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INDISIDER
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ERÍODO DE
20
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24
DE
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ANEIRO DE
2014
Esta semana, destaque para as notícias que repercutiram os dados de distribuição de aços planos obtidos por meio de coletiva à imprensa do Sindisider/INDA, em 21 de janeiro, e press release divulgado no mesmo dia. As ações foram intermediadas pela SD&PRESS Consultoria. Os veículos Agência Estado, Reuters, Valor Econômico, Platts, Agência CMA, Jornal DCI, Jornal Monitor Mercantil (versão online) e portal Steel First produziram matérias que citam a entidade como fonte. A maior parte das matérias foram reproduzidas em diversos portais de grande expressão nacional e regional.
A agência Reuters aborda dois textos: “Distribuição vê alta de 4% nas vendas de aço plano no Brasil” e “Venda de aço plano por distribuidores sobe 11% em dezembro, diz Inda”, falando sobre a previsão de crescimento para este ano no setor e sobre os índices do último mês de 2013. Ambos citam declarações de Carlos Loureiro, presidente do Sindisider/INDA.
O jornal Valor Econômico também enfatiza a previsão de alta de 4% (13,1 milhões de toneladas) no consumo de aços planos em 2014. O índice é relacionado a estimativa de baixo desempenho do setor automobilístico. O jornal afirma que no ano passado foram consumidas 12,6 milhões de toneladas do produto no Brasil. O texto tem citações de Carlos Loureiro.
Em mercado, o mesmo veículo aborda o crescimento recorde de 7,5% da produção de aço bruto da China, em 2013. O percentual representa 779,04 milhões de toneladas, conforme divulgação do Escritório Nacional de Estatística. A porcentagem de dezembro foi de alta de 6,5% na base de comparação anual para 62,35 milhões de toneladas, e 2,4% em relação a novembro.
VENDAS POR DISTRIBUIDORES DEVEM CRESCER 4% EM 2014
A projeção pode ser considerada “otimista” diante do cenário de incertezas previsto para o Brasil, neste ano, de acordo com o Sindisider
Os distribuidores de aços planos estão projetando um crescimento de 4% das vendas para 2014, resultado tido como “otimista” pelo presidente do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Produtos Siderúrgicos (Sindisider), Carlos Loureiro. Ele afirma ainda que o viés deverá ser mais de baixa devido ao cenário doméstico difícil. “Teremos um ano atípico com eleições e Copa do Mundo. Além disso, a própria economia brasileira não tem mostrado sinais de recuperação”, disse Loureiro ao DCI. O ano que passou foi marcado por revisões para o setor da distribuição de aço. No início de 2013, o Sindisider projetava um crescimento de 6% para a rede. No final do primeiro semestre, a entidade reviu o número para baixo e traçou uma meta de apenas 2,5% de incremento das vendas. “Os primeiros seis meses de 2013 foram muito ruins”, diz Loureiro.
Porém, no segundo semestre, a demanda no mercado doméstico começou a apresentar ligeira recuperação, o que elevou novamente as projeções do setor. Em 2013, a distribuição obteve um aumento de 4,3% das vendas em relação ao ano anterior, para 4,54 milhões de toneladas.
“O nosso crescimento acompanhou o ritmo do consumo aparente”, diz o presidente do Sindisider. E apesar do dólar ter apresentado valorização sobre o real – pleito antigo da indústria brasileira – no ano passado, Loureiro destaca que não houve mudanças significativas na demanda interna. “O impacto maior do câmbio ocorreu nos preços. As usinas puderam ampliar um pouco as suas margens”, diz.
Os preços no mercado internacional continuam pressionando as margens no Brasil, destaca Loureiro. O principal agente neste cenário é a China, que atingiu recorde histórico de produção de aço em 2013, para cerca de 775 milhões de toneladas.
“A China responde por 50% da produção global e os chineses precisam direcionar este excedente, o que pressiona as margens no mundo todo”, diz Loureiro. Hoje, segundo traders chineses, as margens das siderúrgicas locais estão negativas.
Importações
As compras de aços planos no mercado internacional caíram em 2013, após crescimento contínuo dos volumes trazidos do exterior nos anos anteriores. De acordo com dados do Sindisider, houve queda de 1,7% das importações nos últimos 12meses, para 1,61 milhão de toneladas. Loureiro destaca que a diferença paga pelo aço no mercado interno e o importado (o chamado “prêmio”), atualmente, desencoraja a importação. “Hoje, o prêmio está girando em torno de 4% a 5% e neste patamar é muito arriscado importar aço”, diz o presidente do Sindisider. Ele explica que, coma oscilação do dólar, o empresário que quiser importar precisa fazer um hedge (operação financeira para proteção contra perda cambial). Porém, este custo é muito mais alto do que o prêmio pago pelo aço doméstico. “Trata-se de uma diferença pequena para importar”, ressalta Loureiro.
Estoques
Segundo o Sindisider, a venda de aços planos, em dezembro, registrou retração de 11,4% em relação a novembro, atingindo 346,9 mil toneladas. Sobre o mesmo período do ano anterior, houve crescimento de 11%. Com isso, o giro de estoques subiu para três meses, o que, de acordo com Loureiro, não é uma situação preocupante. “Em janeiro os estoques já devem se nor malizar”, garante Loureiro. Ainda de acordo como Sindisider, a expectativa da rede é que, em janeiro, as vendas de aços planos apresentem um incremento em torno de 15%.
Link:
DISTRIBUIÇÃO DE AÇOS PLANOS REGISTRA ALTA DE 11% EM DEZEMBRO
De acordo com levantamento do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Produtos Siderúrgicos (Sindisider), as vendas de aços planos do último mês de 2013 apresentaram saldo positivo, com elevação de 11%, se comparado a dezembro de 2012. Porém, houve queda de 11,4% em dezembro, com relação a novembro, totalizando o volume de 346,9 mil toneladas contra 391,7 mil toneladas. No acumulado do ano, o crescimento é de 4,3% (4.543,6 mil toneladas) se comparado a janeiro a dezembro do ano anterior. Os dados são apurados junto aos distribuidores associados ao Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda).
O número de compras realizadas em dezembro apresentou redução de 7% em relação ao mês anterior, computando 325,2 mil toneladas ante 349,8 mil toneladas. Frente a dezembro de 2012 (323,1 mil toneladas), o desempenho do setor teve alta de 0,6%. No acumulado do ano, as compras somaram 4.650,7 mil toneladas, representando aumento de 8,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. A importação de aço plano comum pelo mercado brasileiro, de acordo com o Sindisider, fechou dezembro com queda de 19,4% em relação ao mês anterior, totalizando 82,7 mil toneladas. Quando comparada a dezembro de 2012, com 79,1 mil toneladas, houve um acréscimo de 4,6%. Já, no acumulado do ano, as importações tiveram redução de 1,7%, com 1617,2 mil toneladas contra 1.645,6 mil toneladas de igual período de 2012. Os estoques de dezembro tiveram recuo de 2% em relação a novembro, atingindo o volume de 1.051,2 mil toneladas. Sobre dezembro do ano anterior (944,1 mil toneladas), os estoques registraram elevação de 11,3%. O giro dos estoques subiu para três meses.
De acordo com projeções do Inda para janeiro, as compras e as vendas devem apresentar alta de 10% e 15%, respectivamente.
Para 2014, a expectativa é de que as vendas da distribuição de aços planos registrem crescimento em torno de 4%.
Link:http://www.monitormercantil.com.br/index.php?pagina=Noticias&Noticia=147127
VENDAS DA DISTRIBUIÇÃO DE AÇOS PLANOS REGISTRAM ALTA DE 11% EM DEZEMBRO
De acordo com levantamento do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Produtos Siderúrgicos (Sindisider), as vendas de aços planos do último mês de 2013 apresentaram saldo positivo, com elevação de 11%, se comparado a dezembro de 2012. Porém, houve queda de 11,4% em dezembro, com relação a novembro, totalizando o volume de 346,9 mil toneladas contra 391,7 mil toneladas. No acumulado do ano, o crescimento é de 4,3% (4.543,6 mil toneladas) se comparado a janeiro a dezembro do ano anterior. Os dados são apurados junto aos distribuidores associados ao Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda).
O número de compras realizadas em dezembro apresentou redução de 7% em relação ao mês anterior, computando 325,2 mil toneladas ante 349,8 mil toneladas. Frente a dezembro de 2012 (323,1 mil toneladas), o desempenho do setor teve alta de 0,6%. No acumulado do ano, as compras somaram 4.650,7 mil toneladas, representando aumento de 8,2% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Importações e Estoques
A importação de aço plano comum pelo mercado brasileiro, de acordo com o Sindisider, fechou dezembro com queda de 19,4% em relação ao mês anterior, totalizando 82,7 mil toneladas. Quando comparada a dezembro de 2012, com 79,1 mil toneladas, houve um acréscimo de 4,6%. Já, no acumulado do ano, as importações tiveram redução de 1,7%, com 1617,2 mil toneladas contra 1.645,6 mil toneladas de igual período de 2012.
Os estoques de dezembro tiveram recuo de 2% em relação a novembro, atingindo o volume de 1.051,2 mil toneladas. Sobre dezembro do ano anterior (944,1 mil toneladas), os estoques registraram elevação de 11,3%. O giro dos estoques subiu para três meses.
Projeções
De acordo com projeções do Inda para janeiro, as compras e as vendas devem apresentar alta de 10% e 15%, respectivamente.
Para 2014, a expectativa é de que as vendas da distribuição de aços planos registrem crescimento em torno de 4%.
Link: http://www.tnpetroleo.com.br/noticia/vendas-da-distribuicao-de-acos-planos-registram-alta-de-11-em-dezembro/
VENDAS DA DISTRIBUIÇÃO DE AÇOS PLANOS REGISTRAM ALTA DE 11% EM DEZEMBRO
De acordo com levantamento do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Produtos Siderúrgicos (Sindisider), as vendas de aços planos do último mês de 2013 apresentaram saldo positivo, com elevação de 11%, se comparado a dezembro de 2012. Porém, houve queda de 11,4% em dezembro, com relação a novembro, totalizando o volume de 346,9 mil toneladas contra 391,7 mil toneladas. No acumulado do ano, o crescimento é de 4,3% (4.543,6 mil toneladas) se comparado a janeiro a dezembro do ano anterior. Os dados são apurados junto aos distribuidores associados ao Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda).
O número de compras realizadas em dezembro apresentou redução de 7% em relação ao mês anterior, computando 325,2 mil toneladas ante 349,8 mil toneladas. Frente a dezembro de 2012 (323,1 mil toneladas), o desempenho do setor teve alta de 0,6%. No acumulado do ano, as compras somaram 4.650,7 mil toneladas, representando aumento de 8,2% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Importações e Estoques
A importação de aço plano comum pelo mercado brasileiro, de acordo com o Sindisider, fechou dezembro com queda de 19,4% em relação ao mês anterior, totalizando 82,7 mil toneladas. Quando comparada a dezembro de 2012, com 79,1 mil toneladas, houve um acréscimo de 4,6%. Já, no acumulado do ano, as importações tiveram redução de 1,7%, com 1617,2 mil toneladas contra 1.645,6 mil toneladas de igual período de 2012. Os estoques de dezembro tiveram recuo de 2% em relação a novembro, atingindo o volume de 1.051,2 mil toneladas. Sobre dezembro do ano anterior (944,1 mil toneladas), os estoques registraram elevação de 11,3%. O giro dos estoques subiu para três meses.
Projeções
De acordo com projeções do Inda para janeiro, as compras e as vendas devem apresentar alta de 10% e 15%, respectivamente.
Para 2014, a expectativa é de que as vendas da distribuição de aços planos registrem crescimento em torno de 4%.
Link: http://www.ecofinancas.com/noticias/venda-aco-plano-distribuidores-sobe-11-dezembro
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INDA
INDA PREVÊ BAIXAS NA IMPORTAÇÃO DE AÇO PLANO
As importações de aços planos pelo Brasil devem permanecer em um patamar ainda baixo nos três primeiros meses de 2014, disse nesta terça-feira, 21, o presidente do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), Carlos Loureiro. Em dezembro as importações feitas pela rede de distribuição somaram 82,7 mil toneladas, queda de 19,4% ante novembro.
De acordo com o executivo, os prêmios do aço nacional, diferença do preço do aço produzido no Brasil em relação ao importado, não justificam uma grande entrada do produto importado. Loureiro citou, por exemplo, que grande parte do volume que entrou no País em dezembro ocorreu por causa de uma compra de chapas grossas feita pela Confab, que não possui similar nacional. Outra parte, disse o presidente do Inda, foram importações feitas pela região Norte e Nordeste, onde os prêmios são mais elevados em relação ao restante do País, o que justifica a compra externa.
O executivo acredita que a penetração do aço importado em relação ao consumo aparente deverá permanecer em um dígito nos próximos meses. Em dezembro esse porcentual foi de 8,8%. A participação dos associados do Inda no consumo aparente é de 36%. De acordo com dados do Inda, a China é ainda a grande origem do aço plano importado pelo Brasil, com uma fatia de 51,9% do total.
INDA PREVÊ BAIXAS NA IMPORTAÇÃO DE AÇO PLANO
As importações de aços planos pelo Brasil devem permanecer em um patamar ainda baixo nos três primeiros meses de 2014, disse nesta terça-feira, 21, o presidente do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), Carlos Loureiro. Em dezembro as importações feitas pela rede de distribuição somaram 82,7 mil toneladas, queda de 19,4% ante novembro.
De acordo com o executivo, os prêmios do aço nacional, diferença do preço do aço produzido no Brasil em relação ao importado, não justificam uma grande entrada do produto importado. Loureiro citou, por exemplo, que grande parte do volume que entrou no País em dezembro ocorreu por causa de uma compra de chapas grossas feita pela Confab, que não possui similar nacional. Outra parte, disse o presidente do Inda, foram importações feitas pela região Norte e Nordeste, onde os prêmios são mais elevados em relação ao restante do País, o que justifica a compra externa.
O executivo acredita que a penetração do aço importado em relação ao consumo aparente deverá permanecer em um dígito nos próximos meses. Em dezembro esse porcentual foi de 8,8%. A participação dos associados do Inda no consumo aparente é de 36%. De acordo com dados do Inda, a China é ainda a grande origem do aço plano importado pelo Brasil, com uma fatia de 51,9% do total.
Link: http://economia.estadao.com.br/noticias/economia-geral,inda-preve-baixas-na-importacao-de-aco-plano,175878,0.htm
DISTRIBUIÇÃO VÊ ALTA DE 4% NAS VENDAS DE AÇO PLANO NO BRASIL
Distribuidores esperam um desempenho praticamente estável em relação ao fraco ano de 2013
Os distribuidores de aços planos no Brasil esperam um crescimento de 4 por cento nas vendas este ano, em um desempenho praticamente estável em relação ao fraco ano de 2013, informou a entidade que representa o setor, Inda, nesta terça-feira.
O setor, responsável por mais de 30 por cento das vendas das usinas siderúrgicas do país, encerrou 2013 com alta de 4,3 por cento nas vendas, para 4,54 milhões de toneladas, dentro da expectativa de crescimento de 3,7 a 4,5 por cento no ano passado. A previsão para este ano ocorre apesar de expectativas de redução das importações por conta do cenário de valorização do dólar contra o real e amparada em estimativas de baixo crescimento da economia, o que deve conter o consumo de aço no mercado interno.
Os distribuidores começaram o ano recebendo comunicados de reajustes das usinas siderúrgicas do país, na sequência de outros aumentos de preços ocorridos em 2013. Segundo o presidente do Inda, Carlos Loureiro, os reajustes anunciados pelas usinas --Usiminas, CSN e ArcelorMittal-- ficaram entre 6 a 7 por cento. "Elas (usinas) anunciaram no início de janeiro e já implementaram. A rede (de distribuidores) conseguiu repassar aos clientes", disse ele a jornalistas.
Após o reajuste, a diferença nos preços entre o aço importado e o produzido no país continuou pequena. Chamada de "prêmio" pela indústria, esta diferença ficou entre 3 e 4 por cento, disse Loureiro, o que desestimula pedidos por material produzido no exterior.
O presidente do Inda comentou ainda que não espera novos reajustes para este trimestre, porém, ressalvou que se o dólar ampliar valorização contra o real, isso criará oportunidade para as usinas.
"Se o dólar descolar mais, definitivamente terá outro aumento (...) O setor está com estoque ajustado, o que dificulta" negociações com as usinas, disse.
Os distribuidores de aço encerraram dezembro com estoque de 1,05 milhão de toneladas, o suficiente para cerca de três meses de vendas. O volume representa um crescimento de 11,3 por cento sobre o volume do final de 2012. Loureiro afirmou que espera que o setor termine este mês com inventário para 2,5 meses, número dentro da média histórica.
Além dos reajustes para os distribuidores, o presidente do Inda comentou que as usinas promoveram aumentos, também entre 6 e 7 por cento, nos preços de aços vendidos a grandes clientes da indústria e que alguns acordos com montadoras de veículos já foram acertados, com reajustes de 12 por cento. Ele não pôde dar mais detalhes.
Sobre as eleições deste ano, Loureiro afirmou que reformas econômicas necessárias estão sendo postergadas, o que pode dificultar o desempenho do país em 2015, ano em que ajustes terão de ser feitos.
"Se usou demais o dólar como ferramenta contra inflação e isso destroçou a capacidade produtiva da indústria, que vai levar anos para se recuperar", afirmou.
VENDA DE AÇO PLANO POR DISTRIBUIDORES SOBE 11% EM DEZEMBRO, DIZ INDA
As vendas de aço plano por distribuidores do Brasil subiram 11 por cento em dezembro sobre um ano antes, informou a associação que representa o setor, Inda, nesta terça-feira.
Com o resultado, as vendas do setor em todo 2013 avançaram 4,3 por cento sobre 2012, para 4,54 milhões de toneladas.
INDA MANTÉM PREVISÃO DE ALTA DE 4% NO CONSUMO DE AÇOS PLANOS NO ANO
Com a estimativa de desempenho ruim do setor automobilístico, os distribuidores de aços planos estimam um aumento tímido de 4% para o consumo brasileiro do produto neste ano, para 13,1 milhões de toneladas. No ano passado, foram consumidas 12,6 milhões de toneladas de aços planos comuns no país, crescimento de 4,4% sobre o ano anterior.
Carlos Loureiro, presidente do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), afirma que a projeção é de crescimento de apenas 1% para as vendas às montadoras localizadas no país, que correspondem por 35% da demanda total do setor. "Assim, dizer que o crescimento é de 4% é até otimismo", afirmou Loureiro. Ele espera que a indústria de bens de capital e os setores de construção civil e de tubos de grande diâmetro compensem o baixo crescimento do setor automotivo.
As vendas das empresas representadas pelo Inda também devem crescer em torno de 4% no ano, estima Loureiro, mantendo sua fatia no consumo. No ano passado, as vendas do mercado brasileiro de distribuição subiram 4,3% em relação ao ano anterior, para 4,5 milhões de toneladas.
Em coletiva de imprensa realizada ontem, Loureiro destacou a queda da penetração dos importados no consumo local no ano passado, para 12,8%, de 13,6% um ano antes. Neste ano, o indicador pode melhorar, afirmou. "Tudo indica que pela primeira vez termos um dígito." Em dezembro, o percentual já ficou em 8,8%.
Segundo o executivo, a redução da participação de importados nas vendas de laminados, chapas zincadas e produtos zincados deverá compensar o volume de chapas grossas, segmento em que 30% da importação vem da China. No total do mercado de aços planos, o país asiático foi responsável por 51,9% das importações brasileiras em 2013, que somaram 1,6 milhão de toneladas, queda de 1,7% em um ano.
Entre as novidades do setor, a Gerdau vendeu 4 mil toneladas de aços planos ao mercado em dezembro, segundo Loureiro. A companhia acaba de entrar no segmento e estima chegar a 1,9 milhão de toneladas anuais em 2016.
Para janeiro, o Inda estima alta de 10% nas compras de aços planos e de 15% nas vendas. O instituto prevê ainda um giro de material estocado nos armazéns da rede de
2,5 meses no mês, ante 3 meses de estoques em dezembro. No último mês de 2013, os estoques da rede somaram 1,05 milhão de toneladas, alta de 11,3% em um ano.
Link:
INDA: VENDAS DE AÇO SOBEM 11%, PARA 346,9 MIL TONELADAS EM DEZEMBRO
São Paulo, 21 de janeiro de 2014 - As vendas de aço na rede distribuidora tiveram alta de 11% em dezembro, ante igual período de 2012, totalizando 346,9 mil toneladas. Ante novembro, as vendas caíram 11,4%, segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda). Com isso, o segmento encerrou 2013 com um crescimento nas vendas de 4,3%, totalizando 4,543 milhões de toneladas.
As compras de aço em dezembro subiram 0,6%, somando 325,2 mil toneladas. Ante o mês anterior houve retração de 7%. Em 2013, as compras acumularam altade 8,2%, em relação ao ano de 2012, atingindo 4,650 milhões de toneladas.
Os estoques dos distribuidores de aço totalizaram 1,051 milhão de toneladas em dezembro, o que representa uma alta de 11,3% quando comparado ao mesmo mês no ano anterior. Ante novembro, os estoques caíram 2%. Com isso, o giro de estoque subiu de 2,7 meses para 3 meses.
As importações de aço plano realizadas pelos distribuidores subiram 4,6% em dezembro, na comparação anual, mas caíram 19,4% ante novembro, somando 82,7 mil toneladas. Em 2013, houve recuo de 1,7%, quando comparado com 2012, somando 1,617milhão de toneladas.
Para janeiro, a expectativa é que as vendas subam 15% ante dezembro e, as compras cresçam 10%, também comparadas ao mês anterior.
Paula Pereira / Agência CMA Edição: Flavia Bohone
INDA: USINAS IMPLEMENTARAM REAJUSTE DE 6% A 7,5% PARA DISTRIBUIDORES
São Paulo, 21 de janeiro de 2014 - As usinas siderúrgicas do segmento de aços planos implementaram reajustes de preço na faixa de 6% a 7,5% em janeiro para a rede de distribuidores, confirmou, há pouco, Carlos Loureiro, presidente do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), em entrevista coletiva. "Todas as três usinas reajustaram em janeiro entre 6% e 7,5%. A Usiminas reajustou em 6% o laminados a quente e 6,6% o laminado a frio, a CSN, 7,5% para todos os produtos e a Arcelormittal implementou aumentos entre 7,2% e 7,4% para a linha", aponta Loureiro.
Segundo o presidente do Inda, esses reajustes já foram repassados pelos distribuidores em janeiro. Em relação a novos reajustes, Loureiro diz que a expectativa é que durante o primeiro trimestre deste ano não sejam feitas novas alterações "a menos que o dólar volte a se descolar muito do real", explica o executivo.
Para as montadoras, as usinas teriam conseguido também reajustar em torno de 12% os preços de aço. "Ainda assim está abaixo da alta do dólar, que em média foi de 17%", observa Loureiro.
Em relação aos preços internacionais, apesar da perspectiva de queda do preço médio de minério de ferro para US$ 115 por tonelada, os preços externos de aço já estariam no piso na China, em torno dos US$ 477 por tonelada nas usinas e de US$ 525/ton nos portos. "Dificilmente veremos os preços domésticos caírem por conta da queda de preços internacionais, que estão muito estáveis, não tem muito espaço para cair. Se o minério de ferro chegar a US$ 115/ton os preços devem cair cerca de US$ 16 por tonelada".
Paula Pereira / Agência CMA Edição: Laelya Longo
DISTRIBUIDORAS BRASILEIRAS DE PLANOS REGISTRAM AUMENTO DE 4% NOS EMBARQUES EM 2013
As distribuidoras e centros de serviço brasileiros independentes de planos embarcaram 4,3% mais em 2013, 4,5 milhões de toneladas em relação a 4,3 milhões de toneladas em 2012, disse o Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço, Inda.
Em dezembro, os embarques também cresceram 11% para 346.900 toneladas em relação a 312.500 toneladas em dezembro de 2012. O total de dezembro de 2013, no entanto, caiu 11% em relação aos embarques de novembro de 391.700 toneladas. Quanto às compras, o setor reduziu a compra no último mês do ano em cerca de 7% para 325.200 toneladas em relação a 349.800 toneladas em novembro, "um número normal para essa época do ano", de acordo com o grupo. De fato, as compras de dezembro estiveram estáveis em comparação com 323.100 toneladas no mesmo mês do ano anterior.
Os estoques também caíram 2% no mês passado em comparação com novembro para 1,05 milhão de toneladas, enquanto a rotatividade dos estoques se estendeu de 2,7 para 3 meses.
Para janeiro, o Inda espera que as compras das distribuidoras de planos cresçam cerca de 10% e 15% respectivamente.
Quanto às importações, o Inda registrou embarques de dezembro com alta de 4,6% no comparativo anual, mas queda de 19,4% no comparativo mensal para 82.700 toneladas. O valor total de importação de planos para janeiro a dezembro caiu cerca de 1,7% para 1,6 milhão de toneladas em comparação com 2012.
Não se sabe o impacto que um recente aumento das usinas de planos do Brasil terá sobre a compra e os embarques de distribuidoras nos próximos meses. As produtoras de planos no Brasil aumentaram os preços em janeiro para a BQ, BF e bobinas galvanizadas em 7%, 7,5% e 7,5%, respectivamente, observou a Platts.
Segundo Carlos Loureiro, presidente do Inda, o recente aumento “não foi suficiente para dar o estímulo necessário para as usinas". Ele disse que um aumento adicional pode acontecer no próximo trimestre se o dólar continuar em alta.
BRAZIL'S INDIRECT STEEL IMPORTS UP 14.5% IN 2013
Brazilian imports of goods containing steel rose by 14.5% year-on-year in 2013, to 5.57 million tonnes – up from 4.86 milllion tonnes in 2012, according to the country’s flat steel association, Inda.
The machinery and equipment industry reported an increase of 16.2%, to 2.36 million tonnes of indirect steel imports, while the auto parts sector recorded a 26.5% increase, to 1.03 million tonnes.
The growth in these indirect steel imports is damaging for the Brazilian steel industry, as it reduces the consumption of steel produced locally, Inda said.
Brazil exported 3.02 million tonnes of manufactured steel goods in 2013, up by 6.5% compared with 2012’s volumes, at 4.86 million tonnes.
The increase was mainly led by the automotive industry, according to Inda.
Link:
BRAZIL'S FLAT STEEL SALES UP 4% IN 2013
Sales at Brazilian flat steel distributors and service centres totalled 4.54 million tonnes in 2013, up by 4.3% year-on-year, local association Inda said on Tuesday January 21.
The performance was in line with Inda’s November projection of a 3.7-4.5% increase in sales, but down from the original forecast of a 6% surge, which was revised due to a weaker-than-expected economy.
The growth was led by higher sales of both galvanized sheets and pre-painted products. Sales of galvanized sheets more than doubled last year compared with 2012, to 157,300 tonnes from 65,000 tonnes, while pre-painted steel sales increased by 85.9%, to 19,000 tonnes.
Inda members purchased 4.65 million tonnes in 2013, against 4.29 million tonnes a year earlier.
Flat steel imports fell by 1.7% last year compared with 2012, to 1.61 million tonnes from 1.64 million tonnes, according to Inda.
This downward trend is expected to be maintained in the coming months, as the current premiums – the difference between domestic and import prices – do not justify the entrance of high import volumes into Brazil, Inda president Carlos Loureiro told the local press.
December
Flat steel sales by Inda members increased by 11% year-on-year in December, to 346,900 tonnes, driven by a 15.5% surge in heavy plate sales, totalling 38,700 tonnes. Distributors purchased 325,200 tonnes of flat steel goods last month, up by 0.6% compared with December 2012.
December inventories increased by 11.3% year-on-year, to 1.05 million tonnes, or 3 months’ worth of sales.
An average normalised level would be 2.5 months’-worth of sales, according to Inda. Flat steel imports reached 82,765 tonnes in December, up by 4.6% year-on-year. For January, Inda expects flat steel sales and purchases to rise by 15% and 10%, respectively.
Link:
VENDA DE AÇO PLANO POR DISTRIBUIDORES SOBE 11% EM DEZEMBRO, DIZ INDA
As vendas de aço plano por distribuidores do Brasil subiram 11 por cento em dezembro sobre um ano antes, informou a associação que representa o setor, Inda, nesta terça-feira.
Com o resultado, as vendas do setor em todo 2013 avançaram 4,3 por cento sobre 2012, para 4,54 milhões de toneladas.
(Por Alberto Alerigi Jr., edição de Anna Flávia Rochas)
Link:
VENDA DE AÇO PLANO POR DISTRIBUIDORES NO BRASIL SOBE 4,3% EM 2013—INDA
Distribuidores esperam um desempenho praticamente estável em relação ao fraco ano de 2013
Os distribuidores de aços planos no Brasil esperam um crescimento de 4 por cento nas vendas este ano, em um desempenho praticamente estável em relação ao fraco ano de 2013, informou a entidade que representa o setor, Inda, nesta terça-feira.
O setor, responsável por mais de 30 por cento das vendas das usinas siderúrgicas do país, encerrou 2013 com alta de 4,3 por cento nas vendas, para 4,54 milhões de toneladas, dentro da expectativa de crescimento de 3,7 a 4,5 por cento no ano passado. A previsão para este ano ocorre apesar de expectativas de redução das importações por conta do cenário de valorização do dólar contra o real e amparada em estimativas de baixo crescimento da economia, o que deve conter o consumo de aço no mercado interno.
Os distribuidores começaram o ano recebendo comunicados de reajustes das usinas siderúrgicas do país, na sequência de outros aumentos de preços ocorridos em 2013. Segundo o presidente do Inda, Carlos Loureiro, os reajustes anunciados pelas usinas --Usiminas, CSN e ArcelorMittal-- ficaram entre 6 a 7 por cento. "Elas (usinas) anunciaram
no início de janeiro e já implementaram. A rede (de distribuidores) conseguiu repassar aos clientes", disse ele a jornalistas.
Após o reajuste, a diferença nos preços entre o aço importado e o produzido no país continuou pequena. Chamada de "prêmio" pela indústria, esta diferença ficou entre 3 e 4 por cento, disse Loureiro, o que desestimula pedidos por material produzido no exterior.
O presidente do Inda comentou ainda que não espera novos reajustes para este trimestre, porém, ressalvou que se o dólar ampliar valorização contra o real, isso criará oportunidade para as usinas.
"Se o dólar descolar mais, definitivamente terá outro aumento (...) O setor está com estoque ajustado, o que dificulta" negociações com as usinas, disse.
Os distribuidores de aço encerraram dezembro com estoque de 1,05 milhão de toneladas, o suficiente para cerca de três meses de vendas. O volume representa um crescimento de 11,3 por cento sobre o volume do final de 2012. Loureiro afirmou que espera que o setor termine este mês com inventário para 2,5 meses, número dentro da média histórica.
Além dos reajustes para os distribuidores, o presidente do Inda comentou que as usinas promoveram aumentos, também entre 6 e 7 por cento, nos preços de aços vendidos a grandes clientes da indústria e que alguns acordos com montadoras de veículos já foram acertados, com reajustes de 12 por cento. Ele não pôde dar mais detalhes.
Sobre as eleições deste ano, Loureiro afirmou que reformas econômicas necessárias estão sendo postergadas, o que pode dificultar o desempenho do país em 2015, ano em que ajustes terão de ser feitos.
"Se usou demais o dólar como ferramenta contra inflação e isso destroçou a capacidade produtiva da indústria, que vai levar anos para se recuperar", afirmou.
Link: http://economia.uol.com.br/noticias/reuters/2014/01/21/venda-de-aco-plano-por-distribuidores-sobe-11-em-dezembro--inda.htm
SÃO PAULO, 21 Jan (Reuters) - As vendas de aço plano por distribuidores do Brasil subiram 11 por cento em dezembro sobre um ano antes, informou a associação que representa o setor, Inda, nesta terça-feira.
Com o resultado, as vendas do setor em todo 2013 avançaram 4,3 por cento sobre 2012, para 4,54 milhões de toneladas.
(Por Alberto Alerigi Jr., edição de Anna Flávia Rochas)
Link:
DISTRIBUIÇÃO VÊ ALTA DE 4% NAS VENDAS DE AÇO PLANO NO BRASIL
Distribuidores esperam um desempenho praticamente estável em relação ao fraco ano de 2013
Os distribuidores de aços planos no Brasil esperam um crescimento de 4 por cento nas vendas este ano, em um desempenho praticamente estável em relação ao fraco ano de 2013, informou a entidade que representa o setor, Inda, nesta terça-feira.
O setor, responsável por mais de 30 por cento das vendas das usinas siderúrgicas do país, encerrou 2013 com alta de 4,3 por cento nas vendas, para 4,54 milhões de toneladas, dentro da expectativa de crescimento de 3,7 a 4,5 por cento no ano passado. A previsão para este ano ocorre apesar de expectativas de redução das importações por conta do cenário de valorização do dólar contra o real e amparada em estimativas de baixo crescimento da economia, o que deve conter o consumo de aço no mercado interno.
Os distribuidores começaram o ano recebendo comunicados de reajustes das usinas siderúrgicas do país, na sequência de outros aumentos de preços ocorridos em 2013. Segundo o presidente do Inda, Carlos Loureiro, os reajustes anunciados pelas usinas --Usiminas, CSN e ArcelorMittal-- ficaram entre 6 a 7 por cento. "Elas (usinas) anunciaram no início de janeiro e já implementaram. A rede (de distribuidores) conseguiu repassar aos clientes", disse ele a jornalistas.
Após o reajuste, a diferença nos preços entre o aço importado e o produzido no país continuou pequena. Chamada de "prêmio" pela indústria, esta diferença ficou entre 3 e 4 por cento, disse Loureiro, o que desestimula pedidos por material produzido no exterior.
O presidente do Inda comentou ainda que não espera novos reajustes para este trimestre, porém, ressalvou que se o dólar ampliar valorização contra o real, isso criará oportunidade para as usinas.
"Se o dólar descolar mais, definitivamente terá outro aumento (...) O setor está com estoque ajustado, o que dificulta" negociações com as usinas, disse.
Os distribuidores de aço encerraram dezembro com estoque de 1,05 milhão de toneladas, o suficiente para cerca de três meses de vendas. O volume representa um crescimento de 11,3 por cento sobre o volume do final de 2012. Loureiro afirmou que espera que o setor termine este mês com inventário para 2,5 meses, número dentro da média histórica.
Além dos reajustes para os distribuidores, o presidente do Inda comentou que as usinas promoveram aumentos, também entre 6 e 7 por cento, nos preços de aços vendidos a grandes clientes da indústria e que alguns acordos com montadoras de veículos já foram acertados, com reajustes de 12 por cento. Ele não pôde dar mais detalhes.
Sobre as eleições deste ano, Loureiro afirmou que reformas econômicas necessárias estão sendo postergadas, o que pode dificultar o desempenho do país em 2015, ano em que ajustes terão de ser feitos.
"Se usou demais o dólar como ferramenta contra inflação e isso destroçou a capacidade produtiva da indústria, que vai levar anos para se recuperar", afirmou.
Link: http://exame.abril.com.br/economia/noticias/distribuicao-ve-alta-de-4-nas-vendas-de-aco-plano-no-brasil-em-2014
VENDA DE AÇO PLANO POR DISTRIBUIDORES SOBE 11% EM DEZEMBRO, DIZ INDA
As vendas de aço plano por distribuidores do Brasil subiram 11 por cento em dezembro sobre um ano antes, informou a associação que representa o setor, Inda, nesta terça-feira.
Com o resultado, as vendas do setor em todo 2013 avançaram 4,3 por cento sobre 2012, para 4,54 milhões de toneladas.
(Por Alberto Alerigi Jr., edição de Anna Flávia Rochas)
Link: http://economia.estadao.com.br/noticias/economia-geral,venda-de-aco-plano-por-distribuidores-sobe-11-em-dezembro-inda,175872,0.htm
INDA PREVÊ BAIXAS NA IMPORTAÇÃO DE AÇO PLANO
As importações de aços planos pelo Brasil devem permanecer em um patamar ainda baixo nos três primeiros meses de 2014, disse nesta terça-feira, 21, o presidente do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), Carlos Loureiro. Em dezembro as importações feitas pela rede de distribuição somaram 82,7 mil toneladas, queda de 19,4% ante novembro.
De acordo com o executivo, os prêmios do aço nacional, diferença do preço do aço produzido no Brasil em relação ao importado, não justificam uma grande entrada do produto importado. Loureiro citou, por exemplo, que grande parte do volume que entrou no País em dezembro ocorreu por causa de uma compra de chapas grossas feita pela Confab, que não possui similar nacional. Outra parte, disse o presidente do Inda, foram importações feitas pela região Norte e Nordeste, onde os prêmios são mais elevados em relação ao restante do País, o que justifica a compra externa.
O executivo acredita que a penetração do aço importado em relação ao consumo aparente deverá permanecer em um dígito nos próximos meses. Em dezembro esse porcentual foi de 8,8%. A participação dos associados do Inda no consumo aparente é de 36%. De acordo com dados do Inda, a China é ainda a grande origem do aço plano importado pelo Brasil, com uma fatia de 51,9% do total.
Link: http://noticias.r7.com/economia/noticias/inda-preve-baixas-na-importacao-de-aco-plano-20140121.html
VENDA DE AÇO PLANO POR DISTRIBUIDORES NO BRASIL SOBE 4,3% EM 2013—INDA
Distribuidores esperam um desempenho praticamente estável em relação ao fraco ano de 2013
Os distribuidores de aços planos no Brasil esperam um crescimento de 4 por cento nas vendas este ano, em um desempenho praticamente estável em relação ao fraco ano de 2013, informou a entidade que representa o setor, Inda, nesta terça-feira.
O setor, responsável por mais de 30 por cento das vendas das usinas siderúrgicas do país, encerrou 2013 com alta de 4,3 por cento nas vendas, para 4,54 milhões de toneladas, dentro da expectativa de crescimento de 3,7 a 4,5 por cento no ano passado. A previsão para este ano ocorre apesar de expectativas de redução das importações por conta do cenário de valorização do dólar contra o real e amparada em estimativas de baixo crescimento da economia, o que deve conter o consumo de aço no mercado interno.
Os distribuidores começaram o ano recebendo comunicados de reajustes das usinas siderúrgicas do país, na sequência de outros aumentos de preços ocorridos em 2013.
Segundo o presidente do Inda, Carlos Loureiro, os reajustes anunciados pelas usinas --Usiminas, CSN e ArcelorMittal-- ficaram entre 6 a 7 por cento. "Elas (usinas) anunciaram no início de janeiro e já implementaram. A rede (de distribuidores) conseguiu repassar aos clientes", disse ele a jornalistas.
Após o reajuste, a diferença nos preços entre o aço importado e o produzido no país continuou pequena. Chamada de "prêmio" pela indústria, esta diferença ficou entre 3 e 4 por cento, disse Loureiro, o que desestimula pedidos por material produzido no exterior.
O presidente do Inda comentou ainda que não espera novos reajustes para este trimestre, porém, ressalvou que se o dólar ampliar valorização contra o real, isso criará oportunidade para as usinas.
"Se o dólar descolar mais, definitivamente terá outro aumento (...) O setor está com estoque ajustado, o que dificulta" negociações com as usinas, disse.
Os distribuidores de aço encerraram dezembro com estoque de 1,05 milhão de toneladas, o suficiente para cerca de três meses de vendas. O volume representa um crescimento de 11,3 por cento sobre o volume do final de 2012. Loureiro afirmou que espera que o setor termine este mês com inventário para 2,5 meses, número dentro da média histórica.
Além dos reajustes para os distribuidores, o presidente do Inda comentou que as usinas promoveram aumentos, também entre 6 e 7 por cento, nos preços de aços vendidos a grandes clientes da indústria e que alguns acordos com montadoras de veículos já foram acertados, com reajustes de 12 por cento. Ele não pôde dar mais detalhes.
Sobre as eleições deste ano, Loureiro afirmou que reformas econômicas necessárias estão sendo postergadas, o que pode dificultar o desempenho do país em 2015, ano em que ajustes terão de ser feitos.
"Se usou demais o dólar como ferramenta contra inflação e isso destroçou a capacidade produtiva da indústria, que vai levar anos para se recuperar", afirmou.
Link: http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/economia/2014/01/21/venda-de-aco-plano-por-distribuidores-sobe-11-em-dezembro--inda.htm
VENDA DE AÇO PLANO POR DISTRIBUIDORES SOBE 11% EM DEZEMBRO, DIZ INDA - INFOMONEY
As vendas de aço plano por distribuidores do Brasil subiram 11 por cento em dezembro sobre um ano antes, informou a associação que representa o setor, Inda, nesta terça-feira.
Com o resultado, as vendas do setor em todo 2013 avançaram 4,3 por cento sobre 2012, para 4,54 milhões de toneladas.
(Por Alberto Alerigi Jr., edição de Anna Flávia Rochas)
Link: http://www.infomoney.com.br/mercados/noticia/3155721/venda-aco-plano-por-distribuidores-sobe-dezembro-diz-inda
VENDA DE AÇO PLANO POR DISTRIBUIDORES NO BRASIL SOBE 4,3% EM 2013--INDA
SÃO PAULO, 21 Jan (Reuters) - As vendas de aço plano por distribuidores do Brasil subiram 4,3 por cento em 2013, para 4,54 milhões de toneladas, informou a associação que representa o setor, Inda, nesta terça-feira.
A expectativa do setor era que as vendas encerrassem o ano passado com alta de 3,7 a 4,5 por cento.
Considerando apenas dezembro, as vendas do setor cresceram 11 por cento na comparação anual, para 346,9 mil toneladas, e recuaram 11,4 por cento sobre novembro. Em novembro, a entidade havia estimado de forma preliminar que as vendas em 2014 deverão crescer 4 por cento diante de um fraco nível de consumo de aço pelo Brasil. O setor terminou 2013 com estoques de 1,05 milhão de toneladas, num crescimento de 11,3 por cento sobre o volume do final de 2012.
(Por Alberto Alerigi Jr.)
Link:http://www.jornalacidade.com.br/noticias/NOT,0,0,917931,Venda+de+aco+plano+p
INDA PREVÊ BAIXAS NA IMPORTAÇÃO DE AÇO PLANO
As importações de aços planos pelo Brasil devem permanecer em um patamar ainda baixo nos três primeiros meses de 2014, disse nesta terça-feira, 21, o presidente do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), Carlos Loureiro. Em dezembro as importações feitas pela rede de distribuição somaram 82,7 mil toneladas, queda de 19,4% ante novembro.
De acordo com o executivo, os prêmios do aço nacional, diferença do preço do aço produzido no Brasil em relação ao importado, não justificam uma grande entrada do produto importado. Loureiro citou, por exemplo, que grande parte do volume que entrou no País em dezembro ocorreu por causa de uma compra de chapas grossas feita pela Confab, que não possui similar nacional. Outra parte, disse o presidente do Inda, foram importações feitas pela região Norte e Nordeste, onde os prêmios são mais elevados em relação ao restante do País, o que justifica a compra externa.
O executivo acredita que a penetração do aço importado em relação ao consumo aparente deverá permanecer em um dígito nos próximos meses. Em dezembro esse porcentual foi de 8,8%. A participação dos associados do Inda no consumo aparente é de 36%. De acordo com dados do Inda, a China é ainda a grande origem do aço plano importado pelo Brasil, com uma fatia de 51,9% do total.
Link:http://www.opovo.com.br/app/economia/ae/2014/01/21/noticiaseconomiaae,319
INDA PREVÊ BAIXAS NA IMPORTAÇÃO DE AÇO PLANO
As importações de aços planos pelo Brasil devem permanecer em um patamar ainda baixo nos três primeiros meses de 2014, disse nesta terça-feira, 21, o presidente do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), Carlos Loureiro. Em dezembro as importações feitas pela rede de distribuição somaram 82,7 mil toneladas, queda de 19,4% ante novembro.
De acordo com o executivo, os prêmios do aço nacional, diferença do preço do aço produzido no Brasil em relação ao importado, não justificam uma grande entrada do produto importado. Loureiro citou, por exemplo, que grande parte do volume que entrou no País em dezembro ocorreu por causa de uma compra de chapas grossas feita pela Confab, que não possui similar nacional. Outra parte, disse o presidente do Inda, foram importações feitas pela região Norte e Nordeste, onde os prêmios são mais elevados em relação ao restante do País, o que justifica a compra externa.
O executivo acredita que a penetração do aço importado em relação ao consumo aparente deverá permanecer em um dígito nos próximos meses. Em dezembro esse porcentual foi de 8,8%. A participação dos associados do Inda no consumo aparente é de 36%. De acordo com dados do Inda, a China é ainda a grande origem do aço plano importado pelo Brasil, com uma fatia de 51,9% do total.
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INDA PREVÊ BAIXAS NA IMPORTAÇÃO DE AÇO PLANO
As importações de aços planos pelo Brasil devem permanecer em um patamar ainda baixo nos três primeiros meses de 2014, disse nesta terça-feira, 21, o presidente do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), Carlos Loureiro. Em dezembro as importações feitas pela rede de distribuição somaram 82,7 mil toneladas, queda de 19,4% ante novembro.
De acordo com o executivo, os prêmios do aço nacional, diferença do preço do aço produzido no Brasil em relação ao importado, não justificam uma grande entrada do produto importado. Loureiro citou, por exemplo, que grande parte do volume que entrou no País em dezembro ocorreu por causa de uma compra de chapas grossas feita pela Confab, que não possui similar nacional. Outra parte, disse o presidente do Inda, foram importações feitas pela região Norte e Nordeste, onde os prêmios são mais elevados em relação ao restante do País, o que justifica a compra externa.
O executivo acredita que a penetração do aço importado em relação ao consumo aparente deverá permanecer em um dígito nos próximos meses. Em dezembro esse porcentual foi de 8,8%. A participação dos associados do Inda no consumo aparente é de 36%. De acordo com dados do Inda, a China é ainda a grande origem do aço plano importado pelo Brasil, com uma fatia de 51,9% do total.
INDA PREVÊ BAIXAS NA IMPORTAÇÃO DE AÇO PLANO
As importações de aços planos pelo Brasil devem permanecer em um patamar ainda baixo nos três primeiros meses de 2014, disse nesta terça-feira, 21, o presidente do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), Carlos Loureiro. Em dezembro as importações feitas pela rede de distribuição somaram 82,7 mil toneladas, queda de 19,4% ante novembro.
De acordo com o executivo, os prêmios do aço nacional, diferença do preço do aço produzido no Brasil em relação ao importado, não justificam uma grande entrada do produto importado. Loureiro citou, por exemplo, que grande parte do volume que entrou no País em dezembro ocorreu por causa de uma compra de chapas grossas feita pela Confab, que não possui similar nacional. Outra parte, disse o presidente do Inda, foram importações feitas pela região Norte e Nordeste, onde os prêmios são mais elevados em relação ao restante do País, o que justifica a compra externa.
O executivo acredita que a penetração do aço importado em relação ao consumo aparente deverá permanecer em um dígito nos próximos meses. Em dezembro esse porcentual foi de 8,8%. A participação dos associados do Inda no consumo aparente é de 36%. De acordo com dados do Inda, a China é ainda a grande origem do aço plano importado pelo Brasil, com uma fatia de 51,9% do total.
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INDA PREVÊ BAIXAS NA IMPORTAÇÃO DE AÇO PLANO
As importações de aços planos pelo Brasil devem permanecer em um patamar ainda baixo nos três primeiros meses de 2014, disse nesta terça-feira, 21, o presidente do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), Carlos Loureiro. Em dezembro as importações feitas pela rede de distribuição somaram 82,7 mil toneladas, queda de 19,4% ante novembro.
De acordo com o executivo, os prêmios do aço nacional, diferença do preço do aço produzido no Brasil em relação ao importado, não justificam uma grande entrada do produto importado. Loureiro citou, por exemplo, que grande parte do volume que entrou no País em dezembro ocorreu por causa de uma compra de chapas grossas feita pela Confab, que não possui similar nacional. Outra parte, disse o presidente do Inda, foram importações feitas pela região Norte e Nordeste, onde os prêmios são mais elevados em relação ao restante do País, o que justifica a compra externa.
O executivo acredita que a penetração do aço importado em relação ao consumo aparente deverá permanecer em um dígito nos próximos meses. Em dezembro esse porcentual foi de 8,8%. A participação dos associados do Inda no consumo aparente é de 36%. De acordo com dados do Inda, a China é ainda a grande origem do aço plano importado pelo Brasil, com uma fatia de 51,9% do total.
Link: http://brasil.voxquo.com/noticia.asp?id=1043936&t=Inda-prev%EA-baixas-na-importa%E7%E3o-de-a%E7o-plano
DISTRIBUIÇÃO VÊ ALTA DE 4% NAS VENDAS DE AÇO PLANO NO BRASIL EM 2014
Distribuidores esperam um desempenho praticamente estável em relação ao fraco ano de 2013
Os distribuidores de aços planos no Brasil esperam um crescimento de 4 por cento nas vendas este ano, em um desempenho praticamente estável em relação ao fraco ano de 2013, informou a entidade que representa o setor, Inda, nesta terça-feira.
O setor, responsável por mais de 30 por cento das vendas das usinas siderúrgicas do país, encerrou 2013 com alta de 4,3 por cento nas vendas, para 4,54 milhões de toneladas, dentro da expectativa de crescimento de 3,7 a 4,5 por cento no ano passado. A previsão para este ano ocorre apesar de expectativas de redução das importações por conta do cenário de valorização do dólar contra o real e amparada em estimativas de baixo crescimento da economia, o que deve conter o consumo de aço no mercado interno.
Os distribuidores começaram o ano recebendo comunicados de reajustes das usinas siderúrgicas do país, na sequência de outros aumentos de preços ocorridos em 2013. Segundo o presidente do Inda, Carlos Loureiro, os reajustes anunciados pelas usinas --Usiminas, CSN e ArcelorMittal-- ficaram entre 6 a 7 por cento. "Elas (usinas) anunciaram no início de janeiro e já implementaram. A rede (de distribuidores) conseguiu repassar aos clientes", disse ele a jornalistas.
Após o reajuste, a diferença nos preços entre o aço importado e o produzido no país continuou pequena. Chamada de "prêmio" pela indústria, esta diferença ficou entre 3 e 4 por cento, disse Loureiro, o que desestimula pedidos por material produzido no exterior.
O presidente do Inda comentou ainda que não espera novos reajustes para este trimestre, porém, ressalvou que se o dólar ampliar valorização contra o real, isso criará oportunidade para as usinas.
"Se o dólar descolar mais, definitivamente terá outro aumento (...) O setor está com estoque ajustado, o que dificulta" negociações com as usinas, disse.
Os distribuidores de aço encerraram dezembro com estoque de 1,05 milhão de toneladas, o suficiente para cerca de três meses de vendas. O volume representa um crescimento de 11,3 por cento sobre o volume do final de 2012. Loureiro afirmou que espera que o setor termine este mês com inventário para 2,5 meses, número dentro da média histórica.
Além dos reajustes para os distribuidores, o presidente do Inda comentou que as usinas promoveram aumentos, também entre 6 e 7 por cento, nos preços de aços vendidos a grandes clientes da indústria e que alguns acordos com montadoras de veículos já foram acertados, com reajustes de 12 por cento. Ele não pôde dar mais detalhes.
Sobre as eleições deste ano, Loureiro afirmou que reformas econômicas necessárias estão sendo postergadas, o que pode dificultar o desempenho do país em 2015, ano em que ajustes terão de ser feitos.
"Se usou demais o dólar como ferramenta contra inflação e isso destroçou a capacidade produtiva da indústria, que vai levar anos para se recuperar", afirmou.
Link:
VENDA DE AÇO PLANO POR DISTRIBUIDORES SOBE 11% EM DEZEMBRO, DIZ INDA
As vendas de aço plano por distribuidores do Brasil subiram 11 por cento em dezembro sobre um ano antes, informou a associação que representa o setor, Inda, nesta terça-feira.
Com o resultado, as vendas do setor em todo 2013 avançaram 4,3 por cento sobre 2012, para 4,54 milhões de toneladas.
(Por Alberto Alerigi Jr., edição de Anna Flávia Rochas)
Link: http://www.ecofinancas.com/noticias/venda-aco-plano-distribuidores-sobe-11-dezembro-inda-ultimas-economia-veja
DISTRIBUIÇÃO VÊ ALTA DE 4% NAS VENDAS DE AÇO PLANO NO BRASIL
Distribuidores esperam um desempenho praticamente estável em relação ao fraco ano de 2013
Os distribuidores de aços planos no Brasil esperam um crescimento de 4 por cento nas vendas este ano, em um desempenho praticamente estável em relação ao fraco ano de 2013, informou a entidade que representa o setor, Inda, nesta terça-feira.
O setor, responsável por mais de 30 por cento das vendas das usinas siderúrgicas do país, encerrou 2013 com alta de 4,3 por cento nas vendas, para 4,54 milhões de toneladas, dentro da expectativa de crescimento de 3,7 a 4,5 por cento no ano passado. A previsão para este ano ocorre apesar de expectativas de redução das importações por conta do cenário de valorização do dólar contra o real e amparada em estimativas de baixo crescimento da economia, o que deve conter o consumo de aço no mercado interno.
Os distribuidores começaram o ano recebendo comunicados de reajustes das usinas siderúrgicas do país, na sequência de outros aumentos de preços ocorridos em 2013. Segundo o presidente do Inda, Carlos Loureiro, os reajustes anunciados pelas usinas --Usiminas, CSN e ArcelorMittal-- ficaram entre 6 a 7 por cento. "Elas (usinas) anunciaram no início de janeiro e já implementaram. A rede (de distribuidores) conseguiu repassar aos clientes", disse ele a jornalistas.
Após o reajuste, a diferença nos preços entre o aço importado e o produzido no país continuou pequena. Chamada de "prêmio" pela indústria, esta diferença ficou entre 3 e 4 por cento, disse Loureiro, o que desestimula pedidos por material produzido no exterior.
O presidente do Inda comentou ainda que não espera novos reajustes para este trimestre, porém, ressalvou que se o dólar ampliar valorização contra o real, isso criará oportunidade para as usinas.
"Se o dólar descolar mais, definitivamente terá outro aumento (...) O setor está com estoque ajustado, o que dificulta" negociações com as usinas, disse.
Os distribuidores de aço encerraram dezembro com estoque de 1,05 milhão de toneladas, o suficiente para cerca de três meses de vendas. O volume representa um crescimento de 11,3 por cento sobre o volume do final de 2012. Loureiro afirmou que espera que o setor termine este mês com inventário para 2,5 meses, número dentro da média histórica.
Além dos reajustes para os distribuidores, o presidente do Inda comentou que as usinas promoveram aumentos, também entre 6 e 7 por cento, nos preços de aços vendidos a grandes clientes da indústria e que alguns acordos com montadoras de veículos já foram acertados, com reajustes de 12 por cento. Ele não pôde dar mais detalhes.
Sobre as eleições deste ano, Loureiro afirmou que reformas econômicas necessárias estão sendo postergadas, o que pode dificultar o desempenho do país em 2015, ano em que ajustes terão de ser feitos.
"Se usou demais o dólar como ferramenta contra inflação e isso destroçou a capacidade produtiva da indústria, que vai levar anos para se recuperar", afirmou.
DISTRIBUIÇÃO VÊ ALTA DE 4% NAS VENDAS DE AÇO PLANO NO BRASIL
Distribuidores esperam um desempenho praticamente estável em relação ao fraco ano de 2013
Os distribuidores de aços planos no Brasil esperam um crescimento de 4 por cento nas vendas este ano, em um desempenho praticamente estável em relação ao fraco ano de 2013, informou a entidade que representa o setor, Inda, nesta terça-feira.
O setor, responsável por mais de 30 por cento das vendas das usinas siderúrgicas do país, encerrou 2013 com alta de 4,3 por cento nas vendas, para 4,54 milhões de toneladas, dentro da expectativa de crescimento de 3,7 a 4,5 por cento no ano passado. A previsão para este ano ocorre apesar de expectativas de redução das importações por conta do cenário de valorização do dólar contra o real e amparada em estimativas de baixo crescimento da economia, o que deve conter o consumo de aço no mercado interno.
Os distribuidores começaram o ano recebendo comunicados de reajustes das usinas siderúrgicas do país, na sequência de outros aumentos de preços ocorridos em 2013. Segundo o presidente do Inda, Carlos Loureiro, os reajustes anunciados pelas usinas --Usiminas, CSN e ArcelorMittal-- ficaram entre 6 a 7 por cento. "Elas (usinas) anunciaram no início de janeiro e já implementaram. A rede (de distribuidores) conseguiu repassar aos clientes", disse ele a jornalistas.
Após o reajuste, a diferença nos preços entre o aço importado e o produzido no país continuou pequena. Chamada de "prêmio" pela indústria, esta diferença ficou entre 3 e 4 por cento, disse Loureiro, o que desestimula pedidos por material produzido no exterior.
O presidente do Inda comentou ainda que não espera novos reajustes para este trimestre, porém, ressalvou que se o dólar ampliar valorização contra o real, isso criará oportunidade para as usinas.
"Se o dólar descolar mais, definitivamente terá outro aumento (...) O setor está com estoque ajustado, o que dificulta" negociações com as usinas, disse.
Os distribuidores de aço encerraram dezembro com estoque de 1,05 milhão de toneladas, o suficiente para cerca de três meses de vendas. O volume representa um crescimento de 11,3 por cento sobre o volume do final de 2012. Loureiro afirmou que espera que o setor termine este mês com inventário para 2,5 meses, número dentro da média histórica.
Além dos reajustes para os distribuidores, o presidente do Inda comentou que as usinas promoveram aumentos, também entre 6 e 7 por cento, nos preços de aços vendidos a grandes clientes da indústria e que alguns acordos com montadoras de veículos já foram acertados, com reajustes de 12 por cento. Ele não pôde dar mais detalhes.
Sobre as eleições deste ano, Loureiro afirmou que reformas econômicas necessárias estão sendo postergadas, o que pode dificultar o desempenho do país em 2015, ano em que ajustes terão de ser feitos.
"Se usou demais o dólar como ferramenta contra inflação e isso destroçou a capacidade produtiva da indústria, que vai levar anos para se recuperar", afirmou.
Link:http://www.ultimoinstante.com.br/pt/noticias_20140121/empresas/536151/Atual
iza%C3%A7%C3%A3o---Distribui%C3%A7%C3%A3o-v%C3%AA-alta-de-4-nas-vendas-de-a%C3%A7o-plano-no-Brasil-em-2014.htm#axzz2rJiivTj5
INDA PREVÊ BAIXAS NA IMPORTAÇÃO DE AÇO PLANO
As importações de aços planos pelo Brasil devem permanecer em um patamar ainda baixo nos três primeiros meses de 2014, disse nesta terça-feira, 21, o presidente do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), Carlos Loureiro. Em dezembro as importações feitas pela rede de distribuição somaram 82,7 mil toneladas, queda de 19,4% ante novembro.
De acordo com o executivo, os prêmios do aço nacional, diferença do preço do aço produzido no Brasil em relação ao importado, não justificam uma grande entrada do produto importado. Loureiro citou, por exemplo, que grande parte do volume que entrou no País em dezembro ocorreu por causa de uma compra de chapas grossas feita pela Confab, que não possui similar nacional. Outra parte, disse o presidente do Inda, foram importações feitas pela região Norte e Nordeste, onde os prêmios são mais elevados em relação ao restante do País, o que justifica a compra externa.
O executivo acredita que a penetração do aço importado em relação ao consumo aparente deverá permanecer em um dígito nos próximos meses. Em dezembro esse porcentual foi de 8,8%. A participação dos associados do Inda no consumo aparente é de 36%. De acordo com dados do Inda, a China é ainda a grande origem do aço plano importado pelo Brasil, com uma fatia de 51,9% do total.
INDA PREVÊ BAIXAS NA IMPORTAÇÃO DE AÇO PLANO
As importações de aços planos pelo Brasil devem permanecer em um patamar ainda baixo nos três primeiros meses de 2014, disse nesta terça-feira, 21, o presidente do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), Carlos Loureiro. Em dezembro as importações feitas pela rede de distribuição somaram 82,7 mil toneladas, queda de 19,4% ante novembro.
De acordo com o executivo, os prêmios do aço nacional, diferença do preço do aço produzido no Brasil em relação ao importado, não justificam uma grande entrada do produto importado. Loureiro citou, por exemplo, que grande parte do volume que entrou no País em dezembro ocorreu por causa de uma compra de chapas grossas feita pela Confab, que não possui similar nacional. Outra parte, disse o presidente do Inda, foram importações feitas pela região Norte e Nordeste, onde os prêmios são mais elevados em relação ao restante do País, o que justifica a compra externa.
O executivo acredita que a penetração do aço importado em relação ao consumo aparente deverá permanecer em um dígito nos próximos meses. Em dezembro esse porcentual foi de 8,8%. A participação dos associados do Inda no consumo aparente é de 36%. De acordo com dados do Inda, a China é ainda a grande origem do aço plano importado pelo Brasil, com uma fatia de 51,9% do total.
Link:http://www.araraquara.com/noticias/economia/NOT,0,492,917934,Inda+preve+ba
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SETOR
CHINA: PRODUÇÃO DE AÇO BRUTO CRESCE 7,5% E ESTABELECE NÍVEL RECORDE
A produção de aço bruto da China cresceu 7,5% no ano passado, atingindo o volume recorde de 779,04 milhões de toneladas, divulgou nesta segunda-feira o Escritório Nacional de Estatística.
A produção de dezembro cresceu 6,5% na base de comparação anual, para 62,35 milhões de toneladas, e 2,4% em relação a novembro.
Apesar do avanço, a produção média diária – uma medida mais precisa, segundo especialistas – ficou em 2,01 milhões de toneladas em dezembro, ante 2,02 milhões de toneladas em novembro.
Link: http://www.valor.com.br/internacional/3399996/china-producao-de-aco-bruto-cresce-75-e-estabelece-nivel-recorde
SIDERÚRGICA SSAB VAI COMPRAR RIVAL RAUTARUUKKI POR US$1,6 BI
A siderúrgica sueca SSAB acertou a compra da rival finlandesa Rautaruukki por 10,1 bilhões de coroas suecas (1,6 bilhão de dólares) conforme uma demanda fraca força os operadores menores a cortar custos e lidar com o excesso de capacidade.
As empresas disseram que a SSAB fez uma oferta de aquisição de todas as ações representando um bônus de 20 por cento sobre o preço do papel da Rautaruukki, que encerrou o pregão na terça-feira a 6,89 euros. As empresas visam reduzir seu quadro de funcionários combinado em 5 por cento, a maior parte na Finlândia e na Suécia, ajudando a reduzir os custos em até 1,4 bilhão de coroas.
"Dadas as grandes sinergias esperadas de 1,4 bilhão de coroas, e a lógica de melhor poder de definição de preços para ambos os produtos de nicho das empresas, nossa avaliação inicial da fusão proposta é muito positiva", disse Johannes Grunselius, analista da ABG Sundal Collier, em uma nota.
A SSAB estava no grupo dos 40 maiores produtores mundiais de aço em 2010, mas a fusão de rivais, aumento da demanda chinesa e dificuldades dos mercados europeus tiraram a empresa deste grupo em 2012.
A nova empresa terá instalações na Suécia, Finlândia e nos Estados Unidos, com uma capacidade anual combinada de 8,8 milhões de toneladas. Isso é relativamente pouco em comparação à Arcelor Mittal , que é capaz de produzir 119 milhões de toneladas. As empresas disseram que a fusão também fortalecerá sua posição de mercado em aços especiais, que têm margens maiores.
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