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[SISTEMAS DE ISOLAMENTO E IMPERMEABILIZAÇÃO EM COBERTURAS INVERTIDAS]

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POR. Rev. 07/2015

DOSSIER TÉCNICO

[

SISTEMAS DE ISOLAMENTO E

IMPERMEABILIZAÇÃO EM

COBERTURAS INVERTIDAS

]

(2)

(3)

www.danosa.com.pt | DANOSA PORTUGAL 2 1. 1. 1.

1. ISOLAMENTOISOLAMENTOISOLAMENTOISOLAMENTO TÉRMICO E EFICIÊNCIA ENERGÉTICATÉRMICO E EFICIÊNCIA ENERGÉTICATÉRMICO E EFICIÊNCIA ENERGÉTICA TÉRMICO E EFICIÊNCIA ENERGÉTICA

2. 2. 2.

2. PROPRIEDADES DOS ISOLAMENTOS TÉRMICOSPROPRIEDADES DOS ISOLAMENTOS TÉRMICOSPROPRIEDADES DOS ISOLAMENTOS TÉRMICOSPROPRIEDADES DOS ISOLAMENTOS TÉRMICOS 3.

3. 3.

3. POLIESTIRENO EXTRUDIDO (XPS) PARA ISOLAMENTO TÉRMICOPOLIESTIRENO EXTRUDIDO (XPS) PARA ISOLAMENTO TÉRMICOPOLIESTIRENO EXTRUDIDO (XPS) PARA ISOLAMENTO TÉRMICOPOLIESTIRENO EXTRUDIDO (XPS) PARA ISOLAMENTO TÉRMICO 4.

4. 4.

4. ISOLAMENTO TÉRMICO EM COBERTURASISOLAMENTO TÉRMICO EM COBERTURASISOLAMENTO TÉRMICO EM COBERTURASISOLAMENTO TÉRMICO EM COBERTURAS 5.1 Coberturas tradicionais e coberturas invertidas 5.2 Vantagens técnicas da cobertura invertida

5. 5. 5.

5. REQUISITOS DO ISOLANTE TÉRMICO EM COBERTURA INVERTIDAREQUISITOS DO ISOLANTE TÉRMICO EM COBERTURA INVERTIDAREQUISITOS DO ISOLANTE TÉRMICO EM COBERTURA INVERTIDAREQUISITOS DO ISOLANTE TÉRMICO EM COBERTURA INVERTIDA

6. 6. 6.

6. SISTEMAS DE IMPERMEABILIZAÇÃOSISTEMAS DE IMPERMEABILIZAÇÃOSISTEMAS DE IMPERMEABILIZAÇÃOSISTEMAS DE IMPERMEABILIZAÇÃO 6.1 Coberturas invertidas não-acessíveis

6.1.1 Coberturas com acabamento com gravilha 6.1.2 Coberturas com acabamento em lâmina à vista 6.1.3 Coberturas deck

6.2 Coberturas invertidas acessíveis

6.2.1 Coberturas com acabamento em lajetas com argamassa 6.1.2 Coberturas com acabamento em lajetas sobre suportes 6.1.3 Coberturas com acabamento em lajetas isolantes 6.3 Coberturas invertidas trânsito rodoviário

6.4 Coberturas ajardinadas 6.4.1 Intensivas 6.4.2 Extensivas 7. 7. 7.

7. COLOCAÇÃO NA OBRA DO ISOLAMENTO TÉRMICOCOLOCAÇÃO NA OBRA DO ISOLAMENTO TÉRMICOCOLOCAÇÃO NA OBRA DO ISOLAMENTO TÉRMICOCOLOCAÇÃO NA OBRA DO ISOLAMENTO TÉRMICO 8.

8. 8.

8. MANUTENÇÃO E CONSERVAÇÃO MANUTENÇÃO E CONSERVAÇÃO MANUTENÇÃO E CONSERVAÇÃO MANUTENÇÃO E CONSERVAÇÃO

ANEXO I: TERMINOLOGIA ANEXO I: TERMINOLOGIA ANEXO I: TERMINOLOGIA ANEXO I: TERMINOLOGIA

ANEXO II: DESCRIÇÃO DE UNIDADES DE OBRA ANEXO II: DESCRIÇÃO DE UNIDADES DE OBRA ANEXO II: DESCRIÇÃO DE UNIDADES DE OBRA ANEXO II: DESCRIÇÃO DE UNIDADES DE OBRA

ANEXO III: ESPESSURAS RECOMENDADAS PARA CUMPRIMENTO DOS ANEXO III: ESPESSURAS RECOMENDADAS PARA CUMPRIMENTO DOS ANEXO III: ESPESSURAS RECOMENDADAS PARA CUMPRIMENTO DOS

ANEXO III: ESPESSURAS RECOMENDADAS PARA CUMPRIMENTO DOS REQUISITOS DO REHREQUISITOS DO REHREQUISITOS DO REHREQUISITOS DO REH

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www.danosa.com.pt | DANOSA PORTUGAL 4

DOSSIER TÉCNICO:

DOSSIER TÉCNICO:

DOSSIER TÉCNICO:

DOSSIER TÉCNICO:

COBERTURAS

COBERTURAS

COBERTURAS

COBERTURAS

INVERTIDAS

INVERTIDAS

INVERTIDAS

INVERTIDAS

1. ISOLAMENTO TÉRMICO E EFICIÊNCIA ENERGÉTICA

Um terço da energia consumida na Europa deve-se aos edifícios. Desta energia consumida, praticamente metade é atribuída à climatização (aquecimento e refrigeração), ou seja, a energia que temos de utilizar nos edifícios para mantê-los a uma temperatura

confortável. Ver figura 1.

Figura 1: Figura 1: Figura 1:

Figura 1: Consumo de energia em edifícios

Um dos objectivos globais para o meio ambiente é a redução do consumo de energia nas cidades para evitar as emissões de gases de efeito estufa como o

CO2.

Para isso, há que reduzir o consumo energético dos edifícios sem, com isso, diminuir o conforto e qualidade de vida dos seus utilizadores. Isto é o que designamos de eficiência energética. A eficiência energética implica, por isso, uma poupança de energia nos edifícios. Esta poupança energética supõe o consumo de menos energia para reduzir o impacto no meio ambiente.

A base da poupança energética será conseguir a redução da necessidade de energia do edifício. Esta redução é mais eficiente se incidir onde se consome mais: na climatização. Reduzindo o consumo em climatização actua-se sobre praticamente a metade do consumo global do edifício.

Figura 2: Figura 2: Figura 2:

Figura 2: Perdas energéticas num edifício em ambiente frio.

Figura 3:

Figura 3: Figura 3:

Figura 3: Ganhos energéticos num edifício em ambiente quente.

Para reduzir o consumo em climatização, a forma mais eficiente e económica é a melhoria da envolvente do edifício, uma vez que é pela pele do edifício que acontecem os maiores ganhos e as maiores perdas energéticas. Ver figura 2.

Se aumentarmos os isolamento térmico da envolvente, conseguimos que a energia incorporada no edifício não se perca, deixando de ser necessário

estar constantemente a incorporar energia,

garantindo, assim, a poupança e a eficiência energéticas. Um correcto isolamento do edifício pode implicar uma poupança de cerca de 75% de energia consumida em comparação com um edifício não isolado termicamente.

Uma das soluções mais eficazes para este fim é isolar isolar isolar isolar

termicamente as coberturas dos edifícios termicamente as coberturas dos edifícios termicamente as coberturas dos edifícios

termicamente as coberturas dos edifícios, já que é por aqui que há os maiores ganhos ou as maiores perdas de energia, e, com um mínimo de inversão,

(6)

podemos rentabilizar a poupança energética durante toda a vida útil do edifício.

O objectivo deste documento é definir as diferentes soluções integrais de impermeabilização e os requisitos técnicos necessários para cada uma das camadas que determinam o êxito de uma cobertura invertida. Além disso, o documento inclui ainda informações importantes sobre as vantagens e os benefícios que proporcionam este tipo de sistemas de construção.

2. PROPRIEDADES DOS

ISOLAMENTOS TÉRMICOS

É importante diferenciar as prestações térmicas oferecidas por um isolamento térmico em relação a qualquer outro material de construção.

2.1 2.1 2.1

2.1 Condutividade térmicaCondutividade térmicaCondutividade térmicaCondutividade térmica

O valor que determina estas prestações é a condutividade térmica,

condutividade térmica, condutividade térmica,

condutividade térmica, λλλλ (lambda), medida em

W/m·K. A condutividade térmica é uma propriedade física dos materiais que mede a capacidade de condução de calor. Quanto menores forem estes valores, melhores propriedades de isolamento térmico possui o material. Como referência, as gamas típicas de materiais isolantes situam-se entre 0,020 e 0,065 W/m·K, enquanto os restantes materiais de construção têm valores 10 vezes superiores.

Deverão considerar-se materiais com uma

condutividade térmica mínima com o fim de utilizar uma menor quantidade de material e não aumentar as espessuras das envolventes dos edifícios.

2.2 2.2 2.2

2.2 Resistência à humidadeResistência à humidadeResistência à humidadeResistência à humidade

Ainda que a água não seja um material de construção, a sua presença nos edifícios é inevitável, tanto na sua forma líquida como, em alguns casos, sólida (gelo). É o que acontece com as infiltrações de água da chuva, com a neve, com a geada, as condensações, a capilaridade ascendente desde o terreno, etc. Quando os materiais absorvem água, produz-se um aumento da sua condutividade térmica, ou seja, a sua capacidade isolante diminui.

Deverão considerar-se materiais com uma absorção mínima de água de forma a que as suas propriedades térmicas sejam constantes em diferentes situações do edifício.

2.3 2.3 2.3

2.3 Resistividade à difusão do vapor de Resistividade à difusão do vapor de Resistividade à difusão do vapor de Resistividade à difusão do vapor de água

água água água

Esta característica mede-se pelo factor adimensional

µ (mu), que determina o maior ou menos risco de

condensação de vapor de água associado sobre as superfícies do material isolante. Quanto maior for este valor, menor é a probabilidade de condensação de vapor de água no material e melhor é o comportamento térmico obtido.

A condensação de água no interior dos fechamentos é um dos problemas mais complexos de controlar nos fechamentos dos edifícios.

2.4 2.4 2.4

2.4 Resistência à compressãoResistência à compressãoResistência à compressãoResistência à compressão

No caso de os materiais isolantes estarem submetidos a cargas, como é o caso das soluções de coberturas, deverão ter uma elevada resistência a compressão. Esta resistência mecânica é função da densidade do material e deve manter-se constante ao longo da vida útil do material para que realmente cumpra a sua função.

2.5 2.5 2.5

2.5 Reacção a incêndioReacção a incêndioReacção a incêndioReacção a incêndio

Não se deve confundir a reacção de um material a incêncio com a resistência a incêndio de um elemento construtivo de partição (estabilidade, se se tratar de um elemento construtivo estrutural), relativa ao tempo em que o elemento mantém um incêncio confinado, evitando a sua propagação (ou, no caso de estabilidade estrutural, o tempo que se mantém sem colapsar).

Deverão ser desenhadas soluções construtivas de fechamentos para alcançar o grau de resistência a incêncios que requer cada um dos fechamentos.

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3. POLIESTIRENO EXTRUDIDO (XPS)

PARA ISOLAMENTO TÉRMICO

O poliestireno extrudido (XPS) é uma espuma rígida, isolante, de carácter termoplástico e com estrutura celular fechada que, pela sua natureza e pelas suas características técnicas, traz vantagens significativas para os elementos construtivos onde é incorporado.

Figura 3: Figura 3: Figura 3:

Figura 3: Detalhe da estrutura do poliestireno extrudido

A estrutura celular totalmente fechada do poliestireno extrudido proporciona excelentes prestações face à absorção de água e como isolante térmico. A elevada rigidez da estrutura celular homogénea proporciona ainda uma elevadíssima capacidade de resistência mecânica.

Estas três características tornam o poliestireno

extrudido o material adequado para isolar

termicamente as coberturas em edifícios. Isolamento térmico

A condutividade térmica (λ) do poliestireno extrudido

depende basicamente do gás de espuma utilizado. A condutividade varia entre 0,029 e 0,036 W/m·K conforme o material.

Esta condutividade térmica tão baixa, ou a resistência à passagem do fluxo de calor, determina uma espessura mínima de produto necessária em relação a todos os outros materiais isolantes.

Absorção de água

A estrutura celular fechada do XPS permite que seja um produto cuja absorção de água por imersão total de longa duração seja inferior a cerca de 0,7%. Numa cobertura invertida produz-se o efeito de difusão da água e, neste caso, a absorção de água por difusão do XPS é inferior a 3%.

Resistência à compressão

Esta característica determina a capacidade do material para suportar cargas. Trata-se de determinar a resistência do produto à compresssão sob uma carga que o deforme em 10% da sua espessura total. A resistência à compressão do XPS é de 300 kPa, ainda que possam conseguir-se resistências maiores para usos especiais.

Fluência à compressão

Esta característica determina a aptidão de um produto suportar cargas de duração muito longa sem fadiga. Para produtos XPS de 300 kPa de resistência à compressão, alcançam-se valores à volta de 125 kPa para cargas de 50 anos de duração com deformações inferiores a 2%.

Reacção a incêndio

O poliestireno extrudido tem uma resistência a incêndio de Euroclasse E, combustível sem presença de gotas inflamadas que evita a propagação de chamas em caso de incêndio. No entanto, a solução construtiva completa em que é montado e fixado pode alcançar uma classificação superior como, porexemplo, B. Seria o caso de uma parede em que a espuma forma um composto com uma placa de gesso laminado que, na aplicação final, é a que fica exposta ao interior da habitação.

Estabilidade dimensional

As variações dimensionais do produto em longitude, largura e espessura não devem exceder os 5%, de acordo com testes de 48 horas em que o material foi submetido a 70º C e a 90% de humidade.

Congelação e descongelação

Após 300 ciclos de gelo/degelo, o material é capaz de manter uma variação de resistência à compressão inferior a 10% e um aumento da absorção de água inferior a 1%.

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Tracção perpendicular às faces

A resistência do poliestireno extrudido quando se submete a uma força de tracção perpendicular às faces é superior a 200 kPa.

Transmissão de vapor de água

O factor de resistência à difusão do vapor de água indica a magnitude da resistência do produto ao vapor de água em relação a uma camada de ar estacionário da mesma espessura e à mesma temperatura. Para produtos de XPS alcança valores superiores a 150.

4. ISOLAMENTO TÉRMICO EM

COBERTURAS

Tal como vimos em pontos anteriores, é necessário isolar termicamente a envolvente dos edifícios para que estes conservem uma temperatura confortável no seu interior, minimizando o uso de energia de climatização.

Neste dossier falaremos especificamente da

impermeabilização e do isolamento térmico das coberturas como uma parte integrante da envolvente dos edifícios.

Deverá ter-se em conta que as intervenções na cobertura dos edifícios são um factor-chave na poupança energética, uma vez que a cobertura é o encerramento do edifício que, na maioria dos casos, sofre maiores transmissões de energia. Em ambientes quentes, é o encerramento exposto do edifício que recebe maior radiação solar, enquanto que, em ambientes frios, a maior parte da energia perde-se através da cobertura do edifício. Por isso, é necessário isolar termicamente as coberturas na maior parte das situações climatéricas.

De forma geral, uma cobertura isolada termicamente é composta pelos elementos seguintes:

• Suporte resistente

• Formação de pendentes e regularização

• Impermeabilização • Isolamento térmico • Acabamento 4.1 4.1 4.1

4.1 Coberturas tradicionais e coberturas Coberturas tradicionais e coberturas Coberturas tradicionais e coberturas Coberturas tradicionais e coberturas invertidas

invertidas invertidas invertidas

A denominação cobertura invertidacobertura invertidacobertura invertidacobertura invertida refere-se a uma

solução arquitectónica, em que o isolamento térmico se situa por cima da membrana impermeabilizante

numa cobertura. Uma cobertura tradicionalcobertura tradicionalcobertura tradicional é quando cobertura tradicional

se dispõe o isolamento térmico por baixo da membrana impermeabilizante.

Figura 4: Figura 4: Figura 4:

Figura 4: Disposição do isolamento em cobertura tradicional com acabamento não-acessível.

1 Suporte resistente, 2 Formação de pendentes, 3 Barreira contra o vapor de água, 4 Isolamento térmico convencional, 5 Camada separadora, 6 Membrana impermeabilizante, 7 Camada anti-punçoamento, 8 Acabamento em gravilha ou sedimentos.

Figura 5: Figura 5: Figura 5:

Figura 5: Disposição do isolamento em cobertura invertida com acabamento não-acessível.

1 Suporte resistente, 2 Formação de pendentes e regularização, 3 Membrana impermeabilizante, 4 Camada separadora, 5 Isolamento térmico poliestireno extrudido (XPS) DANOPRENDANOPRENDANOPRENDANOPREN®®®®, 6

Camada filtrante, 7 Acabamento em gravilha ou sedimentos. 4.2

4.2 4.2

4.2 Vantagens técnicas de coberturas Vantagens técnicas de coberturas Vantagens técnicas de coberturas Vantagens técnicas de coberturas invertidas

invertidas invertidas invertidas

A disposição da camada isolante em cima da impermeabilização da cobertura é uma solução inovadora que proporciona importantes vantagens técnicas em relação à sua disposição tradicional:

• Prolonga a vida útil da impermeabilizaçãoProlonga a vida útil da impermeabilizaçãoProlonga a vida útil da impermeabilizaçãoProlonga a vida útil da impermeabilização

A disposição da camada isolante por cima da impermeabilização reduz o choque térmico sobre a

membrana impermeabilizante. No gráfico 1

mostram-se as variações anuais da temperatura da

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convencional (isolamento por baixo da

impermeabilização) e cobertura invertida de forma comparada.

Gráfico 1: Gráfico 1: Gráfico 1:

Gráfico 1: Oscilações térmicas da membrana impermeabilizante em coberturas tradicionais e invertidas.

As oscilações térmicas da membrana

impermeabilizante são significativamente menores nas coberturas invertidas. Esta disposição protege a impermeabilização das intempéries.

• Protege a impermeabilizacção perante Protege a impermeabilizacção perante Protege a impermeabilizacção perante Protege a impermeabilizacção perante

temperaturas extremas temperaturas extremas temperaturas extremas temperaturas extremas

Pode observar-se ainda como diminuem as temperaturas extremas a que está sujeita a permeabilização, tanto em temperaturas extremas máximas como mínimas. Ver figuras 6, 7, 8 e 9.

Figura 6: Figura 6: Figura 6:

Figura 6: Cobertura tradicional. Temperatura da lâmina impermeabilizante em ambiente quente.

Figura 7: Cobertura invertida. Figura 7: Cobertura invertida. Figura 7: Cobertura invertida.

Figura 7: Cobertura invertida. Temperatura da lâmina impermeabilizante em ambiente quente.

Figura 8: Figura 8: Figura 8:

Figura 8: Cobertura tradicional. Temperatura da lâmina impermeabilizante em ambiente frio.

Figura 9: Cobertura invertida. Figura 9: Cobertura invertida. Figura 9: Cobertura invertida.

Figura 9: Cobertura invertida. Temperatura da lâmina impermeabilizante em ambiente frio.

(10)

• Fácil Fácil Fácil Fácil colocação colocação colocação colocação em em em em condições condições condições condições meteorológicas adversas

meteorológicas adversas meteorológicas adversas meteorológicas adversas

Ao ser um material que não é humidificado, permite ser colocado fácil e rapidamente, mesmo que haja precipitação durante a obra, sem necessidade de atrasar os tempos de execução das coberturas.

• Sistema rápido e seguro de instalarSistema rápido e seguro de instalarSistema rápido e seguro de instalarSistema rápido e seguro de instalar

Graças à simplicidade e à rapidez de colocação em relação a outros materiais isolantes, a repercussão nos custos de mão-de-obra é mínima.

• Não é necessário desenho de barreiras de Não é necessário desenho de barreiras de Não é necessário desenho de barreiras de Não é necessário desenho de barreiras de

vapor vapor vapor vapor

Nas situações em que a temperatura ambiente exterior dos edifícios é baixa e em que pode haver condensações de vapor de água em alguma das camadas da cobertura, é necessário dispor camadas adicionais como barreiras contra o vapor. Ver figura 10.

Estas condensações podem provocar diversas patologias no interior do edifício, como humidade, e a consequente degradação dos materiais, assim como uma perda de isolamento térmico da cobertura.

No caso das coberturas invertidas, dado que a impermeabilização está situada sob o isolamento térmico, ou seja, na “face cliente” do sistema, cumpre também o papel de barreira contra o vapor, o que faz com que haja apenas uma camada com

dupla função em vez de duas camadas

impermeáveis. Ver figura 11.

Figura 10: Figura 10: Figura 10:

Figura 10: Cobertura tradicional. Formação de condensação na camada inferior da lâmina impermeável

Figura 11: Figura 11: Figura 11:

Figura 11: Cobertura invertida. Evita a formação de condensação na parte inferior da lâmina.

• Protege impermeabilização de mecânicaProtege impermeabilização de mecânicaProtege impermeabilização de mecânicaProtege impermeabilização de mecânica

Graças às características técnicas do poliestireno extrudido, a colocação desta camada sobre a

impermeabilização protege a membrana

impermeabilizante de danos mecânicos durante o processo de construção do edifício, evitando problemas de estanquidade.

(11)

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5. REQUISITOS DO ISOLANTE

TÉRMICO EM COBERTURA INVERTIDA

Uma cobertura invertida implica uma exposição do isolamento térmico à água procedente da chuva, geada, cargas de diversa índole, temperaturas extremas, etc. Ou seja, uma situação que o submete a duras condições, sem que por isso possa perder a prestação.

Por isso, o isolante para uma cobertura invertida deve ter as seguintes características, tal como determinado nos diversos documentos técnicos definidos pela

EOTA (European Organization for Technical

Approvals):

• Resistência à absorção de água a longo prazo por • Resistência à absorção de água a longo prazo por • Resistência à absorção de água a longo prazo por • Resistência à absorção de água a longo prazo por imersão

imersão imersão imersão

Tomando como referência o teste conforme a norma EN 12087, deverá conservar as suas características térmicas e mecânicas em contacto com a água, apresentando valores de absorção de água ≤ 0,7 % em volume.

• Resistência à absorção de água após ciclos de • Resistência à absorção de água após ciclos de • Resistência à absorção de água após ciclos de • Resistência à absorção de água após ciclos de gelo/degelo

gelo/degelo gelo/degelo gelo/degelo

A partir do teste conforme a norma EN 12091, considera-se um valor testado ≤ 1 % em volume. • Manutenção da resistência mecânica após ciclo de • Manutenção da resistência mecânica após ciclo de • Manutenção da resistência mecânica após ciclo de • Manutenção da resistência mecânica após ciclo de gelo/degelo

gelo/degelo gelo/degelo gelo/degelo

Segundo o teste conforme a norma EN 12091 de ciclos de gelo/degelo, o produto não deverá ter uma diminuição de resistência à compressão em mais de 10%, segundo o teste conforme a norma EN 826. • Resistência à absorção de água por difusão do • Resistência à absorção de água por difusão do • Resistência à absorção de água por difusão do • Resistência à absorção de água por difusão do vapor

vapor vapor vapor

Segundo o teste conforme a norma EN 12088, é considerado um valor ≤ 3 % de absorção de água em volume.

• Resistividade à difusão do vapor • Resistividade à difusão do vapor • Resistividade à difusão do vapor

• Resistividade à difusão do vapor Neste caso faz

referência ao factor µ, em que no teste conforme a

norma EN 12086 deverá obter-se um valor ≥ 100. • Resistência mecânica

• Resistência mecânica • Resistência mecânica • Resistência mecânica

Deverá ser suficientemente resistente para a sua colocação na obra e ainda adequado para suportar

as cargas a que estará submetido após a sua instalação. Em função da utilização pretendida, deverão ser obtidos na cobertura valores de teste conforme a norma EN 826 superiores ou iguais a 300 kPa.

• Comportamento hidrófugo • Comportamento hidrófugo • Comportamento hidrófugo • Comportamento hidrófugo

Será necessário que a estrutura do material seja fechada em mais de 95%, o que implicará que a água não penetre na sua estrutura e que conserve as suas propriedades isolantes sob a presença de água. Isto evitará também efeitos de capilaridade e contribui para que o material seja imputrescível. Materiais isolantes como lãs minerais, poliestirenos expandidos, placa de poliisocianurato, etc. não cumprem estes requisitos para desenhar uma cobertura invertida. O único material que cumpre estas especificações técnicas para ser utilizado como cobertura invertida é o poliestireno extrudido.

6. SISTEMAS DE

IMPERMEABILIZAÇÃO

Os sistemas de impermeabilização para coberturas invertidas são soluções integrais desenhadas pela Danosa. Os sistemas construtivos classificam-se em função do tipo de acabamento; pavimento (P), lajetas isolantes (D), gravilha (G), ajardinada intensiva (AI),

ajardinada extensiva (AE), e o tipo de

impermeabilização; betuminosa (B) e sintética (S). Em seguida, apresentam-se os quadros com um resumo

dos sistemas que serão definidos nesta

(12)
(13)

www.danosa.com.pt | DANOSA PORTUGAL 12

6.1 6.1 6.1

6.1 Cobertura Invertida Cobertura Invertida Cobertura Invertida Cobertura Invertida Acessível com Acessível com Acessível com Acessível com Pavimento (CIP)

Pavimento (CIP) Pavimento (CIP) Pavimento (CIP)

Cada uma das camadas cumpre uma função específica, de forma a que o sistema construtivo em seu conjunto satisfaça as exigências arquitectónicas. Em seguida, definem-se cada uma das camadas dos sistemas de impermeabilização para este tipo de coberturas:

Figura 1: Sistema CIPB Figura 1: Sistema CIPB Figura 1: Sistema CIPB Figura 1: Sistema CIPB Impermeabilização betuminosa Impermeabilização betuminosa Impermeabilização betuminosa Impermeabilização betuminosa

1 Suporte resistente, 2 Formação de pendentes, 3 Argamassa de regularização, 4 Imprimação betuminosa CURIDANCURIDANCURIDANCURIDAN, 5 Membrana impermeabilizante GLASDAN 30 P ELASTGLASDAN 30 P ELASTGLASDAN 30 P ELAST, 6 Membrana GLASDAN 30 P ELAST impermeabilizante ESTERDAN 30 P ELASTESTERDAN 30 P ELASTESTERDAN 30 P ELASTESTERDAN 30 P ELAST, 7 Camada separadora DANOFELT

DANOFELT DANOFELT

DANOFELT®®®® PY 200PY 200PY 200PY 200, 8 Isolamento térmico DANOPRENDANOPRENDANOPRENDANOPREN®®®® TRTRTR, 9 TR

Camada separadora DANOFELTDANOFELTDANOFELTDANOFELT®®®® PY 200

PY 200 PY 200

PY 200, 10 Argamassa, 11 Pavimento.

Figura 2: Sistema CIPS Figura 2: Sistema CIPS Figura 2: Sistema CIPS Figura 2: Sistema CIPS Impermeabilização sintética Impermeabilização sintética Impermeabilização sintética Impermeabilização sintética

1 Suporte resistente, 2 Formação de pendentes, 3 Argamassa de regularização, 4 Camada anti-punçoamento DANOFELTDANOFELTDANOFELTDANOFELT®®®® PY 300PY 300PY 300PY 300,

5 Membrana impermeabilizante DANOPOLDANOPOLDANOPOLDANOPOL®®®® FV

FVFV

FV, 6 Camada separadora DANOFELTDANOFELTDANOFELTDANOFELT®®®® PY 300PY 300PY 300PY 300, 7 Isolamento térmico

DANOPREN DANOPREN DANOPREN

DANOPREN®®®® TRTRTR, 9 Camada separadora DANOFELTTR DANOFELTDANOFELTDANOFELT®®®® PY 200PY 200PY 200PY 200, 9

Argamassa, 10 Pavimento.

6.2 Cobertura Invertida Acessível com 6.2 Cobertura Invertida Acessível com 6.2 Cobertura Invertida Acessível com 6.2 Cobertura Invertida Acessível com pavimento isolante e drenante (CID)

pavimento isolante e drenante (CID) pavimento isolante e drenante (CID) pavimento isolante e drenante (CID)

Em seguida, definem-se cada uma das camadas dos sistemas de impermeabilização para cobertura

invertida acessível com pavimento isolante e drenante:

Figura 5: Sistema CIDB Figura 5: Sistema CIDB Figura 5: Sistema CIDB Figura 5: Sistema CIDB Impermeabilização betuminosa Impermeabilização betuminosa Impermeabilização betuminosa Impermeabilização betuminosa

1 Suporte resistente, 2 Formação de pendentes, 3 Argamassa de regularização, 4 Imprimação betuminosa CURIDANCURIDANCURIDANCURIDAN, 5 Membrana impermeabilizante GLASDAN 30 P ELASTGLASDAN 30 P ELASTGLASDAN 30 P ELASTGLASDAN 30 P ELAST, 6 Membrana impermeabilizante ESTERDAN 30 P ELASTESTERDAN 30 P ELASTESTERDAN 30 P ELASTESTERDAN 30 P ELAST, 7 Camada separadora DANOFELT DANOFELT DANOFELT DANOFELT®®®® PY 300 PY 300 PY 300

PY 300, 8 Laje isolante e drenante DANOLOSADANOLOSADANOLOSADANOLOSA®®®®.

Figura 6: Sistema CIDS Figura 6: Sistema CIDS Figura 6: Sistema CIDS Figura 6: Sistema CIDS Impermeabilização sintética Impermeabilização sintética Impermeabilização sintética Impermeabilização sintética

1 Suporte resistente, 2 Formação de pendentes, 3 Argamassa de regularização, 4 Camada anti-punçoamento DANOFELTDANOFELTDANOFELTDANOFELT®®®® PY 300PY 300PY 300PY 300,

5 Membrana impermeabilizante DANOPOLDANOPOLDANOPOLDANOPOL®®®® FV

FVFV

FV, 6 Camada separadora DANOFELTDANOFELTDANOFELTDANOFELT®®®® PY 300PY 300PY 300PY 300 , 7 Laje isolante e drenante

DANOLOSA DANOLOSA DANOLOSA DANOLOSA®®®®.

6.3 Cobertura Invertida Não 6.3 Cobertura Invertida Não 6.3 Cobertura Invertida Não

6.3 Cobertura Invertida Não----Acessível Acessível Acessível Acessível com gravilha (CIG)

com gravilha (CIG) com gravilha (CIG) com gravilha (CIG)

Em seguida, definem-se cada uma das camadas dos sistemas de impermeabilização para cobertura invertida não-acessível com gravilha:

Figura 5: Sistema CIGB Figura 5: Sistema CIGB Figura 5: Sistema CIGB Figura 5: Sistema CIGB Impermeabilização betuminosa Impermeabilização betuminosa Impermeabilização betuminosa Impermeabilização betuminosa

(14)

1 Suporte resistente, 2 Formação de pendentes, 3 Argamassa de regularização, 4 Imprimação betuminosa CURIDANCURIDANCURIDANCURIDAN, 5 Membrana impermeabilizante GLASDAN 30 P ELASTGLASDAN 30 P ELASTGLASDAN 30 P ELAST, 6 Membrana GLASDAN 30 P ELAST impermeabilizante ESTERDAN 30 P ELASTESTERDAN 30 P ELASTESTERDAN 30 P ELASTESTERDAN 30 P ELAST, 7 Camada separadora DANOFELT DANOFELT DANOFELT DANOFELT®®®® PY 200 PY 200 PY 200

PY 200, 8 Isolamento térmico DANOPRENDANOPRENDANOPRENDANOPREN®®®® TR

TRTR TR, 9 Camada separadora DANOFELTDANOFELTDANOFELTDANOFELT®®®® PY 200PY 200PY 200PY 200, 10 Gravilha.

Figura 6: Sistema CIDS Figura 6: Sistema CIDS Figura 6: Sistema CIDS Figura 6: Sistema CIDS Impermeabilização Impermeabilização Impermeabilização Impermeabilização sintéticasintéticasintéticasintética

1 Suporte resistente, 2 Formação de pendentes, 3 Argamassa de regularização, 4 Camada anti-punçoamento DANOFELTDANOFELTDANOFELTDANOFELT®®®® PY 300

PY 300 PY 300 PY 300, 5 Membrana impermeabilizante DANOPOLDANOPOLDANOPOLDANOPOL®®®® FVFVFV, 6 Camada FV

separadora DANOFELTDANOFELTDANOFELTDANOFELT®®®® PY 300

PY 300PY 300

PY 300 , 7 Isolamento térmico DANOPREN

DANOPREN DANOPREN

DANOPREN®®®® TRTRTR, 8 Camada separadora DANOFELTTR DANOFELTDANOFELTDANOFELT®®®® PY 200PY 200PY 200PY 200, 9

Gravilha.

6.4 Cobertura Invertida Ajardinada 6.4 Cobertura Invertida Ajardinada 6.4 Cobertura Invertida Ajardinada 6.4 Cobertura Invertida Ajardinada (CIA)

(CIA) (CIA) (CIA)

Em seguida, definem-se cada uma das camadas dos sistemas de impermeabilização para coberturas invertidas ajardinadas:

6.4.1 Cobertura Invertida Ajardinada 6.4.1 Cobertura Invertida Ajardinada 6.4.1 Cobertura Invertida Ajardinada 6.4.1 Cobertura Invertida Ajardinada Intensiva (CIAI)

Intensiva (CIAI) Intensiva (CIAI) Intensiva (CIAI)

Nesta secção, referimo-nos a coberturas ajardinadas

cujo acabamento vegetal precisa de uma

manutenção média e alta.

Figura 5: Sistema CIAIB Figura 5: Sistema CIAIB Figura 5: Sistema CIAIB Figura 5: Sistema CIAIB

Impermeabilização betuminosa Impermeabilização betuminosa Impermeabilização betuminosa Impermeabilização betuminosa

1 Suporte resistente, 2 Formação de pendentes, 3 Argamassa de regularização, 4 Imprimação betuminosa CURIDANCURIDANCURIDANCURIDAN, 5 Membrana impermeabilizante GLASDAN 30 P ELASTGLASDAN 30 P ELASTGLASDAN 30 P ELASTGLASDAN 30 P ELAST, 6 Membrana impermeabilizante anti-raiz ESTERDAN® PLUS 50/GP ELAST VERDE ESTERDAN® PLUS 50/GP ELAST VERDE ESTERDAN® PLUS 50/GP ELAST VERDE ESTERDAN® PLUS 50/GP ELAST VERDE JARDIM

JARDIM JARDIM

JARDIM, 7 Isolamento térmico DANOPRENDANOPRENDANOPRENDANOPREN®®®® TRTRTR, 8 Camada TR

separadora DANOFELTDANOFELTDANOFELTDANOFELT®®®® PY 200,

PY 200, PY 200,

PY 200, 9 Camada filtrante e drenante DANODREN

DANODREN DANODREN

DANODREN®®®® JARDIM, JARDIM, JARDIM, JARDIM, 10 Substrato para plantações intensivas,

11 plantação intensiva.

Figura 6: Sistema CIAIS Figura 6: Sistema CIAIS Figura 6: Sistema CIAIS Figura 6: Sistema CIAIS Impermeabilização sintética Impermeabilização sintética Impermeabilização sintética Impermeabilização sintética

1 Suporte resistente, 2 Formação de pendentes, 3 Argamassa de regularização, 4 Camada anti-punçoamento DANOFELTDANOFELTDANOFELTDANOFELT®®®® PY 300

PY 300 PY 300 PY 300, 5 Membrana impermeabilizante DANOPOLDANOPOLDANOPOLDANOPOL®®®® FVFVFV, 6 Camada FV

separadora DANOFELTDANOFELTDANOFELTDANOFELT®®®® PY 300

PY 300 PY 300 PY 300 , 7 Isolamento térmico DANOPREN DANOPREN DANOPREN

DANOPREN®®®® TRTRTR, 8 Camada separadora DANOFELTTR DANOFELTDANOFELTDANOFELT®®®® PY 200, PY 200, PY 200, 9 PY 200,

Camada filtrante e drenante DANODRENDANODRENDANODRENDANODREN®®®® JARDIM,

JARDIM, JARDIM,

JARDIM, 10 Substrato para plantações intensivas, 11 plantação intensiva.

6.4.2 Cobertura Invertida Ajardinada 6.4.2 Cobertura Invertida Ajardinada 6.4.2 Cobertura Invertida Ajardinada 6.4.2 Cobertura Invertida Ajardinada Extensiva (CIAE)

Extensiva (CIAE) Extensiva (CIAE) Extensiva (CIAE)

No tipo de coberturas, referimo-nos a coberturas ajardinadas cujo acabamento vegetal precisa de uma manutenção baixa.

Figura 5: Sistema CIAEB Figura 5: Sistema CIAEB Figura 5: Sistema CIAEB Figura 5: Sistema CIAEB Impermeabilização betuminosa Impermeabilização betuminosa Impermeabilização betuminosa Impermeabilização betuminosa

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1 Suporte resistente, 2 Formação de pendentes, 3 Argamassa de regularização, 4 Imprimação betuminosa CURIDANCURIDANCURIDANCURIDAN, 5 Membrana impermeabilizante GLASDAN GLASDAN GLASDAN GLASDAN 30 P ELAST30 P ELAST30 P ELAST, 6 Membrana 30 P ELAST impermeabilizante anti-raiz ESTERDAN® PLUS 50/GP ELAST VERDE ESTERDAN® PLUS 50/GP ELAST VERDE ESTERDAN® PLUS 50/GP ELAST VERDE ESTERDAN® PLUS 50/GP ELAST VERDE JARDIM

JARDIM JARDIM

JARDIM, 7 Isolamento térmico DANOPRENDANOPRENDANOPRENDANOPREN®®®® TR

TRTR

TR, 8 Camada separadora DANOFELTDANOFELTDANOFELTDANOFELT®®®® PY 200, PY 200, PY 200, PY 200, 9 Camada drenante

DANODREN DANODREN DANODREN DANODREN®®®® R R R

R----20, 20, 20, 20, 10 Camada filtrante DANOFELTDANOFELTDANOFELTDANOFELT®®®® PY 200,

PY 200, PY 200, PY 200, 11 Substrato para plantação extensiva, 12 plantação extensiva.

Figura 6: Sistema CIAES Figura 6: Sistema CIAES Figura 6: Sistema CIAES Figura 6: Sistema CIAES Impermeabilização sintética Impermeabilização sintética Impermeabilização sintética Impermeabilização sintética

1 Suporte resistente, 2 Formação de pendentes, 3 Argamassa de regularização, 4 Camada anti-punçoamento DANOFELTDANOFELTDANOFELTDANOFELT®®®® PY 300PY 300PY 300PY 300,

5 Membrana impermeabilizante DANOPOLDANOPOLDANOPOLDANOPOL®®®® FV

FVFV

FV, 6 Camada separadora DANOFELTDANOFELTDANOFELTDANOFELT®®®® PY 300PY 300PY 300PY 300 , 7 Isolamento térmico

DANOPREN DANOPREN DANOPREN DANOPREN®®®® TR TR TR

TR, 8 Camada separadora DANOFELTDANOFELTDANOFELTDANOFELT®®®® PY 200,

PY 200, PY 200, PY 200, 9 Camada drenante DANODRENDANODRENDANODRENDANODREN®®®® RRR----20, R20, 20, 10 Camada filtrante 20,

DANOFELT DANOFELT DANOFELT DANOFELT®®®® PY 200, PY 200, PY 200,

PY 200, 11 Substrato para coberturas extensivas, 10 Plantação extensiva.

Para mais informação específica sobre os diferentes materiais que compõem os sistemas, especificações técnicas e colocação em obra, consulte a nossa página web www.danosalatinoamerica.com.

7. COLOCAÇÃO NA OBRA DO

ISOLAMENTO TÉRMICO

As placas serão dispostas soltas sobre a

impermeabilização existente, da espessura

necessária, numa ou em várias camadas em função das necessidades de isolamento do edifício, adossadas e com as juntas alternadas e adaptadas às entregas e pontos singulares mediante cortes e orifícios facilmente praticáveis com ferramentas comuns de bricolagem (serras e ferramentas de corte).

Figura 9: Figura 9: Figura 9:

Figura 9: Detalhe em planta da colocação de placas de DANOPREN® TR numa cobertura

As placas isolantes não devem estar em contacto com materiais quimicamente incompatíveis. No caso em que a impermeabilização seja uma membrana pvc-p, deverá dispor-se uma camada auxiliar separadora

com uma gramagem mínima de 300 kg/m2,

DANOFELT® PY 300 que evite o contacto físico dos

materiais.

A placas de DANOPREN® TR dispõem de um corte

perimetral escalonado (a madeira média) que permite que não se formem pontes térmicas na cobertura.

Figura 10: Figura 10: Figura 10:

Figura 10: Detalhe em secção da colocação de junta de madeira média placas de DANOPREN® numa cobertura.

8. MANUTENÇÃO E CONSERVAÇÃO

Os proprietários deverão conservar a cobertura em bom estado mediante manutenção e utilização adequadas. Para isso, é efectuado um plano de manutenção por um técnico competente, realizando e documentando por escrito as inspecções aqui estabelecidas ao longo de toda a vida útil do edifício. De igual forma, todas as intervenções, sejam de reparação, reforma ou reabilitação, realizadas sobre a cobertura deverão ficar registadas por escrito. As garantias dos nossos produtos estão condicionadas à utilização adequada e à manutenção correcta indicadas neste documento.

Antes de realizar as revisões indicadas na cobertura, realize uma inspecção visual no interior do edifício, sob a cobertura, para verificar que não existem incidências na estanquidade da mesma. De igual forma, recolha a informação que possa ser facilitada pelos utilizadores do edifício.

Recomenda-se expressamente a verificação dos seguintes pontos:

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Acesso. Acesso. Acesso.

Acesso. O acesso à cobertura é limitado apenas a pessoal autorizado. Para isso será disponibilizado um livro de visitas onde serão registadas todas as visitas. De igual forma, será indicada de forma visível nos acesso à cobertura que as pessoas que acedam à mesma deverão registar-se no livro respectivo.

Inspecçã Inspecçã Inspecçã

Inspecção o o o Deverão ser realizadas visitas semestrais de inspecção às coberturas. A cobertura também deverá ser inspeccionada depois de fortes ventos ou tempestades e após qualquer acontecimento que possa causar danos razoáveis na mesma. No caso de coberturas sem pendente é recomendado o aumento do número de inspecções.

Limpeza. Limpeza. Limpeza.

Limpeza. A cobertura deverá manter-se livre de lixos como, por exemplo, ramos, folhas, garrafas, pedras, latas ou qualquer outro material que possa obstruir escoamentos ou provocar danos mecânicos nas membranas. Todos os escoamentos devem ser verificados, pelo menos, semestralmente, para assegurar-se de que estão limpos e a funcionar correctamente. Deverão ser eliminados periodicamente os sedimentos que possivelmente se tenham acumulado na cobertura (lamas, lodos, grânulos de ardósia, etc.) por retenções ocasionais de água.

Membrana impermeabilizante. Membrana impermeabilizante. Membrana impermeabilizante.

Membrana impermeabilizante. Durante cada inspecção semestral, todas as superfícies impermeabilizadas devem ser cuidadosamente verificadas para detectar qualquer anomalia como, por exemplo, qualquer sinal de stress, como rugas ou bolhas, a evidência de danos mecânicos, como furos ou cortes, a evidência de danos causados por produtos químicos, produtos de limpeza ou outras substâncias nocivas em contacto com membrana, causados por gotejamentos, derrames, descargas ou transporte pelo vento, ou ao tráfego de peões ou outros tipos de usos indevidos.

Paredes. Paredes. Paredes.

Paredes. Paredes (especialmente as construídas em alvenaria e estuque) podem susceptíveis à

intrusão de água devido a precipitação e rajadas ou humidade. Periodicamente, será determinada a necessidade de aplicação de produtos hidrófugos ou selantes adicionais para manter a estanquidade das paredes do seu edifício. A presença de águas ou humidades no interior do edifício causadas por estes fechamentos não estão cobertas pela garantia. Componentes e acessórios auxiliares.

Componentes e acessórios auxiliares. Componentes e acessórios auxiliares.

Componentes e acessórios auxiliares. Durante cada inspecção semestral deverá ser prestada especial atenção aos seguintes pontos:

Elementos de sujeição. Elementos de sujeição. Elementos de sujeição.

Elementos de sujeição. Assegure-se de que estes elementos não estão a sofrer corrosão ou degradação, que estão correctamente fixados aos seus suportes resistentes e que não se tenham deformado por acção do vento. Documentar as áreas onde existam incidências. Inspeccione os encontros entre as membranas com estes elementos de sujeição e com o suporte de fixação, assegurando-se de que não existem infiltrações de água.

Elementos de ventilação. Elementos de ventilação. Elementos de ventilação.

Elementos de ventilação. Comprove que todas as partes metálicas não estão a sofrer corrosão ou degradação, que os anéis de sujeição estão correctamente apertados e que todos os cordões para selagem asseguram que não entra água. Assegure-se de que a conexão da membrana a estes elementos não evidencia tensões ou deficiências que condicionem a estanquidade da cobertura.

Fixações mecânicas. Fixações mecânicas. Fixações mecânicas.

Fixações mecânicas. Comprove que os elementos de fixação não estão a sofrer corrosão e que não existem deformações pela acção do vento que afectem a sua integridade. Apesar de estes elementos não estarem cobertos pela garantia, comprove que os materiais instalados para evitar a entrada de água, como os cordões para selagem de silicone ou as

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juntas de estanquidade, mantêm as suas propriedades. Se não acontecer, deverão ser substituídos. Comprove que os elementos metálicos colocados mediante um mecanismo de clip são resistentes às acções do vento. Verificar que todas as fixações que se realizem sobre a membrana impermeabilizante não condicionam a estanquidade da cobertura.

Passa Passa Passa

Passa----tubos e elementos emergentes.tubos e elementos emergentes.tubos e elementos emergentes.tubos e elementos emergentes. Estes elementos não estão cobertos pela garantia. No entanto, a água pode penetrar através destes elementos. Por isso, inspeccione o seu estado no que diz respeito a corrosão ou degradação pelo vento e verifique a integridade das uniões com a membrana impermeabilizante. Assegure-se de que estes elementos são estanques e, em caso de terem material de enchimento, se dispõem dos pendentes adequados. Escoamentos.

Escoamentos. Escoamentos.

Escoamentos. Assegure-se de que todos os escoamentos da cobertura estão livres de obstruções e funcionam correctamente. Caso exista, verifique se todos os pernos dos escoamentos estão apertados correctamente. Assegure-se de que os elementos de escoamento não sofrem corrosão ou degradação. Comprove que todas as uniões com a membrana impermeabilizante são estanques. Limpe regularmente os lixos e sedimentos dos escoamentos, mantendo-os limpmantendo-os e livres de elementmantendo-os que possam obstruí-los, tapá-los ou sujar os contornos das membranas. Assegure-se de que os escoamentos estão situados por cima da impermeabilização e que não produzem estagnação de água. Equipamentos de climatização. Equipamentos de climatização. Equipamentos de climatização. Equipamentos de climatização. Inspeccione o estado das unidades de climatização e ventilação, condutas ou

outro tipo de instalações em relação a corrosão, deformação pelo vento, etc., e a integridade dos encontros com fechamentos e das membranas impermeabilizantes. Assegure-se de que no existem aberturas por onde a água possa entrar. Verifique que as sujeições das conduções realizam a função e que as maquinarias de climatização apoiam correctamente sobre os elementos anti-vibratórios. De igual forma, assegure-se de que não existem líquidos ou substâncias estranhas procedentes deste tipo de maquinaria que estejam em contacto com a membrana.

Reparações de urgência. Reparações de urgência. Reparações de urgência.

Reparações de urgência. Se forem descobertas fugas e seja necessária atenção imediata, lembre-se que apenas um instalador autorizado pode realizar estas intervenções em produtos garantidos pela DANOSA.

Manutenção da vegetação. Manutenção da vegetação. Manutenção da vegetação.

Manutenção da vegetação. Deverá ser contemplado um plano de manutenção específico prescrito por pessoal qualificado em trabalhos de jardinagem. Será prestada especial atenção a evitar danos físicos na membrana por danos provocados pelos trabalhos de manutenção com ferramentas de jardinagem, à drenagem correcta do substrato e à ausência de poças. As zonas ajardinadas serão mantidas livres de ervas daninhas, em especial as zonas de drenagem e os escoadouros. De igual forma, em função das plantações e do clima, serão realizados os trabalhos próprios de jardinagem como a limpeza de resíduos vegetais, podas, irrigação de apoios, se necessário, assim como os respectivos tratamentos de fertilização ou fitossanitários compatíveis com o sistema de impermeabilização.

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Isolante térmico: Isolante térmico: Isolante térmico:

Isolante térmico: elemento que tem uma condutividade térmica inferior a 0,060 W/(m·K) e uma resistência térmica superior a 0,25 m2·K/W.

Camada anti Camada anti Camada anti

Camada anti----punçoamento: punçoamento: punçoamento: punçoamento: camada separadora que se interpõe entre duas camadas submetidas a pressão e que serve para proteger a menos resistente e, com isso, evitar a sua ruptura.

Camada filtrante: Camada filtrante: Camada filtrante:

Camada filtrante: camada contínua, situada entre a camada de substrato e a camada drenante constituída por material pré-fabricado e que tem a função de reter os agregados finos e permitir a passagem de água.

Camada de regulação: Camada de regulação: Camada de regulação:

Camada de regulação: camada que se dispõe sobre o suporte resistente para evitar possíveis irregularidades e desníveis e, assim, receber correctamente a membrana impermeabilizante. Na maioria dos casos, é o suporte base da impermeabilização.

Camada separadora: Camada separadora: Camada separadora:

Camada separadora: camada que se intercala entre elementos do sistema de impermeabilização para todas ou algumas das finalidades seguintes: evitar a aderência entre eles; proporcionar protecção física ou química à membrana; permitir os movimentos diferenciais entre os componentes da cobertura; actuar como camada anti-punçoamento; actuar como camada filtrante; actuar como camada ignífuga.

Componente: Componente: Componente:

Componente: cada uma das partes de que consta um elemento construtivo.

Cobertura extensiva: Cobertura extensiva: Cobertura extensiva:

Cobertura extensiva: Cobertura de edifícios que apresentam um acabamento vegetal que requer uma manutenção muito baixa assim que a vegetação esteja consolidada.

Cobertura intensiva: Cobertura intensiva: Cobertura intensiva:

Cobertura intensiva: Cobertura de edifícios que apresentam um acabamento vegetal que requer uma manutenção contínua durante todo o ano.

Cobertura invertida: Cobertura invertida: Cobertura invertida:

Cobertura invertida: cobertura que dispõe de um material isolante termicamente colocado sobre a membrana impermeabilizante.

Drenagem: Drenagem: Drenagem:

Drenagem: operação de dar saída às águas pluviais ou da rega do substrato por meio de espaços ou camadas destinadas a esse fim.

Geotêxtil Geotêxtil Geotêxtil

Geotêxtil: tipo de lâmina plástica que contém um tecido de reforço e cujas principais funções são filtrar, proteger quimicamente e dessolidarizar camadas em contacto.

Impermeabilização: Impermeabilização: Impermeabilização:

Impermeabilização: procedimento destinado a evitar o molhado ou a absorção de água por um material ou elemento construtivo.

Impermeabilizante: Impermeabilizante: Impermeabilizante:

Impermeabilizante: produto que evita a passagem de água através dos materiais com ele tratados.

Lâmina drenante: Lâmina drenante: Lâmina drenante:

Lâmina drenante: lâmina que contém nós ou algum tipo de dobra superficial para formar canais por onde a água possa escorrer.

Lâmina filtrante: Lâmina filtrante: Lâmina filtrante:

Lâmina filtrante: lâmina que se interpõe entre o terreno e um elemento construtivo e cuja característica principal é permitir a passagem de água através dela e impedir a passagem das partículas do terreno.

Laró: Laró: Laró:

Laró: linha de intersecção de duas vertentes da cobertura que se juntam formando um ângulo côncavo.

Rincão: Rincão: Rincão:

Rincão: linha de intersecção de duas vertentes da cobertura que se juntam formando um ângulo convexo.

Matéria orgânica: Matéria orgânica: Matéria orgânica:

Matéria orgânica: Conjunto de substâncias orgânicas, procedentes de organismos vegetais, animais e microorganismos, vivos ou mortos, que se encontram no solo, numa terra ou num substrato com graus de decomposição distintos. Membrana impermeabiliz

Membrana impermeabiliz Membrana impermeabiliz

Membrana impermeabilizante:ante:ante:ante: Elemento da cobertura, constituído por lâminas ou outros materiais, que tem como função torná-la estanque contra água e humidade.

Pendentes (sistema de ou formação de): Pendentes (sistema de ou formação de): Pendentes (sistema de ou formação de):

Pendentes (sistema de ou formação de): sistema construtivo situado sobre o suporte resistente de uma cobertura e que tem uma inclinação para facilitar a evacuação de água.

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Planta suculenta: Planta suculenta: Planta suculenta:

Planta suculenta: Planta que acumula uma grande quantidade de água nas folhas ou caules e que tem um aspecto carnudo, grosso e suculento. São exemplos de plantas suculentas quase todas as cactáceas e as crassuláceas. Porte:

Porte: Porte:

Porte: Tamanho e forma da parte aérea de uma planta.

Sistema aderido: Sistema aderido: Sistema aderido:

Sistema aderido: sistema de colocação em que a impermeabilização se coloca aderida sobre o suporte base de impermeabilização.

Sistema não aderido: Sistema não aderido: Sistema não aderido:

Sistema não aderido: sistema de colocação em que impermeabilização se coloca sobre o suporte sem se aderir ao mesmo, salvo em elementos singulares tais como juntas, escoadouros, parapeitos, bordas, etc. e no perímetro de elementos salientes da cobertura, tais como chaminés, clarabóias, mastros, etc. Solução const

Solução const Solução const

Solução construtiva:rutiva:rutiva:rutiva: elemento construtivo caracterizado pelos componentes concretos que o formam em conjunto com outros elementos do contorno alheios ao elemento construtivo e cujas características têm influência no nível de prestação proporcionado.

Suporte base: Suporte base: Suporte base:

Suporte base: Elemento da cobertura sobre o qual se coloca a membrana impermeabilizante. Se cumprir os requisitos de regularidade, poderá também corresponder ao suporte resistente. Suporte resistente:

Suporte resistente: Suporte resistente:

Suporte resistente: Elemento construtivo de características suficientes quanto à sua resistência perante as diferentes acções e estabilidade, a fim de acolher um sistema completo de impermeabilização.

Substrato: Substrato: Substrato:

Substrato: também denominado por meio de cultivo ou solo, é um material sólido diferente do solo e com uma fórmula especial, que é utilizado como meio de cultivo e de suporte de uma plantação.

Terra vegetal: Terra vegetal: Terra vegetal:

Terra vegetal: terra extraída da camada superficial de um terreno, modificada ou não, que pode ser reutilizada em obras de jardinagem.

Se cumprir os requisitos de regularidade, poderá também corresponder ao suporte resistente.

Suporte resistente: Suporte resistente: Suporte resistente:

Suporte resistente: Elemento construtivo de características suficientes quanto à sua resistência perante as diferentes acções e estabilidade, a fim de acolher um sistema completo de impermeabilização.

Substrato: Substrato: Substrato:

Substrato: também denominado por meio de cultivo ou solo, é um material sólido diferente do solo e com uma fórmula especial, que é utilizado como meio de cultivo e de suporte de uma plantação.

Terra vegetal: Terra vegetal: Terra vegetal:

Terra vegetal: terra extraída da camada superficial de um terreno, modificada ou não, que pode ser reutilizada em obras de jardinagem.

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ANEXO II: DESCRIÇÃO DE UNIDADES DE OBRA

Quantidade QuantidadeQuantidade

Quantidade UnidadeUnidadeUnidadeUnidade Un idadesUn idadesUn idadesUn idades

m2 Cobertura inv ertida acessív el pav imentada pv c- p ( CIP S)Cobertura inv ertida acessív el pav imentada pv c- p ( CIP S)Cobertura inv ertida acessív el pav imentada pv c- p ( CIP S)Cobertura inv ertida acessív el pav imentada pv c- p ( CIP S)

Cobertura invertida ajardinada intensiva constituída por: camada anti-punçoamento geotêxtil de 300 g/m² de fibra curta de poliéster não tecido, DANOFELT PY 300; lâmina sintética à base de pvc plastificado para impermeabilização, com armadura de fibra de vidro, DANOPOL FV 1.2, em posição flutuante em relação ao suporte; camada separadora geotêxtil de 300 g/m² de fibra curta de poliéster não tecido, DANOFELT PY 300; isolamento térmico de poliestireno extrudido de 30 mm de espessura, DANOPREN TR 60; camada filtrante geotêxtil de 200 g/m² de fibra curta de poliéster não tecido, DANOFELT PY 200. Pronta para descarga de argamassa e pavimento de terminação (não incluído). Inclui parte proporcional de encontros com parapeitos em cobertura plana elevando a impermeabilização 20 cm na vertical sobre o acabado de cobertura formado por: banda anti-punçoamento geotêxtil de 300 g/m² de fibra curta de poliéster não tecido, DANOFELT PY 300; banda perimétrica de conexão a parapeitos formada por lâmina de pvc plastificado DANOPOL FV 1.2; perfil de chapa colaminada DANOSA fixada mecanicamente ao paramento e cordão para selagem em poliuretano com ELASTYDAN PU 40 GRIS entre o paramento e o perfil colaminado. Inclui encontros entre três planos de impermeabilização formados por peças de reforço de membrana de pvc DANOPOL em CANTOS e ESQUINAS e parte proporcional de encontros com sumidouros formado por: recipiente de pvc DANOSA do diâmetro necessário com uma aba para ser soldado à membrana impermeabilizante. Produtos que ostentam a marcação CE e sistema de impermeabilização constantes no Documento de Idoneidade Técnica espanhol DANOPOL, pendente CERO (DIT 551/R). 0,25 h Oficial de primeira 0,25 h Ajudante 1,1 m2 DANOFELT PY 300 1,05 m2 DANOPOL FV 1.2 1,1 m2 DANOFELT PY 300 1,05 m2 DANOPREN TR 60 1,1 m2 DANOFELT PY 200

0,3 m2 Banda anti-punçoamento geotêxtil DANOFELT PY 300 0,45 m2 Banda de conexão DANOPOL FV 1.2

0,5 ud Perfil colaminado B (com guia) DANOSA 0,2 ud Cordão para selagem ELASTYDAN PU 40 GRIS

0 ud Recipiente em PVC com saída vertical Ø 90 mm DANOSA 0,5 ud Cantoneira externa em PVC DANOPOL

0,5 ud Cantoneira interna em PVC DANOPOL 0,01 ud Meios auxiliares (1%)

0,03 ud Custos indirectos (3%) Quantidade

QuantidadeQuantidade

Quantidade UnidadeUnidadeUnidadeUnidade Un idadesUn idadesUn idadesUn idades

m2 Cobertura inv ertida acessív el com lajeta isolan te e drenan te DANOLOSA pv c- p ( CIDS)Cobertura inv ertida acessív el com lajeta isolan te e drenan te DANOLOSA pv c- p ( CIDS)Cobertura inv ertida acessív el com lajeta isolan te e drenan te DANOLOSA pv c- p ( CIDS)Cobertura inv ertida acessív el com lajeta isolan te e drenan te DANOLOSA pv c- p ( CIDS)

Cobertura invertida ajardinada intensiva constituída por: camada anti-punçoamento geotêxtil de 300 g/m² de fibra curta de poliéster não tecido, DANOFELT PY 300; lâmina sintética à base de pvc plastificado para impermeabilização, com armadura de fibra de vidro, DANOPOL FV 1.2, em posição flutuante em relação ao suporte; camada separadora geotêxtil de 300 g/m² de fibra curta de poliéster não tecido, DANOFELT PY 300; lajeta isolante e drenante DANOLOSA BLANCA 95. Inclui parte proporcional de encontros com parapeitos em cobertura plana elevando a impermeabilização 20 cm na vertical sobre o acabado de cobertura formado por: banda anti-punçoamento geotêxtil de 300 g/m² de fibra curta de poliéster não tecido, DANOFELT PY 300; banda perimétrica de conexão a parapeitos formada por lâmina de pvc plastificado DANOPOL FV 1.2; perfil de chapa colaminada DANOSA fixada mecanicamente ao paramento e cordão para selagem em poliuretano com ELASTYDAN PU 40 GRIS entre o paramento e o perfil colaminado. Inclui encontros entre três planos de impermeabilização formados por peças de reforço de membrana de pvc DANOPOL em CANTOS e ESQUINAS e parte proporcional de encontros com sumidouros formado por: recipiente de pvc DANOSA do diâmetro necessário com uma aba para ser soldado à membrana impermeabilizante. Produtos que ostentam a marcação CE e sistema de impermeabilização constantes no Documento de Idoneidade Técnica espanhol DANOPOL, pendente CERO (DIT 551/R).

0,25 h Oficial de primeira 0,25 h Ajudante 1,1 m2 DANOFELT PY 300 1,05 m2 DANOPOL FV 1.2 1,1 m2 DANOFELT PY 300 1,05 m2 DANOLOSA BLANCA 95

0,3 m2 Banda anti-punçoamento geotêxtil DANOFELT PY 300 0,45 m2 Banda de conexão DANOPOL FV 1.2

0,5 ud Perfil colaminado B (com guia) DANOSA 0,2 ud Cordão para selagem ELASTYDAN PU 40 GRIS

0 ud Recipiente em PVC com saída vertical Ø 90 mm DANOSA 0,5 ud Cantoneira externa em PVC DANOPOL

0,5 ud Cantoneira interna em PVC DANOPOL 0,01 ud Meios auxiliares (1%)

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Quantidade QuantidadeQuantidade

Quantidade UnidadeUnidadeUnidadeUnidade Un idadesUn idadesUn idadesUn idades

m2 Cobertu ra inv ertida n ão- acessív el pv c- p ( CIG S)Cobertu ra inv ertida n ão- acessív el pv c- p ( CIG S)Cobertura invertida ajardinada intensiva constituída por: camada anti-punçoamento geotêxtil de 300 g/m² de fibra curta deCobertu ra inv ertida n ão- acessív el pv c- p ( CIG S)Cobertu ra inv ertida n ão- acessív el pv c- p ( CIG S) poliéster não tecido, DANOFELT PY 300; lâmina sintética à base de pvc plastificado para impermeabilização, com armadura de fibra de vidro, DANOPOL FV 1.2, em posição flutuante em relação ao suporte; camada separadora geotêxtil de 300 g/m² de fibra curta de poliéster não tecido, DANOFELT PY 300; isolamento térmico de poliestireno extrudido de 30 mm de espessura, DANOPREN TR 60; camada filtrante geotêxtil de 200 g/m² de fibra curta de poliéster não tecido, DANOFELT PY 200. Pronta para pavimentação de gravilha limpa de cantos arredondados da espessura necessária (não incluída). Inclui parte proporcional de encontros com parapeitos em cobertura plana elevando a impermeabilização 20 cm na vertical sobre o acabado de cobertura formado por: banda anti-punçoamento geotêxtil de 300 g/m² de fibra curta de poliéster não tecido, DANOFELT PY 300; banda perimétrica de conexão a parapeitos formada por lâmina de pvc plastificado DANOPOL FV 1.2; perfil de chapa colaminada DANOSA fixada mecanicamente ao paramento e cordão para selagem em poliuretano com ELASTYDAN PU 40 GRIS entre o paramento e o perfil colaminado. Inclui encontros entre três planos de impermeabilização formados por peças de reforço de membrana de pvc DANOPOL em CANTOS e ESQUINAS e parte proporcional de encontros com sumidouros formado por: recipiente de pvc DANOSA do diâmetro necessário com uma aba para ser soldado à membrana impermeabilizante. Produtos que ostentam a marcação CE e sistema de impermeabilização constantes no Documento de Idoneidade Técnica espanhol DANOPOL, pendente CERO (DIT 551/R).

0,25 h Oficial de primeira 0,25 h Ajudante 1,1 m2 DANOFELT PY 300 1,05 m2 DANOPOL FV 1.2 1,1 m2 DANOFELT PY 300 1,05 m2 DANOPREN TR 60 1,1 m2 DANOFELT PY 200

0,3 m2 Banda anti-punçoamento geotêxtil DANOFELT PY 300 0,45 m2 Banda de conexão DANOPOL FV 1.2

0,5 ud Perfil colaminado B (com guia) DANOSA 0,2 ud Cordão para selagem ELASTYDAN PU 40 GRIS

0 ud Recipiente em PVC com saída vertical Ø 90 mm DANOSA 0,5 ud Cantoneira externa em PVC DANOPOL

0,5 ud Cantoneira interna em PVC DANOPOL 0,01 ud Meios auxiliares (1%)

0,03 ud Custos indirectos (3%) Quantidade

QuantidadeQuantidade

Quantidade UnidadeUnidadeUnidadeUnidade Un idadesUn idadesUn idadesUn idades

m2 Cobertu ra inv ertida ajardin ada in tensiv a pv c- p ( CIAIS)Cobertu ra inv ertida ajardin ada in tensiv a pv c- p ( CIAIS)Cobertu ra inv ertida ajardin ada in tensiv a pv c- p ( CIAIS)Cobertu ra inv ertida ajardin ada in tensiv a pv c- p ( CIAIS)

Cobertura invertida ajardinada intensiva constituída por: camada anti-punçoamento geotêxtil de 300 g/m² de fibra curta de poliéster não tecido, DANOFELT PY 300; lâmina sintética à base de pvc plastificado para impermeabilização, com armadura de fibra de vidro, DANOPOL FV 1.2, em posição flutuante em relação ao suporte; camada separadora geotêxtil de 300 g/m² de fibra curta de poliéster não tecido, DANOFELT PY 300; isolamento térmico de poliestireno extrudido de 30 mm de espessura, DANOPREN TR 60; camada separadora geotêxtil de 200 g/m² de fibra curta de poliéster não tecido, DANOFELT PY 200; lâmina drenante e filtrante com geotêxtil para drenagem DANODREN JARDIM. Pronta para pavimentar substrato de acordo com as especificações FFL alemãs e posterior plantação intensiva (não incluída). Inclui parte proporcional de encontros com parapeitos em cobertura plana elevando a impermeabilização 20 cm na vertical sobre o acabado de cobertura formado por: banda anti-punçoamento geotêxtil de 300 g/m² de fibra curta de poliéster não tecido, DANOFELT PY 300; banda perimétrica de conexão a parapeitos formada por lâmina de pvc plastificado DANOPOL FV 1.2; perfil de chapa colaminada DANOSA fixada mecanicamente ao paramento e cordão para selagem em poliuretano com ELASTYDAN PU 40 GRIS entre o paramento e o perfil colaminado. Inclui encontros entre três planos de impermeabilização formados por peças de reforço de membrana de pvc DANOPOL em CANTOS e ESQUINAS e parte proporcional de encontros com sumidouros formado por: recipiente de pvc DANOSA do diâmetro necessário com uma aba para ser soldado à membrana impermeabilizante. Produtos que ostentam a marcação CE e sistema de impermeabilização constantes no Documento de Idoneidade Técnica espanhol DANOPOL, pendente CERO (DIT 551/R). 0,25 h Oficial de primeira 0,25 h Ajudante 1,1 m2 DANOFELT PY 300 1,05 m2 DANOPOL FV 1.2 1,1 m2 DANOFELT PY 300 1,05 m2 DANOPREN TR 60 1,1 m2 DANOFELT PY 200 1,1 m2 DANODREN JARDIM

0,3 m2 Banda anti-punçoamento geotêxtil DANOFELT PY 300 0,45 m2 Banda de conexão DANOPOL FV 1.2

0,5 ud Perfil colaminado B (com guia) DANOSA 0,2 ud Cordão para selagem ELASTYDAN PU 40 GRIS

0 ud Recipiente em PVC com saída vertical Ø 90 mm DANOSA 0,5 ud Cantoneira externa em PVC DANOPOL

0,5 ud Cantoneira interna em PVC DANOPOL 0,01 ud Meios auxiliares (1%)

Referências

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