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CÂMARA MUNICIPAL DE BEBEDOURO

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Academic year: 2021

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CÂMARA MUNICIPAL DE BEBEDOURO

ESTADO DE SÃO PAULO

www.camarabebedouro.sp.gov.br

“Deus Seja Louvado”

RUA LUCAS EVANGELISTA, 652 – CEP 14700-425 – TELEFONE: (17) 3345-9200

LEI COMPLEMENTAR Nº 139, DE 31 DE MAIO DE 2021

Institui no âmbito do município de Bebedouro o Programa de Incentivo e Desconto no IPTU denominado “IPTU VERDE” e dá outras providências.

De autoria do vereador Paulo Aurélio Bianchini

JORGE EMANOEL CARDOSO ROCHA, PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE BEBEDOURO/ESTADO DE SÃO PAULO, usando das atribuições que lhe são conferidas pelo § 7º do artigo 66 da Constituição Federal e pelo § 6º do artigo 64 da Lei Orgânica do Município de Bebedouro, faz saber que a Câmara Municipal aprovou e ele promulga a seguinte Lei:

Capítulo I

DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Art. 1º Fica instituído no âmbito do município de Bebedouro o Programa IPTU Verde, cujo objetivo é fomentar medidas que preservem, protejam e recuperem o meio ambiente, voltadas à redução de consumo de recursos naturais e de impactos ambientais no município de Bebedouro, em contrapartida à concessão de redução de alíquotas do Imposto Predial e Territorial Urbano - IPTU -, aos quais tenham sido comprovadamente incorporadas medidas de sustentabilidade ambiental.

Art. 2º O Programa IPTU Verde tem por objetivos: I - melhorar a qualidade de vida dos cidadãos; II - minimizar os impactos ao meio natural;

III - tornar mais eficiente o desempenho urbanístico;

IV - reduzir as demandas hídricas, energéticas e alimentares; V - ampliar a inclusão social e econômica dos cidadãos; e VI - motivar o êxito tributário com a participação cidadã.

Parágrafo único. A redução a que se refere o caput deste artigo será aplicada às novas construções, bem como às edificações existentes que realizarem ampliações, reformas ou comprovarem que já possuem dispositivos/medidas que se enquadrem nesta lei.

Capítulo II DOS REQUISITOS

Art. 3º Será concedida redução na alíquota do Imposto Predial e Territorial Urbano aos proprietários de imóveis residenciais e não residenciais, incluindo condomínios horizontais e verticais, que adotarem as seguintes medidas:

EAC EMPRESA DE ADMINISTRACAO DE

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I - sistema de captação da água da chuva; II - sistema de reuso de água;

III - sistema de aquecimento hidráulico solar; IV - sistema de geração de energia solar fotovoltaica; V - construção com materiais sustentáveis;

VI - construção de “telhado verde” em todos os telhados disponíveis no imóvel para este tipo de cobertura;

VII - manutenção de área permeável não degradável, com cultivo de espécies arbóreas nativas; e/ou áreas com um ou mais árvores em frente ao imóvel, e/ou áreas com cobertura vegetal permeável;

VIII - construção de calçadas ecológicas; IX - adoção de área verde pública;

X - sistema de utilização de energia eólica que corresponda a, no mínimo, 25% (vinte e cinco por cento) da demanda energética da edificação;

XI - possua sistema de poço artesiano e fossa séptica, em imóveis localizados onde não há oferta de serviços da rede de saneamento básico, ou seja, não seja disponibilizado abastecimento de água potável e coleta/tratamento de esgoto pela rede pública.

Parágrafo único. Os benefícios podem ser acumulativos. Art. 4º Para efeito desta lei considera-se:

I - sistema de captação da água da chuva: aquele que capta água da chuva e armazena em reservatório para utilização no próprio imóvel em atividades que não requeiram o uso de água potável, com a instalação de caixa d`água com capacidade mínima de mil litros; II - sistema de reuso de água: aquele utilizado após o devido tratamento da água residual do próprio imóvel, para atividades que não exijam que a mesma seja potável, conforme normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT -, em especial a NBR 13.969/97, com a instalação de caixa d’água com capacidade mínima de mil litros;

III - sistema de aquecimento hidráulico solar: aquele que utiliza sistema de captação de energia solar térmica para aquecimento de água, com a finalidade de reduzir parcialmente o consumo de energia elétrica na residência, integrado ao sistema de energia elétrica do imóvel;

IV - sistema de geração de energia solar fotovoltaica: aquele que utiliza sistema de captação de energia solar por meio de células fotovoltaicas, montadas em um painel solar, com a finalidade de reduzir parcialmente o consumo de energia elétrica na residência, integrado ao sistema de energia elétrica do imóvel;

V - construção mediante a utilização de materiais sustentáveis, aquele que utiliza materiais que atenuem os impactos ambientais, o que deve ser comprovado mediante apresentação de selo certificado e/ou mediante a apresentação de projeto estrutural e arquitetônico com laudo técnico, elaborado por profissional habilitado, que deve contemplar, no mínimo, 50% do material utilizado na obra;

VI - telhados verdes, telhados vivos e/ou ecotelhados: coberturas de edificações no qual é plantada vegetação compatível com a impermeabilização e drenagem adequada, proporcionando melhorais em termos paisagísticos, termoacústico e redução da poluição ambiental;

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VII - área verde permeável; porção do imóvel não impermeabilizada por qualquer tipo de pavimento, não compactada, necessariamente recoberta por vegetação herbácea, arbustiva ou arbórea;

VIII - calçadas ecológicas, em sua maioria, são compostas de pavimentos permeáveis com concreto e grama, faixas de gramado, jardim e árvores, como uma forma de colaborar com o meio ambiente e tentar reduzir os problemas de alagamento e enchentes, pois, elas facilitam a infiltração da água de chuva e contribuem com a redução da temperatura com a elevação da umidade do ar;

IX - adoção de área verde pública corresponde a colaboração técnica e financeira, por pessoa física ou pessoa jurídica, para manutenção e renovação de áreas verdes públicas, como praças, canteiros, parques urbanos, passarelas e monumentos públicos;

X - sistema de utilização de energia eólica é o que utiliza energia dos ventos, gerando e armazenando energia elétrica para aproveitamento no imóvel, visando a reduzir, parcial ou integralmente, o consumo de energia elétrica do imóvel oriunda da rede pública; XI - sistema de poço artesiano e fossa séptica em funcionamento, em locais onde não ocorra o fornecimento de água potável e coleta de esgoto, visando reduzir a poluição do solo pela inexistência de fossas e estimular a captação adequada da água dos lençóis freáticos, enquanto não houver a implantação da infraestrutura de saneamento básico no local pelo Poder Público.

Art. 5º A porcentagem de redução da alíquota do Imposto Predial e Territorial Urbano

será concedida nas seguintes proporções: I - 3% para a medida descrita no inciso I; II - 3% para a medida descrita no inciso II; III - 4% para a medida descrita no inciso III; IV - 4% para a medida descrita no inciso IV; V - 5% para a medida descrita no inciso V; VI - 2% para a medida descrita no inciso VI;

VII - 2% para a medida descrita no inciso VII em imóvel que contenha mais de 40% de área efetivamente permeável;

VIII - 2% para a medida descrita no inciso VIII; IX - 2% para a medida descrita no inciso IX; X - 4% para a medida descrita no inciso X; XI - 5% para a medida descrita no inciso XI.

Art. 6º Os interessados em obter o benefício tributário poderão protocolar o pedido e sua

justificativa no Departamento de Tributos da Prefeitura Municipal de Bebedouro, contendo a medida aplicada em sua edificação ou terreno, devidamente comprovada.

Parágrafo único. O incentivo fiscal será aplicado ao imóvel a partir do exercício seguinte

ao de sua solicitação e respectiva concessão.

Art. 7º Para obter o incentivo fiscal, o contribuinte deverá estar quite com suas obrigações

tributárias ou estar adimplente com acordo de parcelamento efetuado perante a municipalidade.

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Art. 8º A concessão do benefício referido no artigo 5º desta lei serão precedidos de

procedimento administrativo, no qual deverá constar: I - requerimento formal por parte do contribuinte;

II - documentação comprobatória da execução das ações referidas nos incisos do caput do art. 2º desta lei;

III - comprovação da adimplência referida no caput do art. 7º desta lei; IV - parecer técnico competente; e

V - ato concessivo do órgão tributário competente.

Parágrafo único. Para o fim do disposto no caput deste artigo, poderá ser exigida

documentação complementar, a critério da autoridade tributária.

Capítulo III

DA EXTINÇÃO DO BENEFÍCIO Art. 9º O benefício será extinto quando:

I - o proprietário do imóvel inutilizar a medida que levou à concessão da redução;

II - o beneficiário tornar-se inadimplente de qualquer tributo ou acordo de parcelamento, perante a municipalidade;

III - o interessado não fornecer as informações solicitadas pela Administração no prazo solicitado;

IV - não solicitar a renovação do benefício anualmente;

V - comprovação de dolo, fraude ou simulação em relação às informações prestadas, ficando o contribuinte incentivado, impedido de solicitar novo benefício nos cinco exercícios seguintes ao de sua exclusão.

Parágrafo único. Ressalvado o disposto no inciso V do caput deste artigo, a perda do

benefício ocorrerá no exercício seguinte aquele em que ocorreu a hipótese de exclusão.

Art. 10. O beneficiado pelo incentivo deverá comunicar à Administração Tributária

qualquer fato que implique desatendimento das condições para manutenção do incentivo.

Art. 11. A obtenção do incentivo fiscal, ora instituído, não exime o beneficiário do

cumprimento integral da legislação ambiental, urbanística, edilícia e demais normas legais aplicáveis.

Art. 12. O incentivo fiscal de que trata esta lei será administrado pelo Departamento

Municipal de Finanças.

Capítulo IV

DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 13. As despesas decorrentes da execução da presente lei complementar correrão por

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Art. 14. O Poder Executivo municipal poderá regulamentar a presente lei complementar. Art. 15. Esta lei complementar entra em vigor na data de sua publicação.

Bebedouro, Capital Nacional da Laranja, 31 de maio de 2021.

Jorge Emanoel Cardoso Rocha PRESIDENTE

Publicada na Diretoria Legislativa da Câmara Municipal de Bebedouro aos trinta e um dias do mês de maio do ano 2021.

Ivete Spada Leite DIRETORA LEGISLATIVA

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LEI Nº 5.451, DE 31 DE MAIO DE 2021

Dispõe sobre a obrigatoriedade da divulgação no site oficial da Prefeitura do Município de Bebedouro de informações sobre obras públicas em andamento e paralisadas, valor estimado para as obras, os motivos da paralisação, o período de interrupção e a nova data prevista para término da obra e dá outras disposições.

De autoria da vereadora Drª Ivanete Cristina Xavier

JORGE EMANOEL CARDOSO ROCHA, PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE BEBEDOURO/ESTADO DE SÃO PAULO, usando das atribuições que lhe são conferidas

pelo § 7º do artigo 66 da Constituição Federal e pelo § 6º do artigo 64 da Lei Orgânica do Município de Bebedouro, faz saber que a Câmara Municipal aprovou e ele promulga a seguinte Lei:

Art. 1º Obriga a divulgação no site oficial do município de Bebedouro, em página

específica e com acesso facilitado e irrestrito na capa do site da Prefeitura Municipal e no Portal de Transparência de informações acerca das obras públicas municipais em andamento e paralisadas.

§ 1º Deverá ser informado o valor estimado da obra, a data de início e a data de término

da obra;

§ 2º Informar o cronograma de pagamento de acordo com o edital de contratação;

§ 3º Considerar-se-á obra paralisada, para os efeitos desta lei, a obra com atividades

interrompidas por mais de 60 (sessenta) dias;

§ 4º Informar a nova data de retorno da obra paralisada ou a impossibilidade de retorno

das obras pela mesma empresa;

§ 5º Caso não seja possível o retorno das obras pela empresa inicialmente contratada,

seja informada a viabilidade de contratação das demais empresas que participaram do processo licitatório ou a realização de nova licitação para este fim;

§ 6º Disponibilizar por meio de um link de acesso o local onde a obra está sendo

realizada.

§ 7º Disponibilizar se a origem da verba liberada para a obra é proveniente da União, do

Estado ou se é proveniente de recursos próprios.

§ 8º Caso exista contrapartida do município em relação à obra a ser executada, deverá o

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Art. 2º O site oficial da Prefeitura Municipal de Bebedouro utilizado para transmitir as

informações contidas no art. 1º desta lei deverá conter também os dados do órgão público ou concessionária responsável pela obra.

Art. 3º Ultrapassado o prazo de paralisação de que trata o art. 1º, § 3º, desta lei, o

responsável pela obra deverá informar à Prefeitura Municipal de Bebedouro, no prazo máximo de 5 (cinco) dias úteis, o motivo da paralisação da obra.

Art. 4º Para fins de publicidade, também deverá ser disponibilizada para download ao

público em geral uma cópia do contrato mantido entre a Prefeitura Municipal de Bebedouro e a empresa contratada.

Art. 5º Caso haja o rompimento do contrato, se ajuizada ação em desfavor da empresa

contratada, também deverá disponibilizar ao público em geral o número do processo para consulta e o Tribunal onde tramita a ação, bem como disponibilizada para download ao público em geral uma cópia da petição inicial no site oficial.

Art. 6º A presente lei também deverá ser cumprida em sua integralidade por todas as

Secretarias e Autarquias do município de Bebedouro.

Art. 7º As despesas decorrentes da publicação e execução da presente lei serão

suportadas por dotações próprias consignadas no orçamento, suplementadas, se necessário

Art. 8º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.

Bebedouro, Capital Nacional da Laranja, 31 de maio de 2021.

Jorge Emanoel Cardoso Rocha PRESIDENTE

Publicada na Diretoria Legislativa da Câmara Municipal de Bebedouro aos trinta e um dias do mês de maio do ano 2021.

Ivete Spada Leite DIRETORA LEGISLATIVA

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PCMSO bem como os demais serviços continuados de medicina e segurança do trabalho.

Valor: R$ 58.796,87

Contratada: Uroclínica Medicina Ocupacional S/S EPP Data: 13/05/2021

Vigência: 12 meses a partir de 25/05/2021 Bebedouro 26/05/2021

Gilmar Aparecido Feltrim Presidente

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Assinatura: 31/05/2021

Referente: ADITAR o Contrato nº 28/2018 celebrado em 29 de maio de 2018, com amparo no item 4.1.1. da Cláusula Quarta do referido Ajuste e com respaldo legal no inciso II, do artigo 57 e no inciso I, do artigo 58, da Lei Federal nº 8.666/93, atualizada pelas Leis Federais nºs: 8.883/94, 9.032/95, 9.069/95, 9.648/98 e 9.854/99 e ulteriores alterações, mediante o que segue estabelecido abaixo: Retificam-se as Cláusulas: Terceira e Quarta e Ratificam-se todas as demais cláusulas pactuadas no Contrato nº 28/2018 celebrado entre as partes em 29 de maio de 2018, no Termo Aditivo de nº 49/2019 celebrado em 30 de maio de 2019 e no Termo Aditivo de nº 46/2020 celebrado em 29 de maio de 2020, referente à licitação modalidade Pregão Presencial nº 35/2018, passando as mesmas a vigorarem com as seguintes redações:

CLÁUSULA TERCEIRA:- DO PREÇO, DAS CONDIÇÕES DE PAGAMENTO E DE REAJUSTAMENTO

3.1.- Através deste instrumento aditivo, a CONTRATANTE pagará à CONTRATADA, pela prestação de serviços descrita na cláusula primeira do contrato inicial, o preço agora reajustado de R$ 79,0869 mensal por prédio público e R$ 949,0438 anual por prédio público, perfazendo o valor total do presente termo aditivo de R$ 94.904,38 (Noventa e quatro mil e novecentos e quatro reais e trinta e oito centavos) obtido com base na variação anual de 6,76% do índice IPCA - Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, apurado e publicado pela IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, referente ao mês de abril de 2021, em função da terceira prorrogação do prazo para a execução dos serviços por mais 12 (doze) meses, que somado ao valor total do contrato inicial juntamente com os termos aditivos anteriores de R$ 258.431,695 (Duzentos e cinquenta e oito mil, quatrocentos e trinta e um reais e sessenta e nove centavos), perfaz agora o valor total do contrato aditado de R$ 353.336,075 (Trezentos e cinquenta e três mil, trezentos e trinta e três reais e sete centavos),observadas as condições seguintes:

3.2.- A CONTRATADA deverá continuar a fornecer as notas fiscais mensais correspondentes aos valores da prestação dos serviços, no primeiro dia útil subseqüente ao mês vencido, notas fiscais estas que deverão ser quitadas no 5º (quinto) dia útil, fora à semana, contado da data da entrega das mesmas;

3.3.- O reajustamento de preços da prestação dos serviços objeto do contrato aditado ficará suspenso pelo prazo de 12 (doze) meses, de acordo com os artigos 11 e 12 da Lei nº 8.880, de 27 de maio de 1994, que dispõe sobre o Programa de Estabilização Econômica, proibindo a previsão ou concessão de reajustes em prazo inferior a doze meses e que quando devidamente autorizado antes deste período ou após o mesmo, será praticado anualmente com base na variação do índice IPCA - Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, apurado e publicado pela IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, ou outro índice que porventura venha a substituí-lo, em caso de extinção, ou ainda, por outro índice específico estabelecido por órgão competente.

CLÁUSULA QUARTA:- DO PRAZO DE VIGÊNCIA

4.1.- O prazo de vigência do instrumento de contrato inicial que era de 12 (doze) meses, posteriormente prorrogado por mais 24 (vinte e quatro) meses através de termos aditivos anteriores, contados da data do efetivo recebimento por parte da CONTRATADA, da ordem de serviços emitida pela CONTRATANTE, que ocorreu logo após a assinatura do contrato, emissão das respectivas notas de empenho e pedidos de compra, fica novamente prorrogado por mais 12 (doze) meses, alterando-se o prazo anterior aditado de 36 (trinta e alterando-seis) mealterando-ses para 48 (quarenta e oito) mealterando-ses.

4.1.1.- O prazo mencionado no item 4.1 poderá ser novamente prorrogado por iguais e sucessivos períodos, a critério da Administração, até o limite de 60 (sessenta) meses, nos termos do artigo 57, inciso II, da Lei Federal nº 8.666/93 e ulteriores alterações.

Ficam mantidas integralmente todas as demais cláusulas e condições contratuais pactuadas no contrato a que se refere que não foram expressamente modificadas por este instrumento.

Lucas Gibin Seren Prefeito Municipal

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pactuadas no Contrato nº 18/2020 celebrado entre as partes em 08/04/2020, no Termo Aditivo de nº 76/2020 de 28/09/2020, no 2º Termo Aditivo de nº 78/2020 de 02/10/2020, no 3º Termo Aditivo de nº 93/2020 de 04/12/2020, no 4º Termo Aditivo de nº 04/2021 de 27/01/2021 e no 5º Termo Aditivo de nº 18/2021 de 05/04/2021. Cláusula 4ª: “O prazo para a execução da obra objeto do contrato inicial que era de 02 meses, posteriormente prorrogado por mais 02 meses, novamente prorrogado por mais 02 meses, novamente prorrogado por mais 02 meses, novamente prorrogado por mais 02 meses, novamente prorrogado por mais 02 meses, ..., fica novamente prorrogado por mais 02 meses, alterando-se o prazo anterior aditado de 12 meses para 14 meses”., com respaldo legal no inciso II, do parágrafo 1º, do artigo 57 e no inciso I, do artigo 58, da Lei Federal nº 8.666/93 e ulteriores alterações.

Lucas Gibin Seren Prefeito Municipal

Referências

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