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Vista do Redes Sociais e o Impacto na Educação

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Academic year: 2021

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Encarregado de TI e Professor na FARO – Faculdade de Roseira

AlexAndre BArBosA espAdA

redes soCIAIs e o IMpACTo nA edUCAÇÃo

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RESUMO

pAlAvrA ChAve

Redes Sociais, Tecnologia, Educação

Vários conceitos amplamente utilizados, atualmente, como o de Tecnologia da Informação e Redes Sociais, sempre estiveram presentes na história da humanidade. Porém, sem o suporte computacional recente.

Os avanços tecnológicos impactaram e alteram diretamente a forma como as pessoas pensam, se relacionam e interagem.

Essa mudança comportamental tem forçado a educação a se reinventar, forçando-a analisar a coerência e a aplicabilidade de suas metodologias de ensino aos educandos da era digital.

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ABsTrACT

Several concepts widely used today, such as information technology and social media, have always been present in human history. However, without the computational recent.

Technological advances directly impacted and altered the way people think, relate and interact.

This behavioral change has forced education to reinvent itself, forcing it to analyze the consistency and applicability of their teaching methods to students of digital age.

keywords

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InTrodUÇÃo:

Em todos os lugares, em todos os segmentos do mercado profissional e até em casa, estamos cercados de tecnologia. Seja em novos dispositivos que temos que incorporar ao nosso convívio diário por necessidade, seja em mudanças de metodologia decorrentes da inserção da automação de processos no trabalho, seja em dispositivos que passam despercebidos ao olhar dos menos familiarizados a conceitos computacionais em nosso ambiente doméstico. A tecnologia está lá. Em tudo ao nosso redor.

Atualmente, parece inevitável termos que nos adequar e nos familiarizar às novas ferramentas e soluções digitais que surgem a cada momento, atingindo diretamente a velocidade e a forma com que tarefas são realizadas, influenciando o modo de agir e pensar de toda uma sociedade.

Após a revolução da web, nos anos 90, o mundo nunca mais foi o mesmo. A Internet, com sua simplicidade técnica, proporcionou a desbravadores com baixo conhecimento, o ambiente ideal para a inovação. As ideias deixaram de ter limites, permitindo que cada um pudesse construir seu próprio aprendizado.

Informação sobre os mais variados assuntos passaram a ser disponibilizadas através de um click. Esse foi o cenário perfeito para a criação de aplicativos, ferramentas e plataformas que tivessem a Internet e a web como seu palco principal, proporcionando o surgimento de novos conceitos que revolucionariam a forma de comunicação, relacionamento e interação.

Com toda essa mudança de concepções e paradigmas, a educação tem sido impactada diretamente, forçando instituições de ensino de todos os níveis e seus educadores a reverem suas metodologias.

Remar contra a maré certamente não será o melhor caminho. Porém, como tirar o melhor proveito de seus pontos positivos e amenizar seus pontos negativos? Como os educadores guiarão seus educandos em busca de conhecimento, senso crítico e ética digital?

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redes soCIAIs e o IMpACTo nA edUCAÇÃo

Contextualmente podemos definir tecnologia como sendo um conjunto de ferramentas, processos ou materiais desenvolvidos, a partir de conhecimentos técnicos e científicos, capazes de modificar e transformar o ambiente natural, social e humano (cognitivo).

Partindo desse principio, a tecnologia sempre se fez presente na história da humanidade, caminhando lado a lado a todo seu processo evolutivo.

Quando falamos em evolução, estamos também nos referindo à transformação. Transformações em uma sociedade não ocorrem apenas em pequenos segmentos,pois mesmo que tenham origem em áreas especificas, seus reflexos se estendem de forma globalizada.

A convivência em sociedade pode ser encontrada desde os primeiros registros históricos da humanidade, em que o homem passou a perceber que possuía mais chances de sobrevivência estabelecendo relações cooperativas em grupos com interesses em comum, formando assim redes de relacionamentos, ou se preferirem, redes sociais. Tais relações traziam benefícios mútuos através do compartilhamento de informações, experiências adquiridas e a troca de bens e utensílios. Essa mudança comportamental pode ser considerada como sendo a grande responsável pelo processo evolutivo das civilizações.

No inicio do século XV, na Europa, registrou-se o aparecimento dos primeiros livros impressos destinados à disseminação de informação. Esse material, mesmo que restrito à elite, passou a alcançar distribuição continental e posteriormente mundial. Considerando mídia, segundo sua definição tradicional, como sendo um conjunto de meios de comunicação de massa, temos aqui o surgimento do que chamamos atualmente de Tecnologia da Informação, já aplicada à educação. Obviamente, sem os recursos computacionais associados aos termos na atualidade.

Precisamos atentar para o fato de vivermos em meio a uma combinação de passado e futuro, pois algumas terminologias amplamente utilizadas no presente, sempre estiveram diretamente relacionadas à forma de vida dos seres humanos, mesmo que

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conceitualmente de forma diferente e sem todo suporte computacional e virtual aplicados às gerações X e Y.

A partir dos anos 90, uma série de invenções como a World Wide Web (www) surgiu, se tornando foco de muitas pesquisas e investimento diretos e indiretos. Todo esse aparato passou a fazer parte de nosso cotidiano e impactou a sociedade de forma drástica e inesperada, sem que tivéssemos tempo de nos adaptar às mudanças, se é que isso seria possível.

A tecnologia avança em um ritmo inimaginável, quebrando paradigmas e nos forçando a repensar conceitos. A forma como agimos, nos relacionamos e nos comunicamos, certamente nunca mais será a mesma.

Conforme pesquisa realizada pela IBA, em parceria com a empresa comScore , especializada em pesquisas de mercado, a internet é preferencialmente usada por jovens, mas seu uso é feito por pessoas de todas as idades, classes sociais e regiões, além de ser a atividade preferida para entreter. Esse é o meio de comunicação considerado como mais importante pelos entrevistados, e devido ao grau de familiaridade adquirido em sua utilização diária, não se consegue sequer avaliar seu nível de importância. Essa mesma pesquisa revela que 82% dos brasileiros, consideram a internet essencial à sobrevivência.

E como fica a educação em meio a esse cenário de transformações? Como adaptar ou desenvolver uma metodologia pedagógica eficiente a educandos com um perfil psicológico e comportamental também em transformação? seria possível adequar totalmente a lógica de ensino às redes sociais ou adequar as redes sócias totalmente à lógica de ensino? Essas certamente têm sido grandes perguntas entre educadores de todo o mundo.

Percebemos claramente que o Brasil não está inserido a esse novo conceito pedagógico. Mas algum país do mundo está? Certamente não. Ainda não existem respostas comprovadas nem trabalhos publicados com informações detalhadas de como implementar métodos de aprendizado a redes sociais.

Hoje, proporcionar acesso à tecnologia deixou de ser uma grande preocupação, dando lugar a paradigmas de como lidar com ela de

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forma coerente e produtiva.

Segundo o jornalista Paulo Markun, “essa discussão é um problema de DNA – Data de Nascimento Antiga”. Talvez as futuras gerações tenham as respostas para nossos questionamentos. Digo talvez, porque é possível que nunca mais tenhamos modelos prontos e com eficácia certificada como no passado. As inovações surgem a cada dia, talvez trazendo a necessidade de adaptações constantes em nossa concepção de ensinar e aprender.

Atualmente, o que se sabe é que as redes sociais são as grandes responsáveis por essas mudanças, sendo consideradas o habitat de grande parte da população. No entanto, para tentarmos entender tudo que envolve esse processo, é preciso distinguir três conceitos fundamentais, que são o de tecnologia social, mídia social e rede social.

“Tecnologia social é considerada como sendo todo produto, método, processo ou técnica criada para solucionar algum tipo de problema e tenha impacto social direto comprovado”. (Em: <http:// pt.wikipedia.org/wiki/Tecnologia_social>. Acesso em: 07 maio 2012.)

“Mídia social é a criação de conteúdos de forma descentralizada, seguindo a proporção de muitos (criadores) para muitos (receptores)”. (Em:<http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%Addias_sociais>. Acesso em: 07 maio 2012.)

Finalmente, “redes sociais são ferramentas virtuais que têm como objetivo facilitar a comunicação entre pessoas ou grupos de pessoas”, efetivando laços e fornecendo utensílios que possibilitem a criação e o compartilhamento de mídias. (Em: <http://pt.wikipedia.org/ wiki/rede_social>. Acesso em: 07 maio 2012.)

Dessa forma, podemos afirmar que redes sociais são tecnologias sociais que apresentam como principal funcionalidade a criação e compartilhamento de mídias sociais.

Para alinharmos um plano pedagógico a toda essa cultura digital, é necessário entendermos os fatores que levaram à sua ascensão. Em diversos países foram realizados estudos nesse sentido e algumas conclusões foram aceitas a respeito.

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lacunas psicológicas e comportamentais que sempre existiram no convívio em sociedade, mas que até então seriam impossíveis de serem supridas na atual proporção. Porém a utilização de tais recursos vem acentuando esse sentimento de necessidade, que se apresentava mais ameno em outras gerações.

Neurocientistas de Harvard, segundo estudo publicado em 7 de maio de 2012, nas Atas da Academia Nacional de Ciências dos EUA (PNAS – da sigla em inglês), afirmam que falar sobre si próprio e a autoafirmação libera dopamina, substância química vinculada a sentimentos de prazer e satisfação, como os encontrados através da alimentação, pratica de esportes e no sexo. O mesmo ocorre quando nos sentimos inseridos e importantes dentro de uma comunidade, mesmo que em um contexto social diferenciado.

No mesmo estudo, destacou-se que as pessoas dedicam de 30 a 40% de seu discurso a informar sobre suas próprias experiências e realizações dentro de padrões tradicionais de relacionamento. Porém, nos meios sociais digitais, esse percentual chega a 80%.

Outros fatores mais óbvios também aparecem em estudos, como a necessidade de convício social (Joinson, 2008; Lampe, et al. , 2006; Luckin, et al. , 2009; Raacke e Obrigações-Raacke, 2008; Salaway, . et al , 2008 ) e o interesse em saber mais sobre amigos, pessoas e grupos de interesse (Agarwal e Mital, 2009; Joinson, 2008; Madge, et al. , 2009; Raacke e Obrigações-Raacke , 2008; Salaway et al, 2008, Smith,. et al., 2010).

A facilidade e a velocidade com que essas tecnologias nos permitem compartilhar e criar conteúdo disponível ao mundo, também são fatores preponderantes para o crescimento constante de sua utilização. A inclusão digital trouxe consigo a inclusão social, e com ela uma grande quantidade de informação distribuída pelo ciberespaço ao alcance de quem sabe navegar.

A junção de todos esses fatores nos faz viver em um mundo cada vez mais imediatizado, em que a informação é onipresente, cabendo ao educador se adaptar a essa realidade, despertar a curiosidade e desenvolver a habilidade no educando de não naufragar em meio a esse mar, e sim utilizá-lo de forma adequada, não condicionada ao meio e com muito senso critico, enfatizando a importância do

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aprendizado coletivo e colaborativo.

Como alertava Paulo Freire, ensinar não é apenas transmitir informação, mas sim criar possibilidades e motivar a produção do próprio conhecimento, em que os educandos teriam papel importante no desenvolvimento de suas habilidades, formando o que chamamos de inteligência coletiva, através da aprendizagem participativa.

Para isso, o professor precisa manter uma didática horizontal, centralizando o aprendizado segundo sua metodologia pedagógica, porém encarando o fato de não possuir mais o controle sobre tudo que é discutido 100% do tempo.

“Sem a tecnologia não se faz a transformação do homem para um mundo mais democrático e humano. Mas ela sozinha não fará isso. Ao contrário, pode mesmo impedir se não for guiada intencionalmente por um projeto político pedagógico que a isso se dedique” (Ensinar e Aprender no mundo digital, 2011, p. 10).

Sua utilização, de forma desalinhada a um plano pedagógico e corpo docente, se torna irrelevante e dispensável.

As mudanças da era atual, não se aplicam somente à forma de se relacionar, mas amplamente também na interação direta entre educador e educando, envolvendo fatores como confiança e identificação pessoal.

Mazer, et al. (2007, 2009), relata que professores com vida ativa on-line possuem mais credibilidade entre seus alunos, facilitando o desenvolvimento do processo de aprendizado.

Em particular, professores que utilizam mais efetivamente redes sócias em suas aulas, perceberam em comparação a outras plataformas específicas de e-learning e Web 2.0, a maior aceitabilidade e facilidade de interação entre alunos (56%) através de vários recursos, como fóruns de discussão, chat, questionários, testes virtuais e a disponibilização e recebimento de material. Isso gerou o consequente aumento de satisfação em relação ao curso (32%), segundo Ajjan e Hartshorne, 2008.

Os números acima são justificáveis de acordo com o levantamento EDUCASE (2011), em que se descobriu que 90% dos estudantes adotaram Facebook em seu dia a dia, sendo que 58% dos usuários

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realizam acessos diários (Dahlstrom, ET AL., 2011).

Por outro lado, embora pareça contraditório, novamente segundo Ajjan e Hartshorne, 2008, em sua maioria o corpo docente mundial não está adotando, nem tem pretensão de adotar redes sociais em salas de aula (74 % dos professores inquiridos).

Grande parte dessa resistência pode ter origem no fato de ser uma ideia nova, em um território desconhecido, em que a falta de familiaridade com a tecnologia predomina. Além desse fator, outros requisitos para essa insegurança são apontados, dentre eles a falta de privacidade, baixo nível de segurança de informações pessoais e a quebra das fronteiras profissionais entre aluno e professor (Cain, 2008; Griffith e Liyanage, 2008; Hewitt e Forte, 2006).

Crescemos dentro de um modelo padrão de escola e de ensino, em que se procura trazer para dentro da sala de aula, fatos e objetos do mundo real seguindo uma metodologia escalável em que se divide o processo de aprendizado em níveis de dificuldade e com o professor sendo o ponto principal na construção do aprendizado. Talvez não mais seja possível realizar esse processo. Pelo menos da mesma forma que antes, em que tudo é “escolarizável” e não necessita de muitos estímulos.

A concepção educacional precisa mudar, se adequando aos novos hábitos e costumes. Insistir em metodologias antigas, em uma realidade cheia de novidades na qual cada vez mais se dá importância ao capital social, é o mesmo que incentivar a concentração e a atenção seletiva, já crescentemente perceptível nos educandos.

ConClUsÃo:

Sabe-se que é impossível evitar a tecnologia e seus avanços. Ela se faz cada vez mais presente em tudo que nos envolve. O ritmo de transformações tende a ser cada vez mais acelerado, à medida que a ciência evolui, forçando a educação a se reinventar, assim como os métodos de ensino utilizados até então, diante de uma realidade comportamental que não existe mais em meio às atuais gerações.

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compartilhamento de informações e construção do conhecimento, pois são amplamente utilizadas fora do meio educacional, gerando grande familiaridade em suas funções. Porém, com o grande fluxo e diversidade de mídia que as compõem, as redes sociais podem gerar o efeito reverso ao desejado pelos educadores.

A fuga para assuntos “mais interessantes”, gradativamente pode incorporar o hábito do estudante, gerando falta de concentração e contribuindo para o aumento do déficit de atenção.

Como a utilização de redes sociais por diversos fatores provoca liberação de dopamina no cérebro (substância responsável pelo prazer e sensação de bem estar), sua utilização excessiva pode gerar vício, sendo comparado ao do uso de drogas e bebidas alcoólicas.

Outro fator preocupante é a velocidade com que informações incorretas se propagam e são aceitas pela rede.

Cabe às instituições de ensino e educadores, aliados à revolução digital, empregarem métodos pedagógicos que, em conjunto às novas ferramentas, gerem interesse pelo aprendizado e contribuam para a construção do conhecimento. Dentro desse contexto, é indispensável estimular o senso critico, a ética e o bom senso.

A inovação também precisa chegar à educação e não há outra forma disso acontecer sem passar pelo seu ponto chave: o educador, pois nenhum sistema de ensino supera a qualidade dos seus professores. Para melhorar o seu desempenho escolar, é imprescindível investir na melhoria dos padrões de ensino. Essa tarefa não é algo fácil, mas deve ser realizada.

reFerÊnCIAs:

ALTENFELDER, Anna H. Ensinar e aprender - Fundamentos para a prática pedagógica na cultura digital. Disponível em: < http://issuu.com/cenpec/ docs/ensinar_e_aprender_fasciculo1>. Acesso em 11 maio 2012.

CAMPOS, Simone B. et al. o impacto das tecnologias em ambiente escolar: Um saber necessário na educação contemporânea. Disponível em: < http://www.periodicos.udesc.br/index.php/percursos/article/ viewFile/1515/1279>. Acesso em 11 maio 2012.

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Academy. Disponível em: <http://c4lpt.co.uk/index.html>. Acesso em 06 maio 2012.

DOSEO - <http://www.doseo.com.br/redes-sociais/estatisticas-e-fatos-sobre-o-facebook-em-2011>. Acesso em 09 maio 2012.

Grupo de Estudos Educar na Cultura Digital – <http://www. educarnaculturadigital.org.br/>. Acesso em 09 maio 2012.

LLERA, J. B. A sociedade em rede. Disponível em: <http://www.educared. org/educa/index.cfm?pg=internet_e_cia.informatica_principal&id_inf_ escola=664>. Acesso em 07 maio 2012.

TOMAÉL, Maria I. et al. das redes sócias à inovação. Disponível em: < http:// www.scielo.br/pdf/ci/v34n2/28559.pdf >. Acesso em 10 maio 2012.

Referências

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