Contabilidade Gerencial
Ativo imobilizado
O Ativo Imobilizado é formado pelo conjunto de bens e direitos necessários à manutenção das atividades da empresa, caracterizados por apresentar-se na forma tangível (edifícios, máquinas, etc.). O imobilizado abrange, também, os custos das benfeitorias realizadas em bens locados ou arrendados.
A aquisição de bens materiais para o ativo imobilizado envolve uma série de aspectos a serem analisados do ponto de vista técnico e fiscal, tais como: prazo de vida útil e função do bem, valor da aquisição, tributos recuperáveis, composição do custo de aquisição, forma de financiamento, etc.
Oportuno registrar que o arrendamento mercantil também é uma forma de as empresas adquirirem seus ativos imobilizados. Nesta oportunidade, observaremos outras formas de aquisição com mais ênfase para as características do que vem a ser um ativo imobilizado.
O registro do ativo imobilizado é regulado pela NBC T 19.1.
A partir de 01.01.2008, por força da Lei 11.638/2007(2), os ativos intangíveis (como marcas e patentes) não serão mais registrados no Ativo Imobilizado, e sim, no Ativo Intangível.
Bens que Devem Ser Ativados
O art. 179, IV, da Lei nº 6.404/76 determina que serão classificados no ativo imobilizado os direitos que tenham por objeto bens corpóreos destinados à manutenção das atividades da companhia ou da empresa ou exercidos com essa finalidade, inclusive os decorrentes de operações que transfiram à companhia os benefícios, riscos e controle desses bens.
De acordo com o art. 301 do RIR/99, "o custo de aquisição de bens do ativo permanente não poderá ser deduzido como despesa operacional, salvo se o bem adquirido tiver valor unitário não superior a R$ 326,61 (trezentos e vinte e seis reais, e sessenta e um centavos), ou prazo de vida útil que não ultrapasse um ano".
Com a publicação da Lei nº 11.941/09, o grupo do ativo permanente deixou de existir. Nesse sentido, os bens do ativo imobilizado, que eram classificados no ativo permanente, passaram a partir de maio de 2009 a ser registrados no ativo não circulante.
Apenas para esclarecimento, na vigência da correção monetária do balanço, o valor do limite fiscal para que um bem viesse a ser registrado como ativo imobilizado era fixado em unidades e frações do indexador utilizado para o cálculo da correção monetária de balanços. Com a extinção da correção monetária, em 31/12/1995, pelo art. 4º da Lei nº 9.249/95, o valor de R$ 326,61 correspondia a 394,13 UFIRs, que, no 1º semestre de 1996, era de 0,8287.
CUSTO CONTÁBIL
Custo é o valor de aquisição ou construção do ativo imobilizado ou o valor atribuído ou de mercado, no caso de doações.
O custo de um bem do imobilizado compreende:
a) preço de compra, inclusive impostos de importação e impostos não-recuperáveis sobre a compra, deduzidos de descontos comerciais e abatimentos;
b) custos diretamente atribuíveis para instalar e colocar o ativo em condições operacionais para o uso pretendido;
Nota: são exemplos de custos diretamente atribuíveis:
- custos com empregados, incluindo todas as formas de remuneração e encargos proporcionados por uma entidade a seus empregados ou a seus dependentes originados diretamente da construção ou da aquisição do item do imobilizado;
- custo da preparação do local;
- custo de entrega inicial e manuseio; - custo de instalação e montagem;
- custo de testes para verificação do funcionamento do bem, deduzido das receitas líquidas obtidas durante o período de teste, tais como amostras produzidas quando o equipamento era testado; e
- honorários profissionais.
c) custo estimado para desmontar e remover o ativo e restaurar o local no qual está localizado, quando existir a obrigação futura para a entidade.
O custo de um bem do imobilizado é o preço pago ou equivalente na data da aquisição.
Os encargos financeiros de empréstimos e financiamentos de terceiros para a construção ou montagem de bens do imobilizado devem ser capitalizados até o momento em que o bem estiver em condições de operação.
CLASSIFICAÇÃO CONTÁBIL DAS CONTAS DO ATIVO IMOBILIZADO
As contas no grupo Imobilizado devem ser segregadas por espécie de ativo, segundo a sua natureza, para que possa ter o controle do custo e da depreciação, amortização ou exaustão relativo a cada bem.
Em função dessas necessidades é que cada empresa deve elaborar seu plano de contas, segregando o Imobilizado da seguinte forma: a) Imobilizado em operação, que são todos os bens já em utilização na atividade objeto da sociedade;
b) Imobilizado em andamento, que são classificadas todas as aplicações de recursos de imobilizações, mas que ainda não estão operando.
Quando a empresa tiver filiais ou diversas fábricas e mesmo que a contabilidade seja centralizada, deverá segregar as contas por estabelecimentos, para efeitos de controle e apropriação da depreciação, amortização ou exaustão para fins de custeio.
IMOBILIZADO EM OPERAÇÃO
Terrenos
Nesta conta são registrados os valores relativos ao s terrenos de propriedade da empresa e que são utilizados em suas operações, tais como: terrenos onde se localizam a fábrica, a administração, as filiais, os depósitos. Os terrenos sem uma destinação específica devem ser classificados no grupo investimentos.
Edificações
Abrange os edifícios que estão em operação, os imóveis ocupados pela administração, fábrica, depósitos, filiais de propriedade da empresa. Não devem ser incluídos nessa conta os valores relativos às instalações elétricas, hidráulicas, etc., que fazem parte da conta instalações.
Instalações
Nessa conta são registrados os equipamentos, materiais e custos de implantação, relativos a instalações hidráulicas, sanitárias, de vapor, de ar-comprimido, de comunicações, de climatização, etc., com a característica de serviços indiretos e auxiliares ao processo produtivo da empresa, que apesar de fazerem parte dos edifícios, devem ser segregadas, uma vez que a sua vida útil e a depreciação são diferentes.
Máquinas e Equipamentos
Engloba o conjunto de máquinas, aparelhos e equipamentos utilizados no processo de produção de bens ou serviços da empresa, ou seja, não são auxiliares, mas diretamente utilizados como base para a realização da atividade da empresa.
Equipamentos de Processamento de Dados incluem-se nessa conta as unidades centrais de processamento, as unidades periféricas, bem como as impressoras e terminais.
No caso dos programas e aplicativos ("software") adquiridos ou desenvolvidos pela empresa, devem ser apropriados ao resultado se o seu valor não for relevante. No entanto, nos casos de grandes sistemas, envolvendo valores significativos, devem ser registrados no Ativo Diferido e amortizado em função dos períodos a serem beneficiados.
Móveis e Utensílios
Essa conta engloba os valores relativos às mesas, cadeiras, arquivos, máquinas de calcular, máquinas de escrever, etc., que tenham vida útil superior a 1 (um) ano.
Veículos
Classificam-se nessa conta todos os veículos de propriedade da empresa, utilizados pelo pessoal do departamento administrativo, de vendas, ou de transporte. Os veículos utilizados no processo produtivo, tais como empilhadeiras, tratores e similares, podem ser registrados na conta de equipamentos.
Ferramentas e Peças de Reposição
As ferramentas de uso na empresa, de vida útil superior a 1 (um) ano, podem ser registradas nessa conta. No entanto, é aceitável a prática de lançar diretamente em despesas as ferramentas de pequeno valor unitário, mesmo quando a vida útil seja superior a um ano.
Nessa conta também são registradas as peças de reposição em estoque destinadas à substituição ou manutenção das máquinas, equipamentos, veículos, etc., classificados no Ativo Imobilizado. Essas peças, quando utilizadas, serão contabilizadas como adição ao imobilizado em operação, e o valor das peças substituídas deve ser baixado dessa conta.
Por outro lado, os estoques mantidos pela empresa, representados por material de consumo, ferramentas e peças que serão utilizados no processo produtivo ou utilizados nas operações normais da empresa, devem ser classificados no grupo de Estoques - Almoxarifado, e à medida que são utilizados ou consumidos serão apropriados como custo ou despesa.
Marcas e Patentes
Nessa conta são registrados os ativos intangíveis, ou seja, os gastos com registro de marca, nome, invenções próprias ou contratos de uso de marcas e patentes de terceiros.
Reflorestamentos e Jazidas
Classificam-se nessa conta custos relativos a projetos de florestamento e reflorestamento de propriedade da empresa, bem como os custos incorridos na obtenção de direitos de exploração de jazidas de minério e pedras preciosas.
Benfeitorias em Propriedade de Terceiros
São classificados nessa conta os valores relativos às construções em terrenos arrendados e as instalações e benfeitorias em imóveis alugados, sejam de uso do setor administrativo ou produtivo da empresa, que forem incorporados ao imóvel arrendado, e revertam ao proprietário do imóvel no término do contrato. As benfeitorias serão amortizadas em função da vida útil estimada ou no período de vigência do contrato de locação ou arrendamento, dos dois o menor.
Direito de Uso de Linha Telefônica
A aquisição de direito de uso de linha telefônica pode ocorrer através da companhia telefônica ou através de terceiros. No primeiro caso, são emitidas ações a favor do assinante, as quais são classificadas no Ativo Permanente subgrupo Investimentos, quando a empresa tiver a intenção de mantê-las em caráter permanente. Se houver intenção de aliená-las, a empresa deve classificá-las no Ativo Circulante. A diferença entre o valor do depósito obrigatório e o valor das ações é classificada no Imobilizado como "Direito de Uso de Linha Telefônica". No caso de aquisição junto a terceiros, sem o recebimento de ações, o valor da transação é classificado no Imobilizado.
Bens do Ativo Imobilizado de Pequeno Valor
A critério da empresa, poderá ser lançado como custo ou despesa operacional o valor de aquisição de bens do Ativo Permanente, cujo prazo de vida útil não ultrapasse 1 (um) ano ou o valor unitário não seja superior a R$ 326,61 (Art. 301 do RIR/1999 e art. 30 da Lei nº 9.249/1995).
IMOBILIZADO EM ANDAMENTO
Construções em Andamento
Nessa conta são classificados todos os gastos com materiais, mão-de-obra direta e indireta e outros gastos que a empresa incorrer na construção e instalação, até o momento em que os bens entram em operação, quando são reclassificados para as contas específicas do grupo Imobilizado em Operação.
Consórcios
São classificados nessa conta os adiantamentos por conta de fornecimento de bens, destinados ao Ativo Permanente, por meio de consórcios antes do recebimento dos mesmos. Quando do recebimento do bem, o valor constante dessa conta será transferido para uma conta específica do grupo Imobilizado em Operação. Os reajustes do valor das prestações a pagar, após o recebimento do bem, serão reconhecidos contabilmente, tendo como contrapartida a conta de resultado intitulada Variações Monetárias Passivas.
Importações em Andamento
Serão registrados nessa conta todos os gastos incorridos desde a assinatura do contrato de câmbio (tais como: fretes, comissões, seguros, impostos não recuperáveis, tarifas aduaneiras, etc.), até o efetivo desembaraço aduaneiro dos bens importados destinados ao Ativo Permanente. Quando os bens importados forem desembaraçados, será efetuada a transferência dos valores registrados nessa conta para a conta específica, do grupo Imobilizado em Operação. As variações cambiais passivas ocorridas até a data do desembaraço aduaneiro serão registradas como custo na conta de Importação em Andamento. A partir da entrada dos bens importados na empresa, devem ser registradas como despesa operacional, mediante obediência ao princípio contábil da competência.
Custo de Demolições
Nos casos de aquisição de terreno que possui imóveis a serem demolidos, o custo total da aquisição é atribuído exclusivamente ao terreno.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO ATIVO IMOBILIZADO
A base de avaliação dos bens componentes do Ativo Imobilizado é o seu custo de aquisição, ou seja, todos os gastos relacionados com a aquisição dos bens e os necessários para colocá-lo em local e condições de uso no processo operacional da companhia.
Bens Adquiridos
No caso de compra, o custo compreende o preço faturado pelo fornecedor acrescido de todos os gastos necessários para poder efetivar a compra e instalar o bem, tais como: frete, seguro, comissões, desembaraço aduaneiro, custos de instalação e montagem, custos com escritura e outros serviços legais e os impostos pagos, exceto quando ensejarem crédito fiscal.
Os valores relativos a encargos financeiros decorrentes de empréstimos e financiamentos, bem como os juros nas compras a prazo de bens do Ativo Imobilizado, não devem ser incluídos no custo dos bens adquiridos, mas lançados como despesas financeiras no resultado ou no ativo diferido, se em fase de construção.
No caso do trabalho do nosso grupo foi estabelecido que trabalharíamos com CMP (custo médio ponderado).
PREÇO MÉDIO PONDERADO
O método custo médio ponderado, tal como o próprio nome indica, define como custo de saída de armazém o custo médio das existências em armazém, calculado tendo em conta os vários preços de aquisição e as quantidades correspondentes. Mais concretamente, este método implica o cálculo permanente do custo médio unitário das existências, pelo que, sempre que haja a entrada de novos bens, se torna necessário o cálculo de um novo custo médio, que passa a vigorar para as saídas enquanto não se verificarem novas entradas. Aquando de uma nova entrada, o referido custo médio unitário é calculado através do rácio entre dois termos: como numerador, a soma do valor das existências que já estavam em armazém com o valor das existências da nova entrada; como denominador, a soma das quantidades já existentes em armazém com as quantidades da nova entrada. Este método é bastante utilizado, embora possa ser considerado trabalhoso pelo facto de implicar o cálculo sistemático de preços médios.
Critério do Custo (ou Preço) Médio Ponderado
Para obter o Custo Médio Ponderado Fixo, basta dividir o custo total dos materiais disponíveis para venda ou para uso pela quantidade total desses mesmos materiais.
Para obter o Custo Médio Ponderado Fixo, basta dividir o custo total dos materiais disponíveis para venda ou para uso pela quantidade total desses mesmos materiais.
O custo total dos materiais disponíveis para venda ou para uso é obtido somando-se o custo do Estoque Inicial com o custo das Compras Líquidas Realizadas durante o período.
O critério do Custo Médio Ponderado Fixo somente pode ser adotado por empresas que utilizam o sistema de Inventário Periódico, uma vez que só é possível a sua apuração no final do exercício.
O critério do Custo Médio Ponderado Fixo somente pode ser adotado por empresas que utilizam o sistema de Inventário Periódico, uma vez que só é possível a sua apuração no final do exercício.
O valor obtido por meio do CMPF será atribuído a todas as unidades de materiais existentes em estoque no ultimo dia do período , bem como a todas as unidades de materiais que foram vendidas ou aplicadas no processo de fabricação durante o ano, independentemente das datas em que ocorreram as respectivas vendas ou requisições.
Cálculo do Custo Médio Ponderado Fixo:
Cálculo do Custo Médio Ponderado Fixo: Fórmula:
CMPF= custo total dos materiais disponíveis para venda ou uso Quantidade total dos materiais disponíveis para venda ou uso
Note que, no nosso exemplo, não havia estoque inicial. Portanto, o custo total, bem como as quantidades de materiais disponíveis para venda ou uso, correspondem ao total das compras líquidas. Esses valores foram $ 22.747,70 e 240 respectivamente.
$ 22.747,70 = $ 94,78 240
b) atribuição do custo ao estoque final: b) atribuição do custo ao estoque final: Fórmula:
Unidade de materiais existentes em estoque no final do período x Custo Médio Ponderado Fixo
Teremos:
30 x $ 94,78 = $ 2.843,40
c) Cálculo dos custos dos materiais transferidos para produção: Fórmula:
Custo total dos materiais disponíveis para uso – custo do estoque final
Teremos:
$ 22.747,70 - $ 2.843,40 = $ 19.904,30
Resumo elaborado com os dados obtidos pela aplicação dos critérios PEPS, UEPS, Custo Médio Ponderado Móvel e Custo Médio
Ponderado Fixo Resumo:
Critérios a serem utilizados
Quando a economia do país estiver equilibrada e os preços mantiveram-se estáveis, qualquer que seja o critério adotado para avaliação dos estoques não interferirá nos resultados. Entretanto, nos casos de oscilações de preços, em decorrência de inflação ou deflação, a escolha do critério constituirá fator decisivo na determinação dos resultados da empresa.
Nos casos de inflação, ainda que em índices baixos, a adoção do critério CMPM, por espelhar maior realidade no valor dos estoques,
nos custos dos produtos vendidos e nos lucros, pode ser a melhor opção, desde que os prazos de rotação dos estoques não causem desequilíbrio nos resultados alcançados.
Nos casos de inflação, ainda que em índices baixos, a adoção do critério CMPM, por espelhar maior realidade no valor dos estoques, nos custos dos produtos vendidos e nos lucros, pode ser a melhor opção, desde que os prazos de rotação dos estoques não causem desequilíbrio nos resultados alcançados.
A legislação tributária brasileira pelo dispositivo legal, admite para fins de avaliação de estoques, o critério do custo médio, o critério PEPS ou ainda a atribuição de custos com base nos preços de venda, subtraída a margem de lucro.
Com isso podemos concluir que, para avaliar os estoques de materiais adquiridos de terceiros, a empresa tem dois caminhos: Com isso podemos concluir que, para avaliar os estoques de materiais adquiridos de terceiros, a empresa tem dois caminhos:
Se adotar o sistema de inventário permanente, bastará coletar os custos nas respectivas fichas de controle de estoques de cada material. Nesse caso, os estoques serão avaliados pelo critério escolhido pela empresa, exceto UEPS e CMPF.
se adotar o sistema de inventário periódico, para conhecer o valor do estoque de materiais precisará fazer levantamento físico no final do período e atribuir os custos aos materiais, com base nas últimas Notas Fiscais de compras (critério PEPS) Exemplo Prático:
Suponhamos que a empresa Industrial Natividade S.A. tenha em estoque, no final do ano, 30 unidades de uma determinada matéria-prima. Como essa empresa trabalha com Inventário Periódico, para avaliar essas unidades de materiais deverá verificar os custos constantes das últimas Notas Fiscais de compras. Suponhamos, então, que na última Nota Fiscal de compra da referida matéria-prima, datada de 18 de dezembro, conste aquisição de 20 unidades, a $ 10,00 cada, já devidamente excluídos os impostos recuperáveis e acrescidas as despesas acessórias. Como existem 30 unidades em estoques, há necessidade de recorrer à penúltima compra, cuja nota fiscal é de 20 de outubro, com preço unitário de $ 6,00.
Assim, as 30 unidades de matérias-primas serão avaliadas como segue:
Assim, as 30 unidades de matérias-primas serão avaliadas como segue:
20 a $ 10,00 = $ 200,00
10 a $ 6,00 = $ 60,00
Total = $ 260,00
5.2.8 Contabilização dos estoques
A contabilização dos estoques finais de materiais depende do sistema adotado pela empresa para controle dos estoques.
Se o sistema adotado for o de Inventário Periódico, basta debitar uma conta que represente o respectivo estoque e creditar a conta que represente o custo de produção do período.
Se, por outro lado, o sistema adotado for de Inventário Permanente, o valor do estoque final dos materiais não precisará ser contabilizado, uma vez que, por esse sistema, os estoques são atualizados constantemente na contabilidade, sempre que ocorrer uma compra ou uma requisição de materiais.
Bibliografia: 1 - http://www.ebah.com.br/content/ABAAAfmocAG/custos-industriais-ufpa 2 - https://www.youtube.com/watch?v=p6b6u-2CVm8 3 - http://www.portaldeauditoria.com.br/tematica/contabilidade-custos_custo-medio-ponderado.htm 4 - http://solucionatica1.blogspot.com.br/2009/03/avaliacao-de-estoques-custo-medio-peps.html