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Carta ao editor / Letter to the editor

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259 Hortic. bras., v. 28, n. 3, jul.-set. 2010

Carta ao editor / Letter to the editor

Réplica às críticas feitas ao artigo de capa de Horticultura Brasileira v. 28, n. 2.

Prezado Sr. Editor Chefe,

Gostaria de ocupar este espaço para esclarecer aos leitores que as críticas feitas ao artigo de minha autoria, publicado capa de Horticultura Brasileira, v. 28, n. 2 e intitulado “Plantas úteis nativas do Brasil na obra dos naturalistas”, enviadas ao portal da Associação Brasileira de Horticultura (ABH) e também postadas em um grupo de discussão eletrônico de estudantes da UFMG, não têm qualquer fundamento. Para tanto, ressalto os seguintes pontos:

As críticas são anônimas e, como tal, não merecem crédito. O nome que as assina inexiste nos bancos de dados mais (a)

comuns à comunidade científica. Tampouco foi encontrado em pesquisas mais amplas. É importante mencionar ainda que o e-mail de correspondência informado pelo(a) autor(a) anônimo(a) ao portal da ABH não é real e que o grupo de discussão dos estudantes da UFMG em que as críticas foram postadas foi retirado do ar. Portanto, não há como responder diretamente ao(à) autor(a);

Todas as informações taxonômicas incluídas no referido artigo de capa, assim como todas as demais informações (b)

históricas e de nomenclatura botânica que divulgamos em nosso trabalho, são revisadas por uma botânica taxonomista exclusiva do nosso grupo;

Ao contrário do que o(a) autor(a) anônimo(a) afirma, o território de Minas Gerais nunca foi totalmente coberto por (c)

florestas, exceto pela sua região leste. O restante do território mineiro é (ou foi) coberto por cerrados e caatingas;

Somente os diários de viagem de Auguste de Saint-Hilaire encontram-se traduzidos e disponíveis na internet. Coube (d)

a nós a honra de traduzir os demais textos e livros, especialmente aqueles relacionados às plantas medicinais.

Desconheço a razão das palavras grosseiras, descorteses e ofensivas utilizadas pelo(a) autor(a) anônimo(a), completamente inadequadas ao meio científico em que todos atuamos e onde buscamos, sem cessar, a ética, o rigor científico e o respeito aos colegas, não só àqueles com quem concordamos, mas, da mesma forma, àqueles de quem divergimos. É uma infelicidade constatar que nem todos se pautam pelos mesmos princípios.

Para o nosso grupo foi uma honra ilustrar e comentar a capa de Horticultura Brasileira, v. 28, n. 2. Permanecemos ao dispor da revista e da ABH para novas atividades e outros trabalhos.

Atenciosamente,

Prof

a.

Maria das Graças Lins Brandão

Faculdade de Farmácia e Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG Av. Gustavo da Silveira, 1035

30180-010 Belo Horizonte-MG

[email protected]

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