Texto

(1)

Demônios camuflados

Demônios camuflados vão sair da escuridão,

sentinela ensanguentado vai rolando pelo chão,

e perguntem de onde venho, venho da escuridão, trago a morte, o desespero e a total destruição.

Armadilhas camufladas, acionadores de tração,

quem vier atrás de mim só vai ouvir a explosão(cabum) sangue frio em minhas veias congelou meu coração nós gostamos de explosivos nosso lema é vibração.

Quem és tu?

Quem és tu?

Que desce do céu!

Com asas de prata por sobe o brasil! Guerreiro alado, que não sente dor! Paraquedista, comanf, mergulhador! A sua missão é destruir

a tropa inimiga que tenta invadir

Corridinha mixuruca

Corridinha mixuruca,

que não dá nem para cansar. Nesse passo, nesse passo, volta ao mundo eu vou dar. Nesse passo, nesse passo todos juntos vão chegar. E se alguém não aguentar, eu vou ter que arrastar.

E se o arrasto me matar, podes crer tu vais ficar vai ficar na mão de outro – até eu me recuperar. Pois nesse passo, nesse passo,

mesmo morto vou te buscar.

Saltitando, saltitando

(2)

Saltitando sem parar, Se eu parar de saltitar, Flexões eu vou pagar. Saltitando, saltitando, Saltitando sem parar, Se eu parar de saltitar, Polichinelos eu vou pagar. Saltitando, saltitando,

Saltitando sem parar,

Com essa porcaria de saltito, Vou até o ceará.

Onça pintada

Olha a onça dele no chapéu!

Olha que essa onça é o seu troféu. Olha que essa onça não é fácil de ter, Se rala e sofre para valer!

Onça pintada que tanto me orgulha, tu és o estandarte da minha patrulha. Onça pintada quem foi que te pintou? Foi o recruta louco, louco como eu sou.

Pantaneiro

Todo pantaneiro tem no peito um jacaré. E esse jacaré é que dá sua moral,

no combate sobrevive nessa imensa região para ser pantaneiro não é moleza não!

(3)

Ele conhece a onça, a capivara e o quati, a cobra jararaca, a cascavel e a sucuri.

Esse jacaré no seu peito vale ouro,

e o seu preço é um tesouro e com meu coro eu vou pagar.

Ai, ai, mamãe.

Ai, ai, mamãe!

O que é que estou fazendo aqui? A minha vida lá em casa,

era beber, comer, dormir era beber, comer, dormir. Ai, ai, mamãe!

O que é que estou fazendo aqui? Tô ralando, tô ralando

Mas, tenente eu vou sair.

Sentado no sofá vendo a televisão, comendo biscoitinho com requeijão. Agora todo dia polichinelo e flexão!

Não posso parar

Não, não, não posso parar, se eu paro eu penso,

se eu penso eu paro.

Não, não, não posso parar, se eu paro eu penso,

se eu penso eu choro.

Não, não é ruim, seria melhor se fosse pior seria pior se fosse melhor.

Tem alguém cansado aí?

Não senhor!

Aqui não tem cansado, nem tão pouco apagadão! Aqui só tem cadete o melhor da região!

(4)

Força nacional

Faço parte de uma tropa que tem fibra e moral disciplina elevada tropa operacional

Na missão eu vou sem medo no ataque sou guerreiro

tenho força e vibração protegendo a nação Na conduta de patrulha no combate aproximado dando lance com fuzil na defesa do brasil

Faço parte de uma tropa que tem fibra e moral disciplina elevada sou da força nacional. Força!

Brasil!

Quando eu morrer

Quando eu morrer,

me enterre em um caixão. Mas deixe meu espaço, para pagar minha flexão. Quando eu morrer,

me enterre em um baú. Mas deixe meu espaço, para pagar meu canguru.

Quando eu morrer, o meu último desejo ser enterrado numa pista de rastejo

e o coveiro tem que ser um bom guerreiro abrir a cova com granada de morteiro

(5)

quando eu morrer vou de calça camuflada até na morte com moral elevado

e a namorada que por mim não choraria irá cantar a canção da infantaria

Campo de batalha

O campo de batalha não se varre com vassoura, se varre com granada, fuzil e metralhadora.

E o interrogatório é muito fácil de fazer. Pega o inimigo e da porrada até dizer!

No inferno

O aluno foi no inferno, Foi buscar o satanás, Missão louca como essa, Só o aluno é capaz,

Comeu a carne das almas, Jogou ossos pra trás,

Perguntou ao capeta,

Se acabou ou se tem mais.

Quando eu morrer

Quando eu morrer, eu vou de farda de instrução (bis) Até o cemitério pagando flexão.

Quando eu chegar ao céu azul (bis)

Vou falar com são pedro na posição de canguru. Quando eu morrer quero ir todo engomado (bis) Até na morte eu não quero ser torrado.

Quando eu morrer eu vou de fal e de bereta (bis) Chegar ao inferno e dar um tiro no capeta.

E o capeta vai gritar desesperado (bis) Meu deus do céu tira daqui esse guerreiro.

Se eu morrer e for pro céu, Desço a terra no rapel,

(6)

A melhor coisa do mundo é a mulher, Seja loira ou morena,

Seja como ela vier,

E a pior coisa do mundo, é o homem sem mulher.

Casar

Quero casar-me,

Mas, não acho com quem casar com mulher gorda, Mulher gorda não convém

não convém, não convém, mulher gorda não convém

porque eu não quero me 'afogar' nas gorduras de ninguém quero casar-me,

Mas, não acho com quem casar com mulher magra, Mulher magra não convém

não convém, não convém, mulher magra não convém porque eu não quero me espetar com a ossada de ninguém.

Quero casar-me,

Mas, não acho com quem casar com mulher alta, Mulher alta não convém

não convém, não convém, mulher alta não convém. Porque eu não quero tirar coco com a vara de ninguém quero casar-me,

Mas, não acho com quem casar com mulher baixa, Mulher baixa não convém

(7)

Porque eu não quero me sentar no tamborete de ninguém. Quero casar-me,

Mas, não acho com quem casar com mulher feia, Mulher feia não convém

não convém, não convém, mulher feia não convém.

Porque eu não quero me assustar com a feiura de ninguém quero casar-me,

Mas, não acho com quem casar com mulher bonita, Mulher bonita não convém

não convém, não convém, mulher bonita não convém. Porque eu não quero ter na testa o que todo mundo tem.

Se você é arataca e pra seca quer voltar, Se você é paulista e pro trabalho quer voltar, Se você é nortista e pra selva quer voltar, Se você é catarinha e pra terrinha quer voltar, Se você é carioca e pra prainha quer voltar, Se você é do planalto e pro poder quer voltar, Se você é gaúcho e pro pampa quer voltar, Vou te dar um conselho, você tem que papirar.

Somos homens da mochila, Capacete e cantil,

Nossa força combativa, Está na ponta do fuzil,

Somos fogo em movimento, No combate aproximado, Nós fazemos o inimigo,

Pedir perdão dos seus pecados, Somos parte de uma tropa,

Que tem fibra e moral, Disciplina elevada E muito operacional.

(8)
(9)

Esse ano quero paz no meu pelotão,

Quem quiser sair sargento, não pirue não, Tenente paga e com ele,

Nós pagamos todos juntos sem parar, Nossos flex pelo chão, vão ficar,

Palmas ao pelotão, Palestras do capelão,

Como todo dia nasce, dando nova alteração.

Guerra eletrônica

Do sussurro a antena, Do tacape ao botão, É a busca incansável, De uma nova evolução, Pois a guerra do futuro, Se dispensa explicações, É a guerra eletrônica, É das comunicações.

Lagartixa

Você pensa que é malandro, Lagartixa é muito mais,

Ela sobre nas paredes, Coisa que você não faz.

A mulher do paraíba, Teve dois paraibinhas, Um tinha a cabeça chata, Outro nem cabeça tinha, A mulher do carioca, Teve dois carioquinha, Um era assaltante, Outro era trombadinha.

(10)

Mariana

Mariana conta um,

Mariana conta um, é um é ana, Viva a mariana,

Mariana conta dois,

Mariana conta dois é um é ana, Viva a mariana,

Mariana contra é três.... ---

Ole, ole, ole, olá, pare para ver, O curso passar,

Ele é tropa de elite e ninguém pode negar, Que beleza é ver o curso passar,

Ser capaz ser vibrador, Ó que coisa linda,

Todos tem que dar valor.

Tenho raça

Tenho raça, tenho fibra, Tenho raça até pra dar,

Onde qualquer um falhar o 5º vai lutar.

Eu tenho uma mania Que já é tradição

De nunca me entregar De não cair no chão. Por isso quando eu vejo A faca na caveira

Eu sei que vou ralar a minha vida inteira. Uniforme camuflado

Pouca água no cantil A mochila pesa muito Em guarda alta o fuzil. O que estou fazendo

(11)

Pouca gente quer fazer A fome, o frio é grande. E o sono é pra valer. Mas se me perguntarem Eu respondo em alto tom É no fogo bem mais forte Que se forja o aço bom.

Educado eu sei que sou Mas dou soco e pontapé Sei que um dia servirei Numa cia de pe

Carro choque, em posição. Pra dispersar a multidão Interrogatório

É muito bom de fazer Agente pega o animal E bate nele até dizer.

A blindagem do infante Ele traz no coração É de fibra é de fé

Coragem e determinação. Faço parte de uma tropa Que tem fibra e moral Disciplina elevada Muito operacional.

Somos homens da mochila Capacete e cantil

Nossa força combativa Está na ponta do fuzil.

Somos fogo em movimento E no combate aproximado Nós fazemos o inimigo

(12)

Em xambioá

A infantaria foi defender A nossa soberania.

Infante velho de guerra Deixemos nossa morada Faz tremer agora a terra

Com a nossa marcha de estrada. Quem tem fome no caminho Nunca pode guerrear

Infante que quer carinho O melhor é desertar.

Já passei por muitas pedras Muito charco e lamaçal

Mas a minha infantaria É muito operacional.

Corre, corre combatente, Corre, corre sem parar, Para ver a menininha, Que parou só pra olhar, Debruçada na janela, Olha só que coisa bela,

É bonita é morena, faz correr valer à pena. Tem também uma loirinha,

Que bonita a garotinha, É coisa muito linda, É lindo de se ver, Uma tropa de alunos, Alunos do eb.

O aluno quando acorda, Bate o pé e reclama,

Quero cama, quero cama, O tenente quando acorda, Pede brahma, pede brahma.

(13)

Xambioá

"brasil! 1973! No araguaia! Operações Contraguerrilha. A infantaria,

Foi defender a nossa soberania Foi em xambioá, foi em xambioá, No araguaia, xambioá.

Quem nunca ouviu falar que fique agora a escutar Contos de glória que agora eu vou contar

Quando eu era pequeno ouvi meu pai a me contar "ei meu filho lá estive a atuar

Vi guerrilheiro na selva a tombar E para casa nunca mais voltar..." A guerrilha não era brincadeira

Era patrulha, patrulha a noite inteira. Alguns de nós éramos faca na caveira O perigo em todo canto a rondar

Paraquedistas chegavam pelo ar

A todo o momento um sinal de congelar Cabo mateiro lá na frente a avisar

Tem guerrilheiro de tocaia a emboscar Ordem à patrulha na mata se infiltrar A fadiga, a sede e a fome.

Carapanã, muito charco e lamaçal.

Mas mesmo assim sustentei meu para-fal Ouvi os guerrilheiros lá de xambioá

Durante muitas noites meu nome a gritar No intuito de me amedrontar

Não gostei e logo revidei

Dei rajadas pro inimigo perfurar Fiz emboscadas para eliminar Vi guerrilheiro com medo no olhar E o desespero em sua alma reinar Lá havia mulher guerrilheira

Havia a dina,

A dina guerrilheira

(14)

De boa mulher para a população Sua astúcia era de invejar

Sua liderança de admirar

Conquistou o povo de xambioá

Informes sobre ela ninguém queria dar Mas pegadas para morte a dina deixou Seu vulto traiçoeiro na mata nos enganou Um preço alto a dina pagou

Ó meu filho se alguém me perguntar Se o seu pai esteve em xambioá

Responda com orgulho que eu estive lá Foi em xambioá que cumpri nobre missão Defendi com orgulho esta nação

E vinguei o sangue do meu irmão Que tombou em defesa deste chão Meu filho chora agora de emoção E lhe peço: prossiga na missão De manter a integridade deste chão Seja no sul, no norte ou no sertão

Velho guerrilheiro, vá agora descansar Deixe seu filho na missão continuar Pois se a guerrilha voltar a incomodar Tenha certeza que eu estarei por lá."

O marinheiro, marinheiro, Marinheiro só,

Eu não sou daqui, Marinheiro só,

Eu não tenho amor, Marinheiro só,

Eu sou da bahia, Marinheiro só, De são salvador, Marinheiro só,

Quem te ensinou a nadar, Marinheiro só,

Foi o tombo do navio, Marinheiro só,

(15)

Ou foi o balanço do mar, Lá vem lá vem,

Foi seu bonezinho, Marinheiro só,

Todo de branco, Marinheiro só.

Ô gauchinha por que está tão triste, O que foi que aconteceu,

Foi o aluno que não foi à praça, Pois o pernoite o tenente deu. Hei gauchinha, hei meu amor,

Não fique triste que este aluno é todo seu, O tenente já tirou

O pernoite que deu.

A infantaria, no terreno vai lançar

Fogos de morteiro pro inimigo não passar. A infantaria no terreno já lançou

Fogos de morteiro e o inimigo não passou. Artilharia no terreno vai lançar,

Fogos de obuseiro pro inimigo não passar Artilharia no terreno já lançou,

Fogos de obuseiro e o inimigo não passou A cavalaria, no terreno vai lançar,

fogos de 90 pro inimigo não passar. A cavalaria no terreno já lançou, Fogos de 90 e o inimigo não passou. A engenharia no terreno vai fazer

Boa camuflagem pro inimigo não nos ver A engenharia no terreno construiu

(16)

Sou da nobre arma da granada e o do fuzil! Sou da infantaria, a melhor arma do brasil!

Por isso quando vejo os dois fuzis lá na bandeira sei que vou ralar, vou ralar a vida inteira!

Tem gente que critica pq não sabe fazer! Tem gente que admira e até pára pra ver! Vc que me critica vem fazer oq eu faço! No meio do caminho vc vai sentir cansaço! Vc que me admira e até pára pra ver:

te dou meu obrigado e te mostro meu brevê!

Quando eu morrer, me enterre em um caixão,

mas deixem um espaço pra eu pagar minha flexão! Quando eu morrer, me enterre em um baú,

mas deixem um espaço pra eu pagar meu canguru! Quando eu morrer, me enterre em um barril,

mas deixem um espaço pra eu tanger o meu fuzil! E se eu morrer levo minha baioneta,

pra chegar lá no inferno e dar facada no capeta!

Noite quente, noite quente noite quente de verao casamata na colina morte e destruição

muitos corpos espalhados muito sangue pelo chão

Você sabe quem eu sou sou maldito cão de guerra preparado pra matar

(17)

A missão será cumprida venho lá das profundezas da retaguarda inimigo trago em minhas mãos o sangue e o perigo

chacal voraz e destemido eu sou aquele combatente que tem o rosto camuflado já estive atrás das cercas tive meu corpo mutilado mas de lá eu escapei do opressor me libertei.

Vou rastejando entre charcos e pedras Subir montanhas e atirar de canhão Com meu fuzil, minha roupa de selva Meu capacete e granada de mão

Eu sou infante e estou pronto pra guerra Vou combater o inimigo no chão

Pé de poeira guerreiro que espera O inimigo com a faca na mão Por isso que canto de novo Vou defender com a nação

Meu treinamento que nunca se encerra Vou deslizando no comando craw

Falsa baiana ninguem me supera Em bandoleira eu conduzo meu fal A infantaria é uma arma de ouro Que faz arder o meu coração.

Esse sangue é muito bom O melhor aperitivo

É melhor do que café Já tomei não há perigo É o sangue do inimigo! Mochila pesada,

(18)

A noite, escura, A água, gelada! O gorro É preto O curso comandos Comandos

Se comandos querem ser

Ousam bem o que eu vou dizer Tem que ralar, tem que sofrer. Ousar lutar, querer vencer. Nosso lema a de ser

Quando o frio for intenso Ou o calor for de rachar

Não se esqueça um só momento Que o comandos nunca pode parar Que ele nunca vai parar

Olha a Dona MAG no terreno camuflada, Pronta para ser a qualquer hora empregada! Olha o Seu Morteiro lá no morro escondido,

Pronto para ser a qualquer hora percutido! (ou "Pronto pra bater a posição do inimigo.").

Eu já não corro mais, Só executo lanços

Cobertas e abrigos, assim faço meus avanços.

Arma invisível que ataca pelo ar

Os fogos do inimigo não conseguem nos pegar Por mais que você queira você nunca vai nos ver Mas sem a nossa ajuda você nunca vai vencer No rádio - transmito

Com muita vibração Missões diversas As armas e canhões Sigamos - com raça As trilhas de rondon

(19)

Sou comunicante sou muito operacional!

Não tente me imitar senão você vai se dar mal. Na infantaria você vai me ver:

Opero o meu radio, construo a minha linha e ainda comando o GC

Na intendência se comida faltar: mesmo mascando fio a mensagem vai chegar.

Na cavalaria você vai me admirar: faço até urutu falar.

Na engenharia se a ponte ruir: mesmo operando rádio eu ajudo a construir.

No ar, no mar ou na terra do artilheiro,

Eu ligo as trincheiras e dou tiro de obuseiro!

Bota a boina cinza pra sangrar

Boina de bombeiros só os bons podem usar Vidas alheias e riquezas a salvar

Esse é o lema do bombeiro militar!

Tomara que chova uma chuva bem fininha

Que molhe a cama dela e ela venha para a minha Toma que chova uma chuva de enxurrada

E molhe a minha sogra aquela velha desgraçada Tomara que chova uma chuva o dia inteiro

E molhe o meu sogro aquele velho cachaceiro

Lá em casa é diferente E a todos vou contar

O meu pai dorme em “sentido” Minha mãe em “descansar”. O quintal lá de casa

Não se varre com vassoura Varre com ponta de sabre Rajada de metralhadora. A comida lá de casa

Não tem tempero nem sal A comida lá de casa

É ração operacional.

(20)

Não precisa cadeado

Toda a vez que agente sai Deixa ele armadilhado Brincadeira lá de casa Não é bola nem peão Brincadeira lá de casa É “GC” e “PELOTÃO”. Alvorada lá em casa Não é preciso corneteiro

Meu irmão pega o “PETARDO” E estoura no banheiro.

O terreno lá de casa É difícil de chegar A família lá só dorme Em defesa circular.

Olê mulher rendeira Olê mulher renda

Tu me ensinas a fazer renda Que eu te ensino a rastejar. A noite é minha amiga

A chuva, minha companheira. Nesse solo que me abriga Eu patrulhei a noite inteira. Eu vibro com a Infantaria Que cumpre a sua missão No ar, no mar, na terra De viatura ou de avião. Chamam-me pé-de-poeira Pé-de-poeira eu quero ser

Quando eu vi a infantaria Pendurada no rapel

Eu perguntei ao Coronel Se o Infante caiu do céu. Até mesmo o meu irmão Que infante não pode ser

(21)

De todas as armas é a RAINHA

Alegria, alegria

Sinto no meu coração Vai raiando um novo dia Vou cumprir minha missão. A missão da Infantaria

É de muita ralação Mas a minha Infantaria Faz com muita vibração.

COMANDOS! COMANDOS! De onde estais chegando? Eu venho das montanhas Da selva, mar e ar.

COMANDOS! COMANDOS! Qual é teu estandarte? A faca é o sigilo A caveira a missão

COMANDOS! COMANDOS! O que te faz tão forte?

A dedicação e o amor pelo Brasil COMANDOS! COMANDOS! O que mais vocês são?

Nós somos apenas Selvagens cães de guerra COMANDOS! COMANDOS!

E quem te acompanha? A morte, a fadiga A noite e o destemor COMANDOS! COMANDOS! O que estão trazendo? A glória, a vitória E o sangue dos heróis.

Imagem

Referências

temas relacionados :