Genérico
“Investimento é qualquer aplicação de
recursos de capital realizada visando obter
um fluxo de benefícios ao longo de um
determinado período de tempo futuro ”.
CONCEITOS DE
INVESTIMENTOS
determinado período de tempo futuro ”.
GASTOS DE INVESTIMENTO
“São aqueles cujos efeitos se estendem a
toda a vida do projeto. Aquisição de fatores
fixos, que determinam a capacidade
instalada de produção ”.
CONCEITOS DE
INVESTIMENTOS
instalada de produção ”.
CUSTOS DE PRODUÇÃO
“São aqueles cujos efeitos se referem
apenas a um período específico do projeto”.
v
Ativo ou Capital Fixo
v
Tangíveis
ü Sujeitos a depreciação
ü Não sujeitos a depreciação
INVESTIMENTOS
v Intangíveis
v Elementos que compõem o investimento
fixo
v
Capital de Trabalho
v
Conceito contábil
ü Capital de giro é a soma dos itens do Ativo Circulante (Disponível e Realizável a curto prazo)
v Conceito financeiro
INVESTIMENTOS
v Conceito financeiro
ü O Capital de giro é igual ao Ativo Circulante menos o Passivo Circulante
v Composição do Capital de Trabalho
ü Estoques Médios
ü Quantidade Média de Créditos Ativos
Genérico
“A execução de um projeto dependerá
fundamentalmente dos recursos
disponíveis interna e externamente à
empresa ”.
CONCEPÇÃO DE
FINANCIAMENTO
empresa ”.
v
Recursos Internos
v
Capital Próprio
v
Recursos Externos
FINANCIAMENTO
v
Recursos Externos
v
Capital de Terceiros
v
Fontes de Recursos
v
Condições Preliminares
ü Garantias Reais
ü Aportar parcela de RP
FINANCIAMENTO
ü Demonstrar viabilidade técnica do projeto ü Demonstrar rentabilidade
ü Capacidade de atender os compromissos
v
Fatores na Seleção das Fontes
vCompatibilidade
v Risco
ü Risco Primário ü Risco SecundárioFINANCIAMENTO
ü Risco Secundáriov Rendimento
v Controle
v Flexibilidade
v Época
v
Classificação das Fontes de Recursos
v
Quanto ao Prazo
v Quanto a Origem
ü Fontes Internas
§ Reservas (depreciação, exaustão)
FINANCIAMENTO
§ Reservas (depreciação, exaustão) § Lucros retidos
§ Capital Próprio
ü Fontes Externas
§ Ações (ordinárias e preferenciais)
§ Empréstimos (bancos privados ou estatais) § Lançamento de debêntures
“É a arte e a ciência de administrar fundos.
Praticamente todos os indivíduos e organizações obtêm receitas ou levantam fundos, gastam ou investem. Finanças ocupa-se do processo,
CONCEITOS DE
FINANÇAS
Prof. Dr. Mário Luiz Evangelista
investem. Finanças ocupa-se do processo,
instituições, mercados e instrumentos envolvidos na transferência de fundos entre pessoas, empresas e gastos. ”.
DECISÕES DO ADM.
FINANCEIRO
Investimento
Administração Ativos CirculantesProf. Dr. Mário Luiz Evangelista
üEnvolve a avaliação e escolha de alternativas de aplicação de
recursos nas atividades normais da empresa, na busca da estrutura ideal em termos de ativos, para que os objetivos da empresa como um todo sejam atingidos.
Administração da estrutura
do ativo da empresa Ativos
DECISÕES DO ADM.
FINANCEIRO
Financiamento
Administração da estrutura Passivos Circulante PELPProf. Dr. Mário Luiz Evangelista
üA melhor composição de financiamentos a curto e longo prazo
da empresa, bem como a estrutura do capital próprio. Uma das funções importantes é a de conseguir os recursos necessários para financiar a estrutura de investimentos ao mais baixo custo possível.
da estrutura
do passivo da empresa Patrimônio Líquido
DECISÕES DO ADM.
FINANCEIRO
Destinação do LL
Administração da estrutura DividendosProf. Dr. Mário Luiz Evangelista
üÉ a política de dividendos que se preocupa com a destinação
dada aos recursos financeiros que a própria empresa gera em suas atividades operacionais e extra-operacionais.
da estrutura do lucro líquido
Por quê é preciso ter uma função objetivo?
OBJETIVOS DA GESTÃO
FINANCEIRA
ü
Um AF não pode tomar decisões sem ter uma função objetivo e a escolha do objetivo errado pode ser um desastre;ü
Prof. Dr. Mário Luiz Evangelista
ü
Os objetivos são importante pois determinam o modelo adequado de tomada de decisão;ü
A firma deve ter uma função objetivo que domine todas as outras;Pontos de vista Clássicos:
ü
“ Assume-se que o objetivo da firma é o de maximizar o valor para os proprietários”.Van Horne.
ü
“ O sucesso é avaliado pelo valor, i. é, os acionistasOBJETIVOS DA GESTÃO
FINANCEIRA
Prof. Dr. Mário Luiz Evangelista
ü
“ O sucesso é avaliado pelo valor, i. é, os acionistasestarão melhor com qualquer decisão que aumente o valor de seus investimentos na firma. O segredo da Adm.
Financeira é aumentar o valor!”.
Brealey, Myers.
ü
“ O mais importante é que o objetivo da firma seja o de Maximizar a riqueza de seus acionistas”.Copeland,
Pontos de vista Clássicos:
ü
“ ...assumiremos que o objetivo primeiro do Adm.Financeiro é a maximização da riqueza dos acionistas, que se traduz na maximização do preço da ação ordinária”.
Brighan; Gapenski.
ü
“ As decisões financeiras são orientadas por um objetivoOBJETIVOS DA GESTÃO
FINANCEIRA
Prof. Dr. Mário Luiz Evangelista
ü
“ As decisões financeiras são orientadas por um objetivo Básico: o valor da empresa a longo prazo... Maximizar o valor aos acionistas, a l. prazo, em termos de fluxo de caixa, éessencial para assegurar o sucesso e a sobrevivência da empresa”.
Gitman.
ü
“... O enfoque do conjunto de contratos afirma que asociedade visa maximizar a riqueza dos acionistas”.
Ross;
Suposições implícitas nos pontos de vistas
clássicos:
ü
Todos os outros stakeholders têm o mesmo objetivo dos acionistas; isto é, a Administração e os empregados também buscam maximizar o valor da firma;OBJETIVOS DA GESTÃO
FINANCEIRA
Prof. Dr. Mário Luiz Evangelista
ü
A função objetivo da administração é maximizar a riqueza dos acionistas. Eles são disciplinados pelo fato de prestarem contas aos acionistas e ao Conselho de Administração;ü
Os mercados financeiros são eficientes, isto é, o preço demercado é uma estimativa não tendenciosa do verdadeiro valor da firma;
Posicionamento do Ministério da Fazenda
ORGANOGRAMA DO MINISTÉRIO DA FAZENDA
MF
Prof. Dr. Mário Luiz Evangelista
Órgãos Colegiados Órgãos Esp. Singulares Conselho Controle Ativ. Fin. Coaf Sec. Rec. Federal CMN Cons.Rec SFN Soc.Ec. Mista Emp. Publ. Autar. Sec.Tes. Nac. Cons Nac Seg. Priv. Entidades Vinculadas B C C V M S u p S eg P ri C E F B B B a n co N o rd . B a n co A m a z. In st . R es se g B ra si l
SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL
ORGANOGRAMA DO MINISTÉRIO DA FAZENDA
SFN
Prof. Dr. Mário Luiz Evangelista
Subsistema Normativo Cons. Mon N CVM SecPrev. Compl. Cons. Ress SFN Demais Inst. Fin. Agentes Espec. BC Sup. Seg Priv. Subsistema Intermediação B B B N D E S B M ul t B R D E B C oop C E F S is t. B ra s.P ou S oc C ré d Im ob il. L eas in g B I n v . S oc . M ic roe m A rr M er A gê n c F om . C ia H ip ot . F a ct /C a rt C o rr et . B V M . B M & F Fonte: Fortuna, 2001
DINÂMICA DO MERCADO BC T Cx Títulos do Tesouro R$ Exterior US$ Títulos do BCCx R$ T Governo Tesouro
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PÚBLICO
Banco 1 Banco 2 Banco 3 Banco N
Mercado Interbancário CDB R$ LC R$ RDB R$ C/C R$ Cotas Fundos R$ R$ C/C CDI R$ Fonte: Fortuna, 2001
DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO
Receitas Operacionais Brutas
Receitas Operacionais Brutas 180.000180.000 =Receita de Vendas Totais 180.000
((--) ) Deduções da Receita Deduções da Receita Bruta 20.000 Bruta 20.000 = Receitas Operacionais Líquidas
= Receitas Operacionais Líquidas 160.000160.000 (-)Custo do Produto Vendido 96.000 = Lucro Bruto
= Lucro Bruto 64.00064.000 = Lucro Bruto
= Lucro Bruto 64.00064.000 ((--)Despesas Operacionais 8.448)Despesas Operacionais 8.448 Salários e Ordenados 6.000 Encargos Sociais 2.160 Desp. Depreciação 288 = Lucro Líquido do Exercício 55.552 = Lucro Líquido do Exercício 55.552