mudança de imagem
Adaptar
o
calouro
à
Universidade e aumentar a sua
motivação.através da mobilização são as
estratégias do Departamento de 8iblioteconomia e
Documentação da Faculdade de 8iblioteconomia e
Comunicação da UFRGS para
o
Projeto do
1q
semestre.
Biblioteconomia
e
n 51
c v a
11
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J
1
Através dos dados obtidos de levanta-mento realizado pelo Departalevanta-mento de Bi-blioteconomia e Documentaçll'o da Faculda-de Faculda-de Biblioteconomia e Comunicaçll'o da UFRGS, por ocasião da matrícula, no pri-meiro semestre de 1984, Constatou-se que:
- 17% da clientela desconhecida as ati-vidades básicas de um bibliotecário.
- 55% responderam que tinham uma vaga idéia.
- 28% somente conheciam as referidas atividades.
mente provoca uma grande angústia no in-divíduo, que aliada nos tempos recessivos que vivemos, poderá desencadear frustrações e perda de motivação. Como decorrênCia é possível surgir atitudes, tais como: transfe-rência, trancamento de matrícula ou até mesmo desistência.
Existe, também, os casos dos que per-manecem, porém com pouco interesse, de-monstrando baixo desempenho e agressivi-dade, pois DirO encontram á correspondên-cia, entre as suas aspirações e idéias próprias, a respeito do curso e a realidade encontrada, especialmente, em profissões pouco conheci-das e com baixo status profissional, caso
es;-pecífico da Biblioteconomia.
Baseados nestes fatos, nos resultados obtidos através de um instrumento de pes-quisa aplicado nos alunos de 1984 e aco-lhendo a proposta do "Projeto 1C? Semes-tre", sugerida pelo Magnífico Reitor da Uni-versidade FedeI;l1 do Rio Granpe do Sul, Prof. Francisco Luiz dos Santos Ferraz, jun-toàPró-Reitoria de Graduação; a Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação, através dos professores do Departamento de Biblio-teconomia e Documentação, planejou as ati-vidades:
- de PROGRAMAÇÃO GERAL DA UFRGS (realizadas na primeira semana das atividades acadêmicas);
- do PROJETO DA BIBLlOTECOND-MIA' (realizadás no decorrer do primeiro semestre de 1985) com o objetivo específi-co de otimizar o nível de motivação dos nos-sos alunos, através de um programa de valo-rização profissional.
Inês Rosito Pinto Kruelé
profes-sora de Biblioteconomia e
Documen-taçtfo na· UFRGS e bibliotecária da
Secretaria de Administração do Esta-do.
Itália Maria Falceta da Silveira é
professora de Biblioteconomia e
Do-cumentação na UFRGS, professora do
Emino Fundamental
da
SecretarÍJJ deEducação, exercendo função de biblio-tecária escolar.
Estratégias programadas por
al-guns professores
do
Departumento deBiblioteconomia e Documentução da
Faculdade de Biblioteconomia e
Do-cumentação da UFRGS, com vistas
ao atendimento dos o bje tivos do
Projeto I? Semestre, adaptando o
ca-louro à Universidade e aumentando
seu n{vel de motivação através da valorização profilsionaL
BiblioteconomÍJJ: Mercado de Tra-balho: Valorização
Valorização profissional
1. INTRODUÇÃO
0& mais recentes trabalhos que tratam da problemática educacional brasileira, infe-rem que a intenção da maioria dos jovens, ao concluírem o 2l? grau, é passar no vesti-bular, não interessando se a sua escolha foi a mais acertada ou não.
Essa questfo tem merecido atenção especial de diversos educadores, entre eles destacamos Souza (1985) que aponta
c0-mo principal determinante deste comporta-mento, o fato do jovem, geralmente, ingres-sar na Universidade em plena adolescência. Grande número deles encontram-se nafaixa
・エ£イゥセ dos 16 e 17 anos, alguns. imaturas
tan-to física como psicologicamente.
Outro fator, que ocorre com freqüên-cia, é o desconhecimento dos alunq:; a res-peito do curso que irão realizar e para o qual torna-se-lo habilitados. Isso,
indireta-16
2. ABORDAGEM DO ASSUNTO
O número total de questionários distri-buídos foi de 196, porém, obtivemos respos-tas de 133, ou seja 67%.
Conclui-se, portanto, que as atividades profissionais do bibliotecário -do bastantes desconhecidas, uma vez que 72% dos jovens que ingressam no Curso de Biblioteconomia nlo demonstram maior conhecimento da profIsslo na qualirl1'0atuar.
Esta constatação nãoé nova, pois a li-teratura tem mostrado Que existe um movi-mento universal que pretende mudar a ima-gem da BIBUOTECA,· preparando-a para atividades mais dinâmicas.
Reforçrndo esta posiçA'o Vieira (1983) quando diz que é "a Biblioteconomia, área ainda não consolidada e cujo valor no mer:-cado de trabalhodo foi, ainda, inteiramen-te demonstt:a:do ..."
Somos de opinião que as mudanças de-vem direcionar-se, inicialmente, às bibliote-cas escolares, que constituem a base dos sis-temas bibliotecários nacionais.
Neste sentido, parecem esclarecedoras as palavras、セ Miranda (1978) quando diz:
". . . se a biblioteca for útil, ela serd es-timllda, apoi4dae prestígillda é que se ao contrdrio, ela for Umll "avis rara" alieTUJda
dos interesses locail., existir ou 714'0existir,
não iard a menor diferença parao cidadão
comum (grande parte da nosm população) e
Ortegay Gasset, citàdos por Miranda
com-pleta dizendo que a sociedade pune com o abandono os que não a servem devidamen· te... ..
Em encontros realizados entre bacha-réis de biblioteconomia, chegou-se a con-cluslo de Que esse novo papel da biblioteca escolar deve ser desempenhado meSlDO1m
Instituições que não contém com peuoal graduado. Por esse motivo, antes de qual-quer treinamento de pessoal ou de recicla-gem de professores que atuam em bibliote-tecas escolares é condição essencial e urgen-te que a imagem da bibliourgen-teca que se preurgen-ten- preten-de oferecer seja apresentada sob novos pris-mas. Em atendimento ao exposto, um grupo de professores do Departamento de Bibliote-conomia e Documentação da Faculdade de Bibliotcconomia e Comunicação da UFRGS, que ao longo de suas vidas profissionais tem atuado junto aos usuários infanto-juvenis, no fmal de .1984, propuseram àSecntaria
R. Bibliotecon.&Com.1(t):16 - 19jln./Jun.1988
Educação doEstado do Rio Grande do através do PRAI (Programa Regional de Integrada) - UFRGS/SEC, cinco
pro-iÍserem desenvolvidos durante o ano 985, buscando atender esses objetivos.
O setor educacional público oferece pouco às bibliotecas, embora exalte portância.
Receamos que nossos jovens ainda des-ecerão por algum tempo o verdadeiro
dabiblioteca. Apesar dos esforços de professores,
as
bibliotecas existentes, maioria das escolas públicas brasileiras, longe de alcançar os modernos obje-a que se propõem. Em suobje-a mobje-aioriobje-a, tlnuam sendo· o depósito de livros que lementam as instalações da escola, do seu verdadeiro espírito deveria estar 1I1a dinarnizaçio e nos serviços quepres-usuáriOs.
Neste sentido, Shera (1972) salienta "... a função de informar tem sido ne-ciada em favor de uma preocupaçã'o siva pela conservação".
Acreditamos que é nas primeiras sé-do
I'?
grm que deverão ser planejadas des para que a biblioteca faça parte ante do dia a diadacriança, buscandoaçlo do hábito de freqüentá-las. Neste sentido, salienta Lopes (1981)
.1. •• o nümero lrrllÓrio e a deficiêncill rerviço, bibliotecário, pilTQ o público In-tilno BrtZlU, tem protelado a.
pouibUt-eI de aprendizagem do conceito de
bi-teca, pilTa aI crillnça. que, via de regra., a ter contato com tal imtituição
ape-na
idade elcolar, e muitaI veze, qpena. curllOdo 2f?grau, ou nem af. "É necessário que a criança vá a biblio-aescolar com expontaneidade e que esta . ade esteja relacionada com o prazer e somente como forma de punição, ou se-, quando a criança é expulsa da classe ando está chovendo e não dá para realizar
asatividades.
Slo muito significativos os relatos de ças entrevistas, por ocasião de um tra-Ilho realizado por Targino (1984) quando a delas aímna: ". . . quando tivermos rriado para fazer trabllhos, procuramos a lioteca."
Segundo a mesma autora, •'poucas
fo-11II os pesquisados que enfatizaram a reaçio na biblioteca escolar. "Ela ( a bi-líoteca) para miméum passatempo maravi-oso (que) também me ajuda muito nas
uisaJ escolares, disse um escolar." A utilização das bibliotecas escolares como verdadeiro centro de informação e la-zer facilitará
às
crianças e jovens a possibili-dade de desenvolverem suas potencialipossibili-dades para que sejam capazes de aplicar, em situa-ções novas, o s conhecimento s que foram ad-quiridos.Sentimos a necessidade de oportun!-zar um curso deste tipo, porque temos ob-servado ultimamente em nossos êalouros ati-tudes significativas de insatisfação, ocasio-nando baixo rendimento escolar.
É bastante conhecida a atitude de al-guns vestibulandos que se valem do Curso de Biblioteconomia, garantindo uma vaga na
UFRGS: para posteriormente solicitar trans-ferência para cursos que julgam ser de maior prestígio social.
Este aspecto de ordem de preferências nas escolhas profissionais não se constitui em um caso regional, como podemos cons-tatar através da reportagem de camargo (1985) " ... o カセウエゥ「オャ。イ de CESGRANRIO de 1985 foi o que demonstrou maior de-créscimo na procura de profissões como ar-quitetura, educação e biblioteconomia".
t
muito importante, portanto, que al-gumas estratégias, sejam programadas. para trabalhar esse grupo de jovens, que ingres-sam no nosso curso, com as mais variadas in-tenções.Nosso objetivo é que os alunos sintam-se felizes e integrados, ou então que tenham a coragem de decidir-se por outras profis-sões mais adequadas
às
suas aptidões ou as-pirações.Este é o caso de um ex-aluno do cur-so que expressou-se da seguinte maneira: "Fui para Biblíoteconomia por ERRO DE COMPUfADOR, pois minha primeira op-ç40 era Medicina". Hoje é um bibliotecá-rio muito atuante e bastante preocupado com a valorização proilssional".
A utilização das bibliotecas
escolares como verdadeiro
centro de informação
e
lazer
facilitará às crianças
e
jovens
a
possibilidade de desenvolverem
suas potencialidades
BmUOTECONOMlA: PERSPECTIVA DE -NOVOS ESPAÇOS
Seminário, que será desenvolvido du-rante o mês de abril.
Será oferecido nãosóaos calouros, mas estendido a todos os alunos do curso.
3. PROGRAMAÇÃO GERAL DA
UFRGS
A Universidade Federal do Rio Grande do Sul elaborou uma programação especial pa-ra todos os seus estudantes-ingressos em 1985 denominada "Projeto I? Semestre", o qual envolveu desde melhorias nas depen-dências e equipamentos da Universidade, até um trabalho de melhor relacionamento en-tre alunos e professores, com a finalidade básica de elevar a qualidade do ensino.
"Queremos que os alunos que ingres-sam em 1985 sintam este esforço esta vonta-de vonta-de oferecer um ensino mais estimulante, íntelettualmente mais provocador e mais re-levante para o seu futuro", salienta o Sr. Reitor, Prof. Luiz Francisco Ferraz em
en-trevista concedida à hara Lindenbaum. . . (1985) do Jornal Zero Hora.
A programação das atividades do "Pro-jeto I? Semestre", nas Unidades, ilcou a car-go das "Cominões Setoriaís", que trabalha-ram durante os meses de férias.
Essa comissão, em nossa Unidade, foi formada por professores dos Cursos de Bi-blioteconomia, Comunicação e pela biblio-tecária chefe de nossa Biblioteca.
No Salão de Atos da Reitoria reuni-ram-se, no primeiro dia do calendário esco-lar, todos os calouros, ocasião em que o Magníilco Reitor fez uma exposição sobre os objetivos deste projeto e informações sobre a Universidade.
Após, os alunos dirigiram-se às suas Unidades, ocasião em que foram recepcio-nados pelas Direções e Comissões Setoriais.
Nesta oportunidade os calouros tive-ram o primeiro contanto com professores, funcionários e instalações da Unidade.
Seguindo a programação das atividades foi realizada uma visita orientada a Bibliote-ca da Faculdade com treinamento do uso do material bibliográfico e seus serviços, oca-sião em que foi apresentado umaudivisual sobre o Sistemas de Bibliotecas da UFRGS.
Para o terceiro dia ilcou reservadoum Ciclo Informativo, no Auditório da Faculda-de, com a participação do corpo docente, onde foram apresentados os setores adminis-trativos e os projetos em andamento no De-partamento de Biblíoteconomia e Documen-tação.
Foi proferida uma aula inaugural pe-la colega Maria Rita Webster, que repe-latou sua experiência inovadora como bibliotecá-ria e empresábibliotecá-ria.
Aofmalda primeira semana a Direção da Faculdade de Biblioteconornia e Comuni-cação ofereceu um coquetel de confraterni-zaçãO aos calouros, contando com a partici-pação, inclusive do Reitor da nossa Universi-dade.
4. BIBLIOTECONOMIA URGENTE
As atívidades previstas para se desen-volverem durante o decorrer do semestre, 85/1, são:
1.Cuno de dellenvolvimento
iョエ・イMp・セッ。ャ
ago objetivo épossibilitar aos alunos de primeira matrícula um autoconhecimen-to, uma satisfação intra e inter-pessoal, vi-sando um melhor desempenho acadêmico. Terá a duração de 15 horas-aula sendo mi-nistrado pela psicológa MARIA DO CARMO BELAN, graduada pela Pontíficia Universi-dade Católica do Rio Grande do Sul.
Especialista em treinamentos de desen-volvimento inter-pessoal nas áreas de admi-nistração, vendas, ensino e higiene. Atua, também, em todas as áreas do SENAC, co-mo: desenvolvimento gerencial, técnica de chefia, sistemática e desenvolvimento de reuniões, chefia-liderança, bem como
cas de comunicação.
O objetivo deste seminário é proporcio-nar uma visão mais ampla do mercado de trabalho e a conseqüente valorização profis-sional.
. Contará com a participação de biblio-tecários com sucesso em suas atuações pro-fISsionais, levando-se em consideração, prin-cipalmente, aqueles que conseguiram criar seus "próprios espaços".
São eles:
ZAYRA DE ALBUQUERQUE
PE-TRY. Bacharel em Biblioteconomia pela UFRGS. Professora titular do Departamento de Biblioteconomia e Documentação da Fa-culdade de Biblioteconomia e Comunicação da UFRGS. Licenciada em Letras com espe-cialização em Literatura de Língua Portu-guesa. Autora consagrada de quatro livros juvenis, um infantil e dois para adultos. De-sempenhou trabalho pioneiro junto ao Car-ro-Biblioteca da UFRGS, exercendo a coore denação do mesmo por vários anos.
KÁTIA COUTINHO. Bacharel em Bi-blioteconomia pela UFRGS. Atua na área
de bibliotecas escolares no Instituto Educa-cional JoãoXXIn,escola de l?e 2?graus da Rede Particular de Ensino do Estado do Rio Grande do Sul. Com êxito de seu trabalho conseguiu impor modernas técnicas de aten-dimento aos alunos. Já conseguiu aumentar o espaço físico da biblioteca, contando am-almente, com um prédio próprio para seu funcionamento.
YVETE ZIETLOW DURO. Bacharel em Biblioteconomia pela UFRGS. Cohcluiu o Curos de Especialização em Avaliação na PUC!RS e Metodológia do Ensino Superior na UFRGS. Émestre em Administração de Sistemas Educacionais pela PUC!RS. Dirigiu a Biblioteca Infantil Lucília Minissen duran-te 14 anos. Coordenou as Biblioduran-tecas Infan-tis do Depaetamento de Assuntos Culturais da Secretaria de Educação do Estado do Rio Grande do Sul, implantando uma rede de bi-bliotecas; em funcionamento até hoje. Re-presentante da Unidade da Associação dos Ex-alunos da UFRGS. Dirigiu e implantou a Casa de Cultura Mário Quintana.ÉProfessor Adjunto do Departamento de Bibliotecono-mia e Documentação da Faculdade de Bi-blioteconomia e Comunicação da UFRGS, como também coordenou o Centro Referen-cial de Literatura Infantil e Juvenil, uma ati-vidade de extensão do mesmo Departamen-to.
GLADIS FERRÃO BARCELLOS. Ba-charel em Biblioteconomia pela UFRGS e professora do ensino、セ I? grau. Implantou e organizou o Setor de extensão da Biblio-teca Pública do Estado do Rio Grande do Sul, compreeendendo o Carro-Biblioteca, caixas, estantes, atendendo em vilas popula-res, hospitais, creches, asilos e ilhas do estuá-rio do Rio GUalôa na grande Porto Alegre, ocasi\io em que desenvolveu brilhante traba-lho: Estas atividades lhe serviram para trans-mitir sua experiência em inúmeros encop-tros de bibliotecários em todo o paÍtl. Atual-mente desenvolve sua atividade em uma Es-cola da Rede Estadual de Ensino, num
bair-ro de Porto Alegre, onde tem conseguido junto à Associação de Pais e Mestres carrear verbas para manutensão desta biblioteca.
HELOISA BENETTI SCHREINER.
Bacharel em Biblioteconomia pela UFRGS, Master of Arts, pela Emory UNiversity, Atlanta, Georgia, Estados Unidos. Biblio-tecária Chefe da Biblioteca da Escola de En-genharia da UFRGS de 1968 a 1974.
Direto-rada Biblioteca Central da UFRGS e coor-denadora do Sistema de Bibliotecas da UFRGS, desde 1975. Membro da Comissão Especial do Instituto Brasileiro de Informa-ção em Ciências e Tecnologia, com sede em
bイ。ウ■ャゥ。セ Presidente do
9?
Congresso Brasi-leiro de Biblioteconomia e Documentação realizado em Porto Alegre, em 1977. .LEONARDO DE OUVEIRApoudoセ RI. Bacharel em Biblioteconomia pela UFRGS. Bibliotecário do Instituto de Bio-ciências da UFRGS, participa como indexa-dor na preparação da Bibliografia Brásileira de Ciências-Ambientais. Presta assessoria técnica ao Banco de Dados sobre Sindicalis-mo no Rio Grande do Sul no Instituto de Estudos Sociais Políticos e Econômicos da . PUC!RS. coordenador da Comissão de mer-cado de Trabalho da Associação Rio-Gran-dense de Bibliotecários, gestão 1983-1985.
Cabe ao bibliotecário um
posicionamento firme no
mercado de trabalho, agindo
como incentivador do uso dos
livros. Ele será
o
profissional que
utilizará no seu aperfeiçoamento
a informática.
HELENA BEATRIZ FROTA ROZA-DOS. Bacharel em Biblioteconomia pela UFRGS. concluiu o curso de Especialização em Administração de Sistemas de Bibliote-cas da UFRGS em 1983, Dirige o Sistema de Documentação da Administração Municipal de Porto Alegre, que reúne o Projeto Cen-tral, parte administrativa do Arquivo Muni-cipal, a Unidade de Microfllmagem e a Bi-blioteca que serve a Secretaria Municipal de Administraçll'o.
VERÔNICA MARIA SANTOS DA
ROSA. Bacharel em Biblioteconomia pela UFRGS. Concluiu o Curso de Especialização em Administração de Sistemas de Bibliote-cas da UFRGS, em 1983. Bibliotecária da COPESUL (Companhia Petroquímica do Sul) com sede em Triunfo, Rio Grande do Sul. Desempenha atividades altamente espe-cializadas na área de informação」ゥ・ョエ■ヲゥャセ。 e tecnológica, onde trabalha com documentos convencionais e não convencionais, notada-mente na área de engenharia e química.
RILDENOR BARBOSA CÂMARA.
Bacharel em Biblioteonomia pela UFSC em 1981. Bibliotecário chefe da biblioteca Dr. Ciro Martins, inaugurada em outubro de 1984, do Hospital de Clínicas Dr.
Lazza-rotto em Porto Alegre. Organizou a biblio-teca tomando-a peça indispensável no contexto da empresa. Seu trabalho pro-fissional é grandemente valorizado contan--do, atualmente, com um sub-centro da BIREME.
IRENA WIUN. Bacharel em Biblio-teconomia pela UFRGS. Bibliotecária chefe da Biblioteca da Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul em Porto Alegre. Ini-ciou seu trabalho, em pequena sala, contan-do com a colaboração de um funcionário da empresa. OrganiZou a biblioteca e grada-tivamente conseguiu formar uma equipe de colaboradores altamente qualificados. Presta assessoria técnica bibliográfica aos pesquisadores da Instituição. Colabora e assessora a publicação Natureza em Revis-ta, Hieringia e demais publicações da fun-dação. Por sua experiência, interesse e res-ponsabilidade profissionais tem se desta-cado na área biblioteconômica gaúcha.
MARIA RITA WEBESTER. Bacharel em Biblioteconornia pela UFRGS. Biblio-tecária da Livraria do Globo em Porto Ale-gre durante 10 anos, onde organizou arqui-vos de fotografias e documentos que repre-sentava valioso testemunho histórico da cultura gaúcha. Usou sua atividade biblio-tecária para abrir sua própria empresa com a criação da Distribuidora Diálogo. Atual-mente, canalizou toda a sua criatividade e capacidade profissional num empreendi-mento, a Livraria Bicho Carpinteiro, voltada ao público infanto-juvenil.
SONIA HOLDERBRAUM VIEIRA.
Bacharel em Biblioteconomia pela UFRGS. Bibliotecária da Biblioteca Central da Pon-tifícia· Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Coordena o Departamento de Pro-cessamento Técnico e a elaboração do BIC PUC, boletim da Biblioteca Central. -Presta assessoria técnica a Clínica Mulher, de gi-necologia e obstetrícia.
A escolha dos participantes deste se-minário foi difícil, pois há muitos outros profissionais que também são admirados pelo excelente trabalho que realizam. Deci-dimos, então, pela realização no segundo se-mestre de 1985 de outro evento desta natu-reza.
5.CONCLUSÃO
Considerando que os objetivos expos-tos no Projeto I? Semestre, não poderiam ser totalmente atingido nas atividades desen-volvidas durante a semana inicial do ano le-tivo; considerando a importância de um pro-grama de conscientização profissional; consi-derando a relevância de um posicionamento efetivo do Departamento de Bibliotecono-mia e Documentação, assumidos o compro-misso de desenvolver as atividades do Proje-to BmUOTECONOMIA URGENTE.
Nosso objetivo é proporcionar aos alu-nos situações que os conduzam a um posi-cionamento profissional mais consciente, percebendo que o mercado de trabalho exis-te, na razão direta da competência, criativi-dade, bom senso e dinamismo profissional.
Conforme afuma Targino (1984):
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''$eaencial que o bibliotecdrlo
brllll-iIo
tenha capaciiade para compreender, deDrto
rdpidoe elucidativo, a verdizdeira114-lua de uma Iituação.AlIumta vezes
ne-IllUII1d agir como o incentivador do UIlO
"'blro. como fonte. de informação,
dllm-,da
falta de hdbtto de leitura.セ、・イ、 .er'.ntzador de bibliotecal, empenhado no
Iepw
técnico diz' .eleç6e; para lUame-ior
utatzação. Serrf o doCumentalista oul/Uz1IIcomoo Ucnico a"e iIIformtltica, que, rfIIdoprocelllO' complexo.; fornecerá a
{n-ilI'maçci1 precisa ao pelquilador no
mo-iDlto-exato. "
A avaliação dessas atividades
obtere-lOSatravés dos resultados do
pré
epós-tes-esque sento aplicados nos alunos, quando
larealizaçãO dos eventos.
-Por ocasião da apresentação deste tra-laÍbo teremos a oportunidade de relatá-los.
Às professoras dó Departamento de Bi-llioteconomia e Documentação da
Faculda-lede Bíblioteconomia e Olmunicação da UFRGS, que com suas colaborações, além セ fortalecer noSso espírito de luta
acredi-taramnavalidade deste evento.
ABSTRACf
Strategies devised by part of the tea-dling staff of the Departament of
librarian-Ihip and Documentation of the achool Li-brary Sàence and lornalism (FABICO) of the Federal University of Rio Grande do Sul _ (UFRGS). These estrategies bave been
de-vised to meet requirements of the
PROlE-TO 1C? SEMESTRE (a flISt semester plan) that aims at adaptivy -the freshmann to the University increasing bis appreciation of the chosen course.
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