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Os Pilares da Gestão de Risco

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Academic year: 2021

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(1)

Os Pilares da

(2)

índice

Gestão de Risco

1.1. Definição

1

Framework

2.1. Business Awereness

2.2. Risk Assessement

2.3. Vulnerability Assessement

2.4. Mitigação de Riscos

2.5. Transferência & Retenção

(3)

Atualmente, o tema tem estado em voga e tomado mais e mais espaço na mídia e nos grupos de discussão em fóruns especializados.

O Portal da Gestão de Riscos, reconhecendo a importância do tema e consciência de seu papel no suporte ao desenvolvimento do assunto nas empresa vem, através deste e-book, apresentar uma proposta de

metodologia para a análise e gestão de riscos.

(4)

metodologia

A metodologia base escolhida

para este e-book foi Análise de

Risco Parametrizada 2.0. Uma

metodologia com mais de 15

anos de existência, alinhada com

as melhores práticas do mercado

(ISO 31.000, COSO, COSO ERM,

ISO 14.000, ISO 27.000, ISO

28.000, dentre outras) e que

conta com o suporte do Instituto

de Auditoria, Risco e Compliance

em seu desenvolvimento.

A metodologia passou por um

rigoroso escrutínio materializado

por uma análise crítica conduzida

na FIESP – Federação das

Indústrias do Estado de São

Paulo com a participação de

representantes das mais variadas

indústrias (químicas, financeiras,

varejo, mineração, etc),

consultores e acadêmicos

sêniores com larga experiência no

tema em diversas instituições de

renome.

Este rigoroso

processo além de

dar credibilidade ao

método, possibilitou

avaliar o seu grau de

aderência e robustez

(5)

Para se ter um correto entendimento

em análise e gestão de riscos, faz-se

necessário a apresentação de alguns

conceitos basilares para o seu

entendimento.

gestão

de riscos

(6)

1.1.definições

1

Risco

É uma ameaça real ou potencial que poderá vir a concretizar-se e causar perdas ou impedir a consecução de algum objetivo ou resultado para a empresa ou organização em questão.

2

Gestão de Riscos

É o correto balanceamento entre o nível de risco com os

mecanismos de proteção para mitiga-lo, levando-se em consideração o apetite e

tolerância a risco da organização na busca de seus objetivos.

3

Ameaça

(7)

framework

(8)

2.1. businees awareness

M E N S U R A Ç Ã O D O A P E T I T E

1

O início da análise de risco passa pelo entendimento do negócio em questão:

✓ Missão da organização ✓ Sua proposta de valor ✓ Sua visão

✓ Seus fatores críticos de sucesso

Sem o correto entendimento do negócio o gestor de risco irá entregar soluções que não são aderentes ou até mesmo inviabilizariam o negócio em si

2

Na fase de identificação de riscos é criada a lista geral de riscos baseada na análise do negócio, entrevista aos

executivos e responsáveis por processos críticos e análise do histórico de sinistros, dentre outras informações.

3

O ponto crucial nesta fase é a capacidade de resumir com assertividade a Lista Geral de Riscos em uma Lista de Riscos Críticos que definem quais riscos impactam

significativamente os fatores críticos de sucesso da

organização. Esta lista servirá de base para as fases

(9)

risk assessment

2.2.

M E N S U R A Ç Ã O D O R I S C O

Genericamente falando, Risk Assessment consiste na identificação, avaliação e mensuração dos Riscos Críticos em termos de quantificação do seu impacto (severidade) e sua estimativa de probabilidade (frequência) de sua ocorrência. Para tal fazemos esta avaliação de riscos de forma quantitativa quando

possuímos bases de dados consistentes ou de forma qualitativa quando não possuímos estas bases e necessitamos estimar o impacto e a possibilidade de tais riscos virem a concretizar-se.

(10)

Perda Financeira

Avalia o efeito relativo da concretização de determinado

risco sobre a capacidade financeira da organização

quantificação do impacto

Recovery

Avalia o efeito de determinado risco sobre o tempo necessário para a organização voltar ser capaz de cumprir sua missão e entregar sua proposta de valor

Imagem

Avalia o efeito negativo de determinado risco na imagem da

organização em termos de desgaste na credibilidade e na

extensão dada pela mídia ao fato

Legal

Avalia as perturbações, desgastes e sanções jurídicas

para a organização em decorrência da concretização de

(11)

estimativa de probabilidade

Histórico de Ocorrência Avalia o histórico de ocorrência de determinado risco em termos de frequência esperada Exposição

Avalia a frequência (risco dinâmico) ou o montante (risco estático) que cada operação está exposta a

determinado risco

Vulnerabilidade (Índice de Vulnerabilidade)

Avalia o nível de efetividade de sistemas de proteção e/ou mecanismos

de controle para a mitigação de determinado

risco em questão

Ao final desta fase temos

a Matriz de Riscos que

permite ao gestor ter

uma clara ideia dos

efeitos dos riscos de sua

organização em termos

de Quantificação de

Impacto e de Estimativa

(12)

A Matriz de Riscos é uma das formas mais comuns de apresentação de riscos para a alta, média gestão e acionistas. Elas podem ser

confeccionadas utilizando-se modelos qualitativos (exemplo acima à direita) ou modelos

quantitativos (exemplo acima à esquerda). Tal ferramenta ficou extremamente conhecida tendo em vista a sua facilidade de interpretação e por ser extremamente visual. Em que pese sua popularidade, cabe lembrar que durante um processo de análise e de gestão de riscos outras ferramentas devem ser utilizadas de forma complementar para que se tenha uma análise bastante robusta e efetiva.

matriz de risco

(13)

A fase de Vulnerability Assessment avalia o quanto

determinado patrimônio ou operação está vulnerável a

determinado tipo de risco. Nesta fase é definido o grau

de efetividade dos sistemas de proteção, chegando-se

ao Índice de Vulnerabilidade (IV).

A definição do Índice de Vulnerabilidade é obtida por

meio de auditorias de riscos nos sistemas, mecanismos

de proteção e controles existentes para mitigar cada

Risco Crítico da organização, contrastando a situação da

empresa com as melhores práticas existentes.

vulnerability assessment

M E N S U R A Ç Ã O D A E F E T I V I D A D E D O S C O N T R O L E S

(14)

E S T E S S I S T E M A S I N C L U E M Capital intelectual Recursos humanos acrescido de suas competências essenciais. Recursos Materiais Aparatos tecnológicos (software, hardware,

infra-estrutura, etc) utilizados para determinado fim.

Normas e procedimentos

(fluxogramas, procedimentos operacionais, políticas, diretrizes, etc) que definem

processos e forma de agir dos recursos humanos para

a consecução de determinada tarefa, que

atuando em conjunto visam impedir ou mitigar a

concretização de determinado risco ou conjunto de riscos. Cultura Organizacional Grau de resiliência da cultura organizacional referente ao tema avaliado, ou seja, seus valores, comportamento, ambiente organizacional, mind set e como estas pessoas aceitam e aderem espontaneamente às ações

que visam diminuir os riscos de determinada

organização.

Capacidade de Gestão

Refere-se à capacidade de controle dos processos, dos sistemas de gestão de risco e de seus indicadores

e controles críticos de forma contínua e aderente

(15)
(16)

mitigação dos riscos

2.4.

(17)

É através de ações de mitigação bem estruturadas e planejadas (controles, projetos direcionados, instalação de sistemas etc) que o gestor de riscos consegue deslocar os riscos dentro da Matriz de Riscos de forma consistente e assertiva.

(18)

Todo gestor de risco deve conhecer claramente a capacidade de sua

organização de absorver impactos dos seus riscos (tolerância) e da

predisposição de seus acionistas para assumirem estes riscos (apetite), bem como de sua capacidade global de tomada de riscos. Baseado nestes fatores e sob a orientação da cúpula da empresa, os gestores de riscos devem definir quanto de risco reter e quanto transferir (programas de seguros, hedges, etc).

Basicamente, em gestão de riscos, segue-se uma lógica para a aceitação, eliminação, transferência e mitigação de riscos. A lógica baseia-se na análise criteriosa da Matriz de Riscos. Por consequência temos que ter modelos de mensuração bastante robustos e

2.5.

A N Á L I S E D A M AT R I Z D E R I S C O S

( A N Á L I S E D E Q U A D R A N T E )

(19)

E N T R E E M

contato

Portal da Gestão de Riscos

(20)

Acreditamos que este breve e-book

possa conscientizar os profissionais nas

empresas para a busca da cultura de

gestão de riscos, que possibilita

diminuir perdas potenciais e aumentar

o grau de resiliência e de

sustentabilidade destas organizações.

Aproveitamos a oportunidade para

agradecer ao Instituto de Auditoria,

Risco e Compliance pelo seu suporte

durante todo este processo e à USP –

Universidade de São Paulo e FGV –

(21)

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Referências

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