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Pedro A. Lemos MD PhD

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Academic year: 2021

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(1)

Incorporação de novas técnicas e tecnologias em saúde

Propostas para treinamento e certificação dos especialistas em novos procedimentos dos especialistas em novos procedimentos

Pedro A. Lemos MD PhD

d C ã C

Instituto do Coração – InCor

Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP

&

Hospital Sírio-Libanês

São Paulo-SP XXXIV Congresso da SBHCI 2012

Salvador-BA 20 de junho de 2012 (10h30 – 12h00)

(2)

Cateterismo Cardíaco

1929

1956 N b l 1956 - Nobel

Werner Forssmann

(3)

Hemodinâmica no Brasil

• 1946: Horácio Kneese de Melo; “Angiocardiografia” 

in Revista Paulista de Medicina

(4)

1958 1958

1982 1982

Mason Sones Mason Sones

Primeira coronariografia (acidental) Primeira coronariografia (acidental)

(5)

Hemodinâmica no Brasil

1966: José Eduardo M. R. Souza;  primeira  cinecoronariografia no Brasil

cinecoronariografia no Brasil

1971: Galiano; primeira recanalização mecânica de  coronária no mundo

coronária no mundo

1975: Criação do Departamento de Hemodinâmica e 

d f d

Angiocardiografia da SBC

1976: I Congr. Bras. de Hemodinâmica

1979: Costantino Costantini; 1ª angioplastia coronariana  no Brasil

1981: Belotti; trombólise IC

(6)

Hemodinâmica no Brasil

1983: Valmir F. Fontes; 1ª valvuloplastia pulmonar

1986: Eduardo Souza; 1º stent de Palmaz‐Schatz;

1991: Central Nacional de Intervenções Cardiovasculares (CENIC)

1993: Fundação da SBHCI e criação da Revista Brasileira de Cardiologia  Invasiva, órgão científico oficial da SBHCI

2002: AMB, CFM, Comissão Nacional de Residência Médica: 

H di â i C di l i I t i i t á d t ã d

Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista como área de atuação da  Cardiologia

2010: Inclusão na Tabela de Classificação Brasileira de Ocupações:2010: Inclusão na Tabela de Classificação Brasileira de Ocupações: 

MÉDICO CARDIOLOGISTA INTERVENCIONISTA (2231‐G1)

(7)

É vedado ao Médico:

Art. 115. Anunciar títulos científicos que não possa  comprovar e especialidade ou área de atuação 

para a qual não esteja qualificado e registrado no 

Conselho Regional de Medicina.

(8)

Ã

DENÚNCIAS CRESCEM, MAS MAIORIA DOS MÉDICOS DENÚNCIAS CRESCEM, MAS MAIORIA DOS MÉDICOS RECEBE SÓ PUNIÇÃO VERBAL OU SIGILOSA

RECEBE SÓ PUNIÇÃO VERBAL OU SIGILOSA

Publicada no Diário de S.Paulo, O Globo Online SÃO PAULO - De janeiro a setembro deste ano, o número de denúncias contra médicos em São Paulo chegou a 4 mil denúncias contra médicos em São Paulo chegou a 4 mil -

um recorde. Nos últimos sete anos, as denúncias cresceram 75% no estado, atingindo 19.135. Nada menos do que 1.250 , g q médicos foram considerados culpados, mas apenas 22

foram impedidos de exercer a profissão.

Em cidade brasileira, um médico foi condenado por Em cidade brasileira, um médico foi condenado por

h i ídi l t d i t ó

h i ídi l t d i t ó

homicídio pela morte de uma paciente após homicídio pela morte de uma paciente após cateterismo.

cateterismo.

(9)

DIPLOMA - Na data do fato, de acordo com o processo, o médico não possuía certificado para atuar na área de hemodinâmica e cardiologia intervencionista.

O diploma, necessário para que o profissional possa realizar o exame de cateterismo cardíaco, só foi obtido quase um ano depois, em maio de 2004, segundo o que foi apurado durante as investigações do caso.

Conforme o processo que tramitou na Justiça, o médico foi imperito porque agiu com falta de aptidão teórica e prática, já que com uso indevido do cateter

b d i t d té i t i d

acabou por dar causa ao rompimento da artéria aorta, ocasionando a dilaceração. O médico foi considerado negligente porque iniciou o

procedimento de cateterismo cardíaco sem saber se a Santa Casa possuía ou não material e aparelhamento necessário para uma cirurgia de emergência e não material e aparelhamento necessário para uma cirurgia de emergência e sem ter certeza da possibilidade de transferência da paciente para outro

hospital. E, por fim, consta que o médico agiu com imprudência porque iniciou um procedimento de risco sem ter a devida habilitação técnica

um procedimento de risco sem ter a devida habilitação técnica.

(10)

Especialidade Médica

Núcleo de organização do trabalho médico que  aprofunda verticalmente a abordagem teórica e  prática de seguimentos da dimensão bio‐psico‐

social do indivíduo e da coletividade. 

(11)

Área de Atuação 

Modalidade de organização do trabalho médico, 

exercida por profissionais capacitados para exercer  ações médicas específicas, sendo derivada e 

relacionada com uma ou mais especialidades.

(12)

6 ‐ CARDIOLOGIA Área de Atuação Cardiologia  ç g Pediátrica 
 Ecocardiografia 
 Hemodinâmica e 

Cardiologia Intervencionista

(13)

HEMODINÂMICA E CARDIOLOGIA  INTERVENCIONISTA

Formação: 2 anos Formação: 2 anos

CNRM: Opcional em PRM em Cardiologia AMB: Concurso da Sociedade Brasileira de  C di l i

Cardiologia

Requisito: TEAMB em Cardiologia

Requisito: TEAMB em Cardiologia

(14)

Coordenador Atual

Dr José Armando Mangione – SP Dr. José Armando Mangione – SP Membros:

Dr Alcides José Zago – RS Dr Fausto Feres – SP Dr Jamil Dr. Alcides José Zago  RSDr. Fausto Feres  SP Dr. Jamil  Abdalla Saad – MGDr. Marco Antonio Perin – SPDr. Miguel  Antonio Neves Rati – RJDr. Wilson Pimentel Filho – SP

(15)

N = 2

2011

N = 8

N 16

N = 9 N = 28

N = 10 N = 14

N 8

N = 16 N = 8

N = 3

N = 30

N 9 N = 9

N = 1

N = 12

N = 18

N = 28

N = 9 N = 4

N = 8

N = 29

N = 19 N = 84

N = 258

N = 28

N = 73 N = 151

N = 77

Hospitais c/ Hemodinâmica = 435

Cardiologistas Intervencionistas = 1008

(16)

14 14

16

R1 (N = 45) e R2 (N = 48)

52 Residentes (51,6%) – 3 centros

7 6

7 7

6

13

5 8 6

8 10 12

de Residentes R 1

R 2

25

0 3

0 0 1 0 1

0 1 2

0 0 1 0

2 1 1 1 2 2 2 3 4 1 2

0 1 1 1

3

1 1 0 1 1

0 1 1 1

0 0 1 2

1 1 1 2 2 2 2 4

1 2

1 0 1 1 1 1 1 1 2

0 2 3

1 0 1 1 4

2 2 2

4 4 4 5 2

4

1 1 2 0

2 4

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30

Nr 

C t d T i t

total

Centro de Treinamento

Ordem Hospital / Instituição R 1 R 2 total Ordem Hospital / Instituição R 1 R 2 total

1 BIOCOR 0 1 1 16 INST DE CARDIOLOGIA -FUND UNIV DE CARDIOLOGIA RS 2 2 4

2 ESCOLA PAULISTA DE MEDICINA 3 3 6 17 INST DE MOLÉSTIAS CARDIOVASCULARES 1 1 2

0 1 1 2

3 HEMOCOR  0 1 1 18 INST DE CARDIOLOGIA DF 1 1 2

4 HOSP  DAS CLÍNICAS DA FAC MED RPRETO  0 1 1 19 INST DO CORAÇÃO - HCFMUSP 6 7 13

5 HOSP FELÍCIO ROCHO  1 0 1 20 INST NAC DE CARDIOLOGIA DE LARANJEIRAS 1 1 2

6 HOSP LÚCIO REBELO  0 1 1 21 BP (1) 2 2 4

7 HOSP MADRE TERESA  1 1 2 22 BP (1) 2 2 4

8 HOSP SANTA IZABEL  0 0 0 23 BP (1) 2 2 4

9 HOSP SANTA MARCELINA  1 1 2 24 BP (1) 3 2 5

10 HOSP SÃO FRANCISCO  ‐STA CASA DE MISERICÓRDIA  2 1 3 25 BP (1) 4 4 8

11 HOSP SÃO LUCAS DA PUC‐RS  0 1 1 26 STA CASA DE R.PRETO 1 1 2

12 HOSP SÃO VICENTE DE PAULO  0 0 0 27 BANDEIRANTES 2 2 4

13 HOSP VERA CRUZ  1 0 1 28 HOSP DE BASE DE SJRPRETO 0 1 1

14 HOSP ESCOLA ÁLVARO ALVIM  0 1 1 29 HOSPITAL DO CORAÇÃO - HCOR 1 0 1

15 INST DANTE PAZZANESE DE CARDIOLOGIA  7 7 14 30 STA CASA DE MISERICÓRDIA DE BH 1 1 2

(17)

Indústria ANVISA CFM Indústria

Médi f ã

ANVISA CFM

Médicos em formação

Novo Procedimento Nova tecnologia

ANS

Médicos “antigos” Centros de CI Médicos “antigos”

Médicos antigos

Centros de Treinamento CONITEC

SBHCI

Médicos antigos

Centros de Treinamento SBHCI

(18)

N P di t

N t l i Novo Procedimento

Nova tecnologia

Treinamento

Certificação

Certificação

(19)

Médicos em formação Médicos “antigos”

Centros de Treinamento Centros de CI

Primeira onda Treinamento dos “treinadores”

Segunda onda Treinamento “em escala”

Terceira onda “Rotinização ‐ generalização”

(20)

Terceira onda “Rotinização ‐ Generalização”

f ê i / f ê i

C t d E lê i

Referência / contra‐referência Centros de Excelência

Fila única?

Fila única?

(21)

• Certificacão médica específica por procedimento?

• Certificação de centro de treinamento específica porCertificação de centro de treinamento específica por procedimento?

C ifi ã d l ífi

• Certificação de centro regular específica por procedimento?

• Parâmetros?

• Processo?

R tifi ã

• Re‐certificação…

(22)
(23)

Referências

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