• Nenhum resultado encontrado

Escola B1/PE de São Roque do Faial

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2022

Share "Escola B1/PE de São Roque do Faial"

Copied!
17
0
0

Texto

(1)

8 de Março de 2007

(2)

lamento Interno

1.1. A Direcção da Escola B1/PE de São Roque do Faial é assegurada por um docente do quadro, eleito em Conselho Escolar, e o respectivo mandato tem a duração de 4 anos.

1.2. A eleição processa-se com a apresentação de lista(s) com os nomes e as assinaturas dos candidatos a Director e a Subdirector.

1.3. É da competência do Director, para além das competências previstas na legislação em vigor, a gestão de pessoal e de recursos físicos e materiais, estabelecidos os critérios e as orientações pelo Conselho Escolar.

1.4. O Director da Escola exerce as suas funções com dispensa total da componente lectiva, mediante isenção de horário.

1.5. O Director da Escola é substituído, nas suas faltas e impedimentos, pelo seu substituto legal.

(3)

lamento Interno

2.1 - DOCENTES

Para além dos deveres legalmente previstos, os docentes têm ainda o dever de:

2.1.1. Estabelecer com os alunos, colegas e funcionários uma boa relação pessoal e afectiva, respeitando-se nas suas pessoas, ideias, bens e funções;

2.1.2. Manter o Director da Escola permanentemente informado acerca do comportamento e aproveitamento dos alunos;

2.1.3. Ser assíduo e pontual;

2.1.4. Resolver com bom senso e espírito de tolerância os problemas que surjam no contacto com os alunos ou com outros membros da Comunidade Escolar;

2.1.5. Desenvolver nos alunos o sentido de responsabilidade, com vista à sua formação integral e incutir-lhes a ideia de respeito pela pessoa humana e pela natureza;

2.1.6. Fazer da avaliação uma atitude consciente, responsável, permanente e participada;

2.1.7. Manter-se actualizado nos domínios científico e pedagógico-didáctico

(4)

lamento Interno

2.1.8. Proceder ao registo do conteúdo programático relativo a cada aula, ou sessão de trabalho, no livro de ponto, que é da sua responsabilidade transportar para e da sala de aula, ficando na sala de professores;

2.1.9. Pedir autorização ao Director da Escola quando pretender dar uma aula fora do recinto escolar;

2.1.10. Sensibilizar os alunos e colaborar com eles na conservação do edifício, do mobiliário e do material escolar, tanto na sala de aula como em qualquer dependência da Escola;

2.1.11. Ser o primeiro a entrar na sala de aula e o último a sair, devendo fechar a porta à saída;

2.1.12. Confirmar, ao abandonar a sala de aula, se as luzes estão desligadas, as janelas trancadas e as cortinas corridas;

2.1.13. Solicitar a autorização do Director da Escola para a realização de actividades fora da Escola. Nesse pedido deverão constar os seguintes elementos:

Objecto e plano de actividades;

Número de alunos;

Hora de partida e de chegada;

Local de destino;

Nome dos professores e auxiliares acompanhantes.

2.1.14. Marcar as faltas e presenças e assinar os sumários, diariamente;

2.1.15. Informar o Encarregado de Educação dos resultados de aprendizagem.

(5)

lamento Interno

2.2 – ALUNOS

Os alunos têm o dever de:

2.2.1. Respeitar os colegas, docentes e funcionários;

2.2.2. Ser assíduos, pontuais e estar atentos em todas as actividades escolares;

2.2.3. Contribuir para a conservação, limpeza e bom funcionamento das instalações, equipamentos e material escolar, não os sujando, riscando ou danificando;

2.2.4. Pagar os prejuízos, sempre que, por culpa ou negligência, danificar o material pertencente à Escola;

2.2.5. Deixar o mobiliário, equipamento e material escolar devidamente arrumado quando sair das salas de complemento curricular ou das áreas de convívio e recreio;

2.2.6. Respeitar as regras de funcionamento das salas de aula e de todos os serviços ou áreas que utilizam;

2.2.7. Acatar qualquer chamada de atenção por parte dos docentes e dos funcionários;

2.2.8. Permanecer dentro do recinto escolar durante o período lectivo;

2.2.9. Dirigir-se para a sala de aula, imediatamente após o toque de entrada e aguardar junto à sala de aula, com calma e moderação;

2.2.10. Evitar correr, gritar ou empurrar em locais do interior do edifício escolar;

2.2.11. Informar os Pais sobre o seu quotidiano escolar;

2.2.12. Trazer diariamente o material indispensável à realização dos trabalhos escolares;

2.2.13. Não perturbar as aulas, quer na sala ou no recinto exterior, mantendo-se atento e interessado;

(6)

lamento Interno

2.3 - AUXILIARES DE ACÇÃO EDUCATIVA

Para além dos deveres legalmente previstos, os Auxiliares de Acção Educativa têm o dever de:

2.3.1. Respeitar os outros membros da Comunidade Escolar nas suas pessoas, ideias, bens e funções;

2.3.2. Ser assíduo e pontual;

2.3.3. Ser afável no trato e correcto nas relações com os outros membros da Comunidade Escolar e com todas as pessoas que se dirijam à Escola;

2.3.4. Atender e informar correctamente, tanto os elementos da Comunidade Escolar como o público em geral;

2.3.5. Cumprir as tarefas que lhes forem distribuídas;

2.3.6. Resolver com bom senso, tolerância e compreensão os problemas que surjam na Escola;

2.3.7. Zelar pela limpeza, conservação e arrumação das instalações, parque de estacionamento, mobiliário e material escolar;

2.3.8. Não permitir a presença, dentro das instalações escolares, de pessoas estranhas não identificadas;

2.4 - COZINHEIROS

2.4.1. Os cozinheiros devem:

a) Confeccionar e servir as refeições;

b) Assegurar a limpeza e arrumação das instalações que lhes estão confiadas;

(7)

lamento Interno

2.5 - ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO

Os Encarregados de Educação têm o dever de:

2.5.1. Acompanhar todo o processo de aprendizagem do seu educando;

2.5.2. Contribuir por todas as formas para a educação integral do aluno;

2.5.3. Comparecer na Escola sempre que seja solicitado;

2.5.4. Contactar os docentes, no horário previamente estabelecido, para colher e prestar informações sobre o seu educando;

2.5.5. Colaborar com os docentes na busca de soluções para situações/problemas surgidos ao seu educando;

(8)

lamento Interno

3.1 - DOCENTES

Para além dos direitos que lhe são conferidos por lei, os Docentes têm direito a:

3.1.1. Ser respeitados nas suas ideias e bens;

3.1.2. Ser atendidos e esclarecidos nas suas dúvidas e sobre os direitos que lhes assistem;

3.1.3. Ser consultados antes de serem indigitados para qualquer tarefa específica e ouvidos nas suas razões;

3.1.4. Conhecer, previamente, toda a documentação sujeita a discussão;

3.1.5. Ser informados e ter acesso a toda a documentação e legislação com repercussão na actividade docente;

3.1.6. Ser apoiados no exercício das suas actividades pelo Director da Escola;

3.1.7. Apresentar propostas ao Director da Escola;

3.1.8. Ter à sua disposição material didáctico em condições de poder ser utilizado;

3.1.9. Beneficiar e participar em acções de formação que concorram para o seu enriquecimento profissional;

3.1.10. Conhecer com antecipação razoável (48 horas de antecedência), alterações no seu horário habitual (reuniões, interrupções de aulas,...);

3.1.11. Exercer actividade sindical de acordo com as disposições legais.

(9)

lamento Interno

3.2 - ALUNOS

Para além do que está estabelecido legalmente, todos os alunos têm ainda direito a:

3.2.1. Ser tratados com educação e amizade por colegas, docentes e funcionários;

3.2.2. Ser ajudados nas dificuldades e cada vez mais estimulados nos seus êxitos e realizações;

3.2.3. Ter um ensino adequado às suas necessidades;

3.2.4. Dispor de situações variadas e interessantes para aprender melhor;

3.2.5. Ser ouvidos antes de serem responsabilizados;

3.2.6. Ter o material necessário às actividades escolares;

3.2.7. Utilizar livros e materiais existentes na Escola;

3.2.8. Ter uma Escola limpa e acolhedora;

3.2.9. Ter a colaboração e interesse dos pais / encarregados de educação pela sua vida escolar;

3.2.10. Dispor na Escola de lugares de lazer, de estudo e de convívio;

3.2.11. Ter seguro escolar de acordo com as normas legais;

3.2.12. Ter professores assíduos e pontuais;

3.2.13. Ausentar-se da Escola, durante o período de aulas, por motivos devidamente justificados pelos respectivos Encarregados de Educação;

3.2.14. Receber apoio médico de acordo com a legislação em vigor.

(10)

lamento Interno

3.3 - PESSOAL NÃO DOCENTE

Para além dos direitos que lhe são conferidos por lei, tem direito a:

3.3.1. Ser tratado com lealdade e respeito pela sua pessoa, ideias e bens e também pelas suas funções;

3.3.2. Estar correcta e claramente informado das obrigações e serviços por que é responsável;

3.3.3. Dispor de um pequeno intervalo em cada período do dia, nomeadamente para tomar café ou lanche, de acordo com a organização do serviço expressamente programado.

3.4 - ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO/PAIS

A educação é, por direito natural e constitucional, um dever dos pais. A todos os Pais/Encarregados de Educação assiste o direito de participar no processo educativo dos seus filhos.

Esta participação poderá ser feita:

3.4.1. Contactando os docentes no horário estabelecido;

3.4.2. Acompanhando regularmente as actividades e tarefas escolares do seu educando;

3.4.3. Consultando e analisando frequentemente as informações enviadas pela Escola;

3.4.4. Participando, activamente, no Projecto Educativo da Escola.

(11)

lamento Interno

4.1. AO DOCENTE:

a) Trocar tempos lectivos ou salas de aula sem autorização do Director da Escola;

b) Abandonar a sala de aula antes do fim do tempo lectivo, salvo por imperioso e justificado motivo;

c) Fumar no recinto escolar;

d) Assinar o livro do ponto sem ter dado as aulas;

e) Transmitir quaisquer informações do Conselho Escolar a quem quer seja;

f) Transmitir quaisquer informações relativas ao funcionamento da escola, para fora da mesma.

4.2. AO ALUNO:

a) Fumar no recinto escolar;

b) Sair sem autorização do Director ou do Docente.

4.3. AO PESSOAL NÃO DOCENTE:

a) Fumar no recinto escolar;

b) Trocar de horários sem autorização do Director da Escola;

c) Abandonar o trabalho sem motivo justificado.

(12)

lamento Interno

5.1. CONTROLO DE ENTRADAS E SAÍDAS

5.1.1. Têm livre acesso às instalações o pessoal docente, não docente e os discentes, dentro dos respectivos horários;

5.1.2. Para velar pela segurança dos alunos, determina-se:

a) O controlo de entradas e saídas pelos Auxiliares, sendo obrigatória a identificação do indivíduo sempre que tal seja exigida;

b) A proibição de saída da Escola aos alunos durante o período lectivo (nos intervalos), excepto em situações devidamente autorizadas.

5.1.3. Têm acesso condicionado às instalações os Encarregados de Educação, os fornecedores e outros visitantes nos seguintes moldes:

a) Os Encarregados de Educação devem indicar à entrada o local para onde pretendem dirigir-se;

b) Os fornecedores devem identificar-se à entrada;

c) Qualquer visitante tem de identificar-se e, mediante o assunto a abordar e com autorização da Direcção da Escola, será conduzido ao respectivo

(13)

lamento Interno

5.2. C

ANTINA

5.2.1. A cantina funciona pela ordem de chegada dos alunos, em fila;

5.2.2. O almoço é servido ao balcão, no período compreendido entre as 12.30h e as 13.30h.

5.3. T

ELEFONE

A Escola dispõe de uma central telefónica para estabelecer ligações telefónicas com o exterior. Esta central apenas pode ser utilizada pela população escolar e mediante o pagamento da respectiva chamada, caso não seja chamada ao serviço da escola. Salvo assuntos urgentes, os docentes não podem usar o telefone da Escola durante as aulas. É proibido o uso de telemóveis durante as aulas.

5.4. CONSELHO ESCOLAR

5.4.1 - O Conselho Escolar é formado pelos Docentes e reúne, em princípio, mensalmente.

5.5. VIGILÂNCIA DOS RECREIOS

5.5.1. Sendo o espaço de recreio considerado um momento liberto de interferência dos adultos, o papel dos docentes e auxiliares limita-se a favorecer o conhecimento do comportamento dos alunos e a fazer com que estes respeitem as regras estabelecidas de modo a evitar-se conflitos entre eles;

(14)

lamento Interno

5.5.2. A vigilância dos alunos, durante os recreios, é da responsabilidade dos Docentes e dos Auxiliares de Acção Educativa.

5.6. AUSÊNCIA PREVISTA OU IMPREVISTA DE DOCENTES

5.6.1. Na ausência de um docente, os alunos serão distribuídos pelas outras turmas existentes;

5.6.2. Em caso algum um aluno poderá regressar a casa fora da hora habitual, sem que para tal exista prévia solicitação do seu Encarregado de Educação e autorização do docente responsável.

5.7. AVALIAÇÃO DOS ALUNOS

a) Em Conselho Escolar, são marcadas a data e a duração de cada período de avaliação;

b) Os alunos são avaliados pelos docentes que devem ainda ter em conta a sua auto-avaliação e as informações dadas pelos pais.

5.7.1.

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DOS ALUNOS

a) Objectivos mínimos alcançados;

b) Trabalho de casa efectuado;

c) Trabalho realizado no âmbito das actividades da Área de Projecto, do Projecto Anual de Actividades, cumprindo o Projecto Educativo;

d) Participação e interesse nas actividades realizadas.

(15)

lamento Interno

5.7.2 – CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DOS DOCENTES

a) Apresentação do Relatório das Actividades;

b) Análise dos mesmos, por três Docentes, nomeados pelo Director;

c) Elaborar uma acta com a menção atribuída;

d) Dar cumprimento à Lei de Bases do Sistema Educativo em conjugação com o Estatuto da Carreira Docente.

5.7.3 – CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS

a) Baseados na Lei nº10/2004, de 22 de Março e no Decreto Legislativo Regional nº29/2006/M, de 19 de Julho.

5.8. COMPONENTE NÃO LECTIVA

5.8.1. O Conselho Escolar define os critérios e a tipologia das actividades dos docentes na interrupção das actividades lectivas, de forma a contemplar, entre outras:

a) Avaliação dos alunos;

b) Serviço de matrículas;

c) Organização de turmas;

d) Elaboração de Horários;

e) Apoio pedagógico aos alunos;

f) Actividades lúdico - culturais e outras de ocupação de tempos livres;

g) Elaboração de propostas de actualização do Regulamento Interno da Escola e do Plano Anual de Actividades;

(16)

lamento Interno

h) Inventariação de necessidades em equipamentos e meios didáctico- pedagógicos;

i) Outros serviços administrativos.

6. P

ONTUALIDADE

6.1. Exige-se pontualidade no cumprimento dos horários, a todos: pessoal docente, discente e não docente;

6.2. Ao toque da campainha, alunos e docentes deverão dirigir-se, imediatamente, à sala de aula. A saída da sala de aula é regulada, igualmente, pelo toque da campainha.

7. A

SSIDUIDADE

7.1. A assiduidade dos alunos e dos docentes é um dos factores decisivos do rendimento escolar. Sendo as faltas objecto de legislação própria, apenas definimos alguns aspectos específicos da sua aplicação nesta Escola;

7.2. Haverá lugar à marcação de falta ao aluno pelos seguintes motivos:

a) Sempre que compareça a, pelo menos, três aulas sem o material Não comparência às aulas – falta de presença;

b) Será marcada falta no Diário de Frequência.

7.3. As faltas dos alunos serão consideradas justificadas mediante a apresentação de documento comprovativo.

7.4 Os alunos afectados por piolhos ou qualquer outra doença infecto - contagiosa, ficarão em casa até que esteja debelado esse problema.

(17)

lamento Interno

8. CONSIDERAÇÃO FINAL

8.1. Toda a Comunidade Escolar deverá ter conhecimento do presente Regulamento Interno;

8.2. O presente Regulamento Interno da Escola B1/PE de São Roque do Faial é válido até que o Conselho Escolar o decida alterar.

* Aprovado em Conselho Escolar, a 8 de Março de 2007.

O Conselho Escolar:

José de Nóbrega Dória

Márcio Fernando de Sousa Oliveira Maria Lina Viveiros

Susana Xavier Daniela Póvoa

Márcia Lúcia Santos Araújo Isilda Pontes Marques

Ana Emília Gouveia Isabel Augusta Loureiro Maria Alice Costa Brandão Tiago Henrique Lisboa R. Alves

Edite Freitas Góis

Referências

Documentos relacionados

Indeed, the traditional tribe-level taxa used in poeciliine systematics do not closely match the results of modern phylogenetic investigations (Rodriguez, 1997; Costa, 1998;

Em contrapartida, o que, via de regra, se vê nas varas de família, jurisdição onde as ações que instauram a curatela são propostas, muitas das pessoas não

indicado pelo Sindicato dos Trabalhadores da Educação do Estado de Santa Catarina,

XI – ter autonomia para definir produção, programação e distribuição de conteúdo no sistema público de radiodifusão, em consonância com o seu Conselho

Nesse contexto, foi possível pensar que não devemos ignorar as diferenças existentes entre uns e outros como seres em si diante de um determinado viés ou contexto social aos quais

humanos; condução de pesquisa envolvendo seres humanos; reconhecimento de autoria; propriedade intelectual; relação empresa/indústria- universidade; o processo de

Para esta Campanha serão válidas somente as nota(s) e/ou cupom(ns) fiscal(is) emitidos pelos estabelecimentos comerciais integrantes do PAINEIRAS SHOPPING , que