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O USO DE PLANTAS MEDICINAIS NA COMUNIDADE DE CURRAL DO MEIO - CRATEÚS - CE

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Academic year: 2021

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O USO DE PLANTAS MEDICINAIS NA COMUNIDADE DE CURRAL DO MEIO - CRATEÚS - CE

Fábio Araújo Bezerra (Graduando), Ana Lúcia Rodrigues da Silva (PQ), Cléia Rocha de Sousa (PQ), Adervan Fernandes Sousa* (PQ).

Universidade Estadual do Ceará – UECE - Faculdade de Educação de Crateús - FAEC, Rua José Furtado S/N, Prédio

do CAIC, 63700-000 Crateús-CE. *[email protected]

Palavras chave: Plantas medicinais, Fitoterápicos, Curral do Meio.

1. INTRODUÇÃO

No Brasil, especialmente a partir da década de 1980, o emprego de plantas como recurso terapêutico aumentou consideravelmente por razões diversas, tais como: o fato de a ciência enfrentar dificuldades na cura de muitos males da humanidade, principalmente em países pobres; o perigo do uso indiscriminado dos medicamentos alopáticos; a eficácia comprovada de algumas espécies de plantas na saúde humana, ou mesmo, por sua maior resolutividade em alguns casos, seguida de menores probabilidades de efeitos colaterais[1].

Nas populações carentes, têm sido observadas as utilizações das plantas como um dos poucos recursos terapêuticos para tratar suas doenças mais freqüentes. Apesar do sistema de saúde oficial gratuito atualmente estender-se a zona rural, ele não consegue atender de forma adequada à demanda e estas populações não têm poder aquisitivo suficiente para pagar um profissional de saúde. Além disso, medicamentos industrializados são caros e as pessoas se rendem às facilidades de obter as plantas medicinais, que muitas vezes são cultivados nos quintais de suas casas.

Em geral, estas comunidades possuem conhecimento básico do uso de plantas medicinais e estas informações são trocadas entre os indivíduos num processo dinâmico de aquisição e perda. No entanto, à medida que a relação com a terra se transforma pela modernização do campo, e o contato com a sociedade nacional se intensifica, seja pelos meios de comunicação ou pelos agentes sociais, a sede de transmissão de informações sobre plantas pode sofrer alterações.

Portanto, resgatar este conhecimento e suas técnicas terapêuticas é uma maneira de deixar registrado um modo de aprendizado informal que contribui para a valorização da medicina popular, além de gerar informações sobre a saúde da comunidade local. Até porque a literatura científica é carente de informações a respeito do que pensam as populações a esse respeito, o nível de conhecimento que possuem, as crenças e os tratamentos feitos com os remédios caseiros, embora existam vários estudos a respeito do uso, eficácia e toxicidade das plantas medicinais.

Os objetivos do presente trabalho foram: realizar um levantamento das plantas medicinais que a população de Curral do Meio – Crateús - CE conhece e utiliza; e conhecer como essa comunidade prepara seus medicamentos à base de plantas.

2. MATERIAL E MÉTODOS

O presente estudo foi realizado na comunidade rural Curral do Meio, no período de 14 de junho a 04 de agosto de 2007. A mesma localiza-se na região Norte de Crateús, a uma distância de 28 km da sede do município. Essa comunidade conta com cerca de 202 habitantes, cuja principal atividade econômica é a agricultura. A fisionomia é a Caatinga e as principais características deste bioma são a caducifólia da maioria de suas espécies, tendo em comum a deficiência hídrica na maior parte do ano, apresentando baixa pluviosidade (350-700 mm/ano), ocorrendo secas prolongadas, com temperaturas superiores a 25 ºC e com altitudes variando entre 300 a 1200 m.

Para obter as informações desejadas, foram realizadas entrevistas com 20 pessoas residentes na localidade. O critério usado para escolha dos entrevistados foi a idade, pois o uso e o conhecimento de plantas medicinais são mais freqüentes entre pessoas mais idosas. A idade dos entrevistados estava acima de 40 anos.

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O instrumento de investigação usado foi um formulário com questões subjetivas e objetivas.

Optou-se pelo formulário porque ele pode ser utilizado em qualquer segmento da população, uma vez que seu preenchimento é feito pelo próprio entrevistador. Essa escolha foi particularmente importante, pois a grande maioria dos entrevistados é analfabeta.

3. RESULTADOS E DISCUSSÃO

Dos entrevistados, 80% era do sexo feminino e 65% estava na faixa etária entre 55 e 75 anos (Figura 1).

Figura 1 - Distribuição etária das pessoas entrevistadas

O fato observado em relação à maior concentração de mulheres entrevistadas pode ser atribuído ao horário em que as visitas foram feitas (pela manhã de 09:00 às 11:30 horas e pela tarde de 15:00 às 18:00 horas) e o fato de que as mulheres, em sua grande maioria, realizam trabalhos domésticos, não se distanciando de casa por um tempo muito prolongado.

Em relação à escolaridade dos entrevistados, 75% nunca estudou, 15% tem o Ensino Médio completo e 10% nem chegou a completar o Ensino Fundamental. O índice de alfabetizados foi conseguido com base principalmente nas respostas à pergunta direta, não havendo procedimento para confirmar esse índice, salvo algumas observações que comprovaram o saber ler e escrever. Das mulheres entrevistadas 69% nunca estudou, 19% não chegou a completar o Ensino Fundamental e 13% completou o Ensino Médio. Entre os homens, 50% nunca estudou, 25% não chegou a completar o Ensino fundamental e 25% conseguiu completar o segundo grau. De um modo geral, o grau de escolaridade não foi fator de influência no conhecimento do uso de plantas medicinais, pois os diferentes informantes demonstraram conhecimentos semelhantes tanto de uso quanto de tratamento.

Foram citadas 43 espécies de plantas pertencentes a 25 famílias. As famílias das plantas que tiveram maior representatividade foram: Labiatae (5 espécies citadas), Anarcadiaceae, Compositae, Liliaceae, Rutaceae e Zingiberaceae (3 espécies citadas de cada uma). Estas são famílias com muitas espécies que contêm constituintes químicos com atividades farmacológicas[2]. Resultados semelhantes foram encontrados por Parente e Rosa[3].

Das espécies citadas, aproximadamente 72% são cultivadas no quintal, sendo em sua grande maioria exóticas, 19% são adquiridas no “mato” e 9% são compradas em barracas de mercado.

Situação semelhante foi registrada por Pinto et al.[2] sobre o conhecimento popular de plantas medicinais em comunidades rurais da Mata Atlântica, na Bahia, em uma área, onde aproximadamente 74% das 98 espécies citadas pelos informantes, são cultivadas, sendo que mais da metade delas, são exóticas.

Quando questionadas sobre quais plantas conheciam como medicinais, as pessoas entrevistadas mencionaram 43 espécies de plantas. Destas, observa-se que 26 espécies são exóticas

3

1 1

6

3

1 3

1 1

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Nº de Entrevistados

40-45 45-50 50-55 55-60 60-65 65-70 70-75 75-80 80-85 Idade

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(correspondendo a 60%), 16 são nativas (correspondendo a 37%) e apenas 01 espécie (2%), não tem sua origem esclarecida (Tabela 1).

Tabela 1 - Identificação, percentual de citação e origem das plantas medicinais, utilizadas pela comunidade de Curral do Meio.

ND = não determinada; N = número de vezes em que a planta foi citada; (%) = percentual em relação a 43 espécies citadas.

As espécies mais citadas foram: Aloe Vera L. (babosa), Curcuma longa L. (açafroa), Chenopodium ambrosioides L. (mastruz), Cymbopogon citratus (D. C) Stapf. (capim santo), Lippia geminata H.B.K. (erva-cidreira), Mentha x Piperita L., (hortelã), Plectanthus barbatus Andr.

(malva-santa) e Punica granatum L. (romã).

Os princípios ativos de 59% das espécies citadas já foram estudados cientificamente, confirmando a sua indicação terapêutica feita pelos moradores da comunidade. Destas, 84% são exóticas e 16% são nativas. Uma das possíveis causas para o baixo número de plantas nativas,

Nome Popular Nome Científico N % Origem

Açafroa Curcuma longa L. 6 13,63 Exótica

Alecrim Rosmarinus officinalis L 1 2,27 Exótica

Alfazema Lavandula Spica L 1 2,27 Exótica

Alho Allium Sativum L 1 2,27 Exótica

Anis-estrelado Illicium verum Hook f. 1 2,27 Exótica

Ameixa Ximenia americana L 1 2,27 Nativa

Arnica Arnica Montana 2 4,54 Exótica

Aroeira Myracrodruom urundeuva Allemão 2 4,54 Nativa

Arruda Ruta graveolens L 4 9,09 Exótica

Assa-peixe Vernonia Polyarthes 1 2,27 Nativa

Babosa Aloe Vera L 5 11,36 Exótica

Boldo Peumus boldus Molina. 4 9,09 Exótica

Cajazeira Spondias mombim jacq. 1 2,27 Nativa

Cajueiro Anacardium occidentale L 1 2,33 Nativa

Camomila Matricaria chamomilla L 1 2,33 Exótica

Capim-Santo Cymbopogon citratus (D. C) Stapf. 9 20,93 Exótica

Carqueja Baccharis trimera DC. 1 2,33 Nativa

Cebola Allium Cepa 2 4,65 Exótica

Coronha Dioclea Violacea M 2 4,65 Nativa

Endro Anethum graveolens L. 1 2,33 Exótica

Erva-Cidreira Lippia geminata H.B.K. 9 20,93 Exótica

Eucalipto Eucalyptus citriodora Hook. 2 4,65 Exótica

Gengibre Zingiber officinalis Rosc. 2 4,65 Exótica

Imburana-de-Cheiro Amburana cearensis (allemão) A.C.Smith 1 2,33 Nativa

Hortelã Mentha x Piperita L. 6 13,95 Exótica

Jaramatáia Vitex garderiana Schau. 1 2,33 Nativa

Jardineira Alpinia zerumbet Pers. 2 4,65 Exótica

Jatobá Hymenaea Courbaril L. 3 6,97 Nativa

Juazeiro Ziziphus joazeiro Mart. 1 2,33 Nativa

Laranjeira Citrus aurantium L. 1 2,33 Exótica

Limoeiro Citrus limon (L.) Burm. 1 2,33 Exótica

Macela Egletes viscosa Cass. 2 4,65 Nativa

Malva-santa Plectanthus barbatus Andr. 8 18,60 Exótica

Marmeleiro Croton hemiargyreus Muell. Arg. 2 4,65 Nativa

Mastruz Chenopodium ambrosioides L. 7 16,28 Exótica

Milindro Asparagus sp. 1 2,33 ND

Mufumbo Combretum Leprosum Mart. 1 2,33 Nativa

Perpétua Gomphrema globosa 1 2,33 Nativa

Quebra-Pedra Phyllanthus niruri L. 1 2,33 Exótica

Romã Punica Granatum L. 5 11,62 Exótica

Torém Cecropia pachystachya Trec. 1 2,33 Nativa

Vassourinha Scoparia dulcis L. 2 4,65 Exótica

Vique Mentha arvensis L. var. piperacens Holmes. 1 2,33 Exótica

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usadas na comunidade de Curral do Meio, pode ser atribuída ao pequeno número de estudos sobre plantas medicinais de origem brasileira e, conseqüentemente, seus princípios ativos pouco estudados.

Dos envolvidos na pesquisa, 85% afirmou ter aprendido sobre plantas medicinais com seus antecessores (pais e avós). Um total de 10% afirmou ter aprendido sobre plantas medicinais através de amigos, e apenas 5% por meio de livros. Das 20 pessoas entrevistadas todas afirmaram não receber indicação do uso de plantas medicinais através dos profissionais de saúde.

A Figura 2 apresenta as principais doenças tratadas pela comunidade do Curral do Meio com o uso de plantas medicinais.

Figura 2 – Principais doenças tratadas com plantas medicinais e o número de vezes citadas pelos entrevistados.

As principais formas de preparo das plantas medicinais, pela comunidade de Curral do Meio é a seguinte: chá 74%, xarope ou lambedor 19%, banho 4% e pó 3%. No município de Irati (PR), Jacoby et al.[4] também verificaram a preferência pelo preparo do medicamento com plantas medicinais na forma de chá.

As formas que os moradores usam para o preparo do chá são: 59% por cozimento ou decocção, 26% por infusão e 15% por maceração. O cozimento ou decocção é feito aquecendo-se a erva juntamente com água, sendo que o tempo de fervura varia de dois a dez minutos. O chá é consumido logo após o término de sua preparação. De acordo com Matos essas pessoas estão preparando corretamente os ‘‘remédios caseiros’’.

Algumas vezes, duas ou mais plantas medicinais são preparadas em conjunto, segundo os entrevistados, para aumentar a eficácia do tratamento. Por exemplo, para o tratamento de gripe e de febre é preparado o lambedor (sinônimo de xarope, porém sua preparação varia um pouco de acordo com o informante; em geral, consiste em espessar, com açúcar ou rapadura no fogo, o chá de ervas com outros ingredientes, se desejável) e juntam-se folhas de capim-santo (Cymbopogon citratus Stapf.), alho (Allium sativum L.), hortelã (Mentha x Piperita) e malva-santa (Plectanthus barbatus Andr.).

Em outros casos, usam-se cascas, como por exemplo, do jatobá (Hymenaea Courbaril L.), deixando as mesmas em processo de fervura até surgir uma coloração avermelhada, quando se retiram as cascas e adiciona-se o açúcar. Após quarenta minutos de fervura o xarope está pronto para ser consumido.

Os entrevistados foram questionados sobre em que circunstâncias eles recorrem ao uso de plantas medicinais. Dos que responderam à entrevista, 80% afirmou que só no caso de doenças e

24 20 19 10

7 7 6 6 5 5 4 3 3 3

0 5 10 15 20 25 30

Gripe Calmante Inflamação na Garganta Má Digestão Cólica em Criança Antiinflamatório Prevenir Derrame Dor em Geral Dor de Cabeça Diarréia Dor Estomacal Cicatrizante Tosse Sinusite

Doenças Tratadas

Nº de vezes Citadas

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20% afirmaram usar diariamente. Assim, pode-se perceber que a grande parte da população da comunidade de Curral do Meio faz uso de plantas medicinais somente quando necessita. Isso pode ser considerado um costume dessa comunidade, tornando-se de extrema importância, já que essa população é carente no que diz respeito ao atendimento básico de saúde.

Ainda questionados sobre em que situações usavam medicamentos sintéticos, todos informaram que os usam em casos de doenças onde o remédio caseiro não faz efeito. A partir daí o medicamento de farmácia se faz necessário.

Comparando com a literatura, observa-se que há coerência entre a indicação baseada no conhecimento ou saber popular da comunidade do Curral do Meio e o conhecimento científico[5]. No entanto, percebe-se que muitas doenças que eram tratadas com plantas existentes no próprio quintal do informante, atualmente são tratadas com remédios de farmácia. No sentido tradicional, isso pode trazer dois prejuízos: a perda da prática do uso da medicina popular e um gasto financeiro muito alto com remédios sintéticos. Outro aspecto é a automedicação sem diagnóstico clínico, pois se observou que 35% dos informantes fazem tratamentos com remédios indicados por terceiros ou por conta própria. Talvez esta seja uma das causas da baixa freqüência de visita ao médico, aliado ao fato de, muitas vezes, não poderem pagar o tratamento necessário.

4. CONSIDERAÇÕES FINAIS

A diversidade de plantas medicinais encontradas na comunidade rural de Curral do Meio é considerável. Foram informadas pelos moradores 43 espécies de plantas, das quais 59% possuem seus princípios ativos determinados, confirmando a indicação terapêutica realizada pelos entrevistados na pesquisa. Ou seja, há coerência entre a indicação procedida com base no conhecimento ou saber popular e o conhecimento científico.

As plantas citadas, geralmente são requisitadas para curar gripes, combater inflamações na garganta e usadas como calmantes. A principal forma de preparo dos medicamentos é através de chás, utilizando-se as folhas das plantas. Portanto, percebe-se que as plantas medicinais são amplamente utilizadas por essa comunidade rural e o cultivo nos quintais pode ser considerado como uma tradição.

Por meio desse trabalho ficou constatado que mesmo com avanço da indústria farmacêutica, essa população não deixou de lado a tradição e a sabedoria de seus antepassados, visto que 85% dos entrevistados alegaram terem recebido os conhecimentos a respeito de plantas medicinais de seus pais, avós e vizinhos. Através desse diagnóstico, espera-se contribuir com o registro do conhecimento popular, apresentando a importância do uso de plantas medicinais como uma alternativa de tratamento para alguns males da saúde.

Constata-se a importância de um profissional de saúde com conhecimentos básicos sobre plantas medicinais, fitoterápicos e principalmente quanto aos costumes da população, pois se averiguou que os agentes de saúde não recomendam o uso de plantas medicinais como medicamentos. Recomenda-se ainda que estudos em saúde alternativa sejam incluídos no currículo dos cursos sobre saúde.

Não é proposta a substituição de um medicamento eficaz por um medicamento à base de plantas, até porque não há estudo suficiente para algumas plantas utilizadas por essa comunidade.

Não esquecendo que é a partir de estudos de etnofarmacologia que se podem descobrir novas fontes de fitoterápicos. E por meio desse trabalho, pioneiro do ponto de vista etnobotânico para a comunidade, espera-se contribuir no desenvolvimento do conhecimento local.

5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

[1] - FARIA, P. G.; AYRES, A.; ALVIM, N. A. T. Acta Scientiarum. Health Sciences, Maringá, 26, 2, 287, 2004.

[2] - PINTO, A. C.; CORRÊA, M. B.; Romã: da Antiguidade ao uso atual na medicina popular, UFRJ. Disponível em:

<http://www.sbq.br/PN-Net/causo15.html-10K>. Acesso em: 20 set. 2007.

[3] - PARENTE, C. E. T.; ROSA, M. M. T. Plantas comercializadas como medicinais no Município de Barra do Piraí, RJ. Rodriguésia, 80, 52, 47, 2001.

[4] - JACOBY, C.; COLTRO, E. M.; SLOMA, D. C.; DIAS, L. A.; LUFT, M.; BERUSKI, P. Plantas medicinais pela comunidade rural de Guaramirim, Município de Irati, PR Ciências Exatas e Naturais, 4, 1, 80, 2002.

[5] - MATOS, F. J. A.. Farmácias Vivas: sistema de utilização de plantas medicinais projeto para pequenas comunidades. 4. ed. Fortaleza: UFC, 267, 2002.

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