Ata nº. 010/2012
2Aos dezoito dias do mês de abril de dois mil e doze, às quatorze horas, pelos fundamentos
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constantes das inclusas notas taquigráficas que integram a presente Ata, reuniram-se para
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Assembléia Ordinária na sede do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente do
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Município de Porto Alegre, sito Travessa Francisco Leonardo Truda, nº 40, 14º andar – Centro de
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Porto Alegre, sob coordenação da Presidenta Leci Soares Matos – Associação Comunitária do
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Campo da Tuca, e na presença dos CONSELHEIROS DA SOCIEDADE CIVIL: Sandra M. K.
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Penno – Ação Social Aliança; Nelcinda Aguirre – Centro de Atendimento Integrado do Morro
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da Cruz; Ivanir da Silva – Centro Assistencial Paz – CAPAZ; Marlise Silva Lemos – Centro
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Cultural James Kulisz – CEJAK; José Caporal e Eliete Cristina Dornelles Barreira – ACM –
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Associação Cristã de Moços do RS; Asaíra Schmitt e Tatiana Ventura – Clube de Mães
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Amizade; Leci Soares Matos – Associação Comunitária do Campo da Tuca; Cátia Moreira –
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USBEE; e Shirlei Curtinaz – Fundação O Pão dos Pobres de Santo Antonio. CONSELHEIROS
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DO GOVERNO: Maria Isabel Bretanha – SMGL – Secretaria Municipal de Governança Local;
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Sandra Pingret Mincarone de Souza – SMED – Secretaria Municipal da Educação; Eliane Regina
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Gazzana – FASC – Fundação de Assistência Social e Cidadania; Rogério Portanova Leal – SMF
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– Secretaria Municipal da Fazenda; e Seila Pedroso – Secretaria Municipal de Direitos
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Humanos e Segurança Urbana. FALTAS JUSTIFICADAS/REPRESENTAÇÕES: Mirian
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Gizele Medeiros Weber – SMS – Secretaria Municipal da Saúde; e Laura Rossi – OSICOM.
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Participou da reunião: Fabiana – Assessoria Executiva do CMDCA. PAUTA: 1 – Leitura da
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Planilha da Plenária Anterior e Solicitação de Complementação de Ata; 2 – Debates e
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Deliberações: Comissões, Finanças, Políticas e Reordenamento; 3 – Informes. Após assinatura
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da lista de presenças a Sra. Presidenta Leci Soares Matos deu início aos trabalhos (Quorum às
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14h45min). Sra. Presidenta (Leci Soares Matos): Boa tarde. Estamos abrindo a nossa Plenária 25
agora, a Conselheira Carolina pediu que nós aguardássemos um pouco para começar, mas foi
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proposta do Caporal e de outros que a gente começasse. Diante disso fui ver quanto tempo os
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conselheiros levariam para colocar a listagem em ordem e dentro de 1h30min é possível colocar
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tudo para vir para a plenária, que são os projetos que entraram no edital. A Dalva e o Conselheiro
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Gilmar estão fazendo isso no setor de Prestação de Contas. Agora estamos aguardando mais um
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pouco para imprimirem a ata e a planilha, está demorando demais. Então, proponho que a gente
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pudesse deixar para votar na semana que vem. Se tiver alguém contra que fale agora, por favor.
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Temos alguns informes, até porque a pauta principal é o edital, mas temos que aguardar. Nós temos
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para informes o Caporal, a Isabel e a Nelcinda. Mais alguém? 3 – Informes. Sr. José Ricardo
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Caporal: É da Comissão de Reordenamento. Nós realizamos semana passada uma visita na
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Restinga, junto com a Nelcinda e a Sandra, visitamos três instituições: Federação Gaúcha de
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Esporte, Creche Cantinho da Criança Algodão Doce. Essas duas ainda ficam stand by, até porque
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estavam fechadas, sem atendimento. A Federação Gaúcha de Esporte, a dirigente não se encontrava,
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falei com ela por telefone, estava em um evento. Nós encaminhamos que ela vai nos procurar, até
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para o Conselho não ficar indo e vindo. E a terceira instituição foi um pedido de registro para a
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Associação de Mães Rita Yasmim, que é um grupo de familiares que tem crianças com
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deficiência, fazem um trabalho muito interessante de suporte indireto, de atendimento, de
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encaminhamento para essas crianças e duas famílias. Ali no Barro Vermelho são mais de 70
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crianças registradas, família, organizado por essas guerreiras da comunidade. É uma coisa bem
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comunitária, trocam cadeiras de rodas. Então, com essa visita estão pedindo registro da entidade,
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inscrição de programa. Então, somos favoráveis a esse registro. Sra. Tatiane Ventura: Só registro
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de entidade, inscrição de programa não? Sr. José Ricardo Caporal: Não, como é indireto não sei
qual programa poderíamos colocar, seria de PCD’s. Sra. Tatiane Ventura: No CMDCA não tem
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de PCD’s, mas na Resolução nº 55 ele caberia em alguns regimes. Sr. José Ricardo Caporal: Seria
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o caso da entidade se aproximar e decidir onde quer. Seria o primeiro passo, porque já venceram a
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questão do Fórum de Entidades. Sra. Tatiane Ventura: Tem algum parecer anterior à visita?
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Nenhuma orientação que a instituto reveja o estatuto? Sr. José Ricardo Caporal: Não, está tudo
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ok. A instituição solicita registro de entidade. O prédio para realizar atendimento não foi construído
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e visitado. A Comissão de Reordenamento realizará visita no endereço indicado. Sra. Presidenta
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(Leci Soares Matos): Então, vamos colocar em votação o registro de entidade. Quem está de
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acordo, por favor, levante a mão. Contrários? Abstenções? Aprovado. Mais algum? Era só esse para
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registro de entidade. O próximo. Sr. José Ricardo Caporal: As outras não tinha ninguém. Sra.
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Presidenta (Leci Soares Matos): A Isabel também tem uma questão para colocar. Sra. Maria
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Isabel Bretanha: É um informe. Hoje eu liguei para a SMED pela manhã e chegou uma notícia, o
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que deixou muito preocupada a Zuleica Beltrame, que é a Diretora, porque foram lá avisar que a
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Denise tinha sido apresentada. Ela ainda não está, Sandra, apresentada formalmente. A Zuleica hoje
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estava muito braba, porque disse que chegou lá essa questão e ela não está, ela veio uns dias para
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nos ajudar e está tramitando, mas chegou para a Zuleica de que ela já estava lotada aqui. Tivemos
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ontem reunião com o Secretário Busatto a respeito disso. Então, a informação foi equivocada para a
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SMED e eu já desvencilhei a informação. Segunda questão, quero deixar a informação que a
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Conselheira Miriam Weber foi para o hospital agora à tarde, questão de pressão, pediu que
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justificasse a ausência dela. Quanto às entidades eu, a Conselheira Sandra e a Conselheira Miriam
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fomos visitar duas entidades que estavam pedindo registro, fomos visitar essas duas entidades:
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Associação Orquestra Jovem do Rio Grande do Sul, são crianças que vão em contraturno à
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escola, de escolas municipais e estaduais, escolas públicas, estão lá tocando, fizeram uma
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apresentação belíssima para nós. São 50 alunos por aula, porque pegam por dia. Nós avaliamos
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tudo, um local com muita qualidade, ficamos muito contentes. Então, seria para registro de
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entidade. Sandra, quer falar alguma coisa? Sra. Sandra Penno: Realmente, estão com um espaço
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muito bom ali, estão atendendo e mostrando uma disciplina incrível, uma musicalidade belíssima. É
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aqui no Centro da Cidade. Sra. Maria Isabel Bretanha: E é um espaço emprestado, eles estavam
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instalados antigamente em alguns pontos de cultura, uns são livres e outros têm alguma
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remuneração. No caso, eles estavam em um, estava pagando aluguel de R$ 3.500,00, eles nos
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falaram. Sr. Sandra M. K. Penno: Eu acho que era R$ 4.500,00. Sra. Maria Isabel Bretanha: Era
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um absurdo o que eles pagavam. Os instrumentos eles ganharam todos de um projeto com o
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Banrisul. Somos bastante favoráveis. Sra. Tatiane Ventura: Como foram conselheiros que não
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estão habituados com a rotina da Comissão de Reordenamento, a minha pergunta é em relação ao
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procedimento da Resolução nº 55, o estatuto está ok? A documentação está completa? Porque tem
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critério para fazer a visita. Sra. Maria Isabel Bretanha: Tudo. Trouxeram toda a documentação, só
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visemos a visita, avaliando essa questão. Como não era por hábito, sempre estou na Comissão de
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Finanças, liguei para duas conselheiras do Reordenamento e me predispus, e foste tu e a Dalva.
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Então, liguei para me colocar à disposição e visitar essas duas entidades que estavam há tempos
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pedindo, quando convidei a Sandra, a Leci naquele diz não pode vir, tinha outro compromisso na
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entidade, mas foi uma das conselheiras que eu convidei também. Sra. Presidenta (Leci Soares
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Matos): Vamos colocar em votação a Associação Orquestra Jovem do Rio Grande do Sul, pedido
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de registro. Quem está de acordo levante a Mao? Alguém contra. Alguém se abstém? Está aprovado
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o registro. Sra. Cátia Moreira: Só registro, programa não? Sra. Maria Isabel Bretanha: Somente
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registro. Vai na mesma linha do Caporal, eles possam se apropriar de determinados espaços e
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busquem as inscrições de programa, enfim. A outra que fomos ver é a Associação La Integracion,
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na Rua Santana, é uma associação que atende crianças da Vila Planetário, uma escola estadual que
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tem ali próximo, é no contraturno também. O que eles fazem? Aulas se fuxico, costura, multimídia,
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capoeira, aula de espanhol. Então, as crianças tem todo um atendimento gratuito lá dentro de todas
as atividades, mas como ela faz atendimento com essas crianças havia um coral, que era da
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Restinga, o pessoal vinha para ensaiar aqui no centro e o custo se tornava inviável para o pessoal,
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que são R$ 2,85 para vir e R$ 2,85 para voltar. Então, o coral parou, eles vão buscar essa questão
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depois, mas eles fazem um trabalho de rádio, inclusive as atividades do fórum temático que teve
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agora foram eles que fizeram as gravações para a Prefeitura e que circularam nos ônibus, aqueles
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que têm nas televisões da Carris. Então, para ver a qualidade e tudo com um material muito simples,
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foi um dos que circularam na Cidade. Então, também busca o pedido de registro para que possa
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fazer esse atendimento. Sr. Sandra M. K. Penno: É um trabalho excelente, tem mais de10 anos.
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Sr. José Ricardo Caporal: Só uma curiosidade, por que o nome em espanhol? Sra. Maria Isabel
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Bretanha: Porque a dirigente é de origem espanhola. Sra. Presidenta (Leci Soares Matos): Então,
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em processo de votação o registro da entidade. Quem aprova? Quem é contra? Quem se abstém?
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Aprovado o registro da entidade. Mais algum? Sra. Maria Isabel Bretanha: Não, só esse. Sra.
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Sandra Pingret Mincarone de Souza: Eu gostaria de falar. Sra. Presidenta (Leci Soares Matos):
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Sandra, nós vamos entrar em um ponto de pauta, depois dá para fazer um esclarecimento dessas
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palavras. A representação do Vínculo SUAS, está representando o grupo de trabalho na FASC.
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Que eu me lembre foi tirado na plenária, até a Nelcinda se colocou à disposição e a Asaíra não sei se
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já estava ou entrou no mesmo momento que foi votado. O que as conselheiras trazem? Que precisa
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ser ampliado esse grupo, que é trabalhar a questão do SASE e Trabalho Educativo. Eu acho isso
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bem importante, ver quais são os conselheiros que se propõem a ir. Sra. Cátia Moreira: eu até
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manifestei interesse em participar, até porque a gente trabalha com os dois programas e a gente tem
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percebido uma série de discussões muito em nível regional e muito no seio das entidades, muitas
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preocupações também nas informações muito desencontros nas informações. Então, eu me disponho
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a participar, mesmo que fique como segunda suplente. Não sei se tem limite de representação. Sra.
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Presidenta (Leci Soares Matos): Não tem, até porque o Conselho não se fez presente, foi muito
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comentado que o Conselho é chamado para esses grupos de trabalho e não vai. Por isso é importante
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ter mais conselheiros e bancar ir, representar. Sra. Nelcinda Aguirre: Teve um dia que eu fui e não
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estava acontecendo nada. Sra. Presidenta (Leci Soares Matos): Está em confuso, nós não
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podemos deixar de participar desse processo. Sra. Asaíra Schmitt: Nas duas discussões que eu fui
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eles deixam bem claro que estão estudando, é tem técnico de assistência social, psicólogos que
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trabalham com SASE e Trabalho Educativo, também pedagogo. Eles querem que as instituições
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tenham esses profissionais. A gente vai ter que cuidar muito isso, porque eles querem, mas vão ter
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que dar o dinheiro também. Então, vamos ter que ir com bastante força e bater sempre na mesma
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tecla. A minha opinião, quando eles fazem aquela pergunta – qual o salário de um educador social
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na sua instituição? Eu estou pagando o regional do sindicato. A gente nunca deve dizer quanto 130
pagamos, porque eles sabem lá, eles fazem isso para embananar as pessoas. Então, eles que estudem
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lá a lei do sindicato, tem lá as profissões, com informação, sem informações, cada um tem, ele que
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vá estudar, que vá bater em cima daquilo ali. Nós nunca temos que dizer quanto ganha um
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educador, porque também muda de instituição para instituição, tem instituição que paga salário
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mínimo, tem outras que pagam o salário do sindicato. Então, tem várias questões no meio e nós
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temos que cuidar isso aí, porque eles vêm rapidinho, eles são rapidinhos, eles dão o bote e já dão o
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pulo. Então, quanto mais pessoas forem lá melhor é. Sr. José Ricardo Caporal: Só resgatando,
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demarcando, tem alguns temas, principalmente de SASE, que resgata, empodera o eixo, a diretriz da
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complementaridade. Nós não estamos falando de meramente atender mais SASE, mas pela
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oportunidade de promoção, de ganho real social para esse público que estamos falando. Então, tem
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que começar pela assistência, mas não tem que ficar somente com a assistência porque ali é uma
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ação integrada para dar conta do que estamos dizendo, senão vamos ficar somente em uma linha de
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negociação de conveniamento. Nós temos que transformar em uma política efetiva de ação. Então, é
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um pouco por aí a minha preocupação, porque realmente o caminho alternativo é isso. Depois, na
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linha do financiamento, é problema de cada um. Nós temos que discutir qual a proposta pedagógica,
a proposta dentro da tipificação, acoplada com as demais políticas para fazer frente a isso, senão não
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vamos responder, vamos só discutir que tipo de conveniamento, aí a coisa vai desandar na frente.
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Sra. Tatiane Ventura: Eu acho que discutir o método, o pedagógico do programa está dentro do
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convênio, porque se um convênio não garante o mínimo de recurso para isso não tem como fazer
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um SASE de acordo com as diretrizes, enfim, como deve ser. Eu acho que é uma discussão
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secundária nesse GT, mas que tem que acontecer, do método, como vai ser essa ação complementar.
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E a gente já tinha falado aqui em outro momento da importância de se somar mais conselheiros no
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GT em função da dinâmica do GT mesmo, é importante ter mais olhares e não perder essa discussão
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como acaba acontecendo por não estarmos presentes. Então, só para reforçar a importância de entrar
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mais uma conselheira como representante. É isso, poder representar e estar sempre presente. Sra.
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Presidenta (Leci Soares Matos): Então, vamos deixar mais a Cátia, mas deixando aberto, sempre
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que a Presidente, alguém da Executiva quiser ir para acompanhar. Sra. Tatiane Ventura: É
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importante ir oficializado o nome da Cátia como integrante, pode sair como resolução hoje.
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Resolução não, mas só um informe. Sra. Presidenta (Leci Soares Matos): Então, vamos aprovar
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que a Cátia a partir desta data faça parte desse GT junto com a Nelcinda e a Asaíra. Sra. Tatiane
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Ventura: Eu preciso que a Isabel esteja aqui, estou com uma dúvida. Sra. Presidenta (Leci Soares
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Matos): Temos outros assuntos que precisa que a Isabel e a Denise estejam aqui. Sra. Tatiane
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Ventura: Não sei quem vai fazer isso, estamos sem ninguém aí. Sr. Rogério Portanova Leal: Em
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relação a esse assunto a Tati colocou bem, a questão da normalização da política, junto com o que o
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Caporal está falando, dentro da contratualização. Isso é importante e é uma formação da política.
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Agora, eu respeito muito a Asaíra, eu acho que a gente tem que ter respeito aqui dentro, eu acho que
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ninguém está dando bote aqui dentro, eu acho que a gente está trabalhando, é um trabalho sério,
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talvez a gente não chegue a conta de salário bom, salário ruim, mas isso não é a discussão, a
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discussão é uma discussão técnica. Ninguém está dando o bote em ninguém, ninguém está
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procurando dizer que um salário é maior ou pior que outro. Eu acho que isso não cabe a gente trazer
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para entro do Conselho. Então, eu gostaria que a gente tivesse respeito aqui dentro, porque é um
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trabalho técnico que está sendo feito. Se é para a gente ir por essa política de que até a informação
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deve ser fechada, e eu acho que nós temos uma abertura política, quando se tem a lei da informação
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que está sendo aberta com todos os números, tanto governo e sociedade civil, eu acho que não cabe
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aqui a gente estar fazendo o fechamento disso. Eu acho que a gente tem que abrir, tem que trabalhar,
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tem que usar a técnica para chegarmos a um acordo entre todas as partes. Então, isso é importante a
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gente colocar. Sra. Presidenta (Leci Soares Matos): Não estou inscrita, mas estou coordenando a
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mesa. A Asaíra não precisa responder, mas eu gostaria de responder tecnicamente. É a forma de se
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dizer, Conselheiro, mas não existe uma política, uma diretriz para cada entidade. É assim que
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funciona sim, nós não podemos dizer o que não é. Aí a Asaíra está certa, porque o Caporal pode ter
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uma folha de pagamento de uma forma, a minha pode ser de outra forma, a da Tati e da Asaíra de
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outra forma. Não existe um padrão, um plano de carreira para cada profissional, não existe isso. Nós
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temos é que estarmos abertos para construir, é isso que estamos propondo, porque não existe uma
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diretriz, quem nos orienta é o sindicato. Então, não é no sentido de ofensa, às vezes é a forma de
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falar. Nós já vencemos esse ponto, vamos seguir a pauta. Isabel, é sobre este ponto? Sra. Maria
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Isabel Bretanha: Só retificar um erro, eu gostaria de reavaliar. Eu estou vendo uma documentação
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com o a Comissão de Reordenamento, está falando documento. A gente aprovou e o colega Luiz
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Henrique ficou de colocar a documentação que a entidade já trouxe, mas não localizou. Então, a
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minha sugestão, conversando com a Conselheira, já que fizemos a visita é que a entidade venha com
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essa documentação e fale com a equipe de Reordenamento antes dessa aprovação. É a minha
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sugestão. Sra. Presidenta (Leci Soares Matos): Então, fica cancelada a votação? Sr. José Ricardo
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Caporal: Não, fica em ad referendum, ou seja, já foi aprovado, fica mediante a entrega dos
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documentos. Sra. Maria Isabel Bretanha: É até chegar os documentos. Sra. Presidenta (Leci
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Soares Matos): Outra questão, o edital do CEDICA, nós definimos que receberíamos os projetos
de acordo com o edital, só que foi a Executiva, não foi eu enquanto Presidente, concordamos que
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aprovaríamos dia 16 de maio, só que não existe esse tempo. Os projetos têm que chegar, temos que
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aprovar até a semana que vem, mas seria hoje. As entidades estavam ligando até para o meu celular
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perguntando se já tinha vencido o prazo, eu disse que ainda tinha um tempinho, eu até estava
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procurando a ata do Conselho ou a ata do Prefeito se responsabilizando pela contrapartida, mas
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disseram que não preciso procurar isso porque somos nós que vamos entregar. Então, a maioria já
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entregou os projetos, tem mais três que vão entregar entre hoje e amanhã. Sra. Shirlei Curtinaz: E
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qual é o prazo? Sra. Presidenta (Leci Soares Matos): Semana que vem, como não dá para aprovar
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hoje. Sra. Nelcinda Aguirre: A Dalva deu a sugestão que se receba até sexta-feira. Sra. Presidenta
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(Leci Soares Matos): Até dia 28 tem que estar no CEDICA. Sra. Shirlei Curtinaz: Mas nós não
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vamos só chancelar os projetos? Eu acho que chegam aqui, estão organizados, estão inscritos.
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Então, acho que poderia ser até o dia 25. Sra. Presidenta (Leci Soares Matos): As que me ligaram
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diretamente eu retornei e já entregaram o projeto. Sra. Shirlei Curtinaz: Por que não pede para o
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Fórum? Eles fazem bem isso. Sra. Presidenta (Leci Soares Matos): Não sei se vai dar tempo.
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Quarta-feira vindo para a plenária está bom, vamos encaminhar a ata junto ou a planilha. Então, era
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isso, está esclarecido. Tem a questão do EVESCA, a Sandra e a Shirlei podem colocar. Sr. Sandra
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M. K. Penno: O EVESCA se reuniu, as reuniões ocorrem toda terceira terça-feira de cada mês, às 9
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horas, na Uruguai, 155 – 11º andar. Solicitam que seja enviada uma lista com os conselheiros
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representantes do CMDCA, porque é preciso ser feita uma portaria desse plano. Outro informe é a
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solicitação de uma verba de R$ 8.000,00 para a confecção de 3 mil panfletos, uma faixa, um banner,
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100 camisetas para a coordenação do Comitê EVESCA e articuladores da campanha que estaremos
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fazendo para o dia 18 de maio. De 08 a 18 de maio vamos ter uma programação para a Semana
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Municipal de Enfrentamento à Violência e Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes. Nós
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vamos estar distribuindo o material de divulgação dessa campanha. Sr. José Ricardo Caporal: A
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origem do recurso é do Funcriança, quem vai executar? Sr. Sandra M. K. Penno: O Comitê
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EVESCA. Sra. Presidenta (Leci Soares Matos): Já faz tempo que deliberamos que as entidades
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aqui não executassem, para isso já foi criada uma rubrica para o Funcriança. Eu acho que o valor
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está dentro. Tem que mandar o processo com três orçamentos, aqui é apenas o projeto. Vocês acham
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que a gente pode aprovar agora? Só vamos solicitar três orçamentos incluindo as entidades
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parceiras, quem paga é o Fundo. Tem que vir o processo o quanto antes, senão não vai dar tempo.
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Então, em processo de votação, quem aprova o projeto até R$ 8.000,00? (Aprovado). A questão da
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Maria Aparecida já foi votada aqui, como notório saber para participar do Comitê. O teu nome da
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Dalva já está lá o da Dalva já foi aprovado. Então, temos que aprovar o teu nome para participar lá
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também. Sra. Shirlei Curtinaz: Eu não sabia que não estava lá. Sra. Presidenta (Leci Soares
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Matos): Como vai sair no Diário Oficial tem que sair de novo. É a Maria Aparecida como da
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sociedade, o da Dalva e o teu. A Eliete, do DECA, está pedindo estatutos para uma formação. Eu
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sugeri por que ela não pedia para o CEDICA ou para a Assembleia, mas ela colocou que é para uma
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formação para policiais que estão se formando na Academia, ela é professora e o nosso ECA está
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muito adequado. A gente sabe disso, mas coloco para vocês se dá para aprovar. Ela pede 600, mas
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acho que não podemos liberar 600, porque temos as entidades. Vamos pedir para pedirem um pouco
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na Assembleia. A orientação é que venha ofício solicitando isso. Sra. Shirlei Curtinaz: Tem temos
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algum critério para pedir? Sra. Presidenta (Leci Soares Matos): Tem que trabalhar critérios
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também, os números de atividades. Sra. Maria Isabel Bretanha: Eu penso que o critério é para as
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organizações e para as entidades do Município, as do estado nós não temos que estar alcançando.
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Essa é a minha posição e o que defendo. Sra. Presidenta (Leci Soares Matos): Sempre foi assim.
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Sra. Maria Isabel Bretanha: Nós tivemos uma equipe que trabalhou sobre isso, o Pastorini se
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debruçou muito sobre ele para fazer. Sra. Tatiane Ventura: O Conselho também se debruçou, ele
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executou. Sra. Maria Isabel Bretanha: Claro, em função disso. Quero dizer que foi o Conselheiro
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junto com o Município, o Estado não está envolvido. Sra. Presidenta (Leci Soares Matos): O
DECA participa do Comitê. Sra. Tatiane Ventura: Eu acho que alguma quantidade seria possível,
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porque realmente está bom o nosso estatuto, eu acho que não teria problema ceder, não os 600. Sra.
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Maria Isabel Bretanha: Podemos dar uma quantidade e eles fazem cópias. Nós temos as nossas
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entidades aqui para atender. Sr. José Ricardo Caporal: Eu proponho 10% do que estão pedindo.
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Sra. Presidenta (Leci Soares Matos): Então, vamos votar essas propostas, indicando que eles
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peçam o restante no CEDICA e na Assembleia, que é de âmbito estadual. Vamos deixar a
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quantidade de 10%? Tem alguma contraproposta? Sra. Nelcinda Aguirre: Já que eles pediram 600
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para uma formação de delegados, policiais que estão se formando agora, quem sabe 200? O restante
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o Estado pode fazer. Sra. Presidenta (Leci Soares Matos): Como ficamos? Temos a proposta do
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Caporal, que é 10% do que foi pedido, também a proposta da Conselheira Nelcinda, que são 200.
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Então, vamos votar a proposta do Caporal, quem concorda? Quatro votos. Proposta da Nelcinda,
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200, quem vota? Nove votos. Quem se abstém? Eu estou me abstendo porque estou coordenando.
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Sr. José Ricardo Caporal: Isso vai ser critério a partir de hoje? Sra. Presidenta (Leci Soares
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Matos): Não, porque é uma instituição grande, é uma formação. Então, ficou aprovado 200. A
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Conselheira Laura justificou que não poderia participar hoje. A Rita não tem aparecido também.
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Vencemos a pauta, só a questão do edital. A Sandra pediu a palavra sobre um ponto que passou, a
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informação que a Isabel deu. Ontem nós fomos até o Gabinete do Secretário, não era agenda, não
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era reunião, eu liguei para o celular dele, o que é comum, presidentes, dirigentes se ligam, e nós
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estávamos com um impasse aqui, a Isabel desesperada ia lá também. Nós temos que marcar uma
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agenda, este ano não sentamos com o Secretário, tem uma série de coisas que precisamos
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encaminhar para acontecer este ano, é de praxe, temos que sentar politicamente e colocar, ver o que
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é possível e o que não é. Nós descemos lá, convidei a Tati para ir junto, fomos marcar uma agenda e
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ver a questão da Denise, porque a menina aqui da Secretaria Executiva está de licença saúde, está
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doente, falei com ela hoje, não podia nem falar, estava no hospital, talvez ela seja liberada para
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amanhã, ela está fazendo oxigênio. Dizendo ela, não veio atestado para mim, não sei, mas parte do
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ser humano, ela trabalha aqui, quarta é o dia que a gente mais precisa dos profissionais aqui, por
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isso que eu liguei. Então, nós conversamos com o Secretário no horário do meio-dia, até a esposa
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dele estava esperando para almoçar com ele, para a Denise permanecer aqui pelo mesmo nesse
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processo, pelo menos até se resolver a cedência dela para cá, porque tinha uma questão de corte de
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pagamento, ela estava meio desesperada. Sra. Maria Isabel Bretanha: Por que tu retomaste esse
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assunto? Não entendi. Sra. Presidenta (Leci Soares Matos): Não retomei, eu tenho que dar
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explicações aqui na plenária, para o Conselho, dizendo que fui lá falar com o secretário, está aí a
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Tatiane, que não me deixa mentir. Nós agendamos para trazer a esta plenária, dia 30, para a gente
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sentar com o Secretário e conversar sobre a questão da estrutura, o trabalho aqui, porque existe uma
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proposta se vamos ficar aqui ou não. Então, para as coisas ficarem centralizadas. Foi isso ou não,
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Tatiane? Sra. Tatiane Ventura: Foi isso. Eu acho importante colocar, a proposta foi muito mais
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garantir uma agenda para o dia 30, como conseguimos com o secretário, para que este Conselho crie
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a pauta e leve para ele. Foi uma brecha que se aproveitou para marcar a agenda, porque nós não
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tínhamos condições de discutir pautas deste Conselho. O objetivo era garantir que ficasse alguém
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responsável pela Secretaria, porque hoje estamos sem, por exemplo, isso tinha que ser de forma
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rápida, também garantir a agenda com o Secretário. Sra. Maria Isabel Bretanha: Inclusive, quanto
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a não ter ninguém aqui... Hoje eu falei com a Zuleica. Sra. Sandra Pingret Mincarone de Souza:
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Eu quero falar, estou pedindo a palavra desde o início. Sra. Maria Isabel Bretanha: Mas já está
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registrado. Só um pouco, porque estou concluindo. Sra. Tatiane Ventura: Se é uma pauta
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relevante para este Conselho, então, vamos lá. Sra. Maria Isabel Bretanha: Hoje pedi para que a
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Denise não ficasse aqui, que a Diretora Administrativa do RH da SMED, Zuleica Beltrame, disse
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que a Conselheira Sandra da SMED colocou a ela que a Denise se apresentou a todos aqui como já
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trabalhando aqui dentro. Isso foi colocado e a Zuleica ficou em uma situação muito ruim. Na
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verdade, não foi isso, inclusive o termo usado o tempo inteiro foi sempre: “Estamos na tratativa de
tentar conseguir”. Eu acho que foi isso. Sra. Tatiane Ventura: Mas hoje ela vai ficar aqui ajudando
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vocês no edital? Sra. Maria Isabel Bretanha: Sim. O que aconteceu? O Secretário Busatto ligou
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para a Secretária Cleci hoje e o ofício já foi hoje via direção administrativa, mas ninguém tinha
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ligado para a SMED e ido buscar alguma informação, porque havia uma informalidade no pedido. A
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Zuleica estava bastante chateada, foi isso que quis trazer e foi isso que aconteceu. Sra. Sandra
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Pingret Mincarone de Souza: Tenho a palavra, Presidente? Sra. Presidenta (Leci Soares Matos):
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Sim, pode falar. Sra. Sandra Pingret Mincarone de Souza: Em primeiro lugar, eu não me envolvo
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em assuntos da vida funcional dos servidores, acho que isso é um assunto administrativo entre
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secretarias. O que aconteceu foi na com da Educação, na segunda-feira, no Dante Barone, à noite,
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quando a Zuleica sentou ao meu lado. A SMED já sabia que a Denise estava aqui, aí ela me
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perguntou: “A Denise está no Funcriança?” Eu disse que estava. E foi dito, não sei se foi na
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plenária, Isabel, ou na Executiva, que ela iria ajudar no recebimento da documentação do edital. Isso
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foi dito, senão foi na executiva foi em plenária. Então, exatamente isso eu disse para a Zuleica:
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“Zuleica, ela está lá sim”. Bom, eu chego aqui e a vejo, eu não vou dizer que não, que não conheço,
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ainda mais sendo a Denise, uma pessoa a quem eu prezo muito, porque foi conselheira no CME, eu
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a conheço a muito tempo. Então, ela só me e indagou: “Ela está lá? Está”. Ainda perguntou: “Mas
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ela disse em que condição está?” Eu disse: “Não, foi dito em uma reunião que ela iria auxiliar no
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recebimento de documentação para o edital”. Isso eu quero deixar bem claro, porque não estou
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ficando maluca, isso foi dito, senão foi na reunião da executiva foi na plenária. Então, essa foi a
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informação que eu dei, mas não tenho conhecimento do procedimento administrativo, se é que está
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acontecendo cedência, empréstimo, porque isso realmente compete à Diretora Administrativa da
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SMED e ao Secretário da Governança. Sra. Maria Isabel Bretanha: E eu, responsável pelo
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Funcriança. Ela me procurou como Gerente, a Zuleica me procurou como gerente. Sim, quem
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administra tem que dar conta. Ela me disse essa situação. O que eu fiz? Eu trouxe exatamente o que
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foi colocado. Sra. Sandra Pingret Mincarone de Souza: Mas tu colocaste como se eu tivesse ido
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fazer uma fofoca para a Zuleica. Ela me perguntou: “A Zuleica está lá? Está”. Eu não podia dizer
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outra coisa. Sra. Tatiane Ventura: Está bom, vamos voltar para a pauta. O que é isso? Sra.
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Presidenta (Leci Soares Matos): Vocês me desculpem, mas já estão colocando chifre em cabeça
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de bode. O que temos feito a vida inteira é correr atrás para que tenha apoio administrativo para a
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gente poder trabalhar, porque só nós conselheiros é impossível tocar isso. A Governança Local tem
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que dar estrutura para nós, não é nem o Prefeito, isso é de lei, se mudar a lei vou cobrar o Prefeito.
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Nós fomos lá ontem por uma questão de socorro mesmo, não foi nem reunião, foi uma questão da
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Zuleica estar ali e ter que voltar, não existe mais cedência, porque existe prazo para cedências. É
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isso que foi tratado. Sra. Sandra Pingret Mincarone de Souza: Eu não tenho nada contra, eu
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conheço a Denise desde que era conselheira do CME, uma pessoa a quem eu prezo e conheço há
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bastante tempo. Eu simplesmente respondi a uma pergunta da Diretora de Recursos Humanos da
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SMED. Sra. Presidenta (Leci Soares Matos): Está tranquilo, está esclarecida a situação. Vamos
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fazer votos porque é uma pessoa que trabalha muito, queira Deus que a Secretária empreste ela para
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nós, mas permanente. Vamos voltar para a pauta, nós temos que ter um representante, a Carolina
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representa... Sra. Nelcinda Aguirre: Ela representa polo Conselho ali na Corregedoria, mas nós
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estamos com tanto trabalho, estamos com reforma na instituição e temos que ficar mais um tempo,
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não é sempre que ela tem tempo de vir. Então, a gente resolveu ficar de suplente, quando o titular
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não puder vir liga que ela vem. É de 15 em 15 dias a reunião da Corregedoria. Sra. Presidenta
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(Leci Soares Matos): Quem pode ficar? Quem é o conselheiro não tenha nada ainda ou tenha
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menos representação? Eliete, pode ficar? A Eliete, então, foca como titular da Corregedoria, a Carol
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fica de suplente. Também tem outra coisa, nós temos que ter uma representação na área da educação
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infantil, segunda-feira eu vou, porque a Dra. Cinara está cobrando muito, eu até falei para a nossa
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Presidente do Conselho de educação, se eu tivesse conhecimento, porque este ano não chegou nada
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de representação, porque está se discutindo muito a questão da Educação Infantil. Então,
feira, às 9 horas, tem uma reunião, eu vou ir e vamos ver quem mais tem essa questão da Educação
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Infantil educação, que se discutia nesse GT muitos FICAIS, de uns tempos para cá é muito a
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questão da Educação Infantil. O nosso nome está rolando lá, que a gente não está participando. Eu já
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me comprometi, eu ou a minha suplente vai estar lá para discutir no MP. Se tiver outro conselheiro
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que tenha interesse de trabalhar na questão da Educação Infantil pode ser duas pessoas. Podemos
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ver outro nome? Sra. Nelcinda Aguirre: eu poderia ver. Sra. Presidenta (Leci Soares Matos):
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Então, fica a CAINC e o Campo da Tuca. Sra. Nelcinda Aguirre: tenho uma questão para colocar,
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hoje nós estávamos aqui trabalhando, o Fernando me chamou, era um Oficial de Justiça do
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Ministério Público. Eu falei para ela que não era mais Presidente, que a Presidente era a Leci Matos,
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mas ali dizia em mãos para Nelcinda. Então, assinei todos que tinha ali, eu li e me chamou atenção.
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Este aqui é perguntando sobre o funcionamento dos registros das entidades, porque está demorando
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muito e se o Conselho não atende mais, ela pergunta se o Conselho encerrou as atividades de
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visitas. Agora uma viagem delas: “Outrossim, noticiamos que a Prefeitura Municipal extinguiu o
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convênio com a instituição em relação a razão de irregularidades diversas, embora devidamente
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alertada e previamente indicadas providências necessárias para manter o convênio. No entanto, as
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irregularidades denotam a inviabilidade de impossibilidade de funcionamento dessa escola de
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Educação Infantil”. Então, aqui ela pergunta de outra entidade. Só fala isso e não cita nada. Aqui
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tem outra que ela não cita o nome da entidade. Eu acho que tem que mandar perguntar, tem que
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formular melhor os ofícios, porque aqui não temos bola de cristal. Este pede informações sobre o
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Amparo Santa Cruz. E este aqui é uma coisa que se refere ao Fórum de Entidades, daquelas
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entidades que reclamaram que não estavam sendo beneficiadas, que ficaram falta do edital. Eu acho
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que tem a mandar resposta. Aqui ela manda dizer que a gente já fez. Eu acho que o Conselho deve
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dizer que as visitas estão sendo feitas. Sra. Shirlei Curtinaz: Mas nós temos que ter cuidado,
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porque tudo isso tem prazo de 30 dias. Sra. Maria Isabel Bretanha: E a 7ª Promotoria de Infância,
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o Promotor Edson Ferreira dos Santos, ele manda aqui, eu não era Gerente na época, mas respondo
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por isso agora, a colocação de um processo que o Conselheiro Gilmar coloca. O que mais me chama
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atenção é que o Juiz nunca pediu, agora vou pegar as informações, como esse processo saiu com
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pareceres, plano de aplicação e tudo daqui de dentro. O processo aqui não é segredo de justiça, todo
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mundo sabe, mas para sair para estudo, sair em cargo com ele que anote e registre. Eu tenho e-mails,
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tudo que o MP me manda. Sra. Shirlei Curtinaz: Mas não foi que ele recebeu isso. Sra. Maria
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Isabel Bretanha: Da entidade. Sra. Nelcinda Aguirre: O MP recebeu do Recriar. Sra. Maria
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Isabel Bretanha: Isso. Eu perguntei para o Luiz Henrique e ele não fez essas cópias. Não pode sair
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daqui o processo. Sr. Rogério Portanova Leal: Pode colocar que foi retirado aqui indevidamente
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sem a autorização do próprio Conselho. Sra. Cátia Moreira: Mas de quem é a responsabilidade
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pelos documentos? Sra. Maria Isabel Bretanha: Tem até e-mails da Prestação de Contas,
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pareceres da Junta. Enfim, vou ler isso com calma e encaminhar para o Jurídico, porque se há
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retirada de processo assim, enquanto eu estiver aqui na gerencia só sair processo daqui assinado em
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cargo, com solicitação, alguma coisa do Conselho. Era isso que eu queria trazer, vou ter que
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responder, porque retiraram um processo sem autorização. Era isso. Sra. Presidenta (Leci Soares
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Matos): Não se leva processo, é um processo, não é um ofício comum, nem para trabalhar em casa,
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isso já foi vetado no Conselho isso. É a vida de entidades. De repente foi solicitação do MP e foi
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cópia. Sra. Maria Isabel Bretanha: Mas eu procurei e não achei. Sra. Presidenta (Leci Soares
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Matos): Foram dados os informes, só vamos esperar a listagem. Só para esclarecer a plenária,
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entraram 208 projetos, cumprimos a análise desses projetos hoje e precisamos aprovar a análise. Ok,
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podemos entrar em votação? Quem concorda com esses projetos? Quem se abstém? Foi aprovado
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por unanimidade. Então, vai seguir os trâmites do edital, vai ser publicado até o dia 20 para aqueles
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que precisarem de recursos.
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- Encerram-se os trabalhos da plenária às 16h21min.
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Taquígrafa: Patrícia Costa da Silva
393 Registro nº 225257/2003 - FEPLAM 394 TG Tachys Graphen – CNPJ 10.133.150/0001-07 395 396