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Engenharia de Produção

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Academic year: 2021

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Texto

(1)
(2)

Genérico

“Investimento é qualquer aplicação de

recursos de capital realizada visando obter

um fluxo de benefícios ao longo de um

determinado período de tempo futuro ”.

CONCEITOS DE

INVESTIMENTOS

determinado período de tempo futuro ”.

(3)

GASTOS DE INVESTIMENTO

“São aqueles cujos efeitos se estendem a

toda a vida do projeto. Aquisição de fatores

fixos, que determinam a capacidade

instalada de produção ”.

CONCEITOS DE

INVESTIMENTOS

instalada de produção ”.

CUSTOS DE PRODUÇÃO

“São aqueles cujos efeitos se referem

apenas a um período específico do projeto”.

(4)

v

Ativo ou Capital Fixo

v

Tangíveis

ü Sujeitos a depreciação

ü Não sujeitos a depreciação

INVESTIMENTOS

v Intangíveis

v Elementos que compõem o investimento

fixo

(5)

v

Capital de Trabalho

v

Conceito contábil

ü Capital de giro é a soma dos itens do Ativo Circulante (Disponível e Realizável a curto prazo)

v Conceito financeiro

INVESTIMENTOS

v Conceito financeiro

ü O Capital de giro é igual ao Ativo Circulante menos o Passivo Circulante

v Composição do Capital de Trabalho

ü Estoques Médios

ü Quantidade Média de Créditos Ativos

(6)
(7)

Genérico

“A execução de um projeto dependerá

fundamentalmente dos recursos

disponíveis interna e externamente à

empresa ”.

CONCEPÇÃO DE

FINANCIAMENTO

empresa ”.

(8)

v

Recursos Internos

v

Capital Próprio

v

Recursos Externos

FINANCIAMENTO

v

Recursos Externos

v

Capital de Terceiros

(9)

v

Fontes de Recursos

v

Condições Preliminares

ü Garantias Reais

ü Aportar parcela de RP

FINANCIAMENTO

ü Demonstrar viabilidade técnica do projeto ü Demonstrar rentabilidade

ü Capacidade de atender os compromissos

(10)

v

Fatores na Seleção das Fontes

v

Compatibilidade

v Risco

ü Risco Primário ü Risco Secundário

FINANCIAMENTO

ü Risco Secundário

v Rendimento

v Controle

v Flexibilidade

v Época

(11)

v

Classificação das Fontes de Recursos

v

Quanto ao Prazo

v Quanto a Origem

ü Fontes Internas

§ Reservas (depreciação, exaustão)

FINANCIAMENTO

§ Reservas (depreciação, exaustão) § Lucros retidos

§ Capital Próprio

ü Fontes Externas

§ Ações (ordinárias e preferenciais)

§ Empréstimos (bancos privados ou estatais) § Lançamento de debêntures

(12)
(13)

“É a arte e a ciência de administrar fundos.

Praticamente todos os indivíduos e organizações obtêm receitas ou levantam fundos, gastam ou investem. Finanças ocupa-se do processo,

CONCEITOS DE

FINANÇAS

Prof. Dr. Mário Luiz Evangelista

investem. Finanças ocupa-se do processo,

instituições, mercados e instrumentos envolvidos na transferência de fundos entre pessoas, empresas e gastos. ”.

(14)

DECISÕES DO ADM.

FINANCEIRO

Investimento

Administração Ativos Circulantes

Prof. Dr. Mário Luiz Evangelista

üEnvolve a avaliação e escolha de alternativas de aplicação de

recursos nas atividades normais da empresa, na busca da estrutura ideal em termos de ativos, para que os objetivos da empresa como um todo sejam atingidos.

Administração da estrutura

do ativo da empresa Ativos

(15)

DECISÕES DO ADM.

FINANCEIRO

Financiamento

Administração da estrutura Passivos Circulante PELP

Prof. Dr. Mário Luiz Evangelista

üA melhor composição de financiamentos a curto e longo prazo

da empresa, bem como a estrutura do capital próprio. Uma das funções importantes é a de conseguir os recursos necessários para financiar a estrutura de investimentos ao mais baixo custo possível.

da estrutura

do passivo da empresa Patrimônio Líquido

(16)

DECISÕES DO ADM.

FINANCEIRO

Destinação do LL

Administração da estrutura Dividendos

Prof. Dr. Mário Luiz Evangelista

üÉ a política de dividendos que se preocupa com a destinação

dada aos recursos financeiros que a própria empresa gera em suas atividades operacionais e extra-operacionais.

da estrutura do lucro líquido

(17)

Por quê é preciso ter uma função objetivo?

OBJETIVOS DA GESTÃO

FINANCEIRA

ü

Um AF não pode tomar decisões sem ter uma função objetivo e a escolha do objetivo errado pode ser um desastre;

ü

Prof. Dr. Mário Luiz Evangelista

ü

Os objetivos são importante pois determinam o modelo adequado de tomada de decisão;

ü

A firma deve ter uma função objetivo que domine todas as outras;

(18)

Pontos de vista Clássicos:

ü

“ Assume-se que o objetivo da firma é o de maximizar o valor para os proprietários”.

Van Horne.

ü

“ O sucesso é avaliado pelo valor, i. é, os acionistas

OBJETIVOS DA GESTÃO

FINANCEIRA

Prof. Dr. Mário Luiz Evangelista

ü

“ O sucesso é avaliado pelo valor, i. é, os acionistas

estarão melhor com qualquer decisão que aumente o valor de seus investimentos na firma. O segredo da Adm.

Financeira é aumentar o valor!”.

Brealey, Myers.

ü

“ O mais importante é que o objetivo da firma seja o de Maximizar a riqueza de seus acionistas”.

Copeland,

(19)

Pontos de vista Clássicos:

ü

“ ...assumiremos que o objetivo primeiro do Adm.

Financeiro é a maximização da riqueza dos acionistas, que se traduz na maximização do preço da ação ordinária”.

Brighan; Gapenski.

ü

“ As decisões financeiras são orientadas por um objetivo

OBJETIVOS DA GESTÃO

FINANCEIRA

Prof. Dr. Mário Luiz Evangelista

ü

“ As decisões financeiras são orientadas por um objetivo Básico: o valor da empresa a longo prazo... Maximizar o valor aos acionistas, a l. prazo, em termos de fluxo de caixa, é

essencial para assegurar o sucesso e a sobrevivência da empresa”.

Gitman.

ü

“... O enfoque do conjunto de contratos afirma que a

sociedade visa maximizar a riqueza dos acionistas”.

Ross;

(20)

Suposições implícitas nos pontos de vistas

clássicos:

ü

Todos os outros stakeholders têm o mesmo objetivo dos acionistas; isto é, a Administração e os empregados também buscam maximizar o valor da firma;

OBJETIVOS DA GESTÃO

FINANCEIRA

Prof. Dr. Mário Luiz Evangelista

ü

A função objetivo da administração é maximizar a riqueza dos acionistas. Eles são disciplinados pelo fato de prestarem contas aos acionistas e ao Conselho de Administração;

ü

Os mercados financeiros são eficientes, isto é, o preço de

mercado é uma estimativa não tendenciosa do verdadeiro valor da firma;

(21)

Posicionamento do Ministério da Fazenda

ORGANOGRAMA DO MINISTÉRIO DA FAZENDA

MF

Prof. Dr. Mário Luiz Evangelista

Órgãos Colegiados Órgãos Esp. Singulares Conselho Controle Ativ. Fin. Coaf Sec. Rec. Federal CMN Cons.Rec SFN Soc.Ec. Mista Emp. Publ. Autar. Sec.Tes. Nac. Cons Nac Seg. Priv. Entidades Vinculadas B C C V M S u p S eg P ri C E F B B B a n co N o rd . B a n co A m a z. In st . R es se g B ra si l

(22)

SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL

ORGANOGRAMA DO MINISTÉRIO DA FAZENDA

SFN

Prof. Dr. Mário Luiz Evangelista

Subsistema Normativo Cons. Mon N CVM SecPrev. Compl. Cons. Ress SFN Demais Inst. Fin. Agentes Espec. BC Sup. Seg Priv. Subsistema Intermediação B B B N D E S B M ul t B R D E B C oop C E F S is t. B ra s.P ou S oc C d Im ob il. L eas in g B I n v . S oc . M ic roe m A rr M er A n c F om . C ia H ip ot . F a ct /C a rt C o rr et . B V M . B M & F Fonte: Fortuna, 2001

(23)

DINÂMICA DO MERCADO BC T Cx Títulos do Tesouro R$ Exterior US$ Títulos do BCCx R$ T Governo Tesouro

Prof. Dr. Mário Luiz Evangelista

PÚBLICO

Banco 1 Banco 2 Banco 3 Banco N

Mercado Interbancário CDB R$ LC R$ RDB R$ C/C R$ Cotas Fundos R$ R$ C/C CDI R$ Fonte: Fortuna, 2001

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(25)

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO

Receitas Operacionais Brutas

Receitas Operacionais Brutas 180.000180.000 =Receita de Vendas Totais 180.000

((--) ) Deduções da Receita Deduções da Receita Bruta 20.000 Bruta 20.000 = Receitas Operacionais Líquidas

= Receitas Operacionais Líquidas 160.000160.000 (-)Custo do Produto Vendido 96.000 = Lucro Bruto

= Lucro Bruto 64.00064.000 = Lucro Bruto

= Lucro Bruto 64.00064.000 ((--)Despesas Operacionais 8.448)Despesas Operacionais 8.448 Salários e Ordenados 6.000 Encargos Sociais 2.160 Desp. Depreciação 288 = Lucro Líquido do Exercício 55.552 = Lucro Líquido do Exercício 55.552

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Referências

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