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(1)

lbuquerque Araújo e Marcella Pâmela da Costa Silva

~lica Leite

J, Danielle Castro de Morais, Mariana Plastino Andrade, Mayara

J Rocha e Rafael Ribeiro

a ria Cristina Lopes Araujo

gação na Publicação (CIP) Livro, SP, Brasil)

telefônicas, ambientais e gravações toAvolio. -7. ed. rev., atual. e ampl.- 2019.

1terceptaçôes telefônicas 3. Prova (Di-

CDU-343.14

o sistemático:

;tinas: Processo penal 343.14 ônicas: Processo penal 343.14 ecária - CRB-8/9427

7ª edição atualizada

e

ampliada

THOMSON REUTERS

REVISTADOS

TRIBUNAISN

(2)

Diretora de Conteúdo e Operações Editoriais

JULIANA MAYUMI ÜNO

Gerente de Conteúdo

MILISA CRISTINE ROMERA

Editorial:Aline Marchesi da Silva, Diego Garcia Mendonça, Karolina de Albuquerque Araújo e Marcella Pâmela da Costa Silva Gerente de Conteúdo Tax:Vanessa Miranda de M. Pereira

DireitosAutorais:Viviane M. C. Carmezim

Assistente Editorial: Francisca Lucélia Carvalho de Sena Analista de Projetos:Camilla Dan tara Ventura

Produção Editorial Coordenação

ANDRllA R. ScHNEIDER NUNES CARVALHAES

Especialistas Editoriais:Gabriele Lais Sant'Anna dos Santos e Maria Angélica Leite Analista de Projetos: Larissa Gonçalves de Moura

Analistas de Operações Editoriais:Caroline Vieira, Da mares Regina Felicio, Danielle Castro de Morais, Mariana Plastino Andrade, Mayara Macioni Pinto e Patrícia Melhado Navarra

Analistas de Qualidade Editorial:Carina Xavier, Fernanda Lessa, Leonardo Rocha e Rafael Ribeiro Estagiárias: Beatriz Fialho e Diene Ellen

Capa:Chrisley Figueiredo Adaptação de capa:WK Editoração

Controle de Qualidade da Diagramação:Carla Lemos

Equipe de Conteúdo Digital Coordenação

MARCEUO ANTONIO MASTROROSA PEDRO

Analistas: Ana Paula Cavalcanti, Jonatan Souza, Luciano Guimarães e Maria Cristina Lopes Araujo Administrativo e Produção Gráfica

Coordenação MAURICIO ALVES MONTE

Analista de Produção Gráfica: Aline Ferrarezi Regis

Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) Avalio, Luiz Francisco Torquato

Provas ilícitas: interceptações telefônicas, ambientais e gravações clandestinas/ Luiz Francisco Torquato Avolio. -7. ed. rev., atual. e ampl. - São Paulo: Thomson Reuters Brasil, 2019.

Bibliografia.

ISBN 978-85-5321-611-6

1. Gravações clandestinas 2. Interceptações telefônicas 3. Prova (Di- reito) 1. Título.

19-26783 CDU-343.14

Índices para catálogo sistemático:

1. Provas ilícitas: Gravações clandestinas: Processo penal 343.14 2. Provas ilícitas: Interceptações telefônicas: Processo penal 343.14

Cibele Maria Dias - Bibliotecária - CRB-8/9427

(3)

,aiíssimo ensaio de Luiz Francisco Torquato mestre na Faculdade de Direito da Univer- lho sobre "Provas ilícitas - Interceptações 1stitui precioso manancial de informações,

>, que levaram seu autor a tomar posições

ntífico à simplicidade da exposição, e que de uma das diversas linhas possíveis.

ue apresento essa obra aos operadores do se constituirá num trabalho de consulta tes ou não, se interessem, prática ou teori- iante.

ADA PELLEGRINI GRINOVER

SUMÁRIO

NOTA SOBRE À 7.ª EDIÇÃO ... . OTA SOBRE À 6.ª EDIÇÃO ... . NOTA SOBRE À 5.ª EDIÇÃO ... .

7

9

11

NOTA SOBRE À 4.ª EDIÇÃO... 13

NOTA SOBRE À 3.ª EDIÇÃO ... . 15

PREFÁCIO À 2.ª EDIÇÃO... 17

APRESENTAÇÃO À l.ª EDIÇÃO... 19

1. INTRODUÇÃO... 27

1.1 liberdades públicas e processo penal... 27

1.2 Crise da justiça e impunidade... 28

1.3 O problema das provas ilícitas e das interceptações telefõnicas... .. .... .... 29

2. O DIREITO À PROVA E O DOGMA DA VERDADE REAL... 31

2.1 A prova: considerações gerais... 31

2.2 O princípio do contraditório... 32

2.3 O direito à prova e a garantia de ação e de defesa... 35

2.3.1 A jurisprudência das cortes alemãs e a afirmação do rechtliches Gehôr ..... 35

2.3.2 A corte constitucional italiana e as limitações desarrazoadas ao direito à prova... 3 7 2.3.3 A jurisprudência da Corte Federal Alemã e a noção de relevãncia da prova... 38

2.4 O direito à prova no processo penal . .. .. ... . .. ... .. .. ... .. ... ... .. . .. .. ... 40

2.5 O dogma da verdade real... 43

3. AS PROVAS ILÍCITAS... 47

3.1 Conceito... 47

(4)

22 1 PROVAS ILÍCITAS

3.1.1 Terminologia... 47

3.1.2 Evolução do conceito... 48

a) Pela admissibilidade das provas ilícitas... 49

b) Pela inadmissibilidade das provas ilícitas... 50

b. l) A inadmissibilidade das provas ilícitas no direito com- parado... 50

b.1.1) Itália... 50

b.1.2) Alemanha... 53

b.1.3) Estados Unidos da América... 55

b.1.4) Espanha... 58

b.1.5) França... 59

b.1.6) Portugal... 59

3.2 A teoria da proporcionalidade... 60

3.2.1 O conceito e sua evolução... 60

a) A Suprema Corte norte-americana e a doutrina da razoabili- dade... 65

b) A Corte Constitucional alemã e o princípio da proporcionali- dade... 67

3.2.2 Crítica à teoria da proporcionalidade... 70

3.2.3 Teoria da proporcionalidade e prova ilícita pro reo.......... 71

3.3 As provas ilícitas por derivação ... 72

3.3.1 Prova emprestada... 79

3.4 A proibição das provas ilícitas no sistema constitucional vigente... 81

3.5 As categorias da proibição: inadmissibilidade e impedimento de utiliza- ~···~ 3.5.1 Atipicidades e nulidades... 91

a) Tipicidade processual ... . . .. . .. . . .. . . .. . . . .. . . . .. . . .. . . . .. . . . .. . . .. . ... 91

b) Consequências da atipicidade e o sistema de nulidades... 94

3.5.2 Atipicidade constitucional... 96

3.6 A inadmissibilidade das provas ilícitas no direito processual penal brasi- leiro... 99

3.6.1 Provas ilícitas por derivação... 101

3.7 Conclusão parcial... 102

(5)

as provas ilícitas ... . das provas ilícitas ... . ide das provas ilícitas no direito com-

nidos da América ... .

e-americana e a doutrina da razoabili-

l alemã e o princípio da proporcionali-

ionalidade ... . ie e prova ilícita pro reo ... .

o sistema constitucional vigente ... . oissibilidade e impedimento de utiliza-

icidade e o sistema de nulidades ... .

[citas no direito processual penal brasi-

ío ... . 47 48 49 50

50 50 53 55 58 59 59 60 60

65

67 70 71 72

79 81

90 91 91 94 96

99 101 102

4. INTERCEPTAÇÕES TELEFÔNICAS E GRAVAÇÕES CLANDESTINAS... 103

4.1 Conceitos... 104

4 .1.1 Interceptação: considerações gerais... 104

a) Interceptação telefônica stricto sensu.... ... .. .. ... .. .... ... 106

a. l) Definição . . . . .. .. . . . .. . .. .. .. ... ... ... . . . .. . .. .. ... .. .. . .. .. .. . .. . . . .. . ... . ... 106

a.2) Natureza jurídica... 107

a.3) Documentação das interceptações e seu valor probante... 107

b) Escuta telefônica... 109

c) Interceptação ambiental . . . .. . . 109

d) Escuta ambiental... 111

e) Gravações clandestinas - telefônicas e ambientais... 112

4 .2 Direito comparado e ordem internacional... 114

4.2.1 As interceptações telefônicas e a ordem internacional... 114

4.2.2 As interceptações telefônicas no direito comparado... 119

a) Estados Unidos da América... 119

b) Grã-Bretanha ... 126

c) República Federal Alemã... 127

d) Itália... 128

e) França... 132

O Espanha .. . . ... .. . . ... .. . .... ... ... .... . . . .... .. ... ... .. . ... ... ... .. .. . ... 135

g) Portugal... 137

4 .3 Direito brasileiro . . . .. . . .. . . 139

4.3.1 O sistema anterior à Constituição de 1988 ... 139

4.3.2 Evolução da jurisprudência do Supremo Tribunal Federal... 145

a) RE 85.439/RJ,j. 11.11.1977 ... 146

b) RE 100.094-5/PR,j. 28.06.1984... 146

c) RHC 63.834-1/SP,j. 18.12.1986 ... 147

4 .3.3 A perspectiva constitucional: questões decorrentes... 14 7 a) As balizas da Constituição de 1988... 147

b) Interceptações na doutrina e jurisprudência pós-1988 ... 149

c) As linhas de divergência no Supremo Tribunal Federal... 151

d) Interceptações ilícitas e princípio da proporcionalidade... 154

e) Gravações clandestinas: evolução da jurisprudência brasilei- ra - primeiros julgados... 155

(6)

24 1 PROVAS ILÍCITAS

O O pioneiro projeto de lei sobre interceptações e escutas tele-

fônicas... 157

g) De lege Jerenda: os recentes projetos de lei e o papel regulador e controlador da Corte Suprema ... 159

4.4 Consideraçôes finais ... ... 164

5. CONSIDERAÇÕES SOBRE A LEI 9.296/1996 ... 169

5.1 O contexto do advento da nova lei... 169

5.2 O texto... 177

5.3 Questões... 178

5.3.1 "Interceptação" englobaria a escuta telefônica? ... ... 179

5.3.2 O que se deve entender por "interceptação de comunicações tele- fônicas, de qualquer natureza"?... 182

5.4 A questão do juiz competente... 187

5.5 Requisitos gerais para a interceptação telefônica... 195

5.5.1 Interceptação fundada em "denúncia anônima"... 197

5.6 Requisitos específicos da interceptação e quebra do princípio da propor- cionalidade... 201

5. 7 A garantia contra interceptações desarrazoadas... 203

5.7.1 Encontro fortuito de outros fatos e sua utilização como notitia cri minis......... 204

5.7.2 Interceptação sobre pessoa não investigada... 205

5. 7.3 Utilização do resultado probatório em outro processo... 206

5. 7.4 Indevassabilidade do sigilo profissional... 207

5.8 O crime de interceptação... 228

5.9 Consequências civis da interceptação ilegal ... 233

6. GRAVAÇÕES CLANDESTINAS E INTERCEPTAÇÕES AMBIENTAIS... 235

6.1 A polêmica sobre as gravações clandestinas e as interceptações ambien- tais... 235

6.2 Gravações clandestinas no processo civil... 236

6.3 Gravações clandestinas e ambientais no processo penal ... 238

6.4 Interceptação ambiental... 246

6.5 Gravações e interceptações ambientais na jurisprudência do STF ... 256

(7)

lei sobre interceptações e escutas tele- 157 ntes projetos de lei e o papel regulador

Suprema ... ... 159

5/1996 ··· ei ... . 1 a escuta telefônica? ... . r "interceptação de comunicações tele- ureza"? ... . 164 169 169 177 178 179 182 187 .ação telefônica... 195

"denúncia anônima"... 197

,tação e quebra do princípio da propor- 201 desarrazoadas... 203

·os fatos e sua utilização como notitia 1 não investigada ... . oba tório em outro processo ... . ) profissional ...... . ação ilegal ... . :RCEPTAÇÕES AMBIENTAIS ... . andestinas e as interceptações ambien- 5SO civil ... . tais no processo penal ... . ~ntais na jurisprudência do STF ... . 204 205 206 207 228 233 235 235 236 238 246 256 7. PROVAS ILÍCITAS E SIGILO... 259

7 .1 Sigilo de bancos de dados . . .. . . 259

7 .1.1 Sigilo bancário... 260

7 .1. 2 Sigilo dos dados das ligações telefônicas... 264

7.2 Correspondência eletrônica (e-mail) ... 267

7.3 E-mail corporativo... 269

7.4 Uso de documentos sigilosos... 2 71 7.5 O Marco Civil da Internet e a inviolabilidade da intimidade e do sigilo 272 7.6 Violação do conteúdo de mensagens sem autorização judicial... 276

8. AS PROVAS IMORAIS... 279

8.1 Colocação do tema... 279

8.2 Direito e moral... 279

8.3 O conteúdo do art. 369 do CPC vigente... 281

8.4 As leading questions ... .... .. .. ... ... .. .... .. ... ... ... .. .. ... ... ... .... ... ... ... .... 283

8.5 Inaplicabilidade do cânone da proporcionalidade às provas imorais . . .. . 286

8.6 Conclusões... 287

BIBLIOGRAFIA... 293

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