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Rev. adm. empres. vol.34 número1

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Academic year: 2018

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EDITORIAL

"Nenhuma organização é maior do que os recursos humanos que possui."

Q

uem lê com atenção - e não apenas por mero modismo - o livro Reenge-nharia de Michael Hammer e James Champy constata que três dos quatro casos bem-sucedidos citados por estes autores nesta obra são do chamado "se-tor de serviços" da econom1a. Não é por acaso que as empresas que melhores resultados alcançaram revendo radicalmente seus processos de trabalho sejam "empresas de serviço". Mais sensíveis e próximas aos clientes, estas organiza-ções logo perceberam que numa economia tão competitiva como a atual não basta a intenção de mudar, mas que

a

mudança é imperativa e deve ser uma ação conjunta de todos em direção ao cliente, sob pena de seus "programas de mudança" se transformarem em .meras declarações formais de expectativas, ou -o que é mais freqüente- num amontoado de grupos de trabalho em torno da-quilo que não falta em Administração: rótulos da moda.

Toda mudança deve gerar s1stemas de' trabalho congruentes ou coerentes entre si

e

com os já existentes e a únrca forma de gerar esta congruência é alterando-se também os sistemas já existentes. A "proximidade" entre os processos de trabalho nas empresas de serviço e o atendimento ao cliente faz deste último o primeiro a so-frer os impactos e as frustrações da I alta de congruência entre os sistemas de traba-lho destas empresas. Daí a suscetibilidade das mesmas a programas de mudança e a maior propensão a receber pressões por mudanças radicais diretamente dos pró-prios clientes. Assim, renovar

óu

morrer é .a palavra de ordem nas empresas de serv1ço competitivas, principalmente quando ó$ competidores passam a oferecer

op-ções de envolvimento menos traumático entre·:a,'organizaÇão e o cliente. · . · . . Mas se

a

interação sistema trabalhó-cfiehte nas empresas de'serviço é ri-ca em revelar incongruências no rnterior dâs mesmas é também uma das fontes mais ncas para identificação de fatores de mot1vaç'ão ao trabalho e à excelência no atendimento ao cliente . Como é possível esperar-se níveis altos de serviço ao cliente por recursos humanos que não gozam das mesmas·possibllidades que os clientes têm de consumo dos serviços que eles mesmos executa,m? Como é pos-sfvel extrair-se vantagens c.oll)petitivas .infinidade .de _sinergias possíveis resul-tantes da conjugação diUec · · · atendimentp ao cliente com イ ・」セ ᄋ イウッウ@ humanos que-não e dás'Jeci)Óiqg ias

que

utilizam? ··o;aí 'á: importância que se . •. ·. , nás emp'resas (je S8!\'ÍÇO 'e a.ri'êcessi•':: dade de um · · ッイァ。セ ゥ セ。 ￧ᆰッ@ .do セエ。「。ャィ。 L@.que -se·• deslo- ... que da· ênfase-na ''fl_rii ,e rJi' 's.i' mesmo :pàra Z 。 セ ↑イゥヲ。ウ←@ em ·.:; ' transformar as . missão ·a que toda interaçao ウ・イカゥ￧ッ セ@ ' Cliente está sujeita ::;.· peração e de desenvolvimento dci ·respe,i-. to à individualidade · · . . de serv1ços e 'clientes. · . · ' · · ·

Ver os nte, desenvolver uma cadeia ·'

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VOLUME 34 NÚMERO

1

JAN./FEV. 1994

RAE EXECUTIVA

Márcia da Silva Costa

TERCEIRJZAÇÃO/PARCERIA E SUAS

IMPI.ICAÇÕES NO ÂMBITO

JURÍDICO-SINDICAL

6

Terceirização no Brasil- os desafios de uma nova cultura de parceria e de relações jurídico-sindicais.

Brazilian outsourcing- the challenges o f a new culture of partnership and o f juridlcal and trade uníons relations.

Gilmar Masiero

ORGANIZAÇÃO E TRABALHO

NO JAPÃO

12

Características culturais

e

organizacionais Japonesas e o desenvolvimento de formas eficazes de realização do trabalho.

Organizational and cultural Japanese characterístícs and the deve/opment of more effectíve job doing.

RAE ARTIGO

A ASSOCIAÇÃO CONTRA

A HIERARQUIA

20

Fernando C. Prestes MoHa e Gustavo L. Càmpos Netto

As amplas possibilidades do tema alteridade para estudos organizacionais, à luz de vários autores.

Referências

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