UNIVERSIBADE FEDERAL DA PARAIBA GENTRO DE FORBAfflO DE PR0FE3S0RE3 DEPARTAMBNTO DE EWCkQlO E LETRAS CAMPUS V - CAJAZEIRAS - P A R A N A
RELAT6RIO REFKRENTE AO PRE-ESTASIO DE SUPERVISXO ESCOLAR
"Onde nao ha trabalho nao ha pao, e as raigalhas por acaso o b t i d a s , sabe Deus co.no, serao molhadas pelas lagrimas da vergonha'.'
Tancredo de A . Neves
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA GENTRO DE FORMACXO DE PROFESSORES
DEPARTAMENTO DE EDUCAyAO E LSTRAS CURSO DE PEDAGOGIA
CAMPUS V
DI3CIPLINA; Prindpios e Metodos de Supervisao Escolar I I I ELABORACXO: . , . . a— Anamana Alves ae Queiroga
CQORDENADORA DO PR&»E3TAGI0
0 1 - Maria S i l v a n i Pinto
DEDICATEHIA
•A minha Mae, a quem muito estimo. • A meus irraaos, a quem muito admiro. •A todas as criancas com quem t r a b a l h o .
•A Deus que nos ilumine a cada d i a para que sejamos bons p r o f i s s i o n a i s .
SUM A RIO
Pag.
I - INTRODUglO 01 I I - DE3ENV0LVIMENT0
. ?ase Observacao no 1? Grau 02 .Pase de Participaoao IS Grau 03
I I I - CONCLUSiO 04 IV - ANEXOS
.Anexo 1 05 •Anexo 2 08 .Anexo 3 09
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I - INTR0DUC&0
Este r e l a t o r i o e referente as atividades realizadas na fase de observacao e participaoao no periodo do Pre-Esta-gio de Supervlsao Sscolar, realizado na escola de 1 Grau • Francisco Carlos de Vasconcelos na cidade de Sousa/PB.
A metodologia aplicada nas fases mencionadas foram' a aplicacao de q u e s t i o n a r i o s , conversa i n f o r m a l , observacao• em sala de a u l a , analise dos pianos de ensino e v i s i t a s aos pai s.
I s t o nos proporcionou eonhecer uma realidade escola d i f e r e n t e da nossa onde atuamos e (Bivemos oportunidade de a-d q u i r i r e t r a n s m i t i r conhecimentos a a-d q u i r i a-d o s , a-desenvolvemos as atividades juntos aos professores, tentando conscientizal o s no sentido de meconscientizalhorar o n i v e conscientizal de aprendizagem da c conscientizal i e n -t e l a
educaciorjal-02 I I - DE SEN V0 L VIMENTO
. FASE DE OBSEHVAggQ NO l j j G-RAU .
Iniciamos o periodo do Pre-estagio do curso de pe-dagogia no d i a 18 de Marco do corrente ano na Escola de i s Grrau Francisco Carlos de Vasconcelos, l o c a l i z a d a no b a i r r o da Esta?ao-Sousa-PB, onde fomos bem recebidas por todoa, Observa mos (jue a escola apresenta boas condicoes de funcionamento e tambem entrosamento com o corpo docente.
A comunidade esta i n s e r i d a no b a i r r o da Estacao As condicoes h a b i t a c i o n a i s nao sao favoraveis aos seus habi -t a n -t e s , porque as casas sao de -tabuas ou -t i j o l o s , ruas nao * calcadas, sem rede de esgoto, agua e l u z . 60mo tambem as con-dicoes de saude e higiene nao sao das melhores •
A escola esta numa populacao de classe b a i x a , 9 9 ' dos seus alunos sao da mesma comunidade, onde seus pais per -tencem a classe t r a b a l h a d c r a , lutando para sobreviver como pe quenos a g r i c u l t o r e s , p e d r e i r o s , l a v a d e i r a s , e t c , onde a renda mensal e de l(um) s a l a r i o minimo com uma f a m i l i a composta de 5(cinco) a 8 ( o i t o ) f i l h o s .
Quanto a situacao ensino-aprendizagem, podemos ob-servar que poderia ser melhor se/ouves-e por parte de todos 1
mais interesse pelo trabalho desenvolvido, se professores e pais se encontramesem com mais frequencia, para conversarem • sobre o desempenho do aluno na escola, sendo o pai chamado pa ra ver a produtividade do seu f i l h o e nao soraente para aponta pontos negativos mostrados pelos alunos. As a t i v i d a d e s r e a l i -zadas durante esta fase se encontram relatadas no anexo I .
. FASE DE PARTICIPAOAO NO IB GRAU .
Nesta fase nao tivemos oportunidade de eonhecer e a n a l i z a r o Piano de Acao da ©irecao, uma vez que este nao exi^ t e , onde a mesma nos disse que as atividades iam surgindo e sendo executa&as a p a r t i r das necessidades da c l i e n t e l a .
Tivemos oportunidade de elaborar junto com os professores o Piano de Curso, f e i t o por s e r i e , o qual nos g r a t i -f i c o u pelo bom desempenho e preocupacao de alguns pro-fessores em oferecer oportunidades aos alunos a s u p r i r suas necessida-des.
/
!
Visitarnos a s a l a de aula, onde observamos a pro fee sora durante a aula fazer a revisao do conteudo PHONO MB # Os
alunos p a r t i c i p a r a m bastante da a u l a , respendendo as pergun -tas oralmente ou escrevendo no quadro de g i z , demonstrando i n teresse em p a r t i c i p a r das atividades propostas pelo professor. A aula f o i e x p o s i t i v a e os recursos d i d a t i c o s que o professor dispoe sao o l i v r o - t e x t o , quadro de giz & g i z , percebemos a grande escassez de m a t e r i a l d i d a t i c o .
Eicamos muito contentes em podermos ajudar os p r o -fessores e alunos a organizarem a f e s t i n h a em comemoracao ao "Dia das Maes".
Ainda nesta fase elaboramos o piano de acao que • pretendemos executar na mesma escola no periodo do estagio . As atividades realizadas nesta fase se encontram no anexo I I .
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I I I - C0NCLU310
Tendo em v i s t a que a educacao e urn processo continue e g r a d a t i v o , iniciamos o nosso trabalho de Pre-Sstagio Super-visionado tomando conhecimento e nos conscientizando, de que para ser urn bom e&ucador e precise que cada urn de nos assuma uma postura c r i t i c a de se^mesmo.
Podemos s e n t i r a grande diferenca que existe da t e o -r i a com a p -r a t i c a e constantamos que apenas a t e o -r i a nao e s u f i c i e n t e para a compreen^ao da situacao r e a l da educacao. ' Percebemos tambem que a educacao deve ser v i s t a e questionada de todas as format p o s s i v a i s , para se chegar a compreensao de onde vera todo este desajuste educacional.
Dai concluimos que a maioria dos alunos da l e fase •
do IB grau nao possuem uma consciencia r e f l e x i v a por possui -rem professores a u t o r i t a r i o s . Para tanto se faz necessario 1
que os proprios educadores sejam abertos, f l e x i v e i s e que es-te jam efetivamenes-te envolvido nos processos e inudancas. A esc£ l a hoje esta se preocupando apenas em informar e nao em f o r -mar o aluno.
Portanto, apesar das falha3 que sao comuns a todo t i po de t r a b a l h o , podemos d i z e r que o Pre-Estagio f o i bastante' proveitoso uma vez que adquirimos na p r a t i c a conhecimentos va l i o s o s para a nossa vivemcia p r o f i s s i o n a l .
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ANEXO I
RELATO DAS ATIVIDADES NA FASE DE QBSERVAgSO DC Pftfi-ESTAGIO DE SUPEHVISlO ESCOLAH NO 1« GRAU.
I - E s t r u t u r a F i s i c a e Funcional. A- Da Escola.
1 - Nome da i n s t i t u i o a o : Escola de i s Grau Francisco Carlos' de Vasconcelos.
2- Localizacao: Rua Jose Benetido de Sousa s/n - Sousa - * Paraiba.
3 - Dependencies do p r e d i o : 04 salas de a u l a , 0 3 s a n i t a r i o s 01 d i r e t o r i a X s e c r e t a r i a , 01 almoxarifado, 01 cozinha, 01 pa t i o , 01 area e 01 despensa.
4- Tumos de funcionamento: Matutino e Vespertino. 5- Total de alunos: 250 alunos.
6- Series e x i s t e n t e s : 02 l e s e r i e s , 02 2? s e r i e s , 01 3- se
r i e , 0 1 4- serie e 01 5- s e r i e .
7- D i r e t o r a : Lisbeth Rodrigues da S i l v a . 8- Supervisao: Nao e x i s t e .
9- Corpo Docente: 15 professores.
10- Pessoal de apoio: 04 s e c r e t a r i e s , 02 serventes e 01 me-re n d e i r a .
1 1 - Servicos e x i s t e n t e s : fflerenda escolar. 12- Entidades educacionais: Nao e x i s t e .
13- Organograma: A escola nao tern organograma.
14- Curriculo da escola: 0 c u r r i c u l o f o i elaborado, segundo informacoes prestadas por professores, de acordo com as condi coes da escola e da c l i e n t e l e . Com a ausencia da d i r e t o r a no' turno v e s p e r t i n o , nao tivemos oportunidade de ccnhece-lo. B- Da Comunidade.
1 - I d e n t i f i c a c a o : Estacao-Sousa/PB. 2- L i m i t e s : ao n o r t e : b a i r r o e s t r e i t o ;
ao s u l : b a i r r o Jardim S o r r i l a n d i a ; ao l e s t e : b a i r r o Sao Jose;
ao oeste: fazenda Lagoa dos Patos .
3 - l i d e r comunitario: Nesta comunidade o l i d e r comunitariu e o p r e f e i t o .
4 Condicoes h a b i t a c i o n a i s : As casas em maioria sao b a r r a -cos de tabuas e t a i p a sem o p e r f e i t o s i sterna de esgoto, agua' e l u z .
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5- Condicoes de saude: 01 h o s p i t a l , 01 centre s o c i a l onde* dispoe de ambulatorio.
6- Assistencia educacional: Colegio Papa Paulo V I , i n s t i t u to Santa R i t a , Centro S o c i a l .
7- Pesquisas d^ valores a r t i s t i c o s : Nao e x i s t e . ASPECTOS SOCIO-ECONgMICOo ( escola x comunidade 5 A- Ocupacao dos pais e renda f a m i l i a r .
Na v i s i t a que fizemos aos pais constatou-se que a ocupa cao mais acentuada e o a g r i c u l t o r , pedreiro e as maes sao ^em sua maioria, lavadeiras e a renda f a m i l i a r de 01 s a l a r i o mini mo.
B- Constituicao da f a m i l i a .
Em media as f a m i l i e s se constituem de 05 a 08 f i l h o s * sendo, qv.e em sua maioria sao menores.
C- Farticipacao em associacoes.
Os pais hao participant de nenhum t i p o de associacao.
QUr/SffilONARIO PARA OS PROffESSORES
1- Como a escola decide sobre a programaoao a ser desenvol vida em cada serie?
2- Quais as p r i n c i p a l s d i f i c u l d a d e s que voce encontra para ensinar a seus alunos?
3- Como e o relacionamento escola x comunidade e vice-ver?-sa?
4 Como a escola. poderia colabore.r com a comunidade e v i -ce-versa?
5- Que mudangas seriam sugeridas para serem f e i t a s a curto prazo pela escola?
QUESTIONARIO PARA 03 PAIS 1 - Qual a sua profissao?
2- Qual a sua renda mensal?
3- De quantos f i l h o s e c o n s t i t u i d a a f a m i l i a ? 4- Voce p a r t i c i p a ce alguma associacao?
/ A
C7
6- C que voce gostaria que mudasse na escola ^e seu f i l h o ?
I I - Situaeao ensino-aprendizagem.
De acordo com as respostas dos questionanos aplicaooe ' aos professores, aos p a i s , chegamos as seguintes conclusoes : .A escola se preocupa que o planejamento seja coerente a realidade da sua c l i e n t e l a .
.Existent d i f i c u l d a d e s para um bom desempenho, devido a • inquietacao de alguns alunos, a desigualdade da faxa etar: i ' por s e r i e , a f a l t a de m a t e r i a l d i d a t i c o e o espaeo f i s i c o da sala de aula que e pequeno.
•Quanto ao relacionamento escola x comunidade, d i r e t o r a , professores e alunos, observamos que poderia ser melhor, es-pecialmente com relacao aos alunos, pois percebemos um grande distanciamento entre e l e s . Tendo sido enfatizado que o r e l a -cionamento escola x comunidade e f e i t o atraves de reunioes e comemoracoes.
.A comunidade poderia dar mais apoio, procurando manter' contato com os professores e a d i r e t o r a para saber como estar o rendimento de aprendizagem, a frequencia do seu f i l h o , par-ticipando das reunioes e das comemoracoes.
•Muitos pais se mostram s a t i s f e i t o s com a scola de seus filhos,porque eles estam aprendendo, outros acham que os pro-fessores sao bons, que nao f a l t a a merenda e muitos gostam ' porque a esc l a f i c a p^rto das suas residencias.
•Quanto a questao pedindo sugestoes de mudaneas, que de-sejariam para a escola de seus f i l h o s , nem os professores,nem os pais demonstraram interesrse em s u g e r i r algo que viesse t r a zer alguma mudanga.
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ANEXO I I
RELATO DAS ATIVIDADES NA FASE DE PARTICIPACftO DO PRg-ESTASIQ DE SUPERVISAO ESCOLAR NO 16 ORAU.
I - No setor a d m i n i s t r a t i v o .
1 - Conhecimento e analine conjunta do Piano Anual de Dire cao.
Nao e x i s t e o Piano de Acao da Diregao da Escola. I I - No setor tecnico-pedagogico.
1 - Conhecimentos e analise conjunta do piano de Acao da ' 3upervi sao Esco1ar.
Nao nos e possivel fazer uma analise do Piano de A -cao da Supervisao Escolar, uma vez que a escola nao dispoe • de supervisao.
2- Analise dos Pianos de Ensino(por serie/conteudos). Os pianos de cursos sao elaborados pelos professores * por serie e com conteudos programados. *
3- V i s i t a s as salas de a u l a .
Nas v i s i t a s em salas de aulas, conversamos corn alunos' e professores, observamos o seu desempenho, onde constata-se a f a l t a de m a t e r i a l para i n s e n t i v a r os alunos usando apenas a exposioao o r a l , o l i v r o - t e x t o e o quadro de giz como recur sos.
Eles apontam varias d i " i c u l d a d e s encontradas pelos a l u nos na aprendizagem, como: l e i t u r a e e s c r i t a , fatos fundamen t a i s . Os alunos sao avaliados mais em quantidade do que em qualidade, como na maioria das escolas.
Nao fizemos reunioes pedagogicas, nem aplicamos ques t i o n a r i o s aos professores e aluno • por sentir^mos que a t r a -ves da converse i n f o r m a l , eles relatavam as d i f i c u l d a d e s , ex periencias e preferencias com maior espontaniedade.
I l l - Na Comunidade.
Por sentir^mos distanciamento da escola x comunidade, a-chamos por bem nao r e a l i z a r uma reuniao de pais e mestres • nesta fase. Por isso achamos que convocar os pais agora para uma reuniao nao t r a r i a nenhum resultado p o s i t i v e Como na
fase de observacao, os pais nao tiveram nenhuma sugestao a dar para melhorar a aprendizagem dos f i l h o s . Com i s s o , pre-cisamos em p r i m e i r a sao fazer um trabalho de integraoao,cons c i e n t i z a ; a o com os p a i s , para raostrarmos o verdadeiro v a l o r da uniao escola x comunidade.
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ANEXO I I I
I - IDENTIPICACXO
A- T i t u l o : Piano de Acao Especifico para o Estagio Supervi sionado de Supervisao Escolar.
B- Locallzacao: Escola de IS Grau Francisco Carlos de Vas-ccncelos - Sousa/PB.
C- Periodo de Bxecucao: Agosto/A?ovembro de 1986.
D- Responsabilidade: Anamaria Alves de Queiroga Kari a d o So c 0 r r 0 B. Pi nt o.
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I I - JUSTIPICATIVA
0 pre sent e trabalho tem como o b j e t i v o fornecer dados ne. cessarios aos professores desta Escola pelas e s t a g i a r i a s , e. laborando um Piano de Acao, atraves das nossas experiencias durante a fase de participacao do Pre-Sstagio,com v i s t a melhoria do processo ensino-aprendizagem.
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I I I - OBcTSTIVCS
A- Objetivo CJeral.
C o n t r i b u i r con) experiencias e conhecimentos adquiridos no curso de Pedagogia, para melhoris do processo ensino-apren-dizagem da Escola x Comunidade.
B- Cbjetivcs Especificos.
•Elaborar o organograma da Escola;
. O r i e n t a r o professor na execufao de atividades t e c n i -co-pedagogicas;
•Suprir as d i f i c u l d a d e s dos alunosna aprendizagem de determinados conteudos, como sejam: e s c r i t a e l e i t u r a ;
• C o n t r i b u i r de forma g er el par8 melhorar o entrosa men to da escola x comunidade;
IV - PLANEJA55ENTO DAS ATIVIDADES
ATIVIDADES BitSICAS OPERACIONALIZAClO CRONOG-RAMA
• Elaboracao do
Organogra-ma* • Discutindo com os
Professo-AGOSTO SETHvIBRO OUTUBRO | NOVEMBRO • Elaboracao do
Organogra-ma* • Discutindo com os Professo- 19 29 49 19 29 39 49 19 29 39 49 19 29 49 • Elaboracao do
Organogra-ma* res sobre a estrutura f
un-c i onal da esun-cola* Envoi ven-do a h i e r a r q u i a , etc*
• Acompanhamento e assesso ramento ao Professor nas suas atividades tecnico-pedagogicas*
• Estudando com os Professo -res situacoes -problemas que envolvam o processo en-sino-aprendizag em*
( i • Orientacao aos alunos
nas dificuldades encon TRADAS em e s c r i t a e l e i -TURA«
• Diagnostic and o as mad ores dificuldades sentidas pelos alunos e t e n t a r sana-las* • V i s i t as aos pais dos alui
nos mostrando a grand e im-portancia integragao esco l a vezes comunidade*
• Visitando as famllias? • | Dialogando com os pais;
Pesquisando e entrevistan4< do na comunidade*
• Criagao do Grupo
Recrea-t i v e • Oonversando com professores sobre a importancia da re -CREAgao nas salas de aulas*
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V - AVAIIACflQ
.Tentaremos t r a b ; l h a r dentro das atividades aqui pre-v i s t a s com bastante anseio para alcancar os o b j e t i pre-v o s prepre-via tos para que a escola fique mais organizada e tenha mais pro gresso.
.Sera f e i t a atraves da observacao d i r e t a e i n d i r e t a . .Auto e hetero - avaliacao em reunioes.
-Rglatos oferecidos pela direcao e ou professores.