Tefé/AM 2016
JOSINEI DOS SANTOS ARCANJO
PROJETO DE PESQUISA:Construção de mosaicos utilizando o software Geogebra: uma ferramenta para a aprendizagem de polígonos
Projeto de Pesquisa apresentado ao Curso de Licenciatura em Matemática, do Centro de Estudos Superiores de Tefé - CEST, da Universidade do Estado do Amazonas – UEA, como requisito da disciplina Prática de Ensino de Matemática I.
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ORIENTADOR: Prof. Me. Fernando Soares Coutinho
Tefé/AM 2016
Sumário
1TÍTULO DO TRABALHO OU TEMA...4
2. DELIMITAÇAO DO TEM...4 3.FORMULAÇÃO DO PROBLEMA...4 4.OBJETIVOS...4 4.1Geral...4 4.1Específicos...4 5.JUSTIFICATIVA...4 6.FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA...6 7.METODOLOGIA...9 8.CRONOGRAMA...9 9.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...10
1.TÍTULO DO TRABALHO OU TEMA
Construção de mosaicos utilizando o software Geogebra: uma ferramenta para a aprendizagem de polígonos
2. DELIMITAÇAO DO TEMA
Construção de mosaicos utilizando o software Geogebra: uma ferramenta para a aprendizagem de polígonos no 7º ano do ensino fundamental da Escola Municipal Wenceslau de Queiroz.
3. FORMULAÇÃO DO PROBLEMA
A utilização do software Geogebra na construção de mosaicos estimulará o interesse dos alunos em aprender geometria?
4. OBJETIVOS
4.1 Geral
Estimular a aprendizagem de Geometria, em especial de polígonos, através da construção de mosaicos.
4.2 Específicos
Pesquisar projetos de Mosaico interessantes.
Propor uma nova alternativa para o ensino de polígonos
Estimulara construção de Mosaicos através do software Geogebra utilizando polígonos.
5. JUSTIFICATIVA
Em toda minha experiência como estagiário e, também como bolsista do PIBID (programa institucional de bolsa de iniciação à docência) no ensino
fundamental, pude observar que em relação ao ensino de geometria surgem muitas dificuldades, principalmente no conteúdo de polígonos. Normalmente, as aulas de geometria são trabalhadas com lápis, borracha, papel, régua, esquadro e compasso que são ótimos recursos educacionais, porém, não são os únicos para o ensino da geometria.
Existem várias ferramentas que podem auxiliar o professor nesse caso como, por exemplo, as TIC’s (Tecnologias da Informação e Comunicação), que engloba o uso de televisão, calculadora, computador, projetor multimídia entre outras. Utilizando o computador, temos a nossa disposição uma ferramenta rica para ser manuseada no ensino matemático principalmente com os softwares educacionais livres.
Dentre os vários que temos a nossa disposição, destacamos o software Geogebra. Ele é um software livre de Geometria Dinâmica utilizado para o ensino de Álgebra, Cálculo e Geometria. A Geometria Dinâmica caracteriza-se pela sua mobilidade e flexibilidade das figuras construídas no computador que são facilmente movidas e alteradas.
Pretendemos com ele, analisar as suas potencialidades no ensino de geometria, em especial os polígonos, além de propiciarmos a eles compreender os conceitos geométricos referentes a polígonos e área através da manipulação do programa no computador, sendo o professor o mediador do conhecimento e que o aluno tem papel fundamental no seu aprendizado.
6. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
Há uma grande preocupação em relação ao processo de ensino-aprendizagem de matemática, com isso tem-se buscado várias maneiras de ensino para facilitar a compreensão do aluno e o uso de tecnologias é uma delas.
Não há dúvida de que as novas tecnologias de comunicação e informação trouxeram mudanças consideráveis e positivas para a educação. Vídeos, programas educativos na televisão e no computador, sites educacionais, softwares diferenciados transformam a realidade da aula tradicional, dinamizam o espaço de ensino e aprendizagem, onde, anteriormente, predominava a lousa, o giz, o livro e a voz do professor(KENSKI, 2007, p.46).
Essas novas tecnologias são uma das várias ferramentas que foram surgiram para auxiliar os professores em sala de aula, transformando assim em um ambiente mais dinâmico.
Estas tecnologias permitem que os alunos tenham um papel mais ativo na sala de aula, possibilitando uma experiência matemática onde há lugar para a investigação, formulação e teste de conjecturas próprias, e para a discussão e comunicação matemática.(PONTE E CANAVARRO1997, p.102).
As tecnologias despertam a curiosidade dos alunos, tornando a aula mais atraente, em particular do ensino da geometria. Pois desenvolve também nos alunos um conjunto diversificado de capacidades e competências, interpretação, compreensão, construção e análise.
O ensino da geometria é um infinito campo de conhecimento, onde podem-se trabalhar diversos problemas explorando o campo visual, e também situações para que os alunos descubram, a partir de casos particulares, propriedades de números, figuras, regras de calculo etc. Como por exemplo, afirma os PCN (Parâmetros curriculares nacionais):
O estudo da Geometria é um campo fértil para trabalhar com situações-problema e é um tema pelo qual os alunos costumam se interessar naturalmente. O trabalho com noções geométricas contribui para a aprendizagem de números e medidas, pois estimula o aluno a observar, perceber semelhanças e diferenças, identificar regularidades etc.(PCN, 1998, p.51)
Uma ferramenta quevêm se destacando no ensino de geometria são os softwares de Geometria dinâmica.
Os softwares de geometria dinâmica são aqueles que oferecem a possibilidade de construir e manipular objetos geométricos na tela do computador. O diferencial apresentado pelos softwares de geometria dinâmica fica caracterizado pela possibilidade de arrastar a figura construída utilizando o mouse, permitindo a transformação da figura em tempo real. (PEREIRA, 2012,p.29)
Pode-se dizer que os softwares de geometria dinâmica facilitam a aprendizagem dos alunos, pois com eles se torna mais fácil a manipulação das figuras geométricas. Não só facilita a aprendizagem, mas também desperta a curiosidade e o espírito investigativo do aluno e é nessa característica que se encaixa o software Geogebra.
O Geogebra é um software que vai além da Geometria Dinâmica, mas é classificado com um software de Matemática Dinâmica. Ele reúne ferramentas tradicionais da geometria, como as mais avançadas da álgebra e do cálculo. Fornece principalmente duas vistas diferentes de um mesmo objeto matemático que podem ser visualizado na janela gráfica e na janela de álgebra.
A janela de visualização é o local onde os objetos são construídos, podendo editar a cor, espessura das linhas, medirem ângulos, distâncias, etc. Por outro lado, na janela de álgebra é possível visualizar a representação algébrica de todo objeto construído na janela visualização, e essa representação é a mais notável característica do programa. Todas essas características indicam que o Geogebra é mais do que um software de Geometria Dinâmica, e se destaca no campo de softwares educacionais aliando ainda a condição de software livre e multiplataforma.
E por fim, o Geogebra disponibiliza uma barra de entrada, que consiste em ser um ambiente reservado para escrever coordenadas, equações, comandos e funções que ao clicar Enteré possível ver sua representação geométrica na janela gráfica. Contudo, é possível construir objetos como pontos, vetores, segmentos, retas, secções cônicas, gráficos de funções e curvas parametrizadas, os quais podem ser manipulados dinamicamente, de tal maneira que suas propriedades e relações sejam preservadas.
O Geogebra é um programa intuitivo e auto-explicativo podendo ser usado por usuários com conhecimentos avançados em informática e por iniciantes. Ele é um software livre de Geometria Dinâmica utilizado para o ensino de Álgebra, Cálculo e Geometria. Sendo que o conhecimento matemático é o ponto fundamental de sua utilização.
As características do Geogebra potencializam a constituição de cenários para investigação, nos quais o aluno é capaz de experimentar situações em um processo dinâmico. Entende-se que as atividades e tarefas propostas na pesquisa constituem situações que possibilitam e estimulam à investigação
e o questionamento, convidando o aluno a descobrir, formular questões, procurar respostas, levantar e verificar conjecturas. (Pereira, 2012,p.32)
Com isso, podemos concluir que a utilização dos softwares de geometria dinâmica, em especial o Geogebra no ensino de geometria, é importante para aprendizagem do aluno, fazendo com ele desenvolva seu pensamento cognitivo, que será de essencial tanto na sua vida escolar quanto sua vida pessoal.
7.METODOLOGIA
Pesquisa bibliográfica (Livros, artigos, TCC, relatos de experiência, documentos) sobre: 1) O uso de tecnologias para o ensino de matemática; 2) A importância do ensino de Geometria; 3) O uso de Mosaicos para o ensino de Geometria em especial polígonos.
Aplicação de um questionário nas turmas do 7º ano envolvidas sobre polígonos. Com este questionário tem-se entre outros o objetivo de conhecer a visão do aluno sobre Geometria em especial Polígonos, tanto nos aspectos de conteúdo quanto ao interesse pelo assunto e o reconhecimento da importância no dia a dia.Resgatar as experiências de séries anteriores. O interesse pela arte e tecnologia
Planejamento, a partir da pesquisa bibliográfica e do questionário, das atividades adequadas a serem desenvolvidas utilizando o software Geogebra com o intuito de promover a aprendizagem sobre polígonos.
Construção do projeto a ser executado no software Geogebra.
Desenvolvimento do assunto nas turmas. Em uma turma o assunto será abordado na forma de uma aula dita tradicional, aqui significando: sem a utilização de recursos tecnológicos, materiais manipuláveis ou jogos. Em outra turma será utilizado o software Geogebra com a construção de mosaicos.
Aplicação de um segundo questionário para avaliar a aprendizagem sobre polígonos nas duas turmas com o intuito de comparar os resultados.
Será feita análise dos resultados.
8. CRONOGRAMA META/ ATIVIDADE J unho J ulho Ago s to S e temb ro Outu br o Nove m bro Levantamento bibliográfico X x Elaboração e aplicação do primeiro
questionário X
Análise do questionário X
Planejamento das atividades a serem
desenvolvidas X
Construção do projeto a ser
executado no software Geogebra x
Desenvolvimento das aulas x x
Aplicação do segundo questionário x
Elaboração do artigo x x
9. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
KENSKI, Vani Moreira. Educação e tecnologias: O novo ritmo da informação. 6ª edição, Campinas: Papirus, 2007.
PONTE, J. P. & CANAVARRO, P. (1997). Matemática e novas tecnologias, pp. 95-131 Lisboa: Universidade aberta.
PEREIRA, Thales de Lélis Martins. O USO DO SOFTWARE GEOGEBRAEM UMA ESCOLA PÚBLICA:interações entre alunos e professorem atividades e tarefas de geometriapara o ensino fundamental e médio. Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Mestrado Profissional em Educação Matemática. UFJF. 2012.
2012.
PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS, Matemática: Ensino de 5ª. A 8ª. séries / Secretária de Educação Fundamental. Brasília: MEC / SEF, 1998.