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Diagnósticos da América S/A

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Relatório da Diagnósticos da América S/A – Instrução CVM 481/2009 1

Diagnósticos da América S/A

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Relatório da Diagnósticos da América S/A – Instrução CVM 481/2009 2

Diagnósticos da América S/A

Informações aos Acionistas em atendimento a

Instrução CVM 481 de 17 de dezembro de 2009

Paulo Bokel Catta-Preta Diretor de Relações com Investidores [email protected] Tel: (011) 4197-6233 Fax: (011) 4197-5530 www.dasa3.com.br

Proposta da Administração

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Relatório da Diagnósticos da América S/A – Instrução CVM 481/2009 3

Diagnósticos da América S/A

Considerações sobre este relatório:

Este documento deve ser lido em conjunto com as demonstrações financeiras da Companhia, a serem publicadas em 01 de abril de 2014 no Diário Oficial do Estado de São Paulo e no Jornal Diário Comércio, Indústria & Serviços. Referidas demonstrações financeiras também se encontram disponíveis, desde 24 de março de 2014, no site da Comissão de Valores Mobiliários – CVM (www.cvm.gov.br) e no site oficial da

Companhia no endereço www.dasa3.com.br, em conformidade com o Aviso aos Acionistas divulgado em

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Relatório da Diagnósticos da América S/A – Instrução CVM 481/2009 4

Diagnósticos da América S/A

ÍNDICE:

I. Informações sobre a Companhia. 5

II. Informações requeridas pela Instrução CVM 481/2009.

II.1. Relatório da administração sobre os negócios sociais e os principais fatos administrativos do exercício de 2013.

6

II.2. Cópias das Demonstrações Financeiras. 6

II.3. Comentários dos Administradores sobre a situação financeira da Companhia, nos termos do item 10 do Formulário de Referência.

6

II.4 Parecer dos Auditores Independentes. 7

II.5 Parecer do Conselho Fiscal. 7

II.6 Formulário de Demonstrações Financeiras Padronizadas – DFP. 7 II.7 Proposta de destinação do lucro líquido do exercício findo em

31.12.2013.

7

II.8 Parecer do Comitê de Auditoria Estatutário. 14

II.9 Proposta de Remuneração dos Administradores. 15

II.10 Informações sobre Remuneração de Administradores nos termos do item 13 do Formulário de Referência.

15

Anexo I Comentários dos Administradores sobre a situação financeira da Companhia nos termos do item 10 do Formulário de Referência.

16 Anexo II Proposta de Destinação do Lucro Líquido e Orçamento de Capital. 69 Anexo III Informações sobre a Remuneração dos Membros da Administração nos

termos do item 13 do Formulário de Referência.

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Diagnósticos da América S/A

I – Informações sobre a Companhia:

Diagnósticos da América S/A, inscrita no CNPJ/MF sob o número 61.486.650/0001-83, NIRE 35.300.172.507, com sede na Av. Juruá, 434, Alphaville, Barueri, SP, CEP 06455-010.

Diretoria de Relações com Investidores: Sr. Paulo Bokel Catta-Preta, telefone (11) 4197-5768, com endereço de e-mail [email protected].

Endereço de e-mail do Departamento de Relações com Investidores: [email protected]

Site de Relações com Investidores: www.dasa3.com.br

Auditores Independentes: Ernst & Young Terco Auditores Independentes S/S.

Jornais nos quais a Companhia divulga as informações: Diário Oficial do Estado de São Paulo e Jornal Diário Comércio, Indústria & Serviços.

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Relatório da Diagnósticos da América S/A – Instrução CVM 481/2009 6

Diagnósticos da América S/A

II – Informações requeridas pela Instrução CVM 481/2009:

II.1. Relatório da administração sobre os negócios sociais e os principais fatos administrativos do exercício de 2013:

Disponibilizadas em 24 de março de 2014 no site da Comissão de Valores Mobiliários – CVM www.cvm.gov.br e no site oficial da Companhia www.dasa3.com.br, conforme Aviso aos Acionistas divulgado em 24 de março de 2014, em observância ao artigo 133 da Lei 6.404 de 15 de dezembro de 1976. O relatório da administração será publicado no Diário Oficial do Estado de São Paulo e no Jornal Diário Comércio, Indústria & Serviços em 01 de abril de 2014.

II.2. Cópias das Demonstrações Financeiras:

Disponibilizado em 24 de março de 2014 no site da Comissão de Valores Mobiliários – CVM www.cvm.gov.br e no site oficial da Companhia www.dasa3.com.br, conforme Aviso aos Acionistas divulgado em 24 de março de 2014, em observância ao artigo 133 da Lei 6.404 de 15 de dezembro de 1976. As demonstrações financeiras serão publicadas no Diário Oficial do Estado de São Paulo e no Jornal Diário Comércio, Indústria & Serviços em 01 de abril de 2014.

II.3. Comentários dos Administradores sobre a situação financeira da Companhia, nos termos do item 10 do Formulário de Referência:

As informações relativas ao item 10 do formulário de referência, em atendimento ao disposto no inciso III do artigo 9º da Instrução CVM 481/2009, encontram-se no Anexo I ao presente relatório. Esclarecemos que a numeração que identifica os itens transcritos no Anexo I corresponde à mesma numeração constante do item 10 do formulário de referência visando facilitar a identificação e leitura.

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Relatório da Diagnósticos da América S/A – Instrução CVM 481/2009 7

Diagnósticos da América S/A

II.4. Parecer dos Auditores Independentes:

Disponibilizado em 24 de março de 2014 no site da Comissão de Valores Mobiliários – CVM www.cvm.gov.br e no site oficial da Companhia www.dasa3.com.br, conforme Aviso aos Acionistas divulgado em 24 de março de 2014, em observância ao artigo 133 da Lei 6.404 de 15 de dezembro de 1976. Referido parecer será publicado no Diário Oficial do Estado de São Paulo e no Jornal Diário Comércio, Indústria & Serviços em 01 de abril de 2014.

II.5. Parecer do Conselho Fiscal.

Não foi instalado Conselho Fiscal para o exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2013.

II.6. Formulário de Demonstrações Financeiras Padronizadas – DFP:

Disponibilizado em 24 de março de 2014 no site da Comissão de Valores Mobiliários – CVM www.cvm.gov.br e no site oficial da Companhia www.dasa3.com.br.

II.7. Proposta de destinação do lucro líquido do exercício findo em 31.12.2013:

No Anexo II disponibilizamos a proposta para a destinação do lucro líquido relativo ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2013 e o orçamento de capital para o exercício de 2014, conforme deliberação do Conselho de Administração da Companhia em reunião realizada em 24 de março de 2014 às 18h00 min., conforme ata disponibilizada, na mesma data, no site da Comissão de Valores Mobiliários – CVM www.cvm.gov.br e no site oficial da Companhia www.dasa3.com.br.

Em atendimento ao disposto no inciso II do parágrafo primeiro do artigo 9º da Instrução CVM 481 de 17 de dezembro de 2009, informamos abaixo o que se segue:

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Relatório da Diagnósticos da América S/A – Instrução CVM 481/2009 8

Diagnósticos da América S/A

1. Lucro líquido do exercício:

O lucro líquido do exercício findo em 31 de dezembro de 2013 foi de R$ 131.301.437,34 (cento e trinta e um milhões, trezentos e um mil, quatrocentos e trinta e sete reais e trinta e quatro centavos). 2. Montante global e o valor por ação dos dividendos, incluindo dividendos antecipados e juros sobre capital próprio já declarados:

O montante global dos dividendos foi de R$ 31.375.041,98 (trinta e um milhões, trezentos e setenta e cinco mil, quarenta e um reais e noventa e oito centavos) que corresponde à R$ 0,101 por ação (ex-tesouraria), observado o percentual de 25% (vinte e cinco por cento) referente ao dividendo obrigatório previsto no estatuto social da Companhia. Não houve antecipação de dividendos ou pagamento de juros sobre capital próprio no exercício de 2013.

3. Percentual do lucro líquido do exercício distribuído:

O percentual do lucro líquido do exercício de 2013 que se propõe distribuir sob a forma de dividendos, após o decréscimo da importância destinada, no exercício, à constituição da reserva legal (conforme previsto no estatuto social da Companhia), é de 25,15%.

4. Montante global e o valor por ação de dividendos distribuídos com base em lucro de exercícios anteriores:

Não houve distribuição de dividendos com base em lucro de exercícios anteriores.

5. Informar, deduzidos os dividendos antecipados e juros sobre capital próprio já declarados:

a. O valor bruto de dividendo por ação de cada espécie e classe:

R$ 31.375.041,98 (trinta e um milhões, trezentos e setenta e cinco mil, quarenta e um reais e noventa e oito centavos) que correspondem à R$ 0,101 por ação (ex-tesouraria).

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Relatório da Diagnósticos da América S/A – Instrução CVM 481/2009 9

Diagnósticos da América S/A

b. A forma e o prazo de pagamento dos dividendos:

Terão direito aos dividendos os Acionistas detentores de ações no dia 28 de abril de 2014 (incluindo negociações realizadas em tal data) e, a partir de 29 de Abril de 2014 as ações serão negociadas ex-dividendos na Bolsa de Mercadorias & Futuros de São Paulo - BM&FBOVESPA. Os dividendos serão pagos até 16 de junho de 2014.

c. Eventual incidência de atualização e juros sobre os dividendos e juros sobre capital próprio:

Não houve incidência de atualização e juros sobre os dividendos e juros sobre capital próprio.

d. Data da declaração de pagamento dos dividendos e juros sobre capital próprio

considerada para identificação dos acionistas que terão direito ao seu recebimento:

Em Assembleia Geral Ordinária a ser realizada em 28 de abril de 2014 às 11h00, será deliberada a distribuição de dividendos conforme proposta aprovada em Reunião do Conselho de Administração realizada em 24 de março de 2014.

Terão direito aos dividendos os Acionistas detentores de ações no dia 28/04/2014, inclusive as adquiridas em referido dia, e a partir do dia 29/04/2014 as ações serão negociadas ex-dividendos.

6. Caso tenha havido declaração de dividendos ou juros sobre capital próprio com base em lucros apurados em balanços semestrais ou em períodos menores:

Não aplicável, porque não foram declarados dividendos ou juros sobre capital próprio com base em lucros apurados em balanços intermediários (períodos inferiores a seis meses).

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Relatório da Diagnósticos da América S/A – Instrução CVM 481/2009 10

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7. Tabela comparativa indicando os seguintes valores por ação de cada espécie e classe: a. Lucro líquido do exercício e dos 3 (três) exercícios anteriores:

2013 2012 2011 2010

Lucro Líquido 131.301.437,34 85.192.121,69 145.454.844,38 97.966.212,10 Total de ações no final do periodo (ex-tesouraria) 310.643.980 310.643.980 310.643.980 229.152.705 Lucro Líquido por ação 0,42267498 0,27424359 0,46823648 0,42751497

Lucro (prejuízo) líquido por ação ON

b. Dividendo e juros sobre capital próprio distribuído nos 3 (três) exercícios anteriores:

2012 2011 2010

Dividendos Mínimos 20.233.128,90 34.545.525,54 23.266.975,37

Juros sobre capital próprio (líquido de IRRF) - 26.402.626,64 26.705.413,23

Dividendos e JCP distribuídos

8.

Havendo destinação de lucros à reserva legal:

a. Identificar o montante destinado à reserva legal:

O montante do lucro líquido do exercício de 2013 destinado à reserva legal corresponde a R$ 6.565.071,87 (seis milhões, quinhentos e sessenta e cinco mil, setenta e um reais e oitenta e sete centavos).

b. Detalhar a forma de cálculo da reserva legal:

De acordo com o estatuto social da Companhia, 5% (cinco por cento) do lucro líquido do exercício é destinado para a formação da reserva legal, até atingir 20% (vinte por cento) do capital social subscrito. O montante indicado no item "a" acima foi obtido pela aplicação deste percentual sobre o lucro líquido do exercício, R$ 131.301.437,34 (cento e trinta e um milhões, trezentos e um mil, quatrocentos e trinta e sete reais e trinta e quatro centavos).

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Relatório da Diagnósticos da América S/A – Instrução CVM 481/2009 11

Diagnósticos da América S/A

9. Caso a companhia possua ações preferenciais com direito a dividendos fixos ou mínimos: Não aplicável, a Companhia não possui ações preferenciais.

10. Em relação ao dividendo obrigatório:

a. Forma de cálculo prevista no estatuto:

De acordo com o parágrafo 3º do Artigo 34 e Artigo 35 do Estatuto Social da Companhia, o lucro líquido do exercício tem obrigatoriamente a seguinte destinação:

“Artigo 34 (...)

Parágrafo terceiro - O lucro líquido do exercício terá obrigatoriamente a seguinte destinação: (a) 5% (cinco por cento) para a formação da reserva legal, até atingir 20% (vinte por cento) do capital social subscrito;

(b) pagamento de dividendo obrigatório, observado o disposto no artigo 30 deste Estatuto e a Lei; (c) constituição de reserva de lucros e distribuição de dividendos além dos dividendos obrigatórios nas condições da Lei."

"Artigo 35 - Os acionistas terão direito a receber, em cada exercício, a título de dividendos, um percentual mínimo obrigatório de 25% (vinte e cinco por cento) sobre o lucro líquido do exercício, observado o decréscimo da importância destinada, no exercício, à constituição da reserva legal. Parágrafo Primeiro - Sempre que o montante do dividendo mínimo obrigatório ultrapassar a parcela realizada do lucro líquido do exercício, a administração poderá propor, e a Assembleia Geral aprovar, destinar o excesso à constituição de reserva de lucros a realizar, conforme dispõe o artigo 197 da Lei n.º 6.404/76.

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Relatório da Diagnósticos da América S/A – Instrução CVM 481/2009 12

Diagnósticos da América S/A

Parágrafo Segundo - A Assembleia poderá atribuir aos Administradores uma participação nos lucros, observados os limites legais pertinentes. É condição para pagamento de tal participação a atribuição aos acionistas do dividendo obrigatório a que se refere este Artigo. Sempre que for levantado balanço semestral e com base nele forem pagos dividendos intermediários em valor ao menos igual a 25% (vinte e cinco por cento) sobre o lucro líquido do período, calculado nos termos deste Artigo, poderá ser paga por deliberação do Conselho de Administração, aos Administradores, uma participação no lucro semestral, ad referendum da Assembleia Geral.

Parágrafo Terceiro - A Assembleia Geral pode deliberar, a qualquer momento, distribuir dividendos à conta de reservas de lucros de exercícios anteriores, assim mantidos por força de deliberação da Assembleia, depois de atribuído em cada exercício, aos acionistas, o dividendo obrigatório a que se refere este Artigo.

Parágrafo Quarto - A Companhia poderá levantar balanços semestrais ou em períodos menores. O Conselho de Administração poderá deliberar a distribuição de dividendos a débito da conta de lucro apurado em balanço semestral ad referendum da Assembleia Geral. O Conselho de Administração poderá, ainda, declarar dividendos intermediários a débito da conta de reservas de lucros existentes no último balanço anual ou semestral.

Parágrafo Quinto - Os dividendos não reclamados em três anos prescrevem em favor da Companhia.

Parágrafo Sexto - O Conselho de Administração deliberará sobre o pagamento ou crédito de juros sobre o capital próprio, ad referendum da Assembleia Geral Ordinária que apreciar as demonstrações financeiras relativas ao exercício social em que tais juros foram pagos ou creditados."

b. Informar se ele está sendo pago integralmente:

O dividendo obrigatório está sendo pago integralmente, que corresponde, em relação aos resultados de 2013, ao montante de R$ 31.184.091,37 (trinta e um milhões, cento e oitenta e quatro mil, noventa e um reais e trinta e sete centavos), sendo, ainda, R$ 190.950,61 (cento e noventa mil, novecentos e cinquenta reais e sessenta e um centavos) pagos como dividendo adicional ao dividendo obrigatório.

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Relatório da Diagnósticos da América S/A – Instrução CVM 481/2009 13

Diagnósticos da América S/A

c. Montante eventualmente retido:

Não aplicável.

11. Retenção do dividendo obrigatório devido à situação financeira da companhia: Não haverá retenção distribuição de dividendo obrigatório.

12. Destinação de resultado para reserva de contingências:

Não haverá destinação de resultado para reserva de contingências. 13. Destinação de resultado para reserva de lucros a realizar:

Não haverá destinação de resultado para reserva de lucros a realizar. 14. Destinação de resultado para reservas estatutárias:

Não haverá destinação de resultado para reservas estatutárias. 15. Retenção de lucros prevista em orçamento de capital:

a. Identificar o montante da retenção e explicar a natureza da destinação:

O montante de lucro do exercício de 2013 a ser retido com base em orçamento de capital para 2014 é de R$ 93.361.323,49 (noventa e três milhões, trezentos e sessenta e um mil, trezentos e vinte e três reais e quarenta e nove centavos).

b. Orçamento de capital:

O orçamento de capital proposto pela Administração da Companhia foi aprovado em Reunião do Conselho de Administração realizada em 24 de março de 2014, cuja ata foi disponibilizada, na mesma data, no site oficial da Comissão de Valores Mobiliários - CVM

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Relatório da Diagnósticos da América S/A – Instrução CVM 481/2009 14

Diagnósticos da América S/A

www.cvm.gov.br e no site da companhia (www.dasa3.com.br), conforme Anexo II ao presente Relatório e será submetido para deliberação pelos Acionistas na Assembleia Geral Ordinária que será realizada na sede da Companhia em 28 de abril de 2014 às 11h00min.

Adicionalmente, esclarecemos que o orçamento de capital foi noticiado aos Acionistas também nas notas explicativas às Demonstrações Financeiras da Companhia, especificamente na nota número 22, alínea “f”.

As demonstrações financeiras da Companhia foram disponibilizadas aos Acionistas em 24 de março de 2014 no site da Comissão de Valores Mobiliários – CVM www.cvm.gov.br e no site oficial da Companhia www.dasa3.com.br. A publicação das demonstrações financeiras da Companhia será realizada no Diário Oficial do Estado de São Paulo e no Jornal Diário Comércio, Indústria & Serviços em 01 de abril de 2014.

16. Havendo destinação de resultado para a reserva de incentivos fiscais: Não haverá destinação de resultado para a reserva de incentivos fiscais.

II.8. Parecer do Comitê de Auditoria Estatutário:

O relatório anual resumido do Comitê de Auditoria Estatutário da Companhia, o qual contém, ainda, o parecer de referido comitê acerca das demonstrações financeiras e notas explicativas relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013, foi disponibilizado em 24 de março de 2014 no site da Comissão de Valores Mobiliários – CVM www.cvm.gov.br e no site oficial da Companhia www.dasa3.com.br, conforme Aviso aos Acionistas divulgado em 24 de março de 2014, em observância ao artigo 133 da Lei 6.404 de 15 de dezembro de 1976. Referido parecer será publicado juntamente com as demonstrações financeiras da Companhia, no Diário Oficial do Estado de São Paulo e no Jornal Diário Comércio, Indústria & Serviços em 01 de abril de 2014.

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Relatório da Diagnósticos da América S/A – Instrução CVM 481/2009 15

Diagnósticos da América S/A

II.9. Proposta de Remuneração dos Administradores:

Para remuneração global anual dos membros do Conselho de Administração e Diretoria Estatutária a proposta a ser submetida aos Acionistas da Companhia é de até R$ 28.500.000,00 (vinte e oito milhões e quinhentos mil reais), conforme deliberado em Reunião do Conselho de Administração realizada em 24 de março de 2014 às 18h00 minutos, cuja ata foi disponibilizada, na mesma data, no site da Comissão de Valores Mobiliários – CVM www.cvm.gov.br e no site oficial da Companhia www.dasa3.com.br.

A Companhia esclarece que (i) o período a que se refere a presente proposta de remuneração é de 28 Abril de 2014 (data da assembleia geral ordinária de 2014 da Companhia) até a data da realização da assembleia geral ordinária de 2015 da Companhia; (ii) os valores para remuneração dos administradores aprovados na assembleia geral ordinária de 2013 da Companhia totalizam R$ 25.000.000,00 (vinte e cinco milhões de reais), sendo que o período compreendido por essa remuneração é de 22 de Abril de 2013 (data da assembleia geral ordinária de 2013 da Companhia) a 28 de Abril de 2014 (data da assembleia geral ordinária de 2014 da Companhia).

II.10. Informações sobre Remuneração dos Administradores, nos Termos do Item 13 do Formulário de Referência:

O Anexo III ao presente Relatório contém as informações relativas ao item 13 do Formulário de Referência, em atendimento ao disposto no inciso II do artigo 12 da Instrução CVM 481 de 17 de dezembro de 2009. Esclarecemos que a numeração indicada no Anexo III corresponde à mesma numeração constante do Formulário de Referência, visando a facilitar a identificação e leitura.

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Relatório da Diagnósticos da América S/A – Instrução CVM 481/2009 16

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ANEXO I

(Correspondente ao item II.3 do presente relatório – Comentários dos

Administradores sobre a situação financeira da Companhia – Item 10 do Formulário

de Referência)

10.1 – Condições financeiras e patrimoniais gerais: a. Condições financeiras e patrimoniais gerais:

A Diretoria da Companhia acredita que a Companhia está preparada, do ponto de vista de suas condições financeiras e patrimoniais, para cumprir suas obrigações de curto e longo prazo. Acredita, ainda, que a geração de caixa da Companhia será suficiente para atender as necessidades projetadas de caixa para capital de giro e investimentos, além das obrigações com capital de terceiros, até o período de 31 de dezembro de 2014, no mínimo.

Em 31 de dezembro de 2012 e 2011, o índice de liquidez corrente foi 2,48 e 1,70, respectivamente. Em 31 de dezembro de 2013, o ativo circulante da Companhia foi de R$ 1.438,6 milhões, e superava em um montante de R$ 707,8 milhões o passivo circulante na mesma data, que foi de R$ 730,8 milhões, representando um índice de liquidez corrente (índice que relaciona a liquidez de curto prazo da Companhia, calculado por meio da divisão do ativo circulante pelo passivo circulante) de 1,97.

Em 31 de dezembro de 2012 e 2011, o índice de endividamento total foi de 0,64 e 0,67, respectivamente. A redução de 4,4% ocorrida entre 31 de dezembro de 2011 e 31 de dezembro de 2012 deveu-se, principalmente, à liberação de recursos depositados em escrow account aos antigos sócios de empresas adquiridas pela companhia. Em 31 de dezembro de 2013, o índice de endividamento total (representado por passivo circulante acrescido de passivo não circulante e dividido pelo patrimônio líquido) foi de 0,73. O aumento de 14,6% ocorrido entre 31 de dezembro de 2012 e 31 de dezembro de 2013 deveu-se, principalmente, a emissão de debêntures ocorrida em outubro de 2013.

A estrutura de capital da companhia se mostra relativamente estável nos últimos 3 anos, com um pequeno aumento devido a emissão das debentures em outubro de 2013, em função do vencimento da primeira parcela da debenture de segunda emissão a ser paga em abril 2014.

Receita Operacional Bruta

31 de dezembro de 2013 31 de dezembro de 2012 31 de dezembro de 2011

Índice de liquidez corrente 1,97 2,48 1,70 Índice de endividamento total 0,73 0,64 0,67

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Relatório da Diagnósticos da América S/A – Instrução CVM 481/2009 17

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2011

Durante o ano de 2011 iniciou-se o processo de integração da Companhia com a MD1 e pelo alinhamento em torno de uma estratégia que busca equilibrar crescimento e retorno para os acionistas. Nove empresas do grupo MD1, entre elas Laboratórios Médicos Dr. Sérgio Franco Ltda. ("Sergio Franco"), CDPI – Clínica de Diagnóstico por Imagem Ltda. ("CDPI"), Clínica de Ressonância, Multi Imagem Ltda. ("Multimagem") e Pro Echo Cardiodata Serviços Médicos Ltda. ("Pro Echo") foram integradas operacionalmente à Companhia. No ano de 2011 ocorreu ainda a integração do Instituto de Endocrinologia e Medicina Nuclear de Recife Ltda. ("CERPE"), CYTOLAB – Laboratório de Anatomia e Patológica, Citologia Diagnóstica e Análises Clínicas Ltda. ("Cytolab") e Previlab Análises Clínicas Ltda. ("Previlab"). A Companhia chegou ao final de 2011 com uma receita bruta de R$ 2.390,1 milhões representando um crescimento de 46,5% em comparação ao ano anterior.

O segmento ambulatorial e hospitalar atingiu um faturamento de R$ 2.001,7 milhões em 2011, representando um aumento de 58,5% comparado com o exercício de 2010. Este crescimento foi resultado da incorporação da MD1, Cytolab, Previlab e Cerpe, além dos projetos destinados a aumento de eficiência dos serviços oferecidos, troca dos equipamentos de imagem, da otimização do portfólio das unidades de atendimento e abertura de unidades, e do incremento de 41 novos hospitais na base atendida.

O segmento de apoio encerrou o ano de 2011 com um faturamento bruto de R$ 233,3 milhões, representando um crescimento de 27,6% em relação ao ano de 2010, incluindo a consolidação ao longo de 2011 das operações do Sergio Franco. O desempenho deste segmento reflete o aumento do número de requisições em 32,8% no ano de 2011 e do número de clientes em 809, tendo sido atendidos 4.912 clientes, comprovando que a Companhia conseguiu uma participação maior da carteira de exames dos laboratórios.

No setor público, a receita bruta da Companhia atingiu R$ 156,9 milhões em 2011, representando uma redução de 15,6% em relação a 2010. Referida redução ocorreu, principalmente, em função do cancelamento de contratos de baixa rentabilidade em função de uma estratégia de otimização da sua carteira.

2012

A receita bruta consolidada da Companhia no ano de 2012 atingiu R$2.490,0 milhões, representando um crescimento de 4,2% ante o ano de 2011, que apresentou receita de R$2.390,1 milhões. O número de feriados, e o fato de terem ocorridos no meio da semana, no último trimestre do ano, impactou a receita média diária da Companhia. Se a Companhia considerar os feriados prolongados, no último trimestre de 2011 houve 61 dias úteis, enquanto que no último trimestre de 2012 apenas 58 dias úteis. Adicionalmente, algumas fontes pagadoras aumentaram o seu nível de atraso em pagamentos, e a Companhia optou por reduzir a exposição ao risco de inadimplência, o que impactou a geração de receita. Analisando a receita bruta da Companhia por linhas de serviço, o mercado público foi o que obteve o melhor desempenho no ano, com crescimento de 14,8% quando comparado ao ano de 2011, e uma receita em 2012 de R$180,2 milhões, representando 7,3% do faturamento total da Companhia.

O mercado privado faturou R$1.826,7 milhões em 2012, com crescimento de 4,8% quando comparado ao ano de 2011 onde a receita foi de R$1.750,3 milhões, representando 73,5% do faturamento total da Companhia. O crescimento foi decorrente do crescimento deste mercado.

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Relatório da Diagnósticos da América S/A – Instrução CVM 481/2009 18

Diagnósticos da América S/A

O mercado hospitalar obteve receita no ano de 2012 de R$233,3 milhões comparado com R$250,4 milhões em 2011, com redução de 6,8%, representando 9,4% do faturamento da Companhia, tal redução decorreu do término, pela Companhia, de contratos cuja rentabilidade não era considerada relevante se analisada a rentabilidade destes contratos a longo prazo.

O mercado de apoio obteve em 2012 uma receita de R$242,7 milhões comparados a R$232,4 milhões em 2011, crescendo 4,4%, passando a representar 9,7% da receita total da Companhia. O crescimento de 4,4% é decorrente da unificação das estruturas de atendimento da DASA e da MD1.

2013

A receita bruta consolidada da DASA no ano de 2013 atingiu R$ 2.744,4 milhões, representando um crescimento de 10,2% em comparação ao ano anterior, resultado principalmente da maturação dos projetos implementados ao longo de 2012, ampliações das agendas de atendimentos e calendário mais favorável, com um maior número de dias uteis em 2013 (251 dias em comparação a 245) em 2012, isto é uma diferença de 2,4% a maior.

Analisando a receita bruta da DASA por linhas de serviço, o mercado de Apoio foi o que obteve o melhor desempenho no ano, com receita de R$ 288,0 milhões e com crescimento de 18,6%, quando comparado ao mesmo período de 2012, e atingindo 10,5% do faturamento total da DASA.

A Companhia faturou, com relação ao mercado Ambulatorial, R$ 2.007,6 milhões, crescendo 9,5% quando comparado ao mesmo período de 2012 e atingindo 73,2 % do faturamento total da DASA. A Companhia obteve, com relação ao mercado Hospitalar, receita de R$ 266,8 milhões, com uma expansão de 14,4% no ano de 2013, o que representa 9,7% da receita total da DASA.

A Companhia obteve, com relação ao mercado Público, receita de R$182,0 milhões com aumento de 1,0% no ano, representando 6,6% do faturamento da DASA.

EBITDA

A Companhia calcula o divulga seu EBITDA de acordo com a Instrução CVM nº 527, de 4 de outubro de 2012. Para maiores informações sobre o referido cálculo e a reconciliação do EBITDA com o lucro líquido de cada período, vide item 3.3 deste Formulário de Referência.

A Companhia atingiu no ano de 2011 EBITDA de R$ 500,3 milhões, representando um crescimento de 30,0% em relação aos R$ 384,8 milhões no mesmo período do ano anterior e uma margem de 22,9% (redução de 7,1 pontos percentuais em comparação ao ano anterior).

Nos doze meses de 2012 a Companhia atingiu EBITDA de R$ 407,3 milhões, o que representa uma diminuição de 18,6% em relação aos R$ 500,3 milhões no mesmo período do ano anterior, sendo que a redução de 18,6% é decorrente do aumento de custo incorrido pela Companhia em razão de e aumento do quadro de pessoal para melhorar a qualidade de atendimento da Companhia, atingindo margem de 18,0%. Pelo modelo de negócio da Companhia, esta opera com uma estrutura de custos e despesas de natureza fixa elevada como percentual da receita líquida (52,0%).

Em 2013 a Companhia atingiu um EBITDA de R$ 443,6 milhões, o que representa um aumento de 8,9% em relação aos R$ 407,3 milhões no mesmo período do ano anterior. Neste ano, a Companhia atingiu uma margem de 17,8%, comparado a uma margem de 18,0% do 2012.

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Relatório da Diagnósticos da América S/A – Instrução CVM 481/2009 19

Diagnósticos da América S/A

Segue abaixo a composição do cálculo do EBITDA:

Em milhões de R$ 2013 2012

D %

Lucro líquido do período 131,6 84,7 55,3%

(+) imposto de renda e contribuição social 71,3 46,5 53,3% (+) Financeiras líquidas 86,6 113,7 -23,8 (+) Depreciação e amortizações 154,1 162,4 -5,1

EBITDA (R$ MM) 443,6 407,3 8,9 Margem Ebitda 17,8 18,0 0,1 p.p.

Indicadores de Liquidez

Analisando os indicadores de liquidez geral, liquidez corrente e liquidez seca, é possível observar:

Entre 31 de dezembro de 2012 e 31 de dezembro de 2013 - Melhora nos indicadores de liquidez geral, derivada, principalmente, da reestruturação da dívida com a emissão da debentures em outubro de 2013. A Companhia obteve, neste período, uma queda no índice de liquidez corrente e liquidez seca em função da 1ª. Parcela da debenture da 2º emissão a ser paga em abril e da renegociação da dívida em dólares em função do encurtamento do prazo de vencimento.

Entre 31 de dezembro de 2011 e 31 de dezembro de 2012 - Melhora nos indicadores de liquidez corrente e liquidez seca, derivada, principalmente, da reestruturação da dívida com a emissão da debentures em outubro de 2012 e do pagamento de compromissos financeiros de curto prazo tais como notas promissórias. A Companhia obteve, neste período, uma estabilidade na liquidez geral.

31 de dezembro de 2013 31 de dezembro de 2012 31 de dezembro de 2011 Liquidez Geral 1.639.143 1.207.743 1.263.228 Ativo circulante / Longo Prazo 1.983.001 1.664.983 1.740.776 Exigivel Total 0,83 0,73 0,73 Quociente Liquidez Corrente Ativo Circulante 1.438.625 993.438 1.003.217 Passivo Circulante 730.778 400.966 590.211 Quociente 1,97 2,48 1,70 Liquidez Seca

Ativo Circulante (-) Estoque 1.379.242 931.996 925.850 Passivo Circulante 730.778 400.966 590.211 Quociente 1,89 2,32 1,57

Liquidez (em R$ mil)

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Relatório da Diagnósticos da América S/A – Instrução CVM 481/2009 20

Diagnósticos da América S/A

Entre 31 de dezembro de 2010 e 31 de dezembro de 2011 - Melhora nos indicadores de liquidez corrente e liquidez seca, derivada, principalmente, da reestruturação da dívida com a emissão da debentures em maio de 2011 e no pagamento de compromissos financeiros tais como (i) Notas promissórias e recompra das notas internacionais; (ii) aquisição de empresa; e (iii) investimentos em bens de capital. A Companhia obteve, neste período, uma diminuição na liquidez geral em função da utilização dos recursos mencionados para expansão da Companhia.

b. Estrutura de capital e possibilidade de resgate de ações, bem como hipóteses de resgate e fórmula de cálculo do valor de resgate de ações:

31 de dezembro de 2013 31 de dezembro de 2012 31 de dezembro de 2011 Dívida Líquida 866,2 847,1 872,3 EBITDA 443,6 407,3 553,1 Índice 1,95 2,08 1,58 Estrutura de Capital Exercício encerrado em :

A Companhia calcula e divulga seu EBITDA de acordo com a Instrução CVM nº 527, de 4 de outubro de 2012. Para maiores informações sobre o referido cálculo e a reconciliação do EBITDA com o lucro líquido de cada período, vide item 3.3 deste Formulário de Referência. A Companhia tem como padrão de financiamento, a escolha de duas formas de financiamento, a saber: (i) recursos próprios ou internos ou lucros retidos; (ii) recursos externos via endividamento ou capital de terceiros (emissão Debêntures não conversíveis em ações, empréstimos bancários e leasings).

A estrutura de capital da Companhia, mensurada principalmente pela relação entre dívida líquida da Companhia sobre o patrimônio líquido da Companhia, apresenta níveis adequados de alavancagem. Em 31 dezembro de 2013, o capital de terceiros representava 42,3% das fontes de recursos para o financiamento da estrutura de capital da Companhia, sendo os 57,7% restantes provenientes de recursos próprios. Segue abaixo a composição da estrutura de capital da Companhia para os períodos indicados, considerando (i) como percentual de capital próprio o valor resultante do patrimônio líquido dividido pelo somatório do passivo total e do patrimônio líquido, e (ii) como percentual de capital de terceiros o valor resultante do passivo total dividido pelo somatório do passivo total e do patrimônio líquido:

 Em 31 de dezembro de 2013, a estrutura de capital da Companhia era composta de 57,7% de capital próprio e 42,3% de capital de terceiros.

 Em 31 de dezembro de 2012, a estrutura de capital da Companhia era composta de 61,0% de capital próprio e 39,0% de capital de terceiros.

 Em 31 de dezembro de 2011, a estrutura de capital da Companhia era composta de 59,9% de capital próprio e 40,1% de capital de terceiros.

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Relatório da Diagnósticos da América S/A – Instrução CVM 481/2009 21

Diagnósticos da América S/A

Em 2011, a Companhia fez diversas aquisições, aumentou o CAPEX incluindo troca de equipamentos e expansão de unidades e emitiu debentures no valor de R$700 milhões com o objetivo de quitação da totalidade das notas promissórias comerciais da primeira emissão da Companhia efetivamente subscritas e integralizadas; pagamento de outras dívidas, inclusive aquelas tomadas junto ao coordenador líder da emissão; e reforço do capital de giro da Companhia.

Em 2011, o endividamento líquido da Companhia atingiu R$ 872,3 em função dos investimentos na expansão da atividade. O patrimônio líquido da Companhia, em 31 de dezembro de 2011 era de R$ 2.542.020. O patrimônio líquido da Companhia passou de R$ 614.887 em 2010 para R$ 2.542.020 milhões em 2011, deste aumento de capital R$ 1.832.044 são decorrentes do aumento de capital social decorrente da Incorporação das ações de emissão da MD1.

Em 2012, a Companhia aumentou o CAPEX incluindo troca de equipamentos e expansão de unidades e emitiu debentures no valor de R$250 milhões com o objetivo de quitação da totalidade das notas promissórias comerciais da terceira emissão da Companhia efetivamente subscritas e integralizadas; e reforço do capital de giro da Companhia.

O endividamento líquido da Companhia era de R$ 552,2 milhões em 2010, passando para R$ 872,3 milhões em 2011, em função dos investimentos na expansão da atividade e compra de participação em outras empresas.

O patrimônio líquido da Companhia passou de R$ 614,9 milhões em 2010 para R$ 2.542,0 milhões em 2011, deste aumento de capital R$ 1.832,0 milhões são decorrentes da incorporação de ações da MD1 ocorrido em 05/01/2011.

Em 2012, em função da terceira emissão de debêntures e para facilitar o entendimento do mercado, a Companhia ajustou a forma de apresentação da dívida liquida para estar de acordo com o calculo efetuado pelo agente fiduciário. A nova forma de apresentação não considera impostos parcelados e contas a pagar por aquisição de controladas. Com esta metodologia, a dívida liquida em 2011 teria sido de R$831,4 milhões, ou seja, uma redução de R$ 40,9 milhões. A Companhia encerrou o ano de 2012 com uma divida de 847,1 milhões.

Em 2013, a Companhia investiu (CAPEX) R$144,3 milhões incluindo investimentos em tecnologia da informação, equipamentos, e expansão e reformas de unidades e emitiu debentures no valor de R$450 milhões com o objetivo de reforço de capital de giro e para pagar a primeira parcela da segunda emissão de debentures que vence em abril de 2014.O endividamento líquido da Companhia atingiu R$866,2 milhões em função dos investimentos na expansão da atividade. O patrimônio líquido da Companhia, em 31/12/2013 era de R$2.708,2 milhões. 31 de dezembro de 2013 31 de dezembro de 2012 31 de dezembro de 2011 Passivo Total 1.983.001 1.664.983 1.698.346 Patrimônio Líquido 2.708.810 2.607.192 2.542.020 Somatório do passivo total e patrimônio líquido 4.691.811 4.272.175 4.240.366

Estrutura de Capital

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Relatório da Diagnósticos da América S/A – Instrução CVM 481/2009 22

Diagnósticos da América S/A

Possibilidade de resgate de ações (i) hipóteses de resgate:

Não há hipóteses de resgate de ações de emissão da Companhia além das legalmente previstas. (ii) fórmula de cálculo do valor de resgate

Não há hipóteses de resgate de ações de emissão da Companhia além das legalmente previstas. c. Capacidade de pagamento em relação aos compromissos financeiros assumidos:

Em 2011, a Companhia liquidou todos os compromissos relativos à recompra das notas internacionais de sua subsidiaria DASA Finance Corporation, incluindo a da cessão e nota promissória junto ao Banco Itaú, além de liquidar a parcela remanescente das debêntures emitidas em 2006.

Nesse contexto, a Companhia utilizou seu caixa principalmente para: (i) pagamento de compromissos financeiros tais como debêntures e notas promissórias; (ii) aquisição de empresa; e (iii) investimentos em bens de capital, frente a um cenário de acirramento da concorrência e necessidades crescentes de investimento em sua operação.

Em 2012, a Companhia liquidou suas notas promissórias de segunda e terceira emissão.

Nesse contexto, a Companhia utilizou seu caixa principalmente para: (i) pagamento de compromissos financeiros tais como juros das debêntures e juros e principal de empréstimos bancários; e (ii) investimentos em bens de capital, em função ne melhoria de qualidade do serviço em sua operação. Em 2013, a Companhia, entre outras obrigações, liquidou as notas internacionais, liquidou os juros das debentures e a primeira parcela do vencimento da terceira emissão de debentures.

Nesse contexto, a Companhia utilizou seu caixa principalmente para: (i) pagamento de compromissos financeiros tais como parcela das debêntures e juros e principal de empréstimos bancários; e (ii) investimentos em tecnologia da informação, equipamentos, e expansão e reformas de unidades.

A Companhia acredita que os recursos existentes e sua geração de caixa operacional serão suficientes para atender às suas necessidades de liquidez e aos compromissos financeiros contratados em aberto em 31 de dezembro de 2013.

Os fluxos de caixa das atividades operacionais de investimento e de financiamento da Companhia nos exercícios encerrados em 31 de dezembro de 2011, 2012 e 2013 estão apresentados na tabela a seguir:

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Relatório da Diagnósticos da América S/A – Instrução CVM 481/2009 23

Diagnósticos da América S/A

d. Fontes de financiamento para capital de giro e para investimentos em ativos não circulantes utilizadas:

Durante os exercícios de 2011, 2012 e 2013, as principais fontes de financiamento da Companhia foram: - recursos próprios,

- emissão de notas promissórias comerciais, em 2011, no montante total de R$ 100 milhões, com vencimento único em 13 de Fevereiro de 2012, sendo que, sobre o valor nominal unitário incidiam juros remuneratórios correspondentes à variação acumulada de 102% da variação diária da taxa DI até a data de vencimento.

- emissão de debentures, em 2011, no montante total de R$ 700 milhões, com vencimento em 29 de abril de 2016, sendo que, sobre o valor nominal unitário incidirão juros remuneratórios correspondentes à variação acumulada de 100% da variação diária da taxa DI acrescido de uma taxa fixa (spread) de 1,40% ao ano até a data de vencimento, com juros sendo pagos semestralmente nos meses de Abril e Outubro. - emissão de notas comerciais, em 2011, no montante total de R$ 150 milhões, com vencimento único em 03 de dezembro de 2012, sendo que, sobre o valor nominal unitário incidiam juros remuneratórios correspondentes à variação acumulada de 107% da variação diária da taxa DI até a data de vencimento.

Demonstração do Fluxo de Caixa (R$ mil)

31 de dezembro de 2013 31 de dezembro de 2012 31 de dezembro de 2011

Fluxo de caixa das atividades operacionais

Caixa líquido proveniente das atividades operacionais 253.967 310.421 (25.643)

Fluxo de caixa das atividades de investim ento

Caixa líquido usado nas atividades de investimento (174.643) (183.723) (325.036)

Fluxos de caixa das atividades de financiam ento

Caixa líquido usado nas atividades de financiamento 228.038 (148.124) 298.362

Aum ento (redução) líquida de caixa e equivalentes de caixa 307.362 (21.426) (52.317) Dem onstração do aum ento (redução) líquido de caixa e equivalentes de caixa

No ínicio do período 228.519 249.945 302.262

No fim do período 535.881 228.519 249.945

Aum ento (redução) líquida de caixa e equivalentes de caixa 307.362 (21.426) (52.317) Exercício encerrado em :

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Relatório da Diagnósticos da América S/A – Instrução CVM 481/2009 24

Diagnósticos da América S/A

- emissão de debentures, em 2012, no montante total de R$ 250 milhões, com vencimento em 25 de outubro de 2016, sendo que, sobre o valor nominal unitário incidirão juros remuneratórios correspondentes à variação acumulada de 100% da variação diária da taxa DI acrescido de uma taxa fixa (spread) de 0,80% ao ano até a data de vencimento, com juros sendo pagos semestralmente nos meses de Abril e Outubro.

- emissão de debentures, em 2013, no montante total de R$ 450 milhões, com vencimento em 15 de outubro de 2018, sendo que, sobre o valor nominal unitário incidirão juros remuneratórios correspondentes à variação acumulada de 100% da variação diária da taxa DI acrescido de uma taxa fixa (spread) de 1,15% ao ano até a data de vencimento, com juros sendo pagos semestralmente nos meses de Abril e Outubro.

e. Fontes de financiamento para capital de giro e para investimentos em ativos não circulantes que pretende utilizar para cobertura de deficiências de liquidez:

Embora a Companhia não tenha apresentado deficiências de liquidez nos exercícios sociais encerrados em 31 de dezembro de 2011, 2012 e 2013, as principais fontes de recursos que a Companhia pretende se utilizar para cobrir eventuais deficiências desta natureza e investimentos em ativos não-circulantes seriam a emissão de títulos e valores mobiliários (tais como debêntures e notas comerciais), e empréstimos com instituições financeiras.

f. Níveis de endividamento e as características de tais dívidas:

i. Contratos de empréstimo e financiamento relevantes: Empréstimos bancários e financiamentos.

(a) Em 18 de fevereiro de 2011 a Companhia efetuou a emissão de uma Nota Promissória, referente à 2ª emissão para distribuição pública de colocação nos termos da Instrução da Comissão de Valores Mobiliários nº. 400 de 29 de dezembro 2003, conforme alterada, no valor nominal unitário de R$ 100.000.000,00 e vencimento único em 13 de fevereiro de 2012 (“Segunda Emissão”).

Demonstrações Financeiras Consolidadas (R$ mil)

31 de dezembro de 2013 31 de dezembro de 2012 31 de dezembro de 2011 Moeda Nacional

Empréstimos Conta Garantida - - -Notas promissórias - -

-Empréstimos bancários 23.884 33.107 275.661

Leasing - Contratos nacionais 11.101 30.801 30.491 Financiamentos de equipamentos - -

-Moeda Estrangeira

Empréstimos bancários 70.623 - -Financiamentos de equipamentos 2.808 3.862 5.239 Leasing - Equipamentos estrangeiros 10.033 21.387 34.910 Notas ( Senior Notes) - 59.652 54.755 Custos da transação - emissão de Notas (Senior Notes) - (1.412) (1.536)

118.449

147.397 399.520

Parcela a amortizar no curto prazo classificada no passivo circulante (100.942) (44.520) (298.198)

Passivo não circulante 17.507 102.877 101.322

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Relatório da Diagnósticos da América S/A – Instrução CVM 481/2009 25

Diagnósticos da América S/A

Os juros remuneratórios dessa Nota Promissória corresponderão a 102% da variação acumulada das taxa médias diárias da Taxa DI, expressa na forma percentual ao ano, base 252 dias úteis, calculada e divulgada diariamente pela CETIP em sua página de internet. A remuneração era calculada de forma exponencial e cumulativa pro rata temporis, por dias úteis decorridos, desde a Data de Emissão, até a Data de Vencimento.

As Notas promissórias foram liquidadas em 13 de fevereiro de 2012 com os recursos advindos da 3ª emissão de nota promissória.

Para maiores informações acerca da Segunda Emissão de Nota Promissória, ver item 18.5 deste Formulário de Referência.

(b) Em 09 de dezembro de 2011 a Companhia efetuou a emissão de 15 Notas Promissórias, referente à 3ª emissão para distribuição pública com esforços restritos de colocação, nos termos da Instrução da Comissão de Valores Mobiliários nº. 476, de 16 de janeiro de 2009, conforme alterada, no valor nominal unitário de R$ 10.000.000,00 e vencimento único em 03 de dezembro de 2012 (“Terceira Emissão”). Sobre o Valor Nominal desta Nota Comercial incidirão juros remuneratórios correspondentes à variação acumulada de 107% da Taxa DI, calculados de forma exponencial e cumulativa pro rata temporis por dias úteis decorridos, desde a Data de Emissão até a data do efetivo pagamento da respectiva Nota Comercial, e seguirão os critérios de cálculo definidos no "Caderno de Fórmulas de Notas Comerciais e Obrigações – CETIP21", o qual está disponível para consulta na página da CETIP na Internet (http://www.cetip.com.br).

A Remuneração será integralmente paga na Data de Vencimento ou, conforme o caso, na data do eventual vencimento antecipado, nos termos e condições previstos nesta Nota Comercial. Não há garantia ou preferência, as Notas Promissórias são de espécie quirografária.

A Nota Promissória possuía cláusulas determinando níveis máximos de endividamento e de alavancagem, com base nas informações trimestrais consolidadas.

As Notas promissórias foram liquidadas em 31 de outubro de 2012 com os recursos advindos da 3ª emissão de debêntures.

Para maiores informações acerca da Terceira Emissão de Nota Promissória, ver item 18.5 deste Formulário de Referência.

(c) Com o objetivo de captar recursos para financiar a recompra da quantidade remanescente de notas, em 20 de agosto de 2013 a subsidiária DASA Finance Corporation captou USD 30,0 milhões. O saldo desta dívida em 31 de dezembro de 2013 era de R$ 70,6 milhões.

(d) Em reunião do Conselho da Administração, realizada em 21 de maio de 2008, foi aprovada a emissão de notas (Senior Notes) pela subsidiária da Companhia no exterior DASA Finance Corporation, com o objetivo de captar recursos para financiar a expansão das atividades da Companhia. Em 29 de maio de 2008 foi concluída a emissão de notas no montante de US$ 250 milhões, com vencimento da parcela única em maio de 2018, com incidência de encargos de juros e custo de emissão de 9,45% ao ano. O pagamento dos juros é semestral, ocorrendo sempre no dia 29 dos meses de maio e novembro. O montante principal e os juros são garantidos em caráter incondicional e irrevogável pela Companhia. As notas foram colocadas exclusivamente no exterior.

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Relatório da Diagnósticos da América S/A – Instrução CVM 481/2009 26

Diagnósticos da América S/A

Em reunião realizada em 11 de novembro de 2010, o Conselho de Administração da Companhia aprovou a realização por sua subsidiária integral, Dasa Finance Corporation, a oferta de aquisição de parte e/ou a totalidade das notas em circulação (“Oferta de Aquisição”), bem como a renegociação de certas obrigações de fazer (covenants), e adicionalmente autorizou a administração a adotar todas as providências no sentido de viabilizar instrumentos de captação que proporcione uma melhora no perfil do endividamento da Companhia.

Como resultado final da Oferta de Aquisição, houve a adesão de titulares de notas que, em conjunto, totalizam o montante de US$ 217.820.000,00, representando cerca de 87,13% do valor total das notas em circulação. De acordo com as condições estabelecidas no contrato para o saldo remanescente das notas, a opção de resgate antecipado desta dívida é exclusiva da DASA Finance Corporation a partir de 2013. O prêmio pago na recompra das notas é de R$ 57.030, montante registrado na rubrica de despesas financeiras em 2010.

Em reunião realizada em 04 de abril de 2013, o Conselho de Administração da Companhia aprovou a realização por sua subsidiária integral, Dasa Finance Corporation, do exercício do seu direito de adquirir as notas de emissão remanescentes da aquisição anunciada em 11 de novembro de 2010 e concluída em 16 de dezembro de 2010, e adicionalmente autorizou a administração a adotar todas as providências no sentido de viabilizar instrumentos de captação que proporcione uma melhora no perfil do endividamento da Companhia.

O pagamento dos valores devidos aos titulares das Notas que aderiram à oferta de aquisição foi realizado no dia 30 de agosto de 2013 e incluiu o prêmio de 4,875% conforme a escritura de emissão. Com a aquisição, a Companhia informa que não há Notas remanescentes a serem adquiridas.

O montante dos custos de transação foi apropriado no resultado na data da recompra das Notas.

Os Diretores esclarecem que, em 31 de dezembro de 2013, 2012 e 2011, a Companhia atendia todas as cláusulas restritivas dos contratos de empréstimos e financiamentos em vigor a que a Companhia estava sujeita nas respectivas datas.

No final do exercício de 2013 a Companhia estava adimplente com as condições contratuais.

(i) DASA Real Estate Empreendimentos Imobiliários Ltda.

(ii) Nota Promissória de 125% do valor do contrato em nome da Companhia (iii) Diagnósticos da América S.A.

Modalidade Bancos Valores em

reais (R$ m il)

Vencim ento Encargos financeiros Garantidores

Empréstimos bancários Banco do Brasil 23.884 2015 111,0% do CDI (iii)

Leasing Diversos 11.101 2016 CDI + 1,53 % a.a .a CDI + 2,00% a.a (i) , (ii) e (iii)

Demonstrações Financeiras Consolidadas - em Moeda nacional

Modalidade Bancos e

fornecedores

Valores em Dólar (US$m il)

Valor em Reais (R$ m il)

Vencim ento Encargos Financeiros

Garantidores

Financiamento de equipamentos G.E 1.199 2.808 2016 7,10 % a.a (i), (ii) e (iii)

Leasing Diversos 4.283 10.033 2016 6,3% a.a (ii) e (iii)

Empréstimos bancários Banco Credit Agricole 30.147 70.623 2014 1,32% a.a (iii) e (iv)

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Relatório da Diagnósticos da América S/A – Instrução CVM 481/2009 27

Diagnósticos da América S/A

(iv) Aplicação financeira em garantia são títulos de empresas públicas e privadas adquiridos pela controlada DASA Finance Corporation

Os empréstimos bancários e financiamentos classificados no passivo não circulante serão amortizados como segue, de acordo com os prazos de vencimentos contratuais:

Controladora Consolidado

2015 1.728 16.303

2016 74 1.204

1.803 17.507

A Companhia concedeu avais para as suas controladas conforme apresentado abaixo: Valores em R$ mil

Em presa Banco Data Valor

CDPI - Clínica de Diagnóstico por Imagem Ltda Banco ABC Brasil 11/11/2011 4.521

Banco do Brasil 27/04/2012 5.000

General Eletric 01/12/2010 124

General Eletric 30/12/2010 597

Banco Itaú S.A. 14/10/2013 1.985

Banco Santander 15/10/2013 2.043

CientificaLab Produtos Lab. E Sistemas Ltda Banco Pottencial 22/01/2013 2.122 19/06/2013 99

DASA Finance Corporation Banco do Brasil 11/07/2013 55.051

Laboratórios Médicos Dr. Sérgio Franco Ltda Banco do Brasil 27/04/2012 15.000

29/06/2012 10.000

Pro Echo Cardiodata Serviços Médicos Ltda Banco Itaú S.A 01/07/2008 246

21/08/2009 853

CRMI - Clínica de Ressonância e Multi Imagem Ltda Banco do Brasil 27/04/2012 4.000

Banco Itaú S.A 23/12/2013 2.014

TOTAL 103.655

ii. Outras relações de longo prazo com instituições financeiras:

Os Diretores esclarecem que a Companhia possui suas receitas denominadas em reais e, para evitar uma possível exposição à variação cambial do montante captado em moeda estrangeira, a Companhia contratou operações de instrumentos financeiros derivativos de swaps e termo de moeda a termo.

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Relatório da Diagnósticos da América S/A – Instrução CVM 481/2009 28

Diagnósticos da América S/A

De acordo com a estratégia financeira da Companhia, as operações envolvendo instrumentos são contratadas com o propósito de proteção (hedge) dos riscos de variação cambial e flutuação das taxas de juros, não possuindo, portanto, objetivos especulativos na utilização dos derivativos. Em 31 de dezembro de 2013 a Companhia detinha uma operação de swap vigente com o valor referencial (notional) de USD 3,8 milhões.

Em reunião realizada em 16 de março de 2011, o Conselho de Administração da Companhia aprovou a captação de recursos mediante a realização da 2ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações da Companhia, para distribuição pública no valor total de até R$ 810.000 com regime de garantia firme e de melhores esforços de colocação, nos termos da Instrução CVM nº. 476, de 16 de janeiro de 2009.

Em 15 de outubro de 2012, foi aprovada pelo Conselho de Administração, a realização da terceira emissão pela Companhia, em série única, de até 25.000 debêntures, não conversíveis em ações, da espécie quirografária, com valor nominal unitário de R$ 10.000,00, com valor total de até R$ 250 milhões, para colocação por meio de oferta pública de distribuição com esforços restritos de colocação, prazo de 4 anos e remuneração correspondente a 100% da variação acumulada das taxas médias diárias dos DI – Depósitos Interfinanceiros de um dia, "over extra-grupo (CETIP)", acrescida de sobretaxa de 0,80% aa. O valor nominal unitário será amortizado em 4 (quatro) parcelas anuais e sucessivas.

Em 13 de setembro de 2013, foi aprovada pelo Conselho de Administração, a realização da quarta emissão pela Companhia, em série única, de até 45.000 debêntures, não conversíveis em ações, da espécie quirografária, com valor nominal unitário de R$ 10.000,00, com valor total de até R$ 450 milhões, para colocação por meio de oferta pública de distribuição com esforços restritos de colocação, prazo de 5 anos e remuneração correspondente a 100% da variação acumulada das taxas médias diárias dos DI – Depósitos Interfinanceiros de um dia, "over extra-grupo (CETIP)", acrescida de sobretaxa de 1,15% aa. O valor nominal unitário de cada debênture será pago em 2 parcelas anuais e sucessivas, a partir do 48º mês a contar da data de emissão. O pagamento dos juros remuneratórios é semestral, ocorrendo no dia 15º dos meses de abril e outubro, e o débito na conta corrente da Companhia ocorre um dia antes do vencimento.

Para informações adicionais a respeito dessas debêntures simples, ver item 18.5 deste Formulário de Referência.

iii. Grau de subordinação entre as dívidas:

Os Diretores esclarecem que não há grau de subordinação entre as dívidas da Companhia.

Debêntures ( R$ mil) 31 de dezembro de 2013 31 de dezembro de 2012 31 de dezembro de 2011

Debêntures não conversíveis 1.337.500 950.000 700.000 Juros Remuneratórios 26.160 13.239 14.395

1.363.660 963.239 714.395

Custo da transação (6.934) (4.255) (4.762) Parcela a amortizar a curto prazo classificada no

passivo circulante (319.913) (74.485) (13.296) Passivo não circulante 1.036.814 884.499 696.337

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Relatório da Diagnósticos da América S/A – Instrução CVM 481/2009 29

Diagnósticos da América S/A

iv. Eventuais restrições impostas à Companhia, em especial, em relação a limites de endividamento e contratação de novas dívidas, à distribuição de dividendos, à alienação de ativos, à emissão de novos valores mobiliários e à alienação de controle societário:

Em alguns dos contratos financeiros mencionados acima estão inseridas cláusulas de covenants (obrigação), usualmente praticadas no mercado. Destaca-se: (a) liquidação, dissolução ou extinção da Companhia e/ou de qualquer sociedade controlada (conforme definição de controle prevista no artigo 116 da Lei das Sociedades por Ações), direta ou indiretamente, pela Companhia; (b) pedido de falência da Companhia e/ou de qualquer controlada, formulado por terceiros, não elidido no prazo legal; (c) pedido de recuperação judicial ou de recuperação extrajudicial da Companhia e/ou de qualquer controlada, independentemente do deferimento do respectivo pedido; (d) inadimplemento, pela Companhia, de qualquer obrigação pecuniária; (d) cisão, fusão, incorporação ou qualquer forma de reorganização societária envolvendo a Companhia e/ou qualquer controlada; ou (e) alteração do objeto social disposto no estatuto social da Companhia, que substancialmente modifique ou restrinja as atividades desenvolvidas pela Companhia na Data de Emissão; ou (f) não observância de determinados índices financeiros.

Com relação aos índices financeiros, os Diretores esclarecem que, em 31 de dezembro de 2013, 2012 e 2011, a Companhia atendia todas as cláusulas restritivas dos contratos de empréstimos e financiamentos em vigor, conforme abaixo:

Para informações adicionais a respeito dessas debêntures simples, ver item 18.5 deste Formulário de Referência.

g. Limites de utilização dos financiamentos já contratados: Exercício Social encerrado em 31 de dezembro de 2013: No exercício de 2013 não existia limites contratados.

Exercício Social encerrado em 31 de dezembro de 2012: No exercício de 2012 não existia limites contratados.

Exercício Social encerrado em 31 de dezembro de 2011: No exercício de 2011 não existia limites contratados.

Dívida líquida / EBITDA Índice m áxim o

2º Emissão 2,5 3º Emissão 3,0 4º Emissão 3,0

EBITDA / Resultado Financeiro Índice m ínim o

2º Emissão 2,0 3º Emissão 2,0 4º Emissão 2,0

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Relatório da Diagnósticos da América S/A – Instrução CVM 481/2009 30

Diagnósticos da América S/A

h. Alterações significativas em cada item das demonstrações financeiras

Os quadros a seguir apresentam um sumário das informações financeiras e operacionais consolidadas da Companhia para os períodos indicados. As informações a seguir devem ser lidas e analisadas em conjunto com as demonstrações financeiras consolidadas da Companhia e com as respectivas notas explicativas. Análise comparativa da Demonstração de Resultado do Exercício Consolidado de 31 de dezembro de 2013, 31 de dezembro de 2012 e 31 de dezembro de 2011

Demonstração do Resultado do Exercício Ref 2013 2013 A.V. 2012 2012 A.V. 2011 2011 A.V. 2013-2012 Variação 2012-2011 Variação

3.01 Receita de Venda de Bens e/ou Serviços 2.487.487 100,0% 2.264.142 91,0% 2.179.874 87,6% 223.345 84.268 3.02 Custo dos Bens e/ou Serviços Vendidos -1.714.637 -68,9% -1.564.923 -62,9% -1.399.216 -56,3% (149.714) (165.707)

3.03 Resultado Bruto 772.850 31,1% 699.219 28,1% 780.658 31,4% 73.631 (81.439)

3.04 Despesas/Receitas Operacionais -483.358 -19,4% -454.268 -18,3% -405.478 -16,3% (29.090) (48.790) 3.04.02 Despesas Gerais e Administrativas -502.048 -20,2% -478.732 -19,2% -434.987 -17,5% (23.316) (43.745) 3.04.04 Outras Receitas Operacionais 18.690 0,8% 24.464 1,0% 29.509 1,2% (5.774) (5.045) 3.05 Resultado Antes do Resultado Financeiro e dos Tributos 289.492 11,6% 244.951 9,8% 375.180 15,1% 44.541 (130.229) 3.06 Resultado Financeiro (a) -86.584 -3,5% -113.692 -4,6% -163.663 -6,6% 27.108 49.971

3.06.01 Receitas Financeiras 91.371 3,7% 50.927 2,0% 95.542 3,8% 40.444 (44.615)

3.06.02 Despesas Financeiras -177.955 -7,2% -164.619 -6,6% -259.205 -10,4% (13.336) 94.586 3.07 Resultado Antes dos Tributos sobre o Lucro 202.908 8,2% 131.259 5,3% 211.517 8,5% 71.649 (80.258) 3.08 Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro -71.326 -2,9% -46.531 -1,9% -65.634 -2,6% (24.795) 19.103

3.08.01 Corrente -37.245 -1,5% -36.753 -1,5% -24.429 -1,0% (492) (12.324)

3.08.02 Diferido -34.081 -1,4% -9.778 -0,4% -41.205 -1,7% (24.303) 31.427

3.09 Resultado Líquido das Operações Continuadas 131.582 5,3% 84.728 3,4% 145.883 5,9% 46.854 (61.155) 3.11 Lucro/Prejuízo do Período 131.582 5,3% 84.728 3,4% 145.883 5,9% 46.854 (61.155) a) O resultado financeiro está impactado positivamente pelo benefício obtido pela Companhia na adesão ao Parcelamento especial do ICMS/São Paulo no montante de R$ 29,3milhões.

Receita Operacional Bruta

A receita bruta consolidada da DASA no ano de 2013 atingiu R$ 2.744,4 milhões, representando um crescimento de 10,2% em comparação ao ano anterior, resultado principalmente da maturação dos projetos de instalação de equipamentos de imagem, inauguração, reforma e expansão de unidades, implementados ao longo de 2012, ampliações das agendas de atendimentos e calendário mais favorável

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Relatório da Diagnósticos da América S/A – Instrução CVM 481/2009 31

Diagnósticos da América S/A

Analisando a receita bruta da DASA por linhas de serviço, o segmento de Apoio foi o que obteve o melhor desempenho no ano de 2013, com receita de R$ 288,0 milhões e com crescimento de 18,6%, quando comparado ao mesmo período de 2012, e atingindo 10,5% do faturamento total da DASA.

O segmento Ambulatorial faturou R$ 2.007,6 milhões, crescendo 9,5% quando comparado ao mesmo período de 2012 e representando 73,2 % do faturamento total da DASA.

O segmento Hospitalar obteve receita de R$ 266,8 milhões, com uma expansão de 14,4% no ano de 2013, o que representa 9,7% da receita total da DASA.

O segmento Público obteve receita de R$ 182,0 milhões com aumento de 1,0% no ano, representando 6,6% do faturamento da DASA. Os Diretores atribuem o crescimento pouco expressivo deste segmento, comparado com os demais, a dinâmica do setor dependente de licitações e a seletividade na escolha de clientes.

Impostos sobre Serviços Prestados

Em 2013, foram contabilizados R$ 155,8 milhões em impostos sobre os serviços prestados, o que representa 5,7% da receita bruta, em comparação a 5,8% de impostos contabilizados em 2012 que totalizaram R$143,6 milhões. O aumento em termos absolutos verificado é consistente com o aumento na receita operacional bruta, conforme descrito acima.

Descontos e Deduções

A conta descontos e deduções atingiu R$101,1 milhões em 2013, representando 3,3% da receita bruta em comparação a 3,7% (R$82,3 milhões) em 2012. A conta de descontos teve um aumento de 66,7% que os Diretores atribuem ao crescimento de receitas do mercado de apoio. A Provisão e perda por glosa teve um aumento de 22,8%, maior do que o crescimento da Companhia, em função da situação financeira das fontes pagadoras. 31 de dezembro de 2013 A.V. 2013 31 de dezembro de 2012 A.V. 2012 2013 x 2012 % Receita Bruta 2.744,4 100,0% 2.490,0 100,0% 10,2 Impostos (155,8) -5,7% (143,6) -5,8% 8,5

Provisao para perdas por glosas e inadiplencia (91,8) -3,3% (76,7) -3,1% 19,7

Descontos (9,4) -0,3% (5,6) -0,2% 66,3

Deduções (101,1) -3,7% (82,3) -3,3% 22,9

Receita líquida 2.487,5 90,6% 2.264,1 90,9% 9,9

Receita Operacional Líquida

A receita operacional líquida atingiu R$2.487,5 milhões em 2013, representando um aumento de 9,9% em relação a 2012, devido aos fatores devidos acima.

Referências

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